Hi! o/
Ai está o primeiro capítulo em fim ^^
O segundo já está sendo revisado ;D
Espero que curtam! Quem gosta de Supernatural vai entender as loucuras que acontecem hahahahaahaha
Estou vendo devil may cry e hellsing para me dar inspiração muhahahahahahaha
ok ok, são os efeitos colaterais das loucuras da fic xD
BOA LEITURA ^^
AHHHHHH
Agradeço a Nathi Duarte pela review *-*
Todos os dias coisas sobrenaturais acontecem em algum lugar desse mundo. Ou um fantasma assombrando algum lugar, ou monstros que nem imaginávamos existir.
Dois irmãos se encarregavam de tratar dessas coisas salvando vidas sem ganhar nada com isso, afinal era legado de família.
Os irmãos Taishou viajavam dias após dia de cidade em cidade para tentar salvar alguma vida. O pai deles morrera numa tentativa de salvar uma família de um Metamorfo. Com isso eles pegaram a estrada com o Chevy Impala '67 preto, que pertencera ao pai, e passaram a terminar cada passo dele. Inuyasha era o caçula. Tinha 30 anos, 1,86 de altura, cabelos pretos lisos que batiam na altura do ombro e viviam bagunçados charmosamente, olhos tão azuis que chegavam a serem confundidos por um tom violeta. Sesshoumaru, o mais velho e mais maduro, tinha 1,90 de altura, cabelos iguais ao do irmão, porém um pouco mais claros. Seus olhos também eram mais claros e azuis.
Sesshoumaru, no início, não acreditava nas coisas até ver por si próprio. Inuyasha, por ser o mais descolado e atento às histórias do pai quando mais novo, já se aventurara desde cedo. Agora eles estavam indo para Manhattan para pegar um monstro que se transformava de hora em hora em outra pessoa, o chamado metamorfo.
No carro eles viajavam ao som de Metallica e comendo batata frita, tomando uma coca bem gelada.
-E então? O que foi que Kaede falou? – perguntou Inuyasha enfiando duas batatas na boca.
-Foram encontrados dois corpos e um homem qualquer que levou a culpa por estar no lugar errado na hora errada.
-Hm... Então é um Metamorfo... Prefiro lidar com os fantasmas. U.U
-Por quê? Ô.õ
-Ora, Metamorfos dão muito trabalho! Fantasma é só queimar os ossos e ta tudo resolvido!
-Humf! ¬¬
-Myouga ligou?
-Ainda não. Alias, Kikyou quis saber de você.
-O que eu fiz para essa garota ficar no meu pé? Ser lindo e gostoso?
-Não seja tão prepotente, por favor! -.-'
Kaede era a mulher que os auxiliava vez ou outra falando aonde coisas sobrenaturais aconteciam. Era uma mulher na fase dos seus 40 anos, alta, branca, cabelos castanhos claros e olhos de mesma cor. Kikyou era a sua filha que, aliás, era a sua cópia, porém mais nova. Ela tinha certa fascinação por Inuyasha que não dava a menor bola para ela. Myouga virou o pai substituto dos garotos quando o pai destes morreu, era um homem com já 50 e poucos anos, cabelo meio grisalho, barbudo, olhos pretos. (N/A: imaginem o Bob mesmo de Supernatural, porque eu o adoro *-*)
-Só estou falando a verdade. – disse rindo.
Chegando a cidade eles logo foram arranjar, como sempre, um hotel para ficar. Sempre disfarçados, usavam outros nomes com identidades e cartões falsos ou clonados.
Estacionaram o carro e foram até a porta malas para pegar coisas essenciais.
-Eu escolho quem vou ser hoje! Chega de você escolher e me deixar com nomes estranhos. ¬¬ - disse Sesshoumaru tirando uma mala cheia de identidade falsa, crachás, carteirinhas falsificadas do FBI e por ai vai!
-Ok, ok... – disse Inuyasha pegando algumas armas.
-Você fica como Luther e eu fico com Arthur. – disse entregando a identidade ao irmão.
-Certo. Pegou o cartão de crédito?
-Sim.
E com isso eles foram à recepção e fizeram uma reserva. Claro que o cara pensou que eles fossem um casal gay, mas por sorte Inuyasha conseguiu segurar o irmão antes que ele socasse o pobre homem.
