Qualquer troca de nome me perdoem, aconteceu de novo a troca de nome, e digo com a consciência limpa que não é minha culpa, simplesmente acontecem. Quem tiver uma idéia, me ajude!
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- Vou ter que arranjar outra desculpa para te dar banho pelo resto da vida. – Disse o loiro sério. – Deu negativo meu amor, pode tirar esse peso de seus ombros. – Falou abrindo um sorriso. Jared o classificaria como o sorriso mais lindo que o Jensen já deu, e o loiro diria o mesmo do moreno.
- Sério? – Jared sorria e chorava, abraçando Jensen e depois selou sua felicidade tomando posse da boca carnuda do namorado, em um longo beijo apaixonado e cheio de promessa.
-Jensen, nós vamos ter uma casa. Eu quero um cachorro, podemos ter um cachorro? – Perguntou Jared, ele estava eufórico. Fazia planos em cima de planos. – Vou voltar para a minha profissão. Tem idéia onde vamos morar?
- Califórnia. – Respondeu o loiro, pensando no hospital da família.
- Gosto da Califórnia, tem mar. – Jared caiu de joelhos no chão e agradeceu, demonstrando a sua religiosidade. – Obrigado meu Deus, tenho uma vida inteira pela frente! – Chorou um pouco mais, de pura felicidade.
Mais calmo sentou no sofá e puxou o loiro para o seu colo. – Jensen, podem ser dois cachorros? – O loiro riu.
- Jared, não é para mim que tem de pedir permissão para ter cachorros em nossa casa. Por mim tudo bem, mas tem alguém que não vai gostar. – Disse o loiro.
- Quem? – Perguntou confuso.
- O Retalho. – Respondeu Jensen, fazendo o gato que estava deitado na outra poltrona, levantar as orelhas. Jared riu. – E filhos?
- Filhos? Nunca pensei em ter filhos, primeiro por ser gay e depois por causa da doença de minha mãe. – Disse Jared.
- Mas você sabe que caso você não tenha os genes da doença, seus filhos também não terão. – Falou Jensen.
- Mas eu continuo gay e você não pode engravidar. – Disse o moreno rindo.
- E adotar? – Insistiu o loiro.
- Pode ser. – Falou o moreno beijando o médico.
"Falarei da Jenny depois, terei muitas coisas para contar ao Jared, espero que ele entenda". Pensou Jensen sentindo um frio no estômago.
Jared riu e se calou sonhando acordado com as coisas que ia realizar, e que por medo desistiu, seus sonhos. Ele sabia que era bobagem de sua parte, mas a doença de sua mãe, a ameaça de desenvolvê-la também, o fato de não poder ser quem era realmente, minou a sua força de correr atrás de seus sonhos e passou apenas a viver um dia de cada vez, sem fazer planos.
Porém com a entrada de Jensen em sua vida, tudo mudou, ele queria viver e viver muitos anos, realizar e compartilhar sonhos com o médico.
Jared ligou para o pai e deu a boa notícia. – Agora podemos pensar em seus filhos. – Disse o missionário antes de se despedir. O moreno pensou na missão que teria no outro dia.
O moreno sorriu ao ver que Jensen dormia, ia acordá-lo, mas lembrou que o loiro estava resfriado e mesmo sabendo que o médico detestava, o pegou no colo, meio jogado no ombro, pois era a maneira mais fácil de carregar Jensen.
Quando o loiro acordou, já estavam no meio da escada. – Jared me coloca no chão. – Disse Jensen compassadamente, porém a irritação estava presente na voz. – Eu já falei que não gosto de colo.
- Por quê? – Jared perguntou curioso. – Não vejo nada demais.
- Faz mal para a minha masculinidade. – Disse o loiro que agora subia a escadas com as próprias pernas.
- O que? – Perguntou Jared surpreso. – Ficar de quatro e pedir mais, não faz mal para a sua masculinidade?
