Cap-27

Dois anos depois...

Jensen geralmente não se entregava as lembranças, mas hoje fazia dois anos, daquele maldito dia.

Flash Back

- Jensen, você está desistindo do Jared. Você está com medo! – Dizia Misha que tinha ido atrás dele mesmo com ordens contra.

- Eu não estou com medo, ele é que está com medo de ficar comigo. Estou dando chance dele se decidir. – Retrucou o loiro.

- Vocês são dois covardes, do que você tem medo, dele não te amar? De não amá-lo? – Falou o amigo lhe segurando o ombro.

- Eu já disse que não estou com medo e eu o amo com todo o meu ser. – Disse Jensen indignado.

- Então luta por ele. – Disse o moreno.

- Como? Se ele não quer ficar comigo! – Disse o loiro passando as mãos nos cabelos desesperados. – Daqui algumas horas ele vai se casar. Por sinal quero ir embora antes disso acontecer.

- Jensen...

- Eu vou esperar, eu sei que ele vem atrás de mim. – Disse o loiro mais para ele mesmo do que para o amigo.

- Vai arriscar? Eu não arriscaria, o levava comigo nem que fosse amarrado. – Disse Misha. – Pensei que você fosse mais decidido. Sempre desistindo daquilo que ama.

- Às vezes é bom recuar, se eu não tivesse feito isso, nunca conheceria o Jared. De repente esse tempo vai tornar a relação mais forte, quando nos encontrarmos novamente. – Falou Jensen.

- Se isso te faz sentir melhor. – Disse Misha o ajudando a carregar as malas para o carro. – Ainda dá tempo, não o deixa casar. Vai atrás dele.

Jensen entrou no carro e foi seguido de perto pelo amigo que ia pilotando a moto. Quando passou na frente da igreja parou e achou estranho, duas cruzes de madeiras na frente do templo envolvidas por panos negros.

- Para um casamento igual ao do Jared essa decoração está perfeita. – Comentou com Misha quando este parou a moto ao seu lado.

- Verdade, e as pessoas não parecem vestidas para uma festa. – Falou o moreno, observando quem ia chegando. – O que elas trazem nas mãos, são pedras? Bolas de lama?

Eles seguiram mais a frente e estacionaram e foram falar com o Dr. Beaver que tinha acabado de chegar junto com a Rose.

- O que está acontecendo? – Perguntou Jensen ao médico.

- É uma cerimônia de Negação. – Respondeu Jim. – Na verdade eu a chamo de cerimônia da Libertação, apesar das pedradas.

- Pedradas? – Perguntou Jensen surpreso.

- Sim. Você está renegando a todos. Sua família, amigos, religião, Deus... Merece umas pedradas. – Falou ironicamente o velho médico.

- O missionário Pelegrino voltou de Regency? – Perguntou Misha.

- Voltou. – Confirmou Rose.

- Eu não vou ficar para ver esse absurdo. – Falou Jensen se preparando para ir embora.

- Eu aconselho você ficar. – Disse Rose lhe segurando o braço. Nesse momento os missionários e suas famílias saíram da igreja e se posicionaram um de frente para o outro formando um corredor, os pais de Jared também estavam presentes, eram os últimos.

Em seguida Mark Pelegrino surgiu na porta do templo e começou a retirar sua roupa peça por peça até ficar totalmente nu, depois de se despir caminhou pelo corredor formado pelos missionários a medida que ele andava, iam lhe virando as costas.

Assim que Pelegrino pisou na calçada os presentes começara a lhe atirar pedras e lama, o agora ex-missionário correu em direção a floresta que existia atrás da igreja para fugir da multidão que o agredia.

Jensen e Misha tentaram ir atrás para tentar defender e ajudar Pelegrino, pois consideraram isso um absurdo, mas foram impedidos por Rose e Jim. – Mark está com sorte esses abutres tem outra vítima para se deleitarem. – Disse o médico e nesse momento Jared apareceu na porta do templo.

Beaver segurou Jensen com força. – Deixa-o fazer o que tem de ser feito. – Lágrimas começaram a escorrer pelo rosto do loiro sem ele sentir, pois imaginar a humilhação que o moreno ia passar lhe quebrava a alma, principalmente por saber que seria por ele.

