Devem pensar que abandonei a fic, certo? Não, não abandonei! Mas minha mente estava sem criatividade para essa fic, e detesto escrever qualquer coisa. Afinal faço isso por prazer, e claro que quero que vocês curtam a minha estória! Por isso peço desculpas pela demora na atualização. Prometo que vou postar mais um cap essa semana para compensar! Espero que não tenham me abandonado! A fic vai ficar um pouco mais movimentada devido a quantidade de personagens nela. Não quero deixar ninguém esquecido! E claro que o relacionamento de Kia e Ichi vai amadurecer também! Creio que já suspeitem o que acontecerá!^-^


O belo corpo escultural vestido no kimono branco de karatê foi jogado no tatame. Neliel não perdeu tempo e empurrou o oponente para frente, aproveitando a má posição para derrubá-lo com um golpe hiza. Mais uma vez vencia o colega de sala.

- Incrível Nel! Você é demais! – Gritava mais animado um dos seus admiradores. A escola de Neliel era tradicional nessas competições. Estava com a maior quantidade de títulos nesse campeonato. E uma das responsáveis pelo bom desempenho era ela.

- Ah! Mas levei mais tempo do que imaginei! Tudo bem Shota-chan? – Ergueu a mão para ajudar o companheiro a levantar-se do chão. Este sorriu e colocou-se em seizá. Saíram do tatame para presenciar a próxima luta. Nel aproveitou a toalhinha branca que suas amigas lhe trouxeram e saiu para o pátio das torneiras. Uma água fria no pescoço e nos cabelos lhe faria muito bem. Abriu a torneira e meteu sem cerimônias a cabeça embaixo. Sentiu o alivio na mesma hora. Percebeu alguém aproximar-se devagar atrás de si e rapidamente posicionou-se de frente para quem a acoitava. Não havia ninguém no local, todos da escola estavam assistindo a luta. Mas um rapaz magro quebrava o silêncio daquele lugar.

- Quem é você? Espera... Você não é o Ulquiorra? O que você quer aqui? – Nel reconheceu no mesmo instante o rosto pálido e austero do rapaz. Como bem sabia, este era o antigo colega de faculdade de Toushiro. O próprio Hitsugaya admitiu que o perdeu de vista, já que este não vinha mais assistir as aulas, fazia mais de dois meses.

- Fico aliviado que não serão necessárias apresentações! Nem preciso dizer o que vim conversar com você, certo? Ou será que preciso? – Ulquiorra expressou devagar e frio. Nel não precisava ver o objeto volumoso que pendia por baixo da camisa do rapaz na altura da cintura, para deduzir que era uma arma. Com receio olhou em volta, e desafiou com os olhos aquele esguio ser à frente.

- Se pensa que vai me levar como fizeram com Ise-san... Está muito enganado! Não vou a lugar nenhum com você! Então, creio que vai ter que atirar, pois não saio daqui! – Bateu o pé no chão e colocou as mãos na cintura como forma de desafio.

- Parece que terei que explicar mais detalhadamente! Têm muitos colegas seus ali no salão... O que seriam deles se alguém entrasse armado atirando para todos os lados? Bem, creio que não se importe se eles pagarem por algo que não tiveram nada a ver! – Schiffer sorriu pequenamente. Neliel ficou estática. Não pensou nessa possibilidade. Tremeu levemente, e sem dizer nada seguiu o rapaz até o corredor que os levariam para o portão principal.


- E esse aqui? Não seria interessante? Afinal o trabalho tem que ser sobre guerras no Japão medieval! – Rukia me mostrava alguns livros sobre as guerras nada interessantes de sei lá que época. Sinceramente, qualquer coisa vale, contanto que ela esteja comigo. Só terminar isso, e teremos nosso tempo.

- Ótima ideia Kia! Então que tal darmos uma volta até o jardim? – Sorri para dissuadi-la de sairmos. Mesmo porque, nossos encontros são praticamente no mesmo lugar. Na casa de Rukia. Raras vezes saímos para outro lugar além da escola e uma ou outra cafeteria da cidade. Tudo claro em companhia de algum guarda costas de Kia.

