- Viu? Deu tudo certo! Chegamos vivos e inteiros e não que esteja reclamando, mas já dá para me soltar. – Falou Jensen para um Jared amedrontado que o abraçava com mais força que o necessário.

- Espera deixa as minhas pernas pararem de tremer. – Disse Jared, fazendo Jensen rir.

- Tudo bem, pode ficar me agarrando o resto da vida que eu não me importo. – Respondeu o loiro. Recebendo um beijo na nuca de Jared.

J&J

- Jared, isso é ridículo, eu não vou. – Dizia Jensen, quando o moreno insistiu que ele deveria ir para a delegacia.

- Como eu vou tomar conta de você? – Falou Jared. – Não vou te deixar sozinho, e conversa encerrada.

- Tudo bem, mas em vez de ir com você, pede para o agente Collins ficar comigo. – Disse Jensen.

- Nunca. Não gosto do jeito que ele te olha. – Falou Jared fechando a cara.

- Como ele me olha? – Perguntou o loiro curioso.

- De uma maneira estranhamente carinhosa. – Disse Jared pensativo.

- Isso é ciúme, e sem fundamento.

- Com ou sem fundamento, vai ficar comigo, onde eu posso ficar de olho em você.

Contrariado Jensen se arrumou e seguiu com o namorado. Jared foi para o seu gabinete e colocou o loiro sentado em um sofá como se fosse um garotinho, ria por dentro pelo bico que este fazia.

- Estou me sentindo um aluno na sala do diretor. – Falou Jensen.

- Um aluno muito gostoso. – Disse Jared comendo o loiro com os olhos.

Jensen se manteve quieto por um tempo enquanto Jared resolvia alguns problemas administrativos, na delegacia estavam de plantão com Jared: Jake e Genevieve. O loiro pensou em umas ideias pervertidas, como ficar em baixo da mesa do xerife, abrir sua calça e mostrar o que aprendeu a fazer com a boca, mas a morena, vez ou outra entrava na sala sem bater, pois isso desistiu de colocá-las em prática.

Cansado de ficar parado o loiro acabou adormecendo, Jared que prevendo isso tinha levado dois cobertores, um ele colocou apoiando a cabeça do loiro e o outro o cobriu.

- Jared... – Genevieve entrou na sala e parou com a cena: Jared de joelhos olhando com tanto amor e carinho para o médico que sentiu seu coração doer, pois sabia que o moreno nunca lhe olharia dessa maneira. Mas se conformava em se casar com ele, e ficava feliz em saber que o médico não era gay.

- Oi. Ele dormiu. – Disse o moreno sem disfarçar seus sentimentos.

- Tem um chamado. – Informou a morena.

- Jake de olho no Dr. – Disse Jared saindo com Genevieve para atender uma briga de casal. Era um caso comum na região das minas.

J&J

Jensen estava dormindo quando escutou uns gemidos e quando abriu os olhos levou um grande susto que o deixou sem reação. Jake estava de joelhos se masturbando olhando para ele. Olhou para o cobertor que antes o cobria e agora estava no chão, expondo seu corpo.

- Desculpa Dr. – Disse Jake que no momento do flagra estava para alcançar o ápice e por isso não parou com o ato e gozou logo em seguida. – Perdoa Senhor esse pecador. – Pediu tentando recuperar o fôlego.

- Fora daqui. – Disse Jensen sem gritar, mas o tom era de indignação.

- Me desculpa. – Pediu novamente, depois da pequena oração de arrependimento, tentando tocá-lo.

- Não me toca. – Gritou Jensen. – Sai daqui antes que eu quebre a tua cara.

- Desculpa, por favor! – Pediu Jake que levantou deixando as calças caírem.

- Te veste e fora daqui agora. – Gritou novamente Jensen.

- A culpa é sua por ser tão irresistível, você induz o pecado. - Disse Jake que levantou as calças e sem desabotoá-la saiu do gabinete do xerife. Jensen não dormiu mais.

J&J

- Por que já está acordado? – Perguntou Jared assim que voltou do chamado.

- Perdi o sono. – Disse Jensen.

