Yeahhhhhhhh! Não morri! \o/

Então, espero que não esteja confuso .

por que esse lance de mudança de tempos e personagens me deixou meia zonza X-X

e nao liguem para os erros gramáticais pq nem dei para a revisar antes de postar!

entao esse cap acabou de sair do forno! XD

Quanto as reviews:

Suzy Lindaa Flouer: tenso né menina? :S

ahsuashaushasuahsaushaush danadinhaaa! querendo o sesshy só para vc néeeee? xD

então consegui aos poucos porque ver e escrever ao mesmo tempo é muiiiiiiiiito tenso .

mas em fim consegui terminar essa part para vcs! ;)

faculdade é uma coisa de loco nee? :/

é ruim pacas quando os professores cismam de ter que ser em manuscrito ¬¬

bem, espero que goste dessa continuação *-*

beijin!

Ayame Gawaine: acorrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrda menina! (ana maria braga made on)

então, acho que a segunda profissão do cara era açougueiro U.U

só isso explica ;S

hahahahahahahaha

então, tá ae o cap para vc ver se eles descobriram a tempo hohohohohoho

divirta-se! :)

beijin!

Tenmaa Tsukamotooo: ownn brigada ^^

espere que continue gostando ;)

supernaturallll *-*

mais uma fã o/o/o/

hehehe

beaj!

Nathi Duarte: gostou mesmo do suspense? *-*

pois é faculdade é um modo de penitencia -'

eu fui arranjando aos poucos, pq escrever e ver a serie ao mesmo tempo e modificar umas coisinhas é mtooooooo cansativo .

mas em fim conseguiiiiiiiiiiiiiiii!

ahh, quanto a elas nao se preocupe! ^^

logo logo elas apareceram ;)

brigada linda! *-*

beijin!

Mely-Chan: hmmmmmmmmmm danadaaaaaaaaaaaaaaaaaaa :p

ahduahduahdaudhaudhaudhauda

sou mal nao D:

postei hoje em homenagem a morte do tio osama xDD

ja ja elas vao aparecer *-*

hahahahaha

namo exigengente xDD

beijin!

flor de liz: muito bom ver gente nova por aqui \o/

podexá!

ta ae mais um cap ;)

beaj!

DIVIRTAM-SE PEOPLE E DEIXEM REVIEWS PARA ME FAZER HAPPY *-*/


No outro dia, podiam-se ouvir os pássaros cantando lá fora. Lori acordou ao perceber um cheiro estranho e foi abrindo os olhos aos poucos e o que viu com certeza ficaria em sua memória por um tempo. A cama de sua amiga, Taylor, estava inundada de sangue e pingava no chão formando uma larga poça avermelhada.

-Oh, meu Deus! – foi se sentando na cama desesperada. O corpo de Taylor estava imóvel e com os olhos, agora sem brilho, vidrados em algum lugar no nada. E Lori gritou até não sentir mais as cordas vocais.

Foi então que algo lhe chamou a atenção e parou de gritar. Na parede ao lado da cama de Taylor estava o seguinte escrito "NÃO ESTÁ FELIZ POR NÃO TER ACENDIDO A LUZ". Foi então que ela se levantou da cama correndo e gritando por ajuda.

Não muito longe dali, os irmãos Taishou estavam saindo da delegacia depois de terem esclarecido "um pequeno problema".

-Salvei você! Convenci o xerife a só dar uma multa. Cara, sou o Matlock. – brincou Inuyasha.

-Mas como? – perguntou Sesshoumaru. Afinal os dois podiam estar armados, mas foi ele que apontou a arma na cara do policial, sem saber, claro.

-Eu lhe disse que era um calouro, e que estávamos dando um trote.

-E a espingarda?

-Disse que estava caçando fantasmas e espíritos são repelidos por sal grosso. – falou como se fosse a coisa mais normal do mundo, o que para eles era, mas não para pessoas descrentes. – Trote típico da semana infernal.

-E ele acreditou? Ô.õ

-Bem, você parece um calouro idiota.

Sesshoumaru só fechou a cara.