Ao entrarem no quarto jogaram suas mochilas num canto e foram ligando o notebook.
-Enquanto você pesquisa sobre o Metamorfo eu vou tomar o meu banho. – falou Inuyasha tirando a camisa.
-Não demore, não é só você que quer tomar um banho aqui.
Inuyasha foi para o banheiro enquanto Sesshoumaru descobria quantos ataques a cidade tinha sofrido e quais foram os mortos. Esse caso mexia internamente com ele, pois seu pai morreu por causa de um monstro assim e pior! Seu pai morreu, mas o Metamorfo não. Tinha grande probabilidade do Metamorfo que estava matando pessoas na cidade ser o que matou o seu pai.
Desde que começou a viajar com seu irmão não tinha mais tempo para fazer amigos ou ter um relacionamento sério. Terminou com Kagura por conta de não poder mais vê-la com freqüência ou com medo de que seus inimigos a usassem como isca pondo em risco a vida dela.
Ele notava que o irmão quase nunca falava do pai. Sesshoumaru guardava muita magoa do pai por não o ter apoiado em seus planos de ser um médico.
Ouviu a porta de o banheiro abrir e Inuyasha sair por ela.
-Viu? Nem demorei tanto assim!
-Obvio! Porque você sabe que se demorasse eu te arrancaria do chuveiro!
-Nossa! Que agressividade com o seu irmão! – disse zombando com uma voz meio afeminada.
-Nem vou dizer nada... – disse se levantando e indo para o banheiro.
Enquanto isso Inuyasha estava limpando as armas e pensando em como sua vida deu uma reviravolta. Nunca acreditou nessas bobagens de fantasmas, monstros lendários, entre outras coisas estranhas... Nunca até de frente a essas coisas e passar a enfrentá-las.
Sobre as mulheres ele não tinha o que reclamar, pois sempre conseguia uma aonde fosse.
Agora, sobre a morte do pai era um assunto delicado, mesmo não querendo que fosse. Por mais que quisesse sentir ódio ou raiva dele, não conseguia! E isso o irritava mais! Seu pai sempre fora ausente na vida deles depois que a mãe morreu. Ele nunca se perdoou por tê-la deixado partir de forma tão trágica. Inuyasha e Sesshoumaru ainda eram crianças quando tal fato aconteceu...
Quando estava começando a se lembrar de como foi, Sesshoumaru entrou pelo quarto já vestido de terno.
-Ainda não se trocou? – perguntou ao ver o irmão sentado na cama e olhando para o nada.
-Estava limpando as armas. – disse se levantando e indo colocar a blusa social branca com o paletó preto. Igual ao irmão.
-Parecia pensar em algo.
-Nada demais. – e deu aquilo como assunto encerrado.
-Certo. Hoje vamos passar por agentes federais.
-Para delegacia ou vamos direto à mulher da vítima?
-Temos duas vítimas.
Ambos já estavam do lado de fora do quarto e indo em direção ao carro.
-Posso dirigir hoje? – perguntou Inuyasha com os olhos brilhantes.
-Ok, só não faça merda. – Sesshoumaru jogou as chaves para o irmão e foi para o lado do carona.
Inuyasha foi igual uma criança feliz para o lado do motorista.
Eles foram programando as falas e as coisas importantes a se perguntar. Primeiro iriam à casa da Sra. Millar.
Estacionaram o carro na frente da casa e foram tocar a campanhia.
-Pois não? – perguntou uma mulher de 40 e poucos anos.
-Somos agentes federais. – mostraram as credenciais. – Viemos aqui para saber da morte do seu marido Sra. Miller. – disse Inuyasha.
-Bem, entrem então.
-Dizem que a senhora viu como aconteceu. – disse Sesshoumaru sentando no sofá.
Sra. Miller sentou na poltrona.
-Sabe como é, sou uma mulher já na idade de florear coisas.
-Mas a senhora me parece nova. – Inuyasha já captando que não era uma coisa muito normal.
Porém, se eles estavam ali era porque não poderia mesmo ser algo normal.
-Poderia nos contar? – Sesshoumaru chegou uma pouco mais para frente.
