Capitulo nove: A primeira vez para tudo
- Ir... com você?
- Sim, meus pais não vão estar na Mansão. A teremos só pra nós dois - sorriu malicioso.
- Não sei Lucius, meus amigos e eu sempre ficamos em Hogwarts durante o natal.
- Só os órfãos e pobretões ficam no colégio durante esta data. Além do mais, estou te oferecendo ir á Mansão Malfoy, não sei como ousa duvidar em aceitar tal oferecimento.
Remus franziu a testa irritado. Ele é assim Remus, não faz de propósito, pensou para se acalmar.
- Em todo caso, você sabe muito bem que eu não me dou muito bem com meus pais, não posso dizer a meus amigos que vou pra minha casa passar o natal porque não acreditariam.
- Eu já pensei nisso. –disse fazendo um gesto com a mão. –sei que sua amiga, a ruiva. - sangue sujo pensou. –vai passar o natal em sua casa de trouxas é só dizer que ela te convidou para acompanhá-la. É a desculpa perfeita.
O castanho pensou por uns momentos.
- Tudo bem… mas tenho que falar com Lily primeiro. –disse encolhendo os ombros.
- Então aceita? –tom esperançoso.
- Perfeito! –exclamou abraçando seu namorado para beijá-lo logo depois.
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- Por mim não há problema Remus. Podemos ir juntos até a estação e dali nós nos separamos e você acompanha seu namorado.
- Obrigado Lily, mas não é só isso que queria te falar.
- E o que é? - perguntou ansiosa ao ver como Remus ficava calado mordendo o lábio inferior.
- Eu estive pensando… Acho que já está na hora.
- Fiquei perdida, Remus... Explica.
O castanho suspirou.
- Eu já estou preparado para dar o seguinte passo em nossa relação.
A testa de Lily franziu por uns segundos para depois abrir seus olhos verdes como pratos ao compreender as palavras de Remus.
- Oh... - foi à única coisa que conseguiu murmurar.
- Pois é já faz muito tempo que estou desejando e acho que o momento chegou. Estaremos sozinhos na Mansão, será natal… e faremos três meses juntos. –disse em tom sonhador e um sorriso bobo.
- Esse pensamento é muito romântico - E seria muito mais se fosse Malfoy o receptor - Já que você tem certeza tem todo meu apoio... só toma cuidado certo?
- Claro Lily. Eu já tenho tudo planejado, por sorte a lua cheia foi antes de ontem, isso me tira um peso das costas.
- Ele não suspeita das suas idas a enfermaria?
- Me perguntou uma vez, mas eu disse que é por causa de uma doença trouxa que tenho. Como pode imaginar não quis saber mais nada a respeito.
- Boa resposta - sorriu Lily diante da inteligência de seu amigo. Todos sabiam que qualquer coisa que tivesse a ver com os trouxas não interessava a Lucius Malfoy.
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- Você vai com minha Lily?! - se exaltou James depois de receber a noticia.
- James não grita - sussurrou Remus ao notar os olhares curiosos sobre eles.
- Por que você vai nos abandonar para ir com Lily Evans, Moony? - foi a vez de Sirius Black se exaltar.
- Chega! Não estou abandonando vocês porque não estou indo para sempre, só por alguns dias e Lily não é sua Lily até onde eu sei James.
Seus amigos o olharam surpresos e com alguma suspeita.
- Quem é você e o que fez com nosso amigo? - James perguntou receoso.
- Sou eu rapazes, deixem de ser infantis.
- Você não é nosso lobinho, acaba de falar com a gente como se fosse... uma serpente - disse Sirius estreitando os olhos.
Remus se mexeu desconfortável, tudo isso era culpa de Lucius, ele estava pegando sua crueldade.
- Vamos rapazes, é sério deixem disso. Vocês sabem que fiquei amigo de Lily Evans á pouco tempo e ela muito amigavelmente me convidou para passar o natal em sua casa… vocês sabem como eu sou não consigo dizer não - disse suavemente. Agora disparei em mentir... nem sei se me alegro com isso. ò.o
- Mas Moony, sempre passamos o natal juntos. Você sabe que tínhamos planos geniais, não podemos fazer se falta um dos Marotos - tentou James.
