MIL PERDÕES! Mas vida de estágiaria nao é facil minha gente D:
Até porque nao posso abusar do pc T.T
entao aos poucos eu fui escrevendo e salvando até virar algo descente para vocês lerem! :D
obrigada pelas reviews ^^
dessa vez nao vou comentar uma por uma =/
mas na próxima comento!
beaj e boa leitura!
Capítulo 7 – Um dia de descanso
Um dia sem trabalho. Esse foi o combinado entre o trio.
Eles estavam num hotel e Kagome estava pagando. Sim, uma mulher pagando para dois marmanjos. Mas ela não se importou, queria também esse momento de descanso.
Inuyasha e Sesshoumaru perceberam que ela estava inquieta desde ontem. Se era algo ela não estava a fim de compartilhar...
Sesshoumaru estava trocando de roupa.
-Vou sair para dar uma volta. Vê se não se matam antes deu voltar ok?
Kagome sorriu.
-Farei o possível para manter seu irmão vivo.
-Feh! Vai nessa que eu perderia para você. – falou Inuyasha deitado.
-Quer apostar?
Inuyasha se sentou.
-Adoraria.
Sesshoumaru parou no vão da porta.
-Ótimo. Me sinto tão mais seguro agora.
-Pode ir Shou. Não vamos nos matar. – falou Kagome.
-Tudo bem então. Kah não aceite as provocações dele, certo?
-Uhum.
Inuyasha encarou os dois.
-Shou? Kah? Que intimidade é essa entre vocês dois?
Sesshoumaru saindo o deixando no vácuo. E Kagome o olhou rindo.
-Somos parceiros agora, oras! Posso te chamar de Inu também sem problemas.
Inuyasha voltou a deitar.
-Tudo bem. – falou mais conformado.
-Então? Shou saiu para andar um pouco e o que nós faremos? Não, não faremos isso, então pode tirar esse sorriso sugestivo e safado da cara. – falou Kah deitando na cama quando viu a cara de sugestiva de Inuyasha.
-Sei lá... Quer andar por ai também?
-Pode ser.
Kagome vestia sua calça jeans clara, um all star vermelho e uma baby look branca com estampa vermelha. Inuyasha estava com uma calça jeans escura e larga, uma blusa cinza arregaçada até o cotovelo e um tênis.
Os dois saíram do hotel andando e foram andar pelo centro. Afinal aquele dia eles mereciam descanso, uma coisa que não faziam sempre.
-E então? Como começaram?
-Oi?
-O Shou e você. Afinal esse trabalho não se começa do nada.
-Ah sim, bem, você conheceu o meu pai. De certa forma ele nos incentivou.
-Entendo...
-E você?
-Eu? Ah, é de família também.
-Nunca enfrentou espíritos ou outras coisas assim?
-Não. Só demônios mesmo...
-Mas nunca se interessou nessas outras áreas?
-Para falar a verdade só um pouco. – de repente ela parou e riu. – Parece até que estamos falando de uma profissão.
Inuyasha parou também e riu.
Do outro lado da cidade Sesshoumaru andava sem rumo. Apenas queria dar um descanso a mente e ao corpo. Ele e o irmão não pararam de trabalhar desde que descobriram que o pai desapareceu e logo depois descobriram que ele foi morto.
Ele também tentava tirar da memória Kagura. Como ela tava? Será que já estava com alguém? Terminou a faculdade?
Sesshoumaru tava tão perdido em pensamentos que acabou esbarrando em uma garota.
-Desculpa. – falou sorrindo.
-Tudo bem. – respondeu a garota sorrindo de volta e continuando a sua caminhada.
Inuyasha tinha convidado Kagome para comer algo em uma cantina ali perto de onde eles estavam.
-Sem segundas intenções?
-Kagome, nem tudo que eu faço tem segundas intenções.
-Hm... Vou confiar em você.
Claro que ele sorriu todo galante e a puxou pela mão. Kagome ficou um pouco corada com o ato.
Eles se sentaram numa mesa e a garçonete toda querendo alguma coisa foi logo perguntar para Inuyasha.
-Deseja alguma coisa?
Inuyasha tava com a cara enfiada no menu enquanto Kagome dava um ENCARA na mulher.
-Bem, vou querer um X-Bacon e uma coca e você Kah?
