O passado que condena – Parte 1
Os movimentos eram bruscos, velozes e hábeis.
Qualquer deslize e seria o fim.
Sua atenção estava dobrada, tanto que o mundo poderia estar caindo lá fora que ele não perceberia.
A tensão pairava no cômodo e era, praticamente, palpável. E aquela situação se tornava mil e uma vezes pior com aquele fúnebre silencio adornando toda a cena.
Céus! Como estava nervoso!
Sentia o suor pingar por sobre sua testa e deslizar por sua face vermelha. Cada gotinha que deslizava sobre sua pele era sentida com mais intensidade que o normal.
Mais um movimento e, dessa vez, hesitou.
Rapidamente desviou o olhar para o que se encontrava ao seu lado e, com temor e nervosismo maior ainda, notou o sorrisinho cínico que moldava os lábios finos.
Tremeu e quase, quase, mesmo, desistiu de toda aquela palhaçada.
Bem, quase.
Apenas uma possibilidade que passou por sua mente, mas que, tão rápido como surgiu, se foi, ao notar que, novamente, estava em segurança, ou ao menos, naquele instante.
Sasuke sabia, e como, que o outro que habitava o recinto era deveras imprevisível, tanto que ele não podia, nem se quisesse, prever o que aconteceria no próximo segundo, em relação àquilo que sua atenção era totalmente destinada. Por isso não poderia perder o foco, agora. Não quando havia, pela primeira vez, achado a seguridade naquele momento tão tenso para os habitantes daquele lugar.
Suspirou, usando toda sua agilidade e perspicácia, enquanto ainda se mantinha consideravelmente seguro. Rapidamente, desviou o olhar para o garoto ao seu lado e a garota, logo mais à frente, observando à tudo criticamente, tanto que o cenho estava franzido e os lábios tortos em uma linha fina, comprimindo sua farta boca.
Ah, olhando para ela, soube, imediatamente que, sim, sua vida dependia daquilo.
Dependia demais!
Por isso, voltou-se novamente para o objeto de sua atenção, tal qual, não se prendeu por nenhum segundo à mais, já que a pressão, agora, em si era infinitamente maior, chegando à desconcentrá-lo.
Eram os olhos lá, mas a mente trabalhando nas formas de suicídio que teria de cogitar se, por algum acaso, aquilo acabasse mal.
E fora assim por muito tempo, até que, ainda pensando, divagando, já não tão mais concentrado como antes, o silêncio do quarto se rompeu em um sonoro e mecânico "Game Over", que demorou mais tempo do que o necessário para começar a processar o que lhe foi captado.
_ É Sasuke... Parece que sou o melhor, mesmo, não?
Só quando a voz arrastada e convencida de Itachi se fez presente que, finalmente, absorveu toda a cena.
Havia perdido!
PERDIDO!
Não, isso não poderia ter acontecido!
Não poderia!
Ela estava ali, presenciando sua humilhação!
Não que gostasse de perder somente na presença do irmão! Obvio que não! Contudo era muito mais humilhante e, se não dizendo, inadmissível ser inferiorizado na presença dela.
_ Vamos, Sasuke! Está na hora de pagar a aposta.
Ah, enfim a hora de dizer adeus a toda sua dignidade!
E justamente na presença dela.
Só poderia ter jogado pedra na cruz para merecer isso.
Ainda sentado na beirada da cama de Itachi, com os punhos cerrados em puro ódio largou a manete do vídeo game e levantou a cabeça encarando mortalmente o irmão mais velho.
_ Esse jogo não foi justo!
Itachi apenas arqueou uma sobrancelha e sorriu com escárnio.
_ Ora, otouto! Claro que foi justo! Você que é péssimo, mesmo, e não quer admitir.
_ Não! O jogo não foi justo! _ Sasuke se levantou e mirou aquela que destinava toda sua raiva. _ Vê? Ela é a culpada de tudo isso! Ela quer estragar o nosso laço de irmãos, aniki. Ela que inventou essa aposta idiota pra que agente brigasse e você gostasse mais dela do que de mim! Ela é uma invejosa! Quer roubar toda a sua atenção de mim, porque o irmão dela não liga pra ela como você liga pra mim. E eu não quero dividir o meu irmão!