- É mesmo, fazer piadas para os sonserinos quando voltem do natal não é o mesmo sem você - disse Sirius.
- Deixem que ele faça o que quiser, sempre são vocês que armam essas brincadeiras sem a necessidade de que Remus ou eu estejamos presentes-disse Peter.
James e Sirius o fulminaram com o olhar.
- Isso não é verdade - se ofendeu Sirius - Somos sempre nós quatro que fazemos.
- De fato, Peter e eu somente damos cobertura.
- Mesmo assim não pode nos deixar! - exclamou James.
- Sim ele pode, o que acontece é que você está com ciúmes porque ele vai passar um tempo na casa de Evans e quem sabe eles acabem se apaixonando - riu Peter.
- Peter… muito ajuda quem não atrapalha - falou Remus amavelmente.
- Oh perdão.
- Bom faça o que quiser - murmurou James entre dentes se levantando para ir.
- Não James espera - o deteve Remus - Você acha que sou capaz de fazer algo assim? Lily é somente uma amiga, quase uma irmã. A versão feminina de um de vocês. Por outro lado sei muito bem que tanto você como Sirius sempre ficam em Hogwarts porque querem, mas nem eu nem Peter temos uma família que se alegre de nos receber para o natal. Agora tenho a oportunidade de passar com uma família legal que vai me receber de braços abertos.
- Em minha casa e aqui acontece o mesmo - rebateu James.
- Certo, mas sua família é toda bruxa. Na casa de Lily vou ter a oportunidade de festejar como fazem os trouxas, como há anos eu não faço. Só vou estar dez dias sem vocês. E deveria me sentir magoado porque pensou exatamente o que Peter falou - disse abaixando a cabeça. Além de mentiroso agora sou expert em chantagem emocional. Tudo culpa de Lucius.
- Sinto muito Moony. –se desculpou. –Vai se quiser, mas nós vamos sentir muitas saudades de você. –o moreno sorriu abraçando seu amigo.
- Eu também vou sentir saudades! –gemeu Sirius soltando umas lágrimas de crocodilo enquanto se unia ao abraço.
Peter riu divertido e abraçou aos amigos em um belo abraço grupal.
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- Por Merlin,
-Lucius! - se exaltou Severus. –Estamos em pleno inverno, vivendo nas masmorras e este é o quarto banho frio que você toma só hoje.
O loiro o olhou irritado.
- É porque você não é um meio-veela que está a três meses junto com seu companheiro sem conseguir completar o enlace. –murmurou.
- Tudo bem desculpa. Suponho que isso vai se solucionar agora que estarão sozinhos em sua casa.
- Eu espero que sim. –suspirou. –Sei que disse que não queria pressioná-lo, mas se agora não acontecer nada vou ter que usar meus encantos veelas para persuadi-lo. Eu não aguento mais de vontade de estar dentro dele, possuindo-o de todas as formas que meus sonhos pervertidos me mostram o tanto tempo...
- Lucius! - rugiu Severus fechando os olhos. –Quer fazer o favor de se controlar. Está deixando sair seu maldito encanto veela e me perdoa, mas não quero ficar de joelhos na sua frente dizendo um monte de estupidez só para ganhar sua atenção.
- Oh... sinto muito Severus - fechou seus olhos - pronto, já pode olhar.
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- Bem vindo a Mansão Malfoy!
- Uau!... - deixou escapar Remus ante a magnífica construção a sua frente.
Era difícil de descrever, era quase tão grande quanto Hogwarts, imensos jardins com todo tipo de arvores e flores que se possa imaginar, tinha seu próprio lago, um corujal pequeno, mas com tudo para cuidar bem das aves. E por dentro... Remus prendeu a respiração, era maravilhoso, móveis de couro, adornos de prata - Melhor não chegar perto disso! - cristais maravilhosos e até enfeites de ouro além de quadros de antigos familiares.
- Vem, vou te mostrar os lugares mais importantes da casa. –disse pegando numa mão de seu namorado. –espero que entenda que não posso te mostrar tudo, nem eu mesmo conheço a casa inteira. –Muito menos vou te mostrar nossos artigos de magia escura, um grifinório como você não compreenderia seu valor.