- Não. – Disse o loiro rindo. – Jared, precisa ser muito macho para ficar de quatro para você, e ainda pedir mais. – Disse o loiro com um sorriso mais sem vergonha possível.
Jared sorriu balançando a cabeça e entraram abraçados no quarto. O moreno se deitou e aconchegou Jensen no peito, um pouco preocupado, pois o loiro estava febril.
Pensando na conversa que teria com o seu pai demorou a dormir, mas apesar de apreensivo, estava feliz, o futuro sorria para ele. E com esse sentimento de esperança adormeceu.
Jared acordou cedo e se arrumou para ir à igreja. Não quis acordar o loiro, ele ainda se encontrava febril. Fez o café e preparou umas torradas, colocou algumas frutas na mesa, deixou tudo pronto para quando Jensen acordasse.
Se despediu com um beijo, que o loiro correspondeu mesmo dormindo e reclamou quando o moreno separou a sua boca da dele. Com um edredom cobriu o corpo de Jensen o protegendo do frio.
Ligou para o Misha e pediu que viesse para proteger o médico, apesar do ciúme que tinha do agente, mas não podia deixar o loiro correndo nenhum risco principalmente fragilizado pela doença, apesar de ser apenas um resfriado.
- Bom dia agente, o Dr. Ackles está lá em cima, ainda dorme. – Disse Jared para Misha assim que este chegou. – Não pude chamar um dos meus homens, por que a guarnição é pequena, Chad está de plantão, Jake esta na igreja como manda a nossa religião. – Explicou Jared.
- Tudo bem! Compreendo, ficarei de olho no doutor. – Disse Misha. "E sem me masturbar". Pensou lembrando-se do que Jake fez, Jensen tinha contado para ele.
- Obrigado. – "Que seja apenas os olhos, se colocar as mãos..." Pensou Jared se despedindo.
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Jensen acordou se sentindo pior do que na noite anterior, se assustou quando viu Misha no quarto.
- Se o Jared te ver aqui, você é um homem morto. – Disse Jensen com a voz rouca e baixa, mas sorrindo.
- Estou aqui com aval do xerife. Você não está bem! Nem acordou com os meus gemidos, já bati duas te olhando.– Brincou o moreno.
- Nem me lembra daquela cena patética, aquele pau duro apontado para mim. – Falou Jensen revirando os olhos.
- Até parece que não gosta! – Disse o Misha bem sem vergonha.
- Aquele eu não gostei, lembrava o teu... Pequeno. – Disse Jensen entrando na brincadeira. – Cara essa conversa está muito gay. Parei. Meu corpo está todo dolorido.
- Vamos tomar café. O xerife deixou tudo arrumado para o seu amado. – Disse Jensen sorrindo.
Jensen se alimentou, tomou uma vitamina C, com antitérmicos e se deitou no sofá, não conseguia parar de pensar em Jared.
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Na hora em que o Missionário Fuller passou com a cruz na frente de Jared, o seu pai lhe olhou, mas o moreno não a abraçou. O Missionário Padalecki ficou chateado, mas não brigou com o filho, esperava que Jared cumprisse a sua palavra na próxima sexta-feira.
Durante o almoço com a família praticamente somente seu pai falava, fazia planos para o casamento e para a aposentadoria que ia acontecer quando Jared se formasse na missão.
- Pai, o marido da Meg, pode lhe substituir. – Jared sabia que o marido da irmã estava apenas esperando uma oportunidade.
- Fred, eu gosto muito de você, mas a minha vaga quero deixar para o meu filho. Jeffrey decidiu cumprir o seu destino longe de Iron. – Falou o missionário sorrindo para o genro. – Mas pelos boatos que ouvi, acredito que a sua hora está mais próxima que imagina.
- Que boatos pai? – Perguntou Meg.
– Que o Missionário Pelegrino tinha um caso com o engenheiro que foi encontrado quase morto na floresta. – Disse o Missionário.
