Olás meu amores!

Sei que andei sumida, mas essa fic tá me dando muiiiiiiito trabalho, pois tenho que ver os episódios de umas series à animes para encontrar inspiração :S

esse cap foi de supernatural, mas creio que fiz algumas mudanças para dar uma diferenciada ;D

agora o mais importante. O PORQUE DO MEU SUMIÇO! gente, as provas e trabalhos que tem que ter mais de 4 folhas estavam me matando X-X

e agora que deu uma folguinha pude concluir metade da fic xD

sim, terá a parte dois porque meus dedos não aguetaram digitar e vocês já ficaram tempo demais esperando :S

Agora as reviews:

Nathi Duarte: AHSUAHSUASHAUHAUSH sem problemas amore! xD ele também cisma com a minha pessoa às vezes e.é~

ownn brigada por estar gostando *-*

êeeeee chocolate... hm... (indo até a cozinha roubar uma barra de chocolate)

Mely-chan: MEU DEUS MENINAAA VOCÊ É LOCAA? =O

espero que as suas pupilas estejam bem xD senao serei a culpada .

ahmm brigada *-* espero que continue apaixonada *-*

Ayame Gawaine: hehehehehehehehe já?

sabe que nem eu tinha pensado nesse lance da kikyou xD

tipo, ela não será do tipo "vilã", mas claro que ela tem que aparecer como pentelho, neah?

bem, isso eu não posso esclarecer =X (se ela apareceu ou não)

bem bem, ai está o capítulo! o/

divirta-se! ;D

AGORAAAAAA, LEIAM E SE DIVIRTAM o/


-FLASHBACK-

Lori Sonenson faz parte da Irmandade Theta, na Universidade Eastern Iowa. Ela se aprontava para sair com o namorado Rich.

-E então? Como estou? – perguntou para a amiga de quarto. Ela vestia uma saia jeans que batia no meio das coxas e uma blusa social 3/4 listrada de azul e branco.

A amiga a encarou por uns instantes.

-Tenho algo melhor para você! – disse sorrindo indo até a gaveta da sua cômoda. Depois de procurar por alguns segundos tirou uma blusa vermelha rendada nas beiradas frente única e com um decote V. – Tome. Use isto.

Lori colocou a blusa na frente do corpo e se olhou no espelho.

-Hm... Eu não sei se isto é a minha cara...

Brenna a encarou.

-Lori, há uma gostosona enterrada ai...

-Ok, ok! – disse a interrompendo. Foi no banheiro e trocou a blusa. Ficou alguns minutos se encarando no espelho para ver como tinha ficado e depois voltou sorrindo para Brenna. – E então? O que achou?

Brenna sorriu.

- Pobre Rich, não saberá o que o atingiu!

Lori deu uma última olhada no visual.

-Certo, acho que ele já está me esperando lá embaixo. – disse respirando fundo. – Não demoro muito, então se comporte! – pegou a bolsa.

-Pode deixar! – brincou Brenna fazendo continência.

Lori riu antes de fechar a porta e encontrar com o namorado.

Rich a levou para um lugar isolado. Mais ou menos para a entrada de uma floresta. Mal sabiam que já estavam sendo observados.

Ela ao reparar onde estavam se virou para ele.

-Eu pensei que fossemos a uma festa.

-Bem, não podemos chegar na hora... – disse dando de ombros.

-Se eu não soubesse, acharia que me trouxe aqui de propósito. – disse quase sorrindo.

-O que? Estou ofendido! – disse brincando.

-Sim, claro! – falou sorrindo.

Rich a encarou sorrindo por uns instantes antes de se aproximar e beijá-la. Porém o telefone toca.

Ela vê que era o pai ligando.

-Quer atender? – perguntou Rich meio incomodado por ter sido interrompido.

-Com certeza, não. – falou desligando o celular.

Ele sorriu e se aproximou de novo para um novo beijo, que foi ficando meio quente e ele se aproximou mais, colocando uma mão por debaixo de uma das alças da blusa.

Lori recuou um pouco.

-Não. – disse sorrindo meio sem jeito.

-Está tudo bem.

O "observador" se aproximou um pouco mais do carro no meio da escuridão, porém desapareceu...

Rich voltou a se aproximar e tentou de novo um toque mais íntimo. O que não agradou nada, nada a Lori que recuou com uma distância.

