Podem me matar u.u dou toooooooodo direito! mas como eu tinha falado em outra fic o jumento do cara que formatou o meu notebook NÃO SALVOU MEUS DOCUMENTOS! e lá se foi a minha história -.-

tentarei o máximo possível escrever mais rápido essa fic!

Bulma Buttowski: ahsuashaushasuahsaushu que bom que se divertiu! hahahaha

problema nenhum não! o importante é que você deixou um mega review agora :)

espero que se divirta com esse cap tambem ;D

inuyasha é totalmente possessivo u.u

passado da kah vai demorar um pouco para aparecer para criar suspense... hohohohohoo

beaj

Mely-Chan: yo o/

tentei, mas como eu disse ali em cima o jumento do cara nao colaborou ¬¬

fiz 13 páginas para poder me redimir!

que bom que se divertiu tambem :)

espero que goste desse cap!

o tempo é muito mal comigo e.é~

beaj

Astaroth-sama: que bom que gostou *-*

hahahaha esse deu trabalho para escrever T.T

espero que goste desse também :))

bom, acho que vou seguir esse caminho... hhahaha com algumas modificações, claro :D

beaj

BOA LEITURA PESSOAS :D


Inuyasha e Kagome procuravam de lápide em lápide para ver se encontravam o nome do Steve. Kagome foi para um lado e Inuyasha para outro, foi quando ela gritou.

-Inuyasha há um problema.

-Qual? Ou você acha uma lápide ou não. Não é tão difícil. – falou ele se aproximando.

-Veja bem, não temos o sobrenome dele. E depois eu sei que não é difícil achar uma lápide o problema é quando há umas sete dela com o mesmo nome!

Inuyasha olhou descrente para Kagome.

-Como?

-De acordo que eu tava andando para esse lado vi muitos Steve! Só que não vamos colocar fogo em sete corpos pelo amor de Deus!

-As pessoas já foram mais criativas com nomes...

-O jeito é ligar para o Shou. – falou pegando o celular.

-Por que necessariamente para ele? – falou Inuyasha emburrado e de braço cruzado.

-Não tenho o número da Rin e, por favor, você não se garante? – falou com o celular já chamando. – Eu beijei você naquele dia, não ele.

-Hm... – falou ele meio vermelhinho. – E você e a Rin são velhas amigas?

-Somos... Shou?

-Kagome? Me diz que você ligou para avisar que achou o corpo do cara!

-Bem, na verdade achamos sim.

-Mas?

-Tem sete lápides de Steve aqui e não sabemos o sobrenome dele. – ouve-se um tiro. – Shou? Shou? Que aconteceu além do obvio? – perguntou Kagome desesperada.

Inuyasha se aproximou mais e perguntou o que tinha acontecido.

-Steve apareceu e resolveu me matar. Estamos tentando contê-lo, mas tá complicado. E não diga para Rin que eu disse isso, porém ela é uma ótima atiradora.

Kagome riu.

-Pode deixar. Pergunta para Rin se ela viu alguma coisa com o sobrenome dele ou achou! Pelo menos foi ela que descobriu o nome né.

Ela pode escutar o Sesshoumaru gritando por Rin. Enquanto isso ela explicava para Inuyasha que pelo que pode notar ninguém se feriu. Senão Sesshoumaru teria dito.

Rin estava escondida atrás do balcão e atirava no espírito com a bala de sal enquanto Sesshoumaru estava no celular atrás de um armário e atirando também.

-Rin, você tem alguma idéia do sobrenome desse cara?

Ela fez negativo com a cabeça. Essa coisa não vai desaparecer não?, pensou se referindo ao espírito.

-Droga! Kagome ela não faz idéia! Oi? E como acha que eu vou fazer isso?

Enquanto Sesshoumaru falava com Kagome e desvencilhava dos objetos, Rin ia pensando em algo para descobrir o nome do cara. Eu poderia até perguntar para ele, mas acho que ia ser meio sem nexo eu chegar 'ei Sr. Espírito, poderia tipo assim me dizer seu sobrenome para acharmos a sua lápide e colocar fogo no seu cadáver?'. Acho que não., pensou ela. Só que ai ela percebeu algo. Ele morreu com o uniforme de cozinheiro, logo o crachá ainda se encontrava ali. Sem pensar muito ela saiu de trás do balcão e foi um pouco mais para frente ficando atrás de uma mesa que ela mesma virou.

-Tá maluca? Não é você Kagome, é a Rin!