- Mas isso todo mundo sabia, apenas fechavam os olhos. – Comentou Fred.
- Verdade, um absurdo. Homem se deitando com outro homem como se fosse um casal. – Disse o Gerald, Sharon olhou disfarçadamente para o filho, que encarou a mãe, em um pedido mudo.
- Jared, meu filho, me leva para o meu quarto. – Disse Sharon, que foi prontamente atendida pelo moreno.
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- O que você tem para me contar? – Perguntou Sharon assim que entrou no quarto. – Te sinto feliz e triste ao mesmo tempo.
- Eu estou feliz e triste ao mesmo tempo. – Disse Jared, que logo em seguida começou a contar para a mãe sobre o seu relacionamento com o médico.
- Começou naquele dia em que ele veio aqui, certo? – Perguntou sorrindo.
- Foi. – Respondeu o moreno também sorrindo.
- Eu sabia que aquele médico queria pegar o meu filhinho! – Disse Sharon deixando Jared vermelho.
- Mãe! – Falou o moreno.
- E agora? – perguntou Sharon.
- Nós vamos embora dessa cidade, ficaremos juntos, e é por isso que estou triste, não poderei lhe ver mais. – Disse Jared.
- Vai poder sim, talvez não de imediato. Mas com certeza teremos outros encontros. – Disse Sharon, aconchegando o filho em seus braços. – Para mim o que importa é que seja feliz.
Jared ficou no colo da mãe, por bastante tempo, não saberia quando poderia se abrigar no seio materno novamente.
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- Pai eu gostaria de conversar com o senhor. – Falou Jared na porta da biblioteca.
- Entre. – Disse Gerald.
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Jensen passou o dia sonolento e febril. – Misha, vou te dar uma receita e você vai comprar esses remédios, apenas o comprimido não está baixando a febre. Quero estar pelo menos um pouco mais esperto quando Jared chegar, sei que ele vai precisar de um ombro amigo e forte.
- Mas o xerife me mandou ficar de olho em você. – Disse Jensen rindo.
- Ele sabe que sou teimoso, vai logo antes que comece a chover outra vez. – Disse Jensen. – Vai de moto. E além do mais, aqueles idiotas não estão por aqui?
- Estão! No calor do carro. Queria ver a cara do Michael, se soubesse das preferências do Tom.
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Jensen se deitou no sofá e ficou ouvindo musica, pensando em seus planos para o futuro, já tinha enviado seu currículo para vários hospitais, inclusive para o da família, onde claro queria trabalhar.
Mas não queria usar o fato de ser filho de um dos donos para conseguir o emprego, ele sabia como funcionava a seleção, o currículo do médico ia para as mãos da diretoria sem os nomes que apenas depois eram revelados.
Claro que às vezes aconteciam umas preferências, mas Jensen pediu para sua amiga no departamento pessoal que isso não ocorresse com o ele.
O médico pensava na Jenny, sua irmã já tinha localizado e marcado uma reunião com a administradora do orfanato. Ela é que iria adotar a menina, e depois ele tentaria ficar com a guarda da criança, mas de qualquer maneira Jenny ficaria ao seu lado.
Os planos que faziam Jensen suspirar era sobre Jared, pegou a caixinha com as alianças e se sentou novamente no sofá, pensando em como faria o pedido, estava se imaginando-se de joelhos aos pés do moreno quando a porta abriu.
Jensen escondeu as alianças entre as almofadas do sofá e correu em direção ao xerife.
- Quem é você? – Perguntou Jared, no olhar raiva e dor. Jensen não soube dizer o que era maior.
- Quem sou eu? – Disse o loiro confuso, mas sabia que algo muito errado tinha acontecido.
- Devo chamá-lo de Dr. Ackles ou Agente Ackles? – Essas palavras saíram cuspidas cheias de desprezo da boca de Jared.
- Jared, deixa eu...
- Não quero mais ouvir as tuas mentiras. – Gritou o xerife.
