Depois de uma vida sem atualizar. Aqui estou com um cap fresquinho...ou quase-! Espero ainda ter leitores dessa fic, que confesso amar escrever. Queria poder ter mais tempo para dedicar a devida atenção a ela. Mas isso é pedir o impossível. Acho que se eu ganhasse na mega sena, talvez tivesse tempo para fazer o que gosto!^^ Mas chega disso! Vamos a leitura diária. [JJ]


- Quando conheci a senhora Kurosaki, achei já ter visto aquele rosto bonito em algum lugar. Mas releguei já que o senhor Urahara me disse que ela não passava de uma dona de casa comum. – Shunsui sorriu ao lembrar-se do rosto alegre da jovem mulher.

- Mas o que nossa mãe tem haver com essa história toda? – Karin não gostou muito do jeito alegre e descontraído com o qual o professor falava sobre sua falecida mãe. Detestava ver a tristeza da irmã quando pronunciavam o nome de Kurosaki Masaki.

- Se você o deixasse contar talvez ajudasse! – Arisawa já não tinha mais paciência em esperar aquele homem que mal conhecia falar e ainda ter interrupções. Queria "por a limpo" o porquê de sua amiga estar arrasada no quarto abaixo ao que se encontravam agora. Karin lhe fulminou com o olhar e se não fosse por Nanao as duas teriam entrado em um confronto. Ambas estavam com os ânimos exaltados por toda aquela situação.

- Meninas, acalmem-se. Contarei o que ouvi e não o que vi! Toda essa trama se inicia na Inglaterra. Na cidade de Swindon para ser mais exato. – Agora tinha toda atenção necessária a si. Todos o rodearam e aguardaram seu relato. Cada um tinha um ponto de vista que queria por a prova naquele momento.


Londres, 20 de Setembro... Dezessete anos atrás...

- Quem foi o agente enviado para interceptar Aizen? – O agente da Interpol de cabelos negros muito bem cortado, vestido em seu terno risca de giz e pose superior em sua cômoda poltrona espreguiçou-se preguiçosamente. Não era inglês como seu camarada.

- A moça transferida. Parece que ela retornou do Japão só para finalizar esse processo. Inteligente e bonita. Gosto dela. – Um loiro alto e de rosto triste pouco comum naquele traje executivo assomava com a fumaça de seu cigarro. Ambos aguardavam o retorno de um de seus agentes para continuar a caça a um dos mais irritantes mafiosos que conheciam na época.

- Masaki Amory? Achei que tivesse saído do grupo definitivamente... Ela não iria se casar esse mês? – O rapaz se levantou curioso, mas o loiro não fez muita menção de responder as dúvidas do mesmo e continuou a tragar suavemente o fumo.

- Algo assim. Mas retornou para terminar um último trabalho recomendado pelo chefe do departamento de pesquisas criminais. – Soltou após dispersar a densa fumaça. O agente fechou os olhos e quase no mesmo instante os reabriu com uma cara espantada.

- Deus nos proteja... Se o grupo de pesquisa está envolvido é porque tem a presa na mão. – Riu deliciado com o próprio comentário. O outro rapaz não pareceu compactuar com a mesma animação, e desanimado jogou a pequena butuca que restou de seu cigarro. Tossiu antes de continuar. Já sabia que precisava parar com isso antes que o cigarro terminasse com ele, mas o estresse diário não lhe deixava muita escolha. Sua magreza era fruto disso.

- Não sei se ela conseguirá fazer a abordagem sem chamar atenção. Afinal aquele homem sequer dorme direito. Não confia nem na própria sombra. – Sentenciou a contragosto. Um sorriso escarninho delineou-se no moreno que agora pendia na janela observando o entardecer da bela cidade.

- Sabemos que ele está apaixonado pela moça. Isso basta! – Finalizou o diálogo com ar triunfante de ter ganhado a batalha com o jovem companheiro. Detestava perder para os mais novos da companhia.


Centro de Swindon...

