Olááá! Como vão todos?
Rukia: *Doida, falando sozinha!*
Espero que bem! Aqui está mais um cap fresquinho. O tão esperado reencontro! Não gostei muito, mas quero ver o que vcs opinam! Um muito obrigada pela review que recebi da Patty de Aquarius e Srt Maga!
Rukia: *Coitada, tá desesperada*
Patty: É, o nosso irritante Nnoitra não teve nenhuma piedade com o pobre Luppi! Mas no mangá ele era assim mesmo, né? Espero que curta a reação de nossa protagonista, que não estava nem um pouco a fim de participar desse capítulo! *Oi eu estou ouvindo!*
Srt Maga: Meu stress já era! Valeu pela preocupação! *Como se ela se importasse* -Empurra - Como eu dizia, fico feliz por ter voltado minha cara, espero que curta o cap de hoje e comente sua opnião!
Zi: Ops, me esqueci de responder seu review! Foi mal! Mas já corrigi o erro! Arigatô pela atenção!
Beijo grande a todos! *A todos? Não foram só três que escreveram?*
Autora: *Rukia você não tem o que fazer não? Tipo voltar pro mangá?*
Rukia: *Não me pagaram os atrasados! Não volto enquanto Tite não mandar! E gostei de te atentar aqui! Você me fez ficar com essa cara de fracote e perturbada psicologicamente! Ora poupe-me! Mas vamos que quero ver minha apresentação nesse cap!*
*Som de grilo*
Sem mais, divirtam-se!
Nervosismo? Medo? Desconfiança? Nenhuma resposta me vem à mente. Não sei o que significa o que estou sentindo, mas estou em completa confusão. Meu corpo está pronto pra festa, mas minha mente ainda está perturbada e assustada. A única coisa que me faz continuar é a companhia de Ichigo. Em todos os sentidos da palavra. A hora está avançando e continuo em minhas divagações; nii-sama deve estar nervoso com minha demora. Não quero decepcioná-lo. Pego a echarpe do vestido da Victoria's Secret que meu irmão encomendou e me preparo para enfrentar uma muralha que há tempos não conseguia transpor; estar em meio a uma multidão de pessoas que se quer conheço. Mas sei que tudo vai ficar bem, certo?
- Estou pronta Ichigo! – Quando abri a porta, fiquei de frente com um Ichigo aparentemente ansioso. Estava lindo. Usa um smoking preto, com uma camisa amarela clara e uma gravata borboleta preto. Os cabelos estavam arrepiados, pois dessa vez acho que não achou necessário deixá-los arrumados. Uma verdadeira ofensa ao meu irmão, que estava logo ao lado com cara de deboche observando Ichigo aproximar-se de mim e tomar minha mão para acompanhá-lo. Apesar da insistência de meu nii-sama em que eu não precisaria ir devido minha crise, insisti que estava tudo bem. Não era mentira, pois me sinto bem melhor depois da hipnose. Saber que Ichigo estará comigo me faz ser forte, e desejo mostrar a eles o quanto melhorei.
- Está linda baixinha! Mas temos que ir logo, pois já estamos bem atrasados! – Vi a careta que meu irmão fez quando Ichigo agiu do mesmo jeito que no dia do jantar. Mas dessa vez tem uma diferença; em vez de segurar meu braço, ele agora rodeava minha cintura com o braço de uma forma um tanto possessiva.
- Será que posso levar minha irmã como chama a tradição de nossa família? – Nii-sama está se contendo para não explodir. É engraçado vê-lo assim. Sinto que Ichigo trouxe vida a ele também, claro que de uma forma diferente da minha. Ri baixinho e ambos me olharam com surpresa.
- O que é engraçado? – Ichi fez o cenho ficar franzido. O que me fez rir mais.
- Vocês! – Apontei a ambos me distanciando de Ichi. – Fico feliz por vê-los ao meu lado! Sinto-me preenchida de coragem para enfrentar qualquer coisa, só pelo fato de vocês estarem aqui comigo! – Sorri e vi os rostos das duas pessoas mais importantes em minha vida ficarem corados e com olhos ternos. Orgulho-me de ter tanta sorte.