- Parece que Kurosaki-kun está entediado? O que devo fazer para ajudar? – Ah Kia! Ultimamente minha princesinha tem feito essas crueldades. Ela sabe que isso me destrói completamente. Tenho me segurado muito e não é nada fácil se ela não me ajuda. A desejo cada dia mais. Afinal, somos namorados há dois meses, certo? Nada mais normal que eu pensar nessas coisas.

- Não me fale com esse tom irritante! Sabe que detesto! – E um dos motivos é que me lembra alguém! Quem mesmo? Ah! Claro! Inoue. Não é que eu não goste dela, é uma boa amiga, mas é um verdadeiro chiclete. E aquele tom irritante de menina bobinha é pior ainda. Aprendi que o verdadeiro tom de voz Rukia era firme e forte, um pouco mais grave que uma garota comum, mas muito melodioso. Transpira confiança. Kia está realmente se transformando.

- Hum! Então vou fingir que não está chateado e vou aceitar o pedido! Mas não quero ir ao jardim... Quero tomar sorvete em alguma praça ou shopping! – Não posso negar que amei essa idéia.

- Seu desejo é uma ordem Kuchiki-sama! – Levantei-me do chão, onde estávamos sentados ante a mesinha de estudos de Rukia, estendi a minha mão e a ajudei a levantar-se também. Quando já fazíamos menção de sair da sala, um dos criados aparece com ar solene. É já estou acostumado com isso.

- Kuchiki-sama, Kurosaki-sama, vocês tem visita de Jaegerjaquez-san! – Mas que droga! Havia me esquecido desse idiota. Rukia me olhou resignada, ela não gostava nada dessas visitas. Não ficava sozinha com Grimm, nem que eu precisasse ir ao banheiro. Um dia desses, chegou a me esperar na porta. Isso é realmente muito frustrante. Não sei por que Byakuya não termina com essa palhaçada toda. Ainda suspeito desse cara, apesar de não ter praticamente prova nenhuma contra ele. Mas não vou subestimar minha intuição. Não era um sábio quem dizia: Tenha seus amigos por perto, e seus inimigos mais perto ainda?

- Que pena Ichi! Não podemos fingir que não estamos? – Sussurrou perto, para que o mordomo não ouvisse. Sorri de sua inocência. Se ela não quer ser incomodada, quem sou eu para não apoiar.

- Então vamos fugir! Masaro-san! Diga a ele que já saímos! Que fomos pelos fundos dar uma volta no jardim e aproveitamos para sair da mansão! – Expliquei devagar. Masaro me olhou interrogativo, e aguardou o consentimento de Rukia. Saiu com uma reverência exagerada.

- Ichigo sempre consegue me livrar desse problema! Ai! Eu não sei por que não consigo me sentir bem perto desse rapaz... Mas sei que mais cedo ou mais tarde vou descobrir! – Sorriu e me puxou para a porta dos fundos. Ukitake tem razão, a mente humana é uma verdadeira caixinha de surpresas. Se Rukia tem receio dele, só pode ser que esse cara tem alguma coisa haver com a morte de Hisana-san. Mesmo porque, ela mal conhece alguém diferente de seu próprio convívio. Ficou isolada por longos cinco anos. Não tem como ela confundir com alguém que tenha visto de relance. Se realmente for isso, ele vai ser morto duas vezes. Uma por mim e outra por Byakuya. Disso eu tenho certeza.

- Algum problema Ichi? – Minha pequena me questionou pelo meu estadooff. Assenti e corremos pelos corredores externos para nossa "fuga" de casa.


- Perdão Jaegerjaquez-san! Mas acabo de ser informado que Kuchiki-sama saiu com Kurosaki-sama a poucos instantes da mansão! Deixarei mensagem a ela quando retornar e creio que ela ligara para desculpar-se pelo desencontro! – Masaro lutava para não mostrar a falsidade nas informações que dava. Não gostava de mentir, mas era necessário quando seus senhores o solicitavam.