- Aconteceu alguma coisa? – Perguntou Jared.

- Não, nada. – Disse o loiro olhando para a porta que estava meio aberta e viu o olhar de Jake. O rapaz estava apavorado, mas quando Jensen não contou nada respirou aliviado.

- Daqui a pouco está umas broas de milho na Rose e tomaremos café em casa. O que acha? – Perguntou. – Tenho que trocar essa roupa. – O mineiro brigão, vomitou na hora da prisão e respingou na sua calça.

- Ótimo. – Disse Jensen sorrindo e resolvendo esquecer o ocorrido.

J&J

- Jared, acho que irei dormir um pouco, e mais tarde vou para a cidade e assim almoçamos juntos. – Falou Jensen, logo após tomarem o café.

- Jensen, eu não vou te deixar aqui sozinho, ainda mais dormindo. - Disse Jared, fazendo o loiro revirar os olhos. – Se está com sono, mando preparar uma cela na delegacia com uma cama bem macia.

- Ok. – Disse o loiro vendo que não ia adiantar discutir. – Mas eu vou na minha moto. – Disse Jensen, para Jared com a cara contrariada. Se ele soubesse não teriam voltado para a casa, mas a apesar de não estar muito sujo o cheiro do vomito o enojava.

- Jensen, por favor, vem comigo no carro, você não vai sair para lugar nenhum longe de mim. – Disse Jared.

- Xerife. – Falou o loiro pegando no rosto do moreno. – Eu sei que está preocupado comigo, mas não sou nenhuma donzela em perigo. – Concluiu meio irritado com aquela proteção em demasia, como se ele fosse à coisa mais frágil do mundo. Como macho alfa que sempre foi, não aceitava o papel de protegido.

- Donzela sei que não é desde daquela noite em que te deflorei. – Disse Jared rindo fazendo o loiro arregalar os olhos. – Mas perigo você corre. – Falou totalmente sério. – Agora, para o carro.

- Tudo bem. – Disse Jensen aparentemente concordando. "Vai esperando." – pensou o loiro caminhando para o carro, se dirigiu para a porta do carona e enrolou para entrar, e assim que Jared entrou no carro, o loiro montou na moto que estava daquele lado e saiu em disparada, Jared não teve reação pela surpresa.

J&J

Quando o xerife chegou à cidade o loiro estava estacionado do outro lado da praça enfrente a delegacia e olhou com desafio para o moreno. Jared ligou para o celular do médico.

- Jensen, eu não vou ficar correndo atrás de você, para de criancice. – Disse Jared pelo telefone, estava louco par dar umas palmadas no loiro.

- Jared, está de dia e não corro nenhum perigo agora. Até as pessoas da cidade, apenas me olham feio, mas sem agressão verbal e muito menos física. Relaxa, nada vai me acontecer. – Respondeu Jensen.

- Tudo bem, acho que estou exagerando, mas não some. E se puder fica comigo na delegacia. – Disse o moreno."Se eu pudesse te colocaria em uma redoma de vidro e você só sairia de lá para fazer amor comigo."

- Eu irei a minha casa e depois voltarei para a delegacia, ok? – Disse Jensen.

- Ok, não quer que eu vá com você? Apenas para te acompanhar, juro! – Disse Jared.

- Tudo bem, mais eu vou de moto. – Disse Jensen.

- Não te pediria diferente. – Falou Jared desanimado.

Para surpresa de Jensen existiam trabalhadores consertando e pintando a casa.

- Oi, Dr.! – Gritou um homem alto, loiro e forte. – Está gostando?

- Mas o que esta acontecendo aqui?- Perguntou o loiro curioso.

- Meu irmão contou tudo que fez pela mulher e o filho dele. – Disse um homem alto, loiro de cabelos até os ombros e uma barba rala, meio ruiva. – Isso é o mínimo que a nossa família pode fazer em agradecimento. – Jared teve vontade de socar Sales, era o nome do mineiro, pois os olhos azuis do homem olhavam para a boca de Jensen, como se o estivesse beijando.

- Não precisava. – Falou Jensen sorrindo.

