Ohayou criançada! Sei que querem me dar pedradas (rimou?), mas tenha paciência, esse foi um dos caps mais difíceis de escrever. Foi forte, por isso refiz várias vezes (irão perceber o erros gritantes, sorry) para não ficar muito pesado as cenas! Mas terão mais e terei que trabalhar isso. Só espero que não me matem! Sou terminantemente contra violência! Por isso trabalho nessa fic esse tipo de cena (principalmente contra as mulheres) para abrir a mente de vocês! Vamos combater toda e qualquer violência física ou moral as pessoas! Espero que curtam esse cap e não esqueçam as reviews com as ideias e opniões! Aceito pedradas também! kkkk


- Então entendeu Inoue? Eu estou completamente apaixonado por sua amiga, mas não tenho coragem de chegar até ela! Sei que me compreende, não? – Orihime não conseguia extrair palavras de sua boca. Estava confusa. Afinal não era todo dia que o pai de seu filho lhe pedia ajuda para se confessar a outra garota. O pior era saber que era a mesma que estava impedindo Inoue de se aproximar de seu amado Kurosaki-kun. Balbuciou varias vezes, mas nada expressivo foi falado. Grimm contemplava com ar de vergonha a ruiva, mas por dentro estava contendo a própria vontade de rir. Sabia muito da menina, apesar do pouco tempo em que a conhecia, mas o suficiente para perceber que ela seria de grande ajuda para aproximar-se da Kuchiki.

- Be-em Grimm-san, isso é um pouco estranho!Mas se é o que quer? – Apertou as mãos que foram arrebatadas com alegria pelo rapaz. Ele a abraçou com força. Tinha conseguido algo muito importante. E saberia aproveitar muito bem isso.

- Muito obrigado Hime! Você é maravilhosa! Fiquei com medo que ficasse com raiva, mas você mesma me disse que deveríamos correr atrás daqueles que realmente amamos!E sinto que em Kuchiki-san está minha felicidade! – Escancarou o sorriso e teve um menos expressivo dos lábios de Inoue. Ainda estava um pouco atordoada. Afinal ele era o pai do filho que esperava, e sequer teve coragem de anunciá-lo a ele.

- Cla-laro! Eu também vou atrás de minha felicidade! Certo, Grimm-san?

Mais uma vez se abraçaram. Grimmjow não perdeu a oportunidade de beijá-la de forma lasciva. Estavam no apartamento da garota. As caricias ficavam mais uma vez ousadas. Se Tatsuki estivesse ali naquele momento teria batido nos dois pela relação esquisita e nada saudável. Mas ninguém estava ali para recriminá-la, e além de tudo ela gostava de ser amada assim por alguém, mesmo que não fosse o seu amado Kurosaki-kun. Ela sempre se imaginava dessa maneira com o ruivo. Sentia que com essa aliança torpe teria o rapaz somente parar si, pois Grimm levaria a pequena intrometida para si. Era o correto. Eles eram do mesmo nível social. Nunca daria certo esse namoro de Kurosaki-kun com Kuchiki-san. Ela era quem deveria estar com ele. Ela quem deveria estar ao lado dele. Eles teriam um filho e formariam uma linda família. Pobre, mas cheio de doçura e amor. Pelo menos na mente de Inoue.


- Ele chegou ao Japão? Quando? Como ainda não fizeram nada? – Enxurradas de perguntas saiam da boca de todos os X-cution. Os mais exaltados eram Hirako e Ichigo. Ichigo por querer confirmar se aquele Aizen era o mesmo que havia lhe tirado a mãe. Hirako teve um velho amigo eliminado a mando deste. Os outros estavam curiosos, pois sabiam a fama daquele homem no mundo do crime.

- Querem parar pelo menos para respirar? Já ouviram! Sim, Aizen está aqui! Mas não é só isso! Foi visto saindo da casa dos Jaegerjaquez! Ou seja, eles têm algum conluio! – Yoruichi já não suportava tanta intromissão ao pobre Urahara que já não conseguia ser ouvido pelo alvoroço dos mais jovens. Ise, Kyuraku, Neliel, Lisa, Ikaku, Kira, Hisagi, Ichigo e Hirako perguntavam praticamente ao mesmo tempo, sem ordem ou controle.

- Já! Creio que todos entenderam! Ichigo, segundo me disse sua namorada tem recebido visitas de um dos membros, além do líder da família ser o responsável pela segurança da família Kuchiki, correto? – Ichigo assentiu, mas já poderia notar um rastro de raiva e temor em seu rosto. Rukia corria perigo.

