Eu tive que ter muita força de vontade para escrever esse cap e postá-lo hoje pessoal! Mas a Kia não poderia ficar a salvo por muito tempo. Já havia previsto isso. Tem algumas cenas impróprias (primeira vez que escrevo isso assim), então me perdoem a baixaria! Mas se alguém me apontar algum estuprador que tenha respeito e pudor, me avisem. ^_^ Não me lancem pedradas, ok? Espero que curtam e me escrevam, estou super ansiosa quanto a esse cap. Tentei colocar alguns sentimentos, mas o próximo terá os sentimentos de Kia quanto a isso! Enfim, boa leitura a todos!
JJ


- Idiota! – Grimm soltou irritado por perceber a obvia provocação do moreno de tranças longas. Sabia que ele estava mostrando que podia ver a garota, mas o mesmo não se aplicava a ele. O rapaz saiu após a reverência ao líder e um sorriso disperso ao companheiro Jaegerjaquez.

- Não se preocupe meu filho! Logo poderá divertir-se com sua pequena presa! – Aizen tentou passar calma ao rapaz. Para ele isso era um assunto indiferente. Pouco importava quem venceria aquela batalha, se Tousen ou Grimmjow. O importante era que o mais forte sobrevivesse e fizesse jus ao seu trabalho.

- Ok! Vou dar uma saída então! Chame-me se precisar de algo! – Saiu acenando sem conseguir atenção de Aizen que ainda dedilhava o teclado para encontrar as informações que queria. Grimm olhou pela janelinha a sua esquerda e as estrelas já pintavam o céu escurecido. Andou mais pelo corredor, e vez ou outra esfregava os cabelos negros. Logo retornaria a sua cor predileta. Odiava ter que usar esse tom escuro. Sentia-se um peixe fora d água. Chegou próximo do corredor que levava ao quarto onde a sua pequena presa estava repousando. O vigia daquele horário era um velho conhecido seu e por causa disso sorriu com as possibilidades.

- Yo Nnoitra! Será que poderia me fazer um pequeno favorzinho? – Apertou o ombro do rapaz esguio. Tinham uma rivalidade pendente, mas já fazia algum tempo que não se estranhavam mais.

- E o que seria? Não está cobrando aquela vez que me deixou me divertir com o pobre Luppi, está? – Questionou mostrando o tapa-olho ao seu companheiro.

- Mais ou menos! Só quero fazer uma visitinha a minha princesa. Nada de mais. Não vou machucá-la... Mas não quero encrenca com Aizen. Compreende? O que acha? – Sorriu malicioso para o atirador numero um do grupo.

- Sei! Mas se a casa cair, não quero nem saber, você quem vai se virar com o velho! – Deu as costas e entregou as chaves da porta do corredor que levaria ao quarto visado. Ficou de tocaia, enquanto via seu companheiro de crime avançar sorridente.

Rukia ainda mantinha o corpo encolhido no meio da cama. Estava num profundo sono. Conseguira esse feito após imaginar os sorrisos de seu noivo e seu irmão mais velho. Não escutou quando a porta se abriu vagarosamente a suas costas. Grimm entrou sorrateiro e fechou de chave a porta atrás de si. Aproximou-se do montinho que jazia na cama de casal, ficando de frente com o rosto angélico da pequena Kuchiki. A desejava desde que viu sua foto. Intensificou seu insano desejo pela menina quando esta participou de sua festa de aniversario. E ali estava ela. Sozinha. Frágil. Linda e delicada, somente para ele. Sem ninguém mais a sua volta para interromper. Sem aquele moleque de cabelos estranhos para atrapalhar. A teria de todas as formas que almejava. A faria gritar para satisfazer sua ânsia. Estava muito animado a fazê-lo, pois o quarto onde a pequena estava tinha proteção contra som para que ninguém de fora a ouvisse caso gritasse. Algo desnecessário, já que a menina não gritou nenhuma vez desde que chegou. Mas agora ele a faria sentir o que é ter um homem dentro de si. Tinha certeza que ela era virgem e logo comprovaria. Acariciou delicadamente o rosto pálido até chegar próximo aos lábios rosados. Lambeu o próprio lábio pela emoção de tocar na garota. Já podia sentir seu órgão avultar dentro de sua calça e sua roupa se tornar apertada. Acariciou o queixo até o pescoço branco da bela adormecida, e sentiu a pele macia e sedosa da pequena. A menina se mexeu com o contato e balbuciou algo baixinho. Grimmjow se aproximou para ouvir o que dizia e ficou irritado com o que escutou.

