Cap-17

Quando Jensen acordou, a primeira coisa que sentiu foi o peso de Jared sobre seu corpo, ao abrir os olhos, enxergou os cabelos castanhos do xerife, cuja cabeça estava apoiada em seu peito.

– Me perdoa por pensar que poderia viver sem você. – Disse Jensen acariciando a cabeça de Jared.

– Mas é melhor você aprender a viver sem mim. – Essa declaração fez o coração de Jensen falhar uma batida e por ele preferia que tivesse parado de vez de bater. Nesse momento o xerife levantou a cabeça mostrando o rosto banhado em lágrimas, em um choro silencioso, mas nem por isso menos sentido.

- Por quê? – Foi o que conseguiu perguntar com um fio de voz.

- É o melhor.

- Pra quem?

- Pra nós dois. Você tem a sua vida lá fora, eu...

- Não. – Jensen o interrompeu e apesar do teor da conversa eles continuaram deitados, agora de lado, e um enxugava as lágrimas do outro, com a ponto dos dedos - Você é a minha vida, sei que essa frase é patética, clichê, ridícula, mas é a única que exprime a verdade.

- Eu não quero que você sofra.

- Por que eu sofreria com você? Por causa do seu pai? Da Genevieve? De sua mãe? Da cidade? Podemos...

- Não. – Disse Jared interrompendo. – Por esses problemas, meu pai, religião, sociedade, etc. Podemos lutar juntos. Mas tem um que mesmo você sendo um excelente médico não pode... Eu posso desenvolver a mesma doença da minha mãe.

- Pode desenvolver, mas não sabemos se vai. E se acontecer, posso cuidar de você, existem tratamentos, não curam, mas minimizam as consequências.

- Mas será muito sofrimento, eu vejo meu pai. Ele se tornou triste depois da doença de minha mãe, e esconde essa dor na amargura. Ele era sorridente, mais compreensivo... Não quero isso para você. – Jared tentou levantar, mas Jensen o segurou.

- Você acha que seu pai está arrependido de ter ficado com a sua mãe? – Perguntou Jensen olhando nos olhos de Jared, lhe segurando pelo ombro.

- Não, ele ama demais a minha mãe. – Respondeu o xerife.

- Então? Você acha que eu te deixaria? Que me arrependeria de ficar você? Qual a parte do 'Eu te amo', você ainda não entendeu, que eu demonstro agora mesmo. – Falou Jensen com a voz rouca e emocionada.

- Mas você vai sofrer quando me perder.

- E agora você saindo da minha vida eu não estou te perdendo? Não vou sofrer? Eu estou sofrendo apenas em pensar que posso não conseguir remover esse idéia maluca de me deixar, principalmente por um motivo incerto.

Jared foi vendo todos seus argumentos sendo derrubado um a um. Às vezes o loiro não usava muito a lógica, mas totalmente aceito pelo seu coração.

- Tudo bem, mas depois que eu tiver sem noção nenhuma do que acontece em minha volta, não reclama. – Disse Jared, na voz a preocupação com um futuro que talvez fosse sombrio.

- Mesmo que isso aconteça, e fique sem noção de nada, você sempre irá sentir o quanto te amo. Agora vamos tomar um banho. – Falou Jensen se levantando e puxando Jared para o banheiro.

Ficaram abraçados debaixo do chuveiro, deixando que a água lavasse as marcas das lágrimas, que cessaram de cair havia pouco tempo.

- Sabe que se você insistir nessa relação, logo terá de me dar banho todo dia. – Disse Jared quando Jensen começou a passar o sabonete pelo tórax musculoso do xerife1, demonstrando que a doença ainda era um fantasma entre eles.

- Ainda bem que você parou de usar argumentos para te deixar. Vê como eu fiquei só de pensar em te dar banho todos os dias. – Falou o loiro com a voz rouca e esfregando seu membro duro no corpo do moreno.

- Jensen você é tarado! – Disse Jared fingindo indignação, mas já excitado. – Não vai querer se aproveitar de uma pessoa doente.