- Bem, devemos ir não? – Timidez nunca foi uma característica de meu nii-sama, mas hoje o percebo assim. Encaminhamos-nos a limusine. Não demoraríamos a chegar, pois os Jaegerjaquez moravam na cidade vizinha. Espero que Emmy-san tenha uma nova impressão de mim, sinto-me renovada.
A mansão com estilos da era Meiji, rodeado de cerejeiras e cerca viva assomava suntuosa no alto da cidade. Ichigo e Rukia ficaram abismados com a beleza e a conservação perfeita do lugar. Não ficava atrás da mansão Kuchiki, verdadeiro orgulho de Byakuya. Carros de luxo e limusines estavam estacionados no campo aberto que havia ao lado dos muros que circundavam o local. O som da música ao vivo podia ser ouvida desde fora. Era suave e atual, mas era somente uma abertura, já que no convite foi deixado claro que haveria música eletrônica e um coquetel para agradar aos convidados mais jovens.
Os Kuchiki e o Kurosaki foram recebidos pelo maître da casa. Foram encaminhados a sala principal e recebidos pelo líder da família. Key reluzia em seu ambiente natural. Um sorriso amarelado ainda revelava sua ostenticidade de mais jovem. Ainda mantinha o porte altivo e forte apesar de seus 86 anos.
- Sejam bem vindos meus caros! Não sabem o quão honrado me sinto em ter aceitado meu convite! – Beijou a mão de Rukia, apertou a de Byakuya e meneou a cabeça para Ichigo. Os levou para uma mesa reservada especialmente para eles, ao lado da dele. Nela já haviam alguns membros sentados. Cada um se apresentou com recato e respeito. Entre elas estava Emmy.
- Ah querida, como fico feliz por ter vindo! Que linda está! Imagine como meu filho não ficará quando te vires! E você também Kurosaki, está majestoso neste traje! – Saudou efusivamente o casal e deixou-se ser beijada por Byakuya. Este se sentou em seu lugar e iniciou uma conversa sobre negócios com os presentes a mesa. Ichigo e Rukia sentaram ao lado de Emmy e começaram também uma conversa amistosa. A bela mulher vestida em seu tubinho prata percebeu a perceptível melhora de sua convidada, além da aproximação com o jovem rapaz de cabelo laranja, o que não a agradou muito.
- É incrível como está melhor Rukia! Não a reconheço com a primeira vez que nos vimos! – Emmy sorriu torto quando viu o braço de Ichigo rodear a cintura fina da menina e sorrir como apaixonado.
- Se estou assim, é graças ao Ichigo, Emmy-san! Minha vida está mudando drasticamente e sinto-me muito mais forte! – Rukia perdeu-se nos olhos cor de mel e sorriu. Foi rápido, mas suficientemente desconfortável para a família Jaegerjaquez, o selinho que Ichigo ousou dar a mesa diante de todos. Agora era visível o relacionamento dos dois. Emmy tremeu um pouco. Seu grande ideal estava ameaçado com esse romance. Antes da moreninha chegar teve a grande ideia de pedir a ela que entrasse no salão acompanhada de seu filho, como mostra de amizade entre as famílias. Mas a garota, além de ter vindo acompanhada, ainda deixava claro o namoro que tinha com ele. Olhou com esperança de ver reprovação do Kuchiki, mas se arrependeu ao ver o descaso ante a cena. Aquilo era oficial para eles, e pior de tudo, permitido por Byakuya.
- Que co-i-sa mais lin-da! Vocês são namorados? – Quando há dias havia questionado isso, percebeu que eles não eram um casal, mas bons amigos. Agora seus temores se concretizaram.
- Sim Emmy-san! Tive coragem e pedi Rukia em namoro! – Ichigo estava orgulhoso com sigo mesmo, e feliz com a baixinha que invadiu seu coração.