- Ichi! – Foi baixo o bastante para soar no quarto, mas o suficiente para aumentar o desejo do rapaz. Ele queria ouvir seu nome sendo gemido naqueles lábios. Nunca imaginou que pudesse sentir esse tipo de emoções com uma garota especifica. Sempre deu asas aos desejos selvagens que tinha, mas nunca se enredou com nenhuma garota. Nunca sentiu nada mais que desejo por elas. Mas com Rukia era diferente. A queria mais do que uma única vez. Queria trancá-la em algum quarto longe de qualquer pessoa que pudesse atrapalhá-lo. E a tomaria todos os dias, várias vezes por dia até satisfazer esses desejos insanos. Passou a língua pela bochecha da menina e desceu até o pescoço. Ela se mexeu, mas antes que pudesse reagir teve os pulsos pressionados acima da cabeça.

- Que faz a-aqui Grimm-san? O-que-quer-comigo? – Falou rápido e descompassado. Estava com muito medo. Seu frágil corpo começou a tremer e tentou inutilmente empurrar aquele homem corpulento com as pernas que permaneciam livres. Grimm a segurou com uma só mão, e tratou de puxar o lençol que estava ao lado da garota para que se cobrisse. Usou-o para amarrar as mãos da jovem na cabeceira da cama. Tirou a camisa e amarrou as pernas da garota imobilizando-a completamente enquanto apertava a barriga dela para que mantivesse encostada na cama.

- Po-or fa-vor... Não faça isso... Por fa-vor... E-u sou... – Balbuciava Rukia que tinha os olhos arregalados do pavor que sentia. Não conseguia gritar, não conseguia se mexer. Sentiu a mão do rapaz acariciar por cima de sua roupa o seu ventre e um gelo da cabeça aos pés lhe sobreveio.

- Virgem? Estou torcendo por isso princesa! Logo não será mais... Mas não se preocupe. Vou fazer de uma maneira que seu namoradinho jamais faria com você. Um dia irá me agradecer, vai ver. Por onde quer que eu comece? – Acariciou vagarosamente até chegar próximo do cós da blusinha da pequena. Entrou e por debaixo da blusa passou a mão pela barriga até chegar ao seio da menina. Por cima do tecido do sutiã apertou o pequeno montículo. A menina não resistiu mais e gritou desesperada.

- SOCORRO! SOCORRO! ALGUÉM ME AJUDE, POR FAVOR... – Teve a voz impedida com o beijo selvagem de seu pesadelo. O rapaz tomou os pequenos lábios com voracidade e mesmo a menina gemendo de dor e a torpe tentativa de livrar-se daquilo, não cedeu e continuou a bailar sobre os doces e finos lábios. Como ansiava por prová-los e como amou ao sentir que era muito mais doce do que imaginava. Mordeu sem cuidado o lábio inferior e um filete de sangue escorreu pela boca da moreninha. Lambeu o sangue e retomou com selvageria os lábios da pequena. Aproveitava para deslizar as mãos sobre o pequeno corpo que tremia embaixo de si. Colocou-se completamente em cima dela para cobri-la e senti-la melhor. Acariciou as cochas torneadas e demorou a sentir aquela pele macia e suave. Estava delirando de puro prazer. Foi subindo devagar até a saia e a levantou até o peito da garota. Não se importou com o choro desesperado da menina. Baixou a cabeça do rosto apavorado da pequena, e observou com cuidado a parte exposta por sua selvageria. A calcinha era pequena e delicada. Podia ver suas pernas melhor agora e sem esperar mais as lambeu com luxuria e desejo. Rukia gritou mais uma vez de desespero.

