- A história é complicada de entender. Tudo começou logo depois que cheguei em São Francisco. Meu pai estava em uma reunião com o diretor da escola dos gêmeos, e minha madrasta estava lá também, então tomei um táxi para voltar para casa. Assim que entrei no táxi, o motorista me perguntou para onde iria e eu dei o endereço de casa. Ele veio em uma velocidade absurda, e notei que em partes da viagem ele me encarava pelo espelho retrovisor. O motorista era enorme, e quando eu digo enorme, eu quero dizer maior que o Beckendorf, Percy. Isso me assustou um pouco, mas não deixei transparecer. Então, no meio da viagem, ele começou a puxar assunto comigo. Como eu não queria deixar o medo transparecer, respondi a algumas perguntas dele.
Annabeth fechou os olhos e respirou fundo. Ela puxou um pufe e se sentou na minha frente. Rachel continuava atrás de mim, quieta e pensativa. Eu conseguia sentir o cérebro de Rachel pensando na história de Annabeth.
- Ele começou a perguntar sobre a minha família, pelo menos no começo eram aquelas perguntas que todas as pessoas fazem. Há quanto tempo moram aqui? Gosta de morar com seu pai? É traumatizada por seus pais serem separados? Como é ser a irmã mais velha? Coisas do tipo. Até que ele perguntou como é ser filha da deusa da sabedoria. - Ela me olhou seriamente. Depois deu de ombros.
- E o que você fez? Annabeth, quem era aquele cara? – Perguntei preocupado com minha amiga. Rachel continuava pensativa, atrás de mim.
Annabeth parecia estar a beira das lágrimas.
- Ah, Percy! – Ela começou a chorar. Eu não sabia como reagir, nunca tinha visto Annabeth naquele estado.
Ela se acalmou, fechou os olhos e respirou fundo antes de recomeçar a contar a história.
- Percy, é uma história estranha. Eu não soube o que responder ao motorista. Graças aos deuses já estávamos na rua de casa. Ele parou, eu lhe dei algum dinheiro e saltei para fora do táxi. Entrei correndo em casa, e tinha um casal sentado no sofá da sala.
Rachel arfou atrás de mim. Annabeth apenas a ignorou.
- Eram parecidos. Sorriram maldosamente pra mim quando eu entrei. A menina sacou uma espada e o cara, uma faca afiadíssima. Ah, Percy, eu fiquei tão assustada! Eles avançaram pra mim, e eu fui recuando, recuando. Demorei muito pra sacar minha adaga.
- Annabeth, isso é o de menos. Vocês lutaram, então?
Ela fez que sim com a cabeça.
- Eles eram muito fortes, Percy. Você viu o estado que ficou minha cozinha. Eu nunca vi ninguém lutar daquele jeito.
Eu não sabia o que falar, aquilo tudo era estranho pra mim. Então Annabeth falou o que me deixou mais preocupado.
- Percy, eles disseram que iam voltar.
N/A= OLÁ! Depois de muitos meses, muitos meses mesmo, voltei õ/ Aposto que ninguém mais lembra dessa história haha Enfim, esse capítulo ficou meio trash, mas é que eu não tinha muito o que escrever aqui :/ Perdi completamente o fio da fanfic. Acho que vou acabar abandonando. Torçam pra criatividade me possuir como nos velhos tempos.
Reviews sempre bem vindas! Beijos ;)