- Um doente bonito e gostoso assim? Sempre. – Responde Jensen engolindo a água que bebia ao lamber o pescoço de Jared.

- Mas eu talvez não esteja tão bonito e nem tão gostoso. – Comentou Jared ainda triste.

- Mesmo feio você é lindo. – Disse o loiro lhe olhando nos olhos, com os braços em seus ombros e um sorriso de lado nos lábios.

- Como é isso? – Perguntou pela primeira vez sorrindo naquela manhã.

- Jared, eu te amo, e nada vai me fazer desistir de você. Então cala boca e me beija. – Disse o loiro e que foi prontamente atendido por Jared, que perdido nos lábios de Jensen se esqueceu do mundo e do futuro. Naquele momento só existia o loiro e o agora.

As mãos de ambos deslizavam com facilidade sobre a pele, Jared explorava o corpo de Jensen sem nenhuma restrição por parte do loiro. Sugava, mordia seus mamilos, apertava suas nádegas, brincava com sua intimidade lhe invadindo com a ponta dos dedos. Esfregava seu corpo no do loiro, que aceitava todos os carinhos, as únicas reclamações era quando o moreno interrompia as caricias para lhe olhar.

"Estou me sentindo abusado, mas eu quero é mais." Pensou o loiro. – Você vai ficar nesse jogo de me enlouquecer até quando? – Perguntou impaciente de desejo.

Em resposta o xerife virou o médico de encontro à parede e ficou esfregando o seu membro em suas nádegas, ameaçando penetrá-lo, e rindo com as reclamações do loiro quando não acontecia.

- Ai! Jared faz logo! Quero você bem fundo em mim. – Falou Jensen fazendo biquinho e jogando o corpo para trás.

- Hum! Quem te viu e quem te vê! Implora, você fica lindo implorando e fazendo beicinho. – Falou Jared rindo, que iniciou a penetração, mas interrompeu retirando seu membro para o desespero de Jensen.

"Você é lindo, gostoso, e nunca mais quero deixar de te ter dentro de mim, mas...". Pensou Jensen, enquanto em um movimento rápido saiu do domínio de Jared, trocando de posição.

- Ei! – Exclamou Jared surpreso ao ver-se prensado contra parede2.

- Muita conversa! - Sussurrou Jensen ao ouvido de Jared, enquanto lhe penetrava com um dos dedos o lubrificando com o sabonete liquido. – Quero ação. Calma, tigre3! – Falou quando Jared tentou sair do seu domínio.

Com carinho Jensen iniciou a penetração, um dos braços enlaçava o corpo de Jared e a outra mão lhe puxava os cabelos para poder beijá-lo, enquanto entrava e saia de dentro do moreno.

A cada estocada aumentava a velocidade, e com ela os gemidos de prazer que preenchiam todo o banheiro, o loiro agarrou o membro do xerife e começou a masturbá-lo no mesmo ritmo em que o penetrava e logo sentiu ele se derramar em suas mãos.

Em meios aos barulhos imorais que escapavam da boca de Jared no instante do gozo e mais as contrações pós gozo que lhe esmagavam o membro, fez Jensen chegar quase que imediatamente ao orgasmo inundando o interior do moreno.

Jared encostou-se à parede ainda com o loiro dentro dele, e Jensen o abraçava descansando a cabeça em suas costas, esperando a respiração de ambos voltarem ao normal.

J&J

- Por quê? Por que fizeram isso? – Gritava um homem.

- Meu amor, era necessário, meu dever é cuidar de você, em todos os sentidos, inclusive o espiritual. Você nunca ia deixá-lo! Ficariam os dois perdidos. Dessa maneira, os salvamos, mas infelizmente a vida física de um teve ser sacrificada. – O homem lhe olhava com se fosse louca.

- E você o matou para salvá-lo? – Perguntou para um rapaz, que estava encostado na parede.

- Claro! Por que seria então? – Respondeu o outro de maneira desafiante.

