Peço desculpa, eu estava de férias, mas a minha anja não! Não vou prometer atualização logo, por que ninguém acredita mais. Apenas peço paciência! E não me abandone!
Jensen estava terminando de colocar sua camiseta quando Jared entrou no quarto novamente com uma bandeja de café da manhã. Deixou em cima da cama e foi fazer o que mais gostava: abraçar o loiro.
- Jared, tudo bem esse lance de livre acesso, mas não acha que esta exagerando? – Perguntou Jensen quando, no abraço, o xerife apertou a sua bunda.
- Desculpa, mas ela é do tipo pulinho. – Falou Jared puxando Jensen para frente do espelho o colocando de lado, onde o loiro podia visualizar o seu perfil.
- Tipo pulinho? – Perguntou o loiro curioso, olhando no espelho.
- É. A coluna vem reta. – Disse Jared escorregando a mão pelas costas de Jensen. – De repente, dá um pulinho e vira uma bundinha toda redondinha e empinada. Não sei como você chegou a essa idade virgem. – Terminou Jared encaixando Jensen em seus braços.
- Nunca deixei ninguém se aproximar tanto. - Disse Jensen meio distraído, pois observava encantado, a imagem dos dois abraçados, refletida no espelho. Era estranho, pois apesar da diferença de tamanho, pele, cor de cabelo, eles juntos pareciam ser apenas um, e pelo olhar do xerife este teve a mesma impressão. "Você teve a dádiva de encontrar sua alma gêmea." A voz da matriarca da família Willians se fez ouvir na cabeça de Jared.
Enquanto tomavam café sentados na cama o telefone de Jared tocou. Era a Genevieve querendo saber se o xerife poderia ir buscá-la, pois tinha deixado seu carro na delegacia.
- Tudo bem, estamos passando aí. – Disse Jared controlando o riso por causa da careta que Jensen fez, envesgando os olhos e entortando a boca.
- Deixa de ser ciumento, afinal me teve a noite inteira, o que você quer? – Perguntou Jared aproximando o rosto de Jensen.
O médico tomou seus lábios em um beijo. "Te quero por toda a minha vida" foi seu último pensamento antes de se entregar ao prazer daquele lábios.
J&J
- Oi, Dr.! – Disse Genevieve parada na porta dianteira do jeep, ao lado do passageiro.
- Oi, Gen. Você quer entrar? – Disse Jensen abrindo a porta do carro, e quando a morena achou que o médico ia descer, ele se arredou em direção ao banco do motorista, ficando bem junto de Jared, que não tinha saído do carro. Quando Gen entrou, apertou ainda mais o loiro contra o xerife.
- Não seria melhor você ir atrás? – Perguntou a morena.
- Obrigado, mas eu estou bem aqui. Esta desconfortável para você? – Disse Jensen abrindo as pernas e empurrando-a contra a janela, onde a morena ficou toda encolhida.
- Essa noite foi tão cansativa, certo xerife? – Falou Jensen, rindo quando Gen arregalou os olhos.
- Certo. – Jared não estava acreditando no ataque de ciúmes do loiro. – Caroline Willians deu a luz à uma menina nessa madrugada. O Dr. e eu tivemos que ir a fazenda deles naquela chuva, pois Jim continua no lago. – Disse Jared percebendo o alívio da garota. – Pronto Dr. Chegamos.
- Ok. Vou apenas trocar de roupa, pois já tomei um banho bem gostoso pela manhã. – Falou Jensen saindo do carro pelo lado do motorista, pois ainda chovia um pouco.
J&J
-Jared, vocês estão juntos? – Perguntou Gen assim que se viu sozinha com o xerife. – Por que ele está agindo muito estranho.
- Não, infelizmente. – Mentiu o xerife, sem entender por que. A morena sabia da condição dele, mas algo o fez negar; e ele sentiu que estava protegendo Jensen. – O Dr. está apenas cansado. – A morena pareceu satisfeita, pois Jared nunca mentiu para ela.