Quando estavam chegando perto do carro. Três policiais saíram correndo da delegacia em direção a eles e os irmãos ficaram imóveis. Só voltaram ao normal quando perceberam que eles entraram em duas aviaturas da policia e estavam indo para outro local. Sesshoumaru notou que algo de errado com certeza aconteceu.

Inuyasha só entrou no carro e falou:

-Vamos lá.

Ao seguirem os policiais foram parar em frente a casa que era a república feminina. Lori estava sentada em uma ambulância meio em transe ainda, sem acreditar no que aconteceu. Mas viu quando os irmãos passaram em frente ao local.

O reverendo conversava com o policial dizendo que só queria levá-la para casa.

-Entendo reverendo, mas Lori está ligada a dois crimes. Não posso ignorar isso.

-Ouça aqui, prenda-a agora ou deixe-me levá-la para casa. – o reverendo deu uma vaga olhada na filha que estava com o olhar perdido.

-Ela terá de ser interrogada mais tarde.

-Obrigado. – o reverendo agradeceu e foi até a filha. – Querida, pode ir para casa. Está bem? Vamos.

Os irmãos pararam o carro a uma distancia razoável da casa. Logo desceram do carro, olharam para os lados para ver se não tinha ninguém e depois entraram em um terreno que daria nos fundos da casa.

Ao chegaram no destino, eles ficaram escondidos vendo a movimentação.

-Por que o Homem Gancho viria aqui, tão longe de 9 Mile Road? – perguntou Sesshoumaru.

-Talvez não esteja assombrando a cena do crime. Talvez seja outra coisa.

Eles foram andando devagar e encostados na parede para ninguém ver, porém duas garotas saiam da casa e eles rapidamente se encolheram na parede.

Inuyasha sorriu malandro.

-Cara, garotas da irmandade. Será que veremos uma briga de travesseiro? – falou todo safado.

Foi então que se virou para ver a opinião do irmão e se deu conta que ele tentava entrar na casa pela varanda e logo foi ajudá-lo. Sesshoumaru conseguiu entrar e enquanto esperava o irmão observava a cena ao seu redor. Inuyasha se juntou ao irmão.

Sesshoumaru se aproximou de uma janela e tentou abri-la. Com sucesso.

Deu um sorrisinho e entrou na casa, Inuyasha olhou para os lados e "mergulhou" na janela.

-Desculpe. – disse ao se dar conta que quase caiu em cima do irmão.

-Fique quieto! – sussurrou Sesshoumaru.

-Eu ficar quieto? Fique quieto você! – sussurrou Inuyasha.

Inuyasha fechou a janela e Sesshoumaru foi ver em que parte da casa que eles estavam. Com muita sorte na cena do crime.

Um policial estava no quarto tirando umas fotos e vendo o local. E então saiu.

Os irmãos saíram do closet e entraram no quarto silenciosamente. Olharam para cama e depois para parede.

-"Não está feliz por não ter acendido a luz?" – leu Sesshy. – Isso está na lenda.

-É, clássico do Homem Gancho. Com certeza é um espírito. – falou Inu batendo com o dedo indicador no nariz, como se tivesse sentindo algum cheiro.

-É. Nunca senti um cheiro de ozônio tão forte.

Inuyasha foi na janela para ver se algum policial estava entrando.

-Ei, venha cá. – falou Sesshoumaru.

Inuyasha voltou para o lado do irmão.

-Isso não é familiar? – apontou para cruz que tinham visto no desenho do arquivo sobre o gancho que o pastor tinha feito para substituir a mão.

-É o mesmo símbolo. – falou Inu.

Os dois já se encontravam fora da casa, sentados no capô do carro e com uma Xerox do arquivo do gancho do pastor.

-Parece que estamos lidando com o espírito de Jacob Carnes.

-Vamos ao túmulo do cara, levar sal, queimar os ossos e acabar com ele.

-"Após a execução, Jacob Carnes enterrado no Cemitério Old North, em um túmulo sem identificação". – leu Sesshoumaru da Xerox.