Itachi arregalou os olhos quando viu lágrimas saltando dos olhos de seu irmão, ao mesmo tempo em que um corpo pequeno se jogava contra o seu, chorando copiosamente.
_ Itachi-nii-san... _ Chamou com a voz falha, devido as lágrimas. _ Sasuke-teme tá mentindo! É verdade que eu não me dou bem com o Sasori-nii-san, mas eu nunca faria uma maldade dessas com vocês, mesmo que eu não goste do Sasuke-baka.
_ I-Itachi-nii-san! _ Sasuke se exaltou. _Ela tá mentindo!
_ Sasuke, calado! Não tá vendo que não foi a intenção dela? Ela só queria propor uma brincadeira! Nada além disso! Você que é ciumento demais! Vamos, Sakura! Vou te pagar um sorvete.
_ T-tudo bem, Itachi-nii-san! _ Fungou, passando uma das mãos nos olhos e, logo em seguida, abrindo um mínimo sorriso, mas que aos olhos do Uchiha fora um dos mais lindos que já vira. _ Mas, antes da gente ir...
A garota deixou o colo do mais velho e, aproximando-se de Sasuke, tocou-lhe a mão, chamando a atenção do mesmo para si. Sorriu lindamente para ele, que corou, contudo continuou com a expressão emburrada no rosto, o que não passou despercebido por ela que deu uma risadinha tímida.
_ Desculpa, Sasuke-kun! Não foi a minha intenção isso que você pensou. Eu só queria fazer uma brincadeira diferente. E, por mais que eu goste muito do seu nii-san, não quero o roubar para mim. Ele é seu! _ Abrindo ainda mais o sorriso, pediu: _ Então, você me desculpa?
Sasuke olhou o irmão, olhou para a menina à sua frente, e repetiu o processo umas cinco vezes.
Okey! O que havia acontecido com Sakura?
Aquela, certamente, não era a mesma que vivia implicando consigo! Com certeza não!
Mas, pensando bem...
Não! A Sakura que conhece nunca que seria legal, daquela forma, consigo. E, obviamente, nunca teria um sorriso tão... Dócil, como aquele que ela lhe destinara.
Sentiu as bochechas arderem, novamente, e virou o rosto para o outro lado, evitando maiores constrangimentos.
_ E-eu... Hum... _ Era tão difícil desculpar aquela que outrora vivia brigando consigo... Era complicado! No entanto, ela, naquele momento, ao menos, parecia... Inofensiva, por assim dizer, tanto que decidiu, por fim, ceder, ao menos daquela vez. _ T-tudo bem, Sakura-chan! Está desculpada.
Em uma aparente alegria, a menina se jogou em si, abraçando-o com força, repousando o queixo no ombro do mesmo, chegando a boca bem próxima a sua orelha.
_ Perdeu, fracassado! _ Sussurrou com a voz macia, rapidamente soltando-se do abraço.
Sorriu mais uma vez para o garoto, agora, petrificado, e pegou em uma das mãos do Uchiha mais velho, puxando-o, rapidamente, para fora do quarto.
Nove anos depois
_ Sasukeeee! Oe, Sasuke! Para de me ignorar, teme!
_ Cala a boca, Naruto! Não tá vendo que tô tentando me concentrar, aqui?
_ Mas o teme não...
_ Não importa se a namorada tá de tpm e quer te ignorar, seu loiro inútil. Agora, só cala a boca, ok?
_ Quem é namorada de quem aqui, seu cachorro fedorento?
O dia estava, realmente, bonito. O céu azul límpido, o sol brilhando intensamente...
Seria o dia perfeito!
Seria, claro, se não fosse por aquela maldita palhaçada que Naruto o havia metido.
Céus! Como, ainda, era amigo daquele amigo da onça?
Ou melhor, como poderia, dentre todas as pessoas que se matariam para serem seus amigos, ter escolhido aquele loiro irritante?
Não estava em seu estado normal quando considerou Naruto seu melhor amigo, muito menos quando aceitou toda aquela palhaçada em que ele o colocara.
Mas aquele loiro era persistente e irritante. Tão irritante que abalou o inabalável Uchiha Sasuke.