- Talvez por que ele sempre me amaria.

- Viu como a morte dele foi benéfica, três alma se salvaram! Vamos orar e agradecer a bondade divina.

- O senhor verá que assim será melhor. No começo dói muito, hoje vivo feliz e salvando novas almas. – Falou um rapaz que era o mais jovem do grupo.

Sua vontade era sair daquela sala e denunciar a todos, mas estava dividido, afinal era a sua família. Com esse pensamento se levantou e deu as mãos, e junto orou com os três, mas seu coração orava silenciosamente por aquele que tanto amava. Mas que morreu sem saber disso.

J&J

- Posso saber o que foi aquilo no banheiro? – Perguntou Jared, enquanto preparavam o café da manhã.

- Não sabe o que foi? Posso repetir até aprender. – Respondeu o loiro de um jeito bem sem vergonha, mordendo os lábios.

- Você sabe do que estou falando! – Respondeu Jared fazendo dengo ao receber um beijo molhado no pescoço.

- Você estava sendo muito mal comigo. – Respondeu Jensen espalhando beijos por seu pescoço e rosto.

- O leite! – Gritou Jared. Vendo o conteúdo da chaleira se derramar no fogão.

- Ontem você voltou apenas por minha causa? – Perguntou Jensen, enquanto tomavam café. Junto ao balcão da cozinha, sentados em bancos altos um de frente para outro, tão próximos que as pernas se tocavam.

- Fiquei quase louco quando você não me atendeu. Liguei para Rose e ela me contou, não consegui mais me concentrar. Errei todos os tiros e pedi para vir embora, o instrutor permitiu, pois me ele me conhece, sabe da minha capacidade e é meu amigo. Portanto para não me prejudicar me liberou, caso contrário eu viria mesmo sem permissão. Quando estava chegando a Hellen ligou, por sorte eu voltei a tempo de te salvar. E me tornei o teu herói. – Disse Jared rindo no final.

- Meu herói. – Falou Jensen abraçando Jared pelo pescoço lhe dando um selinho demorado.

- Mas que ideia foi essa de dizer que era gay em público, alto e em bom tom, para todos ouvirem e entenderem?

- Queria me livrar do assédio da Danneel. Em compensação agora tudo quanto é gay não assumido está querendo me agarrar. Aquele grupo de ontem a noite queria que eu fizesse um boquete neles.

- Infelizmente é verdade, todos os gays da cidade vão te querer. E o pior que você não sabe quem é ou não é, percebeu que não é fácil se assumir aqui? O grande exemplo está aqui na sua frente. – Completou Jared triste.

- Mas você pode me agarrar à hora que quiser. Sou todo teu. – Disse Jensen o abraçando.

- Sabe que salvei a reputação da tua boca. – Jared falou sorrindo.

- Como assim?

- Sua boca é a coisa mais perfeita do mundo, então o homem que olha para ela, hetero ou homo, deve pensar que um boquete dela, deve ser a oitava maravilha do mundo. Mal eles sabem que tem uns dentinhos afiados por trás dela, que são o terror. – Jared falou e sorriu ainda mais com a expressão indignada do Jensen.

- Magoou agora! – O loiro disse fazendo bico. - Em vez de reclamar, por que não me ensina? – Disse com a voz baixa e mais rouca que o normal. Mudando do estado magoado para o estado sedutor, pegou uma das mãos de Jared e com a ponta da língua lambeu um por um de seus dedos, fazendo o xerife gemer e lamber os lábios com a visão.

- Você não quer lamber um dedo enorme que tenho um pouco mais abaixo? – Perguntou o moreno lhe puxando em direção ao seu corpo o encaixando entre suas pernas.

- Tenho que aprender com um fininho e pequeno primeiro. – Respondeu colocando o dedo indicador todo na boca o sugando, sorriu quando sentiu as mãos de Jared lhe apertando a cintura com força.

- Não. – Gemeu o xerife. – Acho que você está pronto para o próximo estágio.