-Fala para Kagome que... – Rin forçou um pouco a vista. – E O'Condor.

-Kah é O'Condor! E daí se o sobrenome é horroroso? Põe logo fogo no defunto! E fala para o meu irmãozinho que eu posso sim te chamar pelo apelido, afinal somos amigos. Tchau.

Rin recolocou mais munição que Shou tinha jogado.

-Valeu. Por que isso não o detém por tempo suficiente?

-Acho que ele é um espírito vingador. Eles sempre dão mais trabalho... Isso meio que faz o efeito da bala ser rápido nele, por isso elas não o contem tanto.

-Tive uma idéia.

-Qual? – perguntou ele a olhando pela greta da porta do armário. Foi então que a viu se levantar e ele arregalou os olhos. – Com certeza você é maluca! Quer morrer?

Foi então que o espírito focou nela e sua expressão ficou meio... digamos... apavorada.

-Veio me levar? – disse ele pela primeira vez.

-Talvez. – falou dando de ombros – Quer dizer, muito provavelmente.

Sesshoumaru ficou a ver navios. Afinal o que se passava?

-Pensei que fosse outra coisa que viesse me levar.

-Infelizmente eu fiquei encarregada disso, todos estão ocupados com outras coisas mais importantes. – improvisou ela.

-Pelo menos mandaram você que é muito bonita. Uma ótima última visão.

Sesshoumaru aos poucos se aproximou dela. Ficou escondido atrás da mesa virada.

-Que se passa?

-Ele... Pensei que estava prestando atenção.

-E estou! Só não entendi o por que dele achar que você veio levá-lo.

-Para falar a verdade nem eu sei. Será que é porque eu parei de atirar?

-Não soou muito convincente... Qual é Rin, tá na cara que você está escondendo algo e sabe o real motivo dele ter parado de tacar coisas.

-Se te contasse eu teria que te matar.

-Ok, já entendi.

-Trabalha com esse cara? – perguntou Steve.

-Sim. Ele ainda está em treinamento. Mas por que você só apareceu para matá-lo?

-Tem certeza que ele é um dos seus? Acho que tá faltando algo...

-Eu te fiz uma pergunta.

-Ele me lembra o outro cara que apareceu e tentou algo com a Stacy. Sorte ela ser uma mulher de respeito e não traiu Frank.

-Que era tão apaixonado e a amava tanto que não agüentou viver sem ela e se matou.

-Ele a tomou de mim! Se eu não podia tê-la nenhum outro homem mais a teria!

-Que forma egoísta de se pensar.

-Eu amava! E ela me deixou por ele!

-Mas ela já tinha te deixado! Qual o seu problema de seguir em frente? Quer dizer, te seguido.

-Porém eu estava conseguindo reconquistá-la. Mas ai apareceu Frank.

-Engano seu. Ela só estava sendo educada e simpática.

-MENTIRA! – Steve por ter ficado nervoso voa com tudo para cima dela e Sesshoumaru se levantou rápido para tirá-la da mira, porém o espírito desapareceu.

Os dois caíram cansados no chão.

Kagome e Inuyasha estavam sujos de terra dos pés a cabeça, pois quando descobriram o sobrenome que tinham que achar se separaram para acharem mais rápido. E então Inuyasha gritou.

-Qual o sobrenome mesmo dele?

-O'Connor!

-Parece marca de shampoo...

-Achou?

-Achei!

-Ótimo! – Kagome foi se juntar a ele e ambos começaram a cavar o túmulo o mais rápido possível.

Kagome conferiu a gasolina, o isqueiro e o sal. Depois passou tudo para Inuyasha que já se encontrava fora do buraco junto com ela.

-Pronto. Agora é só mandar ver.

Inuyasha não conseguia ascender o fósforo porque sempre escapulia.

-Quer que eu faça isso?

-Não! Eu consigo, ok?

-Tá bem, não quis ofender a sua masculinidade.

-Desculpe, mas é que eu estou nervoso. Meu irmão tá lá com esse espírito doido e mal amado e poder morrer se não tomar cuidado!

-É muito fofo essa sua preocupação com o seu irmão. Mas a Rin tá com ele.

-Eu sei.

Kagome sorriu e o abraçou por trás.

-Respire fundo. – falou apoiando o queixo no ombro dele (ela tava de salto por causa da bota, então ela conseguiu fazer tal ato xD) – Temos que colocar fogo logo no corpo.