Grimm se aproximou de sua parte intima e com extremo cuidado baixou sua roupa deixando-a exposta na parte inferior do corpo. Rukia tentou levantar os joelhos para golpeá-lo, mas ele foi mais rápido e segurou ambas com suas fortes mãos. Afastou as duas e contemplou uma de suas almejadas partes daquele corpo delicioso. Foi rápido quando colocou a cabeça entre as pernas dela e beijou lascivamente o órgão da menina. Os gemidos desesperados de Rukia se fez ouvir por todo o quarto. Sentia sua intimidade sendo invadida pela língua imunda daquele homem. Não soube quanto tempo se passou até que ele levantasse a cabeça com a boca molhada e lambendo os lábios. Soltou as pernas da menina devagar e se aproximou dos lábios dela para mais uma vez arrebatá-los em um beijo mais suave e demorado. Pressionou o próprio corpo sobre ela e deixou seu órgão próximo da intimidade da jovem para que ela o sentisse. O medo de Rukia só aumentou quando sentiu sua blusa sendo arrancada com violência. O mesmo ocorreu com a peça interna e teve que mais uma vez gritar pela invasão do rapaz em seus seios. Beijava-os e lambia com desespero. Mordeu um dos seios, enquanto esmagava sem cuidado o outro. Abocanhou-o rapidamente.

- Que delícia! Melhor do que imaginei, pequena. Mas ainda estamos só começando!Vamos fazer você gritar e gemer mais. O que acha? – Sem prévio aviso abocanhou os lábios da morena e com uma das mãos aproximou-se novamente a intimidade da garota e adentrou um dos dedos. Ela gritou nos lábios dele. Estava perdida. Ninguém mais poderia salva-la. Imagens de sua irmã sendo violada retornaram a sua mente. E com desespero reconheceu o mostro a sua frente. Sim, era o assassino de sua irmã. Não houve como negar pela tatuagem que visualizou na virilha do mesmo, e desmaiou. Certamente seria seu fim. A última imagem que lhe sobreveio foi a de Ichigo e nada mais além de trevas apareceu.

Distraído com o próprio prazer, não percebeu que a porta estava se abrindo. Estava prestes a colocar mais um dedo na menina quando por extinto se jogou para trás chocando contra a parede. Sentiu o sangue quente e viscoso escorrer do braço que tentava violar a menina. O corte fora profundo o bastante para que ele perdesse o movimento deste. Irritou-se com o par de olhos que lhe observava com ódio. Deslizou contra a katana que pendia na destra mão de seu atacante. Tousen atrapalhara seu banquete e não perdoaria isso.

- Miserável! Como ousa? Como ousa me atrapalhar no meu melhor momento? Eu já estava prestes a fazê-la minha e... – Recebeu um chute certeiro fazendo-o chocar com violência contra a parede. O sangue escorreu pela parede. A pancada foi forte o bastante para ferir o crânio do rapaz. Perdeu a consciência por um instante.

- Desgraçado! Desgraçado! – Tousen chutou mais uma vez a cabeça do homem caído. Ver a situação daquela menina naquele estado só o fez relembrar de quando encontrou o corpo de sua noiva. Iria matá-lo. Chutou novamente e levantou a katana para acertar o pescoço exposto, mas antes que o alcançasse uma mão segurou seu braço. Era Aizen que negou com a cabeça de forma calma e fria. Não objetou e baixou a espada com nervosismo.

- Halibel, trate os ferimentos da menina e a leve para outro quarto. Vista-a com aquele kimono que eu trouxe. Quero-a linda e pronta para amanhã de manhã. Ok? – Halibel que estava logo atrás desamarrou os pulsos e os pés da pequena. Cobriu o corpinho com o lençol e como se fosse uma bonequinha leve, tomou-a no colo para sair do quarto.

- Eu só queria tirá-lo de cima da garota. – Tousen tentava justificar suas ações para com Grimm. Este ainda permanecia caído no chão aos pés dos dois homens.

- Bem... Fez bem! Se demorasse um pouco mais ela estaria violada e valeria bem menos para a família Kuchiki! Afinal é uma princesa e deve manter sua pureza. Mas Tousen... Quando quiser matar alguém, solicite minha permissão. Entendeu? – Os olhos calmos mostraram um brilho extremamente assassino que consumiu completamente o oxigênio da sala. O moreno de trancinhas não conseguia respirar direito. Satisfeito com a "bronca", saiu do quarto para continuar com seus afazeres.

- Não pense que vai viver muito Grimmjow. Vou matá-lo custe o que custar. – E mais um saiu da sala. Alguns minutos se passaram até que o rapaz desfalecido voltasse a si. Apertou a cabeça que doía muito e após o braço que tinha um ferimento profundo. Tentou levantar-se, mas o corpo ainda não respondia direito. Subiu aos poucos usando a parede como apoio. Olhou para a cama e não encontrou sua adorada presa. Cuspiu o sangue de sua boca.