-Falo sério! – disse tirando a mão dele.

Então, do nada, eles ouvem um barulho de algo arranhando as placas de trânsito.

-O que foi isso? – perguntou ela sobressaltada.

-Eu não sei. – falou olhando para trás para ver se avistava algo.

E de novo o som irritando soou. Fazendo os dois pularem de susto.

-O que é isso afinal? – indagou Rich saindo do carro.

-Não, Rich não!

-Não, espere aqui. Só vou ver o que é.

Ele foi andando cuidadosamente até a frente do carro. Olhou de um lado para outro e não viu nada.

Foi então que o carro começou a adquirir um arranhão igual ao das placas.

Os dois encaram o lugar da onde vinha o arranhado. Mas ambos não viam ninguém.

-Mas que diabos é isso?

-Rich, vamos! – implorou Lori assustada.

Daí o pneu foi furado. Lori gritou de pavor olhando para trás e vendo o vidro traseiro sendo trincado. Com isso ela gritou mais ainda...

Ela olha para frente e não vê mais Rich. Lori olha para todos os cantos totalmente apavorada.

-Rich? Rich! Não tem graça! Apareça! – olhou mais um pouco ao redor. – Se isso for uma brincadeira não tem nenhuma graça, me ouviu?

Como não ouve resposta ela trancou todas as portas do carro e fechou os vidros. Ficou olhando para frente totalmente ofegante de medo.

O silêncio estava a apavorando... Então o silêncio foi cortado por algo em cima do carro. Lori gritou com todas as forças, mesmo sabendo que não seria ouvida naquele fim de mundo.

Entretanto ela continuava gritando e ouvindo um barulho de corrente e de algo rangendo no teto do carro.

Lori se agachou e percebendo que era inútil gritar parou, já um pouco mais calma. Respirou fundo vendo que o barulho tinha cessado um pouco.

-Está bem, está bem... – se levantou e saiu correndo do carro sem olhar para trás... mas, quando já estava a uma certa distância a maldita curiosidade veio a tona e ao olhar para trás para ver o que era o barulho em cima do carro viu Rich pendurado de cabeça para baixo, todo cortado, enrolado numa corrente e totalmente ensangüentado. E pior, ele a encarava com seus olhos frios.

Lori gritou até não sentir mais que tinha garganta...

-FLASHBACK OFF-

Sesshoumaru estava pensativo... Deveria realmente ter coisas interessantes no diário do pai...

Ele não deu a menor importância para isso quando era criança, afinal ele queria ser "normal" e não um menino que sabia o que poderia ter no escuro. Certa vez, quando criança, falou com seu pai que estava com medo e Inu no Taishou simplesmente lhe deu uma arma. Sesshoumaru poderia até saber o que tinha no escuro, mas apenas que o pai lhe dissesse para não ter medo que nada aconteceria a ele...

Inuyasha já achou divertido e perguntou se poderia atirar caso o bicho papão aparecesse. Ele sempre sentiu uma inveja do irmão caçula por ser tão descolado!

Sesshoumaru ficou tão perdido em lembranças e pensamentos que nem notou que o irmão tinha parado num posto de gasolina para abastecer o carro e comprar um monte de besteira que ele chamava de comida.

-Andamos muito?

Inuyasha estava encostado na frente do carro comendo batatinhas e tomando um refrigerante.

-Só um pouco... Tá a fim de comer alguma coisa?

-Só se for algo um pouco mais saudável... Se eu ficar comendo essas coisas que você diz ser comida vou acabar morrendo intoxicado.

-Larga de ser mulherzinha!

Sesshoumaru ia retrucar quando o celular do irmão tocou. Inuyasha atendeu ao telefone sorrindo para o irmão que não teve tempo de responder.

-Alô?

-Inuyasha Taishou?

-Sim? Quem fala? – falou mostrando interesse ao perceber ser uma voz feminina.

-Meu nome é Kelly, o pai de vocês já me ajudou num serviço aqui em Toscana.

-Certo. Em que podemos ajudar agora?

-Um garoto foi morto ao que parece por um cara invisível pendurado com uma corrente em cima do carro.

-Certo, vamos verificar. – pediu sério.

O irmão notou que era algum serviçinho para eles.

