Vixe, dessa vez demorei demais! Ops, escapando das pedradas! Mas,estou aqui! Espero ainda ter leitores!^_^ Minhas sinceras desculpas, mas estava meio sem tempo e a saúde não anda lá aquelas coisas! Mas já estou corrigindo isso! Também tive que dar uma lida em como está esta fic para não fazer bobagens!^_^

Só para não confundirem, a parte escrita totalmente em itálico é o sonho/lembrança de Ichi! Beleza? Boa leitura!


- Aizen-sama? Mas agradável surpresa tê-lo aqui conosco! Não imaginava que viria ao Japão!Se soubesse teria eu mesma ido buscá-lo no aeroporto! – Emmy apertou com delicadeza a mão oferecida pelo homem de porte altivo e olhar instigante. No grande salão do hotel de Tókio, Emmy e Aizen se reencontravam após muitos anos conversando apenas por telefone.

- Eu que me sinto agraciado por tão bela dama vir me dar os cumprimentos! Mas não sabia que estaria hospedada aqui, pois se o soubesse teria me preparado melhor para recebê-la, minha cara! – Beijou efusivamente a mão branca da bela mulher. Ambos vestidos formalmente chamavam atenção aos hospedes daquele suntuoso lugar. A bela terapeuta vestia um conjunto social cinza de risca e o salto finíssimo preto. Os cabelos loiros escorriam em um coque mau preso pela presilha prata. A elegância e o porte que usava faziam muitos homens de negócios que transitavam o hotel de luxo virar seus pescoços somente para contemplarem seu desfile. Aizen estava mais sóbrio, com o terno preto, os cabelos postos para trás e os inesquecíveis óculos quadrado que moldurava seu rosto. O tempo lhe fora muito cortes, sem marcas visíveis da idade. Mostrava-se um homem de porte, inteligência e elegância.

- Então me acompanha para um jantar? Estou em uma conferencia de psicoterapia e as descobertas do século em relação à mente humana! Mas creio que não esteja aqui por isso, ou me equivoco? – Não esperou muito a resposta e irreverente puxou o velho amigo pelo braço para que encaminhassem para o restaurante do andar térreo.


- Mamãe? Quem é ele? – Eu apertava com medo a mão da minha mãe, que parecia relutar para não sair correndo pela rua praticamente deserta de onde estávamos. O homem de óculos finos e olhos ameaçantes não paravam de me medir de cima a baixo como se o estivesse comparando-me com alguém.

- Então resolveu mesmo ficar com o doutorzinho? – Os olhos mordazes daquele estranho gelaram meu pequenino corpo, e sem perceber escondi-me atrás da longa saia de minha mãe. A arma apontada para nós naquele estranho assalto me assustava. O que ele iria querer levar de nós? Nem sequer falou "Isso é um assalto", não é assim que se faz? Minha mãe tinha com seus longos cabelos ruivos alaranjados e belos olhos castanhos que ficaram opacos naquele momento não se mexia. Ela não respondeu a pergunta daquele homem cujo corpo trazia uma grossa capa, pouco comum já que a primavera já estava no fim, dando em breve lugar ao verão, e minha mãe sempre nos dizia que era a época das roupas leves e frescas.

- Ai-zen? Como você chegou aqui? – As perguntas feitas eram gravadas em minha memória, mas a compreensão não chegava com elas. Ela o conhecia? Como?

- Quer dizer... Como consegui sair da prisão? Minha cara, você me subestima se achava que uma cadeiazinha como aquela seria mesmo capaz de me segurar! Mas que belo menino temos aqui! Qual seu nome meu pequeno rapaz? – Ameacei-o com minha cara mais irritada possível. Esse homem quer assustar minha mãe, mas não vou deixar.

