- Confirmei com o Dr. Ackles, o seu álibi. – Disse Hartley voltando para a sala de interrogatório. – Mas temos outras perguntas.

- Claro. Jensen está bem? – Perguntou preocupado.

- Está. Ninguém lhe arrancou as unhas para confessar. – Disse Hartley, rindo da preocupação do homem ali na sua frente, pois este deveria pensar um pouco nele. – O Dr. Ackles está lhe esperando lá fora. – Na verdade Jensen estava lhe observando através da vidraça. Sua vontade era tirar Jared daquele lugar, pois apesar do moreno aparentemente estar calmo, sabia que o namorado estava abalado.

- Xerife Padalecki, nós queremos chegar a uma conclusão do por que de seus pertences estarem naquela mata. E se possível descobrir quem possa tê-los colocado ali. – Falou Hartley.

- Isso seria perfeito. – Respondeu Jared.

- Você disse que não andava com esses objetos, mas onde eles estavam guardados?

- Na casa dos meus pais, no meu quarto.

- Tem certeza?

- Tenho. Quando me mudei, deixe para trás pequenos objetos, lembranças de escola e universidade. Levei apenas minhas roupas e meu carro.

- Certo. E esses objetos ficavam guardados em um lugar especial?

- Especial? Tipo uma caixa de lembranças?

- Sim.

- Não, no meu quarto há uma escrivaninha, devo tê-los colocados em alguma gaveta.

- Quem tem ou tinha o costume de freqüentar o seu quarto?

- Tenente, nem eu tenho o costume de reqüentar o meu quarto. Vou a minha casa apenas aos domingos. Isso quando meu pai permite.

- Então você não se dá bem com o seu pai?

- Não é bem isso. Eu me afastei do seio da religião, por isso saí de casa. Ainda posso ir lá por causa da minha mãe, caso contrário ele não permitiria. Até eu me integrar de novo a comunidade religiosa.

- Ele tem raiva de você?

- Não, digamos que ele se sente decepcionado, mas não chega a ter raiva.

- Seria possível que essa mágoa o fizesse colocar esses objetos na mata para lhe incriminar?

- Não! – Disse o Jared, pela primeira vez agitado. – Meu pai seria incapaz de matar alguém.

- Calma! Eu não disse isso. – Falou Hartley, se fazendo de desentendido.

- Tenente Hartley, posso ser um simples xerife do interior, mas sou um policial também, e sempre fiz meu dever de casa.

- Ok! Xerife, o seu pai é um suspeito independente de qualquer coisa, e você sabe disso. Todos os missionários de sua religião são suspeitos. Até você era suspeito, até o dia de hoje. Então a mágoa que seu pai tem de você, o faria buscar meio de incriminá-lo?

- Não, por que atrapalharia o plano que ele tem para mim. – Respondeu Jared.

- Plano?

- Eu tenho um prazo até sexta feira para abraçar a crença novamente, caso não faça isso serei renegado pela família. Nunca mais poderei ver a minha mãe.

- E seu relacionamento com o Dr. Ackles, como fica nessa história?

- Acho que isso somente interessa a mim e a ele.

- Desculpe, foi uma curiosidade. Pensei alto.

- Tenente Hartley. Posso dar a minha opinião?

- Claro.

- Eu não sei quem poderia ter pegado essas coisas no meu quarto, a minha casa é muito freqüentada, pois como missionário, meu pai recebe muitas pessoas lá. Mas se foi alguém da cidade, também não sei realmente qual era a intenção, por que todos sabiam que eu estava viajando e que não voltaria naquele dia.

- Todos sabiam de sua viagem?

- Iron é uma cidade pequena e quando o seu xerife vai se ausentar por dois dias seguidos, isso é anunciado com antecedência. Quando me afasto para realizar esses treinamentos, são dois dias. Voltei apenas por causa do Jensen.

- Você voltou por causa dos problemas que seu namorado passou durante o dia?

- Sim.

- Eu quem sabia dessa sua volta?

- A Rose, que me contou sobre os problemas de Jensen, a Hellen e a sua filha Jo, que pedir para ficarem de olho nele. São todas amigas nossas.

- Então plantaram uma pista na cena do crime, que seria derrubada facilmente.

- Isso, se não fosse pelo Jensen, eu estaria longe. Estaria voltando ou na quinta pela noite ou nesta madrugada.