- Você precisa me ouvir. – Pediu Jensen em desespero.
- Não quero te ouvir, não quero olhar para tua cara...
- Eu te amo! – Gritou Jensen.
- Ama? Você sabe o que é amor? Amor é confiança e você não confiou em mim e eu não confio mais em você! – Disse Jared gritando entre lágrimas.
- Eu... Eu ia te contar. – Disse Jensen gaguejando também entre lágrimas.
- Quando o caso fosse resolvido? Você ia chegar e dizer 'Valeu xerife, foi bom o quanto durou, mas as garotas me esperam!' – Disse Jared com ironia.
- Não! – Gritou Jensen em desespero. – Eu ia contar agora, quando você voltasse.
- Por quê? Pra me convencer a ficar mais tempo? – Jared falava e Jensen balançava a cabeça negando. – Você ia partilhar o grande plano do FBI com um xerife caipira de uma cidade pequena? E assim ficaríamos até o caso ser resolvido, e depois o resultado seria o mesmo, você me abandonando.
- Jared...
- Poupe o seu fôlego. – Gritou. – Acabou esse plano de vocês não tem mais como dar certo, todos os suspeitos sabem quem é você! Quem corre risco é o teu amiguinho, Misha Collins. Ele deve esta feliz, vai poder experimentar o seu parceiro, que era hétero até o ultimo fio de cabelo, mas agora alargou novos horizontes. – A voz de Jared sempre cheia de desprezo.
- Me ouve, por favor... – Jensen implorava.
- Acabou, vai embora. – Jared agora falava cansado e cheio de dor. – Sai da minha casa, saia da minha vida...
- Não! Por favor. – Continuava pedindo Jensen.
- Não se aproxima de mim! Não quero te tocar nem que seja para quebrar a tua cara. – Disse Jared, quando Jensen tentou se aproximar, o loiro recuou diante de tanta raiva que sentiu vindo do moreno.
- Por favor... Eu me entreguei a você. – Disse Jensen.
- Claro, fazia parte do seu disfarce. – Falou Jared.
-Você não pode...
- Eu posso. Vocês do FBI pensam que nós da policia local somos incompetentes, tanto que nem procuraram esconder seus rastros como agente. Um contato mais influente e conseguiram toda a sua ficha. Mas por que se preocupar, quem estava morrendo eram apenas algumas bichinhas, párias da sociedade. – Jared fechou os olhos.
- Eu me apaixonar não fazia parte do disfarce. – Disse Jensen que sentia seu corpo tremer pelo desespero, pela dor e pela febre que o acompanhou durante o dia.
Ao ouvir as palavras do Jensen, fizeram Jared contrariar sua afirmação de não tocá-lo. Assim segurou o loiro pelo capuz do abrigo que vestia e o colocou para fora de sua casa. - Chega de mentiras! - Gritou, fechando a porta.
Escorado nela, se sentou no chão e deixou as lágrimas correrem livremente, tampando os ouvidos devidos as insistentes batidas na porta pelo loiro.
- Vai embora! – Gritava Jared.
- Por favor, me escuta. Eu te amo. – Repetiu o loiro também escorregando pelo outro lado da porta até ficar encolhido junto a porta, chorando baixinho e tentando se proteger do frio, que invadia sua roupa, uma calça de moletom, meias e um abrigo de mangas compridas e capuz.
As lembranças daquela tarde faziam a cabeça do xerife doer.
Flash Back
- Pai, eu queria... Queria... – Jared não sabia como começar o assunto.
- Jared, por favor, meu filho, assim você está me deixando nervoso. Fale logo. – Disse Gerald, já preocupado sentia que não vinha coisa boa.
- Pai, eu não vou me casar com a Genevieve. – Falou Jared.
- Por que, você tem outra pessoa? – perguntou o missionário.
- E nem ir para o seminário. – Completou.
- Jared... – O missionário sentou e ficou olhando para o filho esperando novas revelações.
