Capitulo onze: Explicações e fim de curso

- Quero uma explicação Lucius Malfoy - ordenou nem bem fechou a porta.

- Sobre o que? - perguntou alheio a fúria que mostrava os olhos dourados.

Remus quase fez seus dentes trincarem "Como ele pode ser tão hipócrita?" pensou com raiva. E o cúmulo foi quando o loiro se aproximou para abraçá-lo possessivamente e beijá-lo

- Não! Chega! - o obrigou a se separar - Agora mesmo vai me dizer o que foi todo aquele espetáculo lá fora!

Lucius franziu a testa e voltou a abraçar e beijar seu namorado.

- Não Quero falar, Quero que me faça amor - ronronou lambendo o pescoço do castanho.

- Lucius! Por Merlin! Estou falando serio! - disse tentando se controlar para não gemer. Esse loiro vai acabar me deixando louco.

- Eu também – grunhiu – Me tome!

- Lucius… já te disse que estou falando serio – sussurrou – Quero saber o que é isso de você ser um Veela?

O sonserino se deteve por um momento suas caricias enquanto sua testa se franzia. Só agora se lembrando de seu descontrole! Mas como que Remus sabe que sou um Veela? (N/A: o loiro não se lembra das palavras de Severus, pois naquele momento o único que sua mente registrava era "matar a ruiva"). Bom... havia chegado o momento de esclarecer as coisas. Mas primeiro deveria acalmar seus desejos. Maldita herança!

- Depois falamos Remus, eu juro. Mas agora… faz-me seu - quase suplicou (quase porque um Malfoy não suplica).

Remus suspirou, sabia o que tinha que fazer. Meu lobo interior geme de vontade de satisfazer esse pedido! Mas depois Lucius não sairia dessa sala de aula sem lhe dar uma boa explicação.

Com toda raiva que estava pelos acontecimentos recentes beijou os lábios de Lucius com violência fazendo com isso que a serpente gemesse de prazer... O loiro gostava desses arrebates de paixão de seu namorado quando deixava se dominar pelo lobo... Remus fazia amor de uma maneira tão violenta que as vezes o deixava ferido. E isso o agradava, porque além de satisfazer seu sadomasoquismo, ao vê-lo machucado Remus o mimava sobremaneira e depois deixava que seu namorado fizesse o que quisesse com seu corpo por se sentir culpado.

O grifinório rasgou o uniforme de seu amante ferozmente e começou a morder e chupar o peito amplo, deixando marcas de seus dentes nele. Lucius sorria malicioso enquanto deixava sair gritos de prazer de sua boca. Deixando de lado essa tarefa Remus se despiu de suas calças com inusitada rapidez e depois de liberar sua dura ereção penetrou o Veela. Ambos gritaram o castanho de prazer e o outro de dor mesclado com prazer. No entanto, esse grito pareceu trazer algo de sensatez ao lobisomem (lastimosamente para Lucius) porque o castanho parou e levantou seu olhar para encontrar com os orbes prateados nublados de excitação.

- Se mexe maldição - grunhiu o veela.

Remus assim fez, porém mais devagar.

- Com força leão. Quero te sentir dentro de mim com tudo o que tem.

Lupin sorriu aumentando o ritmo de suas investidas para um mais selvagem, como sabia que seu pervertido namorado gostava. E os gritos e gemidos provenientes do loiro demonstravam que estava fazendo bem, exatamente como ele queria. O corpo de Lucius estava apoiado contra uma parede, suas costas golpeando a fria parede da sala, mas isso não importava, o único que importava era esse duro membro entrando e saindo dele. O loiro enlaçou com força suas pernas na cintura de Remus enquanto o castanho afundava suas mãos no traseiro do namorado. A fricção entre os corpos masturbava perfeitamente o membro do sonserino sem necessidade de outro toque. Seguiram com esse ato selvagem até alcançarem o clímax juntos com um grito rouco de puro êxtase.

- Agora vamos falar - disse Remus com a voz entrecortada enquanto tentava normalizar sua respiração.