- Certo xerife. Por hoje acabamos. Vou começar a organizar certos detalhes, mas, por favor, caso tenho alguma outra teoria, me procure. – Disse Hartley lhe entregando um cartão. – Você está livre.

- Claro. – Disse Jared se levantando.

J&J

- Jensen, nós vamos voltar para Iron, a essa hora da madrugada, em cima dessa coisa? – Perguntou Jared, segurando o capacete e olhando sem animo para a moto.

- Não! Vamos de moto até um hotel na saída da cidade, onde eles têm uma cabana construída no meio do lago. Eu aluguei por duas diárias, considerando que não voltaremos para Iron antes do almoço. Portanto liga para a delegacia de Iron e avisa o que aconteceu e que não tem condições de trabalhar amanhã. Ok? – Disse Jensen lhe entregando o telefone.

Jared falou com Chad que estava de plantão naquela madrugada e explicou toda a situação, e logo em seguida montou na moto abraçando o corpo de Jensen, além do necessário. Estava necessitando sentir o calor do loiro.

J&J

O chalé que Jensen alugou era composto de sala, dois quartos, cozinha e dois banheiros, um dentro de um dos quartos e outro para uso da casa. Era todo de madeira: piso, parede e forro. Foi construído no centro de um lago artificial e existia uma pequena ponte até a varanda, onde Jensen guardou a sua moto.

- É lindo. – Comentou Jared.

- É perfeito, aluguei por que, apesar de estarmos próximo a rodovia, o barulho dos carros não vão incomodar. – Jensen explicou enquanto cobria o assento da moto, pois o tempo prometia chuva.

- Isso parece uma cabana de lua de mel. A atendente não perguntou pela senhora Ackles?

- Não, por que essa cabana tem dois quartos. Foi ela que ofereceu quando disse que queria um quarto onde poderia dormir tranquilo até tarde, pois iria dormir tarde da madrugada. E como não queria problema expliquei que era para mim e um amigo. Então não corremos risco de sermos perturbados por nenhum louco. – Falou Jensen abrindo a porta da cabana.

- O que é isso? – Perguntou Jared, olhando para umas sacolas sobre a mesa da sala.

- Algumas coisas que precisarei. E cuecas. Não tinha como comprar roupas novas, mas as debaixo estão garantidas. E para dormir, acredito que não precisaremos de nada. Agora, vamos tomar banho.

Jensen guiou Jared até o quarto, onde começou a despi-lo, apenas para ajudá-lo, pois ele sabia que a cabeça do moreno estava fervilhando. Ele precisava era de carinho, o sexo teria lugar naquela noite, mas não naquele momento.

- Pronto! Agora pode ir tomar banho. – Disse Jensen respirando fundo para controlar o desejo, depois retirar toda a roupa do xerife.

- Você não vem?

- Vou sim. Me espera lá dentro. – falou Jensen observando o xerife, que estava com um ar abandonado e triste. – Não vou demorar. – Disse colocando as mãos no rosto do moreno lhe encarando os olhos e depositando um selinho em seus lábios.

J&J

Quando Jensen entrou no box do banheiro encontrou Jared de cabeça baixa em baixo do chuveiro, com carinho lhe abraçou. O xerife enfiou a cabeça na curva do pescoço do loiro e deixou cair livremente às lágrimas que estavam presas, desde que saíram da delegacia.

- Você quer conversar? – Perguntou Jensen, depois de sentir Jared mais calmo.

- Depois, vamos terminar esse banho primeiro. - Respondeu Jared.

Com carinho Jensen lhe ensaboou o peito, as pernas longas. Segurou seu membro entre as mãos e nesse momento Jensen lhe olhou com um sorriso tão safado que não resistiu e sorriu junto, começando a ficar duro. – Te acalma fica quieto que o negócio não é esse. Mais tarde. – Sussurrou o loiro.

Continuando o banho, lavou os cabelos castanhos, e virou o moreno espalhando o sabonete líquido pelas costas musculosas, descendo pelas nádegas, invadindo a fenda, fazendo o moreno gemer.

- É agora? – Perguntou o moreno entre gemidos.

- Não! Isso é apenas um banho inocente. – Respondeu rouco de desejo.

- Me avisa quando deixar de ser inocente. Ai. – Gemeu Jared ao sentir as pontas dos dedos de Jensen forçando sua entrada levemente.