- Droga! Ok! Volto outro dia então! – Grimm deu meia volta e sem despedir-se saiu do salão principal para a garagem de convidados, onde umporsche azul metálico estava estacionado. Sem abrir a porta pulou para o banco e ligou o possante motor do esportivo. Ultimamente não estava usando a moto, já que para seu avô, aquilo era algo inaplicável a um jovem de classe como ele. Estava cansado de ter que se fazer de bom moço com todas estas regras de etiqueta e amenidades com riquinhos metidos. Precisava agir da sua maneira, mas não estava cônscio de como fazê-lo. Frustrado saiu da mansão aumentando a velocidade quando pegou a estradinha que norteava o lugar repleto de mansões de estilo medieval. O bairro era composto praticamente de nobres e milionários. O próprio imperador tinha sua casa de inverno naquela região. Os Kuchiki eram sua meta. A riqueza e o poder que os circundavam era algo que sempre sonhou para si e sua mãe. Mas não estava sendo fácil como idealizou antes. Passou direto por uma Mercedes prata que tinha os vidros completamente escurecidos. Não pode ver quem estava nela e passou.

Na Mercedes Ichigo e Rukia viam com alegria o porsche afastar-se rapidamente. Tinham triunfado contra essa visita que era mais incomoda que qualquer outra.

- Então aonde iremos? – Rukia sorria com as mãos pousadas nas pernas de Ichigo. O rapaz corou um pouco com a proximidade. A menina não percebia muito o quanto ela provocava no namorado, com esses contatos simples e ingênuos, mas para ele cheios de provocação e insinuações que bem sabia, involuntários pela baixinha.

- Que tal irmos à minha casa! Yuzu disse que hoje faria raspadinha! É bem simples, mas muito gostoso! E assim você conhece minha casa e minha família! – Apesar do período que namoravam, ainda não havia tido oportunidade de apresentá-la propriamente a família. A menina conhecia todos os integrantes, mas nunca os viu todos juntos. O sorriso aumentou e Rukia bateu palmas para comemorar. Ichigo adorava perceber cada gesto de melhora que a menina apresentava. Estava mais solta, mais alegre e viva. E o que mais o alegrava era saber que fazia parte do motivo dessa melhora.

- Eu não deveria levar algum presente? Ah! Precisamos passar em alguma loja e comprar algo antes! Hashi leve-nos a alguma loja para que compramos uma lembrança a Kurosaki-sama! – Falou para o motorista e amigo. Hashigen sorriu e acelerou um pouco mais para ir até o centro comercial da cidade.

- Não precisa nada caro Rukia! Afinal, só você já é o presente que meu pai pediu a Kami-sama! – O ruivo percebendo o que falou ficou vermelho e virou para outro lado para não ver os olhos violetas lhe observarem.


- Então o que quer comigo? – Neliel encolheu os ombros enquanto olhava de soslaio o rapaz pálido encostado no muro do cemitério onde estavam.

- Falar sobre os X-Cution! Afinal vocês não fizeram mais nenhum movimento! Isso está uma chatice! Não desejam um desafio novo? – Ulquiorra sempre direto observou a expressão indignada da jovem de cabelos verdes. Esquivou do tapa que ela lhe propôs, mas não mudou a expressão que tinha de indiferença e frieza.

- Quem você pensa que é Ulquiorra! Sabemos que você faz parte da gang! Porque acha que o deixaremos em paz? – A garota tirou a mão que a pouco tentou estapear o rapaz. A ira crescente era palpável em seus olhos. O que mais a irritava, era que concordava com ele. Por ela já o teriam derrotado e entregado a polícia. Mas Urahara e os mais velhos acharam por bem dar um tempo sem chamar atenção. Estavam em silêncio e sem eventos chamativos há algum tempo. Não compreendia o porquê. Acreditava que fosse pelo ocorrido com Ise, mas conforme o tempo passava, não achou mais essa idéia razoável.

- Se tiver alguma prova que me incrimine? Mas pelo seu rosto, creio que não! A única coisa que quero entender é porque pararam de nos caçar? Afinal, será que o que fizeram com a amiga de vocês não foi ultrajante o bastante? – Dessa vez não conseguiu conter o chute que a garota de cabelos verdes lhe enviou. Segurou a perna da moça e recebeu o tapa certeiro na face. A raiva de Neliel explodiu.

