Amores! Respondi reviews os que foram logados pelo site e os outros por aqui. Srsrsrs

Desculpem a demora, mas foi culpa da Anja! Essa minha alma gêmea, ela me aguenta nos piores momentos! Te amo tá! E os erros são dela, corrigir sobre pressão é complicado! Perdoe-a. srsrs

G.A : não vou abandonar, não prometo ser rápida, mas abandonar jamais! A fic esta para acabar.

Geise Alana: OI! Srsrsr Obrigada por ler e comentar! Desculpa em não responder logos os reviews, mas sou terrível em organizar o tempo, adoro ler e escrever, mas tenho de trabalhar! Srsrsr

Não esqueci o seu aniversário apenas não tinha nada preparado na história, então tem uma parte aqui que é sua! E Salve 8 de abril! E você tem muita importância, gosto sempre de saber suas opiniões e de suas ideias como leitora, é isso que nos ajuda a escrever melhor!

Mil Beijos!

Lembrando que essa fic foi presente de aniversário para a Ivys, já passamos pelo segundo! E ele continua firme e forte marcando presença, e como sei também o quanto ela é compreensiva, peço licença e fereço o lemon deste capitulo para a Geise Alana, espero que você goste.

Dias atuais

- Bom dia! – Gritou Jenny entrando pela porta da cozinha. A garota tinha dormido na casa de Roger. A noite anterior era a noite dos avós, todos os netos dos Ackles iam para a casa do casal, e se divertiam até tarde. Uma espécie de festa do pijama onde pais não entravam e nem queriam, pois assim tinham uma noite apenas deles. Claro que com a notícia da fuga de Jake, para Jensen e Jared, não tinha sido como eles esperavam.

- Bom dia. – Respondeu Jared abrigando à loirinha que tinha corrido para o seu colo. – Será que alguém não está muito grande para ficar no colo?

- Humm... Você carrega o pai Jensen no colo e ele é grandão. – Disse a garota lhe abraçando o pescoço e depositando um beijo em seu rosto.

- É. Mas eu carrego teu pai assim, igual a um saco de batata. – E Jared jogou a menina no ombro que ria alto por causa da brincadeira.

- Onde está o pai Jensen? – Perguntou Jenny depois de se acalmar um pouco.

- Está dormindo e não quero que o acorde. – Disse Jared. – Agora a boa notícia, vamos adiantar a sua viagem de férias.

- Não ia ser apenas no final? – Perguntou Jenny sentada no balcão, onde Jared a tinha depositado.

- Seria, mas vamos antecipar para essa semana. – Respondeu Jared, sabendo que antes teria de enfrentar o marido, que não aceitaria as decisões tomadas sem o consentimento dele. Mas não poderia correr o risco de perder o loiro. Sua preocupação aumentou ao saber que Jake, na fuga, matou o enfermeiro com o qual mantinha relações sexuais.

O enfermeiro tinha algumas fantasias sexuais com o paciente e nessa noite resolveu realizar uma delas, e o levou para um motel de onde fugiu. A saída fora fácil, afinal não era um hospital de segurança máxima, coisa que o moreno sempre foi contra. Não consideravam o rapaz tão inofensivo assim, e infelizmente estava correto.

- E nós vamos para onde? – Perguntou a garota feliz batendo palminhas.

- Para o Havaí, e o melhor é que você saíra hoje com a tia Mack para fazer compras. Só as mulheres. – Disse Jared falando como estivesse dando um grande prêmio para a menina.

- Oba. – Gritou Jenny descendo do balcão. – Vou me arrumar.

- Vai. – E Jared continuou preparando a bandeja do café de manhã para Jensen e pensando em como daria a notícia ao marido. Claro que ele saberia acalma-lo, esse pensamento o fez sorrir, ele adorava acalmar o loiro, mas o problema seria chegar perto dele para fazer isso. – Como contar? – O moreno perguntou para si mesmo.

Jared chegou à porta do quarto deles e a viu entreaberta, e uma vozinha dizendo feliz: - Amanhã estaremos no Havaí! E outra rouca e surpresa: - Amanhã no Havaí?

Quando o moreno entrou, dois pares de olhos verdes cravaram nele, um radiante de felicidade e outro interrogativo, mas já com ares irritados.

- Jenny vá se arrumar, logo a tua tia estará aqui. – Disse Jared tentado disfarça.

- Quando abri a porta do quarto ele já estava acordado. – Explicou a criança.

- Tudo bem querida! – Disse Jared.

A garota deu um beijo no loiro e saiu da cama, mas sentiu que havia alguma coisa errada. – Está acontecendo alguma coisa?

- Não. – Responderam os dois juntos.

- Eu vou me arrumar, mas depois quero saber de tudinho. – Disse a menina passando pelo moreno.

- Que história é essa? E por que desligou o despertador? Você sabia que eu teria de estar no hospital hoje cedo! – Disse Jensen irritado, se levantando. – Eu não vou mudar meus planos, a minha vida, por causa de nenhum louco.