- Estarei por aí na prova do vestido. Não precisa ficar preocupado. Já disse que precisava terminar esse modelo que prometi antes de acabar meu contrato. Retornarei antes que perceba Ishin. – A bela jovem deixou seus longos cabelos ruivos espalhar-se pela brisa gélida da pequena cidade. Estava frente à casa de seu último trabalho. Por vezes se questionava o porquê de não prenderem esse meliante de uma vez. Irritava-se em ter que passar-se por alguém que não era ou jamais seria. Tocou levemente a campainha. A casa tinha o modelo vitoriano típico das cidades interioranas próximas do centro de Londres. Aconchegantes e pequenas. Um cenário bucólico que gostava de contemplar sempre que tinha que visitar seu pseudo-amante. Não precisou esperar muito para ter a porta escancarada a sua frente. Dela saiu um jovem rapaz, com olhos perspicazes analisando-a de cima a baixo para garantir que estivesse sozinha. Desconfiado, mas ainda assim relaxado, uma confusa mistura de sentimentos que provava sempre que estava próximo a jovem arquiteta; Aizen Sousuke fez uma mesura para que ela entrasse em seu reduto e lar.

- Achei que não viria mais, minha doce Masaki. Faz-me crer que está me enganando o tempo todo somente para que os policiais me atraquem numa prisão! – Ressoou seguro de seu próprio comentário. Não queria admitir o óbvio envolvimento de sua amada para destruí-lo.

- Se fosse assim, você já teria me matado Sousuke-kun! – E sem prévio aviso, abraçou-o com firmeza. Não gostava de beijá-lo, muito menos em público. Principalmente agora que tinha o coração preso ao amor incondicional de seu futuro marido japonês.

- Se não fosse por Werner garantir que te conhece bem, não estaria colocando meu pescoço à prova, futura senhora Kurosaki. – Aizen analisou a palidez tomar conta do rosto belo, e os olhos da jovem amante se arregalar ante o comentário. Seu querido noivo estava em perigo por causa de seu trabalho. Por isso sempre tentou evitar relacionamentos verdadeiros. Mas não pôde resistir à paixão que Ishin lhe professava. Este lhe fazia querer ter uma vida simples. Sem correria, ou mudanças repentinas de países. Ter uma vida como uma boa esposa e mãe. Era tudo o que sempre sonhou ter, e Kurosaki Ishin lhe daria isso.

- Sabe que no Japão o casamento arranjado ainda é muito comum. – Tentou desconversar. Virou-se bruscamente sentindo uma repentina vontade de correr daquele lugar. Sentia-se suja por trair o amor que sentia por Ishin daquela maneira. Mas tinha que proteger seu próprio futuro, além de cumprir com seu dever de cidadã inglesa.

- O que um simples médico poderá trazer de melhor para você, minha cara? Posso dar-te todas as jóias que desejar... Todas as grifes que almejar... Além de prazer incondicional que tenho certeza que esse doutorzinho não lhe dará... – O barulho surdo de um tapa fez Aizen retornar seu olhar para a jovem que agora respirava com dificuldade. Se não queria que ele desconfiasse de seu trabalho, agora poderia contar que estava morta. O rapaz sorriu ante o desespero da amada traidora.

- Kurosaki-san é de uma boa família. Pretendo aproveitar isso para retomar minha vida no Japão. – Novamente tentou tirar a atenção do líder sobre seu estimado noivo. Estava entrando em desespero. Sabia bem os métodos que ele usava para com seus inimigos. Queria continuar passando a imagem de aproveitadora de ricos, mas estava ficando difícil, já que Kurosaki não era um exemplo de título nobre.

- Mas pelo o que vejo você o considera muito melhor do que eu na alcova, não? – Lembrou-lhe do tapa que desferira há instantes atrás. Um erro grave que não poderia contornar. Infelizmente tinha o defeito de ser afoita, algo que sempre trabalhou para não transparecer.

- Só não quero que o trate dessa maneira intolerável. Não quero que pague por uma bobagem em achar que sou uma traidora. Tive diversas oportunidades de ser, mas não fiz. E pensei que já tivesse tirado isso de sua cabeça. Assim você faz tanto eu quanto Werber cair em descrédito. Algo inaceitável, não? – Jogou para o lado sentimental. Sabia bem o amor que ele nutria por ela.