- Precisava. Na noite do bar, fomos uns imbecis e no outro dia, você demonstrou que é mais homem do que muito que se vangloriam de ser, inclusive eu. – Falou Sales rindo, que não parava de examinar o rosto do loiro, e projetava seu corpo para frente, Jared estava vendo a hora que aquele brutamonte pulasse em cima do seu loiro.

- Então, obrigado. – Falou Jensen estendendo a mão para Sales que a segurou por mais tempo que o necessário, olhando nos olhos de Jensen com um sorriso convidativo nos lábios. O loiro retirou a mão e olhou para o xerife e viu que Jared percebeu as intenções do mineiro, pela cara de poucos amigos do moreno.

- Se quiser passar mais tarde para ver como está a obra. – Falou o homem insinuante – Acredito que a noite já esteja tudo certinho, e que dê para você dormir aqui.

- Oi. – A voz alegre de Jo salvou Sales de levar um soco de Jared naquela hora. – De quem é aquela máquina? – Perguntou a garota apontando para a moto de Jensen.

- Minha. – Falou o loiro.

- Uma coisa decente de pilotar. – Disse a garota. – Posso dar uma volta? – Pediu. – Até o bar, você vai comigo, por favor. – Jo olhava para Jensen e para a moto, parecia uma criança querendo um brinquedo.

- Ok. – Falou o loiro concordando. – Pelo menos alguém aqui aprecia uma obra de arte da velocidade. – Disse sorrindo para o xerife.

- Eu também gosto de andar de moto. – Disse Sales.

- Jensen... Digo Dr., é uma boa idéia? – Falou Jared querendo impedir de Jensen ir para longe dele.

- Não vejo risco algum, vamos Jo. – Disse Jensen que seguiu para a moto com uma saltitante e feliz loira. O médico sabia que o xerife não podia fazer nada naquele momento, porem sabia que quando se encontrassem novamente esse ato de fuga não ia ficar impune.

J&J

- Tem certeza que consegue conduzir essa moto? Não é muito pesada? Você não consegue nem apoiar as pernas direito. – Jensen falava para loira ao vê-la montada na moto.

- Claro que eu consigo. – Disse a loirinha teimosa.

- Estou quase arrependido. – Provocou Jensen. Riu ao ver a loira segurar firme o guidom e olhar de maneira suplicante. – Tudo bem, não é o olhar de cachorrinho abandonado do xerife, mas serve. – Disse o montou na moto, não abraçando a loira por trás, mas segurando em sua cintura.

J&J

- Se ele não tivesse afirmado com todas as letras que era gay, o olhando com a Jo agora, eu não acreditaria nisso. – Falou Sales, o homem estava tão concentrado no casal que não percebeu o olhar ciumento de Jared, e nem o loiro, pois se este tivesse percebido teria desistido de ir com a Jo.

"Eles fariam um belo casal." O pensamento de Jared naquele momento o traiu.

E não foi apenas o xerife que ficou enciumado ao ver o loiro montado atrás da Jo na moto. Se Danneel naquele momento tivesse uma arma teria abatido a loira quando os dois passaram por ela.

J&J

- Pronto, desejo realizado. – Disse Jensen assim que chegaram ao bar da estrada.

- Obrigada. – A loira o abraçou, depositando um beijo no rosto do loiro, o sonho dela era ter uma mota daquela, mas a mãe nunca deixaria.

- Missionário Padalecki. – Cumprimentou o pai de Jared que se encontrava conversando com a Helen.

- Gerald, esquece! Vocês não mandam no meu bar. Vendo o que eu quiser aqui, você era mais tolerante. – Disse Helen

- Minha tolerância foi a minha perdição. – Disse Gerald.

- Isso não existe. – Disse Helen.

- Não ouvirei uma descrente. – Falou Gerald. Este desde que a esposa ficou doente vinha tentando fazer com que a dona do bar deixasse de vender bebidas alcoólicas.

O telefone de Jensen tocou impedindo de a discussão continuar. – Oi, Mitch, saiu o resultado? – O loiro ficou ouvindo. – Imprimi, vou deixar para abrir o resultado com o xerife.

