Peço desculpa pela demora na atualização, saibam que não pretendendo abandonar nenhuma fanfic minha então peço que não as abandone também.

Aproveito para agradecer a todos que me mandaram reviews, eu adorei todos. Em especial a MarySPN, linda eu amei ter você por aqui, uma diva, uma mestra, acompanhando uma fic minha me deixa muito feliz.

Capitulo dedicado a minha linda MarySPN

Beta: SweetMissReckles

Boa Leitura!


Jensen seguiu para o seu apartamento em seu carro, com Jared no banco de carona. Ambos estavam muito constrangidos com a presença do outro, ainda mais por Jared estar indo para o apartamento de Ackles, ainda mais depois da cena que fizeram, do beijo trocado por eles, seus lábios ainda formigavam e tinham o gosto do outro.

Enquanto dirigia, Jensen olhava pelo canto do olho para Jared, o moreno demonstrava todos os sinais possíveis de nervosismo. Jared passava as mãos, provavelmente suadas, pelas coxas, balançava as pernas e mexia compulsivamente pelos cabelos, tudo isso apenas olhando pela janela ao seu lado, sem coragem de direcionar o olhar para o loiro.

Jensen já estava ficando irritado com todos aqueles movimentos de Jared, como se ele próprio já não estivesse nervoso o bastante de levar um praticamente estranho para sua casa. Agradeceu quando finalmente chegou ao prédio onde morava, se demorasse mais tempo ele seria capaz de jogar Jared de seu carro em movimento.

Jensen desligou o carro e sorriu com o pensamento que teve, ele nunca seria capaz de fazer tal coisa. Mas esse pensamento foi bom, por que lhe ajudou a descontrair um pouco. Ainda sorrindo, Jensen virou-se para Jared.

- Chegamos! Vamos subir?

- Jensen, eu ainda não sei se é uma boa ideia...

- Fala sério, Jared, você já veio até aqui comigo. Não acredito que vai dar pra trás. – O tom de Jensen não era raiva quando falou.

- Não é isso, Jensen, eu só acho que...

- Jared... Eu não vou estuprar você, cara. – Jensen disse sorrindo.

Jared olhou para o loiro e depois suspirou sorrindo junto a ele, recriminando-se mentalmente por estar agindo feito uma garota virgem.

- Tudo bem, Jensen. Vamos!

Jensen continuou a sorrir para o moreno e ambos saíram do carro. Entraram no elevador, da garagem do prédio, e ficaram olhando para frente. Assim que as portas se abriram, Jensen saiu seguido de Jared, parou em frente à porta de seu apartamento e abriu, entrando e Jared logo após o loiro.

O moreno ficou encantado com o lugar, o apartamento de Jensen era amplo e lindo, olhou para a sacada e constatou que ele também tinha uma vista linda para o mar. Nas paredes, muitas fotos de Jensen, umas que já havia visto e outras não.

- Gostou do lugar, Jared?

- Sim, é muito bonito, e a vista daqui é linda. Eu posso? – Jared indicou a sacada e Jensen confirmou com um menear de cabeça.

Jared foi até a sacada e ficou, se possível, ainda mais maravilhado com a vista que teve. Jensen morava de frente para o mar e numa cobertura, o que era totalmente o inverso do lugar onde ele morava. O moreno recostou-se ao parapeito, segurando-se nele e fechou os olhos, sentindo o vento tocar em seu rosto e balançar seus cabelos, sorriu inconscientemente com isso.

Jensen, encostado à porta, olhava para Jared que mais parecia uma criança em sua primeira ida ao parque de tão encantado que estava.

Jared virou-se ainda de olhos fechados e os abriu, ainda sorrindo, deparando-se com Jensen a sua frente, recostado a parede.

- Essa vista é linda, Jensen.

- Sim, com certeza é. – Jensen foi até Jared e ficou ao seu lado, olhando para o mar a sua frente. Jared imitou o loiro e também ficou virou-se para observar a paisagem a sua frente.