E, bem, era preferível aceitar, de primeira, as propostas inusitadas do amigo, do que insistir e ser agraciado com mais uma das insistências irritantes do mesmo.
Suspirou aborrecido, prevendo, já, onde tudo aquilo iria acabar.
Se bem que todos sabiam que não era lá chegado à confusão...
Mas Tsunade, a diretora, não o deixaria impune, mesmo que fosse, apenas, um observador de tudo que acontecia ali.
_ Ei, Sasuke! É certo que o Naruto é irritante e deve, obrigatoriamente, ser ignorado. Mas não acha que já está na hora de nos ajudar aqui, não?
_ Hum... _ Murmurou e se aproximou dos amigos. Olhou, cautelosamente, ao redor e, ao notar que não havia ninguém, ali, os observando, deixou que Kiba se apoiasse em si para pegar impulso.
Duas tentativas, depois, sem resultado positivo, algum, Sasuke bufou irritado e, sozinho, escalou o muro, pulando, em seguida, para o outro lado, com agilidade sem igual.
Kiba soltou um rosnado irritado, enquanto, ele e Naruto, tentavam várias vezes a mesma proeza que o Uchiha, contudo sem sucesso algum.
_ Cara! Como eles são burros!
Suspirou com grande irritação.
Pensou em ir andando, deixar os dois sozinhos se ferrarem se alguém, lá dentro, os pegasse – algo bem provável pelo escândalo que Naruto fazia –, mas sabia que o falatório do amigo, no final das contas, seria horrível, por isso, apenas, esperou e esperou, até que, tempos mais tarde, ambos os amigos conseguiram, enfim, pular o muro.
_ Ah! Até quem fim! Como vocês são lerdos!
_ Cala a boca, teme! Você nem para nos ajudar... Hump!
_ É mesmo, cara! Deixou agente lá, se fodendo, a ponto de sermos pego! Poxa, sacaneou geral com agente.
Sasuke ignorou o que os garotos falaram, colocando as mãos nos bolsos e começando a andar.
_ Oe, teme! Cadê o "obrigado" mais do que merecido, hein?
Naruto correu até o moreno, passando o braço por sobre o ombro do mesmo, que, apenas, bufou irritado desviando, bruscamente, do toque do loiro.
_ Não tem o que agradecer! O que fizeram por mim?
_ Ora seu filho da mãe! Nós te livramos, mais uma vez, de ser molestado pelo Orochimaru-sensei. Nós sabemos do seu sofrimento quando ele começa a te olhar daquelejeito. Se não fosse a ideia do Naruto, estaria lá, agora, sendo comido pelo olhar daquele velho tarado.
Sim, estaria e, talvez, daquele dia, ele não passava.
Só de se lembrar do professor de biologia – ao qual tinha uma grande admiração por cobras – sentiu um arrepio de puro temor lhe acertar a espinha. Céus! Aquele tarado...
Realmente, não podia tirar a razão dos amigos. Orochimaru vivia o perseguindo, olhando-o de forma insinuante, tocando-o, disfarçadamente, quando andava por entre as fileiras explicando alguma matéria ou, simplesmente, distribuindo exercícios e provas, além, é claro, de sempre lhe obrigar a ficar alguns minutos, a sós, com ele, depois que o sinal, indicando o término das aulas, batia. Não que obedecesse e deixasse bem claro para o professor que não era intenção alguma sua ter qualquer tipo de relacionamento, além do de aluno e professor, com o mesmo, contudo quem disse que o ser desistia?
Mas, por melhores que fossem as intenções dos amigos para consigo, sabia que, no fundo, o principal motivo que levou Naruto à faltar aula não fora pena de si por ter que enfrentar Orochimaru e suas olhadas nojentas e maliciosas.
Claro que não!
O loiro vivia matando aula, juntamente com Kiba e Shikamaru. E, dessa vez, como Shikamaru havia faltado, realmente, aula a manhã inteira – o único do trio que tinha cérebro para armar uma fuga sem que precisassem pular muros –, recorreram ao segundo ser que tinha cérebro e que, naquele instante, aceitaria qualquer coisa para se ver longe das garras do velho ofídico.