-Legal. – falou Inuyasha com cara de entediado.

Eles se levantaram e foram para dentro do carro.

-Ok, sabemos quem é Jacob Carnes, mas não sabemos onde se manifestará e nem o por quê.

-Vou tentar adivinhar o porquê. Acho que a sua amiga Lori tem algo a ver com isso.

Sesshoumaru olhou na cara tipo "minha amiga?".

Mais a noite foram para uma festa que acontecia em uma república para ver se poderiam encontrar alguma coisa. Quer dizer, era isso que Sesshy pensava, Inuyasha já esperava encontrar outra coisa...

A casa estava cheia de universitários e Inuyasha estava se divertindo demais.

-Cara, escondeu isso de mim. Esse lance de faculdade é demais!

-Minha experiência não foi assim.

-Ah, deixe-me adivinhar. Biblioteca, só estudava e só tirava nota 10.

Sesshoumaru só concordou com a cabeça meio resignado.

-Que nerd. Muito bem, fez sua lição?

-Sim, estava me incomodando... Qual é a ligação do Homem Gancho com a Lori? Acho que descobri algo.

Ele desembrulhou um papel e entregou ao irmão.

-"1932, Sacerdote preso por assassinato." "1967, estudante de seminário detido em violência hippie.".

-Um padrão. Em ambos os casos, o sujeito era religioso que pregava contra a moralidade e se viu procurado pelos crimes que se dizia ser obra de uma força invisível. Mortes feitas, escute só, com um instrumento afiado.

-Qual a ligação com a Lori?

-Um homem religioso que prega abertamente contra a imoralidade? Exceto se, talvez, dessa vez, em vez de salvar a cidade toda ele esteja tentando salvar a filha.

-Reverendo Sorenson. – concluiu Inuyasha com cara de quem compreendeu. Ele está invocando o espírito?

-Talvez. Ou sabe com um poltergeist assombra uma pessoa e não um local?

-O espírito prende-se às emoções do reverendo, alimentando-se delas.

-Sem o reverendo saber.

-De qualquer jeito, fique de olho na Lori hoje à noite.

-E você?

Inuyasha pareceu pensar quando uma loira de um corpo esbelto se insinuava para ele encostada à mesa de sinuca. Mas ele respirou fundo.

-Eu vou ver se acho aquele túmulo não identificado. – ele olhou de novo para loira e fez uma cara de lamentação ao se virar para sair de lá antes que mudasse de idéia.

Inuyasha se encontrava no cemitério a procura do tal túmulo. Ele estava com uma lanterna, a pá, gasolina e o sal. Ele saiu andando entre os túmulos até achar o que ele procurava. Foi então que ele ouviu um barulho e parou, olhou para os lados e não viu nada. Mesmo relutante ele continuou andando e procurando lápide por lápide...

-Aqui está. – falou ao achar o túmulo e se dirigir a ele. O que o fez reconhecer o túmulo? A cruz.

Do outro lado da cidade Sesshoumaru se diria a casa de Lori. E ao parar na frente desta, pode ver filha e pai discutindo.

Voltando ao cemitério, Inu cavava com todas as forças o túmulo do tal pastor.

-Muito bem, da próxima vez eu ficarei vigiando a casa das garotas. – falou bufando de cansaço e jogando mais terra para fora. Até que chegou ao caixão feito de madeira que foi facilmente aberto com a pá. –Olá, pastor.

Sesshoumaru sentou-se na beirada da escada do jardim e pode perceber que Lori se aproximava por trás.

-Eu o vi lá de cima. – falou ela. – O que faz aqui? – perguntou sentando ao seu lado.

-Ahm... Estou vigiando este lugar. Estava preocupado.

-Comigo?

-Sim, desculpe.

-Ah, na boa. – disse sorrindo. (N/A: QUE MENINA NÃO ESTARIA?) – Já liguei para a polícia.

Os dois se encararam e riram.

-Não sério, acho você uma graça. – ela falou com um sorriso meigo. – Por isso, deve fugir de mim o mais rápido possível.

