Não existem pessoas que nascem más, são as circunstâncias que as mudam.

Quando você olha para o passado não questiona porque mudou?

-... Eu vejo a mim mesmo caindo no abismo.

-Você está começando a ser vago novamente. –Lucy arqueou a sobrancelha.

-Desculpe. –Leon sussurrou. –Estou me lembrando de como eu era.

-E...?

-As coisas eram mais simples. –Respondeu. – Tenho saudades da época em que tinha 5 anos.

Não falou mais nada, assim que desembarcou, Leon pegou o celular e discou para alguém, falando em frases curtas e sorrindo vez ou outra.

Com quem ele estaria falando? E por que sua expressão mudou novamente?

Ele é uma pessoa muito inconsistente. – Deduziu Lucy.

-Pedi para uma amiga nos pegar no aeroporto. –Ele informou após desligar o aparelho. –Gostaria de comer alguma coisa enquanto esperamos?

-Suponho que um café e pão na chapa cairiam bem.

-Você vem mesmo do interior. – Ele riu, achando a situação engraçada.

-Perdão? – Lucy franziu o cenho.

-Não estou querendo dizer nada negativo, aprecio sua simplicidade. – Ele revirou os olhos diante da desconfiança da outra. –Minha mãe também nasceu no campo e ela adorava café e pão com manteiga.

Ele abriu ainda mais o sorriso enquanto recordava a sua infância.

"Eu adoro os meus pais... Porém devo admitir que guardo certa mágoa."

Quanto mais tempo passava ao lado do rapaz excêntrico menos o entendia. Suas ações por vezes eram contraditórias e às vezes suas mudanças de humor eram tão bruscas que ela se perguntava se ele não era bipolar.

-Inclusive... –Ele fez uma pausa, olhando-a de canto. –Minha mãe nasceu na mesma cidade que você.

-Como é?

-Aquele dia que eu tirei a foto que você viu. Eu estava visitando o lugar onde minha mãe morava.

Então aquilo que aconteceu naquele dia foi apenas coincidência? E o modo esquisito e ameaçador foi apenas uma brincadeira de mau gosto?

De certa forma ela duvidava que este fosse o caso.

-Você não consegue disfarçar bem quando desconfia de algo não é? –Leon riu novamente. – Bom, estava procurando algo na cidade natal de minha mãe, aquele dia que tirei a foto... Foi coincidência.

-... Eu não acredito em coincidências.

-Já ouviu falar dos estranhos casos de Hugo Admon?

-Sim. E não acredito em nenhum deles.

-Você é muito cética.

-Tudo tem uma explicação, só não encontraram ainda uma para esses casos. – Lucy respondeu. – Não há nada sobrenatural envolvido. É impossível "pintar o futuro", isso é coisa de charlatão.

- De fato não havia nada de sobrenatural sobre as pinturas de meu pai. – Concordou. – E sobre o fato de pintar o futuro... Bem, é possível você prever uma das variáveis levando em conta o que você conhece da pessoa. Por coincidência todas as pinturas de meu pai retrataram o futuro das pessoas que pintou.

- É por que as pessoas acreditam nessas baboseiras. Algumas acabam fazendo tudo para alcançar este objetivo e não percebem que foram elas mesmas que fizeram isso.

Leon começou a rir novamente.

-O que há de tão engraçado?

-Parece que acreditar em algo inexplicável é bom pelo que você diz. – Continuou a rir. – Se dá forças e ajuda a tornar uma pessoa melhor que mal há nisso?

-... As pessoas têm uma terrível decepção quando são provadas erradas.

- Você é muito inocente se acha que nunca vai se decepcionar na vida. –Leon pareceu olhar de forma vaga para o nada. – Mesmo as pessoas que ama podem te decepcionar.

O rapaz ficou novamente em estado de profunda contemplação. Seus olhos ficaram sérios novamente, perdendo todo o humor de minutos atrás.

-Bom... Acho que conversamos bastante, vamos comer algo antes que a nossa carona chegue. –Ele sorriu de forma vazia enquanto pegava sua mala.