Mas nem tudo fora como planejado, já que, infelizmente, Uchiha Sasuke não se envolve em confusões – a não ser quando necessário –, e se negou, veemente, à bolar um modo de roubarem as chaves do zelador. Além disso, ainda houvera as lamúrias de Naruto que quase os denunciaram e, principalmente, o fato de que demoraram mais do que o previsto para que pulassem o muro.
E, bem, é claro que não iria agradecer à algo que, nem em sonhos, fora feito para si. Não era burro de não notar as intenções dos amigos por detrás daquele sorriso solidário demais, amigável em demasia e das, mais do que nunca, irritantes insistências de Naruto.
Obviamente, que não!
Por isso, sem dizer mais nenhuma palavra, apressou o passo, ignorando os chamados dos amigos e adentrou, enfim, sua rua, logo podendo visualizar sua casa, àquele horário, vazia.
Sorriu e andou mais rápido, com clara intenção de chegar o quanto antes em casa e se ver livre de tudo que o estressava.
Tão compenetrado em sua tarefa, não notara que, infelizmente, têm vizinhos não tão agradáveis quanto gostaria, e que, obviamente, nem todos estariam dormindo àquela hora da manhã, por isso, deveria ter sido mais... Cuidadoso.
[...]
_ Sakura!
Os passos no corredor a fizeram, rapidamente, fechar a cortina e correr para a cama, enfiando-se embaixo dos cobertores com a maior delicadeza que conseguia em toda a sua pressa.
A porta se abriu ao mesmo tempo em que tornava a expressão perspicaz em uma totalmente amuada e dócil.
_ Sakura, meu amor!
Sakumi adentrou o quarto parcialmente claro da filha. Andou até a cama e se debruçou minimamente, até que estivesse à altura da mesma.
_ Como se sente, agora? Está melhor?
A preocupação era evidente nas palavras e expressão da mulher. E isso deveria, ao menos, cortar o coração da jovem que, interiormente, sabia o quão errado era aquilo que fazia. Contudo poderia sentir tudo naquele momento – raiva, tristeza, alegria, dor – mas, evidentemente, arrependimento nunca seria uma delas.
Sakura era jovem, residia, apenas, com dezessete anos, porém era esperta e sabia quando e por quem deveria sentir aquele sentimento – ou sensação – tão nobre. E, ela não só sabia como, também, tinha certeza: sua mãe, naquele instante, não era merecedora de tal ato.
Tudo começou no dia anterior ao qual presenciava naquele momento. Nunca esperaria uma atitude daquelas vinda da mãe, no entanto, errar é um ato quase instintivo do ser humano e, bem, ela sendo caracterizada como tal, obviamente, errara feio ao destinar tamanha confiança a sua progenitora.
Sakumi era, ou melhor, é uma traidora.
Juntamente com Mikoto.
Mas, por mais irritada que estivesse com as mesma, aquela era hora de sondar e tirar suas próprias conclusões quanto às intervenções daquelas que tinha tamanha confiança. Por isso a correria ao se deitar e não ser pega observando as interessantes movimentações na rua, e tornar sua bela face tão adoentada quanto o possível para uma amadora no ramo das artes cênicas.
_ Estou me sentindo melhor, okaa-san. Mas não forte o suficiente para me levantar. Não ainda.
Tentou forçar um sorriso para a mãe, contudo tudo o que conseguiu foi um repuxar de lábios que formaram uma careta dolorosa, ao qual, com pesar a mãe lhe mirou.
_ Ah, minha filha! Você sabe que não posso faltar a reunião de hoje. Mas, se realmente não conseguir ficar sozinha, é só me ligar que venho correndo para a casa, tudo bem?
Ah, finalmente!
E, é mais do que claro que, não, ela não ligaria de ficar sozinha em casa, naquele instante.
Seu dia estava lindamente maravilhoso.
Sentiu vontade de sorrir largamente, mas se conteve. Apenas ergueu, com falsa dificuldade, o tronco e beijou a testa da mãe.
_ Tudo bem, sim, okaa-san. E, eu vou ficar bem! Vou ficar só aqui no quarto mesmo. Qualquer coisa, também, chamo a Mikoto-san pra ficar aqui comigo.