- Não é mudar de planos, é adianta-los. – Disse Jared depositando a bandeja em cima da cama. – Vem tomar café, e assim conversamos com calma.

- Estou atrasado para o hospital, tenho pacientes que estavam me esperando, alguns para ter alta e voltar para a sua família. – Disse Jensen indo em direção ao banheiro.

- Não tem necessidade, falei com a Lauren, ela assumiu teus pacientes. – Jared nem olhou para o loiro, apenas baixou a cabeça, mordendo os lábios esperando a reação de Jensen.

- Você o quê? Como se atreve a se meter na minha vida dessa maneira? – Gritou Jensen. Todo o stress da situação, e mais a ação do Jared, estava o deixando fora de controle. – Lauren estou indo para o hospital fazer o meu trabalho. – Disse Jensen no celular e para sua total surpresa e indignação, o moreno lhe arrancou o aparelho das mãos.

- Lauren aqui é o Jared, mantém o que foi combinado, depois te ligo. Obrigado. – Jensen apenas abriu a boca sem saber como agir, sua vontade era de socar o moreno, porém nunca faria isso. – Vamos sentar e conversar.

- Conversar o quê? Sobre as férias no Havaí, sobre os meus pacientes que devem estar preocupados com a mudança de médico, ou vai contar as outras decisões que você tomou na minha vida? Ou é melhor deixar o acaso, quando for o momento eu descubro? – Perguntou estando parado na frente do moreno, seus lábios tremiam e os olhos brilhavam de irritação.

- Na verdade, eu apenas tomei uma decisão. – Disse Jared lhe olhando nos olhos. – A decisão de te proteger, de te ter em segurança; errei? Sim eu errei! Mas o que você faria se existisse um assassino louco atrás de mim?

- Te amarraria e te jogaria em um buraco, onde ninguém poderia te encontrar, e ficaria lá até que estivesse totalmente a salvo. – Disse Jensen cuja irritação sumiu ao ver o medo nos olhos de Jared, percebeu o quanto moreno estava assustado. Ele conhecia muito bem esse medo, o de perder a pessoa amada.

- Eu só quero sentir que está protegido. – Disse o moreno simplesmente.

- Eu te amo. – Disse o loiro o abraçando. – Me perdoa por te gritado, e me perdoa mais ainda por não te obedecer, eu irei ao hospital agora.

- Não, você não vai! – Disse Jared agarrando o loiro com mais força. – Nem que eu tenha de seguir tuas instruções.

- Que instruções? – Perguntou sem tentar sair do abraço.

- Te amarrar e te jogar em um buraco, onde apenas eu saberia onde está. - Disse Jared.

- Jared. – Jensen se afastou apenas para olhar nos olhos do marido. – Eu não posso me afastar assim do hospital, tenho as minhas responsabilidades com os meus pacientes e a Lauren tem os pacientes dela. Somados com os meus ela ficará muito sobrecarregada. Por favor, entenda!

- Eu entendo, mas se você morrer terá de deixar seus pacientes e outros médicos irão te substituir. Mas e suas responsabilidades comigo e a Jenny? Onde encontraremos outro loiro lindo e maravilhoso para preencher as nossas vidas? Você é insubstituível. – Jared esfregou seu corpo no de Jensen o fazendo se arrepiar. – E além do mais será apenas por esse final de semana que a Lauren ficará sobrecarregada, no domingo mesmo já terá outro médico substituto para assumir seus pacientes.

- Ótimo. Tudo arranjado. – Comentou, mas sem a irritação de momentos atrás. – Mas eu tenho que ir ao hospital, preciso falar com os meus pacientes. Meu amor, o Jake fugiu ontem à noite, se estiver vindo para cá, deve estar longe, não vai chegar hoje e nem amanhã, posso resolver meus problemas no hospital. E o seu trabalho?

- Eu já conversei com o Dr. Worthy, e ficarei em outra pesquisa. E não sabemos os recursos que o Jake tem para nos arriscarmos assim. – Disse Jared.

- Não! – Exclamou Jensen. – Estava tudo certo, tudo planejado, não podemos mudar os rumos de nossas vidas por suposições. Terei de ficar me escondendo até quando? Podem captura-lo amanhã, assim como isso pode acontecer daqui a um ano. – O loiro era muito organizado e essas mudanças em sua vida, somado com a fuga do Jake estava desestabilizando-o.

- Jensen, planos pode mudar, e além do mais vão existir outras pesquisas, e você...

- Já sei sou único. Jared, planos podem mudar, mas esses que fizemos irão se manter. Vamos viver as nossas vidas. – Disse Jensen beijando Jared e dando por encerrada a discussão.

- Ontem você estava preocupado, com medo, triste, nem dormiu direito, teve de tomar calmantes e agora está ai "vamos esquecer o perigo que nos ronda e seguir a nossa vida". – Jared não aceitava a atitude de Jensen.

