Oi genten!

Sim, eu não morri, porém algo ocorreu... Como puderam acompanhar muitas coisas vinham acontecendo com meu notebook e eu não satisfeita fui ficar mexendo nele com ele no colo (sendo que eu tava deitada na cama) e adivinhem só? O notebook caiu no chão, a tomada do carregador entrou completamente e o meu modem da internet ficou completamente empenado! Triste ):

Todavia, papai já me deu de presente de aniversário um novo :) Que só chegou a pouco tempo e pude atualizar mais ou menos esse cap.

Já estou escrevendo o outro :D

Não vou responder as reviews dessa vez porque tenho que acordar cedo amanhã para ir a luta (TJRJ, não é mole trabalhar em cartório =/)

MAS DESDE JÁ AGRADEÇO A TODAS QUE DEIXARAM REVIEW PARA MINHA PESSOA *-*


Capítulo 11 - Daevas

"Vanessa andava tranquilamente pela rua deserta. Uma vez ou outra ela se deparava com um vizinho que estava chegando do trabalho igual a ela. Vanessa morava sozinha no Texas, pois tinha arranjado um trabalho satisfatório por lá. Seus pais iam a visitar de mês em mês. Tudo na vida dela estava bem, menos Úrsula. Era uma pessoa insuportável que vivia enchendo o saco dela por invejá-la. Vanessa era morena com olhos cinzas e alta. Isso dava motivos de sobra para Úrsula que era de estatura mediana e cabelos negros e olhos castanhos ter inveja.

Chegando ao apartamento Vanessa relembrava da última tramóia que Úrsula fez. Ela estava quieta na dela mexendo em seu computador e reescrevendo os documentos que seu chefe mandou até que Úrsula simplesmente passou do lado de sua baia e derramou café em seu terninho impecável. Certamente aquilo foi a gota d'água e Vanessa perguntou o que ela tinha feito de mal para ela a tratar daquela forma. Úrsula apenas se virou e saiu.

Entrou no apartamento e jogou a bolsa no sofá. Foi até o telefone e viu que tinha recados na secretária eletrônica. Todas eram dos seus pais e alguns amigos.

Ao entrar no quarto ela sentiu uma sensação estranha, mas deixou passar. Foi até o banheiro e começou a se despir para poder tomar um banho. Enquanto tomava banho uma sombra assustadora entrava em sua casa por debaixo da porta.

Acabado o banho ela colocou sua camisola e foi para sala ver TV e então atrás dela a sombra aumentou de tamanho. Vanessa sentiu um calafrio e ao se virar viu uma sombra parecida com um demônio, essa foi sua última visão antes de ficar despedaçada e sangue jorrar para todo lado."

Os quatro já se encontravam na estrada a caminho da casa de Myouga. Sesshoumaru ligou para lhe avisar sobre os planos deles e Myouga disse que os aguardava.

Inuyasha acordou bem humorado e dirigia tranquilamente, Kagome ia olhando o mapa na frente no banco do passageiro, Rin se encontrava levemente rubra e Sesshoumaru lia o diário do pai super calado no banco de trás.

Certamente algo tinha acontecido.

-O que exatamente vamos enfrentar dessa vez? – perguntou Kagome.

-Não sabemos ainda ao certo. Kaede ligou falando que tinha um serviço para gente.

-Entendi. Mas ela contou como foi o crime?

-Bem ela contou mais ou menos. É um Daevas.

Kagome e Rin pararam o que estavam fazendo para encará-lo.

-Você disse um Daevas? – perguntou Kagome.

-Sim. Foi o que Kaede disse.

-Sabe o que são eles? – perguntou Sesshoumaru.

-São Demônios sombras zoroastrianos. Além do que são selvagens e animalescos, tipos de Pitt Bulls demoníacos. Os Daevas precisam ser invocados para atacar através de um ritual antigo e extremamente macabro, e isso é um trabalho muito arriscado, pois tendem a matar seu invocador. Ninguém conhece suas aparências físicas, pois não são vistos há milênios. Eles são invisíveis e só podem ser vistos por suas sombras. – falou Rin sábia.