- Desculpa! Força do habito. – Falou Jensen mordendo os lábios, para depois passar a língua sobre eles, com um brilho sem vergonha no rosto. Jared não resistindo à provocação, virou de frente para o loiro e abraçou o corpo amado, o beijando de maneira profunda.

Interrompendo o beijo começou a dar o banho no loiro, o abraçando por trás esfregando seu peito forte em suas costas e as mãos passeando sobre o seu peito. Jensen jogou a cabeça para trás encostando a cabeça nos ombros de Jared, olhos cerrados, com a boca entre aberta e respiração acelerada.

Jared virou o loiro de frente o prensando na parede, puxando seu cabelo curto, tomando posse de sua boca, enquanto Jensen juntava seus pênis em uma masturbação dupla. Com movimentos tão intensos que, logo, os dois chegaram ao orgasmo.

- Juro que era para ser apenas um banho inocente. – Falou Jensen ainda normalizando a respiração.

Sorrindo terminaram o banho, enrolado em uma toalha começou a ajudar o Jared a se enxugar.

- Jensen, eu estou bem. – Disse Jared, por causa dos cuidados do namorado.

- Eu sei, mas eu gosto de cuidar de você. Posso? – E o xerife se entregou para os carinhos do médico. – Adoro dormir com o barulho de chuva, agarradinho. Vai ser perfeito. – Comentando sobre a chuva que começava a cair.

Jensen aconchegou Jared em seus braços, mas o moreno não conseguia dormir. – Quer conversar? – Perguntou depois da terceira vez que o xerife mudou de lado na cama, passando por cima dele.

- Se foi o meu pai? Se estiver entre esses assassinos? – Falou Jared sem rodeios e colocou em voz alta seus temidos pensamentos.

- Você acha que seu pai pode ter colocado os seus objetos no local do crime? Podendo lhe prejudicar? – Perguntou o loiro mantendo o xerife deitado em seu peito e começou a enrolar os dedos nos cabelos compridos de Jared.

- Não para me prejudicar, mas para confundir, pois as evidências encontradas servem apenas para isso. Pois ele sabia que eu não voltaria naquele dia e que teria como me defender. – Disse Jared chegando à mesma conclusão de Jensen sobre as pistas falsas.

- Jared, eu não acredito que seu pai seja um assassino. – Falou com sinceridade. – Mas o conhece melhor do que eu. Você acha que o ódio dele pela homossexualidade é tão grande ao ponto de matar? – Nessa pergunta Jensen agiu como investigador que era e se sentiu culpado, pois sabia que para ele o xerife nunca mentiria.

- Não sei. Aconteceram muitas coisas com o meu pai, para ele ser o homem que é hoje. – Jared suspirou quando as mãos do loiro acariciaram a sua nuca.

- Que tipo de homem ele é hoje? – Continuou Jensen sempre fazendo carinho nos cabelos de Jared o relaxando e o incentivando a falar.

- Amargo, triste, intolerante e outros sinônimos. – Respondeu Jared triste.

- E como ele era antes?

- Vou te contar uma história. Meu pai antes de ser um missionário pertencia a tradição antiga da religião. – O loiro ficou surpreso com a revelação.

- E por que ele se converteu?

- Minha mãe. O pai dela apenas aceitava o casamento dos dois, se ele se tornasse um missionário na versão atual da religião. – Jared fechou os olhos e pensou que agora o seu pai estava fazendo a mesma coisa que o sogro fez.

A diferença era que ele ficaria sem o grande amor de sua vida, caso cedesse. - Assim ele começou a estudar e os costumes antigos foram substituídos por conceitos novos. A rigidez, as cobranças e todos os preconceitos com ela embutidos.

- Sei da rigidez da religião, mas foi apenas isso que transformou o teu pai?

- Não, de todos os missionários, meu pai era o menos rígido, resquício da religião mãe. Chegava a ser criticado, quando eu não quis seguir o mesmo destino de meu irmão, ele me deixou seguir o meu caminho. Todos acharam um absurdo, que eu me perderia, e a culpa seria dele, por não educar um filho como se deve. Ele ignorou e continuou me apoiando, mas aconteceu o pior...

- O que aconteceu? – Perguntou Jensen, depois que Jared fez um longo silêncio.