- Ainda estou preocupado, nervoso, mas não quero que isso atrapalhe seus objetivos, eu sei que é importante para você. – Continuou Jensen, o loiro sabia o quanto Jared queria participar da nova pesquisa que estava iniciando no Aquário onde trabalhava.

- Você é mais importante para mim, e além do mais a Jenny corre perigo. – Falou Jared tentando mudar de tática.

- Ele não vai fazer isso, você sabe. – Retrucou Jensen. Jake tinha um alvo específico, homossexuais que provocavam nele desejo ou que o desejavam.

- Tudo bem a Jenny está a salvo, mas e eu? – Perguntou Jared forçando a barra.

- Jared, por favor, sem esse tipo de chantagem. – Pediu Jensen agora desesperado. Se o moreno continuasse nesse caminho, ele iria seguir os novos planos de Jared, porém o mesmo nem podia desconfiar. - E além do mais, apesar de você ser o que tem de mais gostos nesse mundo, ele quer a segunda opção, eu. – Brincou Jensen. - Eu não vou suportar te perder, mas também não posso aceitar você abrir mão da sua vida por minha causa. – Disse falando sério.

- Jensen não existe minha vida, ou tua vida, e sim nossas vidas. – Falou Jared segurando seu rosto entre as mãos.

- Por favor! Compreende: o perigo existe, pode ser imediato ou não, mas temos de continuar com as nossas vidas. Ele é apenas um homem, podemos nos proteger, agiremos com cuidado, mas seguiremos as nossas vidas normalmente. – Jensen falou, nos olhos um pedido mudo de compreensão.

- Jensen eu te amo e se alguma coisa acontecer com você... Eu morrerei. Mas tudo bem, acho que tem razão. – Disse Jared parecendo conformado de olhos e mãos fechadas. – Não! – Exclamou em agonia. – Quer saber, você vai nem que seja amarrado para o Havaí. Não quero saber de pesquisa, de hospital, de nada, você vai sim viajar e agora.

- Parece que você não ouviu nada do que eu disse! – Jensen cruzou os braços, irritado novamente. – Eu não vou mudar os meus planos por causa de um louco que resolveu acabar com os pecados do mundo me matando!

- Quem quer lhe matar? – Gritou Jenny que entrava no quarto nesse momento, já em lágrimas, e se agarrou em Jensen.

- Ninguém! Calma, minha princesa. – Disse Jensen a levando para a cama, onde a sentou em seu colo. – É...

- Não mente para mim. – Disse a menina já soluçando. – Nós somos os três mosqueteiros, lembram? - Perguntou olhando para Jensen e Jared, esperando uma explicação.

- Fala para ela Jensen. – Jared odiou o que estava fazendo, usando a Jenny para convencer o loiro a viajar imediatamente.

- Não faça isso! – Disse Jensen sério ao perceber a manobra do moreno, eles se conheciam muito para se deixarem enganar.

- Desculpa. – Pediu e sentou ao lado do loiro. – Sim, meu anjo, nós somos os três mosqueteiros, e está acontecendo algo muito sério. Mas você é tão pequenina, tão criança que não sabemos com dizer.

- Engraçado. – Começou Jenny fungando, enxugando uma lágrima teimosa. – Quando é para me comportar, dizem que já sou mocinha, mas quando é algo sério, sou criança. – Disse indignada, fazendo os dois rirem com a declaração.

- Você tem razão. – Falou Jensen. – Nós iremos te contar tudo, pois temos que tomar uma decisão de equipe.

Alguns minutos depois...

- Quero ir para o Havaí. – Disse Jenny depois de ouvir toda a história e Jared colocar situação atual.

- Não princesa, nós já tínhamos decidido que íamos seguir com a vida normalmente, e o Havaí não estava nos planos. – Falou Jensen.

- Não! Você tinha decidido. Agora temos outra situação. – Disse Jared feliz com o reforço.

- O problema da decisão de vocês é o fato de estarem baseados em emoções, então...

- Já entendemos, decisões de equipe não tem valor para você! – Disse Jared saindo do quarto. – Faz o que achar melhor.

- Isso mesmo. – Jenny correu atrás de Jared. – Como vou ficar sem você? – Falou antes de bater a porta.

Jensen baixou a cabeça, e resolveu ir ao hospital, precisavam acalmar os ânimos... Todos eles.

Quando o loiro desceu, os dois não estavam na casa. Os encontrou debaixo de uma árvore, Jared conversava baixinho com a menina, que chorava de cabeça baixa no colo do moreno. Aquilo cortou o coração do loiro, principalmente quando viu que Jared também lagrimava.

"Droga! Mas eu tenho razão, não vou me mudar para o Havaí! Mudanças de planos são por minha conta e não por conta de um louco."

Jensen se ajoelhou deu um beijo na Jenny, que virou o rosto se escondendo na curva do pescoço de Jared, fugindo do loiro. Este olhando nos olhos do moreno, lhe tomou os lábios em um beijo cheio de amor, mas com o sabor salgados das lágrimas de Jared.