-Por que diz isso?

-Parece que estou amaldiçoada. Pessoas ao meu redor estão morrendo.

Sesshoumaru ficou pensativo.

-Acho que sei como se sente.

Inuyasha preparava as coisas para jogar no túmulo. Primeiro, foi o sal e depois a gasolina.

-Adeus, pastor. – falou jogando o fósforo nos ossos.

Lori e Sesshoumaru continuavam conversando.

-Ninguém mais falará comigo. Exceto você. – falou ela mexendo nervosamente com as mãos. –O xerife acha que sou suspeita. E sabe o que meu pai dirá? "Ore, tenha fé.". O que ele sabe sobre fé?

-Já ouvi vocês brigando.

-Ele está vendo uma mulher. Uma mulher casada! Acabei de descobrir. Ela vai a igreja com o marido, conheço os filhos dela. E ele fala comigo sobre religião? Sobre moralidade? Por um lado, faça o que quiser e seja feliz. Mas ele me ensinou, criou, para acreditar que se fizer algo errado, será punido. Não sei mais no que pensar.

Sesshoumaru ouviu cada palavra dela sem interromper. Deu um sorriso de conforto e ela o abraçou. Ele, claro, um cavalheiro retribuiu... Mas ele não contava que ela desse uma distância entre eles para logo beijá-lo. Sesshoumaru retribuiu, afinal ele não estava fazendo nada de errado e não estava traindo ninguém... Sem contar que ele é HOMEM e FILHO DE DEUS! Mas esse filho de Deus lembrou-se de uma coisa e parou o que estava fazendo dando uma distancia entre ele e ela.

-Sesshoumaru?

-Lori, não posso.

-É alguém que perdeu? – Sesshoumaru realmente havia perdido a Kagura. Não tinham chances juntos com a vida que ele levava... – Sinto muito.

Sesshoumaru não teve tempo de responder, pois o pai dela havia aberto a porta.

-Lori. Entre, por favor.

-Entrarei quando eu quiser!

Foi então que o Homem Gancho apareceu por trás do pai dela e fincou o gancho em seu ombro, o puxou com tudo para dentro da casa e fechou a porta.

Sesshoumaru sem pensar duas vezes pegou a arma com munição de sal e foi arranjar um jeito de entrar na casa. E ele conseguiu pela porta dos fundos.

Olhou para os lados e nem sinal do pai de Lori, foi então que ouviu.

-Não! Não, por favor! – a voz do reverendo vinha do andar de cima. – Por favor, não!

Ele subiu as escadas correndo e chegou a tempo de ver uma porta sendo fechada com toda força. Seguiu até ela e abriu com um chute.

Bem a tempo viu o pai de Lori no chão e o Homem Gancho se preparando para enterrar com tudo o gancho em seu estômago.

-Não, não, não! – gritava o reverendo.

Sesshy atirou no espírito e fez um buraco no meio do corpo e depois ele sumiu.

Lori subiu as escadas correndo.

-Papai! Papai!

Passou direto por Sesshoumaru e se ajoelhou ao lado do pai.

-Tudo bem. Papai, tudo bem.

Sesshoumaru levou o pai de Lori para o hospital. E lá teve que dar seu depoimento para a polícia do que tinha acontecido.

-Estávamos só conversando. Ai, o pai da Lori saiu e ele apareceu.

-Um homem enorme. Carregando uma arma, um gancho.

-Sim, senhor.

-Você já o viu antes?

-Não, senhor.

-Rapaz, parece que toda vez que me viro, vejo você. Sugiro que não se meta em encrenca.

-Sim, senhor.

Inuyasha tentava passar para falar com o irmão, mas dois policiais o impediam.

-Espere rapaz!

-Tudo bem. Estou com ele. – disse apontando para Sesshy. – É meu irmão... Ei, mano!

Tanto Sesshy quanto o policial se viraram.

-Deixe-o passar. – falou o policial.

-Valeu. – falou Inuyasha para os dois que tentavam o impedir e depois o liberaram.

