Desculpem a demora! Mas a culpa é toda da minha internet U.U
Sesshoumaru dormia e Inuyasha ia ouvindo Kiss para se manter acordado.
Claro que ele adorava visitar a Kaede, mas odiava ter que encontrar a Kikyou junto. A garota tinha certa fascinação por ele! Ela era bonita e tudo mais, porém ele só a via como irmã. Rá! Entretanto quem disse que isso a convence? A menina é paranóia!
Kaede tinha um bar que reunia todos os caçadores do tipo deles. Claro que tinha uns especializados em fantasmas, outros em monstros e outros... Talvez em demônios.
Tá que eles sabiam sobre a existência de demônios, só que ficaram muito surpresos pelo fato do pai ter escondido que a mãe morreu na mão de um. E eles até agora não tinham enfrentado nenhum demônio por não ser a área deles. Mas quando eles conseguirem o diário do pai descobriram sobre muita coisa...
O folgado do Sesshoumaru tava dormindo até agora. ¬¬ Pensava Inuyasha... Tá que ele não dormiu quase nada, pois passou a noite toda pesquisando na internet sobre demônios... Mas eu também to com sono e quero descansar um pouco!
Inuyasha ficou tão distraído nos seus pensamentos contra o irmão que nem se deu conta que uma mulher apareceu parada no meio da estrada.
Sorte que o Sesshoumaru meio que acordou e vendo o que tava para acontecer gritou.
-INUYASHA! CUIDADO!
Inuyasha de súbito virou o volante com tudo indo para do outro lado da estrada. A sorte é que não tinha nenhum carro vindo.
-Você ficou maluco ou o que? Onde já se viu ficar distraído desse jeito dirigindo? ÒÓ
-Ei, ei, ei! Calma! Não matei a mulher, matei?
-Se não matou atropelada matou de infarto!
Os dois saíram do carro e viram a mulher ainda parada no mesmo lugar.
-Viu, ela tem um coração forte! ;D
-Poupe-me, Inuyasha. ¬¬
-Sesshoumaru, você não acha meio estranho uma mulher ficar parada no meio da estrada a essa hora da noite não? – falou Inuyasha mais atento agora.
-Certamente.
A mulher se virou para eles.
-São da polícia?
Os irmãos se entreolharam.
-Talvez... – falou Sesshoumaru. – Poderia nos contar o que aconteceu?
-Eu vim correndo até aqui para procurar ajuda! Algo muito estranho está acontecendo lá em casa! – a mulher começou a chorar.
De certa forma os irmãos respiração aliviados por não ser nenhum fantasma perdido por ai.
-Certo queira nos contar exatamente o que ta acontecendo para saber se podemos lhe ajudar. – falou Inuyasha.
-E-E-Eu não sei explicar bem... Simplesmente meu irmão foi até o sótão para pegar algumas coisas velhas para a doação da igreja quando de repente a porta se fechou e trancou. – a mulher fazia gestos afobados com as mãos. – Tentamos abri-la, mas não conseguimos! Ouvimos gritos do meu irmão e do nada a porta destranca e encontramos meu irmão morto! As linhas de telefone foram cortadas por isso estou aqui no meio da estrada! Pedi para que minha filha e meu pai ficassem no vizinho.
Inuyasha já se encontrava perto do carro.
-Venha, vamos lá verificar.
Sesshoumaru guiou a mulher até o carro e dali seguiram rumo na estrada de terra que tinha no meio do mato.
-Mas, ô lugarzinho que vocês quiseram morar, hein...
Sesshoumaru deu um olhar duro para o irmão.
-Por acaso você poderia nos dizer se antes desse acidente as luzes falharam, sentiu o ar meio frio... Alguma outra coisa estranha? – falou virando para trás.
-Bem, antes de a porta fechar as luzes piscaram... Achamos estanho já que foram trocadas recentemente.
-Só as luzes?
-Que eu me recorde sim...
-Inuyasha, acho que é com um espírito que vamos lidar. – disse virando-se para o irmão.
-Espírito? – falou a mulher.
-Exatamente. Alias como se chama? – perguntou Inuyasha.