- Kurosaki Ichigo! Sou o protetor de minha família! – Falei com o triunfo estampado no tom de minha voz. Minha mãe não me pareceu gostar de minha atitude, pois me puxou com força para trás de si. Ela me sussurrou para que quando mandasse era para correr tudo o que minhas pernas agüentassem. Não entendi, mas assenti com a cabeça. Não a desobedeceria.

- Deixe-nos em paz Aizen! Não tenho mais nada com você e sua máfia! – Isso era aquela gang que tinha nos filmes? Minha mãe estava nervosa como nunca vi antes em toda minha vida. Já tinha oito verões e conhecia tudo dela.

- Lindo nome criança! Mas será que poderá proteger-se disso? – E de forma rápida apontou aquela arma pro peito de minha mãe. Fiquei com medo, e sem pensar me coloquei na frente dela. Ele terá que passar por cima de mim se quiser machucá-la. Papai sempre me disse que nasci para protegê-la e é isso que vou fazer.

- DEIXE MEU FILHO EM PAZ, POR DEUS AIZEN! – Minha mãe gritava com desespero me cobrindo num abraço apertado. Não entendi nada. Não era eu quem deveria protegê-la?

- Sabe como pode livrar sua família disso não, minha doce Masaki? Seja minha e nada disso precisará ser assim! – Aquele idiota falou o que?

- MINHA MÃE É CASADA CARA! Não sei quem você é, mas ela é feliz conosco! Cai fora! – Minha mãe sempre reclamava quando eu falava assim, mas dessa vez ela não falou nada. Só me apertou mais contra ela.

- Menino ingrato! Então seja como você quer Masaki! Se não será minha, não será de mais ninguém! – Um barulho agudo atravessou aquela rua silenciosa. Senti o corpo de minha mãe cair por cima do meu. As lágrimas dela escorreram no meu rosto. Abracei-a, mas senti algo viscoso e quente sair das costas dela. E tudo parou a minha volta. Estava morrendo nos meus braços por um tiro.

- Nos vemos por ai, moleque! Tente vingá-la quando crescer se puder! – Sorriu e afagou os cabelos de dela antes de sumir na chuva que começou a cair devagar.


Ichigo levantou-se completamente suado. Respirava com dificuldade e grossas lágrimas banhavam seu rosto atordoado. Fazia anos que não sonhava com aquele dia triste da morte da mãe. Jurou naquele momento que mataria o culpado por tirar seu tesouro mais precioso.

- Porque sonhei com isso? Será que preciso de terapia novamente? – Tentou sorrir para aliviar a própria tensão, mas lhe era impossível naquele momento. Chorou com soluços baixos para não acordar as irmãs que dormiam no quarto ao lado. Estava arrasado por dentro. Podia ouvir a chuva cair sem tréguas do lado de fora de sua janela. Parecia que aquele pesadelo se materializava com cada gota que caia no chão. Sem perceber pegou o celular para ver a hora. Era quase uma da manhã. Não viu quando seu polegar apertou o call do telefone e iniciou a chamada ao primeiro numero gravado na memória. Deixou os braços caírem na cama e encostou-se a cabeceira da cama tentando conter o choro que aumentava conforme a intensidade da chuva. Ouviu uma suave e conhecida voz chamar. Foi quando notou que havia ligado para a namorada.

- Ru-kia? – Colocou o celular na orelha e esfregou os olhos com rapidez para tentar conter o choro, mas era inútil, a menina já havia escutado.

- Ichi? Você está chorando? Vou pedir para que me levem até você! – A morena falou rápido com um tom desesperado na voz.

- Não Kia! Não precisa! Fica comigo no telefone e será suficiente! Perdoe-me por te acordar no meio da noite! Mas... E-eu ti-ve um sonho... Um pesadelo, não... Uma lembrança horrível! Vou ficar bem! – Lutava para não embargar a voz para não assustar a namorada, mas isso era cada vez mais difícil.