- Então prove que não me trai. Mostre-me o que realmente sente por mim! – E sem esperar resposta atacou os lábios vermelhos da jovem. A fúria era palpável, e ela não pôde mais que reagir sem querer ao estimulo sensual. A porta se fechou com um barulho forte, e ninguém mais viu a bela ruiva sair da casa naquele dia.


Londres, 25 de Setembro...

- Sem dúvida o encontrarão no lugar informado. Verificamos todos os contatos que tínhamos, e Aizen sente-se encurralado. Não poderá demandar mais tempo como queria. Terá que fazer o movimento agora se não quiser perder o mercado de armas. – O rosto pálido de Masaki relatava todo seu árduo trabalho. Teve muita dificuldade em convencer definitivamente o mafioso sobre seu disfarce. Odiava-se com todas as forças por isso. Precisou fazer juras de amor vazias e sem sentido, pois amava demais ao médico que deixou em seu país ancestral.

- Fez um bom trabalho. Não precisa mais se preocupar. Aizen Sousuke será condenado à pena de morte por seus crimes! – O loiro abanou o rosto com o leque inusitado para aquele país. Quem o visse jamais diria ser o responsável pelo setor de pesquisa daquela renomada agência.

- Mas a pena de morte foi abolida na Inglaterra! – Comentou cansada. Se for nisso que iria se fiar, então seu casamento estava em perigo.

- Sabe que ela não foi. Já disse para não se preocupar. Ficará tudo bem. Ele pegará a prisão perpétua, e lá receberá seu fim merecido. – Um brilho assassino assomou nos olhos verdes do comandante. Urahara Kisuke não era estimado por todos na Interpol como o mais jovem prodígio da equipe sem méritos merecidos. Já havia livrado vários países europeus de elementos desconfortáveis aos governos. Um verdadeiro homem de guerra.

- Temo pela vida de meu noivo, Urahara-san! Aizen sabe sobre ele. Isso é muito perigoso... – Mordeu o lábio inferior com força. Estava com vergonha de rever o noivo que em poucos dias tornaria marido. Este não sabia de absolutamente nada de seus verdadeiros trabalhos. Temia que os descobrissem e terminasse o noivado, algo que jamais se perdoaria se acontecesse.

- Já providenciei tudo. Shiba e Izuru iram proteger vocês ao longe até que Aizen seja condenado. – O loiro apontou para o rapaz de cabelos negros, que dias atrás conversava sobre a missão da jovem. Sorriu para confortá-la. Parecia jovem, mas não mais que o fiel companheiro atrás de si.

- Espero que esse pesadelo acabe de uma vez. – De forma brusca saudou o comandante e os dois jovens, para logo em seguida sair do recinto sem olhar para trás. Ainda não estava segura de que tudo estaria bem.

- Alguma notícia de Jaegerjaquez Werber? – Kaien sentou-se de forma relaxada na cadeira onde instantes atrás Masaki repousava. Kira permaneceu de pé atrás do companheiro.

- Está na Alemanha agora. Não teremos muito tempo daqui pra frente. Aizen precisa ser condenado o mais rápido possível se não quisermos problemas com a Inglaterra. – De modo taciturno Urahara se levantou e rumou para a janela. Perdido nos próprios pensamentos lembrou-se das informações que recebeu há algumas horas antes. E não eram nada animadoras. Aizen estava recrutando jovens em todos os lugares da Europa, e já havia rumores de que pretendia aliar-se a máfia japonesa. Um grande problema para a Interpol no futuro. Mas sentia-se confiante no trunfo que possuía nas mãos.


Dias atuais, Hospital Central...

O silencio reinou no lugar após Kyuraku terminar a ilustração que recebeu do próprio Urahara. As gêmeas não sabiam se ficavam surpresas pela mãe ter trabalhado como agente da Interpol, ou se nervosas por saber que ela fora amante de um mafioso perigoso. Mas ainda ficavam muitas lacunas não respondidas para todos. Arisawa não estava convencida com a informação recebida. Ouviu o sobrenome familiar do tal Werber, mas onde entrava Grimmjow?