-Pode ir. – falou o policial ao Sesshoumaru que logo foi ao encontro do irmão.

-Tudo bem? – perguntou Inuyasha.

-Sim.

-O que aconteceu?

-O Homem Gancho.

-Você o viu?

-Pode crer. Porque não queimou os ossos dele?

-Eu queimei. Era o espírito de Jacob Carnes, você tem certeza?

-Parecia-se muito com ele. Não é só isso. Acho que não está se prendendo ao reverendo.

-Ora, mas é claro! O cara não mandaria o Homem Gancho atrás de si mesmo.

-Acho que ele se prende a Lori. Ontem ela descobriu que o pai esta tendo um caso.

-E daí?

-Ela está brava. Brava com a imoralidade da coisa. Foi criada para acreditar que quem fez algo errado será punido.

-Certo, ela está em conflito. E o espírito de Carnes está se prendendo às emoções reprimidas dela. Talvez esteja acertando as contas para ela?

-Isso. O Rich pega pesado, a Taylor tenta fazê-la ir à festa e o pai tem um caso.

-Não me deixe irritar essa garota. – disse pensativo. – Mas eu queimei os ossos. Enterrei-os em sal. Por que isso não o parou?

-Deve ter esquecido algo. – Sesshy colocou a mão no queixo pensando.

-Não, queimei tudo no caixão.

-Pegou o gancho? – perguntou Sesshoumaru como se uma lâmpada tivesse acendido em sua cabeça.

-O gancho?

-Era arma do crime. De certo modo, fazia parte dele.

-Assim como os ossos, o gancho é uma fonte do seu poder.

-Se acharmos o gancho...

-... Acabamos com o Homem Gancho.

-Exatamente.

HORAS MAIS TARDE

E lá estavam eles de novo na biblioteca pesquisando mais sobre o Homem Gancho. A mesa em que eles estavam estava empanturrada de livros.

-Aqui a algo, acho. – disse Inu tirando a caneta na boca. – Livro de registros, Penitenciária Iowa State. "Jacob Carnes. Bens pessoais e sua disposição".

-Fala algo sobre o gancho?

Inuyasha fez um sinal para que ele esperasse ler mais um pouco.

-Sim, talvez. "Após a execução, todos seus pertences serão devolvidos à Casa de Oração do Prisioneiro, ligada à Igreja St. Barnabus."

-Não é lá que o pai da Lori prega?

-É.

-Onde a Lori mora? – disse como se a ficha tivesse caído.

-Vai ver é por isso que ele anda assombrando o reverendo e a filha dele.

-Se o gancho estiver lá, não acha que alguém teria visto? Um gancho de prata cheio de sangue? – Sesshoumaru falou meio incrédulo.

-Vamos verificar os registros da igreja.

Os dois se levantaram e foram procurar. Não demorou muito para Sesshy achar e começar a folhear o livro, até que encontrou o que queria.

- "St. Barnabus, doações, 1862. Recebido: um gancho de prata da penitenciária estadual. Refundido." – falou Sesshy. – Eles derreteram. Transformaram em outra coisa. – falou balançando a cabeça sem acreditar.

Inuyasha que estava lendo outro livro encostado na parede ficou pensativo e depois fechou o livro.

-Então vamos descobrir.

Os dois se levantaram as pressas para evitar mais mortes.

Do estacionamento seguiram para a igreja e ao chegarem lá saíram do carro olhando para os lados.

-Não podemos arriscar. Qualquer coisa de prata vai para o fogo. – disse Sesshy.

-Concordo.

-Bem, a Lori ta no hospital e então vamos arrombara porta.

-Certo, pode escolher.

-Eu fico com a casa, afinal não sabemos em qual dos locais está o "gancho".

-Está bem.

Inuyasha seguiu para a igreja e Sesshoumaru para a casa.

Antes que o irmão pudesse se afastar mais Inuyasha o chamou.

-Ei! – Sesshoumaru se virou. – Não mexa na gaveta de calcinhas, ok?

Sesshoumaru se virou e continuou andando até a casa. Inuyasha riu e foi para a igreja.