- Sabe, eu gosto muito desse apartamento, pra mim ele é o símbolo da minha independência por que foi uma das primeiras coisas que comprei, assim que tive condições financeiras para isso. E agora, depois de tanto tempo e da virada que minha vida deu, ele foi uma das poucas coisas que me sobrou. Ele e aquele carro estúpido e caro que nos trouxe até aqui.

Jared dividia o olhar entre a paisagem a sua frente e o rosto de Jensen, sem dizer uma única palavra, apenas deixando que o loiro falasse o que tinha para falar, o que ele quisesse falar. Apesar de ser falador, como várias pessoas dizem, ele também era um bom ouvinte.

- Bom... Mas com certeza você já deve saber o que aconteceu comigo depois de... Você sabe, aquele escândalo todo envolvendo o meu nome.

- Sim, eu sei. Via noticias sobre você na televisão e na internet. – Jared respondeu e viu o loiro lhe olhar interrogativo. – Eu disse que sou seu fã, lembra? – O moreno sorriu.

Jensen sorriu e abaixou a cabeça, balançando-a negativamente.

- Mas você não precisa mais ser, afinal de contas nós vamos trabalhar juntos. Assim como você queria que fosse, lembra? – Jensen perguntou e viu o moreno desviar o olhar, com a face ganhando um leve rubor.

- Se soubesse que era esse tipo de trabalho, eu...

- Eu te entendo, Jared. – Jensen pôs a mão no ombro do moreno. – E como você deve saber muita coisa de mim, o que me diz de falar de você?

- Tudo bem, é justo. – Levantou a cabeça e sorriu para o loiro.

- Ótimo, sente-se ali que eu já volto!

Jensen havia indicado uma cadeira junto a uma mesa circular de tampo de vidro que ficava na sacada. Jared sentou-se em uma cadeira e esperou Jensen voltar. Quando o loiro retornou, trazia duas garrafas de cerveja em mãos, colocou-as sobre a mesa e sentou-se em uma cadeira de frente para Jared, pegou uma garrafa e fez um gesto para o moreno pegar a outra. Ambos abriram a garrafa com a mão e beberam um grande gole, seguido de outros.

- Então, Jared... – Jensen colocou a garrafa sobre a mesa e limpou o canto da boca com a língua. – Me conte sua história desde o começo até o ponto em que o velho Beaver te enganou e você teve que fazer esse trabalho.

- Ãh? O que? – Jared estava meio perdido.

- O que você está pensando? O que está te distraindo, Jared?

- Nada, não é nada.

- Tudo bem, então me conte a sua história. – Sorriu para o moreno e voltou a tomar a sua cerveja.

- Ah, ok... – Jared tomou um grande gole de sua cerveja antes de começar. – Bom, eu morava com minha mãe em San Antonio, sempre foi apenas nós dois, meu pai morreu quando eu ainda era criança e minha mãe teve de dar muito duro pra poder me proporcionar uma boa vida, como ela dizia, mas mesmo assim sustentar a casa e um filho sozinha não era fácil.

- Ela fez tudo o que pode e quanto eu tinha um pouco mais de idade, passei a trabalhar para ajudá-la, mesmo ela sendo contra, querendo que eu apenas estudasse. Eu sempre fui um bom aluno, sabe, consegui uma bolsa na faculdade e em um dia perto do campus que eu conheci o meu antigo agente, Mark Sheppard.

- O que te passou a perna?

- Sim, ele mesmo. – O moreno apertou o gargalo da garrafa em sua mão num gesto raiva e voltou a beber a cerveja. – Ele disse que eu tinha porte para modelo, um bonito corpo e rosto, um ótimo conjunto.

- E é verdade, Jared. Você tem mesmo um ótimo conjunto.

- Obrigado. – O moreno sorriu sem graça pelo elogio. – Mas eu falei pra ele que era tímido...

- E ainda é, não é? – O loiro o interrompeu, estava adorando ver um homem daquele tamanho corar.