-Kaguya.
Pararam com o carro em frente a casa. Bom, ela realmente tinha um aspecto sombroso à noite... Era uma casa antiga, feita de madeira e com árvores em volta. A única coisa que fazia companhia a ela era a mata em volta.
-Bela casa? – falou Inuyasha inseguro.
-Pare de brincadeiras! – resmungou Sesshoumaru.
-Tava tentando só descontrair o clima...
-Quem são vocês afinal? – perguntou Kaguya. – São ou não policiais?
-Na verdade somos melhores do que isso. O que tem na sua casa policial algum conseguira prender ou matar.
-Inuyasha vou pegar as armas.
-Ok. Kaguya preciso de mais detalhes... Só o seu irmão que morreu? E é só no porão que as coisas estranhas acontecem?
-Não falo nada até me explicar direito quem são vocês!
-Você podia ter perguntado isso antes de nos trazer para cá não acha? Mas veja bem, não somos assassinos em serie e não vamos tentar fazer nada contra você, queremos apenas ajudar. O que o meu irmão e eu achamos que tem na sua casa pode ser algo que você não vê com freqüência ou nunca viu... Porém nós podemos matar essa "coisa".
Kaguya olhou desconfiado para ele.
-E como posso saber que está falando a verdade?
-Olha bem na minha cara. – fez um sorriso galante. – Acha mesmo que eu seria capaz de mentir? Inventar uma história dessas só para vir no meio do matinho dar uma rapidinha com você?
Ela ficou vermelha de vergonha.
-Você não tem cara de tarado... E parece ser capaz de mentir, todavia não sobre isso... – falou por fim.
-Ótimo. Agora preciso que me responda.
-Bem, esses fenômenos estranhos aconteciam só à noite... E o antigo morador também morreu aqui...
-Me deixa adivinhar, o corpo dele foi encontrado no sótão?
-Sim. Essa casa é bem antiga... Mas não tenho conhecimento da história dela...
Inuyasha se virou para o irmão.
-Ao que parece é algum fantasma.
Sesshoumaru concordou, mas algo o incomodava.
-Queria saber mais... Nós nunca fomos de trabalhar assim sem saber sobre o local... Vai que não é um fantasma?
-Vamos ter que dar um tiro no escuro... Ou mais pessoas podem morrer.
-Ela disse que tirou o resto da família da casa. Então só deve ter o corpo jogado no porão...
Sesshoumaru pareceu refletir sobre uma coisa. Virou-se para Kaguya.
-Você nem sabe ao menos o que aconteceu com o antigo morador?
-Ouvi falar que ele tinha se mudado por que não agüentava mais morar no lugar aonde a sua mulher morreu. Mas são só boatos...
Inuyasha já estava na varanda olhando ao redor.
Kaguya estava indo para a entrada da casa.
-Venha, vou lhes mostrar aonde é o sótão.
Sesshoumaru parou e olhou para ela.
-Você quer dizer porão.
-É! Desculpe-me, eu ainda estou muito abalada com tudo isso...
Inuyasha segurou o braço do irmão antes que ele entrasse na casa junto com a mulher.
-Onde estão os vizinhos? Você disse que deixou o resto da família com eles, mas não vejo casa alguma por aqui. E caso tivesse ao menos teria uma iluminação indicando o lugar.
Sesshoumaru se tocou que o irmão falava a verdade.
-Olha bem onde moramos! Acha mesmo que alguém iria se importar com a iluminação? Sem contar que estamos no meio do mato, não tem como vocês verem a casa daqui.
-Então se a gente entrar na casa e fomos até o andar de cima vamos poder ver a casa? – falou Sesshoumaru.
-Sim.
Inuyasha riu e depois ficou sério ao levantar a arma na direção da cara da mulher.
-Quem é você realmente?
A mulher no principio ficou com uma cara assustada.
-Como assim o que eu sou realmente?
Sesshoumaru também pegou a arma dele e apontou para Kaguya.
-Você entendeu a nossa pergunta. Está insistindo demais para entrarmos nessa casa.
-Mas é porque eu tenho um irmão morto no portão!