Inuyasha se dirigiu direto para a parte da igreja aonde tinha um tipo de "forno" que colocava carvão e coloca o ambiente agradável no inverno. E era no porão.

Tudo que ele tinha achado de prata estava tacando dentro do "forno" de ferro.

Até que ouviu um barulho na escada e se virou para logo ver que era o seu irmão trazendo uma enorme sacola.

-Peguei tudo que era de prata.

-É melhor prevenir do que remediar. – brincou Inuyasha.

Inuyasha abriu a sacola e começou a tacar as coisas no "forno".

Sesshoumaru ouviu um barulho no andar de cima e cutucou o irmão a tempo de verem a madeira se rangendo diante do peso da pessoa.

-Ande. Ande. – disse Sesshoumaru andando rápido e subindo as escadas.

Inuyasha o seguiu e preparou a arma.

Os dois abriram a porta do porão cautelosamente e viram uma pessoa ajoelhada no banco da igreja. Lori.

Inuyasha abaixou a arma e apontou a cabeça para Sesshoumaru ir até lá.

E ele foi andando calmamente e ao chegar perto dela.

-Lori.

-O que faz aqui? – perguntou surpresa.

-O que foi? – rebateu ele com outra pergunta e ignorando a dela.

-Quero entender o que está acontecendo. Por quê? Agora eu sei e estou orando pedindo perdão.

-Perdão por quê? – se sentando ao lado dela.

-Não vê? Sou culpada de tudo isso. Li sobre os anjos vingadores na Bíblia.

-Acredite esse cara não é um anjo.

-Eu estava brava com o meu pai. Parte de mim queria puni-lo. Ai, ele veio e puniu o meu pai.

-A culpa não é sua.

-É, sim. Não sei como, mas é. Matei o Rich. A Taylor também. Quase matei meu pai!

Enquanto Lori se lamentava e se acusava uma sombra se formava e desmanchava... Só ia se aproximando deles. Mas ambos não tinham reparado isso.

-Lori...

-Agora eu consigo ver. Eles não mereciam ser punidos... Mas eu sim.

Foi então que Sesshoumaru ouviu um barulho que encerrou a conversa. Ele se levantou olhando para os lados. As velas foram apagadas.

Logo ele já tinha sacado o que tava para acontecer.

-Vamos, precisamos ir.

Lori sem pestanejar se levantou e foi junto com ele.

Assim que Sesshy abriu a porta da igreja para sair o Homem Gancho estava parado ali prestes a descer seu gancho sobre eles, mas Sesshy foi mais rápido e fechou rapidamente a porta, sendo ela o alvo.

-Vá! – gritou para Lori.

Lori gritou de pavor.

Sesshoumaru percebendo que ela tava em choque a puxou pela mão e saiu correndo com ela.

-Vamos!

Eles saíram correndo pela igreja e foram parar em outra sala. Sesshy empurrou Lori na sua frente e quando ele foi se virar deu de cara com o Homem Gancho.

Que foi acertá-lo, mas ele desviou a tempo. Só que o fantasma não desistiu e tentava acertá-lo a qualquer custo.

Lori não acreditava no que estava vendo.

Porém foi tomada por uma valentia que saiu correndo e quando foi se virar não percebeu que o fantasma apareceu atrás dela e estava prestes a enfiar o gancho em seu corpo.

-Não! – gritou Sesshy se enfiando na frente dela e sendo atingido no braço.

Morrendo de dor ele não teve tempo para reagir quando o Homem Gancho puxou Lori pelo casaco e saiu arrastando-a pela igreja. Foi então que ele parou de súbito e ela não sabia mais onde ele estava.

Sesshoumaru levantou e saiu correndo até ela.

-Vamos! – ajudando-a a se levantar. - Tudo bem?

-Sim.

Entretanto o Homem Gancho foi mais rápido e apareceu do lado dos dois e atingiu com tudo na cara do Sesshoumaru que voou longe e atingiu uma estante que caiu em cima dele.

Lori não conseguia se levantar sair se arrastando pelo chão encarando o fantasma que apontava o gancho para ela.