- Isso é bem interessante, não? De que família vem meu jovem? – Jaegerjaquez estava tentando realizar seu papel em destruir a imagem do rapaz para abrir caminho ao neto, que tardava em chegar, irritando a todos da família e aos convidados. Afinal, ele era o aniversariante.
- Não creio que precise responder Ichigo! Minha irmã o escolheu, e é isso o que importa! – Byakuya cortou seco a pergunta de Key. Ichigo não ligou para os ameaçadores olhares de todos a sua pessoa, ou a repentina proteção que o Kuchiki lhe proporcionou.
- Sou um Kurosaki com orgulho senhor! Meu pai é médico, e temos uma pequena clínica em minha casa! Não vejo porque me sentir menor que qualquer um sentado a essa mesa! – Levantou o queixo e apertou a mão da namorada, que tinha no rosto um sorriso orgulhoso da coragem do amigo e amante.
- Ora, vamos rapaz! Não quis ofende-lo! Perdoe-me! Fiquei espantado com sua entrada tão repentina na família Kuchiki, só isso! Mas fico feliz por saber que Rukia tenha encontrado um apoio para superar seus medos! – Aquilo foi dito de forma mordaz, demonstrando a todos os presentes que só era permitido aquele namoro para o bem estar da jovem, e nada mais. Ichigo não se surpreendeu com isso, sabia que sofreria preconceito não só do irmão de Rukia, como também da sociedade ao qual ela vivia; mas não seria isso que o afastaria da jovem.
- Ichigo é muito mais que um simples suporte, senhor Jaegerjaquez! Ele é meu melhor e único amigo! O homem que entrou em minha vida e minha alma! E se ele quiser desejo estar ao seu lado pra sempre! – Declarou Rukia enfática e sem gaguejar. Todos ficaram lívidos, pois o que acabou de fazer foi uma declaração de amor frente a todos. Byakuya não disse nada, e só pôde ver sua pequena protegida se levantar e puxar o ruivo para saírem da mesa. Aquilo foi um pedido de casamento não muito velado.
- Será que minha família não é bem vinda aqui? Pois se não for, me digam! – Byakuya reagiu após a pequena se retirar. Os lideres ficaram atônitos e tentaram se desculpar da grosseria e destrato que sofreu o convidado. Mais afastado dali, o casal andava com pressa até um local mais íntimo e livre de olhares indesejados. Ichigo não cabia de felicidade. Estava sendo literalmente arrastado pela morena, que pela primeira vez mostrava toda sua raiva e indignação.
- Quem eles pensam que são? – Rukia parou bruscamente e sem prévio aviso algumas lágrimas escorreram do lívido rosto maquiado. O vestido curto e solto que levava a deixava bela e imponente. A cor do sapato alto, dourado, deixava a frágil menina com aparência madura. Os cabelos soltos, na cabeça uma diadema dourada, fazia jogo com a cor caramelo do vestido. Ichigo a contemplava sem deixar de sorrir. Com a aparição das primeiras lágrimas, abraçou-a pela cintura e fundiu seu rosto a curva do ombro da pequena.
- Não me importo com o que eles digam Rukia! Principalmente agora que tenho uma protetora adorável como você! E aceito seu pedido! – Riu após ver o rosto envergonhado e corado da namorada. Agora que ela se deu conta do que havia dito no calor da irritação.
- E-u... Bem, como eu pos-so di-zer? – Apesar de tudo, ainda era uma menina no fim das contas, e deixava suas palavras saírem sem cuidado. Não era mentira o que disse, mas eles acabaram de começar o namoro, e ela já falava de casamento.
- Ora vamos! Não está me dizendo que se arrepende? Gostei da atitude, mas pretendo ser aquele quem fará o pedido primeiro! – Ichigo ainda continuava com a brincadeira que não fugia do que estava sentido. Orgulho e felicidade.
- Co-mo as-sim? Não exagere! Eu só... Ah, você entendeu! – Parou e cruzou os braços com os olhos semicerrados contendo as lágrimas e a vergonha que sentia. Ichigo aproveitou para roubar um beijo da morena, que arregalou os olhos ante a ousadia. Mas não o impediu. Soltou os braços e deixou-se ser abraçada pela cintura e apertar-se mais ao rapaz. Sentia tanta segurança ao lado dele que não conseguia imaginar seu mundo sem ele. Como havia vivido até ali sem aquele calor?
