Nota Inicial: Os reviews do Nyah, irei responder depois, novo método! Srsrsrs Mas responderei todos, pois vocês são muito importantes para mim! Por isso estou correndo arranjando tempo, usando o chicote na anja e já viu! Srsr

J&J

A vontade de ligar para Jared era muita, mas não tinha coragem. E falar o que? Para o loiro a resolução já estava tomada. Não queria aquilo na sua vida e nem na do xerife, que ainda teria de se afastar da família. Essa decisão o sufocava, mas avaliando toda a situação era o melhor para os dois.

- Oi. – Falou Misha, entrando em seu consultório, que ainda se encontrava com a porta entreaberta. – Você está desprotegido por aqui. O que os missionários queriam com você? Os vi saindo daqui junto com a Danneel.

- Não vieram falar comigo. – Respondeu pensativo, olhando para o celular que se encontrava no meio da mesa.

Misha estranhou, mas não externou seu pensamento. Sua atenção foi focada para o visor do telefone, que piscava indicando várias chamadas não atendidas. Não precisava ver o número para saber de quem eram todas as ligações.

-Você...

- Não quero falar disso. – Cortou Jensen.

- Mas...

- A decisão já foi tomada, e é a melhor.

- Melhor pra quem?

- Para mim, para ele, para todo mundo...

- O problema é o resto do mundo...

- Misha! Qual a parte de 'não quero falar disso', que você não entendeu?

- Mas quem vai falar sou eu.

- Então fala! Mas fica sabendo que não vou ouvir. – Disse o médico com a voz um pouco alterada.

- Ótimo, pois preciso desabafar. – Falou Misha fechando os olhos e respirando fundo. – Jensen. Você é meu amigo há muito tempo. Vi você abandonando a medicina por causa de um problema pelo qual poderia lutar, porém saiu do campo de batalha, com medo do julgamento dos outros. E agora te vejo querer abrir mão de quem você ama...

- Eu não... – Jensen engoliu o final da frase sem conseguir terminar. Misha riu tristemente, mas teve certeza que o loiro amava o xerife, mesmo que o próprio Jensen não soubesse a intensidade desse amor.

- Termina a frase?

- Quem quer falar é você, termina o teu discurso, pois quero ir embora. – Disse Jensen com raiva, pois ele sabia que o moreno o conhecia muito bem. E iria mexer nas feridas, uma cicatrizada apenas por fora, mas que por dentro estava infeccionada, que era o seu sentimento por ter abandonado a medicina. E a outra recente, esse sentimento que tomava conta de todo o seu ser pelo xerife.

- Engraçado você querer negar que ama o xerife, quando confessou que estava apaixonado por ele...

- Mas como você mesmo disse: apaixonado, paixão acaba, e ai quando acabar? Destruir minha vida, a dele, por causa de um sentimento passageiro? – "Eu o amo tanto que não quero isso para a vida dele." Pensava Jensen se contradizendo.

Nesse momento percebeu que não era apenas por ele que agia desse modo, mas principalmente por Jared, que perderia tudo, até a família. - Não o Michael tem razão, não devo me estressar com a situação aqui envolvida, pois está não é a minha realidade, eu não sou gay.

- Gay! Pelo preconceito que carrega devia ser escrita com mais letras. O Michael é teu conselheiro agora?

- Eu sei que o cara pegou no teu pé por causa do Chris, mas ele é gente boa. Você não pode exigir que as pessoas aceitem certas coisas, cada qual tem a sua opinião. E além de tudo, ele é ligado a movimentos religiosos, para essas pessoas é mais difícil.

- Eu concordo sobre cada um ter a sua opinião, mas a agressão, o desrespeito, a humilhação, a busca de maneiras de prejudicar aquela pessoa, apenas por não aceitar uma situação que não prejudica e nem interessa a ninguém. – Misha olhava sério para o amigo, e estava disposto a contar o que fizeram com ele no FBI, mesmo que isso o fizesse desistir de vez do xerife. Sentia que era sua obrigação falar o que Jensen enfrentaria se assumisse essa relação, e principalmente soubesse com quem ele iria trabalhar.

- Certo, mas o Rosenbaum apenas se afastou, nunca o vi tirar nem uma piadinha sobre a tua relação com o Chris.

- É. Acredito que falta apenas a tua assinatura aí. – Disse Misha, jogando um envelope em direção ao loiro. – O Morgan foi o único que não assinou. Mas acredito que você pode ainda colocar o teu nome no final.