-Oh, agora você lembra que é no porão? Há alguns minutos atrás você disse sótão.
-Ora, não tenho o direito de me confundir. – ela nem protestou mais devido ao fato de uma bala passar ao lado do seu rosto e acertar a porta.
Inuyasha já estava se cansando da mulher ficar enrolando-os. E quis mostrar isso claramente para ela.
Kaguya olhou para Inuyasha com os olhos arregalados.
-Você ficou maluco?
-Só entediado... E você me cansa... Agora prefere falar ou levar um tiro no meio da testa?
A mulher os encarou e depois começou a rir o que acabou virando uma gargalhada.
-É... O que falaram de vocês é verdade... Levam o trabalho muito a sério. – os olhos da mulher ficaram totalmente pretos. – Pelo que vejo o pai de vocês não explicou a nossa existência.
Inuyasha e Sesshoumaru se entreolharam. Poderiam não saber muita coisa sobre demônios por não ser muito a praia deles, mas tinham noção de que as armas que eles tinham ali não fariam nem cosquinha.
-Sabemos das existências de vocês demônios. Só que ele não entrava em detalhes. – falou Sesshoumaru.
Kaguya os encarou.
-Fala sério! O pai de vocês não contou como a mãe de vocês morreu?
-Foi algo inevitável...
-Realmente foi algo inevitável, o pai de vocês não poderia impedir. Será que terei de ser a contar a vocês a verdade? – disse cruzando os braços.
-Olha, nós sabemos que nossa mãe morreu na mão de um maldito demônio, ok? – falou Inuyasha.
-Agora nós queremos saber o porquê de você estar no nosso caminho. – disse Sesshoumaru.
-Pensei que fosse obvio! Vim impedir que vocês cheguem ao diário.
-O que tem de importante nele? É só um caderno velho de anotações.
-É isso mesmo que você pensa?
-Sesshoumaru, no diário do papai tem todas as anotações. Desde a primeira caça dele... – esclareceu Inuyasha. – E também como matar cada tipo de coisa.
Sesshoumaru pareceu captar o que o irmão falou.
-E se você não conseguir nos impedir? – quis saber Inuyasha.
-Ora, digamos que tenho amigos soltos por ai...
Sesshoumaru ainda estava meio intrigado e pensativo com uma coisa...
-Como você soube que nós estávamos indo pegar o diário? Podíamos estar indo fazer uma viagem de... Trabalho.
-Tenho meus contatos...
Inuyasha já estava cansado de conversar, ele queria era ação. E não via a hora de pegar logo esse maldito diário.
-Deixe-nos ir e deixamos você viver, que tal?
Sesshoumaru pensou que ultimamente ele e o irmão estavam fazendo muitas trocas sobre você faz isso e nós deixamos você vivo.
Inuyasha o encarou querendo dizer algo, que logo foi compreendido. Ele sabia que uma mera bala de prata e sal não faria nada contra o demônio, mas pelo menos o atrasaria no seu ataque.
Sesshoumaru se virou rapidamente e foi correndo até o carro, antes que Kaguya pudesse fazer algo Inuyasha atirou em seu peito, fazendo com que ela apenas levasse um pequeno impacto.
-Sabe que isso não pode me matar, certo?
-Sim, sei. Mas pode ao menos te atrasar querida. – disse piscando o olho.
Sesshoumaru voltou com uma garrafa d'água e Inuyasha foi segurá-la.
-O que pensam que vão fazer? – disse contrariada.
-Não está claro? Você vai voltar para o inferno minha filha! – falou Inuyasha se colocando em cima dela para prendê-la melhor.
Sesshoumaru deu um banho de água benta nela que ficou berrando de dor. Claro que só aquilo não bastava, eles teriam que fazer um exorcismo. Então assim que ele jogou a água na Kaguya os dois foram correndo para o carro. Inuyasha acelerou o carro com tudo na estrada.
-Sabe tão bem quanto eu que ela não voltou para o inferno, certo?
-Claro que sim Inuyasha! Aquilo só os fere.
-Ela disse que não estava sozinha... Será que ela mandou alguém para o bar da Kaede?