Inuyasha anotou as coordenadas e depois desligou o telefone.

-Para aonde? – perguntou Sesshoumaru entrando no carro seguido do irmão.

-Ankeny, Iowa.

-Qual o problema?

Inuyasha pegou o notebook e colocou no colo do irmão.

-Procure no Google, sobre "Misteriosa morte de um irmão da fraternidade", no jornal Plains Courier. Não vai dar para explicar tudo enquanto dirijo.

Enquanto Inuyasha ia ligando o carro e dando partida, Sesshoumaru procurou e leu o caso.

-Foi na 9 Mile Road... E a pessoa que estava com ele descreve o assassino como invisível... Tá, e daí?

-Pode ser algo interessante.

-Ou nada! O bandido pode ter tido tempo suficiente para matar e fugir.

-E como você explica os arranhões?

-Que arranhões?

-Leia mais embaixo.

Sesshoumaru desceu um pouco mais a página e leu. A pessoa que conseguiu sobreviver estava relatando para o jornal que tanto ela quanto o tal Rich ouviram barulho de algo arranhando umas placas e depois viram arranhando a lateral do carro.

Inuyasha percebeu que o irmão se calou e sorriu.

-E então? Convenceu-se?

-Tá, ta... Vamos dar uma olhada.

Com isso Inuyasha acelerou o carro.

Eles chegaram e foram direto para a irmandade da qual o Rich participava.

Quando estacionaram o carro tinha um garoto lavando o carro que parou o que fazia para observá-los.

-Soubemos que tem vaga... – começou Sesshoumaru. – Gostaríamos de entrar para a irmandade.

O garoto sorriu e apontou para dentro da casa com a cabeça.

-Terceiro andar à esquerda.

-Obrigado.

Os dois seguiram o caminho dado e encontraram um garoto pitando o corpo todo.

E ele vendo que os novos visitantes não entenderam nada explicou:

-Hoje teremos jogo. Alias, poderiam me ajudar a pintar aqui atrás?

-Ah sim. Meu irmão é o artista. Faz coisas incríveis com o pincel! – falou Inuyasha sentando na poltrona.

Sesshoumaru faltou matar o irmão, mas foi ajudar o menino.

-E então... Ficamos sabendo sobre o pequeno acidente que aconteceu com um garoto que morava aqui... – começou Inuyasha foleando uma revista.

-Sobre o Rich? É... ele era uma cara legal.

-Ele estava com alguém? – perguntou Sesshoumaru.

-Não só alguém. Lori Soreson.

Sesshoumaru fez cara de quem não fazia a menor idéia de a quem ele estava se referindo.

Inuyasha resolveu por perguntar:

-Quem é esse Lori Soreson? – depois deu uma olhadela nas costas do menino. – Não passou em tudo. Aí embaixo, atrás.

Sesshoumaru só fez cara de "Tá de gozação comigo?". E Inuyasha só sorriu triunfante.

O menino, conhecido como Murfh, voltou com o assunto.

-Ela é uma caloura. É da cidade. Super gostosa. E olhem só, ela é filha do reverendo.

Inuyasha se mostrou interessado.

-Poderia nos dizer de qual igreja?

Logo que souberam qual era foram direto para lá.

Quando estavam entrando na igreja o tal reverendo pai da tal Lori estava fazendo uma homenagem ao falecido Rich.

Sesshoumaru entrou silenciosamente, ao contrário do irmão que fez questão de deixar a porta dar um baque e todos se virarem para trás. Inuyasha só olhou para o irmão com cara de "Foi mal!".

Os dois foram se sentar e deixaram com que o reverendo terminasse com a sua homenagem.

-A perda de um jovem é particularmente trágica. Uma vida não vivida é o mais triste dos passamentos. – Sesshoumaru reparou que uma garota não parava de encará-lo. Sugeriu que devia ser a tal Lori, pois estava sentada na frente. – Por favor, vamos orar. Pela paz, pela orientação e pelo poder de proteger os nossos filhos.

Todos abaixaram a cabeça de acordo com que o reverendo ia falando. Inuyasha continuava a encarar o nada a sua frente quando Sesshoumaru lhe deu um cutucão para imitar os outros.