Ishida também estava espantado. Já havia escutado algo similar do pai, mas jamais imaginava que fosse a mãe de Kurosaki a agente infiltrada. Seu avô, um antigo combatente da segunda guerra mundial, lhe explicou que a família Ishida tinha fortes laços com agências de inteligência internacional, tudo para proteger a família líder de seu grupo, os Kuchiki.

- Mas quem diabos é esse tal Werber? – Hiraku recuperou a voz para sanar a dúvida que viu na morena karateka.

- Pai de Grimmjow? – A própria garota respondeu com outra pergunta. Shunsui somente afirmou com um menear de cabeça.

- E Hisana-san? Onde ela entra nisso tudo? – Agora foi Ishida quem questionou. Ainda não estava seguro de tudo o que havia ouvido.

- Já ouviram falar de destino? Pois foi bem o que aconteceu. Ou mais ou menos isso. O pupilo de Aizen foi responsável pela morte de Hisana. O próprio Kurosaki-san descobriu isso nesse seqüestro. A menina Kuchiki o reconheceu. O que temos aqui é uma reunião de pessoas envolvidas direta e indiretamente, nesse caso inicial. – Pontuou de forma sombria o jovem de roupa escandalosa. Ise observou o olhar vazio do amigo e percebeu que ele com certeza tinha muito mais sobre o assunto, mas não iria passar aos expectantes amigos.

- Meu pai já sabe disso? – Todos deram um sobressalto com a visita inesperada do primogênito dos Kurosaki. Ele estava pálido, mas seus olhos denotavam a ira contida em seu ser. Kyuraku meneou a cabeça afirmativamente e desviou o olhar. Não queria sentir a raiva crescente de Ichigo sobre si. Ele já estava com o grupo X-Cution a mais de três anos, mas nunca fora informado dessa história.

- Nii-chan... O que vai acontecer com otousan? – Yuzu falou pela primeira vez depois de ouvir toda a conversa. As lágrimas escorriam em seu rosto infantil. Karin não suportou o estado da irmã e a abraçou com carinho. Era muita informação para as pequenas gêmeas Kurosaki. Ichigo não saiu do lugar e aguardou a irmãzinha se restabelecer do choro. Ninguém ousava interpor o que o rapaz de cabelos laranja falaria.

- Ele foi vingar-se, certo? – Certo de que Urahara o acompanhava, Ichigo sentiu seu corpo se acalmar. Agora era ele quem precisava ter a própria vingança. – Nel? Você descobriu onde Ulquiorra mora? – A aludida teve um pequeno sobressalto e meneou positiva a cabeça para o amigo.

- Quem garante que Grimm estará por lá? – Hisagi interveio corajosamente, já que o jovem líder não parecia estar em seu bom momento para esse tipo de interrupção.

- Eu sei que está! – Finalizou enfático. Todos ficaram espantados. O brilho amarelo do olho de Kurosaki assemelhava ao seu padrinho Urahara. Ficou feliz por saber que o líder de sua mãe também o treinou em tudo o que sabia agora. Estimou-o mais do que antes. Sentiu-se em família. – Quem vem comigo? – Questionou os companheiros que sorriram com a repentina recuperação do rapaz. O destroçado Ichigo estava revivido agora.

- E-eu irei! – E para surpresa geral a jovem Kuchiki se achava em pé encostada a porta que fôra aberta pelo ruivo. Ichigo correu até ela e a abraçou para que não caísse ao chão. Estava muito pálida e fragilizada, mas isso não impediria de rever o algoz que lhe tirou sua única família. Todos aguardavam Ichigo impedir a morena, mas não viram nenhuma menção contrária do mesmo. Esse tomou o tempo para acariciar a cabeça de negros cabelos e aguardar a pequena recuperar-se.

- Então, creio que podemos ir. Ishida pode nos dar uma carona? – O rapaz de óculos fungou irritado. Estava de limusine e não gostava de ostentar-se, mas seu pai havia feito questão de acompanhar o Kuchiki para visitar a irmã convalescente.

- Claro! Acho que posso sim. – O que aquele dia prometia ninguém sabia, mas algo naqueles jovens fora despertado com a história da heroína que morreu para proteger o filho do antigo amante. Sabiam do amor incondicional que jovem mãe tinha pela família, e um orgulho àqueles que a conheceram nasceu. Não a taxavam de traidora, mas sim do que realmente era. Uma heroína.