- Mas... – Jensen se calou. – Filhos da pu... – O loiro bateu na mesa depois de ver o conteúdo do envelope. – Eles não podem fazer isso, você é de longe um dos melhores agentes daquela agência. – Jensen mordia os lábios e passava a mão nos cabelos, estava inconformado.

- Ainda estou aqui por sua causa, esse é o meu último caso.

- Mas isso mostra que tenho razão. Que o problema não se resume apenas nessa cidade e sim em qualquer lugar. Se por acaso o Jared e eu decidimos ficar juntos, seremos julgados e condenados sem direito a defesa. – Disse Jensen, tremendo agora de raiva.

- Viu que o Tom assinou? – Misha riu. – Lembra que bêbado tentou te agarrar? Você teve de nocauteá-lo, e no outro dia, ele implorou pelo nosso silêncio. Poderíamos ter acabado com a pose de machão dele. Charles Malick? Salvei a vida dele várias vezes, fui testemunha quando ele sofreu um crime de racismo, ele me ligou para dizer que é negro por nascença e eu sou gay por que quero.

- Misha...

- Não terminei ainda. Quero chegar a quem encabeçou esse baixo assinado. – Disse Misha respirando fundo. – Michael, religioso, faz palestras em encontro de casais, falando sobre a importância da família. Mas quando eu tive um caso com uma mulher casada, me protegeu do marido indignado, e ainda chamou o cara de corno. Foi ele que redigiu o texto que acompanha as assinaturas, bem escrito, quase eu mesmo assino. – Misha deu um sorriso cínico.

- Cita alguns trechos da bíblia, e é o mesmo que o grupo de serial killer enfia na boca das vítimas. Se ele não vivesse tão distante, seria um provável suspeito; às vezes acredito que não conseguimos pegar os culpados pelos assassinatos, que ocorrem nessa região, por que os encarregados de investigar não se importam com quem está morrendo realmente.

- Aonde você quer chegar com esse discurso? – Jensen estava enojado com a atitude do departamento. Iria pedir transferência assim que voltasse, mas queria entender o amigo, pois sabia que o Misha era contra ele deixar o Jared. Porém os fatos apenas confirmavam que o certo era esquecer o xerife.

- Aonde eu quero chegar? – Misha focou seus olhos azuis nos verdes do amigo antes de responder. – Jensen, você quer abrir mão de ser feliz ao lado de quem ama... Me deixa terminar. – Falou Misha quando o médico tentou negar mais uma vez o seu amor. – Abrir. Mão. De. Quem. Ama. – Disse palavra por palavra sempre encarando o loiro. – Baseado em opiniões de pessoas ignorantes, hipócritas, que não se assumem, não se aceitam, que não sabem o que é amor, cheias de preconceitos, ódios, mas se colocam como pilares da sociedade. São essas pessoas que vão dizer o que é certo ou errado para tua vida? São elas que vão escolher com quem você vai acordar pela manhã, cujo critério será apenas se o sexo for diferente do teu? Pensa nisso. – Misha suspirou. – Enquanto você estiver nessa missão, independente de sua decisão, estarei te protegendo. Não confio em nenhuma dessas pessoas para isso, e você é muito caro para mim.

Jensen não falou nada, apenas ficou olhando para a porta que o amigo acabou de sair, em uma reação de raiva e revolta jogou tudo o que tinha em cima da mesa no chão, até o telefone. Quando foi juntá-lo o aparelho começou a tocar, era Jared, mas novamente não atendeu, não saberia o que dizer.

Jensen foi para casa mais cedo, quando chegou à rua algumas pessoas o olhavam atravessado quase com nojo, outras, principalmente as garotas, com decepção, um homem passou por ele e o empurrou, e depois lhe lançou um olhar de puro ódio.

Quando chegou em casa se deitou no sofá onde adormeceu com o Retalho deitado em seu peito, como se sentisse a dor de seu dono.

J&J

Jensen acordou com o barulho do telefone, viu que já tinha anoitecido. Era Misha ligando.

- Jensen, hora de trabalhar. Tom e Michael estão posicionados na floresta ao redor da cidade, nesse momento você poderia fazer a sua corrida noturna, até o bar da estrada, estarei por lá.

- Mas e o Matt?

- O Jeffrey acha que não é necessário, afinal não aconteceu nada com ele até agora, e que a isca é você.

- Misha queria entender como o Matt vive aqui, com essas pessoas tão agressivas?

- Jensen, as pessoas apenas desconfiam que o Matt seja gay. Os que têm certeza já se deitaram com ele, então não vão querer que ninguém saiba disso. Você assumiu e isso foi uma afronta pessoal. Vai te arrumar, que estou saindo.