- É serio, fiquei muito feliz! – O ruivo pronunciou após o demorado beijo que tomou da namorada. Um som de violinos os devolveu ao ambiente, e curiosos foram observar quem estava chegando à ampla escadaria central da sala. Provavelmente deveria ser o aniversariante. Ichigo ficou atrás de Rukia, circundando sua cintura enquanto observava a porta enorme de carvalho abrir-se e apresentar a todos o grande esperado da festa. Qual não foi a surpresa ao ver um rapaz alto de cabelos negros e terno riscado chumbo descer a escada acompanhado de uma ruiva de cabelos longos, vestido branco estilo princesa, pendido até os pés, sandália dourada sem salto e os fartos seios a mostra na meia taça do vestido. Segurava a mão do rapaz e descia com delicadeza. Seu rosto ficou vermelho como pimentão, e olhava a frente com os olhos arregalados ante a surpresa da noite.
- Kurosaki-kun? – Engoliu seco, sem a mínima vontade de continuar a descer aquelas escadas que agora pareciam eternas e cheias de barreiras invisíveis.
- Inoue? – Ichigo sussurrou ante a surpresa de ver sua amiga de escola conhecer o filhinho magnata.
- Não é da nossa sala Ichigo? – Rukia pendeu a cabeça para cima para observar o rosto assombrado do namorado. Também estava surpresa com a cena. Mas ao voltar os olhos ao casal que agora descia com mais lentidão, sentiu o sangue gelar. As mãos crisparam e o corpo tencionou como se uma dor percorresse todo o seu pequeno ser. O rapaz de cabelos espetados estava sorrindo, mas aquele sorriso não lhe era estranho. Sentiu um enjôo lhe tomar o corpo, e se Ichigo não a estivesse segurando pela cintura teria desmaiado na mesma hora. Não poderia ser ele. Não poderia ser.
- Rukia? Você está bem? Vem, vamos lá fora pra você tomar um pouco de ar fresco! – O ruivo ao perceber o mal estar corrente na baixinha a levou sem cerimônias ou importar-se com o protocolo de recepção ao aniversariante, e a levou até um pátio que estava afastado no lado esquerdo do salão. Grimmjow viu a pequena ser levada e sentiu a ira crescer ao ver que estava acompanhada de um rapaz de cabelo laranja. Olhou disfarçado a acompanhante que parecia mais pálida que o comum. Percebeu que ela o conhecia.
- Orihime? Tudo bem com você? Conhece a Kuchiki-san e aquele rapaz? – Apontou para as costas de Ichigo que ao longe era visível ajudando a menina a se manter de pé. Ficou atordoado com a reação da pequena. Afinal nunca se viram antes, mas quando a moreninha cravou seu olhar ao dele sentiu como se ela o estivesse sondando a alma. Seus segredos mais obscuros foram revelados frente aquela frágil garota que mais parecia porcelana. Desde o dia que recebeu a foto da menina, não deixava de observar os traços delicados e suaves. Sentia desejo de conhecê-la melhor; saber qual eram seus medos, suas vontades e sem explicação nenhuma, sentia um desejo imenso de cortejá-la como jamais fez a ninguém. Não era paixão, mas uma curiosidade em saber como seria beijar aqueles suaves lábios. Abraçar aquela fina cintura e fazê-la sentir o que ele poderia lhe mostrar de mundo. Não entendeu bem, mas acreditou que fosse pela aparência frágil e completamente oposta a si que o fez pensar assim. Voltou-se para a ruiva e aguardou uma resposta, já que essa não parecia querer sair do lugar. Viu a mãe surgir ante a escadaria para acompanhá-lo. O rosto de Emmy não estava nada animado, podia-se sentir a irritação na loira ao ver uma jovem que não lhe fora sequer apresentada. Afinal aquela noite não estava saindo conforme seus planos.