- Desculpa ouvir sua conversa, mas que resultado? – Perguntou curioso Gerald, afinal era sobre o Jared que falavam.

- O xerife resolveu fazer o exame e saber se pode ou não desenvolver a doença da mãe. – Explicou Jensen sem problemas, afinal Gerald era pai. – Vou buscar o resultado agora, em Regency. Helen deixa a Jo ir comigo?

- Tem apenas um capacete. – Disse a dona do bar não muito satisfeita.

- Eu tenho um. – Disse a loira que correu para pegar o seu capacete, tinha comprado com a esperança de um dia sua mãe permitir a compra de uma moto.

- Rosa choque? – Perguntou Jensen balançado a cabeça.

- Só tenho esse! – Disse a menina brincando.

- Que pena, mas será que não dá na minha cabeça. – Falou o loiro fazendo um bico engraçado, fazendo todos rirem inclusive o missionário Padalecki, que sentiu a esperança renovar. Se o médico casasse com a menina Harvelle, talvez fossem embora e aquele pedaço de pecado deixasse de existir. – Quem pilota sou eu. – Jo aceitou mesmo contrariada.

Jensen mandou apenas um torpedo para Jared dizendo o que ia fazer e tirou o telefone de área, para a raiva do xerife, apenas ligou quando chegou à cidade.

-Valeu por não me fazer ficar preocupado com você. – Foi a única coisa que Jared falou quando telefonou para o loiro, nem deixou Jensen falar.

- To ferrado. – Comentou em voz alta.

- Não se preocupe, você tem tudo para ele te perdoar. – Disse a loira dando uma leve palmada no médico.

- Hei! – Reclamou Jensen.

O loiro não quis abrir e nem saber o resultado, saberia junto com o Jared. Agradeceu ao Dr., que ofereceu tratamentos alternativos caso a doença se confirmasse.

Jensen resolveu saber do Matt.

- E o Matt? – Perguntou para Julie que continuava de guarda junto ao quarto onde o moreno continuava em coma.

- O acha que se ele acordar, recupera os movimentos das mãos, porém é uma incógnita o motivo do coma. Os dois amantes e suspeitos estão na sala de espera, não sabemos qual olhar que tem mais ódio pelo outro. – Disse Julie.

- E os idiotas? – Perguntou Jensen.

- Michael e Tom estão em Iron. – Falou Julie entortando a boca.

- Vamos Jensen, tenho que comprar um sapato. – Disse Jo que tinha ido atrás dele.

- Já vou, queria a penas saber informações do Matt. – Disse Jensen para a loira que virou de costa e foi embora.

- Nunca pensei em ver essa cena, Jensen amigo de uma mulher e indo comprar sapatos com ela, ninguém vai acreditar em mim. – Disse a ruiva rindo.

J&J

- Quem era? – Perguntou Jo.

- A agente responsável pela segurança de Matt. Por quê? – Falou Jensen curioso pela forma que Jo perguntou.

- Só faltou te engolir com os olhos. Ainda bem que o xerife não viu. Caso contrário era uma vez uma agente do FBI. – Disse Jo rindo.

Os passeios pelas sapatarias demoraram mais do que o previsto, Jensen comprou duas alianças em ouro branco com acabamento fosco e um pequeno filete em acabamento liso, e mandou gravar J2 e a data em que disseram "eu te amo" pela primeira vez. Daria a aliança quando fossem embora da cidade.

Os dois almoçaram em Regency e seguiram viagem. Jensen foi direto para casa de Jared, quando chegou por lá, mandou outro torpedo para o xerife avisando de sua chegada.

- Isso é tudo uma covardia? – Perguntou Jared, ligando logo que recebeu a mensagem do loiro.

- Pensei que não quisesse falar comigo. – Disse Jensen, não querendo brigar.

- Por que não veio para a delegacia? – Perguntou o moreno.

- Estou cansado, não dormir direito à noite. – Respondeu Jensen. – E peguei um pouco de chuva no caminho.