Passados alguns minutos, Jensen voltou e quando ele se aproximou do carro Jared desceu. Jensen voltou para o mesmo lugar em que estava, para o desgosto da garota. Mas ela não estranhou, pois sabia dos sentimentos do xerife e achou que o falso namorado queria apenas continuar junto do médico.
- Obrigado xerife pela carona. – Disse Jensen saindo do carro pelo lado do motorista. – Almoçamos que horas? – Em pé de frente para o moreno. O desejo de Jensen era beijar aqueles lábios que tinham o sorriso mais lindo que já tinha visto, que agora ele sabia que eram deliciosos e sabiam fazer coisas que o levavam a loucura. Sentiu que suas calças estavam ficando rapidamente apertadas.
- Não almoçaremos juntos hoje, tenho umas coisinhas para preparar. – Disse Jared e isso foi um balde de água fria em Jensen. O moreno, vendo a desilusão no olhar do loiro, quis abraçá-lo dizendo que estava tudo bem, que isso era por que queria preparar uma surpresa para ele, mas não podia fazer isso no meio da rua.
- Tudo bem. – Jensen quase não conseguiu esconder a decepção. – Até depois. – E foi embora rapidamente sem olhar para trás. "Droga estou agindo como uma adolescente apaixonada que acabou de levar um fora. Ele apenas não pode almoçar com você. O cara trabalha, tem a vida dele, deixa de se idiota." – O loiro pensava enquanto abria a clínica.
A vontade de Jared era correr atrás do loiro e beijá-lo, passar alguma segurança, mas ele gostou da reação do médico, fez bem para o ego. E logo Jensen entenderia o motivo de não poder ficar com ele naquele seu horário livre.
"É por isso que nunca quis me apaixonar, a gente fica idiota. Mas por que essa insegurança? Se você ainda sente o corpo dele no seu, com certeza ele está sentindo muito mais..." O telefone interrompeu os pensamentos de Jensen. – Dr. Ackles.
- Oi, Dr., vi que chegou com o xerife. A noite foi boa? – O que menos Jensen precisava era a voz debochada de Misha.
- O que é Misha? – Perguntou sem vontade.
- Nada, estava preocupado. Afinal, tenho que ficar de olho em ti, e você sumiu. Deixou o carro aqui e não deu nenhuma satisfação. Claro que até o momento, sei que o risco é nulo, mas nunca se sabe. Porém quando te vi chegar e descer do carro, tão iluminado, me despreocupei. "O loirinho se deu bem", pensei, mas depois você saiu correndo... O que foi? Ele te comeu e não te quer mais? Se for isso fala comigo, pois como um bom amigo vou lá perguntar: 'Qual é, vai comer só uma vez aquela bundinha linda?' – Misha adorava tirar sarro com Jensen.
- Misha ninguém me comeu! – Disse Jensen sem saber o que dizer, pensando que sua reação com Jared pela manhã foi evidente. O xerife devia estar pensando seriamente em continuar um relacionamento com alguém ciumento e grudento. "Deus! Eu sou um chiclete."
- Então esse foi o problema! – Misha esperou um comentário do loiro e apenas silêncio. – Jensen, você ainda está aí? – Misha o arrancou dos seus pensamentos.
- Sim, o que é? Tenho alguns pacientes para atender. – Disse Jensen.
- Aquela nossa pista sobre Mark Pelegrino, acho que está furada. Hoje fui cedo às minas e quem eu vejo de saída novamente da casa do engenheiro?
Flash Back On
- Você por aqui novamente agente. – Disse Mark assim que viu Misha.
- Estou tentando fazer o meu trabalho e o senhor?
- Salvando almas.
- Mas primeiro ele se aproveita do corpo. – Disse o engenheiro que estava na varando ouvindo a conversa. Ao final da frase recebeu um olhar de raiva e de incredulidade do missionário. – Estou cansado disso. – Completou antes de entrar.