Ela suspirou antes de começar.
-Ele era um homem bom e que adorava contar piadas. Eu já estava dormindo quando ouvi gargalhadas vindas da varanda aqui de baixo e quando desci o vi rindo sem parar. Não me aproximei, mas pude ver... – ela ficou relutante. – Que imaginação a minha.
-Quem a senhora viu? – perguntou Inuyasha.
-O Coringa.
-O Coringa... Coringa? O arquiinimigo do Batman?
Ela apenas concordou com a cabeça.
-Quer dizer que ele, Coringa, ficou contando piadas para o seu marido e ele não parava de rir? Como se ele estivesse sob um efeito do riso?
-Sim.
Os irmãos trocaram um olhar e depois se levantaram.
-Vamos entrar mais a fundo da questão. Talvez alguém tenha se fantasiado e feito algo com o seu marido. – falou Sesshoumaru já na porta.
-Qualquer coisa avisaremos. Obrigado. – disse Inuyasha saindo junto com o irmão.
Já dentro do carro Inuyasha tinha uma conclusão.
-Metamorfo. Quem mais faria aparecer um Coringa e fazer a pessoa ficar rindo até o fôlego acabar e morrer?
-Certamente. Agora temos que ir à casa da outra vítima para ter absoluta certeza.
-Cara, você ainda ta na dúvida?
-Inuyasha, depois você vai me entender. Agora dirija.
-Você e as suas lógicas...
Inuyasha deu partida no carro e dirigiram para o outro lado da cidade. Agora eles iriam para a casa do Sr. Clarson.
Sesshoumaru estava lendo sobre o casal antes de pararem o carro.
-O cara é um pamonha. A mulher o traia com o jardineiro e ele nunca desconfiou.
-Como descobriu isso? Ô.õ
-Os vizinhos deram o depoimento.
-Hm... E ai fala como a mulher morreu?
-Não. O policial também achou um absurdo à forma que o marido descreveu.
-Igual o caso do Sr. Miller.
Eles saíram do carro e viram o homem sentado numa cadeira de balanço na varanda.
-Sr. Clarson?
-Quem deseja falar com ele?
-Somos agentes federais. Sou Arthur e esse é Luther. – Sesshoumaru os apresentou. – Viemos aqui para saber mais da morte misteriosa da sua mulher.
-Ah sim. Creio que vocês não vão acreditar em mim. Ninguém acredita!
-Poderia tentar? – jogou Inuyasha.
O homem bufou e olhou para o horizonte.
-Estávamos jantando fora e por ser um lugar perto fomos andando. Na hora que viemos embora deparamos com algo no mínimo inusitado...
-Prossiga, por favor. – pediu Sesshoumaru.
-O Drácula apareceu das sombras. Pegou minha mulher e me jogou para longe, bati a cabeça e fiquei desacordado. No outro dia acharam o corpo dela na floresta e sem sangue algum nas veias.
-Drácula? O Conde Drácula? – perguntou Inuyasha incrédulo.
-Eu disse que não iriam acreditar. – falou Sr. Clarson dando de ombros.
-Bem, se soubermos de mais algo vamos entrar com contato com o senhor.
O homem só assentiu com a cabeça.
Quando já estavam perto do carro Inuyasha falou sorrindo:
-Eu disse que era um Metamorfo!
-Vamos ver os corpos agora. Pelo visto estamos lidando com um Metamorfo de histórias em quadrinho.
-Ei, Sesshoumaru...
-O que?
-Você acha que esse pode ser o Metamorfo?
-Pode ser. Não temos muitos detalhes do que matou papai. Apenas sabemos ser um Metamorfo.
-Será que ele nos reconhece?
-Éramos crianças e estávamos escondidos. Não tem como ele se lembrar da gente!
-Pelo sobrenome talvez... Todo tipo de monstro conhecia papai por causa do seu nome.
-É.
Ao chegarem ao hospital aonde os corpos se encontravam para pesquisas eles foram direto à recepção para obter informações. Claro que Inuyasha não teve que medir muito esforço para tal coisa.
Sesshoumaru só o olhava com uma sobrancelha arqueada. Não acreditava que poderiam existir mulheres tão trouxas para cair na lábia do irmão. Vai ver era por isso que Kikyou ficou gamada nele. Apesar de o Inuyasha jurar de pé junto que não tocou um dedo nela.