-Então como matamos esse treco? – perguntou Inuyasha.

-Simples, não matamos. Não há como exterminá-los. Para o invocador perder o controle sobre eles, basta destruir o altar do ritual e os Daevas se voltarão contra ele. Como são demônios sombras, outra maneira de rebelá-los é acendendo uma luz muito forte no local em que se encontram, mas não se engane, assim que a luz acabar, eles logo voltam. – explicou Kagome.

-Ou seja, esse caso é mais complicado do que já pensei. – falou Sesshoumaru.

Eles já estavam a um tempo na estrada e Inuyasha parou num posto para abastecer e comprar algumas coisas. Kagome desceu com ele.

-Olha Rin... Desculpe... – falou Sesshoumaru todo sem graça.

-Tudo bem. Acontece... Afinal, você não sabia o que estava fazendo né?

-É.

E a conversa parou por ai. Kagome olhava da porta de vidro para os dois e virou-se para Inuyasha que já pegava um monte de batatinha.

-O que aconteceu com aqueles dois?

-Ah, Shou se esqueceu de mencionar que mexe a noite e não fez nada demais, só acabou passando o passado por cima da Rin e eles acordaram meio agarradinhos e um de frente para o outro.

Kagome ria.

-Ele te contou?

-Não, eu vi. – falou ele rindo de lado.

Kagome parou e pensou um pouco.

-Os dois formam um bonito casal.

-Você acha? Não sei se Shou gostaria de se envolver com alguém de novo...

-Mas Rin tem consciência do trabalho dele e ela também é do ramo.

-É... isso é verdade...

-Então! E pelo amor de Deus Inuyasha! Você só compra besteira! Não me surpreenderia se você amanhecesse no hospital com intoxicação alimentar!

-Nossa, fico emocionado com a sua falta de tato. – falou ele fazendo uma cara indignada.

-Já tentou comer algo saudável?

-Sim e passei mal.

Ela riu.

-Mentiroso! – falou pegando o que ela achava menos gorduroso e mais saudável. E claro, devolvendo as besteiras que ele tinha pegado.

-Sanduíche natural? Blé! – falou colocando a língua para fora.

-Duvido que tenha comido um! – falou entregando para a caixa.

-Só isso? – perguntou a moça.

-Sim. – respondeu ela quando Inuyasha fez menção de pegar mais cosias.

-Sorte sua que gosto muito de você. – resmungou ele.

Ela apenas sorriu angelical. Depois pegou as sacolas, porque não queria arriscar que Inuyasha jogasse fora e comprasse o que realmente queria.

Ao chegarem no carro já abastecido viram que estava um silêncio mortal dentro deste.

-Bem, trouxe alguns sanduíches. – falou Kagome entrando no carro e jogando dois pacotes para trás.

-Humf! Eu queria umas batatinhas... – resmungou Inuyasha entrando no carro e batendo a porta.

Kagome simpaticamente deu um beijinho no rosto dele e deixou um sanduíche no colo dele.

-Pare de resmungar.

Rin calmamente desembrulhou o pacotinho que guardava o sanduíche.

-Falta muito para chegarmos? – perguntou ela.

-Não. A casa do Myouga já está perto. – respondeu Inuyasha comendo.

-Já temos dados com quem mais ou menos temos que falar? – perguntou Kagome.

Inuyasha deu partida no carro e voltou para a estrada.

-Bem, Kaede disse que tinha uma mulher no trabalho que não se dava muito bem com ela e sempre a sacaneava. – falou Sesshoumaru.

-Ah, mas só isso não é motivo para matar. – falou Rin.

-Não, mas é motivo para suspeitar.

-Claro.

Depois disso eles ficaram conversando sobre o caso até que chegaram na casa do Myouga.

Ele já se encontrava na varanda fumando seu cigarro.

-Ora, pensei que não fossem chegar nunca. – falou para eles enquanto eles saiam do carro.

-Senti saudades! – falou Kagome o abraçando.