Tudo tem uma explicação. –Ela tentou raciocinar. –Mesmo este estranho comportamento.

E ela iria descobrir o que era.

-00-

Você também vai embora?

Sim.

Hesitou, queria falar algo, mas seus lábios não se mexiam.

Foi divertido. –A pessoa com quem falava estendeu a mão, sua face e expressão como um borrão em sua memória. – Um dia desses poderíamos visitar um ao outro.

Alexis acordou de seu sonho, piscando várias vezes até se acostumar com a luz do sol batendo em seu rosto.

Assim que finalmente voltou a si tratou de pegar o caderno na bancada e começou a escrever o que se lembrava de seu sonho.

-Está é a quarta vez... Por que estou tendo estes sonhos? –Ela suspirou de forma frustrada. – E por que não consigo me lembrar qual era a face dessa pessoa?

Pegou o seu caderno novamente e começou a folhear as informações que já tinha anotado.

"Uma pessoa da infância"

"Memória ou Sonho?"

"A família estava de férias quando se encontraram"

"A voz parece de um garoto"

Ela leu e releu novamente, mas ainda assim, parecia que havia algumas peças faltando para que pudesse entender o mistério por detrás de suas repentinas memórias.

-Este lugar é cheio de mistérios... –Olhou pela janela. – Eu nunca vim aqui antes, então porque esses mistérios que aconteceram na minha vida estão se revelando agora? Qual o motivo de isso estar acontecendo?

Ela precisava dar uma saída. Ela não estava conseguindo pensar e forçar só iria se tornar um esforço inútil.

-Ugh! Eu consigo escrever romances policiais e outros contos de mistério, mas não consigo resolver o meu próprio?

Meow

O gato de cicatrizes entrou pela janela, interrompendo os seus pensamentos e se aproximando dela, esfregando o rosto em sua mão como se pedisse carinho.

Ela hesitou por alguns segundos, mas levantou a mão e começou a coçar atrás do pescoço do pequeno animal que emitiu um som de satisfação enquanto se encostava junto a sua perna, decidindo-se por tirar um cochilo ali.

Por que não tinha medo dela? Sofreu tanto abuso e crueldade em mãos humanas... Não seria nada estranho se a evitasse.

No entanto, lá estava ele, deitado de seu lado, tranqüilo, como se o sofrimento que passara não tivesse acontecido.

-... Ainda dói? –Perguntou tocando com cuidado o lugar onde tinha uma enorme cicatriz.

O gato não se mexeu, apenas olhou para ela com curiosidade e voltou a dormir, apoiando a cabeça em seu colo.

Você é forte.

Não sentia mais nenhuma mágoa ou rancor de Io. Isto era certo. Se ele tivesse escolhido ela ao invés de salvar o gato que estava ali, cochilando tranquilamente ao seu lado, ela tinha certeza que se culparia pelo resto da vida se o animal morresse.

No entanto, apesar de não sentir mais mágoa ela não conseguia se aproximar. Havia algo de errado entre eles e ela sabia que não era apenas a sua dificuldade de se relacionar com outros.

-Preciso mesmo sair. –Alexis resmungou de forma aborrecida e guardando suas coisas. –Vou relaxar e depois penso nisso.

-00-

-Oh, ela chegou. – Leon abanou a mão. –Ariadne!

Uma garota de feições bonitas, longas melenas castanhas e olhos vermelhos rubi se aproximou, sorrindo para Leon e parecendo ignorar(ou nem percebendo) a presença de Lucy.

-É muito bom vê-lo novamente. – Ariadne falou, sua voz contendo um tom de adoração e carinho.

-Igualmente. – Ele sorriu. –Peço desculpas por pedir para me buscar, mas gostaria de saber como andam as coisas por aqui.

-Sem problemas.

-Ahem. –Lucy deu uma forçada tossida para chamar a atenção dos dois.