- Ok.

Jensen tomou um banho colocou uma calça moletom preta, uma camiseta cinza e um abrigo preto com capuz e mangas compridas. Alimentou Retalho e respirou fundo antes de sair de casa, seria pedir muito que tudo acabasse nessa noite?

J&J

Não muito longe dali, cinco pessoas vestidas com túnicas negras e capuzes tão grandes que escondiam parcialmente os rostos delas.

- Parece que essa história com o Dr., nos ajudou. – Disse uma mulher.

- Jared ainda está viajando.

- Melhor para ele. Fica mais fácil.

- Ainda não concordo.

- Não vamos mais discutir essa situação, o plano continua o mesmo. Tem certeza que o Dr. não é gay?

- Tenho! Eu o ouvir falando ao telefone com o pai.

- Isso explica o fato de o agente Collins, sempre estar por perto.

- Mãe eu tenho as minhas dúvidas, desde o começo. Eles são tão próximos, as corridas noturnas sempre cheias de conversas e brincadeiras. Não sei, mas acho que se o Jake não tivesse chegado, naquele dia em que o peguei se masturbando no quarto do médico, eles teriam se beijado, pela demora em sair do carro. De qual quer maneira ficarei de olho.

- De certa maneira isso veio a calhar, deixa o FBI ficar tomando conta do médico. Enquanto isso continuaremos com a nossa missão. Chegou a hora.

- Meu querido vai dar tudo certo, esse é o caminho da salvação, o caminho da verdadeira felicidade.

- Eu sei. – Disse o homem abraçando-a. Enquanto outras três pessoas olhavam a cena e aguardavam a hora de agir.

J&J

- Oi, Dr. – Cumprimentou Alona, mas a garota estava séria, parecia preocupada.

- Vim beber a minha água, antes de voltar. – Disse Jensen sério, sem entender a atitude da loira.

- Dr. O senhor não devia ter vindo aqui. Principalmente sozinho. – Disse Helen lhe entregando a garrafa de água mineral.

- Por quê? – Perguntou pegando a garrafa.

- Olhe ao redor.

- Já olhei, desde que entrei. – Disse o médico que já tinha reparado nas caras pouco amigáveis dos mineiros. Misha estava sentado no fundo do bar e se preocupou com o amigo.

- Eu vou pedir que o agente Collins lhe leve para a casa. – Disse Helen.

- Não é necessário.

- Deixa de ser idiota. – Disse Jô. – Hoje não era uma noite para correr sem o xerife, mas espero que o agente seja suficiente para te proteger, desses brutamontes.

Ao ouvir a palavra xerife, Jensen mordeu os lábios, pois desde a conversa com Misha, tentou não pensar na situação, não era o momento.

- Já vou indo. – Disse Jensen ignorando o conselho das duas, mas ainda deu tempo para ouvir a Helen no telefone com o Jared.

- Xerife, onde você está? – Perguntava a mulher.

J&J

Quando Jensen se afastou um pouco do bar, se preparando para continuar a corrida um grupo de seis homens lhe cercaram.

- Não queremos lhe machucar. – Falou um dos homens. – Afinal você é mais bonito do que muitas mulheres. E essa boca deve fazer um boquete melhor do que qualquer uma. – Os outros riram Jensen respirou fundo, mordeu os lábios e com a cabeça meio baixa pelo canto dos olhos tentava acompanhar os movimentos de cada um.

- Hei! – Gritou Misha. – FBI.

- Cai fora agente, isso aqui não é briga. Vamos mostrar para o doutozinho o que é ter um homem de verdade, tenho certeza que ele vai gostar. – Respondeu o homem.

Um dos homens se aproximou tentando lhe agarrar, mas com um chute certeiro Jensen o deixou tonto. Aproveitando a surpresa dos outros, o loiro começou a distribuir golpes com os pés, eram passos de capoeira. Misha, que praticava Taekwondo, vendo a reação de Jensen correu para ajudar o loiro se perguntando onde estavam os idiotas que deveriam protegê-lo.

Apesar de serem seis, estavam conseguindo se proteger, mas alguns ouvindo a confusão do lado de fora resolveram também se meter na briga. Afinal não iam perder para um agente magrelo e uma bicha.

Um dos homens que saiu do bar pegou uma barra de ferro, e ia acertar Jensen que lutava com dois, quando um tiro se fez ouvir, acabando com a confusão.