_ Oh, querida! Ela também irá! _ O pesar em sua fala era tão grande que, naquele instante, Sakura quase hesitou em sua pose de não se arrepender. No entanto, a conversa lhe veio a mente e, daí, lembrou-se do porquê de todo o esforço que fazia. _ Sasori-kun está no quarto. Qualquer coisa chame ele! E, não! _ Cortou-a quando esta iria protestar. _ Ele é seu irmão e te ama muito. Só você que não dá chance para ele se aproximar.
Sakura queria discordar da mãe e dá mais um de seus longos discursos de como Sasori era maldoso com ela, no entanto quanto mais tarde ela saísse, menos tempo teria para começar a executar o seu objetivo.
_ Tudo bem! Agora pode ir! Já está atrasada e não quero ser o motivo do seu atraso.
Sakumi apenas sorriu e beijou a testa da filha, esperando a mesma se deitar novamente para puxar e ajeitar a coberta – como sempre fazia – melhormente, aconchegando-a mais.
_ Estou indo! Qualquer coisa me liga, ok?
Sakura assentiu e fechou os olhos levemente, como se estivesse prestes a dormir. A mulher de longos cabelos ruivos sorriu com a imagem e se retirou, silenciosamente, do quarto.
Assim que ouviu a porta do quarto se fechar, os olhos verdes se mostraram novamente, agora com um brilho de expectativa mais do que evidente. Contudo, somente quando, minutos mais tarde, escutou o carro dando partida é que, enfim, pôde se levantar, em um pulo, e correr para fora do quarto.
Era hora de começar a investigar.
Adentrou o quarto da mãe sem um pingo de cuidado, sabendo que por mais que Sasori, seu irmão mais velho insuportável, estivesse ali, ele nunca iria sair do conforto de seu quarto para averiguar se estava sendo assassinada ou se suicidando; por isso não reprimiu sua pressa e movimentos ágeis ao abrir o closet da mãe e revirar àquilo como se o que estivesse à procura fosse ouro.
E, depois de muito procurar, sorriu vitoriosa quando teve o papel em mãos.
É! Não poderia se arrepender por ter fingido estar doente para achar aquilo.
Sua mãe lhe traíra e aquilo, com certeza, renderia horas e mais horas de discussão.
Sorriu novamente, agora depois de tudo guardado e portando o papel consigo. Feliz rumou em direção ao quarto e quando, já, neste, jogou-se na cama, completamente satisfeita.
O dia estava lindamente perfeito, mesmo.
Tanto que achara o que tanto lhe tirou o sono esta noite e, de bônus, pegara o pequeno Uchiha em um momento nada legal para que ela soubesse.
A conversa com Mikoto agora teriam dois propósitos:
O primeiro e mais importante, a palhaçada que ela, juntamente com sua mãe, fizeram.
E, o segundo, só pela força do habito e, claro, para nunca perder o costume: mostrar para o pequeno Uchiha que dela ninguém esconde nada.
Yo minna!
Desculpem-me a demora em atualizar fic, contudo estava super sem tempo com a faculdade e trabalho, daí a minha dificuldade em revisar os capítulos e os postar!
Agradeço de coração os reviews do trailer! Sério fiquei toda feliz, aqui, quando os recebi! Bem, os reviews dos usuários do site responderei por MP, e os que não forem responderei por aqui!
Então, respondendo o review ^o^:
Tenshi-sama *o*
Ah, arigatou pelo review super lindo! Quanto a relação de ódio deles... Bem, com o desenrolar da fic descobrirá! Eu também sou do grupo das pervertidas o/o Mas, quem disse que ligo? hehehe Sou super sem vergonha na cara, mesmo! Enfim, demorei para postar o capítulo, contudo espero que não deixe de ler a fic por isso, querida!
Beijos carinhosos e muito obrigada pelo review!
PS: os outros reviews responderei, sem falta, por MP! ^o^
Espero que tenham gostado do capítulo e que mandem reviews, onegai! Sou super complexada e quando ninguém comenta minhas fics acabo achando que sou um total fracasso na escrita e, daí, a desmotivação me abate, fazendo-me desistir de escrever! Já passei por isso e foi difícil superar - momento desabafo - quase que paro de escrever as minhas fics!
É isso, minna! Espero, ansiosa, as criticas, sugestões e, talvez, elogios de ustedes ^o^
Beijos carinhosos!
Ja ne ^.~