Inuyasha relaxou quando sentiu Kagome o envolver e o perfume... Não, o cheiro dela o deixou inebriado. Respirou fundo e em fim conseguiu ascender o fósforo e o jogou no corpo.

-Isso vai resolver não é?

-Vai sim.

Eles começaram a juntar as pás para guardar na mala.

-Tomara que agora ele descanse em paz.

-Acredite, ele vai. – falou a ajudando a guardar as coisas.

Sesshoumaru continuou sentado no chão. Rin massageava o pescoço e andava de um lado para outro.

-Eles conseguiram. – falou Shou.

-Na verdade o que eles fizeram?

-Colocaram fogo no corpo.

-Só isso?

-Não. Põe gasolina e sal também. Gasolina para ajudar a pegar o fogo, sal para purificar.

-Ahm.

Os dois ficaram em silêncio. Até que a curiosidade falou mais alto para Sesshoumaru.

-Veio buscá-la?

-Se refere à Kagome?

-É. O pai dela a mandou?

-Na verdade o pai também é meu.

-São irmãs?

-Sim.

-Reparei que se parecem em alguns aspectos.

Rin parecia que ia fazer um comentário, entretanto se conteve.

-Que foi?

-Nada. Era uma observação idiota. – falou ela se sentando perto dele.

-Pode dizer.

-Não posso.

-Não quer ou não pode? – perguntou rindo.

-Não posso. – respondeu sorrindo.

-Bem, então o pai de vocês mandou você e outros para persegui-la?

-Na verdade ele não sabe que eu estou aqui.

-Hm. Então vai ter alguém atrás de você e dela?

Rin ficou com uma expressão preocupada.

-Tem alguém atrás dela?

-Tem. Ela que nos disse.

-O que mais ela disse? – perguntou com uma careta engraçada.

-Que tinha muitos irmãos, o pai era um pouco ausente, quando ela saia sem permissão ou falar nada ele não ligava, porém se ela demorasse muito mandava alguém atrás dela para buscá-la.

-Foi só isso?

-É. – falou sem entender nada.

Inuyasha e Kagome entraram no prédio meio afobados.

-Shou? Rin? Cadê vocês? – perguntou Kagome.

-Na cozinha. – respondeu Shou.

Os dois se dirigiram para o local e os viu sentados no chão.

-Tá tudo bem? – perguntou Kagome preocupada.

-Sim, só estamos cansados. – falou Rin.

-Vocês demoraram a chegar. – observou Sesshoumaru.

-Culpa do Inuyasha que errou o caminho.

-O que? Não era bem eu que estava atrás do volante!

-Mas era você que estava me passando as coordenadas!

-E você totalmente seguiu!

Sesshoumaru e Rin olhavam para os dois de sobrancelha erguida.

-Perae! Inuyasha deixou Kagome dirigir o Impala? – falou Shou.

-Ou era isso ou era ela vir falando no meu ouvido de como eu sou machista. E ela quase me esganou quando eu disse que não.

-Calúnia! – protestou Kagome.

-Desde quando você se tornou tão submisso? – disse Sesshoumaru.

-Não me tornei submisso! Mas é que ela já tinha dirigido mesmo... Ah, não te devo satisfações! ¬¬

Rin se levantou e foi até Kagome.

-Você sabe o que vim fazer aqui. Esse trabalho acabou então podemos voltar.

-Sei. E sabe a minha decisão. Não vou embora agora.

Sesshoumaru já se encontrava de pé ao lado do irmão e não entendiam nada.

-Entende no que isso pode implicar? Ele vai mandar uma tropa caso você demore para retornar para casa.

-E você tem conhecimento que uma tropa não é suficiente para mim.

Inuyasha se enfiou no meio das duas.

-O que acham de sairmos daqui e vocês conversarem lá no hotel?

Rin só bufou e saiu andando na frente.

-Acho que não temos muita coisa para conversamos mais. – falou Kagome olhando por onde Rin tinha saído.

-Ah tem sim! Mas para nós dois! – falou Sesshoumaru – Como explicar que raios de pai é esse que vocês tem! E não me venha com o papo de "se te contar terei que te matar" cansei de ser ameaçado de morte!

Kagome apenas riu e os três saíram do prédio.

Rin já aguardava do lado do carro.

-Vai ficar no hotel conosco? – perguntou Sesshoumaru.

-Sim.

Os irmãos trocaram um olhar e Sesshoumaru foi no banco de trás com Rin e Kagome na frente. Logo mais chegaram no hotel e o recepcionista logo reparou que eles chegaram com mais uma pessoa. Nossa, que caras sortudos... pensou ele.