-Vou para o hospital. – Disse Jensen se levantando e virando de costas, mas ele não conseguiu dar nem um passo. – Tudo bem. – Disse virando-se de frente para os dois. - Se a equipe decidiu o Havaí, vamos para o Havaí, mas fica registrado o meu protesto! – Apenas não caiu ao se desequilibrar quando Jenny o abraçou, pois Jared o amparou em seus braços. – Felizes?

- Muito. – Respondeu Jared.

- Aguentem o meu mau humor. – Disse o loiro.

- Eu tenho um jeito perfeito para acabar com esse mau humor. – Falou baixinho Jared em seu ouvido, fazendo Jensen se arrepiar e sorrir de maneira preguiçosa.

- Jared, eu preciso ir ao hospital falar pessoalmente com a Lauren, por favor! – Disse Jensen. – Vai ser rapidinho.

- OK, mas vou com você. – Falou Jared. – E você Jenny, vai com a Mack, fazer compras para a viagem.

- Mas eu quero ficar com vocês. – Disse a menina.

- Minha princesa, não se preocupe que cuidarei do nosso sorvete de flocos direitinho. Faça suas compras a vontade, a tua tia está com cartão de crédito livre. Quer coisa melhor?

- Cartão livre? Já gostei. – Disse Jenny, sorrindo feliz, indo em direção ao carro de Mack, que tinha acabado de estacionar.

- Mulheres... 'cartão de credito' e 'livre', são palavras que solucionam qualquer problema. – Disse Jensen olhando com carinho para a filha, sentindo o coração mais leve, apesar de ter que, novamente, ter em sua vida uma interferência de alguém sem importância nenhuma.

- O Misha ligou. – O Agente Collins depois do caso resolvido em Iron, teve o seu desligamento revogado e pediu transferência para a Califórnia, onde além de ficar ao lado do amigo, a mudança foi favorável na carreira artística do marido. Além de cantar, Chris também estava atuando em um seriado famoso. – Exigiu ficar a frente da investigação desse caso. – Falou Jared. – Ele não veio aqui, pois viajou para Pensilvânia, ontem a noite mesmo.

- E o que ele acha da nossa viagem para o Havaí? – Perguntou Jensen.

- Ele que deu a ideia. – Respondeu Jared sorrindo, entrando no carro no banco de passageiros.

- Quer dizer que agora tenho os senhores do destino comandando os meus passos. – Falou com ironia.

- Jensen...

- Eu lhe disse que teriam de aguentar o meu mau humor. – Falou o loiro, fazendo bico.

"Espero que possamos voltar logo para casa, e assim posso acabar com esse mau humor. Vou pegar esse loiro de tal maneira que, no final, ele vai dizer 'tudo o que meu mestre mandar! '" pensou Jared sorrindo.

- Qual o motivo do sorriso? – Perguntou Jensen, Jared apenas lhe fez um carinho no rosto e lhe apertou a coxa, e o loiro entendeu. Não precisava de palavras para saber o que o moreno tinha em mente para ele mais tarde.

"Acredito que essa visita no hospital será bem rápida." Pensou o loiro mordendo os lábios.

- Jensen! – Exclamou Lauren assim que o viu. – Você fugiu do grandão?

- Não! Ele está me esperando na minha sala. – Disse o loiro dando um abraço na amiga. – Vim apenas conversar pessoalmente sobre os meus pacientes. Não sei como te agradecer.

- Tudo bem, quero apenas que fique são e salvo! – Ela riu. – As velhinhas taradas por você não gostaram muito da troca.

- Não se preocupe, vou dizer a elas que tem mais chances com você do que comigo. – Disse Jensen rindo.

Lauren Cohen era colega de Jensen desde Harvard, sendo que quando ela ingressou na universidade o loiro já estava no quarto ano. Ele foi responsável pelo trote de caloura dela, claro que com todas as intenções possíveis. Tiveram um pequeno caso, que acabou quando a garota tentou fazer um "terra" no loiro, que a deixou plantada no motel.

Depois de alguns dias de mal estar, riram da situação; não eram amigos muito próximos, mas se respeitavam profissionalmente.

Infectologista igual ao loiro, profissional respeitada veio convidada de outro hospital. E casada com uma enfermeira, Rachel Miner, Jensen lembrava o dia que a reencontrou no hospital.

Flash Back.

- Lauren! Seja bem vinda, fiquei muito feliz por te ter na equipe. – Falou Jensen para a loira quando a viu.

- Jensen, eu não acreditei quando me disseram que trabalharia junto contigo. Que bom que voltou para a medicina, apesar de saber que nunca a abandonaste realmente. – Disse Lauren. Que tinha conhecimento de alguns trabalhos do loiro junto ao Dr. House. – Mas, quero te apresentar uma pessoa. – Falou a médica séria.

Jensen a seguiu até a lanchonete do hospital, se sentaram a uma mesa e logo chegou uma enfermeira que devia ser novata, pois Jensen ainda não a conhecia.