- Tudo bem - resmungou Lucius, estava muito mais muito satisfeito (como sempre), mas a expectativa de contar sobre sua herança familiar para seu namorado não o animava muito.

Se separaram (com resmungo de dor por parte do Veela) e começaram a se vestir. Lucius teve que conjurar um "reparo" em sua túnica, pois está tinha ficado semidestruída. A culpa já se refletia no rosto do castanho. Malfoy somente sorria malicioso.

- Bom Remus - disse sorrindo de lado e levando seu namorado para uma cadeira. Sentando fez com que seu namorado sentasse no seu colo - Te felicito por chegar a conclusão sobre minha herança veela...

- Severus me disse - interrompeu, porém ao ver a testa franzida de seu namorado se apressou em esclarecer - foi preciso, você estava fora de controle... achei que ia matar Lily. Ele me disse que só eu podia te controlar.

- O que tem Evans a ver com tudo isso?

- Não se lembra? Você a viu apoiada em mim e…

- O que? - sussurrou entrecerrando os olhos.

- Lucius controle-se… só estava tirando uma folha do meu cabelo. Lembra que nós somos somente amigos. E estamos nos desviando do tema. Quero saber sobre sua condição de veela e o que tenho a ver com tudo isso - Embora imagine - pensou assustado e satisfeito.

- Bom, um familiar meu foi seduzido por uma veela no passado, tiveram relações e ela ficou grávida. Casaram-se obrigados e desde esse momento todos os Malfoy tem algumas características veela.

- Essa mulher era aquela do retrato?

- Isso mesmo – sorriu - nosso cabelo é o mais notório. Todos os Malfoy depois deles estamos destinados a receber a herança veela aos dezesseis anos e depois temos que encontrar nosso companheiro da vida toda e concluir o enlace. Ao ter o sangue mesclado - fez uma careta desdenhosa, fazendo seu namorado sorrir divertido - não compartilhamos das mesmas características dos veelas puros, não nos transformamos em criaturas feias quando estamos com raiva, muito pelo contrario podemos canalizar todo o poder acrescentando nossa beleza e dirigir nossa fúria para a pessoa que nos faz raiva... para poder, se necessário, mata-la. Não sei como é o mecanismo, mas meus pais me explicaram que a magia sai do corpo para asfixiar a vitima.

Remus engoliu e seco.

- Ou seja, você poderia ter matado Lily se eu não te detivesse? - perguntou com voz afogada.

Remus trago saliva.

- Claro que sim… - sorriu com malicia - suponho que você sabe, nós veelas somos absolutamente possessivo com nossos companheiros. À medida que vamos amadurecendo uma vez recebida a herança, temos mais controle sobre nossos atos e magia, traço comum é a magia sem varinha, sempre e quando seja para defender nossos companheiros ou nossos filhos. Em épocas como esta: a primavera, nós entramos no… cio - ruborizou-se ligeiramente - por isso estou... algo diferente, você deve ter notado.

- Sim... - murmurou ruborizado - então... eu sou... você - não podia completar a frase, tudo isso era demasiadamente irreal para entender.

- Sim Remus… você é meu companheiro - suspirou.

- E porque você está me dizendo só agora! – explodiu, se sentia enganado (e com razão) usado como um tonto. Tudo estava evidente - Agora entendo tudo... - murmurou levantando-se - Eu achei muito estranho que você, Lucius Malfoy, fosse se fixar justamente em mim, pensei que era porque me encontrava atraente ou porque gostava de minha personalidade ou sabe o que tenha visto em mim, o amável Remus Lupin um grifinório mestiço e pobre. Cheguei a achar que você me queria…que me amava pelo que eu era, não por sua condição de veela que me elegeu como companheiro... Certamente você deve estar enjoado de ter que dividir a cama com alguém como eu...

- Quer para de dizer besteira - disse enjoado - Que pouca auto estima! Por Salazar! - no inicio quis negar que você fosse meu companheiro... - disse se levantando para abraçá-lo, o outro se negou, mas Lucius não o deixou escapar - mas não aguentava estar separado de você. Então decidi e consegui te conquistar.