Ao chegarem ao quarto Kagome disse que ia tomar um banho para tirar o cheiro do cemitério do corpo. O resto tinham se acomodado na cama.

Inuyasha se esparramou na cama.

-Então vocês são as fugitivas? E daqui a pouco uma pencas de homens grandalhões vão estar atrás de vocês? – falou ele esfregando os olhos.

-Resumindo sim. – falou Rin sentada na cama do Sesshoumaru do lado do mesmo.

-Cara, que tipo de família vocês são? – perguntou Sesshoumaru.

-Do tipo anormal. – falou Kagome saindo do banheiro secando o cabelo com uma toalha.

-Isso não responde muito a nossa questão aqui. – falou Inuyasha dando espaço para ela sentar.

-Olha, se eu pudesse eu realmente explicava toda a situação para vocês. Só que não posso. Não podemos na verdade. Até porque não ficarei muito tempo por aqui.

Inuyasha sentou na cama.

-Como?

-Inu, eu estou aqui para uma missão. Só que meus inimigos apenas não apareceram ainda.

-Ai depois disso vai embora?

Rin e Sesshoumaru trocaram olhares.

-Eles tão tendo algo? – perguntou Rin baixinho.

-Há algumas faíscas... Tanto de raiva como de atração, eu diria.

-Isso é um problema...

Quando Sesshoumaru ia pergunta o porquê Kagome levantou da cama.

-Inuyasha tente entender ok? Para mim também vai ser complicado!

-Você já tem idade o suficiente para tomar suas próprias decisões!

Sesshoumaru levantou da cama e puxou Rin junto.

-Vamos dar uma volta.

Rin olhou para ele sem crer.

-Eles vão se matar! – falou quando já estavam do lado de fora do quarto.

-Vão não. Acredite a última briguinha dos dois terminou com ambos em cima da cama se beijando.

Rin arregalou os olhos.

-Sesshoumaru, Kagome não pode ter nenhum tipo de relação! Ai meu Deus! A coisa pode ficar mais complicada ainda para o lado dela!

-Me recuso a entender. Sei que não vão abrir a boca mesmo.

-Ótimo. Mesmo estando um pouco preocupada, vou deixar isso passar. O que vamos ficar fazendo até então?

-Quer tomar um refresco?

-Adoraria.

No quarto as faíscas rolavam soltas.

-Inuyasha, porque diabos você fica tão nervosinho com isso?

-Achei que fosse óbvio! – ele se levantou e agora tava frente a frente com ela. – Você se tornou alguém importante! Desde a primeira vez que te vi senti um... um... treco.

-Um treco? – perguntou Kagome sorrindo.

Inuyasha suspirou e a segurou pelos ombros delicadamente.

-Olha, eu não sei dizer o que é isso que estou sentindo, afinal nunca tive tempo para tal coisa. Porém só de pensar que posso te perder...

-Não vamos pensar nisso agora, ok? – disse ela o puxando pela aba da jaqueta jeans escura. – Quando o momento chegar ai a gente pensa no que fazer então.

-Sabe que acabamos de expulsar o Shou e a Rin daqui né?

Kagome riu alto.

-Bom, o que acha de aproveitarmos um pouco desse tempo?

-Adoraria...

Inuyasha deu aquela puxada na cintura dela e sorriu levantando um canto da boca. Kagome se ajeitou melhor entre os braços dele assim ele aproximou o rosto ela automaticamente fechou os olhos e sentiu os seus lábios se tocando.

Acabou que Rin e Sesshoumaru beberam cerveja num barzinho ali perto.

-Tá de brincadeira! – falou Rin batendo a mão no balcão – Não acredito que você sozinho já se livrou de um... Qual o nome mesmo?

-Deus Pagão.

-Nem sabia da existência disso!

-Sua especialidade é igual a da Kagome?

-Oi?

-Ela disse que é especialista em demônios. Bom, esses são os inimigos que ela tá esperando aparecer.

-Ah sim. É, ela me ensinou como me virar com eles.

-Não consigo me sentir em paz sabendo que vocês estão escondendo algo.

Rin se sentia meio tonta. Talvez tivesse bebido demais...

-Você o seu irmão também não tem?

-Praticamente contamos tudo para Kagome. E não escondemos nada do Myouga.

-Quem é esse?

-Grande amigo. Foi como um pai para nós.