Ele se aproximava com um sorriso no rosto.
-Corredor 8, porta 203. – falou jogando a chave para o irmão. – Quem é o bom? Ham? Ham?
-Larga de ser idiota. ¬¬
-Mas é a verdade. u.u
Encontraram a porta e entraram.
Sesshoumaru já foi pegando as fichas para saber onde estava o corpo da Sra. Clarson. Abriram a gaveta e encontraram o corpo totalmente cheirando a carniça e levemente esbranquiçado.
-Posso dizer que ela está quase transparente. – disse Inuyasha analisando o lado esquerdo do corpo.
-Claro, né idiota! Sugaram todo o sangue dela! – falou Sesshoumaru vendo o lado direito e com a mordida. – Olha aqui.
Inuyasha ficou ao lado do irmão. E falou incrédulo.
-Mas isso não é uma mordida de vampiro. Eles não fazem furos tão grandes.
-Temos ai uma grande pista para desconfiar do Metamorfo.
-Ele pode ser qualquer pessoa. Essa peste muda de forma a cada minuto!
-Teremos que rodar a cidade toda.
-Tudo bem.
Eles deixaram tudo como encontraram e voltaram para o hotel.
Inuyasha foi ligar o rápido a procura de mais mortes misteriosas e Sesshoumaru ligou o notebook e ficou procurando sobre o Metamorfo.
A tarde se passou com eles assim, procurando notícias. Nada de anormal tinha acontecido. Ainda...
22:30. O rádio começou a chiar com a voz de um homem ao longe.
Inuyasha e Sesshoumaru saltaram da cama e foram ver o que estava se falando.
-Atenção... Homem negro fer... Na estrada principal...
-Se essa merda parasse de chiar talvez eu entenderia melhor. – resmungou Inuyasha.
-Cala boca! – falou Sesshoumaru rápido.
-Ele aparenta ter sido atacado por um... Oh Meu Deus! É o Hulk!... – com isso a transmissão foi interrompida, mas não antes deles ouvirem um grande urro.
Eles se encararam.
-Tá. Isso foi estranho... – falou Inuyasha sentando na cadeira.
-Pode ter sido um urso...
-Sesshoumaru, você ouviu o cara! Ele falou... Que era o Hulk! Apesar de ser inacreditável... – ele pareceu refletir. – Qual dos Hulks deve ter sido?
-Como é?
-Você sabe... O do filme antigo ou do atual...
-Vou ignorar isso. – falou dando as costas e indo arrumar a mala que eles levavam as armas.
Inuyasha foi resmungando pegar as estacas de madeira para afinar mais as pontas e depois molhá-las no sangue de uma pessoa recém morta.
De certo ninguém sabia o que eles faziam... Bem, só as pessoas que eles já salvaram e presenciaram momentos que jamais vão querer vivenciar novamente.
Sesshoumaru se jogou na cama ao lado da do irmão.
-Não vai terminar isso nunca?
-Você ficou com o trabalho fácil, ok? – disse ligando o rádio que tocava AC/DC, Shoot to Thrill.
Inuyasha acabou rapidamente o serviço e depois eles foram para o carro. Seguiram rumo à estrada principal.
A estrada não ficava muito longe do centro da saída da cidade. Eles passaram olhando tudo ao redor para ver se achavam algo realmente sobrenatural.
-Não vejo Hulk em lugar algum. – falou Inuyasha.
-Por que sinto que você disse isso com um leve tom de decepção?
-Eu? Impressão sua...
E então pararam o carro e logo saíram.
-Tá quieto demais...
-Sesshoumaru estamos no meio de uma estrada que não passa carro algum.
-Eu sei disso seu besta, só estou querendo dizer que para uma pessoa que ligou para polícia desesperada dizendo que estava sendo atacada isso ta quieto demais.
-Ah ta.
Foi então que eles ouviam um barulho vindo da floresta e foi se aproximando. Ambos já estavam com as armas na mão.
-Ora, ora... Sabia que estariam ouvindo e que viriam.
-Seu desgraçado! Isso não passou de uma cilada!