-Ah, certo, eu quase me esqueci. –Leon pareceu ligeiramente desconcertado. – Aria, essa é Lucy. Lucy, essa é Ariadne, minha amiga de infância.

-Prazer em conhecê-la. –Ela se curvou ligeiramente, em tom respeitoso.

-... Prazer.

-Por acaso você seria amiga dele?

-Não.

-Hum... Então você seria...?

-Minha inimiga. –Leon brincou.

-Oh... Certo. –Ariadne pareceu confusa, mas aceitou a explicação.

- Não precisa se preocupar, eu não tenho nada com ele. –Lucy rolou os olhos. –Para falar a verdade, só tenho ressalvas negativas.

Após ouvir isso o olhar de Ariadne mudou, mas só por alguns momentos, passando imperceptível para os outros dois.

-É incrível como você sempre tem a impressão errada de mim. –Leon rolou os olhos. –Ariadne é a pessoa mais importante que tenho, sem dúvidas, mas ela é a minha amiga.

-...

Tapado. –Falou Lucy em pensamento, nem pensando em retrucar para não deixar a outra garota embaraçada.

-Então... –Ariadne pigarreou. – Teve muitos visitantes no museu desde a última vez que você veio, e mais casais se formaram graças a "aquele quadro"

-Oh? É mesmo? Fico feliz em saber disso.

-... Não sabia quando você retornaria, mas pedi para limparem.

-... Entendo. – A voz do rapaz saiu solene. -... Sou um péssimo filho não?

O que estão falando? – Lucy olhou para os dois sem entender a conversa.

-Não diga isso! Você é uma excelente pessoa! Não existe alguém melhor do que você no mundo!

-... Olha, sem querer me intrometer, mas ele não é tudo isso que você acha não. –Lucy falou de forma sarcástica.

A garota de melenas castanhas pareceu aborrecida com a constatação, lançando um olhar feio para Lucy que apenas arqueou a sobrancelha sem se abalar.

- Ele é manipulador, brinca com o seu psicológico, e é um mentiroso bipolar. –Ela deu de ombros quando a garota estreitou os olhos. – ... Se eu fosse você eu tomaria cuidado.

-O que você entende sobre ele? – Ariadne deu passo à frente.

-Só estou falando o que sei de acordo com as ações dele.

- Aria, não se estresse com isso. – Leon colocou a mão no ombro da outra garota. – Lucy tem razão, o que eu fiz... Bom, enfim, ela tem suas razões.

-Ela deve ter feito alguma coisa. –Ariadne abaixou o olhar. –Você... Não costuma fazer isso, a não ser quando quer se proteger.

-...

-Se proteger? –Lucy arqueou a sobrancelha, visivelmente ofendida. –Olha, eu sofri um acidente há mais o menos um ano e ele enviou fotos do acidente, dando a entender que estava envolvido, e você me diz que ele fez essa brincadeira de mau gosto para se proteger?!

-... Sinto muito.

-O que?

-Pelas minhas atitudes. –Leon se curvou. – Não há como me redimir, mas ao menos quero tentar.

-Leon, você...

-Aria, certas coisas não existem perdão. – Leon retrucou de forma séria. – E se a senhorita Richards não quer me perdoar... Bom, então que assim seja.

-00-

Ele já tinha encontrado a maior parte dos "tesouros", mas ainda assim não podia descansar. Não enquanto não tivesse todas as recordações que lembrassem "dela".

-O próximo item está com uma pessoa. –Hector franziu o cenho. – "Passei maravilhosas férias ali, mas... Para a tristeza de muitos houve uma terrível tragédia... Conheci alguém que iria embarcar neste navio, e confiei à família dele o meu tesouro"

Ele já tinha conversado com a família de várias vítimas, mas não obteve sucesso até agora em localizar o dito tesouro.

Suspirou de forma frustrada e encerrou seu caderno de anotações. Precisa de um tempo para relaxar, talvez quando estivesse descansado ele conseguiria solucionar o problema.

-Hector.

Ele se virou, surpreso ao ouvir o seu nome ser chamado.