-Ah sim. Acho que me lembrei... Ele costuma abrigar a Kah.

-Certo vamos parar de falar dela e falar de você. – falou ele dando um gole da garrafinha de cerveja.

-O que quer saber? – perguntou ela sorrindo.

-É a caçula?

-Não.

-Idade?

-Não se pergunta isso a uma dama.

-Ok, desculpe. Hobby?

-Não tenho muitos... Na verdade acho que não tenho tempo para ter nenhum.

-Mania?

-Estalar o pescoço depois da luta.

-Luta?

-Ora, tipo a que tivemos que enfrentar contra aquele espírito maluco.

-Você não lutou quase nada! Ainda bateu um papo com o cara!

-Usei a criatividade.

-Bom, tem preferência por alguma comida?

-Não.

-Já teve namorado?

-Não.

-Tem no momento?

-Não.

-Acho que minha cota de criatividade para te fazer perguntas acabou.

-Ótimo. Então é a minha vez de te conhecer um pouco.

-Mande as perguntas.

-Gosta do que faz?

-Aprendi a gostar com o tempo.

-Foi influenciado pelo irmão?

-Na verdade desde pequeno papai nos ensinava algumas coisas. Inuyasha que curtia mais essas coisas. Eu cheguei e entrar na faculdade, porém não pude dar continuidade.

-Entendo. Já me encontrei com ele uma vez quando Kagome fugiu de novo.

-Ela adora fugir pelo visto.

-Ela é terrível! Já me meti em cada uma por causa dela!

-Faço idéia.

-Bom, voltando as perguntas! Ouvi dizer que seu pai morreu por um metamorfo.

-Na verdade foi por um demônio. O mesmo que matou minha mãe.

Rin ia tomar mais um gole de cerveja, mas posou a garrafa na mesa.

-Mesmo?

-Sim. Por conta disso terminei meu namoro com Kagura. Foi difícil no início, mas agora me acostumei.

Rin não sabia por que, mas se sentiu desconfortável.

-Imagino. E já descobriram que demônio é?

-Ainda não.

-Acho melhor voltarmos para o hotel. Tenho medo do que aqueles dois devem estar fazendo.

Sesshoumaru riu e entregou o dinheiro para o barman antes de se retirar junto com Rin.

Os dois seguiram em direção ao hotel em silêncio até que um vulto apareceu na frente dos dois.

-Olá Taishou.

-Suikotsu. Descobriu algo?

-Quem é ele? – perguntou Rin.

-O metamorfo que dizem ter matado o meu pai. Ele está nos ajudando a encontrar o demônio.

-Ah sim.

-E quem é essa? – perguntou Suikotsu.

-Rin. Uma amiga.

-Hm. Em fim, aonde se encontra seu irmão?

-Venha conosco.

Os três foram para o hotel.

Kagome e Inuyasha estavam sentados na cama vendo TV. Kagome com a cabeça apoiada no ombro dele e ele dando uma lida no diário do pai.

-Ao que parece não se mataram. – falou Rin entrando no quarto.

-Eu disse que no fim eles sempre acabavam em beijos. – disse Sesshoumaru rindo e esperando Suikotsu entrar para fechar a porta.

Kagome apenas riu e Inuyasha quando levantou o rosto para protestar viu o novo visitante.

-Para você ter aparecido descobriu algo.

-Olá Inuyasha. E sim, eu descobri sobre o demônio que matou o pai e a mãe de vocês.

Rin sentou-se na cadeira, Shou na cama e Suikotsu ficou em pé.

-Digamos que não foi qualquer demônio. – começou Suikotsu – Foi o chamado "Yellow Eye".

-Oi? – disseram os irmãos.

Rin ficou rígida e Kagome levantou de supetão da cama.

-Sabe o paradeiro dele? – perguntou.

-Ele nunca para em um lugar. E pelo visto está reunindo um exército e adivinhe só? Lilith é a chefe dele.

Kagome socou a parede.

-Merda! E tenho noção do que eles querem com isso.

Rin se manifestou.

-Kah, poderia ser o que eu estou pensando?

-Sim.

-Poderiam compartilhar? – pediu Shou.

-Lilith é o demônio "White Eye". Por que desses nomes? Simples, os demônios têm uma hierarquia igual no céu e na terra. Imagine uma pirâmide os de os olhos completamente negros são apenas subordinados a base, os olhos amarelos estão acima deles, os de olhos brancos respectivamente e o de olho vermelho é o topo.

-O de olho vermelho? Só em um desse? – perguntou Inuyasha.