- Mais tarde xerife, mais tarde. – Falou o loiro, parando de sugar o dedo do Jared.

- A tua sorte ou azar é que, tenho horário para chegar, caso contrário, você iria fazer o teste agora. – Disse o Xerife entre os dentes e lhe apertando entre os braços mostrando o quanto estava excitado.

Jensen não voltou ao seu banco, ficou encaixado nos braços do namorado, e assim rindo terminaram o café, entre beijos, carícias, provocações e declarações de amor eterno.

J&J

Quando Jared estacionou o carro enfrente a clínica, Jensen ficou tenso. O xerife lhe apertou a mão tentando lhe passar segurança, e médico respirando fundo saiu do carro. Olhou ao redor algumas pessoas viraram a cara para ele, mas nenhuma agressão verbal.

Jared esperou Jensen entrar na clínica e deu a volta na praça estacionando do outro lado em frente a delegacia. Respirou fundo quando viu seu pai que o estava esperando, sabia que o pai ia reclamar por ter acolhido Jensen, mas não o esperava tão cedo.

- Vai ser no domingo que vai abraçar a cruz da volta? – Perguntou o missionário assim que entrou no gabinete do filho. – Acho que depois da celebração, podíamos fazer um almoço especial com a família Cortese. O que acha?

- Bom dia para o senhor também! – Jared estranhou o fato do pai, não comentar nada sobre o Jensen.

- Desculpa meu filho, mas estou muito feliz.

"Aproveite essa felicidade, por que é por pouco tempo." Pensou Jared, sem maldade, mas já estava decidido. Iria assumir sua relação com Jensen, porém antes tinha de falar com a mãe, para se despedir, pois ficaria muito tempo sem vê-la.

- Pai, eu vou esperar a cerimônia da sexta-feira. – Jensen detestava mentir para o pai.

- Tudo bem, e sobre o doutor Ackles, não gosto dele em sua casa, mas pelo que ele está fazendo por sua mãe, posso abrigá-lo. – Disse o missionário, fazendo Jensen rolar os olhos.

"Estava demorando." Pensou o xerife. – Pai, eu sei o que você pensa sobre os homossexuais. O doutor já está sofrendo muito com o que as pessoas da cidade estão fazendo, e tenho certeza que ele não se sentirá bem na sua casa. Não vejo problema ele ficar comigo, até por que o senhor sabe o risco de vida que ele está correndo. E nada de almoço com os Corteses, domingo. Apenas a nossa família. – Disse Jensen, que deu graças a Deus, por que ocorreu uma pequena briga nas minas e o chamaram. – Agora tenho de ir. – No caminho ligou para Jensen avisando-o que não estava na delegacia.

J&J

- Doutor Ackles. – Jensen se surpreendeu ao ouvir quem o chamava.

- O que foi Danneel? – Perguntou para a ruiva que colocava a cabeça pela abertura da porta do consultório.

- Quero te pedir desculpas. – Disse a ruiva entrando. – Apesar de não ser totalmente a minha culpa, você não tinha que gritar para toda cidade ouvir que era gay. – Completou rindo timidamente.

- Esquece isso. – De certa maneira a enfermeira tinha razão.

- Como prova do meu arrependimento, trouxe isso para você. – E Danneel estendeu um papel para Jensen, que identificou um endereço em Los Angeles. – É o endereço do orfanato para onde a Jenny foi transferida, você pode querer ir atrás dela. – A ruiva comentou como se não soubesse da intenção de Jensen. – Foi o Ian que me deu. Tive que fazer um joguinho de sedução4, mas valeu à pena.

- Jogo de sedução? – Perguntou Jensen curioso.

- Nada demais, apenas um sorriso a mais, um toque na mão. Mas não precisei fazer promessas que não poderei cumpri. Entende o que quero dizer? O Ian é o filho adotivo da . E a ajuda na administração do orfanato. – Explicou, como se o médico tivesse pedido. – Ele gosta de mim, mas não quero nada com ele. – Disse a ruiva, faceira.