- É claro… somente para que seus instintos veela não te enlouquecessem - murmurou abaixando a cabeça.

- Pode ser. Mas depois daquela vez que te dei carinho com as mãos pela primeira vez - sorriu brincalhão enquanto o castanho se ruborizava - entendi que não sabia nada sobre você. Então comecei a averiguar quem era Remus Lupin. E essa informação mais os momentos maravilhosos que passamos juntos me fizeram apaixonar-me por você, meu lobinho.

Remus o olhou alarmado.

- Sim… - sorriu encantador - sei do seu segredo e não me importa, então não fique com essa cara. De fato... - se aproximou para lhe sussurrar - isso te torna mais libidinoso e selvagem na cama, sabia?

- Sim eu sei - murmurou sorrindo de lado - mas não desvia do assunto. Você dizia que me amava?

- Amava não. TE AMO, no presente. Depois de te conhecer como deveria por ser meu companheiro de enlace me conquistou. Cheguei à conclusão que tanto o arrogante e orgulhoso mago Lucius Malfoy como o veela dentro de mim concorda que te amam com loucura. Seja o que seja - disse num tom muito sério com seu arrastar de palavras - e quero que fiquemos juntos para sempre e isso é um fato depois de tudo.

- O que você que dizer com isso?

- Bom... – pigarreou - Você e eu… lembra a magia que sentiu na nossa primeira vez – assentimento - Era à magia do nosso enlace.

- Q-quer dizer que?... - gaguejou com os olhos abertos.

- Já estamos enlaçados Remus. Somos um do outro para o resto de nossas vidas.

- Você nunca pensou em me consultar para nada não é mesmo? - perguntou rancoroso - eu tinha o direto de saber. Sabe o que isso significa para mim? Ou para você?

- A mim não me importa. Você é meu companheiro de enlace e não poderia viver feliz sem você ao meu lado.

- Mas o veela é você e não eu, eu tinha o direito de decidir se queria permanecer o resto da minha vida com você.

- Qual é o problema? Eu ia te conquistar de qualquer jeito, ninguém resiste a um Malfoy, muito menos a um Malfoy que é ¾ veela.

- Tanto assim? - perguntou surpreso.

- Sim - grunhiu.

O castanho suspirou deitando a cabeça no ombro do sonserino, absorvendo seu intoxicante aroma e fechou os olhos. Era informação demais, de uma vez só descobre que seu namorado é um veela e que é seu companheiro de enlace. E se isso não fosse o suficiente, teria que passar o resto da vida ao lado de Lucius se não quisesse que o loiro andasse enlouquecido matando qualquer um que tentasse tocá-lo.

- Isso significa que vamos casar ou algo assim? - quis saber.

- Claro, no futuro... porque você é meu. E não vai ser de ninguém mais. Só meu para o resto de nossas vidas - grunhiu possessivamente.

Remus sorriu ante o tom. Pensando bem... não estava tão desgostoso com a situação. O que na verdade o chateava era que Lucius não lhe disse a verdade desde o principio, que não lhe consultasse. Mas já estava feito e depois de tudo, ele amava o loiro. Agora recordava que Lily tinha lhe perguntado se via o loiro como o pai de seus filhos... e ele tinha dito que sim.

- Lucius…

- O que foi?

- Me faz amor…

Não teve que pedir duas vezes afinal de contas estavam na primavera...

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Respirando fundo Remus entrou no

quarto que dividia com os outros três Marotos. Ao entrar seus amigos se voltaram para encará-lo e não estavam muito alegres por assim dizer.

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-Agora sim podemos falar - disse desconfortável com os olhares fulminantes.

- Já chegou? - resmungou Sirius - se nota que você não falou somente com Malfoy . Toma um banho que estamos te esperando.

-Tudo bem - resmungou Remus aborrecido e ruborizado

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Vinte minutos depois…

-Aonde você pensa que vai?—exclamou James ao ver seu amigo indo para a porta de saída.

-Tem alguém que quero que presencie essa conversa. Porque é a única vez que vou dizer algo a respeito disso.