- A minha mãe adoeceu. Foi difícil saber o que ela tinha. E depois do diagnóstico, ele quase ficou louco. Não encontrou consolo junto aos amigos, questionou Deus, e a resposta que a religião deu, foi que ele errou, e isso era uma cobrança.

- Errou de que maneira?

- Errou ao me educar, por não manter a tradição. Filhos de missionários se tornam missionários. E quando voltei para a cidade por causa da minha mãe, meu pai pediu para que eu fosse para o seminário. Mas eu voltei para ficar o máximo de tempo com ela e agora ele queria que eu ficasse longe... Não aceitei, me candidatei ao cargo de xerife e ganhei. Apesar de desobedecer à igreja, ela me apoiou, o outro candidato não era da comunidade.

- Mas geralmente não é o filho que paga pelo pecado do pai? Na tua religião é ao contrário?

- Tanto na versão original como na nova, o pai e a mãe são responsáveis pela formação de caráter dos filhos. Então se erram nessa educação, são suscetíveis a penas e provações.

- Quer dizer que se eu matar alguém, meu pai é culpado?

- Sim, por que ele não te ensinou o valor de uma vida.

- Mas sou inocentado?

- Não, mas a culpa é dividida.

- Então seu pai se culpa e lhe culpa também pela doença de sua mãe?

- Ele tentou não culpar, até o momento em que os boatos começaram a ocorrer.

- Boatos?

- É, sobre o fato de eu ser gay. Ocorreu com a chegada de Chad. Nós namoramos quando estávamos na universidade, mas bem antes de voltar para Iron nós já tínhamos terminado. Porém ele não me esqueceu e quis tentar me conquistar.

- Não posso culpá-lo.

- Esta me apertando mais forte assim por causa de ciúmes? - Perguntou ao sentir a pressão dos braços do loiro aumentar. – Não precisa. – Jared suspirou profundamente antes de continuar. – Ele foi uma das vítimas desses assassinos.

- Quando os boatos começaram, o que seu pai fez?

- Eu estava afastado por não obedecê-lo, mas tudo bem. Porém quando a conversa surgiu, ele queria me obrigar a ir para o seminário.

Flash back

- Você vai sim seguir a nossa tradição. Precisamos de pastores, próxima semana uma nova turma será formada e seu nome já esta inscrito nela. – Disse o Sr. Padalecki exaltado.

- Eu não vou, se for para ficar longe de minha mãe, eu volto para a vida que abandonei. – Respondeu Jared no mesmo tom.

- Espero que sua vida não seja deitar com outros homens, como se eles fossem mulheres. – Falou seu pai aumentando a voz.

- E se for? – Desafiou Jared.

- Se for? Eu mesmo te amaldiçoo. – A resposta veio acompanhada de um tapa.

- Gerald! – Gritou Sharon que ainda podia se locomover.

- Esse maldito...

- Não fale assim do nosso filho. – Interrompeu Sharon.

- Ele pode ser culpado de tua doença. – Essas palavras em Jared doeram mais do que o tapa.

- Deixa de ser ridículo, ninguém é culpado pela minha doença e muito menos o Jared. – Disse indignada. – Venha meu filho, me ajude a voltar para o quarto.

- Jared, quero que saia dessa casa e volte aqui somente quando resolver obedecer ao teu pai e seguir com a tradição. – Falou o missionário. – Até esse dia não verá mais a tua mãe.

- Se o Jared for culpado da minha doença, você será culpado da minha morte, por separar o meu filho de mim. – Disse Sharon abraçada ao filho que apesar de ter quase dois metros de altura se encolhia em seus braços como se fosse uma criancinha.

Fim do Flash back.

- Nesse dia eu saí de casa. Meu pai, para não prejudicar minha mãe, inventou esses almoços aos domingos. Foi à época em que a Genevieve se ofereceu para ser a minha namorada. Aceitei, pois acalmou os ânimos do meu pai e o falatório do povo. Infelizmente depois de tudo isso Chad não desistiu, pois ele sabia que o meu relacionamento com a Gen era uma farsa. Eu deveria tê-lo mandado embora. Talvez estivesse vivo. Mas sabe o que ele fazia? Ia me visitar e às vezes eu cedia, por satisfação física. Isso o enchia de esperança.

- Em resumo: Seu pai se culpa pela sua criação, de repente pode ter começado esse extermínio, como uma forma de redenção?