- Então feche os olhos Ichi! Lembra-se quando cuidou de mim? Agora é minha vez de cuidar de você! Estou aqui com você, amor! Sempre estarei! – Rukia falava com a voz mansa e suave. E uma musica soou ao fundo acompanhada da voz melodiosa da pequena Kuchiki.

Aisaretai demo aisou to shinai
Sono kurikaeshi no naka wo samayotte
Boku ga mitsuketa kotae wa hitotsu kowakutatte kizutsuitatte
Suki na hito ni wa suki tte tsutaerunda

Anata ga boku wo aishiteru ka aishitenai ka
Nante koto wa mou docchi demo iinda
Donna ni negai nozomou ga
Kono sekai ni wa kaerarenu mono ga takusan aru darou
Sou soshite boku ga anata wo
aishiteru to iu jijitsu dake wa
Dare ni mo kaerarenu shinjitsu da kara

Sem se dar conta pousou o celular próximo da cabeça, após apertar o viva voz para poder ouvir melhor aquela que fazia a chuva tenebrosa de seu ser se esvair.

Sen no yoru wo koete anata ni tsutaetai
Tsutaenakya naranai koto ga aru
Aisaretai demo aisou to shinai
Sono kurikaeshi no naka wo samayotte
Boku ga mitsuketa kotae wa hitotsu kowakutatte
Kizutsuitatte suki na hito ni wa suki tte tsutaerunda
Kimochi wo kotoba ni suru no wa kowai yo
Demo suki na hito ni wa suki tte tsutaerunda

Kono hiroi sekai de meguriau yorokobi wo kotoba ja iiarawasenai ne
Dakara boku-tachi wa hohoemi iro azayaka ni sugiru aki wo doremi de utatte
Fuyu wo se ni haru no komorebi wo machi
Atarashiku umarekawaru dareka wo mamoru you ni to

Os acordes e a suave melodia o faziam parar de derramar as teimosas lágrimas. A voz macia e firme de Rukia o fazia viajar para outro lugar. Abraçou-se ao aparelho e sorriu quando a lembrança daquele rostinho delicado da namorada o brindou na mente. Ela era seu ponto firme, e o contrário era verdadeiro. Ambos precisavam um do outro para sobreviver à dor da perda irreparável de seus entes tão queridos.

Kita michi to ikisaki furikaereba itsu de mo okubyou na me wo shite ita boku
Mukiaitai demo sunao ni narenai
Massugu ni aite wo aisenai hibi wo
Kurikaeshite wa hitoribocchi wo iyagatta ano hi no boku wa
Mukizu no mama de hito wo aisou to shite ita

Sen no yoru wo koete ima anata ni ai ni yukou
Tsutaenakya naranai koto ga aru
Aisaretai demo aisou to shinai
Sono kurikaeshi no naka wo samayotte
Boku ga mitsuketa kotae wa hitotsu kowakutatte
Kizutsuitatte suki na hito ni wa suki tte tsutaerunda
Sono omoi ga kanawanakutatte suki na hito ni suki tte tsutaeru
Sore wa kono sekai de ichiban suteki na koto sa

O sono caiu novamente sobre seu corpo. A voz de Rukia parecia mais alegre e feliz ao finalizar com perfeição o acompanhamento ao cantor.

- Durma bem meu doce protetor! Ficarei velando por seu sono! – E um sorriso largo moldou o rosto do já adormecido rapaz.


- Aizen-san! Finalmente veio nos visitar? – Alegre e jovial, Grimmjow apertou a mão daquele que considerava tão importante como um pai. As distancias nunca foram empecilhos para aquela relação fraternal que tinham.

- Sim meu garoto! Mas quero dar-lhe um puxão de orelha por não ter conseguido o que te pedi há meses! Terei que intervir da minha maneira! – Sousuke deu-lhe um soco leve no ombro esquerdo do rapaz. Não falou nada sobre a incrível mudança que o jovem pupilo havia sofrido com aquele tom de cabelo. Era como se não fosse a mesma pessoa. A cor azul já era marca registrada do rapaz.