- Essa é a Rachel, minha esposa. – Disse Lauren. – Fique longe dessa enfermeira. Para manter a amizade.

- Lauren eu também estou casado, portanto sossegado, nem se preocupe com isso. – Falou Jensen sorrindo. – Eu...

- Pai! – Jensen reconheceu a voz da Jenny que chamava, interrompendo-o.

- Oi, minha princesa. Que surpresa boa! – Falou dando um abraço na loirinha.

- Já esta saindo? – Perguntou feliz.

- Vou apenas tomar um banho e trocar de roupa. – Respondeu Jensen.

- Oba. – Falou a menina.

- Jenny, quero lhe apresentar a doutora Cohen, minha amiga e agora estaremos trabalhando juntos. Essa é a Rachel, esposa da doutora. – Disse Jensen. – Lauren, essa é a minha filha Jenny.

- Ela é linda. Parece com você. – Disse a médica, fazendo Jenny abrir mais ainda o sorriso. Ela adorava quando diziam que era parecida com Jensen.

Lauren achou estranha a reação da garota, pois esta não expressou nenhuma reação diferente ao ver um casal formado de mulheres. – Você e sua esposa devem dar uma educação excelente para ela. Parabéns, nem um olhar de curiosidade para nós duas. – Comentou e Jensen entendeu o que a médica queria dizer.

- Oi, meu amor. – Jared colocou a mão em seu ombro lhe dando um beijo na cabeça, o cumprimentando.

- Oi. – Disse Jensen, e logo em seguida o apresentou a Lauren e a Rachel.

- Você é casado com outro homem? Então aquela indignação toda foi apenas uma encenação? E você dizendo que era homem e que não curtia um "terra". – Disse a loira em tom um pouco alto sem perceber, fazendo com que todos olhassem para o grupo. – Desculpa. – Pediu, quando percebeu que falava alto demais.

- Pai, por que você não gostava da terra? – Perguntou Jenny, fazendo as pessoas próximas ao grupo rirem com vontade. Deixando Jensen em todos os tons de vermelho.

- Jared, foi um prazer te conhecer, Jensen a gente se ver. Estou entrando de plantão. – Disse Lauren se levantando puxando a Rachel, que despediu também rapidamente, mas sem conseguir conter o sorriso.

- Eu não gosto de pisar em terra por causa das infecções que podemos adquirir. – Jensen explicou com calma, pois sabia que a garota não iria parar enquanto não tivesse uma resposta satisfatória a sua pergunta.

- Mas se tiver calçado não tem problema. – Disse a menina, e Jensen fiou tranquilo ao perceber que a resposta foi bem aceita.

Fim do Flash Back.

Jensen falou com cada um de seu pacientes, se despediu de todos com carinho e repassou todas as anotações que tinha de cada um para Lauren.

- Acho que é só isso. – Disse Jensen. – Se você não quiser ou não puder, pois eu sei que será muito...

- Jensen! – Chamou a médica. – Se diverte e tenta esquecer. Quando você voltar, vai estar tudo resolvido, se ficasse não ia adiantar muito, pois trabalharia preocupado. Então meu amigo aproveita essas férias forçadas, pois quando voltar será a minha vez!

- Eu sabia que não ia sair de graça. – Falou o loiro dando um beijo e se despedindo de Lauren.

Quando Jensen chegou a sua sala Jared estava dormindo no sofá. E com carinho se ajoelhou junto ao moreno e ficou olhando o rosto do amado, como se quisesse decorar cada pedacinho.

- Pronto para ir para casa? – Perguntou o moreno que acordou ao se sentir observado.

-Sim, será que a Jenny vai demora voltar? – Perguntou Jensen.

- Por quê? – Respondeu Jared com outra pergunta.

Jensen mordeu os lábios e puxou a respiração pela boca, fechando os olhos para encarar novamente Jared, que esperava a resposta. – Preciso de você!

- Jensen isso não se faz! Como você me diz isso aqui? – Falou Jared.

- Por quê? – Perguntou Jensen, no rosto um sorriso malicioso.

- Qual é o risco de alguém entrar aqui? – Perguntou Jared.

- Desculpe doutor, pensei que o senhor já tivesse ido embora. – Falou o segurança, era sábado e nesse andar, onde ficavam as salas dos médicos, estava praticamente vazio.

- Tudo bem já estou indo. – Disse Jensen para o homem, que se retirou meio sem graça. – Isso responde a tua pergunta?

- Responde, mas não me acalma. Acredito que não dê para chegar em casa. – Disse Jared abraçando o loiro encostando o membro rijo em suas nádegas. – Também preciso muito de você.

Os dois se afastaram e pensaram em outra coisa, isso foi fácil, e pela tristeza nos olhos de ambos, já sabiam em que estavam pensando.

- Vai dar tudo certo. – Disse Jared antes de abraçar Jensen, sem o desejo que queimava antes, mas com o calor do consolo dos braços de quem ama.