- NUNCA MAIS FALE DE MINHA AMIGA! Mais cedo ou mais tarde, vou encontrar o maldito quem fez isso a ela e VOU MATÁ-LO COM MINHAS PRÓPRIAS MÃOS! – Expressou pouco se importando com os riscos que corria, já que o inimigo estava armado, e ela sequer tinha alguma proteção além da técnica marcial que dominava.

- Tenha certeza que ele mal pode esperar! Faz um favor Neliel? Diz a seus companheiros que estaremos esperando quando eles deixarem de ser osmaricas que estão chamando pelas ruas! – Soltou a perna que prendia e saiu sem voltar para a jovem que tremia de raiva.

- Cretino! Seu filho da... – Parou quando o olhar ameaçador de Schiffer lhe perscrutou o corpo. Nunca havia visto tanta malícia e ódio contido. Conteve o xingo e viu frustrada o inimigo sair ileso de perto de si. Socou a parede e machucou a mão que continha calos suaves dos treinos diários que tinha na escola. Mais uma vez não poderia fazer nada pelos amigos que tanto prezava.


- O que acha desse aqui Tatsuki-chan? Não é lindo? – Inoue mostrava deslumbrada o vestidinho rosa de lã, da loja de roupas infantis em que estavam. Arisawa achava ridículo ter que estar em um lugar desses. Todos as olhavam com suspeita e não gostava disso.

- Inoue! Vamos embora! Ainda nem sabe o sexo do bebê! E além do mais... Temos que manter a discrição! Vamos sair daqui! – Já estava perdendo a paciência, mas a amiga omissa a preocupação da karateka se jogou em outro cabideiro repleto de vestidinhos delicados de varias cores e tamanhos. A menina estava encantada com a delicadeza e a beleza de cada peça.

- Olha esse aqui Tatsuki! Que coisa mais lindaaaa! Ah vamos levar esse? Vamos? – Orihime puxou a amiga pelo braço e levou a garota até o caixa para pagar a roupinha que escolheu. Na cesta tinha mamadeira e sapatinhos de lã que tomou com todo o cuidado. Por ela levaria toda a loja se tivesse dinheiro. Estava mais confiante por saber que sua melhor amiga a apoiaria em tudo.

- Orihime... Você por acaso me ouviu? Ainda é muito cedo pra comprar essas coisas! – A garota tentou esconder o rosto quando viu algumas adolescentes passarem do lado de fora pela vitrine. Elas usavam o uniforme da escola onde estudavam, e não queria ser vista num lugar como esse. Puxou a amiga para saírem da loja antes de serem descobertas pelas fofoqueiras do Colégio de Karakura.

- Mas Tat... – Esbarrou em um cliente que passava pelo estreito pátio devido à lotação de pessoas no shopping. Inoue parou de falar quando olhando para o culpado de sua queda viu quem menos queria naquele momento.

- Inoue? Desculpe, se machucou? Tatsuki? O que estão fazendo aqui? Vão a algum chá de bebê? – Ichigo despejava as perguntas de forma irreverente e descontraída. Conhecia bem a amiga karateka, e sabia que esse tipo de lugar não fazia parte de seus lugares preferidos. Ajudou à ruiva levantar-se. Rukia surgiu logo atrás com duas sacolas com o logo da Versace. Sorriu para as duas garotas.

- Yo Ichigo! Como estão? Quem diria que uma princesinha estaria num shopping? Fazendo compras? – Tatsuki desconversou escondendo as sacolas da loja de bebê que haviam acabado de sair. As bochechas estavam coradas e era até hilário para quem a conhecia.

- Quem vai ter neném? – Curiosa Rukia questionou as companheiras de sala. Inoue estava ficando cada vez mais pálida, e sequer conseguia pronunciar nada naquela conversação.

- Espero que não nos envergonhe Tatsuki! Lembre-se que você é minha heroína e modelo de boa garota! – Ichigo gargalhou ante o próprio comentário. Nem passava pela cabeça do morango o apuro em que colocava as duas amigas naquele momento.

- Cla-claro que não idiota! Que per-gunta idiota! – Tatsuki já não estava mais no controle da situação. A vergonha era tamanha, e já não pensava em ajudar à amiga, a única coisa que queria era fugir dali.