Myouga viu a nova integrante e sorriu.

-Faz tempo que não te vejo Rin.

Rin o abraçou também.

-Bom, tive que aparecer de novo né? Tenho que levar essa pessoa em segurança para casa. – falou se referindo a Kagome com a cabeça.

-E ela sabe que eu não vou tão cedo. – disse Kagome entrando na casa.

Inuyasha terminou de trancar o carro e seguiu o irmão que o esperava.

-Olá rapazes. Estão em bela companhia, hein? – brincou Myouga.

Inuyasha sorriu.

-Nós sabemos disso.

-Inuyasha já está meio envolvido com Kagome. – falou Sesshoumaru.

-Isso não é novidade. Desde que Inuyasha tinha colocado os olhos nela soube que algo assim aconteceria. Mas tenho que alertá-lo para não se envolver demais. – a última frase Myouga falou mais sério.

-Por que ela vai embora? Às vezes ela nem acaba indo.

-Inuyasha, ela sempre volta para casa. Não importa o tempo que demore para ela fazer isso.

Inuyasha ia responder, se não fosse por uma Kagome voltando de dentro da casa apressada.

-O que raios aquela mulher tá fazendo aqui? – perguntou para Myouga.

E então surgi uma Kikyou.

-Olá!

Inuyasha já sentia que ia acabar sobrando para ele...

-Bem, na verdade ela fugiu de casa porque queria ser caçadora e a Kaede não tinha aceitado bem essa idéia. – falou Myouga.

-E você está acobertando? – perguntou Sesshoumaru.

-Claro que não. Ela apareceu aqui hoje e eu não podia deixá-la jogada por ai. Já é a segunda vez que ela faz isso! E eu já avisei a Kaede.

-E então Inu? O que tem feito?

-A mesma coisa de sempre?

-Nossa! Mal educado.

Kagome riu discretamente.

Myouga ficou entre Inuyasha e Kikyou.

-Preciso falar com você. – falou sério para Kagome. – Sango entrou em contato.

Kagome o olhou séria.

-Vamos para o seu escritório.

Sesshoumaru e Inuyasha se encararam.

Rin ia segui-los, mas Kagome a deteve.

-Preciso que fique aqui.

-Kagome, eu também preciso saber o que ela falou.

-Posso te contar depois. Você sabe que eu conto.

-Ok. – falou mal humorada se encostando na grade da varanda.

-Não demorem, ainda temos um avião para pegar. – falou Sesshoumaru.

Os dois entraram na casa e os irmãos se viraram para Rin.

-Quem é Sango?

-Verdade, quem é você? – perguntou Kikyou.

-Sango é... uma amiga nossa. – ignorando Kikyou.

Sesshoumaru vendo que Kikyou já estava emburrada porque Inuyasha não estava dando corda para ela e Rin a tinha ignorado resolveu ser educado.

-Essa é Rin, irmã da Kagome.

-Hm. – respondeu ela analisando a pequena mulher a sua frente.

-Bem, espero que Kagome não demore. – falou Inuyasha olhando para o relógio.

-Vocês vão para onde? – perguntou Kikyou.

-Nem pense em embarcar com a gente! Sua mãe quase quis nos matar quando descobriu que você tinha entrado no carro escondido!

-Inu, também sou uma caçadora! Não vou ficar para sempre no bar!

-Mas sua mãe se preocupa com você!

-Não vou discutir com você sobre isso. – falou sentando na cadeira.

-É sempre assim? – perguntou Rin baixinho para Sesshoumaru.

-Ás vezes pior...

Kagome voltou com Myouga.

-Podemos ir agora! – falou Kagome.

Rin sabia que ela podia enganar os outros ali, mas tinha notado que ela estava diferente.

-Sabe que vamos conversar certo? – sussurrou ela para Kah.

-Uhum.

Kikyou chegou perto do Myouga.

-O que ela tem afinal de contar com Inuyasha?

-Não sei. Mas acho que está rolando um... Como vocês jovens dizem? Affair entre eles.

-Mas eles nem se conhecem direito!