- Preciso avisar a Kia e o Byakuya! Mas por que iriam querer algo com eles? – Receoso não imaginava um motivo alem do dinheiro para que eles tivessem interesse em sua amada baixinha. Urahara agitou o leque dobrado e apontou com superioridade a companheira que entendeu a deixa.

- Kuchiki é responsável por uma das empresas mais importantes de toda a Ásia e Europa. Além disso, também tem ações na fabricação de armas britânicas e aliança com a realeza! Eles com certeza são potencial suficiente para Aizen! Ele é conhecido por sua caça a pessoas importantes, seqüestrando algum ente familiar mais frágil para extorquir dinheiro e fugir para algum paraíso fiscal e controlar de longe a sua máfia. Pode ter certeza que ele esta precisando de verba, já que metade da máfia inglesa que controlava foi desbaratada e presa! – Pontuou Yoruichi, tendo atenção de todos os integrantes presentes. Ichigo ficou sem fala. Ente mais frágil? Só existia uma pessoa assim. Rukia. Levantou-se com pressa e já fazia menção de sair quando teve o braço agarrado pelo amigo Hirako.

- Quer largar meu braço? Preciso proteger Rukia! Não posso mais deixar esse crápula chegar perto dela! Eu sabia que ele tinha alguma coisa haver com tudo isso! – Puxou com violência o próprio braço, mas foi detido por Kyuraku e Ikaku.

- A reunião ainda não terminou Ichigo! Sente-se, por favor! – Urahara soou de forma sombria e desafiante. O ruivo não teve escolha a não ser obedecer. Bufou e chutou a cadeira antes de sentar de braços cruzados esperando a maldita reunião terminar.

- Agora vou explicar os planos que os lideres esboçaram! – Nanao tomou a sua vez e iniciou com profissionalismo a reunião. Estava abatida pelo amigo, mas sabia que fazer birras e sair chutando tudo não resolveria o problema. Não estavam mais lidando com meros moleques de gang. Era um líder importante de uma máfia estrangeira que sonhava sentar uma bandeira em solo japonês. Não seria nada fácil derrotá-lo. Nem com toda a ajuda policial seria suficiente para arranjar provas para acusá-lo de seus crimes. Era eficiente em seu próprio trabalho. Não deixava muitas provas para ser acuado. E sabiam que isso era um grave problema.


- Mas é claro Inoue-san! Adoraria! Vou pedir para Hachi me levar até sua casa assim que me trocar! Tchau! – Desligou o telefone sorridente. Seria seu primeiro encontro com uma amiga fora de sua casa. Inoue era uma garota doce e foi a primeira a tentar contato com ela quando entrou na escola. Devia isso, já que a machucou na época. Mostraria a Ichigo que já podia sair sem ele e fazer novas amizades. Com certeza o namorado ficaria super feliz.

- Senhorita Rukia-sama? Vamos sair? – Hachigen perguntava animado. Estava adorando o retorno daquela garotinha cheia de vida e alegria. Agradecia a Ichigo por essa mudança tão radical em tão pouco tempo. Realmente o amor era a cura perfeita para as doenças da mente.

- Sim Hachi-san! Minha colega me convidou para assistir filme na casa dela! Será um tipo de festa do pijama ou encontro de amigas! As meninas da sala vão estar todas lá! Não é incrível? – Colocou as mãozinhas nas do gordo amigo que somente sorria com a animação da pequena.

- Tenho certeza que se divertira! Vou avisar Kensei para preparar os seguranças!Ah!Não vai avisar Kurosaki-sama? Ele vai querer ir com a senhorita se bem o conheço! – Lembrou-a do pequeno detalhe do ruivo, super possessivo. Era mais por causa da preocupação com a jovem, bem sabia, mas também entendia que o ciúme do rapaz também ajudava nisso.

- Ichi está em uma reunião importante agora, Hachi! Não quero atrapalhar! Além do mais, quero fazer uma surpresa pra ele e mostrar que já posso sair pra eventos comuns! – Esboçou um belo sorriso e correu escada acima para se preparar para o encontro. Primeiro encontro sem seu braço forte e conforto incondicional. Ichigo.

Após terminarem cada um de se prepararem, a comitiva com três carros pretos e de luxo saíram da mansão rumo a um bairro distante na província norte da cidade. A casa de Inoue era em um bairro simples e isolado. Rukia e Hachi seguiam no Mercedes do meio, nos outros três seguranças vestidos de preto estavam em cada carro. Segurança era uma prioridade para aquela família que já havia sofrido uma perda irreparável. Não levou muito tempo para a pequena chegar ao lugar indicado. No inicio da rua pode ver a ruiva balançando a mão para chamar sua atenção. Rukia sorriu com a aparência abobalhada da garota. Achava divertido ver o rosto bonito da nova amiga que constantemente vivia sorrindo. Pediu discrição aos seguranças, mantendo uma considerável distancia para não assustar as garotas da sala. Desceu após despedir-se de Hachi e seguiu ate a amiga.