- Também quero ir. Afinal, vou pela parte de Orihime que perdeu o filho desse crápula! – A expressão surpresa de Ichigo foi maior do que a de todos. Havia muita coisa a ser "passada a limpo" no trajeto até a casa de Schiffer. X-Cution entraria em ação.


- Tem certeza de que quer participar, Kurosaki-san? – Urahara perguntava, mas sabia a resposta. Desde que sua melhor agente e amiga havia morrido, cuidou da família desta como se fosse a sua própria. Sentiu um grande remorso por não tê-la protegido quando mais precisava. Agora não haveria falha. Usou tudo o que tinha para atracar o criminoso que agora estava encurralado no velho galpão de indústria abandonado a frente. Não era muito distante de seu QG, algo que agradecia a seu contato no grupo inimigo.

- Ele quer falar com você Kisuke. – Shihouin passou o celular para o loiro. Estavam todos aguardando o mandado do contato interno no galpão.

- Já podemos entrar, Gin? – Desmascarado o traidor de Aizen, todos aguardavam o sinal para destruir definitivamente o mafioso que ousara fincar seu estandarte no país do sol nascente. Dezenas de policiais chegavam encostando as viaturas em redor do local. Logo atrás uma Mercedes sobressaiu dos outros veículos, e descia então o líder da família Jaegerjaquez e sua nora, ambos com as mãos algemadas. Foram trazidos para ver a destruição de um marco em sua família. Nenhum deles fazia idéia do motivo por estarem ali presentes.

- O que diabos temos que fazer aqui? Já disse que não tenho nada com esse homem. – Kei estava furioso. Tudo havia dado errado em seus projetos. Ainda por cima tinha que ser humilhado daquela maneira. Buscou em volta o rosto frio de Kuchiki Byakuya para amparo, mas este não estava presente ao grande espetáculo que se formaria em instantes.

- Are, are! Só achei que gostaria de conhecer o responsável pela morte de seu filho! – Urahara sorriu ao velho senhor que agora estava boquiaberto. Emmy passou a frente, saindo do agarre da policial que a mantinha presa, para ficar de frente ao loiro que soltou aquela tosca informação.

- O que disse? – A loira agora tremia ante a descoberta. Não poderia ser correto. – Werber morreu de doença. Como diz que Aizen é responsável por isso? – A surpresa com a ligação daquele que foi responsável por sua ida ao Japão era tamanha que Emmy parecia querer desmaiar. Voltou-se para o sogro que agora estava extremamente pálido. A resposta estava estampada no rosto idoso.

- Parece que eu não fui o único a ficar de fora por aqui. – E Ishin saiu com seu comentário para quebrar aquele momento exaustivo para todos. O mundo de Emmy definitivamente estava feito em pedaços. Ajoelhou-se e chorou. Tudo o que imaginava era mera mentira contada por uma mente criminosa e doentia. Fora usada como brinquedo pelo mafioso. Mas o pior era saber que seu único filho foi envolvido em toda essa trama, e tornou-se um dos responsáveis por esse sofrimento alheio.


Vocabulário

Swindon: Cidade situada a 60 quilômetros, mais ou menos, entre Londres e Bristol na Inglaterra. (isadoraemlondres)

Interpol: A Organização Internacional de Polícia Criminal, mundialmente conhecida pela sua sigla Interpol (em inglês: International Criminal Police Organization), é uma organização internacional que ajuda na cooperação de polícias de diferentes países. (Wikipédia)

Amory: Usei esse sobrenome em homenagem a minha querida e escritora preferida, Agatha Christie, do livro Café Preto. Leiam é muito bom.

Nii-chan e otousan: Esse todos já sabem, é irmão e pai, em japonês. Não vou explicar os prefixos e sufixos, pois ficaria muito massante!^^ Nem sou especialista nisso!


Estamos na reta final e ainda tenho muitos eventos para descrever! Espero que curtam e me digam se gostaram ou não...caso ainda tenha leitores!^^ Kissus e inté mais ver!

JJ