- Bem acho que já vou, se tem algo que não gosto é de ficar entre casal. – Falou Misha voltando para o carro, deixando Pelegrino em pé no meio do terreno, pensativo.
Flash Back Off
- Então estamos na estaca zero novamente? – Perguntou Jensen. Mark Pelegrino ganhou o título como suspeito número um quando voltou para Iron e as mortes começaram dentro de dois meses depois que foi incorporado na igreja, como missionário.
- Aparentemente sim, mas em compensação temos mais uma vítima em potencial. – Misha riu antes de continuar. – Acho que você pode deixar o disfarce de lado, e pegar a enfermeira gostosa. Ops, mas acredito que quem você quer é o xerife.
- Você não tem mais nada de útil para fazer? – Perguntou Jensen com um suspiro cansado. O loiro até queria conversar com alguém e Collins seria o ideal, era seu amigo. O problema que primeiro ele iria jogar na cara dele todas as piadinhas homofóbicas, que ele mesmo fazia na ocasião em que moreno assumiu seu relacionamento com Chris.
- Na verdade não, estou totalmente com as mãos atadas. Como um grupo de pessoas, cometendo crimes hediondos, não deixa pistas? – Perguntou Misha, agora sério.
- Eu estou indo ao orfanato, quando eu voltar, marca uma consulta comigo, pois precisamos conversar. – Disse Jensen decido a se abrir com o amigo, caso contrário ele explodiria.
As 10:00 da manhã, Jensen foi ver Jenny e fazer o curativo na mão da menina. Na sala da administradora o médico cuidou do ferimento colocando gazes e ataduras totalmente desnecessárias. Quando terminou a senhorita Blair pediu para falar a sós com o Dr.
- Dr. Ackles. – Começou a mulher com um sorriso conciliador. – Sei que o senhor gosta da menina Jenny, mas acredito que essa sua atenção pode ser prejudicial a ela, criando falsas ilusões e fazendo-a sofrer.
- Como assim? – Perguntou Jensen intrigado.
- Dr., qual o sonho de uma criança órfã?
- Ser adotada.
- Isso mesmo. E para Jenny, esse sonho a faz respirar. Todas as pessoas que ela conhece a tratam bem, que é uma coisa fácil, afinal é uma criança linda e adorável. A ilusão se instá-la e quando não acontece, ela cria uma raiva, uma antipatia e começa a inventar histórias. – Linda Blair deu uma pausa e encarou Jensen para ver se ele estava prestando atenção. – Foi assim que aconteceu com Danneel e acredito que acontecerá com você. Então, faça um favor para os dois, se afaste.
- Obrigado pelo aviso. – Disse Jensen sem saber o que pensar. – Até amanhã. – Mas ele não ia se afastar de Jenny. Gostava realmente da garota, claro que adotá-la, até aquele momento nunca passara pela cabeça dele.
Quando Jensen abriu a porta, a menina caiu dentro do escritório; o médico mordeu os lábios para não rir.
- Eu encostei para amarrar meus tênis, ai... Ai... – A menina engatou na desculpa.
- Jenny você poderia me acompanhar até o carro? – Disse Jensen.
- Acredito que o senhor saiba o caminho. – Blair interrompeu a saída da menina, que já tentava escapa do sermão, que com certeza iria receber.
- Então até amanhã. – Disse Jensen piscando para a garota, que apesar do castigo que receberia e da preocupação de Jensen em se afastar dela, - pois tinha ouvido a conversa - sorriu de volta.
- Você vem mesmo amanhã? – Perguntou ainda sorrindo.
- Claro. – Jensen respondeu e fechou a porta atrás de si. Se ele visse o medo que surgiu no olhar da menina quando saiu, a teria arrancado de lá.
J&J
- Bom dia Dr. – Disse Misha assim que entrou na sala.