- Inoue-san! Cheguei cedo? – Rukia olhava em volta buscando alguma outra menina além delas. Orihime corou e teve um leve tremor pela pergunta da baixinha.

- Estão todas lá em casa, Kuchiki-san! Venha! Vamos fazer pipoca com calda de marmelada e chocolate! Uma delícia que precisa provar! – Falou sonhadora a ruiva que não percebeu o asco contido na altiva Kuchiki. A discrição a fez conter a vontade de rechaçar aquela iguaria estranha.

- Cla-ro Inoue! Vamos! – A vontade de fugir foi uma idéia não muito longínqua na mente da baixinha. Ao chegarem ao pequeno apartamento, qual não foi à surpresa de Rukia ao entrar na sala seguida de Inoue, e encontrar uma mesa posta com velas, toalha vermelha com rendas, um jogo de louça delicada e o mais surpreendente aquele que estava sentado à mesa. O sorriso escarninho a fez perder o equilíbrio. Inoue percebendo segurou-a pelo ombro e ajudou a sentar numa cadeira. Grimm levantou-se rápido para ajudar as garotas e com galanteio postou-se ao lado da pequena para iniciar seu plano mais ousado.

- Que maravilhoso ter correspondido ao meu convite Kuchiki-san! Não sabe o quanto queria conversar com você e demonstrar meus verdadeiros sentimentos! – Grimm tentava não soar nervoso, mas era algo difícil já que via a menina empalidecer e parecer sumir em seus próprios temores. Seria a doença? Mas ela já não estava melhor?

- Né, Kuchiki-san? Grimm-san me pediu para que o ajudasse a encontrar você para se confessar! Eu acho que não tem nenhum problema, certo? – Inoue apertava a saia rodada que ia ate o joelho com nervosismo. A blusinha amarela colada ao corpo estava pregada pelo suor do momento. Nervosa relutava em seu subconsciente que isso era o melhor. Precisava tirar a Kuchiki do caminho de Kurosaki, e não perderia aquela oportunidade.

- O-o que? – Rukia estava atônita. Não era pra ser um encontro de amigas? Um pavor cresceu dentro de seu corpo. Suas mãos iniciaram um tremor crescente; suas pernas estavam bambas, e na testa corria uma gotinha de suor. O pavor estava estampado em seu rosto. Alguma coisa muito ruim estava para acontecer.

- Kuchiki Rukia, desde a primeira vez que te conheci senti que meu mundo não seria mais o mesmo! Eu sinto que nossos destinos estavam entrelaçados desde o começo! Eu te amo! – Grimmjow descaradamente pronunciava juras inexistentes. Lutava para não parecer cínico, mas estava muito complicado fazê-lo. A vontade de gargalhar era insana. Tinha nas mãos a "galinha dos ovos de ouro". Ouviu o movimento quase imperceptível de seus camaradas no quarto ao lado. Logo tudo começaria e precisava manter as aparências, mas se não conseguisse seguiria para o plano B.

- Ma-as e-eu a-mo Ichi! Sinto muito Jaegerjaquez-san! Mas tenho que ir! – Rukia tentou se levantar, mas não tinha forças nas pernas. O medo era palpável. Não sabia o porquê, mas aquele homem lembrava muito o assassino de sua irmã. Por dentro clamava o nome do namorado, e já estava chegando à beira do desespero. Alheia a esses sentimentos, Inoue saiu de fininho para a cozinha para não interromper o que ela achava ser o momento perfeito. Grimm observou de soslaio à ruiva se afastar e aproveitou para colocar a mão no ombro delicado da menina de olhos violetas.

- Não... Por favor, me deixe sair... Por favor! – Tremendo sem parar, Rukia se levanta com tudo chocando-se contra a parede da pequena sala. Sentia algo estranho ao redor e sabia que o ar estava muito pesado.

- Não se assuste Kuchiki-san! Vai gostar de onde irei levá-la! – Avançou rápido até a pequena garota que desesperada se abraçava para proteger-se de algo perigoso. Inoue assomou na sala com o grito da pequena. E viu algo terrível. Grimm de algum lugar do bolso tirou um pano umedecido e o prensou na boca e no nariz da garota. Esta não demorou a desmaiar. Não entendendo nada se aproximou para ajudar a amiga a sair daquele desfalque horrível, mas sem perceber foi rodeada por quatro homens estranhos. Aqueles que haviam se declarado seguranças do rapaz. Estes a seguraram pelos braços, enquanto Grimm tomava com extremo cuidado o pequeno corpo inerte no colo.