- Tou-sen seu des-gra-çado... Is-so não va-ai fi-car assim. Miserá-vel! – Escorregando pela parede saiu do quarto para encontrar algum lugar para fazer os primeiros socorros em seu braço. Se não estancasse o sangue logo, teria sérios problemas.


A noite caia sem mais estrelas. Somente a Lua iluminava o céu. A mansão estava coberta de arvores e folhagens impedindo sua visualização. O muro alto e extremamente vigiado despontava em torno daquela imensa construção branca. A luz da Lua parecia uma jóia inteiriça em sua imponência e brancura. Luxuoso, deveria ser muito prazeroso passar o dia naquele local. A grama bem cortada daquele pedaço norte do muro começava a ser maculada.

- Sem barulho, idiotas. Querem que nos encontrem? Temos que chegar até a entrada norte do casarão. – Urahara esgueirava com seus companheiros. Uma fila indiana de joelhos passava pelo local. O vigia que deveria cuidar daquele lado acenava para que o grupo fosse rápido para que ninguém os encontrasse. Ichigo vinha logo atrás. Seu coração estava disparado. Pensar que sua baixinha estava assustada e a mercê daqueles monstros o fazia querer chegar logo, mesmo correndo riscos eminentes. Temia que algo acontecesse a ela caso fossem descobertos. Por isso estava usando toda sua técnica para entrar despercebido e de forma rápida. Seguindo-o de perto tinha Hiraku, Hisagi, Ikaku, Neliel, Tensei, Kyuraku e Nanao. Fora da muralha tinham Yoruichi, Nemu, Soi Fon, Matsumoto, Hinamori e Toushirou. Tinham mais pessoal no QG que apoiavam de seus computadores. Todos tinham uma minúscula e imperceptível escuta no ouvido. Armados pesadamente estavam preparados para atacar a mansão. Já estavam preparados para chamar reforços, no caso a milícia que cuidava de Kuchiki, assim que Rukia estivesse a salvo nas mãos de seus companheiros invasores. Seria uma noite muito difícil, mas não era admitido erro, por isso todos tinham seus sentidos aguçados para qualquer movimento a sua volta.


- O-on-de estou? Tat-su-ki-chan? – Inoue abria os olhos com dificuldade. Seu corpo estava intumescido e tremia levemente. Sentia uma dor pulsante em seu ventre e sua intimidade. Olhou ao redor e viu o quarto branco e sem nenhum outro móvel além da cama e de um soro pendurado no pedestal. Estava num hospital. Sentada em uma cadeira e com a parte de cima do corpo pousado em sua cama, estava sua amiga de infância. Esta ao ouvir a voz da ruiva deixou de soluçar e levantou a cabeça para ver os olhos arregalados da garota. Havia finalmente acordado.

- Orihime! Graças a Kami-sama! Você está bem Hime? – Arisawa, a karateka forte e corajosa, sucumbia em lagrimas apertando a mão da jovem amiga. Inoue assentiu devagar e sorriu.

- Co-mo cheguei aqui? – Um pouco mais calma por ver a amiga perto questionou algo que a inquietava.

- Agora não importa, Hime! Vai ficar tudo bem. – A morena abraçou a amiga que não pôde mais que corresponder o abraço caloroso e confortante. Logo perguntaria novamente quando ela se acalmasse.


Imaginem como Ichi vai reagir quando souber o que Grimm fez? Acho que vou ter que confiscar a Zanguetsu dele. Foi muito cruel escrever esse cap, mas mais cedo ou mais tarde isso ocorreria, então não quis postergar! Ficou ruim eu sei, não sou boa nessas coisas, mas espero que tenha ficado mais ou menos!^_^ Agora, o que será que passa pela mente de Kia, já que ela reconheceu finalmente ( e no pior momento) o assassino de sua irmã? Como está Byby? E o pior de todos... Inoue irá se recuperar (Hime foi mal, acabei jogando tudo nas suas costas ^_^)? Enfim é isso. Espero reviews e já informo que os caps seguintes serão fortes no sentido psicológico mesmo! Vejo vcs no próximo cap! Bom Natal pra todos! Beijasso,
JJ