- Devia dar uma chance para ele. – Respondeu Jensen estranhando a atitude da garota.

- Doutor! – Missouri entrou nervosa no consultório, interrompendo o curioso diálogo.

- O que foi? – Perguntou Jensen preocupado.

- Sua casa...

- Eu sei, uns idiotas acabaram com ela.

- Onde está o seu carro, onde estacionou?

- Na garagem; trancado.

- Estão querendo arrombá-la.

- O que? – Jensen se levantou e correu para a rua, mas parou junto à porta sem saber como ir até a sua casa que não era longe, mas teria de atravessar toda a cidade. Quando viu a camionete do bar da estrada correu para a rua, fazendo a Jô parar bruscamente.

- Quer morrer? – Gritou a garota, mas Jensen não ligou e entrou no carro pelo lado do passageiro.

- Me leva até em casa. – Pediu, e pelo seu jeito nervoso, Jô nem reclamou.

Ao chegar à casa uns moleques estava tentando arrombar a garagem, Jô jogou o carro para cima deles, que correram com medo.

- Você é louca! – Disse Jensen rindo descendo do carro.

- TPM! Estava louca para atropelar alguém! Você escapou! – Falou a garota rindo também descendo do carro5.

Jensen abriu a garagem e examinou o carro. – Ainda bem que a minha garota está legal. Caso contrário o xerife ia ter que me prender por assassinato.

- Era mais fácil ele fugir com você. – Disse a garota.

- Parece que esse segredo do Jared não é muito segredo. – Disse Jensen sério.

- Na verdade acredito que todos sabem, mas acharam melhor aceitar esse namoro sem graça com a Genevieve. E o que está acontecendo entre vocês dois, apenas não enxergam por que não querem. Vocês são tão discretos quanto um elefante cor de rosa. – Falou Jô sorrindo e tirando um sujo do cabelo de Jensen.

- Vou guardar meu carro na outra cidade, não quero colocar o Jared em encrenca, pois com certeza mato um. – Disse Jensen fazendo um carinho no nariz da garota e depositando um beijo no rosto dela em agradecimento.

- Bom dia, doutor! Menina Jô! – Disse o missionário Padalecki que caminhava pelos arredores.

- Bom dia! – Responderam os dois.

- Danificaram seu carro? – Perguntou Gerald.

- Não senhor! – Respondeu Jensen.

- Não concordo com a homossexualidade, mas acho um absurdo o que fizeram com a sua casa, vai ser difícil até encontrar alguém para consertá-la, mas vou tentar ajudá-lo. Dê lembranças para a sua mãe, Jô. – Disse o missionário.

- Obrigado. – respondeu Jensen surpreso.

- Esse é o mais cego de todos, ou não. Ele deve querer lhe ajudar, para você voltar para cá e sair da casa do Jared.

Na casa dos missionários...

- Para gay aquele médico, parece muito hetero, estava no maior carinho com a menina Harvelle. – Comentou Gerald com Lehen e Fuller.

- Então a Danneel, não está com sorte. Se não é para um rapaz, perde para uma desorientada. – Disse Fuller rindo. – Porém o senhor tem razão, ele não é gay. – E Fuller explicou a situação do Jensen.

- Por isso que o Jared está o protegendo. – Disse o missionário Padalecki, fazendo com que Fuller e Lehen olhassem um para o outro, como se dissesse: Quem sabe é isso mesmo.

- Onde está Pelegrino? – Perguntou Fuller.

- Parece que amanheceu indisposto. – Comentou Lehen. – Mas vamos começar a reunião. Na próxima turma de missionários, seu filho irá ingressar?

- Claro! E eu vou me aposentar. Ele vai assumir o meu lugar. – Informou Gerald.

- Tem certeza? – Perguntou Fuller com um sorriso cínico.

- Claro que eu tenho. – Respondeu sem se intimidar. Ele sabia o que Kurt pensava do seu filho, mas este nunca teve coragem de dizer claramente, apenas insinuava. Gerald queria o fazer engolir cada sorrisinho cínico, na ocasião do casamento de Jared.