- Eu irei embora da cidade... – Jared fez uma pausa e mordeu os lábios antes de completar. – Com o Jensen.
- Você esta me dizendo...
- Eu e o Jensen estamos juntos. – Falou Jared interrompendo o pai. – É por isso que ele está na minha casa, não apenas para protegê-lo. – Seu coração batia descompassado.
- Mas eu pensei que o Dr. Ackles fosse gay apenas por causa do disfarce. – O pai de Jared estava em choque. Ouvia boatos sobre a homossexualidade do filho, mas nunca foi confirmado e agora o próprio confessava e dizia que ia viver com outro homem.
- Disfarce? – perguntou Jared confuso.
- Sinto muito, mas os principais suspeitos, nós missionários, sabemos do disfarce do Dr. Ackles. – Falou o missionário. – Sei que eles podem até suspeitar que foi você que nos contou, mas descobrimos por acaso. E como Fuller tem uns conhecidos no alto escalão do FBI, foi difícil, mas não impossível de saber quem era esse doutor. Por isso não fiquei preocupado quando o acolheu, afinal você era o xerife.
- Não, o Jensen é um médico formado por Harvard. Ele realmente não era gay, mas se apaixonou por mim e nós vamos embora, seremos felizes juntos longe daqui... – Começou a falar na voz o desespero que ia tomando conta de sua alma, mas foi interrompido por seu pai.
- Você está me dizendo que não sabe que o Dr. Ackles é agente do FBI? – Perguntou Gerald. O xerife apenas balançava a cabeça. – Então o FBI também lhe usou. – Disse o missionário como se chegasse a uma conclusão óbvia. – Devem ter rido do xerife do interior que caiu direitinho na armadilha dos grandes agentes.
- Não! O Jensen se apaixonou por mim. – Repetiu Jared. – Nós vamos embora, teremos a nossa casa, criaremos dois cachorros...
- Cala a boca! Para de falar como uma garota casadoira! – Gritou Gerald lhe dando um tapa. – Ele te enganou! Se te amasse falaria quem ele era, confiaria em você. Se esse médico tivesse de casar com alguém daqui, não seria você e sim a menina Harvelle. – Quando Jared ouviu o ciúme foi tanto que transpareceu em seu olhar. – E você sabe disso.
- Não! Eu sei que ele me ama. – Falou Jared mais para ele mesmo do que para o pai.
- Para de ser cego, ele nunca te amaria. Ele gosta de mulher, e gosta muito. Tanto que em sua ficha existe uma observação de sua fraqueza: Mulheres. Foi motivo de riso e piada, por nós missionários, pensa um agente louco por mulheres ter que se disfarçar de gay, imagine a tortura. Você foi usado meu filho e ainda bem para ele que você não é dado ao sexo, senão ele teria de ir para a cama e assim manter o disfarce a salvo.
Jared desviou o olhar do pai e baixou a cabeça, e lágrimas grossas escorreram por seu rosto. – Ele disse que me amava. – Foi à única frase, que fez seu pai entender tudo o que tinha acontecido entre eles.
- Você o serviu como se fosse uma mulher? – Perguntou o pai dele gritando. – Fala maldito! – Gritou mais ainda o pai diante do silêncio de Jared. – Maldito! – E ensandecido retirou o cinto de sua cintura e começou a bater em Jared que caiu de joelhos, a dor das cipoadas que lhe atingiam as costas era menor do que a dor que lhe cortava a alma.
Gerald bateu no filho acertando o cinto de couro grosso por todo o seu corpo, até que percebeu que o mesmo estava encolhido no chão sem esboçar nenhuma reação. Apenas chorava abraçando o seu próprio corpo. Sem falar nada saiu da biblioteca deixando Jared sozinho com a sua consciência, pois ele ia consultar a sua, afinal tinha de saber onde erra tanto com o filho.
Fim do Flash back
- Acho que aconteceu alguma coisa. – Falou Tom para Michael. – O Jensen está do lado de fora. – Acho que devemos ir lá.