- É, ainda sou. – Jared desviou o olhar para a garrafa em suas mãos. – Mas ele disse que com o tempo eu iria perder a timidez e que o pagamento da carreira era bom. E como a minha mãe precisava de dinheiro, eu quis ajudá-la, por isso aceitei a proposta dele.

- Fiz os primeiros trabalhos como modelo e realmente, o dinheiro apareceu e, nossa, eu nunca tinha visto tanto assim! Na hora pensei que poderia viver daquilo e até tranquei a faculdade, sob os protestos da minha mãe que era contra. Fiz mais alguns trabalhos e juntando grana consegui comprar a casa da minha mãe, ela ficou muito feliz e eu nunca vou esquecer o modo como sorria naquele dia, Jen.

Jensen olhava para Jared, que tinha um sorriso sonhador em seu rosto, com certeza lembrando-se do sorriso da mãe. O moreno estava tão envolvido com a história que nem deu conta da forma tão intima que chamou Jensen, mas o loiro percebeu, lembrando-se que Jared o chamou assim na primeira vez que se viram.

- Logo após isso eu ainda fiz mais trabalhos como modelo e o Sheppard como meu agente, mas aí eu não via mais o dinheiro na mesma quantidade que antes, era cada vez menos, e quando eu o questionava porque ele dizia que estava investindo na minha carreira como modelo, que logo eu seria conhecido no país inteiro.

O moreno suspirou e voltou a tomar a sua bebida, constando que ela já estava quase no fim.

- Eu confiei nele, Jen. E ele me enganou, ele não estava investindo em nada na minha carreira, ele gastava o dinheiro em jogos de cassino e estava endividado até as tampas, tanto que recorreu a um agiota. Eu descobri quando fui ao escritório dele e até secretária havia ido embora por falta de pagamento. Quando cheguei lá o escutei sendo cobrado por esse tal agiota, eu voltei pra casa e resolvi falar com ele no dia seguinte. Mas já era tarde, por que ele foi morto naquela mesma noite, por causa de suas dívidas com o agiota.

- Voltei à estaca zero, fiquei sem agente, mas até que foi melhor assim, aquele não valia nada. E não podia mais voltar para a faculdade por que tinha perdido a bolsa. Ainda fiz alguns trabalhos como modelo, mas ia atrás por conta própria, não confiava mais em agentes. Sei que é paranoia minha, que sem um eu não vou conseguir nada nesse ramo, mas ainda tenho que superar isso. – Sorriu fraco. – Tive que voltar a morar com a minha mãe, já que não poderia mais ficar no apartamento que havia alugado, não tinha como mantê-lo.

- Se o sorriso que a minha mãe me deu no dia que eu dei a casa para ela foi um dos mais lindos que já vi, o sorriso que ela me deu ao voltar para casa foi tão triste que senti algo quebrar-se em mim. O sorriso dela era triste, como se ela tivesse fracassado em dar a vida que ela pensava que eu merecia, mas eu sabia que a culpa não era dela e sim minha, eu que fui um fracasso, eu que fiz tudo errado ao largar a faculdade por uma ilusão.

- Minha mãe disse que eu sou ingênuo demais e as pessoas se aproveitam disso em mim, mas na verdade eu sou um estúpido que confia demais nas pessoas, pensando que há algo bom nelas e por isso acabo me ferrando.

- Não queria ser mais um fardo para minha mãe, era assim que me sentia mesmo ela dizendo que eu nunca seria um. Então resolvi sair de casa e procurar outro emprego, iria fazer algo por minha mãe, ela merecia por tudo o que fez por mim a vida toda. Consegui um emprego nessa cidade em um grande supermercado, não era muito mas dava para me manter e mandar alguma coisa para minha mãe. Há três meses fui demitido de lá, e alguns dias atrás Beaver me procurou, disse que me conhecia dos trabalhos que havia feito antes e que tinha uma proposta para mim, irrecusável...

O moreno deu o seu ultimo gole em sua cerveja, secando a garrafa.