-Bem, pode não parecer, mas eles estão juntos na estrada há um bom tempo.

-Humf!

Kikyou aproveitou que os irmãos e as garotas estavam mais na frente para fazer a tal questionário para o Myouga.

Eles entraram no carro do Myouga e Kikyou acabou indo junto para não ficar só.

-Então é um Daevas que vocês vão enfrentar? – perguntou Myouga.

-Sim. – disse Shou. – Parece que esse agiu a pouco tempo.

-Sério que vocês vão lutar com um Daevas? – perguntou Kikyou no banco da frente surpresa.

-Sim, vamos. E não, você não pode ir. – respondeu Shou.

-Esse é diferente. – começou Kagome. – Faz tempo que essas sombras demoníacas não agem.

-Verdade. – disse Inuyasha. – O último caso que apareceu deles foi a um tempo atrás. Tipo, 4 anos?

-Exato.

-Por que esse apareceria agora?

-Talvez... Por minha causa.

-Como?

-Rin e eu somos caçadoras de demônios. Não custa nada um invocar outro.

-Mas eles podem fazer tal coisa? – perguntou Shou.

-Sim. Afinal eles vão ter possuído o corpo de alguém. – respondeu Rin.

Os quatro estavam esmagados na parte traseira do carro.

-Chegamos! Estão com as passagens? – disse Myouga.

-Resolveremos isso já! – falou Shou saindo do carro.

-Kikyou você fica. – falou o Myouga segurando o braço dela.

O resto seguiu Shou até o guichê e compraram as passagens e foram para o portão de embarque.

Após entrarem no avião se acomodaram e relaxaram. Como a fileira das poltronas eram de dois em dois, Inuyasha deixou claro que queria ficar com a Kagome. Sobrando assim para Rin e Shou.

-Vai me dizer o que aconteceu? – perguntou Inuyasha deixando a poltrona da janela para Kah.

-Se refere a que?

-Sua conversa com Myouga. Você saiu com um semblante estranho.

Ela encostou a cabeça no ombro dele.

-Você ainda não está preparado para saber...

-Você nunca vai saber se não me contar.

-Se eu te contar, eu não vou te matar. Mas um irmão meu pode fazer isso.

-Sua família é muito complexa. – falou encostando a cabeça na dela.

Ela riu.

-Nem tanto.

Já do outro lado do corredor...

-Ok. Não podemos ficar nesse silêncio para sempre! – disse Shou.

-Oi?

-Olha, eu não quis te agarrar, afinal jamais faria isso com você. Eu apenas mexo demais enquanto durmo!

-Então quer dizer que prefere agarrar outra pessoa senão eu. Certo, entendi o recado.

-Não, não, não! Eu não quis dizer isso! Eu só quis deixar claro que eu te respeito e jamais te agarraria assim, do nada!

-Ah, então você me agarraria, porém teria que ter um pretexto? – falou ela o encarando.

-Eu não disse isso! – falou ele gesticulando os braços.

Rin riu.

-Certo, certo. Eu entendi.

Ele estreitou os olhos.

-Tava me zuando?

-Só um pouquinho. – falou demonstrando com o dedo indicador quase tocando no polegar.

Ele sorriu de lado.

-Dessa vez passa.

-Wow, me senti ameaçada!

Os dois riram e ficaram um sacaneando o outro durante a viagem. Kagome e Inuyasha acabaram tirando um cochilo.

O avião aterrissou no Texas e todos já se encontravam acordados e atentos. Inuyasha acordou no meio da viagem e começou a ler o diário do pai. Sesshoumaru passou a maior parte do tempo massageando a nuca.

Os quatro saíram do aeroporto e foram em direção a um hotel barato e bom.

-Acho que esse serve. – falou Rin.

-Errr... Rin, isso não é muito apropriado. – falou Shou olhando para as letras vermelhas berrantes piscando.

-Por que não? O preço é acessível.

-Rin, isso é um motel e não um hotel. – falou Kagome vermelha.

-Tem diferença? Ô.õ

-Claro que tem! – falaram os três ao mesmo tempo.