Jared ia tirando a roupa devagar e avistou Jensen sendo segurado por Jim, isso lhe deu a força que precisava para continuar, totalmente nu avançou pelo corredor humano.

- Não estaria mais triste se estivesse no teu enterro. – Disse o Sr. Padalecki antes de virar de costa, quando o filho parou na sua frente.

- Deus te abençoe. – falou a sua mãe sorrindo e Gerald voltou a cadeira de rodas de costa para o filho.

Quando Jared pisou na rua sentiu as primeiras pedradas sobre o seu corpo, uma acertou sua cabeça o deixando tonto, fazendo-o torcer o tornozelo ao tentar correr.

Caído junto a um poste na frente da igreja recebia as pedras e bolas de lama, tentava se proteger com os braços, mas a população se mostrava impiedosa, sentia em sua boca o gosto de sangue que escorria do ferimento no alto de sua cabeça.

De repente as pedras, paus que lhe atingiam pararam, pois seu corpo foi protegido por outro que lhe envolvia recebendo as agressões por ele, que logo cessaram com o barulho de um tiro dado para cima.

- O próximo não vai ser para cima. – A voz de Misha se vez ouvir no meio da pequena multidão.

Jensen retirou seu sobretudo e envolveu o corpo machucado de Jared, que apesar de esta sentido dor, sorria, mostrando seu sorriso de covinhas, fazendo o loiro sorrir também. Apesar do médico ter recebido algumas pedradas e bolas de lama e capim, não estava machucado.

- Me bota no chão. – Protestou Jared quando o Jensen lhe colocou por cima do ombro, o carregando como um bebê.

- Pensa que não tenho força? Fica quieto. – Falou carinhosamente e protegido por Misha e por Beaver. Jensen seguiu carregando Jared até o Impala.

Jim foi dirigindo o carro com Jensen no banco de trás apoiando Jared e Misha os seguiu na moto. Foram para a casa de Jared que era a mais isolada da cidade, para cuidar dos ferimentos do moreno.

- Você não devia ter feito isso. – Dizia o loiro que cuidava do ferimento maior na sua cabeça.

- Ai! Você preferia que eu casasse? – Disse o moreno fazendo cara de dor.

- Não! Mas em vez de passar por isso, podíamos ter saído da cidade. – Falou Jensen. – Acho que vai ter de levar ponto.

- Eu tinha de fechar o ciclo, era necessário. – Disse o moreno lhe olhando.

- Tudo bem, o importante é que você está aqui comigo. – Disse o médico pegando sua maleta de socorro, que tinha até anestesia local.

- Você vai ter que me amar para sempre. – Disse Jared. Jensen sorriu sentindo a fragilidade do moreno ali, que por ele abriu mão de tudo que conhecia.

- Só para sempre? Eu queria te amar para sempre e um pouquinho mais. Pode ser? – Disse o loiro enquanto aplicava a anestesia no moreno que reclamou de dor. – Pronto já vai passar. – Falou lhe dando um leve beijo. O loiro aplicou também um anti-inflamatório e analgésico.

Jim e Misha, apenas observavam os dois. O médico deixou que Jensen cuidasse sozinho de Jared, pois percebeu que ambos se perderam em um mundo apenas deles.

- Misha, me leva de volta para a cidade, acho que esses dois irão ficar bem. – Pediu Jim.

- Claro. Vou levar o Dr. Beaver até a cidade e depois estou voltando. – Avisou o agente, Jensen apenas sorriu concordando e continuou dando os pontos em Jared.

J&J

- Vou preparar o teu banho. – Disse Jensen indo na direção do banheiro. – Vem se apoia em mim. – Falou quando voltou. – A banheira está enchendo.

- Eu queria colo. – Falou Jared. E Jensen prontamente o atendeu, o jogando nos ombros novamente.

- Sabe que quando você me pega assim, me sinto como um saco de batatas. – Disse o moreno.

- Infelizmente você é grande demais para ser carregado como uma donzela indefesa, apesar de seu namorado ser grande e forte. – Falou o loiro o colocando em pé dentro da banheira e retirando o sobretudo, que ainda estava vestindo.