- Não, estamos disfarçados. De repente pode ser esse o momento, alguém pode vir atrás dele e pronto caso resolvido.
Tom se calou e uns 15 minutos depois ligou para o Misha, mesmo contra a vontade de Michael, avisando que Jensen estava do lado de fora da casa pegando chuva sem nenhuma proteção.
10 minutos se passaram quando um carro da policia local estacionou e Misha saiu de dentro dele com o seu sobretudo nas mãos. Não sabia o que estava ocorrendo, mas desconfiava.
- Pede para ele abrir a porta e me ouvir. – Disse Jensen fracamente para o amigo que o enrolava no sobretudo, e olhava preocupado para a situação do loiro.
- Depois você conversa com ele. – Falou Misha lhe apoiando e tentando o levar para o carro.
- Não tem de ser agora. – Dizia Jensen chorando. – Ele descobriu tudo. Explica para ele, por favor.
- Depois, agora você tem de se cuidar. – Insistia Misha que o levava com dificuldades para o carro, pois Jensen lutava para não se afastar de Jared.
- Mas ele precisa me ouvir, ele precisa acreditar que o amo. – Dizia o loiro com a respiração falhando.
- Ele vai acreditar, mas não agora. – Falou Jensen o deitando no banco traseiro da viatura. MIsha tinha requisitado o carro para Chad quando soube que aconteceu a Jensen.
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O médico tremia de tanto frio, seus lábios estavam roxos Misha o carregou para dentro da casa, agradecendo mentalmente o trabalho que os mineiros fizeram em deixá-la limpa e organizada.
- Jensen me ajuda. – pediu Misha tentando levá-lo para cima.
- O Jared consegue me carregar. – Falou o loiro que começou a chorar novamente.
- Você vai ganhar o colo dele novamente, mas agora precisa trocar essa roupa e se esquentar.
- Não! Acabou! Eu não vou nunca mais ganhar o colo dele. Eu não o terei mais junto de mim. Ele me expulsou de sua vida, ele não acredita que o amo. – Disse o loiro que foi escorregando pelos braços do amigo que não teve força para apará-lo. Não que o moreno fosse fraco, mas Jensen estava tão mole que parecia pesar mais do que realmente pesava.
Misha apenas o puxou da cabeceira até escada. Foi ao quarto pegou roupas e cobertores, retirou a roupa do amigo que apenas chorava. Em outra ocasião o loiro iria fazer gracinhas com o moreno, mas nesse momento, os olhos verdes do médico, estavam parados, mortos, como se estivessem cegos. Os únicos brilhos neles, eram das lágrimas que escorriam sem cessar.
Depois de deixar Jensen o mais quente possível, trocou de roupa também, ministrou a injeção que comprara com a receita do loiro e se deitou no chão junto ao amigo o abraçando-o junto ao peito, ninando-o ali, sem falar nada.
Sabia que nenhuma palavra serviria de consolo ou esperança naquele momento, adormeceu somente quando viu o médico ser vencido pelo sono, mas mesmo dormindo seu corpo estremecia em soluços de vez em quando.
Misha acordou com o amigo buscando respirar e queimando em febre. Desesperado ligou para Beaver, que recomendou compressas com água e álcool para diminuir a temperatura e aerossol por causa da falta de ar.
- Esta parecendo pneumonia. Vou chamar uma ambulância de Regency. – Disse Jim Beaver quando chegou e examinou o loiro, que ainda estava no chão.
- Misha, vem comigo, você não pode ficar na cidade, sozinho. – Disse Jensen com dificuldades, falando pela primeira vez depois de todo o acontecimento. – Perigo. – E o loiro teve uma crise de falta de ar.
Respondendo Reviews.
Jess Winchester
O Jared vai sofrer nos por tua culpa, pega, pega ela Pérola! srsrs Essa surra era para ele ter ficado em carne viva, mas como você já esta fazendo ele sofrer muito deixe a mão leve! E é o pai que esta batendo, surra de amor não doi. srsrs Você que disse isso!