- Me dê mais uma semana Aizen! Já arquitetei o plano perfeito para pegar minha presa! – Sorriu malicioso para o amigo. Os empregados da mansão de Grimm não compreendiam o que ocorria ali, mas um calafrio percorreu cada um deles. Os mordomos e ajudantes que carregavam as malas e valises de Aizen não quiseram mais presenciar aquela conversação estranhamente apavorante.

- Então a traga para mim até o final desta semana! Quero conversar com minha pequena convidada sobre negócios! – Se o sorriso de Grimm era estranho, o de Aizen era assustador e frio como a própria morte.

- Hoje inicio o plano com meu brinquedo, e o senhor terá sua vez! – Saíram rindo para a sala de estar para colocarem a longa conversa em dia. Rukia correria perigo.


- Nanao-chan? Tem certeza que já esta bem o suficiente para estar aqui, Nanao-chan? – Kyuraku perguntava pela terceira vez a morena que tentava digitar a ATA da reunião que acabaram de finalizar no quartel dos X-Cution.

- Já disse que sim Kyuraku-san! Prefiro me sentir útil! Além do que já superei faz tempo o ocorrido! Emmy-san tem sido maravilhosa comigo!Não precisa se preocupar! Vá ver o que Urahara-san pediu para que possamos abordar o cretino daquele tal Aizen que chegou ontem ao Japão! – De má vontade o espalhafatoso homem saiu reclamando baixinho.


O túmulo estava coberto com lírios e jasmins, flores preferidas da falecida Kurosaki. Ichigo apertou a mãozinha de sua namorada. De olhos fechados ele estava visitando o lugar de descanso da querida mãe. Haviam saído cedo para acatar ao desejo do rapaz de visitá-la, algo que já não fazia a mais de anos. Rukia abraçou o ruivo com ternura. Sabia muito bem o que estava sentindo. Eles tinham uma ligação até mesmo na dor da perca. A forma brutal e cruel que ambas as mulheres lhe haviam sido tiradas, só comprovava isso para ambos. O ruivo lutava para não chorar na frente da baixinha, mas estava sendo um esforço muito maior do que imaginava.

- Pode chorar meu amor! Estou aqui por você! – Rukia acariciava as costas do rapaz, enquanto com carinho beijava a bochecha do ruivo.

- Eu sinto que algo horrível está para acontecer Kia! Só pode ser ele! Ele voltou! – Ouviu o chiado da menina para que parasse de falar. Ela o beijou nos lábios de forma rápida, mas cálida. Tomou-o pela mão e o puxou para que saíssem dali. Não seria bom para ele estar mais tempo naquele cemitério. Prometeu na mente, a Masaki, que cuidaria do filho dela.

- Iremos conseguir nossa paz Ichi! E pra isso precisamos deixar o passado para trás! Ukitake-sama me disse isso uma vez! Você me ensinou isso! Então não chore mais, pois isso corta meu coração! Não quero vê-lo triste nunca mais! Quero entregar tudo o que sou para sua felicidade, Ichi! Por favor, não chore, meu amor! – Apertou-se novamente ao corpo esbelto e alto do ruivo. O rapaz estava emocionado com o que ouvia. Ele era quem tinha que consolá-la e não o contrário. Rukia precisava dele, e não podia continuar chorando. Havia prometido a si mesmo que vingaria tanto a mãe quanto a irmã de Rukia. Faria qualquer coisa para isso.

- Tem razão! Obrigado baixinha! Não sei o que seria de mim sem você! – A suspendeu pela cintura e tomou de forma apaixonada e urgente os lábios da pequena. Ela enlaçou o pescoço do ruivo e correspondeu da mesma forma. Ambos eram o remédio um do outro. Sabiam bem disso. Completavam-se de forma única. Mas sentiam que algo terrível sobreviria sob eles, e não quiseram parar aquele beijo que de selvagem passou a suavidade e contemplativo. Os olhos violetas miravam os castanhos cor de mel, traduzindo que ele poderia contar com ela para tudo. Não se soltaram, e como se não fosse suficiente o contato ele a apertou mais a si. Necessitava daquele perfume suave. Daquela pele macia e sedosa.