- Dêem o fora daqui! Antes que mate alguns e prenda os outros! – Gritou Jared com um rifle na mão.

- A gente apenas queria ser divertir, o Dr. ia gostar.

- Fora! – Grito e engatilhou a arma.

Os homens olharam para Jensen e Misha, mas não fizeram nada. Respeitavam Jared. Apesar de não ter sido eleito, e sim indicado pelo missionário, e ser ainda muito novo, sua honestidade e seriedade tinha conquistado a comunidade. Por isso resolveram que era melhor não entrar em atrito.

- Vamos tomar mais algumas e depois ir embora. – Falou um dos homens. – Ei Dr., se mudar de idéia é só voltar.

Jensen respirou fundo. "Que vontade louca de me abrigar nos braços dele." – Pensou fechando os olhos.

- Vamos Dr. Vou lhe levar para casa. – Disse Jared. –"Que vontade de te colocar no colo e dizer que tudo vai ficar bem, apesar de não acreditar nisso". – Pensou.

- Não é necessário. – Disse Jensen recebendo um olhar interrogativo de Jared.

-E melhor você ir com o xerife, estará mais seguro. – Disse Misha.

- Não...

- Sem discussão, entra no carro. – Disse Jared interrompendo Jensen, que entrou no carro, contra a vontade.

- Você está bem? – Perguntou Jared assim que entraram no carro.

- Estou. – Respondeu Jensen sem olhar para ele.

- Que luta era aquela? – Perguntou Jared que tinha visto a forma que Jensen se movimentava. – Parecia uma dança, mas seus golpes eram bem fatais.

- Capoeira, é uma luta originada nas senzalas do Brasil na época da escravidão. – Disse Jensen satisfeito com o rumo da conversa. – Meu pai queria que praticássemos defesa pessoal, mas como todos queriam ser cirurgiões, pesquisamos algumas lutas em que os pés eram mais usados.

- Você é bom. – Disse Jared realmente admirado.

- Faltam apenas três cordões para eu ser mestre. – Disse Jensen com orgulho, mas durante todo o tempo o loiro não olhava para o Jared.

J&J

No meio da floresta um homem era carregado desacordado, e apesar disso sua boca estava amordaçada e seus pés e mãos amarrados.

Quando o grupo de cinco pessoas chegou a uma clareira perto do rio, colocaram o homem ajoelhado de frente a uma cruz de madeira. Desamarraram-lhe os pulsos, apenas para prendê-lo, agora de braços abertos, como se estivesse crucificado.

Após prepararem o fogo, acordaram o homem, pois ele era o convidado especial daquele ritual. Assustado não disse nem uma palavra, apenas soltou gemidos de dor ao sentir os cortes em seus pulsos. Ele não acreditava que aquilo estava acontecendo, parecia um sonho. Gritou quando sentiu sua pele queimar pelo ferro em brasa, e percebeu que o fim estava próximo.

Olhou em redor buscando reconhecer seus carrascos, que agora rezavam de mãos dadas, seus olhos se fixaram em alguém, sem acreditar. Pensou que deveria ser uma alucinação devido à perda do sangue.

- Peça perdão, pelos seus pecados. O Senhor está lhe dando essa chance de se redimir aos seus olhos. – Disse uma mulher que parecia ser o líder do grupo.

- Perdão Senhor, por querer viver o amor que colocaste em meu coração. – Estas foram suas últimas palavras, olhando para aquele que julgava ser a sua alucinação. Fechou os olhos, ainda sentiu sua boca sendo violada por um último beijo. Essa era a terceira vez que esse ato ocorria nesse ritual, por tanto todos permitiram esse despedida.

- O que é um corpo físico diante da salvação de duas almas. – A mulher falou colocando na boca da vítima o papel rasgado da bíblia com o versículo Lv 20:13. – Mas uma maldição foi quebrada aqui. Vamos orar.

- Coragem Irmão! – Foi a frase dita pelos outros quatro que passaram por um ser que apesar das palavras de salvação se sentia perdido, olhando o sangue se esvaindo do corpo que ali seria deixado.

- Por que não me sinto salvo? – Dizendo isso seguiu com os outros.

J&J

- Que droga! – Disse Jared quando os faróis iluminaram a casa de Jensen. O médico ficou sem reação ao ver a casa toda pichada e as vidraças quebradas.

Não compreendiam por que tanta violência apenas por que não concordavam com o gosto de outro. Saíram do carro e entraram na casa, perceberam que jogaram pelas vidraças quebradas fezes e urina, pelo fedor que invadiu as narinas de ambos.