- Prefiro pensar que meu pai cumpriria os outros mandamentos que nos ensina entre outras coisas a não matar. E ele está fazendo outra coisa para sua redenção.

- Que outras coisas?

- Tenho até a outra sexta para voltar ativamente para a igreja e me integrar a próxima turma e fazer parte do ministério. Mas domingo estarei esclarecendo tudo, inclusive meu relacionamento com você.

- Uau! Domingo agora? – Perguntou surpreso, parando de mexer nos cabelos do Jared.

- Algum problema? – Perguntou levantando a cabeça para olhar o namorado.

- Nenhum! Quero apenas dizer que estarei ao seu lado. - Respondeu o loiro lhe beijando.

- Acredito que teremos de ir embora da cidade. – Disse Jared baixando a vista e brincando com um dos mamilos de Jensen, enrolando entre os dedos.

- Se você passar a língua agora, eu vou para onde você quiser. – Disse rindo.

- Vai ser lindo. Os dois desempregados. Mas tenho umas economias que nos ajudarão nos primeiros momentos. – Disse o moreno.

- É. Acho que dinheiro é o que menos importa, o importante é que vamos ficar juntos. – Disse o loiro, sabendo que a partir de domingo estaria livre para falar sobre sua vida sem esconder nada do xerife.

- Jensen. Ficarei longe da minha mãe. E seu meu pai for culpado? – Falou Jared depois de um tempo perdido em seus pensamentos.

- Não fica assim, nós sempre daremos um jeito de você ver a sua mãe. E esquece isso de seu pai ser culpado. Como você disse se ele cumpre os deveres cristãos dele, não matar está incluído. Vamos tentar dormir agora? – Falou Jensen puxando Jared mais para junto do corpo dele.

Jared tentou ficar quieto para não atrapalhar o sono do médico, mas não conseguiu e passou para o outro lado. Jensen acordou, afinal uma montanha de músculos com quase dois metros sobre o seu corpo, passeando, não deixa ninguém dormir.

- Desculpa. – Pediu o xerife sem jeito.

- Olha, eu queria dormir inocentemente com você, mas acho que terei de mudar meus planos. – Disse Jensen com um sorriso sem vergonha no rosto.

- Sabe que esses teus conceitos de inocência, me deixam com pensamentos nada inocentes. – Falou o xerife, já beijando a boca de Jensen.

- Mas te controla, que qualquer coisa que farei é para seu próprio bem. – Disse o loiro interrompendo o beijo e saindo da cama.

Jensen voltou com um vidro de um óleo que passava na pele esquentava e que também servia de lubrificante íntimo.

- Inocente? Já veio preparado! – brincou Jared ao ver o óleo.

- Inocente sim! Despreparado nunca! – Disse sorrindo empurrando Jared para deitar novamente, pois o moreno estava sentado na cama. – Vou fazer uma massagem tailandesa em você. Se não dormir depois dela, acho que não dormirá nunca mais.

- Massagem tailandesa? Mas as massagistas não usam os seios para massagear? – Perguntou Jared sorrindo para Jensen que estava sentado passando óleo nos pés do xerife.

- Não tenho seios, mas não se preocupe vou compensar de outra maneira. – Disse Jensen passando a língua nos lábios, e dando um sorriso cheio de promessas.

J&J J&J

N.A.: Desculpem a demora a culpa é da minha beta! O que tenho de tempo, falta para ela! Srrsrs

Os erros todos exclusivamente dela! Beijos Anja!

Respostas do FF

Raquel Cullen
Ficou muito feliz em saber que ficará até o fim, sei que demorei dessa vez, mas o próximo espero que virá mais rápido.

Mark ou Ian, alguém ali não está com boas intensões, espero que o Matt esteja seguro, mas com Tom e Michael tenho as minhas dúvidas!

Maldade do Jensen, mas fazer o que, foi divertido! Srsrs

O loirão é decidido resolveu que ficará com o Jared e não importa, nesse capitulo você gostou do cuidado que ele tem com o xerife. Srsrsr

Obrigada outra vez por sempre está por aqui!

Mil beijinhos

Perola

Começando, está sendo injusta nem conseguir matar o Matt, aproveitei o pedido da Cristaltec e o deixei em coma e com risco, eu disse risco , em perder certos movimentos das mãos, sabe que isso graças ao seu comentário sobre o fato de cortar os pulso não mata! Dei uma pesquisada e realmente, a minha sorte é que eles abandonam a vitima no meio do mato, devem morrer de hipotermia! Srsrsrsr Isso serviu para o Matt ser salvo e não ficar forçado.