A seriedade no rosto do terno e amável homem lobo surpreenderam seus amigos. E temeram o pior. Não estaria tão ligado ao loiro oxigenado não é mesmo? Conseguiriam convencê-lo em deixá-lo? A porta se abriu entrando Remus Lupin e Lily Evans. O rosto de Prongs se iluminou.

- Oh… Lily vem se sentar comigo - ofereceu galante.

- Não - grunhiu ela se sentando na cama Remus.

- Mas...

- Chega James. Acho que isso não é importante agora. Moony tem algo a nos dizer - disse Sirius estranhamente sério olhando seu amigo com a cara fechada.

- Certo - sentenciou seu amigo ficando serio também.

- Ok - suspirou buscando animo. Lily lhe deus uns tapinhas nas costas sorrindo amavelmente - Como todos escutaram hoje, Lucius Malfoy e eu temos uma relação - seus amigos bufaram - desde final de setembro passado.

- O que? - gritaram o três animagos.

- Mas você nos disse que... - começou Peter.

- Eu sei o que disse – cortou - mas não podia dizer da relação com Lucius, pois já sabia como iam reagir. Estava esperando o momento certo para poder revelar a situação.

- E quanto tempo ia esperar? Uns dias antes de chegar seu convite de casamento - ironizou Sirius.

- Não – grunhiu - só buscava o momento oportuno. Mas me alegro que ao fim possa dizer, porque a pesar de minha relação com ele, hoje acabo de saber de algo muito importante com respeito a meu futuro e de Lucius.

- E o que seria isso Remus? - falou Lily curiosa.

- Lucius Malfoy é um veela, quer dizer meio veela, mas enfim... - murmurou, mas foi audível a todos.

- Eu sabia! - exclamou Lily levantando um braço, os rapazes a olharam como se estivesse louca - E você é seu companheiro de enlace?

- Sim...

Shock.

- Um veela? O que é isso? - perguntou Peter perdido.

- Por acaso você é um ignorante? - disse James o fulminando com o olhar - Os veelas são esses bichos feios que se caracterizam por sua beleza, te seduzem e não pode resistir-lhes.

- Sim e quando recebem sua herança procuram um companheiro com o qual se enlaçam para vida toda. São absolutamente possessivos com seu companheiro e não permitem que ninguém o machuque - falou Sirius.

Peter, Remus e Lily o olharam assombrados com esse ataque de inteligência.

- O que? - disse enjoado - Todo mundo sabe disso.

Na realidade eles sabiam por que há algumas semanas eles tiveram que fazer um trabalho em duplas onde o tema foi justamente: Os Veelas.

- O que quer nos dizer com isso Remus? - perguntou James - que Malfoy te escolheu como companheiro e agora tem que passar o resto da vida com ele?

- Sim rapazes.

- Mas não pode fazer isso? - saltou Sirius escandalizado - Diz que você não quer! Ele não pode te obrigar a ser seu companheiro!

- Na verdade eu não posso me negar porque já completamos o enlace e além do mais… eu não quero me separar dele... eu o quero. Melhor não dizer que estou apaixonado e que Lucius me corresponde... pelo menos por enquanto.

- Mas é Malfoy! Uma serpente! A pior de todas! - gritou James.

- Prongs tem razão, não pode querer alguém assim. Você deve se negar! Não vamos permitir que mantenha uma relação com esse sonserino! - gritou Sirius desta vez.

- Eu... - murmurou Remus a beira do pranto.

- Vocês querem se acalmar? - disse Lily abraçando seu amigo enquanto seus olhos brilhavam perigosamente - Vocês não podem decidir assim a vida de Remus. Ele já decidiu o caminho que vai tomar.

- Ninguém decidiu - disse James - ele pode recusar!

- Já não disse que não pode idiota! Ele já completou o enlace com o veela.

- Esse maldito deve tê-lo enganado com seus poderes! - grunhiu Sirius.