-Alexis. – Ele arqueou a sobrancelha ao ver a garota que ele socorrera.

-Você tem uma boa memória.

-Uma das minhas poucas qualidades. –Ele deu de ombros. -... O que está fazendo aqui?

-Sai para relaxar.

-Hum...

-O que está fazendo?

-...Lendo.

-Seu caderno está fechado.

-...

-Tem alguma coisa haver com a mulher da foto?

Ele deu alguns passos para trás, escondendo o caderno atrás de si de forma protetora enquanto olhava para ela com desconfiança.

-...Não é da sua conta. –Ele respondeu de forma ríspida.

Alexis deu de ombros, estranhamente não se sentindo intimidada de falar com o rapaz arisco já que o mesmo parecia mais um filhote de cachorro acuado ou uma criança que foi pega fazendo algo que não devia.

- Tem razão, desculpe.

-... Por que você quer se aproximar de mim? Eu não sou o tipo mais sociável do mundo e você tampouco parece alguém que seja sociável.

-Você é parecido comigo em alguns pontos então não me sinto desconfortável. –Ela respondeu. –Desde que cheguei aqui e me envolvi com os "mistérios da floresta" eu... Consegui fazer alguns "amigos".

-...

- Além disso, agora que estou pensando bem, tenho uma vaga impressão de já ter ouvido sua voz em algum lugar.

-... Impossível, se nós tivéssemos nos encontrado eu me lembraria. –Hector franziu o cenho. –Tenho uma memória fotográfica.

~Hoje em nosso programa falaremos sobre os estranhos incidentes com sobreviventes.

"Sim, a queda de um trem, o incêndio em uma casa onde ninguém poderia ter sobrevivido, mas teve um sobrevivente, o estranho caso do..."

Alexis gelou ao ouvir a notícia.

-O incêndio... -Sussurrou.

-Hum? Você... Estava lá? -Hector parece surpreso.

-Sim, na mansão que pegou fogo, eu... Me lembro de ter ouvido vozes do lado de fora e...

-... Entendo. -Ele pareceu refletir por alguns segundos e abriu novamente o caderno. -... Por acaso seria este lugar?

Alexis pegou o caderno de capa escura com cuidado, olhos se arregalando quando na página constava o nome da rua onde morava assim como uma foto da casa e informações sobre a sua família.

-Como...?

-... Eu estava lá no dia.

-Fazendo o que? -Ela olhou com desconfiança.

-Se a pergunta é se eu fui responsável por isso a resposta é não.

-... Por acaso isso tem algo haver com o que você está procurando?

-Provavelmente. -Hector respondeu. -... Tenho quase certeza que alguém está tentando me matar.

-Por que?

-Por causa das coisas que estou procurando, só não sei quem poderia ser.

-... Vou ajudá-lo.

-Perdão?

-Se a pessoa que está tentando te matar é a mesma que incendiou a minha casa então eu quero ajudar.

-00-

-Foi bom ver a exposição, fico feliz que os quadros ficaram tão bem preservados. -Leon olhava com cuidado as obras expostas na mansão onde morava antigamente.

-Leon.

-Sim?

-Eu quero conversar um pouco com sua acompanhante. -Ariadne sorriu enquanto puxava Lucy pelo braço.

-Ariadne...

-Não se preocupe, não vou dizer nada de indelicado. -Ela meneou a cabeça e arrastou a outra garota sob protestos.

-Click!-

-Quer soltar o meu braço? -Lucy xingou já que seu braço estava começando a doer.

-Desculpe. -Ariadne soltou o braço da outra. -Preciso falar com você, é sobre o seu comportamento.

-...

-Não sei o que ele fez, mas duvido que te dê o direito de tratá-lo dessa forma, ele é uma boa pessoa e não merece sofrer.

-... Você não sabe o que ele fez.

-E o que você fez? -A garota de cabelo castanho franziu o cenho. -Não estava brincando quando perguntei se tinha feito alguma coisa, o Leon não faria nada a alguém se o ferissem.