- Ah! Que pena! Mas Ichigo, precisamos ir logo! Prazer em revê-las! Dê meus cumprimentos à mamãe e ao bebê se ele já tiver nascido! – Rukia se curvou e puxou Ichigo pelo braço para saírem daquela multidão. A surpresa das meninas era grande ante a presença daquela que a meses atrás sequer permitia que alguém se aproximasse dela. Agora estava em um lugar hiper movimentado e sem mudanças bruscas aparentes. Inoue observou alguns homens de terno preto rodear o casal, e percebeu que impediam alguns clientes de aproximar-se mais deles. A segurança dos Kuchiki jamais permitiria que a princesa da família saísse sem as devidas proteções ordenadas pelo líder Byakuya. Tatsuki suspirou aliviada, afinal o amigo não descobriu quem estava grávida. Olhou para a ruiva que ainda estava estática no lugar que Ichigo a deixou. Estava trêmula e algumas lágrimas escorriam pelo alvo rosto da menina.

- Hime? Não fica assim! Eles não perceberam nada! Vai ficar tudo bem! – Arisawa abraçou a amiga esfregando o braço dela para acalmá-la.

- Até quan-do? Kurosaki-kun só tem olhos pra Kuchi-ki-san! Ele se-quer me no-tou... – E chorou de forma ruidosa. Os hormônios começavam a fazer os efeitos sobre a garota ruiva. Tatsuki ajudou a menina a sentar-se em um dos muitos bancos que estavam espalhados pelos corredores do shopping. Não tinha meios de fazê-la entender que ela teria muito que enfrentar. Principalmente quanto ao preconceito dos colegas de sala.

- Não esquenta! Estou aqui com você! – Tatsuki começou a balançar as pernas, despreocupada. Eram só adolescentes, como resolver esse tipo de problema? Nem tinham como se manter sozinhas, quanto mais com um bebê. Tinha em mente que iria morar com a amiga por um tempo para cuidar tanto dela quanto do bebê que nasceria. Apesar da ajuda financeira e de saúde a garota receberia do governo, sabia que ela precisaria de toda a ajuda possível.

- Ou-viu o que ele disse? Ele tem vergonha de mãe solteira! O que pensará de mim quando souber? Ele vai me odiar, Tatsuki-san? – Arisawa olhou triste a amiga a voltar o ruidoso choro. Não tinha argumentos quanto a isso. O ruivo havia expressado claramente o deboche nas palavras que soltou há pouco. Sabia dos conceitos morais do rapaz. Não conseguiria explicar que ele não estava falando sério, pois pela forma que falou deixava a impressão de que abominava esse tipo de coisa. Mães solteiras são tratadas como guerreiras, mas nem por isso são livres do preconceito ante as famílias tradicionais.

- Ele é um idiota! – A karateka apertou a mão em punho para descontar a própria frustração. Seu colega só lhe arranjava problemas.


Vocabulário

Hiza: golpe com o joelho.

Seizá:em posição para a saudação.

Versace:Gianni Versace, mais conhecida por Versace, é uma famosa marca italiana de moda fundada, em 1978, por Gianni Versace. Hoje em dia, a Versace é uma das mais importantes marcas de moda voltada ao luxo e glamour de todo o mundo, desenhando e vendendo roupas, acessórios, perfumes, cosméticos, artigos de decoração para o lar e jóias.

Fonte: Wikepédia e . /question/index?qid=20090513184413AAjca0k.


Peço desculpas se não houver chá de bebê no Japão. Não sei se é costume, mas não consegui literatura para me tirar essa dúvida!Grimm como sempre uma pedra no sapato para nosso casal. Devem estar irritados com a demora no reconhecimento de Rukia ante o seu agressor, mas quero esclarecer que ela não tem todas as lembranças em sua mente. Uma amnésia global transitória. Ou seja, ela não esqueceu de tudo, mas não pode dizer relatar toda a cena que presenciou ou mesmo reconhecer completamente o agressor. Se lembrarem ela só percebe os cabelos azuis e as tatuagens. Enfim, vou esclarecendo conforme a fic transcorre.
Essa semana teremos mais um cap. Espero reviews de todos que ainda lêem essa fic. Boa semana a todos. Beijocas,
JJ