- Tranca toda a casa, tenho que resolver algo. Vou mandar o Jake ficar com você. – Disse o xerife.

- Não. – Disse Jensen de modo brusco.

- Por que não? – Perguntou Jared desconfiado, pela maneira rápida que Jensen falou.

- Por nada, apenas quero dormir sossegado e não vou conseguir sabendo que tem gente estranha em casa. "Seria melhor dizer estranho e tarado." – Pensou o loiro. – Faz o seguinte, tomarei banho e irei me encontrar com você. Tudo bem?

- Vou te esperar, não demora. – Disse Jared desligando.

- Sem beijos e nenhum eu te amo. – Disse Jensen olhando para o Retalho que estava em cima da cama. – Vou ter que contorna a situação. Farei com prazer. – Falou sorrindo e fazendo um carinho na cabeça do gato e apenas ronronou para o dono.

Jensen foi tomar banho, mas realmente estava cansado e sem resistir resolveu deitar apenas um pouquinho e esticar o corpo, mas acabou adormecendo.

Jared desceu do carro furioso, pois Jensen o deixou esperando novamente e nem atendeu ao telefone, o deixando preocupado. Fora o ciúme da Jo, saber que a garota foi com ele para Regency não ajudou em nada. Principalmente por que seu pai passou na delegacia e disse que a minha Havelle fazia um belo par com o médico.

O xerife subiu pisando duro e abriu a porta do quarto pronto para a briga, mas a visão que teve o deixou sem fôlego e fez qualquer sentimento de raiva se esvair completamente.

Jensen estava deitado de bruços apenas de roupão azul, os braços abraçavam um travesseiro que apoiava a sua cabeça, no rosto uma expressão suave, onde pode analisar toda a beleza do namorado.

O roupão não era muito comprido e durante o sono subiu mais ainda deixando as pernas de Jensen de fora, cobrindo apenas o traseiro empinado, Jared lambeu os lábios com os pensamentos nada inocentes que começaram a surgir em sua mente.

"Retalho toma conta do nosso loiro." Pediu em pensamento para o gato que estava deitado no final das costas de Jensen, na cavidade que se formava por causa da bunda tipo pulinho do loiro.

O gato levantou a cabeça como se tivesse ouvido e o xerife desceu, ia tomar banho no banheiro em baixo, não ia acorda o loiro agora.

Jared voltou para o quarto de banho tomado, também estava cansado, mas o desejo falou mais alto. Colocou o Retalho para fora, que reclamou. – Tenho prioridade sobre aquele loiro. – Falou baixinho. –Desce que tem ração fresquinha e gostosa para você.

Jared pegou o lubrificante. – "Meu alimento predileto está ali, lindo e indefeso. Estou me sentindo tão mau. Chego até me arrepender das minhas intenções." O xerife deu um sorriso perverso ao olhar para o loiro. Desmentindo o seu pensamento de arrependimento.

Jared se aproximou da cama bem devagar e levantou o roupão expondo a bunda linda e provocante do loiro, passou a mão bem devagar sentindo a maciez , e sem pensar largou uma palmada com bastante força deixando a marca vermelha de seus dedos na brancura da pele.

- Ai. – Gritou o loiro de dor e susto. – Mas que porra é essa? – Perguntou e em resposta ganhou mais uma palmada forte.

- Mereceu por ser um menino mau e desobediente. – Disse Jared, rindo para a indignação do loiro que tentou se levantar, mas o xerife se colocou entre as pernas dele o empurrando contra o colchão.

- Jared eu não estou gostando dessa brincadeira. – Falou o loiro com raiva.

- Você passou o dia fazendo coisas que eu não gostei, e nem por isso vou te castigar além dessas duas palmadinhas leves. – Disse Jared sorrindo.

- Leves? Deve ter a marca dos teus dedos na minha bunda. – Falou o loiro indignado e tentando sair do domínio do xerife.

- Fica quietinho, você vai ganhar agora uma coisa bem gostosa. – Disse Jared, que com os dedos já com lubrificantes procurou a entrada do médico. – Relaxa para receber o teu prêmio mesmo não merecendo.