Jared dirigiu rápido, mas sem se arriscar pelas ruas de São Francisco, sua mão segurava a de Jensen e mesmo quando tinha de fazer alguma coisa na direção do carro, a levava junto com a dele.

Quando chegaram a casa, Jared fechou a porta e puxou Jensen para os seus braços, tomando os lábios carnudos do loiro em um beijo urgente. Enquanto este, com dificuldade por estar trêmulo de desejo, abria os botões da camisa do moreno.

Estava tão perdido no beijo, e concentrado em desnudar Jared, que o loiro não percebia que suas próprias roupas estavam sendo retiradas. Percebeu apenas quando começou uma pequena disputa em quem tiraria a camiseta primeiro, pois as mãos de um atrapalhavam as do outro.

Em um acordo sem palavras, se afastaram e retiraram suas próprias camisetas. Ambos passaram a língua nos lábios, diante da visão do peitoral do parceiro. Jared com músculos bem definidos e Jensen um pouco menor, porém igualmente belo.

Jensen tocou com a ponta dos dedos uma Fênix tatuada na lateral do corpo de Jared, por baixo dessa tatuagem o loiro sabia o que se em encontrava: marcas da queimadura do ferro em brasa, de quando o moreno foi capturado pelo grupo de assassinos. Geralmente isso não lhe incomodava, mas devido à situação, serviu para lembrar-lhe do perigo que corriam.

- Vai ficar tudo bem. – Falou Jared, pegando sua mão depositando um beijo em sua palma. – Vamos continuar?

O moreno lhe segurou pelo cós, puxando-o contra si, e com uma mão em suas costas lhe segurando e a outra retirando o cinto para em seguida lhe desabotoar a calça. Jensen também praticava as mesmas ações, mas usava as duas mãos.

Os olhos se encontraram e sorriram devido à sincronia do ato, quando as duas mãos seguraram o cós da calça junto com o da boxer.

- Você primeiro. – Falou Jensen.

- Você é tão lindo, que nunca sei por onde começo. – Disse Jared apreciando a nudez de Jensen, sua atenção foi desviada quando o loiro o deixou, também, completamente nu.

- Por onde quiser, sou todo seu mesmo. – Falou Jensen, de joelhos, olhando o membro ereto de Jared apontando para si. – Mas enquanto não se decide... – E o loiro abocanhou o pênis do companheiro o engolindo aos poucos, para depois voltar e ficar sugando a glande, fazendo o moreno gemer de tanto prazer.

Jared poderia ficar horas olhando a boca de Jensen envolvendo seu membro, mas infelizmente o prazer era tanto, que o máximo que ele aguentava era alguns minutos sem alcançar o orgasmo.

Com delicadeza, porém com firmeza, Jared puxou a cabeça do loiro que se encontrava ajoelhado, interrompendo a felação.

Jared levantou as mãos e tocou o rosto de Jensen, contornou os lábios do loiro com a ponta dos dedos e levou depois sua mão a nuca de seu parceiro, o puxando contra si.

Como se Jared fosse um imã, o corpo de Jensen colou no dele, enquanto sua boca era invadida por uma língua exploradora que se enroscava na sua em uma dança única e muito conhecida de ambos.

As mãos de Jared desciam calmamente pelas costas de Jensen, e sua boca abandonava a do loiro, descendo pelo pescoço que lhe era oferecido.

Quem olhasse, diria que eles não estavam com pressa, porem a ânsia era tanta que nem pensavam em sair da porta da sala.

Jared alcançou o mamilo de Jensen, e diferentemente do que era no começo da relação entre eles, ali era um dos principais pontos de prazer do loiro.

Jensen gemia loucamente com os lábios de Jared sugando seu mamilo, e gritou quando o moreno o mordeu.

Jared passou para o outro lado e deu o mesmo tratamento no mamilo que estava abandonado. O prazer do loiro era tanto, que o moreno o sentia meio mole em seus braços.

Jensen se deitou no tapete de entrada, e Jared ainda sugando seu mamilo colocou os dedos na boca do loiro, que parou de gemer, para deixar aqueles dígitos bem molhados para o seu próprio bem.

- Tem certeza que não precisa de lubrificante? – Perguntou Jared.

- Preciso apenas de você. – Falou o loiro, mordendo os lábios quando o primeiro dedo o invadiu. – Minha cabeça está ao ponto de explodir, me faz esquecer... Quero apenas sentir. – Dizia Jensen gemendo quando segundo dedo se fez presente, dentro dele.

- Apenas se entregue, que a única coisa que vai existir para você, serei eu. Prometo. – Disse Jared colocando uma das pernas de Jensen em seu ombro, para começar a penetrá-lo.

Jensen apenas gemia, se concentrando no corpo do moreno: o peito musculoso que suava devido ao ato; o braço que segurava sua perna abrindo-a para uma penetração mais profunda, a mão que bombeava sua ereção; o membro que duro feito pedra ia avançando, centímetro por centímetro, dentro de si, e assim Jared cumpriu sua promessa, fazendo o mundo de Jensen se resumir a ele somente.