- Jensen, olha. – Pediu Jared que já estava sentado dentro da água. O loiro olhou e viu em suas mãos duas alianças, que reconheceu como eram as mesmas que tinha comprado. – Encontrei no sofá hoje de manhã, não sabia se ia poder voltar para casa, por isso estou com elas.

Jensen tirou as duas alianças que Jared usava e colocou uma no dedo. – Quer casar comigo? – Perguntou de joelhos, olhando para o moreno que sorria com lágrimas nos olhos.

- Eu aceito, mas que lugar para me pedir em casamento. – Disse Jared deixando Jensen colocar a aliança em seu dedo. – Estou todo quebrado.

- Não vejo melhor ocasião. Nu, dentro de uma banheira com sais perfumados, você está perfeito para receber um pedido de casamento. – Falou Jensen antes de tomar sua boca em um beijo calmo e apaixonado. – E eu vou te emendar, com todo amor.

Com carinho Jensen começou a limpar o corpo de Jared que soltava pequenos gemidos quando o loiro passava a mão em lugares machucados.

- Tenho vontade de matar cada um que se atreveu a machuca-lo. – Disse o loiro olhando com tristeza para uma mancha que começava a arroxear em seu ombro.

- Apesar de ter achar lindo com raiva, não fique assim, acabou. Agora estamos juntos e nada vai nos separar. – Disse Jared.

- É verdade. – Jensen o beijou rapidamente e recomeçou o banho. – Pelo que pude perceber seu tornozelo apenas torceu. – Falou examinando o pé de Jared. – Não vai precisar de bengala no dia do casamento.

Eles riam, se beijavam, conversavam em silêncio, Jensen lavava o corpo de Jared pela segunda vez, era evidente o quanto o loiro controlava o seu desejo.

- Acho que nunca mais vou precisar de banho. – Comentou Jared quando Jensen esfregava seu tórax pela terceira vez. – Eu estou sem dor. Acho que os remédios fizeram efeito. – Continuou. – Vê? – Jensen sorriu com o membro duro do moreno. – Vem, você precisa de um banho. – Chamou o moreno.

- Mas você esta machucado. – Argumentou Jensen com a voz rouca.

- Apenas nos extremos. – Falou, se referindo a cabeça quebrada e ao pé torcido. – O meio está em ótimo estado.

- Mas... – Jared interrompeu Jensen com um beijo.

- Eu preciso de você. Desde ontem. Apenas não te pedir, por achar que não tinha esse direito. Mas agora estamos noivos, vou te fazer um homem respeitável. – Disse Jared depois do beijo.

- Tudo bem, acho não vai fazer mal nenhum. – E começou a retirar a sua roupa.

"E pensar que esse loiro é todo meu." Pensava Jared olhando o Jensen nu.

- Senta um pouco mais acima. – Pediu quando o loiro entrou na banheira e se ajoelhou com uma perna de cada lado do corpo de Jared, que se recostou na banheira e puxou Jensen, capturando os lábios perfeitos do loiro, enquanto suas mãos passeavam pelo corpo pintado de lindas sardas.

O xerife agarrou as nádegas do médico apertando-as, enquanto começava a sugar um dos mamilos do loiro que soltou um gemido alto de prazer.

Um gemido leve de dor escapou de Jensen ao sentir o primeiro dedo o invadindo. – Relaxa! Você sabe que é gostoso. – Disse quando sentiu Jensen prender o seu dedo dentro dele. – Isso! Assim mesmo. – Falou quando o loiro se entregou ao carinho, e seduzido pelos lábios entreabertos de Jensen, invadiu a boca do loiro enquanto o invadia com o segundo dedo, sufocado novos gemidos.

Jared achava encantador a maneira que Jensen ficava quando se entregava, seus olhos escureciam de desejo, seu corpo ficava totalmente manipulável, de sua boca saiam sons pornográficos e quando as sensações aumentavam os dentes mordiam os lábios, antes deles se abrirem em gemidos incontidos de prazer.