Esse casal, Misha e Chris, é o predileto da Anja por isso sempre aparece nas minhas fic, mas devo dizer que ele combinam perfeitamente, eu gosto!
A Genevieve, não posso culpa-la ter um moreno desse do lado e não o querer, mas coitada concorrer com o Jensen? É entrar em campo já derrotado!
Pior essa cidade é cheia de enrustido! srsrsr mas com um loiro daquele até quem não é fica gay! srsrs
Mas o xerife tem de se acostumar quando temos um homem gostoso do lado temos que ter segurança caso contrário é briga para todo lado!
Como você adivinhou o Jared não aceitou bem a pequena mentira do Jensen, tanto drama? Não sei por que, eu já tinha perdoado e acabou! srsrsrsr EW agora estava com uma aliança enorme no dedo! srsrsr
Beijos linda obrigada por voltar e comentar e agora eu sei que esta ocupada, estudando, trabalhando, fico feliz e triste, pois sobra menos tempo para ler, comentar e principalmente escrever! Louca para ver o sequissio além tumulo! srsrsr Noiva cadaver para maiores de 18 anos! srsrs
Mil beijos!
OI!
Desculpa a demora! mas espero que ainda esteja ai!
Realmente a boca do Jensen pediu para ser beijada! E ele no completo... hum nem me fale! srsrrs
Todos felizes com o resultado do exame! Ninguém pode me chamar de malvada!
O Jared está bem... srsrsrrs
Mil beijos!
Geise
Apenas voc não que que o Jared seja humilhado e machucado, pois os outros vibram e pedem mais! srssr tinha gente torcendo para ter a doença!
Eu sempre tento agradar a todos, Jared sem doença, mas tem que sofrer uma surra basica e ficar sem o loiro, mas odeio, pois o meu loiro sofre com isso! srsrs
Não se preocupe com o tamanho o importante é o prazer que ele proporciona! srsrsr Desculpa pela piada infame, mas não resistir! srsrrsrs
Mil beijhos!
Perola!
Esepro que tenha gostado da surra, não foi mais por culpa da Jess, afinal ela matou o Jared, deixou o meu loiro uma massa de sofrimento! Ainda vou escrever uma fic com o Jared sofrendo, mas sem atingir o meu loiro! srsrsrs O que acha?
mas o sofrimento físico do Jared ainda não passou! srsrsr E acredito que ele não saia vivo dessa! srsr Será que eu consigo matá-lo? Posso tentar! E depois faço como você, e escrevo uma completando e deixando o loiro com ele!
Como sempre acho que o Jared fez uma tempestade em um copo de água, como ele faz isso joga aquele loirão na chuva e doente! Depois, dou uma surra nele, mas o problema é que o meu loiro sofre junto!
Meu loiro é irresistivelo, o Sales, o Jake! E outros... srsrsrsr
Esta acabando mesmo, acredito que talvez não chegue ao capitulo trinta!
tem mais um escrito e corrigido. Outro a ser corrigido, e mais um esquematizado, mas que na hora pode ser transforma em dois e o final que realmente não sei como vai ficar! srsrsr
Mil beijos e desculpa a demora! Cara vermelha! srsrs
Cantinho da beta:
(concordo, e mister padapênis também!) Quando o loiro diz que tem de ser macho para aguentar
(agente safado! Olha a brincadeira!) As brincadeira do Misha
(ai meu Jared... n]ao faz isso...) Quando Jared briga com o Jensen.
(tadinho do meu xerife descontrolado...) Isso que dá não confiar no seu taco
(quero bater no velho Padalecki, ai que raiva dele!) Quando o gerald bateu no xerife. entra na fila anja! srsrrs
(você é má até com ele coitado!) Sobre o fato do Jensen está doente, não aceito essas acusações! rsrsrs