- Bom dia. – Respondeu Jensen com um sorriso amarelo.
- Onde está aquela enfermeira gostosa? – Perguntou Misha para provocá-lo.
- Sabe que ainda não a vi. – Jensen realmente não tinha sentindo a falta de Dannell até aquele momento; na verdade foi melhor assim. – Bem Agente Collins o qual o problema que o trás aqui? – Perguntou brincado, pois lembrava que quem o convidou foi ele próprio.
- Sabe o que é Dr., eu tenho um amigo que descobriu que é gay. – Misha mordeu os lábios para não rir da cara de Jensen, que estava de beicinho, com um brilho indignado no olhar, mas incapaz de falar qualquer coisa. – E ele está em dúvida se deve ficar de frente, de lado, de quatro...
- Qual é a que dói menos? – Jensen interrompeu Misha, que ficou de boca aberta com a pergunta do loiro, pois ele esperava uma reação diferente e não uma confirmação. – Sim vai ficar me olhando de boca aberta? – O médico adotou essa tática por que ele conhecia o amigo e dessa maneira haveria menos zoação.
- Jensen... Você está me dizendo que está... – Realmente a tática da confissão funcionou o moreno estava sem palavras.
- Eu estou namorando o xerife. – Disse o médico, e o agente ficou mais surpreso, pois a palavra namorando não combinava com Jensen. Ele nunca se considerou namorado de alguém, mas também Misha nunca o tinha visto apaixonado. – Eu estou apaixonado por ele, você não sabe o alívio que te dizer isso está me dando, pois parece que vou explodir com tantas emoções dentro de mim. – Jensen desatou a falar. – Eu não consigo me imaginar longe dele, eu quase tenho um ataque de ciúme ao ver ele com a Gen e meu coração ficou tão pequeno quando ele disse que não almoçaria comigo. Estou muito inseguro.
- Mas por que a tua insegurança, vocês não estão juntos? – Perguntou Misha. – O xerife sempre foi louco por ti.
- Você acha? – perguntou Jensen com um sorriso de esperança.
- Claro, não vê como ele me trata e não tem nada haver com o fato de eu ser do FBI. – Disse Misha tocando na mão do amigo. – Você não contou para ele que você é do FBI também, certo?
- Ainda não, mas o problema é... Você acha então que ele vai ficar comigo, sem eu ser o passivo? – Perguntou Jensen mordendo os lábios. Esse assunto o envergonhava, mesmo com o moreno sendo seu melhor amigo.
- Não acredito! Mesmo apaixonado, desejando a pessoa, você continua um cretino homofóbico? – Perguntou Misha balançado a cabeça. – Eu não ficaria, pelo simples fato que não importa quem fica por cima ou quem fica por baixo. É uma questão de confiança, entrega... Eu não ficaria com ninguém pela metade. Como o relacionamento entre vocês pode durar, se você tem vergonha de estarem juntos, do que pode rolar entre quatro paredes?
- Eu não tenho vergonha! – Disse Jensen se defendendo.
- Não? Então por que está cheio de não me toques? Se fosse possível andaria de mãos dadas com ele no meio da praça? Ligaria para teus amigos mais próximos e diria que finalmente se apaixonou? Ligaria para a tua família? – Perguntou Misha se colocando de pé olhando dentro dos olhos do amigo. – Não perca a pessoa que você ama, por causa de convenções que foram impostas, sem levar em consideração os sentimentos verdadeiros. – O Agente suspirou. – Ver você, se dizendo apaixonado... Mas a tua preocupação agora é em ser o passivo ou não, quando têm outras bem piores quando se está em uma relação igual a essa. – Misha se dirigiu a porta. – Quando essa frescura de quem fica por baixo acabar, e vocês resolverem realmente ficar juntos, estou do teu lado.
Jensen se despediu de Misha e ficou pensando em todas as palavras do moreno, a hora do almoço passou e não se deu conta, pois quando se tratava do xerife, suas necessidades como fome e sede, eram anuladas.