-Uma porção de batata, um Two Burguer, um copo de 500ml de guaraná, hm... E pode trazer uns nugets.
Inuyasha: O_O'
Garçonete: O_O''''
-Só isso? – perguntou Inuyasha rindo.
-Só. – respondeu ela sorrindo.
A garçonete se retirou para entregar o pedido na cozinha.
-Você não come há quanto tempo?
-Ora, não tenho uma refeição descente desde muito tempo! E quando não como direito fico mal humorada.
-Shou fala que eu como demais, espera só até ele ver você comendo!
-Eu penso que posso morre amanhã, então tenho direito a uma refeição descente. E não se preocupe, irei pagar.
-Nem pense nisso! Você já está pagando a estadia no hotel.
-Tudo bem então... – falou ela sorrindo.
-Tem algum parente vivo? – perguntou Inuyasha do nada.
-Ah, alguns...
-Mantém contato com eles?
-Um pouco... Podemos mudar de assunto?
Inuyasha notou que esse era um assunto delicado e então resolveu deixar para lá. Quando ela quisesse falar, falaria.
Kagome ficou brincando com o palito e Inuyasha ficou batucando na mesa.
Nenhum dos dois sabia como puxar assunto com outro sem envolver algo que era melhor deixar quieto. Mas então Kagome encarou Inuyasha rindo.
-Qual o seu caso com a Kikyou?
-O que? Caso? – Inuyasha pego desprevenido com a pergunta ficou meio enrolado. – Não tem caso nenhum!
-Não é o que parece.
-Olha só, é ela que desenvolveu uma... uma... Obsessão por mim, falou? Eu nunca alimentei as esperanças dela! Quer dizer, não que eu lembre...
-Uhum... Vou tentar acreditar em você.
-Eu to falando a verdade! Nunca dei em cima dela! Pergunta para o Sesshoumaru!
-Ei, ei, ei! Calma! – falou rindo. – Para que se desesperar? Estava só brincando!
Inuyasha tinha ficado até vermelho. Kagome aproveitou para reparar mais nele.
Certamente que é um garoto/homem bonito. Não podia negar. Porém, garanhão como todos.
A garçonete voltou com os pedidos e eles começaram a comer.
Kagome ainda pensava sobre o homem a sua frente. Se pudesse até se envolveria ou teria um rápido caso. Porém não podia.
-Minha cara tá suja? – perguntou ele a encarando.
-Oi?
-Você não para de me encarar, então pensei que minha cara tivesse suja.
-Não, não está.
-Vai me contar no que pensava enquanto me encarava? – perguntou sorrindo de lado.
Ela riu.
-Vou deixar isso para a sua imaginação.
-Minha imaginação pode pensar muitas coisas querida.
Shou entrou na lanchonete antes do assunto ficar mais quente.
-Pensei que fossem ficar em casa se matando. – falou se sentando entre eles.
-O dia está bonito demais para ter um enterro. – brincou Kagome.
-O que acham de uma volta na praia depois?
Inuyasha concordou com a cabeça, pois a boca tava ocupada. Kagome sorriu.
-Ótima idéia! Aliás, já comeu alguma coisa?
-Sim, parei em uma lanchonete no caminho de volta.
Foi então que Inuyasha fez uma cara indignada. Será que a Kagome gostava do Sesshoumaru? Porque era tão fácil para ela conversar com ele!
Terminou de comer com uma carranca na cara.
Sesshoumaru ia abrir a boca para perguntar o que houve com o irmão, quando este se levantou e jogou o dinheiro na mesa.
-Encontro vocês depois. Acho que querem ficar sozinhos. – falando isso saiu da lanchonete.
Kagome não entendeu bulhufas! Uma hora ele está de ótimo humor, sorrindo e depois puto.
-Pode me explicar o que se passou? – perguntou ela.
Sesshoumaru vendo que ela também tinha terminado levantou-se e deixou o resto pago.
Quando já estavam do lado de fora da lanchonete ele respondeu.
-Acho que houve uma crise.
-Crise? – ela riu. – Não sabia que homens sofriam disso.
-Não é essa crise! – ele riu também. – É que no caso ele tá a fim de você, mas não sei da onde ele tirou que eu também to.
-Complexo.
-Demais.
-Mas é verdade?