- O-o que está fazendo Grimm-san? O que vai fazer com Kuchiki-san? – Inoue olhava desesperada para o pai de seu filho. O sorriso que ele deu a assustou profundamente, aquele não era o homem que conheceu.

- Só levando o que é meu, vadia! – Soltou mordaz, fazendo Inoue dar um pequeno tremor pelo insulto.

- O que faremos com os seguranças da Kuchiki? Estão lá fora perto da casa! – Um dos homens, o que parecia ser o mais velho, questionou olhando pela cortina da janela da cozinha. Os outros três continham Inuoe.

- Tch! Eles são empregados de meu avô! Não vão fazer nada conosco! Só precisamos cuidar do gordo velho e tudo estará bem! Vou levar a pequena pro "castelo"! Aizen quer conversar com essa linda bonequinha! – Acariciou lascivo o rosto alvo da garota. Inoue tentou se soltar para ajudar à amiga, mas foi espremida contra a parede por um dos homens.

- E essa beleza aqui? O que faremos com ela? – Questionou tapando a boca da ruiva para que não gritasse.

- Façam o que quiserem! Já serviu pro meu propósito! Divirtam-se! – E com o andar vagaroso saiu da casa, sendo acompanhado por outros cinco homens que aguardavam do lado de fora. Hachi ao ver o movimento correu ate o homem que bem conhecia. Apontou a pistola e acionou o pequeno dispositivo que tinha no terno para chamar os outros seguranças.

Inoue entrou em completo desespero quando sentiu uma mão acariciar por baixo da sua saia. Esta foi levantada de forma brusca e seu corpo foi jogado com força no chão. Os três homens já desciam as calças para o desespero da ruiva. Lembrou-se do bebê e lágrimas escorreram de seus olhos. Tentou lutar e destapar a boca, mas a violência com que a seguravam não deixava muita saída.

- Hum...me...be...bê!Por...fa...hum...não me... – Sentiu suas roupas serem arrancadas, e seu corpo violado de forma torpe e sem compaixão. Cada um maculava uma parte sua. Enquanto um deles mordia com violência os seios fartos da garota, o outro já investia em sua intimidade. O terceiro era encarregado de segurá-la pelos braços, deixando o corpo pendido sobre o dele, enquanto amordaçava a boca da menina para que não chamasse a atenção dos vizinhos. Inoue estava tão entorpecida na própria dor que não se movia mais. Tudo o que havia sonhado estava desmoronando. A imagem de Kurosaki e Tatsuki vinha à mente, e o desespero aumentou quando pensou que seu filho estava sofrendo também. Mas não teve forças. Desistiu de gritar, de lutar, de sonhar. Confiou em Grimmjow, pensou que ele realmente fosse alguém bom, mas tinha se equivocado terrivelmente e tudo estava terminado.

No lado de fora, Hachi era contido pelos outros seguranças que conseguiram deixá-lo desacordado. A ajuda amiga nunca chegou. Do outro lado da rua, os seguranças da família assistiam divertidos a cena do velho caindo. Grimm não demorou e entrou no carro com a pequena em seus braços. Não tinha tempo a perder. Esse seria considerado o seqüestro mais ousado do país. A princesa dos Kuchiki, uma das quatro famílias mais nobres e poderosas do Japão era tirada com facilidade de seu lar. Saiu sem olhar atrás. Viu antes de sumir a imagem da casa de Inoue, outros seguranças entrarem e fechar a porta. Com toda certeza a ruivinha não resistiria ao estupro de tantos homens ao mesmo tempo. Mas isso não importava mais. Tinha o que queria ali nos braços. Agora sim se sentia satisfeito.


Agora a coisa pirou! Estou maluca aqui para arrumar cada qual em seu devido lugar! A pobre Kia está nas garras de Grimm e Aizen! O que nosso ruivo irá fazer? O que aconteceu a pobre e cabeçuda Inoue? E o bebê sobreviverá? Enfim...muito o que escrever e muitas emoções pra mim e creio que vocês também!^_^ Desculpem os erros e falhas! Gritem se encontrar, depois os arrumo! Beijo a todos que leem, mas não deixam reviews e um abraço apertado aqueles que me acompanham de perto com eles! Beijasso e bom final de semana!
JJ