- Dr. Ackles? – Perguntou alguém batendo na porta.
- Entre. – Respondeu Jensen e Rose, a dona do restaurante, colocou a cabeça pela porta. – A senhora esta sentindo alguma coisa?
- Inveja! – Respondeu a senhora abrindo totalmente a porta.
- Inveja? – perguntou Jensen divertido.
- É faz tempo que ninguém cuida de mim. O xerife pediu que lhe trouxesse o almoço, com ordens expressas que apenas lhe deixasse na última colherada. Venha. Já servi sua comida na copa. – Falou Rose.
Jensen sorriu sem graça e seguiu a senhora, no caminho o telefone tocou.
- Oi, sem comer nada até essa hora! – Quando Jensen escutou a voz de Jared do outro lado da linha, seu coração disparou, e um sorriso bobo surgiu no rosto. – Te quero forte e bem alimentado.
- Pode deixar mamãe! – Respondeu Jensen.
- Mamãe? – Jared gargalhou, e Jensen sorriu mais ainda ao imaginar o xerife rindo, jogando a cabeça para trás, mostrando as covinhas e depois tirando o cabelo da testa. – Vou te buscar às cinco, esteja livre.
- Ok. Beijos. – Disse Jensen desligando e sentando a mesa com uma sorridente Rose na sua frente. – Era a minha mãe.
- Eu sei. Geralmente a gente fica com essa cara de idiota apaixonado, quando falamos com a nossa mãe. - Disse Rose. – Vou lhe acompanhar, lá no restaurante não tive tempo, e assim ninguém come sozinho. – Jensen mordeu os lábios, mas não disse nada.
Conversaram sobre a cidade, Jensen descobriu que o marido da Rose foi o único missionário negro da história da religião local, e ele tinha muito orgulho disso. Fazia uns sete meses que se tornara viúva e um ano que tinha perdido um filho. Ele foi uma das vítimas do crime que ele estava trabalhando, Paul Bennet, a segunda vítima.
Descobriu que James, o noivo de Danneel, não voltou para a cidade por causa dela, e sim por causa de Paul. Eles iam embora da cidade juntos, mas uma semana antes James foi assassinado e Paul também, em menos de dois meses
-Meu marido não agüentou a dor da perda do filho. Quando ele descobriu a verdade sobre a homossexualidade de Paul, desejou que ele nunca tivesse nascido. Eu fiz tratamento para tê-lo, mas quando ele morreu a culpa e a tristeza consumiram meu marido. – Rose enxugou as lágrimas que rolavam por seu rosto. – Desculpe.
- Você é muito forte. Perder o marido e o filho, é difícil de agüentar, acho que eu ficaria chorando dia e noite. – Disse Jensen segurando a mão da mulher.
- É no meu caso só à noite. Viu? Gastei agora algumas lágrimas que eram para mais tarde. – Disse a senhora rindo. – Cuidado com você dois. – Disse a mulher.
- Está tão evidente assim? – Jensen pensou em negar, porém confiava na mulher.
- Pelos olhares que trocam durante os almoços, conversando em silêncio... Apenas um cego não veria. E agora com essa atenção que o xerife lhe deu e a sua expressão ao falar com ele, para mim foi uma confirmação. Tenho medo por vocês, pois a inveja, o despeito, o preconceito, a intolerância não suporta ver um amor assim que transborda por todos os poros. E esse é o problema, pois é um amor que brilha, grita, aparece independente da vontade de seus protagonistas. – Falou Rose que se levantou para ir. – Vou rezar por vocês. – Disse acariciando o rosto de Jensen, que estava refletindo com as palavras da mulher e das novas informações que ela lhe deu. Precisava falar com Misha.
Quando o relógio marcou 5:00 h da tarde, Jensen estava tão ansioso que tomou um susto quando o telefone tocou.