Quando Jensen estava totalmente preenchido, Jared tomou seus lábios em um beijo apaixonado, explorador. A sensação de estar tendo seu pênis esmagado pelo loiro, mais a boca que imoralmente sugava sua língua e o sutil movimento que Jensen fez com o corpo embaixo de si, provocou a perda do resto de razão que ainda existia no moreno.

Jensen ia reclamar, ao sentir que o moreno começava a retirar seu membro de dentro de si, mas não deu tempo. Uma estocada, rápida e forte, transformou sua reclamação em gemidos de prazer, e a sequência dessas estocadas transformaram os gemidos em gritos.

Jared possuía Jensen com força, porém o loiro pedia mais, e o moreno não negava. Os pulmões queimavam com a falta de ar, os corações aceleravam, quase com taquicardia, mas o corpo de ambos pedia, imploravam por maior satisfação. O orgasmo chegou com uma explosão de sensações tão intensas, que ficaram por alguns minutos em um estado de quase inconsciência.

- Se você quiser esquecer tudo de novo a sua volta, estarei pronto em cinco... – Disse Jared se recuperando primeiro e saindo de cima do loiro.

- Cinco minutos? – Perguntou Jensen sorrindo, mas sentindo falta do peso sobre seu corpo.

- Cinco. Quatro. Três. Dois. Um. – Jared se aconchegou novamente entre as pernas de Jensen. Ambos rindo com a brincadeira. – Vamos abre a perna! – Dizia o moreno, tentando ficar sério.

- Eu não vou abrir nada, principalmente por que está mole. – Falou Jensen fazendo bico.

- Vai entrar mole para não doer muito. – Disse Jared se lembrando de uma piada antiga.

- Sua preocupação comigo me emociona. – Falou Jensen sorrindo. – Obrigado. – Disse sério, mas com um olhar suave encarava os olhos de Jared.

- Pelo quê? – Perguntou o moreno igualmente sério, com o mesmo ar apaixonado de Jensen.

- Pelo teu amor, por estar ao meu lado, por se preocupar comigo, se intrometer na minha vida. – Essa ultima frase Jensen sorriu ao dizer. – Apesar de que quando você faz amor comigo, esqueço-me de tudo e de todos, tendo meu mundo resumido a sua presença em mim. Não necessito desse esquecimento, pois sei que estarás ao meu lado independente de qualquer situação. E por isso sinto que posso vencer qualquer coisa. Eu te amo. – Jensen terminou, e uma lágrima solitária escorreu sobre seu rosto, ele não tinha medo de morrer e sim de perder aquele que tanto amava.

- Eu também te amo. – Falou Jared. – Não se preocupe nada vai acontecer nem com você e nem mesmo comigo. – Completou sabendo o que aquela lagrima solitária representava. – Acho que depois de fazermos amor no tapete da porta da rua, falta algum lugar? – Perguntando para quebrar o clima de nostalgia que queria se instalar.

- Na porta cozinha. – Disse Jensen se levantando e ajudando pelo Jared. – Ai... Acho que vou aceitar aquela oferta de entrar mole. – Falou quando ficou em pé e firmou o corpo nas pernas.

- Agora é tarde. – Disse Jared esfregando seu membro que começou a endurecer pela visão de Jensen em pé totalmente nu.

- Será que dá para chegarmos ao quarto pelo menos? – Perguntou Jensen soltando um pequeno gemido, ao sentir o membro de Jared na lateral de sua coxa.

- Podíamos inaugurar a escada. –Disse Jared abraçando Jensen por trás ao colocar o pé no primeiro degrau.

- Já inauguramos. – Falou Jensen afrouxando o abraço para pode caminhar. – Agora fiquei triste.

- Por quê? – Perguntou Jared se colando de novo e esfregando o seu membro duro entre as nádegas de Jensen, o fazendo sorrir.

- Você esqueceu. E olha que passou uma semana com dores nas costas por causa do degrau. – Respondeu Jensen.

- Jensen, você me disse que eu tinha caído sentado e por isso machuquei as costas. Eu estava porre comemorando a chegada do ano novo, nosso primeiro ano novo, juntos. – Falou Jared se lembrando da época, ele bebeu de estômago vazio e ficou bem alto e amanheceu com uma tremenda dor nas costas.

- E caiu! Sentado no meu pau. – Jensen disse isso e olhou o moreno com um sorriso bem safado. – O engraçado é que você levantava e caia novamente.

- Loirinho safado, vamos ter que inaugurar essa escada de novo e quem vai cair não sou eu, mas hoje não. – Falou Jared que abriu a porta do quarto e empurrou Jensen para dentro de maneira carinhosa, mas firme, assim foi fazendo até o loiro cair na cama.

Jared virou o loiro de bruços e se deitou por cima deste e não se preocupou em prepara-lo, afinal, tinham feito amor a pouquíssimo tempo tendo Jensen como passivo, que a penetração aconteceu sem muita dor para este.