- Eu te amo Rukia! – E como se fosse necessário palavras, a morena o contemplou de forma irônica. Não sabia que Ichigo ficasse tão clichê quando estava abatido.

- Nem precisa dizer baka! Eu também te amo muito! – E voltaram ao longo e prazeroso contato. O vento suave os acariciou, mas nada os tiraria daquele momento único e reconfortante.


Tradução

Atravessando as Mil Noites (Sen No Yoru Wo Koete)

"Eu quero que você me ame, mas eu não acho que vá fazer isso".

E ando sem rumo enquanto repito isso pra mim

É a única resposta que tenho, mesmo se eu estiver assustado ou machucado.

Vou dizer "Eu te Amo" pra quem eu amo

Você me ama ou não?

Eu não me importo com a resposta, eu só preciso saber!

Não importa o quanto eu deseje estar com você

Existem muitas coisas que não podem ser mudadas neste mundo,

E meu amor por você,

Não pode ser mudado por ninguém

Mesmo que se passem Mil Noites, eu vou continuar a te dizer...

Eu preciso te dizer.

"Eu quero que você me ame, mas eu não acho que você vá fazer isso".

E ando sem rumo enquanto repito isso pra mim mesmo

É a única resposta que tenho, mesmo se eu estiver assustado ou machucado.

Vou dizer "Eu te Amo" pra quem eu amo

Colocar esse sentimento em palavras, é muito assustador, mas

Vou dizer "Eu te Amo" pra quem eu amo

A felicidade que temos nas nossas vidas não pode ser expressas em palavras.

É por isso q só podemos sorrir.

Enquanto cantamos "Dó Ré Mi" juntos com as lindas cores do outono

Com o inverno nas nossas costas, e os raios

de sol da primavera passando pelas folhas,

Como se tivéssemos que proteger alguém que acabou de renascer.

Enquanto eu olho a estrada eu viajo através do caminho à minha frente, meus olhos estão cheios de covardia

Eu queria olhar nos seus olhos, mas tive medo de não parecer honesto

Não queria saber que você não me amava e queria viver o resto dos meus dias sozinho

Naquele dia, eu continuei a te amar sem me machucar.

Mesmo que se passem Mil Noites, eu vou continuar a te dizer...

Eu preciso te dizer.

"Eu quero que você me ame, mas eu não acho que você vá fazer isso"

E ando sem rumo enquanto repito isso pra mim mesmo

É a única resposta que tenho, mesmo se eu estiver assustado ou machucado

Vou dizer "Eu te Amo" pra quem eu amo

Mesmo que meus sentimentos não retornem, eu

posso te dizer "Eu te Amo" pra quem eu amo...

E essa é a coisa mais linda do mundo

Fonte: CLL Traduções (Traduções Juramentadas e Simples Qualidade e Pontualidade 3501-9662 www cll com br), retirado na letras terra com br/aqua-timez/886573/tradução html (lembrar de colocar os pontos nos espaços!


Como podem ver, retorna uma personagem que trará muitos problemas e possíveis tragédias ao casal: Aizen! Creio que devam estar curiosos com a estranha relação da mãe de Ichigo com esse cara! Vou tentar não fugir e esclarecer isso da melhor maneira que eu puder! Já adianto que a paz desses dois está prestes a terminar, e aqui a fic entra num mar de problemas e tristezas! Por isso demorei um pouco, pois vão ficar pesado os próximos capítulos! Espero tê-los comigo nos que vierem! E peço paciência a todos por causa da minha demora! Vou tentar ser mais rápida, mas não prometo toda semana!^_^ kkkkkk Boa semana a todos! Beijocas,
JJ