Puxou o loiro o deixando de quatro e como um dedo o penetrou. – Vou te preparar bem rapidinho, quem vai abrir o caminho mesmo será o Padapênis. – Disse colocando o segundo dedo.

-Você vai me castigar? – Perguntou Jensen com um pouco de medo, mas excitado com a expectativa.

- Falei que era prêmio, mas no final você decide. – Disse passando lubrificante em seu pênis e em Jensen de forma generosa, e o penetrou. O gel ajudou Jared escorregar para dentro do loiro, que reclamava de dor, mas se empurrava de encontro ao corpo do moreno. – Essa posição permite uma profundidade na penetração bem maior, sabia disso?

Jensen apenas balançou a cabeça, enquanto Jared ia vencendo a resistência do loiro.

- Acho que amanhã, não poderei nem sentar – Reclamou quando Jared enfiou com força o resto de seu membro fazendo loiro morder os lábios de dor, apenas um gemido fraco saiu de sua boca. – "Droga nunca fui masoquista, mas quase gozo, acho que vou começar a provocar esse xerife mais vezes." – Pensou, mas disse. – Eu não gosto assim. – Tentou ser firme, mas sua voz falhou de maneira considerável.

- Tem certeza? – Perguntou tirando e enfiando tudo de uma vez, fazendo o loiro gritar entre a dor e o prazer.

Jared o penetrou, mas não se mexeu. Apenas puxou o loiro o deixando de joelhos, e retirou o roupão que Jensen ainda vestia.

Totalmente preenchido e sentindo as mãos do xerife passeando pelo seu peito, abdômen, apertando seu membro tão duro que chegava a doer, o médico encostou a cabeça no ombro do xerife, oferecendo seus lábios tentadoramente entre abertos. O moreno não recusou a oferta e tomou posse daquela boca perfeita, penetrando-a com a língua.

Acariciando o corpo de Jensen sentindo os músculos perfeitos em suas mãos e a pele da costa do médico grudada em seu peito, tendo seu membro apertado e totalmente envolvido pelo corpo do loiro e sua boca aprisionada por aqueles lábios pornográficos, Jared não sabia mais se estava dominando ou se era dominado.

Jensen sugava a língua atrevida que invadiu sua boca, mexia seu corpo buscando satisfação, Jared no limite de sua insanidade, empurrou o loiro o deixando novamente na posição mais submissa que podia existir, de quatro.

Segurando na cintura do loiro, Jared o bombeava forte arrancando gritos e no fim das forças de ambos, gemidos e sussurros, entremeados de declarações de amor.

Juntos alcançaram o ápice, Jared caiu por cima do corpo de Jensen, mas virou de lado, ficando assim de conchinha.

- Mandão e metido a ser o macho alfa da relação. Eu pensei que você brigaria para não ficar de quatro. – Comentou Jared depois de recuperar o fôlego.

- Eu confio em você. – Falou o loiro enchendo o coração do xerife de alegria. E apertando ainda mais o loiro contra si, Jensen adormeceu seguido por Jared. - Prêmio. - Foi a ultima palavra do loiro.

J&J

Jensen acordou sentindo o corpo meio dolorido e febril. Lembrou que pegou chuva na estrada, acreditou que pegaria um resfriado, resolveu levantar e tomar um banho e tentou sair da cama sem acordar o moreno, tarefa impossível, pois o xerife lhe envolvia com as pernas e braços.

- Onde você pensa que vai? – Pergunto o xerife preguiçoso.

- Vou tomar um banho. – Respondeu o loiro.

- Então vamos tomar banhos juntos. – Disse o moreno.

- Você está muito mandão! – Brigou Jensen, mas não estava com raiva.

No banheiro o moreno percebeu que o loiro não estava muito normal. – O que você está sentindo? – Perguntou preocupado.

- Acho que vou ficar resfriado. – Disse.

- Então vamos terminar logo esse banho. – Disse Jared e assim foi feito.