-Não sei... Demônios são serem que não podemos confiar muito. Porém tem o caso deles estarem atrás do diário...
Inuyasha ficou sério.
-Graças a Deus Kaede e Kikyou sabem se cuidar.
-Preocupado com a namoradinha? – zombou Sesshoumaru.
-Vá à merda Sesshoumaru! ¬¬
-Ué, você demonstrou preocupação que pensei-
-Pensou nada! E eu já disse que não tive nada com ela! E nem vou ter! – cortou Inuyasha com raiva. – Agora me deixe em paz!
Sesshoumaru voltou a olhar a estrada rindo.
-Fala isso para ela...
-Já disse para encerrar o assunto! ¬¬
-Ok, ok!
O bar da Kaede não ficava muito longe, mas mesmo assim eles tinham muita estrada pela frente... Sesshoumaru optou por deixar o irmão em paz. O que lhe interessava mais no momento era o fato da mãe ter sido morta por um demônio e o pai nunca ter contado para eles. Tiveram que ficar sabendo através de um Metamorfo! Um ser que era inimigo deles! Agora tinha esse lance do diário... O que continha nele era as viagens do pai como pode ler uma vez. Só que para demônios estarem atrás dele...
-Com certeza é algo de muito interessante... Ou até valioso. – falou Inuyasha do nada.
-Perdão? Ô.õ – Sesshoumaru se perguntava se o irmão deu para ler mentes agora.
-Estava aqui pensando sobre o diário do papai.
-Ah, claro. E essa foi a sua conclusão?
-Pensa diferente?
-Não.
Inuyasha podia até ser o irmão caçula, mas desde pequeno era o único que se interessava pelas coisas que o pai fazia. Sesshoumaru se preocupava mais no futuro que ele podia ter. Inuyasha já até participou das aventuras do pai enquanto o irmão ficava em casa estudando. Inu no Taishou nunca impediu que o filho mais velho estudasse e tentasse ter a sua vida, porém sempre acompanhava de perto, queria ter a certeza de que o filho tava bem. Ele já não quis fazer nada da vida porque sabia que o destino dele era seguir os passos do pai. Inuyasha estava em uma de suas jornadas quando o irmão ligou falando que estava namorando e que talvez mais para frente fossem se casar. Pode uma coisa dessas? Sesshoumaru já pensando em casamento! Ele tinha ficado tão indignado com a notícia que começou a clamar com o fantasma que ele estava prestes a se livrar. O coitado do fantasma até pediu misericórdia mais tarde querendo morrer de uma vez.
A sorte foi que a fixa do Sesshoumaru caiu a tempo dele ter noção que poderia colocar Kagura em risco. Também isso só aconteceu quando o pai sumiu do mapa de vez e ele começou a viajar com o irmão. Claro que toda mulher tem que fazer seu drama. Isso é fato! Kagura deu um piti querendo saber o porquê de o Sesshoumaru largar dela assim de repente sem mais nem menos! Inuyasha via todo o teatro do carro, pois se ele resolvesse dar as caras aquela mulher maluca ia falar que a culpa era toda dele! Afinal ela nunca gostou dele e ele nunca gostou dela. Sesshoumaru não entendia o porquê desse conflito. Ela é louca e retardada! Sem contar que é uma mulher controladora e sem limite!, Inuyasha fez uma careta ao pensar no motivo.
Ao perceber que estavam chegando ao bar Inuyasha acelerou mais o carro.
A estrada ao redor do bar ainda era de terra, fazendo com que subisse uma poeira danada quando Inuyasha freou o carro ao na parte da frente.
-Preparado? – brincou Sesshoumaru.
-Só se for para sair correndo quando ela aparecer... – resmungou Inuyasha em resposta.
Kaede estava atrás do bar enchendo algumas canecas de chopp e Kikyou limpava o balcão quando entraram.
Kikyou logo levantou a cara para ver quem eram os novos clientes quando percebeu ser os irmãos.
-Olá Taishous! – sorriu.
-Oi Kikyou! – falou Sesshoumaru se sentando no banquinho em frente ao balcão.