-Sim, conhecido como Lúcifer por vocês.

Os irmãos ficaram calados. Absorveram a notícia. Em fim Shou falou.

-Então, se eu entendi eles querem trazer Lúcifer do inferno?

-Ele não tá bem no inferno... – começou Rin. – Ele tá selado. Uma vez os demônios abriram as portas do inferno e liberaram Lúcifer. Foi um caos! Muitos corpos jogados pelas ruas foi uma cena horrível que se seguiu. E então o céu veio para interferir e Michael selou o próprio irmão.

-Michael e Lúcifer eram irmãos. Lúcifer era um anjo, mas traiu a confiança de Deus e virou o rei do inferno. – disse Kagome.

-Sabem disso tudo de que forma? – perguntou Sesshoumaru.

-Ora, esqueceu que demônios é a nossa especialidade? Sabemos de tudo sobre eles. Desde a criação.

-Nossa.

-Kah, sabe que se o Yellow Eye está rondando por aqui ele pode estar a sua procura.

-Sei disso Rin.

-Por que vocês o chama dessa forma? – perguntou Shou.

-Não sabemos o nome real dele. Ele muda sempre, menos a Lilith. – Kagome passou a mão no cabelo e respirou fundo. – Não podemos deixar que Lúcifer seja libertado.

-Em fim, vou embora então já que o recado principal eu já dei. – falou Suikotsu se virando para sair.

-Ei, ei, ei! – falou Inuyasha. – É só isso mesmo que você sabe?

-Sim. Se ficar sabendo de mais alguma coisa encontro um modo de falar com vocês. – dizendo isso ele se retirou.

-Precisamos ir no Myouga. – disse Shou.

-Claro. – concordou Inuyasha.

-Acho melhor dormimos então. Inuyasha tem como você dividir a cama com o Shou? – perguntou Kagome.

-Perdão? – falou Inuyasha indignado.

-Não sei se a Rin vai ficar muito confortável dividindo com ele.

Rin respirou fundo prevendo outra discussão.

-Eu divido se o Sesshoumaru não se importar. – falou Rin dando de ombros.

Primeiro Shou tossiu depois disse que por ele tudo bem. Claro que Inuyasha lançou um olhar malicioso para cima do irmão.

Kagome emprestou um pijama para Rin e as duas foram se trocar no banheiro.

-Tem certeza que tá tudo bem para você? – perguntou Kagome.

-Claro, tudo para ter que ouvi mais uma discussão sua com o Inuyasha.

-Ora! Nem discutimos muito assim!

-Sesshoumaru já me contou o histórico todo de vocês dois.

-E vocês dois?

-Que quer dizer com isso?

-Ah, o que achou deles.

-São do jeito que imaginava.

-E o que mais?

-Sesshoumaru falou algumas coisas quando a gente foi no bar. Tipo, coisas da vida dele.

-Assim do nada?

-Não, ele perguntou da minha e em troca ele falou a dele.

Kagome só riu e Rin deu um soco no braço dela sorrindo também.

-Pare de pensar merda, ok? – falou Rin – Ficamos apenas amigos.

-Eu não estou falando nada!

-Mas e você e o Inuyasha? Hm?

-Bem, nem eu sei dizer o que tá rolando. Acho que ficamos atraídos a primeira vista.

-E se você acabar desenvolvendo algum sentimento por ele?

-Eu sei que não posso me envolver emocionalmente com ninguém Rin. – ela ficou um minuto em silêncio – Mas confesso que Inuyasha é diferente.

-Só tome cuidado tá?

As duas saíram do banheiro e encontraram os irmãos conversando.

-Temos um trabalhinho para amanhã. – falou Inuyasha.

-Aonde? – perguntou Kagome sentando-se do lado dele.

-Texas.

-Vamos de avião para lá, certo? Sem condições de ir de carro!

-E aonde vamos deixar o meu carro?

-Com Myouga. – falou Shou. – Ele nos leva até o aeroporto e guarda o carro na casa dele. Aliás, você irá Rin?

-Vou.

-Então vamos dormir e amanhã acordaremos cedo e vamos para casa do Myouga.

Sesshoumaru deu espaço para Rin deitar e apagou o abajur. Kagome também se ajeitou para dormir, sentiu Inuyasha a puxando com o braço e acabou dormindo de conchinha.

Os quatros tiveram que ter uma longa e calma noite de sono, pois mais um dia de acontecimento sobrenatural chegava.