Devidamente vestidos desceram para comer alguma coisa. Jared tinha trazido uma lasanha do restaurante da Rose. Durante o jantar faziam planos para o futuro, Jensen estava louco para dar a aliança para o moreno, porém se controlou. Mas vez ou outra olhava para estante, onde tinha escondido a caixa com as jóias.

- Jared aqui esta o exame. – Disse o loiro entregando o envelope para o xerife, quando foram para a sala. Estavam sentados no sofá um de frente para o outro.

- Você já abriu? – Perguntou olhando com medo para o envelope.

- Não. – Disse Jensen.

- O Dr. te disse qual era o resultado?

- Não quis saber. – Disse Jensen.

- Eu não vou abrir. – Falou Jared.

- O que tiver aqui, não muda nada entre a gente. – Disse Jensen. – Eu te amo.

- Abre você. – Falou Jared entregando o envelope para o loiro.

- Tem certeza? – O moreno apenas balançou a cabeça.

Jensen abriu a envelope e retirou uma pagina branca com os resultados, Jared olhava para aquele papel nas mãos do loiro como se fosse uma decisão judicial, onde o deixaria livre ou o condenaria a morte.

N.B.: Espero que a entrada de 2012 tenha sido maravilhosa e que as alegrias perdurem o resto do ano, não posso falar isso para os nossos personagens, mas...

Respostas aos reviews:

Raquel

O Misha mereceu essa forra coitado só preocupação e enchimento de saco.

Os amantes Mark e Ian ficaram no choro, os casais assumidos e apaixonados se amando! srsrrs

Acho muito fofo quando eles namoram, nem queira ver essa conversa, não será nada agradavel! prepara os lenços! srsrrs

Acredito que no proximo capitulo a verdade aparecerá!

Que o ano de 2012 seja maravilhoso para você e que continue por aqui comentando e lendo. Obrigada pela companhia em 2011.

Mil beijos!

Geise

Oi A conta é boa pois podemos ter uma comunicação mais direta! srsrs Mas sempre respondo os reviews por aqui no proximo capitulo! srsrrs

Obrigada por vi comentar e saber que acompanha e a a classifica como favorita me deixa muito feliz!

Espero recebe mais comentários, pode pedir pelo Jared, não sei se vou atender! srsrsr mas quem sabe!kkk

E agora a espera pelo 24 vai se terrivel, será que o Jared esta doente? A fic está na reta final, lagrimas e sangue rolarão!

Mil beijos!

Um 2012 maravilhoso!

Perola

Não acredito que te enganei! srsrsrsr Você acha que eu ia ferra o Misha, com o Jared para fazer isso? Sei que as pedradas para quem fizer mal ao Misha são certas, para o Jared temos algumas leitoras que amam o moreno de tal maneira que adoram maltratá-lo, mas não se preocupe logo ele estará sofrendo, pena que o meu loiro sofre por tabela! srssr

Achei também que o médico devia ter aberto logo o jogo! E aproveitava e pegava a cauda que estava ali prontinha! srsrsr Mas dessa vez quem cedeu a cauda e parece que esta gostando é o Jensen! srsrsrs

Essa fic esta cheia de lemon! As vezes exagero! srsrsr mas fazer o que, ate cortei alguns! srsrsr

Sabe que a tendência do Jared fazer besteira é de sangue/ Quase solto spoiler! srsrsrs

O rito de negação se acontecer você vai adorar!

Não falo nada sobre esse pinico que o Jensen fez, mas não é segredo que o problema não é por que esta cheio, o problema vai ser quando jogarem ele no ventilador! srsrrs Já viu... srsrrs

bem espero que o papai Noel tenha enchido as suas botinhas no nataL! Até que ele foi bonzinho comigo!

A fic esta na reta final! Estou sendo muito boazinha com a Julie, mas ainda há tempo para mudar! srsrsrsr Vou dar um jeitinho! Eu detestei ela ter pego o Dean e agora ela pegou o Jensen na minha fic, merece morrer! srsrsr

Obrigada por esse ano maravilhoso! Com as suas histórias e os comentários na minha(isso ficou meio estranho) srrsrs

Você pode ser chata! Eu que tenho de criar vergonha na cara! srsrs

Mil beijos!