- E mais uma vez, como diz a minha mãe, fui ingênuo e me deixei levar pelas palavras de Beaver. Ele me ofereceu dinheiro quando eu mais precisava, mais uma vez confiei em alguém e acabei me dando mal. Antes que me pergunte, eu também assinei o contrato sem ler, aquele velho astuto me levou na sua lábia e eu caí feito um patinho...

- E agora... – Jared colocou a garrafa sobre o tampo da mesa e sorriu amargamente para o loiro a sua frente. – Agora estou aqui, depois de bancar mais uma vez o estúpido por confiar nos outros. Sendo obrigado a fazer algo que nunca pensei em fazer na vida.

Jensen ouviu, calado, toda a história de Jared. Também terminou de tomar sua cerveja e colocou a garrafa vazia em cima da mesma, ao lado de onde Jared havia colocado a outra. Jensen estava surpreso com tudo o que o moreno passou.

- Olha Jared, eu sei que você foi enganado, mas não tem que pensar que todos vão querer fazer isso, se aproveitar de você. Sim, você tem que ser cauteloso, mas não deve se fechar para os outros. Também existem pessoas boas no mundo, em que se pode confiar, você só não havia encontrado ainda.

- Que sorte eu tenho, não é? – O moreno perguntou irônico.

- Tem sorte sim, Jay... – Jensen sorriu. – Porque você finalmente encontrou a pessoa que possa confiar, eu.

Jensen levantou-se, sorrindo, e foi até Jared. Parando ao seu lado e colocando a mão em seu ombro.

- Você pode confiar em mim, Jared. Eu não vou me aproveitar da sua ingenuidade, eu vou ser o amigo que você precisa. De agora em diante, você tem a mim para ficar ao seu lado.

- Obrigado, Jensen. Você mal me conhece e já está querendo ser meu amigo. – Jared colocou sua mão sobre a de Jensen, que estava em seu ombro.

- Você é uma boa pessoa, Jared, isso dá pra notar de longe. – Jensen se afastou e pegou as garrafas de cima da mesa. – E não se ache estúpido por ter caído na lábia de Beaver, eu também caí, cara.

- Porque você também é um estúpido. – Jared disse sorrindo, ele estava mais solto. Não sabia se era por causa do álcool em seu organismo, ou se foi por causa de Jensen.

- Tudo bem, fui estúpido em assinar aquela porra de contrato sem ler, igual a você. Mas todos temos nossos momentos de estupidez. – O loiro falou em tom descontraído.

- E agora você está ferrado por isso, Jen.

- Nós estamos, Jay. Nós dois estamos.

Ambos riram com isso, com tudo o que aconteceu em suas vidas só o que lhes restava era rir de suas desgraças.

Jensen entrou, seguido de Jared, e pegou outras duas cervejas para eles. Sentaram-se no sofá e voltaram a conversar, mas dessa vez a conversa era mais leve e descontraída. Falavam de tudo um pouco e sempre acabam rindo de uma ocasião cômica em que o outro se metia.

As horas passavam, a conversa continuava e os dois estavam cada vez mais alegres com tanta bebida ingerida. Riam de qualquer coisa que o outro dissesse, e as vezes só de olhar para a cara do outro já estavam rindo. O assunto acabou indo parar no que eles teriam que fazer, e Jensen teve a ideia deles procurarem coisas referentes a isso na internet.

Jensen pegou seu notebook e o colocou sobre a mesinha de centro da sala, ele e Jared sentaram-se no chão de frente para o computador. Em suas buscas pelas internet acabaram parando num famoso site com vídeos gays, pornô. Abriram um vídeo e acabaram rindo de tudo o que viam.

- Como esse cara pode estar gostando de dar se ele tá de pau mole? – Jensen perguntou em meio aos risos.

- Eu não sei, Jen. Vai ver ele nem sente mais. Viu o tamanho daquele cara, o tamanho da coisa dele?

- Coisa, Jared? – Jensen gargalhou.