- Oi loirão, tudo bem? – Perguntou Misha.
- Ah é você?
- Nunca me senti tão desprezado! Eu, seu melhor amigo, que estou aqui para guardar o seu traseiro. Por falar em traseiro, vai se encontrar com o xerife?
- Pra que você quer saber? – Perguntou Jensen impaciente para desligar. E também com a demora de Jared, ele estava atrasado dois minutos.
- Tenho que saber teus passos, esse é o meu trabalho ou já esqueceu?
- Desculpe, eu sei. Ele disse que viria me buscar às cinco, estou esperando.
- Credo, Jensen ele está atrasado três minutos, acho que ele vai te dar o fora! – Misha sabia que o loiro era impaciente e estava nervoso.
- Você acha? Mas por quê? – Disse Jensen colocando toda sua insegurança para fora. –Eu... - O médico foi interrompido por uma batida na porta, acompanhada da voz de Jared pedindo permissão para entrar. – Depois eu falo contigo. – E desligou o aparelho celular, sem dar chance de Misha responder alguma coisa. – Entra xerife.
Jared entrou, fechou a porta e sem pensar em nada andou em direção a Jensen, se sentou no colo do médico e lhe beijou.
- Também estava com saudade. – Disse Jensen assim que separaram suas bocas.
- É, e pelo visto tua saudade esta crescendo. – Disse Jared sorrindo, se levantando do colo de Jensen e logo em seguida puxou o loiro o deixando em pé. Mais uma vez o abraçou e beijo, era como se ele não conseguisse ficar sem sentir os lábios do loiro.
O telefone do Jensen tocou interrompendo o beijo. – Olha Dr. Ackles mantenha o GPS ligado, ouviu? – Era Misha.
- Claro Agente Collins. Tome mais uma vez o remédio e caso a diarréia não passe, amanhã venha tomar um soro aqui na clínica. – Falou Jensen rindo, e desligou o celular.
- OH! O que o agente Collins andou comendo? – Perguntou Jared rindo e fazendo careta.
- Ele eu não sei. – Disse Jensen puxando Jared pela cintura o fazendo sentir o quanto estava excitado.
- Por falar nisso, vamos antes que escureça. Avise que irá para a fazenda dos Willians, caso alguém pergunte. – Disse Jared, pois sabia que sua saída com Jensen da cidade poderia causar falatórios.
Jared pegou uma estrada de terra cravada no meio da mata. – Sei que estava escuro ontem quando viemos para a fazenda, mas o caminho está diferente. – Comentou Jensen encantado, agora que passavam por um túnel de árvores secular.
- Quem disse que estamos indo visitar Caroline Willians? Se considere raptado Dr.! – Disse Jared rindo.
- Devo ficar preocupado? – Perguntou Jensen querendo ser engraçado, mas ele estava ansioso, pois sabia o que isso significava.
- Depende, se você acha que ser seduzido até se entregar para mim, é motivo de preocupação, então deve. – A resposta de Jared confirmou suas suspeitas. – Vamos. – Disse Jared estacionando o carro numa espécie de clareira, a direita da estrada em que seguiam.
Jared puxou Jensen por um caminho na mata até uma pequena cabana, de madeira rústica, apenas com uma janela e uma porta. Devia ser de caça.
O xerife abriu a porta e colocou o loiro na frente dele o abraçando pela cintura. Da porta sem entrar, Jensen, olhou o ambiente e pensou "É hoje...". Então fechou os olhos e gemeu devido o beijo que Jared lhe depositava em seu pescoço, enquanto empurrava com o próprio corpo o loiro para dentro da cabana.
Nota: A Definição de bunda tipo pulinho, não é minha! É da Deany RS, a roubei de maneira descarada dos nossos emails trocados! Obrigada, gata! Ficou perfeita! A anja que uma definição para o Jared dela. Sei que para o nosso Jen é fácil! srsrsrsrs