- E-u... e-u estu... – Inoue tampou a boca quando viu de longe o ruivo abraçar com muita ternura a baixinha que mal havia conseguido conversar. – Kuro-saki-kun e Ku-chi-ki-san? – Não agüentou mais e chorou. Sem prévio aviso correu as escadas e voltou correndo aos tropeços de onde havia saído. Nem Grimm, nem Emmy conseguiram segura-la e ficaram pasmos sem entender nada do que estava acontecendo. Afinal o que havia entre esses três?
- O que deu nela? Ficou louca? E quem é ela filho? Achei que tivesse entendido o motivo dessa festa! – Emmy não estava com paciência para as peripécias do filho. Grimm não compreendia o que estava acontecendo, e ficou furioso quando viu um ruivo beijando à pequena que seria seu alvo. Pegou o ombro da mãe e empurrou suavemente para o lado. Sentia-se de certa forma traído. Mas por quê? Não era nada dessa garota. Sabia que seria um arranjo entre as duas famílias, e nem de longe pensava em corresponder a isso. Se estava fazendo isso era por Aizen. Mas vê-la com outro não lhe foi nada agradável. Olhou para Byakuya que estava de pé junto ao avô. Sua ira aumentou quando este lhe desviou o olhar. Será que não o achava digno para a garota "porcelana"? Aquele garoto de cabelo berrante era mais poderoso que ele? Quando percebeu já estava ao lado do casal escutando a conversa dos dois e com muita vontade de interromper o momento.
- Está tudo bem! Não esqueça que estou com você! Vamos temos que felicitar o aniversariante e perguntar pra Inoue como ela o conheceu! – Ichigo sorriu ante o aparente alívio da morena, mas este morreu em seus lábios quando viu a pequena olhar para o lado e perder a consciência caindo em seus braços. Olhou para onde ela há instante atrás prendia a atenção, e viu o rosto surpreso e desconcertado de Grimmjow. Grimm tentou se aproximar, mas foi impedido pelo braço estendido do ruivo. Este colheu a jovem nos braços e a carregou até a saída que o levaria ao banheiro. Não entendeu nada do que aconteceu. Viu como todos os observavam apreensivos e sentiu Byakuya a suas costas. Os Jaegerjaquez estavam logo atrás, e a música de violinos foi interrompida, dando lugar aos burburinhos e comentários surpresos dos convidados que não compreendiam o que estava ocorrendo.
- O que aconteceu Grimm? O que você fez? – Emmy aproximou-se do filho com o rosto apreensivo.
- Não sei! Diabos! Não faço idéia! – Grimm estava irritado. Não; estava furioso. Não gostou nada do que presenciou. Porque a baixinha desmaiou quando o viu sorrir? Se fez aquilo foi exatamente para lhe espantar o medo e a desconfiança de sua pessoa. Estava confuso e nem percebeu quando a mãe o fez acompanhar os demais familiares para ver se a menina estava bem; afinal a princesa dos Kuchiki desmaiou, e isso era muito ruim para sua imagem e pretensão. A noite seria longa e cheia de surpresas.
É isso pessoas! Espero que tenham curtido esse cap, pois tem mais e a coisa vai esquentar por aqui!
Rukia: *Hunf! Se alguém estiver mesmo lendo!* - Folheando um mangá de terror.
Mas é claro que estão lendo baka! Todo mundo te ama! E claro o gatíssimo do Ichi! - Sorriso malicioso.
Rukia: Tomba - *Quem? Aquele cabeça de cenoura ambulante? Sem essa, tem caras muito melhores que aquele idiota! Como meu nii-sama, por exemplo!* - Brilho nos olhos.
Sei! Isso não são ciúmes por ele ter passado todo esse arco só com a Inoue, certo? Afinal, ela é humana e tudo mais!
Rukia:*Claro que não baka-momo! Eu me importar com aquele... idiota... Humana! E daí? A mãe de Ichigo era humana... e o pai... * - Cora.
Huhum! Vejo vocês semana que vem pessoal!
*...*- Voltando a leitura. Mangá de ponta cabeça.