O xerife posicionou Jensen e começou a penetrar o loiro que apertava as bordas da banheira, enquanto era preenchido. Jared sorriu pelas reclamações de dor que o loiro emitia, fazendo o médico formar um adorável beicinho com os lábios o que logo eram devorados pelo moreno.

Quando se viu totalmente dentro do loiro, com as pontas dedos apertou os mamilos de Jensen, fazendo o gemer, mas agora de prazer.

O médico olhava no fundo dos olhos do xerife e começou a se mexer em um movimento de sobe e desce bem devagar, as mãos do moreno que lhe acariciavam o peito, agora o seguram pela cintura ajudando-o a ir mais rápido de acordo com a necessidade de seus corpos.

Jensen explodiu no tórax de Jared, que gozou logo em seguida sentindo as contrações do corpo do loiro, que jazia descansando em seu peito com a cabeça na curva do pescoço, mas ainda sendo penetrado pelo moreno.

- É tão bom te ter dentro de mim. – Disse o medico junto à pele do xerife o fazendo arrepiar.

- Você me terá dentro de você sempre que quiser. – Respondeu Jared beijando os lábios do loiro.

- Eu te amo. – Falou Jensen.

- Eu também te amo. – Respondeu Jared.

-Aqui está tão bom, mas acho que temos de sair de dentro da água. – Disse Jensen tentando se levantar.

- Mas eu ainda queria ficar dentro de você. – Falou Jared.

- Podemos resolver isso, porém em um lugar menos molhado. – E Jensen se levantou sob os protestos e pelos risos de Jared que não aguentou a careta de dor do médico. – Tua sorte é que você é gostoso.

Jensen vestiu um roupão e enrolou Jared em uma toalha e jogou o moreno nas costas novamente.

- Faz tempo que você está aqui? – Perguntou quando encontrou o Misha sentado no sofá.

- Não. Eu cheguei na hora do cavalga mais rápido! Ou foi na hora do vai mais fundo Jensen? Estou em dúvida. – Disse isso e gargalhou pela cara de indignação de Jensen que estava todo vermelho e para piorar Jared também ria pendurado nos ombros do loiro, que logo foi contagiado pelo riso.

Depois de vestir Jared, Jensen se vestiu com as roupas de sua mochila trazida para dentro da casa junto com a gaiola do Retalho, por Misha.

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- Eu te admiro. – Falou o agente Collins para Jensen.

- Por quê? – Perguntou o loiro que preparava uma refeição para os três. Pretendiam passar apenas aquela noite na cidade

- Eu pensava que era corajoso ficando de quatro para o Chris, mas cara o Jared, não tem um pênis e sim uma tromba de elefante. E você cavalga e pede para ir mais fundo. Se ele for mais fundo é capaz de fazer um boquete ao contrário. – Misha ia falando e se afastando do amigo.

- Misha... – Jensen parou para respirar fundo e o amigo esperou a explosão de indignação pelos comentários. – Inveja mata! – Falou calmamente dando um sorriso cínico de lado e voltou para continuar o que estava fazendo rindo da cara de Collins que esperava outra reação.

Quando Jensen voltou para a sala Jared já tinha adormecido no sofá. Sem se alimentar, mas o loiro não o acordou.

- Não quer dormir também? – Perguntou Misha depois de lancharem.

- Acho que vou me deitar um pouco aqui no tapete. – Disse o loiro.

- Vai para o quarto, eu tomo conta do morenão.

- Esse é o meu medo, vai que você queira fazer um teste de coragem.

Os dois riram do comentário do loiro e Jensen subiu pegou um travesseiro e cobertores para o Misha e para ele, e se deitaram no tapete, Jensen bem embaixo do sofá em que Jared dormia.

Os três acordaram com o barulho insistente do celular de Jensen.

- Alô?- Perguntou o loiro.

- Doutor aqui é Caroline Willians. Christie está com dor de parto. – Dizia a garota desesperada.

- Mas falta um mês. – Disse Jensen totalmente desperto.

- A lua adiantou o processo, e mais o susto de terem encontrado aquele homem na floresta. Não conseguimos falar com o Dr. Beaver, e telefone aqui é difícil, foi uma sorte falar com o senhor. Por favor, doutor rápido. – Implorava a moça.