Finalizada a missa todos começaram a se retirar e quando se encontravam todos lá fora, os irmãos Taishou foram falar com a tal garota que encarará Sesshoumaru.

-Você é a Lori? – perguntou Sesshy simpático.

-Sim.

-Meu nome é Sesshoumaru. E este é o meu irmão, Inuyasha.

-Oi. – respondeu Inuyasha galante.

-Nós nos transferirmos para a universidade. – continuou Sesshoumaru ignorando o sorriso de flerte do irmão.

-Eu os vi lá dentro.

-Não queremos incomodá-la. Ficamos sabendo do que houve.

-Lamentamos muito. – falou Inu.

-Imagino pelo que deve estar passando...

O reverendo se aproximou da filha que logo foi apresentando os rapazes.

-Pai, estes são Sesshoumaru e Inuyasha. São alunos novos.

O reverendo acenou com a cabeça como comprimento.

Inuyasha já foi se adiantando.

-Prazer em conhecê-lo, senhor. Vou lhe dizer, foi um sermão inspirador.

-Muito obrigado. – respondeu o reverendo sorrindo. – É muito bom conhecer jovens abertos à mensagem de Deus.

Inuyasha fez um gesto mudo para que o reverendo o acompanhe-se.

-Ouça, somo novos por aqui e estamos procurando por um grupo paroquial.

Sesshoumaru aproveitando a deixa de ficar sozinho com Lori foi logo fazendo perguntas.

-Diga-me, Lori, o que a polícia esta dizendo?

-Bem, eles não têm muitas pistas. Acho que me culpam por causa disso.

-O que quer dizer?

-A minha história. Fiquei tão assustada, acho que imaginei coisas.

-Não significa que não fosse verdade.

Os dois se encararam por um tempo e ela soltou um sorriso tímido.

Inuyasha e Sesshoumaru se encontravam em uma biblioteca para ver se encontravam pistas.

-Acredita nela? – perguntou Inu.

-Acredito.

-É, e ela é gostosa. – sorriu safado.

-Não cara, há algo nos olhos dela... E pelo amor de Deus Inuyasha não estamos aqui para discutir a anatomia dela!

-Tá, calma! Foi só uma observação.

-E ouça só isso, ela ouviu arranhões no teto do carro. Achou o corpo sangrando suspenso sobre o carro.

Como os dois estavam andando entre as estantes, Inuyasha pareceu pensar e parou quase fazendo o irmão tropeçar nele.

-Corpo suspenso, hm? Parece...

-Eu sei. A lenda do Homem Gancho.

-É famosa. Acha que estamos lidando com o Homem Gancho?

-Todas as lendas urbanas tem uma fonte. Um lugar de origem.

-E os arranhões, os furos nos pneus e o assassino invisível?

-Hm... Talvez ele não seja um homem. E se for um tipo de espírito?

Inuyasha ficou pensativo, mas optaram por pesquisar. Sentaram-se numa mesa vazia e meio isolada para poderem discutir melhor sobre o assunto.

A bibliotecária depois de alguns minutos levou para eles uma caixa com registros de prisões.

-Aqui está. Registros de prisões que datam desde 1851.

Inuyasha fez uma cara meio apavorada por ver duas caixas com um monte de arquivo. Tentou até dar uma assopradinha para tirar a poeira, porém acabou dando uma tossida.

-Obrigado. – falou com a mulher.

-Não há de que. – respondeu sorrindo e se retirando.

Ele voltou a encarar a caixa. Sesshoumaru passou a mão na tampa para ver tamanha poeira tinha.

-Então foi assim que passou 4 anos de sua vida? – perguntou Inu com cara de entediado.

Sesshy só riu.

-Bem-vindo à educação universitária.

ALGUMAS HORAS DEPOIS

Inu tava quase dormindo no meio das pastas. Tava com cara de sono e até então não tinha achado nada. Sesshy optou por ficar em pé andando de um lado para outro.

Depois de tantas horas...

-Ei, ouça isto. – falou Sesshy. –"Em 1862, um pastor chamado Jacob Carnes (N/A: para quem gosta de crepúsculo eu JURO que não tirei de lá xD tava no seriado!) foi preso por assassinato. – o caçula se levantou para se juntar ao irmão. – Ficou tão bravo com a zona do meretrício no centro da cidade que em uma noite matou 13 prostitutas. Algumas das moças foram encontradas na cama com lençóis cheio de sangue. Outras, suspensas em árvores como um aviso contra o pecado da carne."