Quando acenderam a luz viram um animal morto, próximo à janela. O coração de Jensen falhou uma batida.

J&J

N.A: Hoje guardei os comentários da minha beta apenas para mim, ela falou muito! Srsrsr. Mas estavam ótimos! Desculpem o erros!

Resposta a reviews tipo: La pérola.

Raquel Cullen
Já viu que a cidade não vai dar folga para o loirão!

Será que o amor entre eles vai sobreviver!
É se ela não der fim na menina! Ops1 pensamento maldoso.
Viu que o moreno largou tudo, para ver como o loiro estava e ele estava poderoso! E gostoso! Srsr Salvando o seu médico ou os mineiros que o loirão não é fácil! srsr
O Jensen tem duvida, mas no fundo sua preocupação é com o próprio Jared, isso ainda vai causar um pouco de confusão!
O fatos dos três term ouvido a conversa talvez tenha salvado o medico, pelo menos temporariamente!

Beijos

Oii!

Não fui muito rápida, mas estou menos devagar queria te responder !

Entra na fila para pegar esse lixo, é bom por que ele é reciclável, vamos ver o problema real do Jensen, no momento esse monumento está meio confuso, com todos os acontecimentos.

Quanto ao Jared o que ele pode falar? Bem por enquanto estou escrevendo tentando fazer o loiro sofrer, está tão difícil, não sei como certas pessoas conseguem?

Quanto a Senhora Blair é a vida imitando a arte , mas também cuidando de vinte criança e sem nenhum ser para aliviar a tensão! Srsrsr Só um sex shop mesmo.

Agra tem pessoas que estava realmente preocupada com a homossexualidade de Jensen, pois se o xerife ainda não tivesse pego o loirão, ia pegar! Srsrsrsr

Na verdade o Jensen como disse a minha anja foi muito bocudo, era para ser discreto!

Mas provocou todos na cidade, onde a hipocrisia comanda, com a ousadia de se declarar gay, mas se está ruim agora, vai piorar (Momento Pérola)srsrsrsr

Já viu quem é esse tal de Michael!

Tenho medo de parecer muito repetitivo, pois todos dois pais(Jensen Pirata e Jensen médico é o pai que queria pra os meus filhos! kkkkk) são demais, por causa desse medo quase excluo o Dean, pois apareceu depois, porém quem comanda a minha vida é a história, resolvi correr o risco, e continuo correndo! Por´m amo esses dois (Jenny e o Dean)
è pelo telefone é fácil ignorar o moreno, mas pessoalmente o Jared não vai dar muita folga!

O Roger sempre é maravilhoso, apenas em Pimenta ele pisou na bola! srsrs
Às vezes estamos tão confuso que não percebemos ao redor, e ele achava que estava só!

Está o xerife voltando para salvar o seu loirão( quero dizer o nosso loirão: meu e do Jared.

Elisete ()
O sofrimento do Jensen esta apenas começando! Por sorte ele tem amigos!
E Infelizmente se fosse apenas os homens do restaurantes, mas a cidade em si é homofóbica.
A Jenny vai sofrer, mas o pai do Jensen é um médico conceituado, é facil para ele conseguir.
As coisa agora vão acontecer de forma mais rápida! E intensa! Prepara o lenço!

Viu a cena do xerife chegando com i rifle, quando li o seu reviews, rir! Pois a cena já existia não naquele momento! Srsrs Mas ficou legal! srssr
A fic entra na curva para a reta final. Fiquei feliz em você ler o Belo e a fera, amo essas história!

Beijos no coração.

Jess Winchester

Repara que o loiro está com pensamento fixo em deixar o Jared, não somente para se proteger mas também para proteger o xerife, ele não sabe como lidar, ele ama e também não quer essa vida para ele.

Devia ter jogado a bomba! Viu o Misha sabe encarna, mas também sabe ser sério no momento certo, vamos ver ser o loiro reflete e desite de deixar o Jared! Espero!

O pai do Jensen é conceituado pode conseguir a guarda da menina, o problema será acha-la! Srssr

Ele perdôo o Jensen por ter abandonado a medicina, se gay é o de menos para ele. Quanto o pai do Jared!

Matar a Danneel entra na fila!

Não se preocupa que o seu desejo pode ser realizado, agora não sei se o moreno escapa! Ops... Se eu matá-lo considere-se culpada! Srsr

Obrigada por chegar aqui! E agora vamos ter que esperar, mas vou tentar de tudo para ser rápida fic entra na curva indo para a reta final...Eu acho!

Beijos amada no seu coração!