O primeiro lugar foi a biblioteca, estava certo que seu amor ficaria encantado com ela. O lugar em questão era ainda maior que a do colégio. Havia livros ali que só existiam dez cópias no mundo além de estarem em excelente estado de conservação.
Havia livros de todos os tamanhos e assuntos. Depois seguiram para o estúdio particular de Lucius, quase não tinha nada pra ver só alguns móveis que valiam uma pequena fortuna e mais uma boa quantidade de livros e enfeites digno de um Malfoy. Continuaram passeando pelos lugares importantes da casa até que chegaram à sala onde estavam guardadas as relíquia da família. Estava cheio de quadros do que pareciam ser familiares antigos, artigos como troféus, fotos, figuras de porcelana entre outras coisas.
Remus andou pelo lugar e parou em frente a um quadro em particular. Ali estava uma mulher de exuberante beleza, cabelo loiro platinado muito comprido, pele de porcelana, belos olhos cinza azulados e um corpo invejável.
- É parente sua? –perguntou balançando a cabeça. –parece uma veela.
Lucius empalideceu e rapidamente tirou seu namorado deste lugar. Não queria que seu segredo lhe fosse revelado ainda, e sendo Remus muito inteligente, poderia chegar rapidamente a uma conclusão somente observando.
Mais tarde, uma vez que já tinha guardado suas coisas (cada um em seu próprio quarto) jantaram em relativa calma, conversando sobre trivialidades. Eles faziam sempre assim para disfarçar, porém Dumbledore sempre que os via não deixava de lhes sorrir ternamente, se perguntavam se o velho suspeitava de algo...
Ou de como Lucius teve que ameaçar Rita Skeeter de enfeitiçá-la até a morte se chegasse a divulgar que os tinha visto se beijando em um corredor do colégio. Remus não aprovou a principio, mas era consciente de que se ela soubesse, no dia seguinte todo o colégio ficaria sabendo. Foi só quando viu a palidez de Rita que descobriu como seu namorado era temido em Hogwarts. Depois do jantar foram dormir, depois de uma sessão de beijos. De manhã deveriam acordar cedo para abrir os presentes.
E desfrutar do presente especial de Remus…
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- Bom dia meu grifinório. –saudou Lucius abraçando o castanho e o beijando. –Feliz Natal. Vamos tomar café antes de abrir os presentes?
- Feliz Natal. –disse sorridente, mas por dentro estava morto de nervos. –Claro vamos tomar café.
Foram abraçados até a imensa sala de jantar. Se Lucius estranhou a atitude de seu namorado não demonstrou.
Depois de um farto café se encontravam sentados em frente a arvore de natal (Remus no chão e Lucius numa poltrona. Um Malfoy não se senta no chão, questão de modos). O loiro observava seu namorado abrir os presentes numa atitude nervosa o que estava o deixando cada vez mais curioso.
- Oh Lucius isso é demais! –exclamou Remus ao seu presente. Era uma vassoura Nimbus 1990, cor preta e com seu nome gravado no cabo.
- Isso não é nada, só me custou um pouco mais que seu bracelete. –diante dessa resposta Remus engoliu em seco. O bracelete era caríssimo!
Remus ficou alucinado com sua vassoura. Perguntava-se se seu amigo James gostaria de ter uma assim. Talvez pudesse emprestá-la para os jogos de quadribol da Grifinória.
- Remus... Estou enganado ou não tenho nenhum presente seu?
O castanho respirou fundo e antes que seu namorado dissesse alguma besteira, como de sua pobreza, o olhou com decisão.
- Faz um tempo que você me disse que só tinha uma coisa que queria de mim. E depois de pensar no assunto acho que agora é o momento adequado para te dar - se levantou do chão e tirou um belo laço do bolso de seu pijama e colocou sobre seu peito. –Eu sou seu presente Lucius, quero ser seu hoje. –sorriu tímido e ruborizado.
Lucius estava em choque, não estava esperando isso… Bom esperava, mas pensou que deveria ser ele quem daria o primeiro posso para poder completar o enlace. Bendito seja o valor Grifinório...
- Você gostou de seu presente ou não? –perguntou divertido ao ver a reação de seu namorado.
-Oh por Merlin é claro que sim.
Dizendo isso Lucius se lançou sobre o castanho deixando de lado os presentes dos familiares e amigos, que nem de longe se aproximava do valor do presente que seu namorado estava lhe dando.