-... Eu faltei com tato no dia em que estava falando com um garoto que... Iria ter uma operação naquele dia, talvez o que eu tenha falado tenha influenciado ou não no ânimo dele.

-...E?

-... Aparentemente, Leon estava cuidando dessa criança.

-E o que aconteceu a ela?

-Ele morreu.

Ela sentiu uma dor repentina no rosto, e encostou os dedos na região avermelhada.

-COMO VOCÊ OUSA ARRANCAR ALGUÉM DELE?! Já não basta o que ele perdeu?! Como você... -Ela parou, suas mãos tremendo e se fechando em punhos, as unhas cravando com força na pele como uma tentativa de tentar se conter. -... Você ainda tem a audácia de tratá-lo dessa forma depois do que fez?!

-ELE NÃO É INOCENTE! -Ela respondeu com irritação. -Ele me mandou as fotos do dia do acidente, no dia em que quase fui morta por uma das máquinas que foram ligadas!

Ariadne deu um passo para trás, surpresa.

-Sei que está envolvido em meu acidente e nos outros casos bizarros. -Ela disse com seriedade.

-... Não é culpa dele, tenho certeza que não. ele jamais seria capaz de fazer algo assim.

- Não sei, ele é muito instável, eu não duvidaria de nada.

- ... Você por acaso sabe por que ele é instável?

-...

-Hum, pelo jeito não sabe. -Ariadne rolou os olhos. - Desde o dia em que a pior desgraça possível recaiu sobre ele o Leon mudou. Ele criou... Várias personalidades porque não conseguiu lidar com a perda.

-Várias personalidades?

-Sim. -Respondeu a garota com expressão triste. -Quando ele tinha 5 anos, a época mais feliz de sua vida, quando ele tinha 12 anos, quando possuía uma maturidade que foi forçada a desenvolver e... A personalidade mais instável, que rebate e ataca de volta qualquer coisa que tente machucá-lo.

-...

- Ele não sabe quem é, não consegue se decidir.

-... Por acaso ele já tentou ir a um psicólogo?

-Já, e não resolveu. -Foi a resposta. -Eles nunca entenderiam o que ele passou, para eles, Leon é excêntrico e estranho demais para ser compreendido.

-Ainda assim isso não justifica nada. Não é só porque alguém tem um passado triste que pode justificar tudo.

-Você o está tratando mal sem ter provas concretas. - Ariadne falou com frieza. - E aquelas fotos não provam nada, ele tinha tirado aquelas fotos para um investigador particular descobrir o que está acontecendo.

-... Como é?

-Ele está procurando algo... Algo que os pais deixaram a ele. - A resposta foi hesitante, como se não soubesse se poderia falar uma informação tão sigilosa. -Talvez as únicas recordações que ele possa manter deles.

-...

-... Leon disse que vai levá-la até o local onde foram enterrados. - Continuou. -Não sei porque ele está fazendo isso, mas é bom você saber que ele está fazendo isso por sentir culpa pelo que você vive dizendo. É uma informação que só os mais íntimos sabem.

-...

-Ele não é culpado pelo que aconteceu. -Os olhos rubis brilharam com confiança. -... Por isso, não tente torná-lo no monstro que ele não é.

-00000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000-

Oi gente, há quanto tempo!*leva tomate*

Ouch! Desculpa! Estava sem idéia do que escrevera, e tive que mudar alguns detalhes por que não me lembrava do que tinha planejado! Agh! Desculpa pelo melodrama, estava lendo os capítulos anteriores e queria explicar porque o Leon está tão instável! X_x

Bom, finalmente o enredo principal deu uma guinada para frente, e agora surpresa das surpresas, Hector também está envolvido!

...

Ok, estou sem idéia do que comentar, então vou responder as reviews:

Jules Heartilly- Trouxa mesmo, ainda bem que não morreu! Bom, é o Sorento, tinha que descnofiar não é? MAHAHHAHA~ Huhuhu, quem sabe, Margot e Bian são engraçadíssimos! São dois tsunderes sendo tsunderes XD