Sesshoumaru conseguiu se levantar com dificuldade e foi para trás do fantasma pensando em distraí-lo.

Inuyasha apareceu correndo pelo corredor com a arma apontada para o fantasma.

-Sesshy! Pule!

Sesshoumaru sem pensar duas vezes se abaixou e Inu atirou nas costas do fantasma que logo desapareceu com o tiro.

Inuyasha olhou ao redor.

-Achei que tínhamos pegado toda a prata.

-Eu também. – respondeu o caçula.

-Por que ele está aqui então?

-Vai ver algo nos escapou...

Foi então que os dois começaram a procurar com os olhos. O Taishou mais velho foi olhar para trás e se deparou com um colar de prata no pescoço da Lori.

-Lori, aonde arranjou essa corrente?

-O meu pai me deu.

-Onde o seu pai a conseguiu? – perguntou Inuyasha.

-Disse que era uma herança da igreja. – disse meio perdida.

-É de prata? – perguntou Sesshoumaru bufando de dor já.

-Sim.

E ele sem pensar arrancou a corrente e jogou para o irmão que estava em pé.

Inuyasha após pegar a corrente ouviu o barulho de algo arranhando a parede e se virou.

Cada hora ele arranhava uma parede e todos estavam observando.

Inuyasha agiu rápido.

-Sesshoumaru. – chamou pelo irmão e jogou a arma para ele com algumas balas de sal junto.

Inuyasha saiu correndo para o porão e Sesshoumaru começou a atirar.

Inuyasha desceu as escadas correndo e foi logo jogando a corrente no fogo com sal. E esperou que desse certo. Dessa vez.

Ainda no andar de cima Sesshoumaru acabou com as balas e foi recarregar a arma com dificuldade por causa do braço. Após ter conseguido se virou para atirar, todavia o fantasma foi mais rápido e jogou a arma longe. Os dois se encontravam encurralados na parede.

No porão Inuyasha já estava impaciente porque a corrente não derretia! Foi então que atiçou mais o fogo e o efeito foi instantâneo. Desde o pingente até a corrente começaram a derreter e Inuyasha sorriu perante a vitória.

Lori não podia acreditar mesmo no que estava vendo na sua frente. Já estava até aceitando a morte quando reparou que o gancho do homem começou a derreter e ele todo estava pegando fogo, logo virando pó em seguida.

Inuyasha voltou a aparecer correndo para ver se tava tudo bem.

Vendo que os dois estavam bem sorriu em alívio.

Mais um trabalho em sucedido.

No outro dia policiais estavam na igreja investigando. Um deles falava com Inuyasha.

-Você também o viu? O homem com o gancho?

-Sim, eu já disse. Todos nós vimos. Lutamos com ele e ele fugiu.

-E foi só isso?

-Sim, só isso. – falou soando convincente.

O policial o deu uma encarada.

-Ouça, você e o seu irmão...

-Não se preocupe. Vamos embora. – falou já indo em direção ao Impala.

Na ambulância estava Sesshy com o braço enfaixado. Lori foi até ele.

-Vai ficar bem?

-Sim. – respondeu ele sorrindo.

Inuyasha entrou no carro e ficou olhando os dois pelo retrovisor. E enquanto esperava mandava uma mensagem pelo celular para a Kelly dizendo que o serviço estava feito.

-Ainda não sei o que aconteceu... Mas sei que salvou a minha vida. Do meu pai também. Obrigada por isso. – falou sorrindo.

E então um silêncio permaneceu entre eles. Inuyasha do carro sorriu de lado.

-Vamos lá garanhão! Ta esperando o que para dar um beijo nela?

Então Sesshy apenas sorriu e saiu andando em direção ao carro. Inuyasha ficou muito desapontado com o irmão.

Quando ele entrou no carro o caçula se virou para ele.

-Podemos ficar.

Sesshoumaru só balançou a cabeça em negativa.

Inuyasha deu partida no carro e acelerou, pois não via à hora de chegar na casa do Miouga.