Não perdeu tempo e buscou com ânsias a boca de seu amante. E Remus se entregou sem reservas, a decisão estava tomada, não tinha medo, mas estava nervoso. Logo as línguas se encontraram enquanto as mãos do loiro percorriam o corpo do outro. Se apressou em tirar a camisa do pijama e deixar beijos e mordidas por esse pálido peito bastante belo. Beijou com ternura as cicatrizes que marcavam essa pele pálida ao mesmo tempo em que colocava suas mãos dentro da calça para poder acariciar o traseiro de Remus e puxa-lo mais para si.
- Lu-Lucius, vamos para o quarto. –conseguiu dizer Lupin quando encontrou um pouquinho de lucidez.
- Rápido. –grunhiu o veela. Agarrou mais forte o traseiro de Remus e o obrigou a enrolar as pernas em sua cintura e assim o carregou ao quarto mais próximo (o quarto de seus pais, mas isso não era importante no momento).
Ao chegar à cama e o loiro depositou delicadamente o leão para logo despojá-lo de toda a roupa. Beijou com paixão seus apetitosos lábios enquanto suas mãos vagavam por todo o corpo sem parar mais de um minuto no mesmo lugar. Foi descendo até o pescoço onde sem duvidar voltou a deixar sua marca em um chupão que, à noite, estaria particularmente vermelho.
Beijava todo o peito do castanho fazendo, assim, com que sua excitação aumentasse, quando chegou ao umbigo ficou brincando com sua língua atrevidamente, deixando Remus descontrolado, dizendo incoerências e se retorcendo sobre a cama. Já estava sentindo a magia que se soltava de Lucius, nunca entendeu o porquê acontecia aquilo, pois pensar era o que menos conseguia naquele momento.
Deixando de lado o umbigo, Lucius se ocupou do erguido membro do castanho, sabendo quais caricias levavam a loucura seu lobo e se dedicou a chupar, lamber e morder levemente o mesmo. Obtendo como recompensa gemidos, gritos e elevamento de quadril para marcar o ritmo de suas ações. Remus entrelaçou os loiros cabelos em suas mãos e com mais algumas caricias da esperta boca chegou ao clímax com um grito de puro prazer, derramando sua semente na boca de seu amante.
- Agora vou te preparar - sussurrou roucamente ao seu namorado. Seus olhos se encontraram e o outro assentiu timidamente.
Lucius pode sentir o nervosismo do amante, então deixou sair um pouco de seu encanto veela enquanto lambuzava seus dedos com lubrificante.
- Oh Lucius o que... - começou Remus ao sentir a enlouquecedora magia que provinha do meio veela.
- Ssshhh não fala nada, só me deixe ter você.
Concordou duvidoso sentindo-se estranho. Seu namorado estava começando a brilhar novamente, como aquela vez em que deram seu primeiro beijo e seu lobo interno estava louco de prazer. Foi à primeira vez em que se perguntou o que Lucius escondia para poder fazer algo assim. Mas todos seus pensamentos foram interrompidos quando sentiu o primeiro dedo em seu interior, não foi excessivamente doloroso, só desconfortável, quase prazeroso o loiro começou a tirar e a por lentamente, minutos depois, quando se beijavam, um segundo dedo acompanhou ao primeiro fazendo Remus gemer.
- Relaxa Remus, olhe pra mim e não pense em mais nada.
E assim ele fez e se perdeu nesses orbes prateadas, o desejo nelas fez grunhir de necessidade ao lobo dentro de Lupin e atraiu bruscamente ao loiro para um beijo apaixonado enquanto arqueava as costas para ter mais contato com seu namorado. Apenas foi consciente do terceiro dedo dentro de si que enquanto deixava se mar um surpreso Lucius pelo selvagem beijo.
- Já está pronto meu amor. Não tenha medo vai doer só um pouquinho, mas depois vou te fazer gritar de prazer. Eu prometo. –sorriu com superioridade antes de beijar ternamente seu amante.
Retirou seus dedos e o substituiu por seu membro o penetrando lentamente enquanto Remus prendia a respiração. No inicio sentiu um pouco de dor e um pouco de incomodo, mas a magia que vinha do loiro ajudava muito a se concentrar em sentir somente prazer no ato. Remus o abraçou forte enquanto ele lhe beijava o pescoço, os lábios as bochechas...