- Tudo bem! Estou indo para aí. – Disse Jensen para acalma-la. – Droga! – Falou quando desligou. – Misha o Jim ficou a onde?

- Na clínica. – Informou o agente, Jensen explicou para ele o que estava acontecendo enquanto ligava para Jim.

- Danneel? – Perguntou quando escutou a voz da garota. – O Dr. Beaver se encontra?

- Não. Ele saiu em direção ao lago assim que chegou, disse que precisava relaxar diante de tantos acontecimentos. – Informou a garota.

- Misha fique com Jared, tenho de ir a fazenda do Willians. – Disse o loiro.

- Não, vá com Jensen. – Disse o xerife que estava calado. – Eu vou ficar seguro aqui. Você não pode andar por aí sozinho.

- Você está ferido, não tem como se defender, o Misha fica. – Argumentou Jensen.

- Não...

- Chega de briga, eu vou com o Jensen... Calado Ackles! – Falou Misha quando o loiro quis interromper. – Michael vai ficar lá fora de olho no grandão.

- Michael? Não confio nele! – Disse Jensen.

- Apesar de ele ser um idiota, Morgan não está satisfeito com as atitudes dele, portanto ele não vai se arriscar e se esforçará para fazer um bom trabalho. – Disse Misha.

- Ok. – Jensen concordou, mas seu coração apertou não queria deixar o moreno sozinho, sentia que algo estava errado.

- Eu vou ficar bem! Não se preocupe, vai e trás mais um ou uma Jensen para o mundo. – Falou Jared lhe dando um beijo.

- Espero que parem com essa mania de colocar meu nome em tudo que é criança que ajudo nascer. – Disse o loiro lhe dando outro beijo.

- Vamos, senão a criança nasce e você ainda está aqui. – Chamou Misha.

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- Christie, você não está em trabalho de parto? – Perguntou Jensen assim que chegou a fazendo e encontrou a garota sentada na varanda.

- Não, é apenas daqui a um mês. Não lembra?

- Mas Caroline ligou... Meu Deus! Jared! – Jensen colocou as mãos na cabeça e Misha ligou para Michael.

- Calma! Michael disse que ele está bem. – Falou Misha, o loiro respirou fundo e relaxou. – Mas temos de ter cuidado, quem ligou estava atrás de você ou dele.

- Claro. Deveríamos ter vindo de carro, a moto nos deixa mais vulneráveis. – Jensen montou na moto e Misha foi atrás com a arma em punho.

Quando se aproximaram da cidade Jensen já estava mais calmo. – Misha, acho que eu vou ao restaurante da Rose e pegar uma lasanha e uns doces, Jared vai ficar feliz. – E o loiro desviou o caminho e foi para o centro.

- Agora tudo para o Jared. – Brincou o amigo, também relaxando.

- O que você está fazendo aqui? – Gritou Jensen quando viu Michael saído do restaurante.

- Vim almoçar, mas calma que o teu namoradinho esta a salvo. O Ajudante dele, o Jake Abel, apareceu por lá e ficou com o xerife. – Informou Michael.

- Vou ligar para o Jared. – Disse Jensen enquanto isso o telefone de Michael tocou.

- Chefe Morgan. – Falou Michael – O que? O Matt acordou. E já falou quem são os culpados? – Pausa. – O Ian foi preso antes de conseguir fugir, certo. O senhor está mandando guarnições para prender os outros. – Pausa. – Ótimo, vou falar com o Jensen e o Misha para ajudarem. Quem são os outros? Droga! – E Michael para o espanto dos dois saiu correndo.

Jensen ligou para Julie. – Julie, quem são os culpados? . – Pausa. – Não, ele saiu correndo e não disse nada. – Não... – Jensen deixou cair o telefone das mãos e se apoiou na moto, estava pálido, e parecia não saber respirar.

- O que aconteceu? - Perguntou Misha preocupado.

- Um dos assassinos... – Jensen tentava segurar as lágrimas de desespero. - É o Jake Abel.

N.A.: Por favor, não me matem!