Jensen puxou um travesseiro e Jared colocou sob o corpo do loiro o deixando empinado, e assim conseguindo uma penetração mais profunda. Começaram a se movimentar com bastante calma, eles não estava com pressa de satisfação.

Jared abraçou o corpo de Jensen sem acelerar os movimentos, apenas queria sentir a pele das costas do loiro em seu peito.

Quando eles se amavam assim sem preliminares, não era por que estavam com pressa de terem um ao outro, era por que desejavam ficar mais tempo conectados. Não procuravam a satisfação do corpo e sim da alma.

O orgasmo demorava a chegar e eles retardavam o máximo que conseguiam, faziam movimentos lentos. Era torturante, mas o fato de estarem ligados, valia o esforço.

- Eu te amo. – Falava Jensen sentindo o pênis de Jared lhe tocar a próstata, e cada vez que isso acontecia o loiro puxava o ar com mais esforço, pelo prazer e por ter o peso total do moreno sobre si.

- Eu também amo você. – Disse Jared se retirando de dentro do loiro e o virando de frente para ele, era o sinal que o limite já estava ultrapassado.

Jensen abraçou com as pernas o corpo de Jared o abrigando, enquanto o mesmo lhe tomava a boca abafando os gemidos de ambos quando o moreno penetrou o corpo do loiro com urgência.

Jared se movimentava com força agora, buscando a satisfação do seu corpo e urrava de prazer ao ver que seu companheiro lhe aceitava as investidas, e pedia por mais.

As mãos de Jensen apertavam as costas de Jared, apenas não a feria por causa das unhas curtas que o médico usava.

O êxtase veio forte, a explosão de prazer foi total, a escuridão tomou conta da vista de ambos, o esforço do ato de retardarem o ápice fez com que, sem se desligarem, se entregassem a inconsciência.

Pensilvânia

Misha se dirigia a uma pequena cidade que se localizava na estrada para a Califórnia. Esteve na Filadélfia, Pensilvânia, visitando o hospital psiquiátrico de onde Jake tinha fugido.

Collins estava trabalhando junto com o agente Welling que continuava no mesmo escritório do FBI, Michael Rosembaum foi expulso da corporação pelas burradas que fez no caso de Iron e por agredir um homossexual que o cumprimentou na rua.

Desempregado começou a beber, sua mulher fugiu com outra, levando seus filhos, no momento fazia terapia e sobrevivia com uma pensão do governo que mal dava para se alimentar, consegui por causa de seu estado mental, e pela ajuda de Morgan, pois apesar de não gostar das atitudes do seu ex-agente, sempre se preocupou com todos.

Misha encontrou no quarto de Jack uma revista medica onde existia uma reportagem com Jensen, e pelo estado foi bastante manipulada.

O agente estava preocupado, pois mesmo depois de dois anos o ex-ajudante de xerife não conseguiu esquecer o médico.

Em suas terapias o rapaz sempre falava dele primeiro com desejo e logo em seguida tinha de ser dopado, pois gritava pedindo perdão. Durante essas sessões de tratamento puderam descobrir os risco que Jensen correu, pois Jake nas vezes que se aproximou o médico estando este indefeso tinha a intensão de mata-lo, mas devido o imenso desejo que se apossava dele, primeiro se satisfazia o olhando, para depois cumprir o seu intento, mas sempre foi interrompido: Primeiro foi salvo por Ian que chegou na hora, e depois o próprio médico acordou no momento do gozo.

Necrotério

- Boa tarde! Sou o Agente Misha Collins e esse é o Agente Tom Welling. – Disse o moreno para o xerife local, o primeiro a chegar onde o corpo foi encontrado.

- Boa tarde! Sou Xerife Barnnes. – Se apresentou um homem não muito alto, careca, branco e com um grande bigode.

Os dois agentes se encontravam nessa cidade devido o corpo de um caminhoneiro que foi encontrado morto dentro de seu próprio caminhão.

– A carreta que ele dirigia foi encontrada abandonada e sem combustível. Parece que ele dirigiu o veiculo com o motorista morto até onde podia. – Informou o xerife. – Não foi encontrado nenhum dinheiro, indica que foi roubado também, se não fosse por uma marca encontrada, diríamos que foi um simples latrocínio.

Misha levantou o pano que cobria o homem e constatou a marca do versículo bíblico, o mesmo que sempre acompanhou as vítimas de Iron e do enfermeiro do hospital psiquiátrico de onde Jake tinha fugido.

- Então ele tem algum dinheiro e pela direção está indo para a Califórnia, vai demorar chegar por lá, pois esta atravessando o país por terra e é mais demorado, porém mais fácil de se esconder. – Imagens de Jack já estavam espalhadas e divulgadas em jornais e internet. - Espero que possamos captura-lo antes disso. – Comentou Misha pensativo.

N.A.: Vocês sabem o que é Bi-Participativo? Srsrs E Garganta cortada é sempre fatal? Essas e outras respostas nos próximos capítulos!