-O que?
-Você tá a fim?
-Você é uma mulher bonita, Kah. Mas não tenho o hábito de roubar as mulheres de meu irmão.
-Bom saber disso, odiaria ter que te dar um fora. E eu não sou a mulher do seu irmão!
Ele riu.
Ambos foram andando para o hotel, depois da cena do Inuyasha acharam melhor não irem para a praia.
Inuyasha estavam soltando fogo pelas ventas! Como estava querendo extravasar a raiva que tava sentindo estava procurando um trabalho qualquer no notebook.
Até ligar para Kaede para saber de algum trabalho ele se atreveu a fazer.
Quando Kagome e Sesshoumaru chegaram no quarto do hotel encontraram Inuyasha fazendo as malas a todo vapor.
-Aonde pensa que ia sem a gente? – perguntou Kagome.
-Veja bem, nem sempre temos que viajar juntos, sabe? Se você quiser pegar as suas trouxas e sair para viajar fique a vontade. Não tem nada aqui que te prenda ou talvez tenha... – A primeira parte soou compreensível, porém a segunda ele já estava resmungando e ninguém entendeu.
Sesshoumaru chegou perto do irmão e o segurou pelo braço.
-Inuyasha, nunca deixamos um para trás. Sempre viajamos juntos. Somos irmãos cara! Agora só temos um ao outro e claro agora a Kagome.
-Você está esquecendo o Miouga e a Kaede. – resmungou ele.
-Quer colocar a Kikyou no meio? – perguntou Kagome rindo.
Inuyasha só bufou e pegou a mochila.
-Nos encontramos depois. Preciso fazer isso sozinho.
-O que você vai enfrentar? – perguntou Sesshoumaru.
-Um espírito. Nada demais.
-Nada demais o caralho! Vamos com você e faça o favor de esperar!
Sesshoumaru foi recolher as suas coisas e Inuyasha aproveitando a deixa foi para pegar a chave do carro, que não estava aonde ele deixou.
-Mas aonde diabos?...
-Procurando por isso? – perguntou Kagome segurando as chaves sorrindo.
-Me dê isso.
-Para que? Não ouviu seu irmão dizendo que você não vai a lugar nenhum sem a gente?
-Então por que não vai arrumar sua mochila.
-Já está pronta.
Inuyasha ia se aproximando aos poucos.
-É sério Kah, me dê essas chaves. Quero fazer esse trabalho sozinho.
-Por quê? Dê-me um motivo plausível. – falou ela andando para trás.
-Ah, você sabe... Quero sair para conhecer novas garotas e preciso de um tempo para mim. – falou numa tentativa de desculpa esfarrapada.
Kagome riu.
-Mentiroso.
Inuyasha se aproximou mais e Kagome recuou.
-Kagome, minha paciência tem limite. – falou sério.
-A minha também. Posso ficar o dia todo fugindo de você até você me explicar por que quer sair e deixar o seu irmão e eu para trás.
-Não é da sua conta.
-Mesmo? – falou rodando a chave no dedo indicador.
Por ela ter feito isso Inuyasha pensou que seria fácil pegar a chave, com isso foi com tudo em cima dela para pegar a chave. Kagome pega de surpresa não teve tempo de reação.
Quando viram estavam deitados na cama. Inuyasha sobre Kagome e a chave Deus sabe-se lá aonde!
-O que foi isso? – perguntou meio que rindo.
-Um ataque surpresa. Mas o alvo não foi atingido. – falou com a voz rouca.
Ambos se encaravam com as faces próximas. Inuyasha pouco se importou com o que o irmão poderia sentir por ela ou que ele poderia aparecer para ver. Simplesmente foi com tudo na boca dela para saborear o gosto do qual ele já ansiava desde que a viu.
Kagome não imaginava ter tantas surpresas num dia só. Claro que sentia atração por ele e deixou ser beijada. Colocou a mão na nuca dele para logo ir ao cabelo. Hm... Ele é realmente bom..., pensou em total frenesi.
Sesshoumaru não esperava pela cena que acontecia a sua frente e preferiu enrolar mais no banheiro.
Com a falta de fôlego eles se separaram e agora se encaravam.
-Será mesmo que o alvo não foi atingido Inuyasha? – perguntou ela com a voz rouca e com um sorriso.