- Já pode se mexer… - sussurrou depois de alguns minutos.
Seus olhos se conectaram e Malfoy começou a se mover no interior de seu namorado. À medida que as investidas se tornaram mais rápidas, ambos puderam sentir a magia que se encarregaria de enlaçá-los para sempre. Gemiam sem parar, trocando beijos, carícias e palavras carinhosas até que a magia do Veela chegou ao limite.
- Oh… por Merlin Lucius. O que é isso que estou sentindo? É muito estranho... - gemeu o castanho ao sentir a magia do enlace percorrer seu corpo com uma cosquinha de puro prazer.
- É só minha magia meu amor. Não preste atenção. Agora você é meu, diz com todas suas forças. –sussurrou ofegante aumentando a força de suas investidas e masturbando com uma mão o pênis de seu namorado.
- Ahhhh... isto é incrível Lucius sua magia é maravilhosa. Sou todo seu, só seu. –disse enterrando suas unhas nas costas de seu amante, marcando aquela pele branca.
- Repete amor. –gemeu ao ouvido e seu amante enquanto mordia o lóbulo da orelha. –quero te ouvir dizer de novo.
- Seu, seu, seu... todo seu. –repetiu uma e outra vez movendo-se ao ritmo das investidas de seu namorado. –Seu!
Com esse grito final se derramou na mão do sonserino. Lucius o seguiu depois de duas investidas mais. Quando se acabou dentro de seu namorado caiu totalmente esgotado sobre o corpo pálido debaixo do seu. Seus olhos se fecharam, estava muito satisfeito logo depois do melhor orgasmo de sua vida. Agora entendia o que tanto seus pais como os livros diziam acerca de como é maravilhoso o enlace de um Veela com seu companheiro.
Nenhum dos dois percebeu uma luz branca que os envolveu segundos depois do orgasmo. Seu enlace estava completo...
Pouco depois Lucius saiu de cima do namorado para se deitar ao seu lado sem deixar de admirar sua beleza, sua pele branca pálida ainda estava vermelha, com pequenas gotas de suor e seu semêm estava espalho por seu abdômen. Não duvidou em se abaixar e lamber todo esse liquido causando um tremor em Remus.
- Não precisa fazer isso... - murmurou envergonhado.
- Me agrada fazer, tudo o que vem de você tem um gosto maravilhoso. Você está bem?
- Sim... - ficou vermelho, mas sorriu timidamente - Obrigado Lucius. Me fez passar o melhor momento da minha vida.
- E você fez isso também... - o beijou. –E o agradecido devia ser eu. Depois de tudo este foi meu presente. O melhor presente de Natal que recebi desde que eu me entendo por gente...
O grifinório sorriu abertamente e abraçou seu namorado para enterrar sua cabeça no pescoço do outro depois de lhe dar um beijo apaixonado.
- Você quer mais? - perguntou brincalhão.
Lupin riu baixinho enquanto negava com a cabeça.
- Não… por enquanto. Estou cansado. Podemos dormir um pouquinho?
- Claro meu amor, até a hora do almoço. Ainda é natal e devemos terminar de abrir nossos presentes, já que tivemos que interromper nossa tarefa por causa do belo presente que ganhei. –disse passando a mão no traseiro do rapaz deitado sobre seu peito.
Remus levantou a cabeça para olhar seu amor nos olhos, beijando seus apetitosos lábios e voltou a esconder a cabeça no pescoço do veela, sorridente. Nunca se arrependeria de ter tomado essa decisão. Lembrava perfeitamente quando Lucius o chamou de "amor" durante o ato sexual. Talvez fosse só uma questão de tempo até que confessasse seus sentimentos.
E assim juntos e abraçados dormiram. Mais tarde, um elfo doméstico bebê chamado Dobby os chamou para almoçar. Foi só ai que Lucius Malfoy notou com horror que acabava de completar o enlace no quarto de seus pais.
Continuará…
Próximo capitulo: descontrole primaveril
Nota tradutor:
Neah que belo presente hein lobinho, me dá me dá!
Te vejo no próximo capitulo