J&J

- Xerife! Encontrei o carro do doutor abandonado aqui na rodovia, próximo ao Km 10. – Informou Chad pelo rádio.

Jared que estava chegando à delegacia ligou a sirene e deu meia volta no carro. Mesmo dirigindo em alta velocidade pegou o celular e ligou para Jensen, nas oito primeiras vezes tocou até cair na caixa postal. Já estava ligando a nona vez quando avistou a viatura de Chad. O carro de Jensen e outro carro que parecia ter batido no poste.

Jared respirou aliviado quando atenderam ao telefone, mas seu alívio durou pouco. Quando ouviu a voz de Chad que tinha atendido ao telefone de Jensen.

-Encontrei o telefone do doutor caído, estava no meio do mato, quase não o acho. – Informou Chad, assim que desceu da viatura e foi ao encontro do seu assistente.

Jared passava as mãos no cabelo desesperado, sem saber o que fazer. O telefone de Jensen tocou novamente e ele atendeu.

- Jensen onde você está, por que não atende a droga desse telefone? – Reclamou a voz do outro lado.

- Eu também quero saber onde ele está. Quem está falando? – Perguntou Jared.

- Agente Collins. – Disse Misha se identificando. – Quem é você? – Perguntou apenas por perguntar, pois sabia de quem se tratava.

- Xerife Padalecki. – Respondeu Jared achando estranho o jeito de Misha quando pensou que fosse o loiro no telefone.

- Onde você esta?

- Estou na rodovia, próximo ao Km 10, o carro do doutor está aqui abandonado. – Informou o xerife, na voz o desespero.

Misha's POV

O que aconteceu com esse loiro, ele nunca abandonaria o carro dele no meio da estrada. E esses idiotas que deveriam tomar conta dele? Mas se alguma coisa acontecer com o Jensen, eu vou matá-los pessoalmente.

- Onde vocês estão?

- Estamos dormindo.

- Dormindo? Tom, o Jensen sumiu. Vocês deviam estar de olho nele. Droga, seus incompetentes. – Não estendeu a conversa, desligou na cara do colega.

O morenão deve estar louco. Eu estou ficando louco. Jensen, Jensen. Onde você está? Meu amigo, que você esteja bem...

J&J J&J

Oi!

Todos preocupados com o Retalho e o pobre coitado crucificado no meio da mata nenhum palavra!
"Ele preferia que o médico lhe cortasse um pedaço do fígado sem anestesia", Pensei em você!
Verdade se o Jared fosse entrar em conflito naquele momento seria desgastante, mas quem sabe rola uma vingança ai!

O meu doutor estava triste, mas não é burro, apesar de ser loiro!

Não morre que essa história de casamento ainda vai render! Lagrimas, a vista!
Você esta muito infame! Uma cena linda e romântica, e você lembra da cauda! Mas por esse capitulo, você pode perceber que apesar da cauda cedida, ele não é muito paciente! srsrsrs
Ele é apertado sim! Me recurso a entra em mais detalhes!
Em termos de maldade, não tenho como te superar! Estou preocupada em como castigar os meus "Cereais a quilo!" srsrsrs

Mil Beijos!

Jess Winchester

"Ai garota, você quer ver eu morrer?" Nunca! Você tem "O professor" para acabar! Não sobreviveria sem aquelas aulas! Srsrsr Maldosa!

Também faço isso de conversas com os personagens, em minhas histórias, falo sozinha com cada um deles! Srsrsr Acho que iremos para o mesmo hospício!

Será que consiguirei segurar esse mistério até o penúltimo capitulo! Srsrsrsr

A Périola não acho que fui muito má! Por tanto terei que me aperfeiçoar! Vou aprender com vocês! srsrs
Eles ficarem separados é o maior erro, que ainda vão cometer! Ops Spopiler!srsrsrsrs(Risada maligna)
O Jen sofrer...! Nova risada maligna!Estou mais rápida viu! srsrsr

Raquel Cullen
O preconceito do dono do hotel foi horrível, mas que proporcionou coisa melhor para os dois, bem melhor! Srsrsr

Amei essa cena também! Queria rter mais jogo de palavras emocionantes nessa hora! Mas acho que ficou legal!