-Calma Inuyasha, pelo menos o que queríamos está aqui. E alias, não precisava matar duas pessoas para chamar nossa atenção.
-A precisava sim ou vocês não se interessariam pelo caso. Conheço a qual é de vocês. Afinal vocês são iguais ao pai.
-Não se atreva a falar dele! – disse Inuyasha querendo avançar, mas Sesshoumaru impediu.
-Oh, querem vingança, é isso? Mas tem um detalhe, estão querendo se vingar na pessoa errada.
-Como assim? – perguntou Sesshoumaru.
-Simples, não fui eu quem matou o pai de vocês.
Os dois ficaram confusos. Afinal para eles sempre foi por culpa do Metamorfo.
-Desculpe decepcioná-los, porém é a verdade. Tudo bem que vocês estavam sabendo que naquele dia o pai de vocês foi tentar me matar e que depois disso que ele morreu. Todavia o que vocês não sabem é que naquele dia ele também enfrentaria um demônio.
-Demônio? – disseram ambos.
-Exato. – então o Metamorfo os encarou indignado. – Não me diga que o pai de vocês não contou como foi que a mãe de vocês realmente morreu.
-Ele só contou que foi de uma forma inesperada. Éramos pequenos demais para entender o que se passava ao nosso redor e o que o nosso pai caçava. – falou Inuyasha.
-Certo. Bem, não queria ser eu a contar, mas a minha vida ta em risco!
-Cara, você ta ferrado do mesmo jeito! Matou duas pessoas inocentes!
-Vou ter que viver com isso...
-O deixe falar de uma vez Inuyasha! Depois resolvemos isso!
-Como eu ia dizendo, o pai de vocês ia enfrentar um demônio aquele dia e era o demônio que matou a mãe de vocês. Ele dedicou à vida toda querendo saber mais sobre esse demônio e era por isso que ele era sempre ausente. Ele era um cara muito esperto, tenho que confessar...
-E como sabe de tudo isso? – perguntou Sesshoumaru.
-Ah, o pai de vocês me achou com cara de ouvinte em seus últimos momentos de vida e pediu que eu encontrasse com vocês para falar tudo isso. E disse que deixou o diário dele com a tal de Kaede para vocês.
-Por que resolveu ajudá-lo? Poderia muito bem deixar isso para lá e fingir que nunca ouviu isso. – falou Inuyasha.
-Talvez porque eu goste de uma boa ação. E agora vocês vão querer matar o cara certo. Sabe, não gosto de ser acusado por algo que não cometi e muito menos morrer por culpa de outra pessoa. Também pensei que comigo fazendo essa bondade talvez vocês poupem minha vida...
Sesshoumaru e Inuyasha começaram a rir.
-A qual é! Pensou mesmo que iríamos fazer isso? – disse Inuyasha.
-Não custa tentar né? u.ù
Sesshoumaru pareceu analisar o caso ainda rindo.
-Tenho uma proposta.
-Sesshoumaru, esse cara matou duas pessoas!
-Eu sei Inuyasha, mas ele pode nos ajudar a encontrar o demônio.
-Sai fora! Não trabalho em grupo!
-Veja bem... Como posso te chamar, alias?
-Suikotsu.
-Certo. Suikotsu pensa comigo, você não vai morrer e quando terminar de nos ajudar você pode fazer o que quiser da sua vida depois. Só não matar mais, pois assim serem realmente obrigados a te deletar.
-Hm... Pode até rolar... Entretanto como posso confiar em vocês?
-Você disse que somos iguais ao papai, então sabe que somos homens de palavra. – falou Inuyasha se encostando no carro.
-Se eu topar, isso vai ficar só entre nós, entenderam?
Os dois concordaram.
-Vejo vocês por ai então. – falou sumindo pelo meio da mata.
-Poxa, não teve nem o lance de dar as mãos para selar o acordo que chato...
-Inuyasha. – disse Sesshoumaru entrando no carro. – Você anda vendo filmes de mais. Agora entra no carro e dirige temos que fazer uma visita para a Kaede. – falou rindo.
-Que merda... – resmungou Inuyasha entrando no carro.
DEIXEM REVIEW *-*
PLEASE! (OLHINHOS DO GATO DE BOTAS DE SHREK)