Inuyasha pareceu se interessar por um papel que estava por trás do que o irmão estava lendo.

-E isto? A arma do crime? O cara perdeu a mão em um acidente. Colocou um gancho de prata no lugar.

O gancho que estava no papel era longo e tinha pendurado uma cruz "†" por duas correntes.

Sesshy soltou um riso seco.

-Veja onde isto aconteceu.

-9 Mile Road.

-Onde o universitário morreu.

Inu riu.

-Bom trabalho, Dr. Venkman (N/A: não me perguntem, não faço idéia de quem seja xD). Vamos dar uma olhada.

Enquanto isso do outro lado da cidade o reverendo deixava sua filha na irmandade feminina.

Ao para o carro um silêncio se fez e Lori começou.

-Sei que é a primeira vez que mora sozinho, desde que a mamãe morreu.

-Não é isso. Eu me preocupo com você.

-Pai, há 22 garotas lá! – apontou para casa. – Estou segura...

-É com isso que me preocupo! Acha que não sei o que acontece lá?

-Precisamos discutir isso de novo? Sou adulta! Posso viver a minha vida, ok?

-Ou seja, beber e sair com a sua colega de quarto.

-Sou adulta. Sei me cuidar. Boa noite. – Lori saiu do carro enfurecida.

O pai ficou gritando da janela.

-Lori! Lori! Volte aqui!

Ela subiu resmungando baixinho e deu boa noite as meninas que passaram por ela.

Daí ela foi parando devagar e olhou para a parede que tinha um arranhão. Balançou a cabeça como se não fosse nada demais e continuou o seu trajeto até a porta do quarto logo a frente.

Ao entrar no quarto ia acender a luz, mas notou que a sua colega de quarto estava dormindo e então desistiu.

-Taylor, está acordada? (N/A: querida, se ela está com os olhos fechados e a luz apagada eu acho que não hein...)

Percebendo que não em fim (N/A: uma hora a ficha cai gente) foi no banheiro escovar os dentes e se trocar.

Já no meio da estrada a exatas 9 Miles Road se encontravam os irmãos Taishou fazendo o trabalho deles.

Inuyasha estacionou o carro exatamente aonde o tal Rich tinha parado. Saíram do carro para observar o local... E também não sabiam que estavam sendo observados.

Foram para trás do carro e Inu abriu o porta malas, para em seguida Inuyasha pegar uma espingarda e entregar ao irmão.

-Ai está.

Sesshy pegou, mas não deixou de olhar ao redor.

-Se for um espírito, chumbo grosso não adiantará nada.

-É. Por isso iremos usar balas de sal grosso.

-Humf. Sal é um inibitório de espíritos.

-Yeah. Não vai matá-lo, mas vai diminuir o seu ritmo.

-Muito bom.

-Papai e você pensaram nisso?

-Eu já disse. Não precisa de diploma para ser gênio. – brincou piscando um olho.

Eles estavam a meio caminho de entrar na mata quando ouviram barulhos de passos e pararam. Prepararam as espingardas para atirar (N/A: é claro né? não dava para fazer outra coisa com ela... mentira dá sim, para dar coronhada...).

-Aqui, aqui... – apontou Inuyasha.

Uma sombra se mexia no meio das folhas, meio que parou, mas depois começou a se aproximar com mais pressa...

-Abaixem a arma! Agora! – gritou um policial.

Os dois levaram um susto, pois REALMENTE não esperavam aquilo.

-Ponham as mãos na cabeça!

Sesshoumaru largou a arma e obedeceu ao policial. Inuyasha levantou as mãos.

-Certo! Certo! – falou Inu.

-De joelhos. Vamos, agora! De joelhos! – gritava o policial com uma arma na mão.

Sem escolhas eles obedeceram.

-Deitem-se no chão! Vamos, deitem!

De volta para a irmandade...

Lori se preparava para dormir. Desligou a luz do abajur e depois puxou o edredom se acomodando na cama.

O que ela mal sabia era que, após ela se deitar atrás da porta do quarto que ela deixou aberta se encontrava um cara com um gancho na mão...

TO BE CONTINUE