A doença do Jared , ou melhor, a doença da mãe dele era um fantasma que fez ele abrir mão de sua vida, resolveu morrer antes da morte, mas o que um loiro lindo não faz? Beijos…

Claro que aceito você de volta, estava quase indo te buscar! Apenas não sabia como! Srsrsrsrs Eu respondia assim para os meus sem cadastro, mas resolvir que é melhor dessa maneira, fica mais dinâmico.

Não sou eu que maltrato o Misha é a sociedade em geral, mas ele forte é supera, o Jensen é medroso apesar de tudo, abandonou a medicina, por cuasa das cobranças e das responsabilidades, mas agora com o encontro do amor de sua vida, isso pode mudar.
Viu como a Danneel foi boazinha agora! Srsrsrsrsr Sem nenhum interesse! Srsrsrsr. Você já elegeu os seus vilões? Será que acertou? Estou querendo uma aulas da Pérola, para saber como puni-los, acho que sou triste nesse caso! O que está mais me preocupando! Srsrsr

Eu estava preocupada com essa cena de amor deles, mas parece que agradou, a Alicia até escreveu um capitulo em uma fic dela, inspirada nessa entrega do Jensen, Sweet August (http: /WWW . /s/6431458/1/Sweet_August http:/ WWW . .br/historia/104642/Sweet_August), recomendo, fiquei boba.

O Jensen se entregou, dúvidas para ele acabou, o importante é ter o Jared ao seu lado, mas... Sem spoiller!

Eu sei Sol, que eu demoro, mas a culpa é da Pérola que acostuma o povo mal com atualizações rápidas! Kkkkkk Que cara de pau a minha! Srsrsr Porém eu preciso da minha anja, sem ao será um "poblema"! srsrsrs

Mas não some! Senão mandarei o FBI atrás de ti! E não será os Agente Collins e Ackles e sim os outros!

Beijos

Elisete

Se eu matasse o Retalho estaria morta nessas alturas, mas está o Retalho está salvo! Srsrsrs

O Jensen onde nunca deve sair dos braços do xerife, e graças ao dono do hotel, é aquela história, Deus fecah uma porta,mas abre uma janela, e nessa caso foi uma panorâmica! Srsrsrsr

Eu pensava que estava sendo má, porém ainda não fui, vou tentar com mais afinco! Tem apenas mais dois sofrimentos, básicos, que talvez queiram me matar, porém... sresrsr Sem Spoliler!

Obrigada e Beijos!

Notas de correção da beta: 1-(delícia!); 2-(tava bom demais pra ser verdade!)(Anja ama TopJared! Srsrsr); 3- (já percebi que você tem mania de chamar o Jay de tigre. Pq essa relação toda?) (Supernatural e UA se confundem na minha cabeça, Agora entende! srsrsr); 4-(juro, nem toda ruiva se acha assim ta?) Mas, sabe que nós temos de ser assim! Temos que nos acha! Caso contrário quem vai?srsrrsrsrss. 5-(adoro ela! Em todas as histórias! Me identifiquei tanto com ela nessa hora!)

NA.: Anja, fiz uns comentários dentro dos teus comentários! E uma coisa que havia esquecido, mas vale lembrar, erros, atrasos, maldades, culpa da minha Anja. Por tanto qualquer coisa, reclamem no seu perfil.

Escrevi a segunda parte de Em Crise, o café da manhã lembram? Se não lembram ou não sabem leiam!Com um abanador se for o caso! Bem! Escrevi a minha parte, cobrem da anja a parte dela! Srsrrs

Em Crise: http: / www. /s/6926974/1/Em_Crise http: /WWW ..br/historia/138141/Em_Crise