- Do... pau do cara. – Jared gargalhou acompanhado do loiro. – O pau desse cara deve ter tirado a sensibilidade desse outro que ele tá comendo.

- Com certeza esse cara não tem mais sensibilidade lá atrás. – Jensen gargalhou

Acabaram rindo do vídeo inteiro. Mudaram de vídeo e outras risadas vieram, os dois já estavam alterados pelo álcool.

- Jen, olha isso, cara. Aquele ali tá colocando a língua no...

- Argh, cara, que nojento! Que graça deve ter colocar a língua aí? – Jensen virou-se para Jared e sorriu maldosamente. – Eu não vou colocar a língua no seu...

- Cala a boca, Jensen! – Jared gritou socando o braço do loiro. Foi inevitável para o moreno corar com o comentário do mais velho. Isso só fez Jensen sorrir ainda mais.

- Como é o seu, Jared?

- O meu o que?

- Você sabe... – Jensen fez um gesto com os olhos para o meio das pernas do moreno.

- O que? Pra que você quer saber? – Jared perguntou exaltado, levantando-se totalmente tonto e segurando-se no sofá.

- Que pergunta Jared, eu vou ter que ver de qualquer jeito. – Jensen também se levantou cambaleante e ficou de frente para o moreno.

- E tem que ser agora? – O moreno afastou-se indo para trás do sofá, estava fugindo de Jensen, acanhado com aquela conversa.

- Quanto antes mostrar melhor, Jared... – Jensen tentou se aproximar de Jared, mas o moreno fugia dele, contornando o sofá. – Vamos, Jared! Quero saber se o seu é pequeno e fino como daquele passivinho do vídeo. – Jensen gargalhou.

- Claro que não é! – O moreno gritou ofendido.

- Então mostra essa porra!

- Claro que não vou mostrar!

Os dois falavam aos gritos com o outro. Jensen rolou os olhos pela teimosia de Jared.

- Se você mostrar o seu eu mostro o meu.

Jared não falou nada. Apenas encarava o loiro, e ora olhava para o meio das pernas de Jensen.

- Tudo bem, Jared. Já vi que seu nível de timidez é alto. – O loiro suspirou forte e se jogou sentado no sofá. – Vamos fazer um jogo então.

- O que? Que jogo?

Jensen virou o rosto para Jared, que lhe olhava desconfiado e ao mesmo tempo, curioso. O loiro abriu um sorriso de canto de lábios para o mais novo. Jared pensou que aquela era uma nova variação que via do famoso sorriso Ackles. "O que será que o Jensen está planejando?"

Continua...


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Beijos, amores e até o próximo capitulo!


REPOSTAS DAS REVIEWS:

Luluzinha: Tem que aguentar menina, ainda vem mais por aí kkk! Todo mundo perguntando pelo Misha, mas ele volta sim, não se preocupe rsrs. Cada um numa ponta da cama, mais vermelhos que pimentão kkk. Ainda tem muita virgem por aí, não acredita? Shaushausha! Qual seria essas suas ideias? Será que vão bater com o que irá acontecer? Muito obrigada por comentar, linda. Beijos e até o próximo capitulo!

Cleia: Eu fico muito feliz que tenha gostado, espero que goste desse também. Beijão, linda e obrigada por ter comentado.

crisro: E olha só, uma das pessoas que mais gosto, amo seus comentários ^^ O Misha sumiu, mas ele vai voltar sim, não se preocupe, muita gente tambem tá preocupada com isso. Apesar de não ler Jensha, eu gosto muito do Misha, não posso deixar ele de fora da fic assim, ele tem o seu lugar reservado. O Beaver é um personagem que todo mundo fala mal? Por que será hein? Kkkk! Sim, eles estavam muito apavorados no começo, mas foi só juntar as boquinhas que esqueceram tudo kkk! Esse capitulo ficou mais claro o lado do Jay, o que acho? Ele é sim, um tanto ingênuo, até certo ponto mais é. Obrigada por comentar, linda te espero no próximo. Beijão!