Tenho um amigo que queria provar a teoria de que se cortar os pulso não morre em mim. Amigão ele! Srssrs

A Danneel está sob suspeita, de uma as duas, ou ela mentiu ou o Ian faz teatro, será que a medusa falou a verdade? Srsrsr

Esse meu amigo comentou do Jensen: - Bicha má( Bordão do pânico na TV) srsrrs

Você viu nesse capitulo a história do pai do Jared com ele, vamos saber até que ponto o missionário Padalecki respeita as leis da bíblia.

E os dois tem até domingo para irem embora e serem felizes para sempre! Será? Srsrsrsr(risadinha macabra)

Matei o Paul, o companheiro do Ian em Diario do Vampiro, devia aproveitar e matar o Ian, mas a fic ainda não acabou podemos fazer novos sacrifícios! Srsrs

Acho que para o Jensen foi mais fácil assumir que é gay ali para os amigos do que para o Jared que está acostumado se esconder, mas agora a sorte está lançada, acredito que será fácil para o xerife confessar qualquer coisa depis da massagem tailandesa! Srsrsr Mas isso é apenas no próximo!

O fato do Jensen esconder certos segredo do Jared, vai dar pinico cheio! Olha o spoiller! Srsrs

Vi que faz um bom tempo que não atualizo END e você ainda está meio travada, mas sei que vai destravar, pensa no gêmeos do mal, aquele negócio de te como, te comi, te devoro... Air Suplay. Tudo de bom!

Esse men inos nos deixam loucos, fazem de tudo para parecerem somente amigos e depois destrói tudo em um episódio desse! Adooorrroooooo!

Você sabe que meu problema é tempo, quando não tenho muito, tenho muito pouco! Srsrsrsr Precisamos de você!

Esses dois estão a cada dia mais lindo juntos! Você devia tentar escrever um história sem crianças, eu tenho duas nas mãos com crianças e duas sem crianças!

Engraçado de todo isso que sou mais dastiel, agora Jensen e Jared juntos são insuperáveis, leio outros estilos, mas não consigo e nem me esforço em escrever. Até gosto do Jensen e Misha. Mas não aceito o Jared com ninguém. Não me pergunta por que!

Volta logo a ativa, estou tendo crise de abstinência!

Mil beijos!

Jess Winchester

Você gosta apenas que mate o Jared? Srsrsrsr

A Danneel e a genevieve são realmente suspeitas, mas ser´pa nem sempre os mais evidentes são os culpados!,

O Michael ainda vai aprontar que vão quere a cabeça dele! srsrs

Também gosto de decifrar mistério, nasci no mesmo dia da Aghata Crhistie, já vui a coisa né? Mas as peças será posta na mesa, mas os assassinos serão revelados no ultimo capitulo como uma boa história policial! Srsrs

Esse segredo do Jensen vai causar muitas lágrimas para ele! Domingo é a data limite! Srsr

Mil beijos, desculpa a demora!

Agora nos vamos brigar! Você que se esquece de mim!Bico com olhar de cachorrinho! (Aguenta Jared e Jensen juntos)

Eu sei que demoro, estou passando por um processo de excesso de tempo, acedita nisso, mas a minha Anja, tem o oposto do meu problema! Srsrsr

Mas te peço paciência, que essas fics será as ultimas a demorar assim as outras começaram a serem postadas quando estiverem completas, para não acontecer isso, me incomoda demais demorar assim!

O Misha é apaixonante mesmo um amigo maravilhoso, todos deveriam ter um igual, ele contribuiu muito mesmo para o Jensen ficar com o xerife se assumindo e cedendo a cauda(coisa da Pérola isso) srsrsr

Infelizmente o departamento está cheio de gente preconceituosa tanto que o Misha perdeu o emprego apesar de ser super competente, e imaginar que isso ocorre na vida real, só revolta!

Vamos ver o que realmente é o Ian para a Danneel! Srsrs

Agora percebeu como o loiro pensa no amado dele e no bem está sempre! rsrs

Obrigada pelo carinho de sempre! E continue firme apesar da minha demora!

Mil beijos!