- Não! Isso eu não vou permitir! - exclamou Remus com seus olhos dourados furiosos. Merda falta pouco para lua cheia, pensaram seus amigos espantados - Lucius não fez nada disso, se bem que não me contou a verdade no principio sobre sua condição de veela, nunca me pressionou antes para que eu me deitasse com ele. Eu o fiz por vontade própria, mas se tivesse sabido antes sobre sua herança faria tudo do mesmo jeito.

- Mas você está dizendo, que teria dormido com Malfoy mesmo sabendo que ficaria ligado a ele para o resto da vida? - perguntou James incrédulo.

Seu amigo assentiu.

- Você por acaso está ficando louco? - resmungou Sirius.

- Não, ele não está louco! - exclamou Lily enfadada ao ver o rosto triste de seu amigo - somente está apaixonado! Entenderam isso! Remus está apaixonado por Lucius Malfoy!

Segundo shock.

Remus olhou a ruiva entre agradecido e aborrecido.

- Perdão… mas eles devem saber para poder entender - se desculpou ela.

- Você disse a palavra com A? - perguntou James espantado.

- Sim Potter disse: amor. Seu amigo está apaixonado por Malfoy.

- Acho que vou desmaiar… - murmurou Sirius.

- Eu também… - sussurrou James.

- Não sejam exagerados! - bufou a ruiva.

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Tempos depois…

Seus amigos animagos não aceitaram muito bem, mas decidiram não seguir com o assunto. Embora secretamente preparassem diversos planos para separá-los. Por outro lado, o resto do colégio já sabia dessa relação e ninguém se atrevia a sequer olhar para o castanho com medo de serem enfeitiçados. Não que isso incomodasse ao grifinório… ele só necessitava de seu veela e de ninguém mais. Os sonserinos não sabiam como saborear a noticia, mas eles se abstinham de fazer qualquer comentário pelo mesmo motivo do resto do colégio. Aparte pensavam que só era mais uma das conquistas do príncipe da Sonserina. E que logo se cansaria dele.

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E assim passou o tempo… até que chegaram as ferias de julho, trazendo o final do sexto ano do curso para nossos protagonistas.

- Então... quando posso te pegar? - murmurou enquanto beijava o castanho nos cabelos.

- Não sei Luc - Lucius fez uma careta diante do apelido, mas não podia negar que ele lhe chamasse assim, tudo para satisfazer seu namorado. Maldita herança! - tenho que ficar pelo menos duas semanas em minha casa, quando puder te mando uma coruja.

- Tudo bem… só não demore muito.

Remus sorriu ante a pequena nota desesperada nas palavras de seu namorado.

- Você tem certeza que seus pais não vão saber que estamos ali? - perguntou enquanto se aconchegava nos braços de seu amor.

- Não… eles nunca visitam Veneza. Minha mãe não gosta da decoração e decidiu que nunca mais pisaria ali. Por isso vou pra lá quando quero ficar sozinho.

- Bom, então conhecerei Veneza nestas férias. Mas vou sentir saudades de você até que possamos nos ver de novo - disse manhoso.

- Eu muito mais, não sei como vou fazer para controlar o Veela - suspirou drasticamente - o mais certo é que quando for te buscar tenha que te violar de todas as maneiras possíveis.

- Você não teve o suficiente na primavera? - disse rindo.

- Não - grunhiu tomando posse dos lábios do grifinório - eu nunca terei o suficiente de você. É uma coisa de veelas, algo como um mecanismo para não se fartar de passar toda vida com a mesma pessoa.

- Isso é bom - disse levantando uma sobrancelha - por que com a sua reputação...

- Isso é pura besteira – bufou - muito pelo contrario do que se diz neste colégio, eu não me deitei com a metade dos alunos de Hogwarts, nem que fosse um Black - disse com desdém.

- Isso é muito bom... pois se lembre que sou um homem lobo - disse ignorando o insulto a seu amigo - e eu não ficaria contente de ser enganado e posso me vingar em algum dia de lua cheia.

- Tranquilo precioso, eu sou todo seu, assim como você é todo meu - murmurou possessivo contra os lábios de seu namorado para logo depois o beijar com paixão.

Continuará...

Próximo capitulo: férias de verão

Nota tradutor:

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Te vejo na próxima!