Inuyasha se limitou a sorrir.
-Mamãe, traga o de sempre para os irmãos Taishou.
Kaede sorriu ao vê-los e foi logo levando duas garrafas de cervejas.
-O que os trazem aqui?
Inuyasha resolveu ir direto e vazar logo dali! Não agüentava mais os sorrisinhos e as olhadelas de Kikyou para ele.
-O diário.
-Hm... Sabia que descobririam e viriam pegar. Mas infelizmente não esta mais comigo.
-Como assim? – perguntou Sesshoumaru.
-Achei mais seguro deixar com o Miouga. Afinal de contas esse bar fica muito na vista e as "pessoas" logo viriam aqui para tentar roubá-lo.
Inuyasha coçou a cabeça nervoso.
-E porque o desgraçado do Miouga não ligou para nós?
-Eu acho que foi bom ele não ter falado, assim pude ver vocês... – falou Kikyou piscando para ele.
-Na verdade foi porque poderiam rastreá-lo através da ligação. – disse Kaede repreendendo a filha com o olhar.
Sesshoumaru terminou a cerveja num gargalo.
-Então vamos?
-Uhum! – respondeu o irmão terminando a sua cerveja.
-Posso ir com eles mamãe? *-*
Inuyasha engasga.
-Filha isso não é coisa para você fazer!
-Ora, é só uma viagem...
-Kikyou a cada viagem que fazemos é alguma coisa que encontramos para deter. Antes mesmo de chegarmos aqui tivemos que enfrentar um demônio.
-Pelo que vejo já descobriram... – disse Kaede pensativa.
Inuyasha não pensava nos riscos e sim nas mulheres que ele não poderia ter com Kikyou indo junto.
-Mãe, eu já sei me defender muito bem!
Kaede só olhou com o cenho fechado para ela e com isso Kikyou saiu batendo pé.
Sesshoumaru viu a expressão de alivio do irmão.
-Kaede poderia me dar mais uma cerveja para eu levar na viagem? – perguntou Inuyasha.
-Claro.
Seshoumaru se virou para o irmão.
-Quantas promessas você fez?
-Como é? Ô.õ
-Para Kikyou não ir conosco.
-Não fiz nenhuma!
-Eu sei que você fez. – sorriu. – Então pode ir contando.
Inuyasha virou a cara emburrado.
-Dois meses sem meu X-Bacon completo.
Sesshoumaru riu alto.
-Sério? Mas você não vive sem comer um a cada dia!
-Tudo para não ter que atuar um "você é a minha alma gêmea!", "sei que você gosta de mim, mas por conhecer a minha mãe se faz de difícil."
Kaede voltou com a garrafa de cerveja e sorriu antes dos rapazes saírem.
-Façam boa viagem!
Sesshoumaru colocou as mãos no bolso da calça.
-Miouga ainda mora naquele ferro velho?
-Exatamente! – respondeu Inuyasha bebendo sua cerveja.
Ao se aproximarem do carro Inuyasha notou uma coisa diferente. Revirou os olhos e abriu a porta.
-Pode sair daí Kikyou! Não vou acobertar a fuga de ninguém!
Sesshoumaru a princípio não entendeu nada, mas depois viu a garota saindo do carro emburrada.
-O que custa vocês me levarem?
-A minha privacidade!
Ela olhou indignada para o Inuyasha.
-Ele está brincando. – Sesshoumaru olha repreendendo o irmão. – Não podemos tomar conta de você Kikyou e a sua mãe deixou claro que não quer que você vá conosco.
-Já sou maior de idade! Posso muito bem decidir o que fazer da minha vida!
-Claro, tomar conta da minha... – resmungou Inuyasha.
-Volte para dentro. Sua mãe deve estar procurando você. – falou Sesshoumaru entrando no carro.
Inuyasha só abanou um tchau com a mão e entrou no carro dando partida.
Duda: brigada linda! ^^
então, isso é segredo =X
só lendo para ir descobrindo... hihihihihi
Ayame Gawaine: *-*/
Mely-chan: mesmo? ai que feliz! *-*/
postei \o/