Rin só deu de ombros e seguiu eles em outra direção.

Depois de rodarem a cidade acharem um hotel bom.

-Vamos deixar nossas coisas aqui e seguir para o local. – falou Inuyasha.

-Certo. Já sabe aonde é? – perguntou Shou.

-Sim, pesquisei na internet pelo celular o local em que encontraram o corpo.

-Ótimo.

-Temos que descobrir quem é que tá comandando o Daevas. Sem descobrir isso nunca conseguiremos resolver o caso.

-Na verdade um caso desse tipo nunca é solucionado. Essas coisas nunca morrem. – disse Rin.

-Eu sei. Mas pelo menos conseguimos manda-los de volta para o inferno.

-Uma coisa temos certeza. – começou Shou. – Quem invocou isso sabe bem o que tá fazendo.

-Isso é fato. São poucos que tem ciência dessa existência. – concluiu Kagome.

-Então vamos antes que escureça. – disse Inuyasha pegando sua mochila e jogando a do irmão para o mesmo.

O quarteto alugou um carro e seguiu para o prédio onde aconteceu o "acidente". Chegando lá alguns guardas se encontravam na frente do prédio e só deixavam os moradores entrarem.

-Qual o plano? – perguntou Kagome olhando em volta.

-Bem, sabemos que não entraremos pela porta da frente... – falou Shou. – Não há uma porta nos fundos ou alguma janela aberta que não seja do segundo andar?

-Posso pesquisar isso. – disse Rin já indo para os fundos do prédio.

-São apenas dois guardas. Podemos despistá-los fácil! – disse Inuyasha.

-Não é bem assim Inuyasha. Não queremos que eles decorem nossas caras, certo? – falou Shou.

-Já estamos na lista dos mais procurados maninho.

Rin voltou correndo.

-Bem, ter uma porta tem.

-Mas...? - disse Kagome.

-Trancada.

-Merda! – disse Inuyasha.

Kagome ficou pensativa.

-Olha, tenho uma ideia. E creio que pode funcionar.

Os três olharam para ela interessados.

-Vocês estão fichados. Eu não. Posso ir lá, utilizar os dotes que tenho e fazer eles me deixarem entrar e abro a porta dos fundos para vocês.

Inuyasha foi o que mais analisou o caso.

-O quanto você mostraria? Òô

-O quanto fosse necessário.

-É o único plano que temos que pode dar certo... – falou Shou.

-Tente não mostrar demais, ok? – falou Inuyasha para Kagome.

Ela sorriu e puxou a camiseta branca um pouco mais para baixo para mostrar o decote e abriu um pouco mais a jaqueta de couro vermelha para o decote ficar mais a mostra.

-Fiquem atentos lá trás. – falou para os três e seguiu até os guardinhas.

Vendo-a se aproximar um cutucou o outro.

-Pois não moça? – perguntou o guarda 1.

-Gostaria de entrar.

-É moradora? – perguntou o guarda 2.

-Na verdade amiga da vítima. Gostaria de pegar algumas coisas que emprestei para ela. – falou piscado o olho e dando a mostra do decote.

-Hm... Bem... Acho que isso não tem problema. Vai demorar? – guarda 2.

-Não. Serei breve. – sorriso cativante.

-Tudo bem. – guarda 1.

Kagome entrou sorrindo e sem eles perceberem foi abrir a porta dos fundos.

-Tudo certo? – perguntou Rin.

-Sim. Disse que ia pegar algumas coisas que emprestei para vítima e seria breve.

-Então, vamos! – disse Shou subindo as escadas.

Inuyasha seguiu atrás com Kagome.

-Creio que os dois ficaram amiguinhos. Enquanto você não chegava reparei como estavam "amiguinhos".

Kagome riu.

-Mesmo? Que interessante.

Chegaram em frente a porta do apartamento de Vanessa e se prepararam para o pior. O cheiro do sangue forte impregnando ainda naquelas paredes.

Os quatro tamparam o nariz.

-Nossa, o diabinho fez a festa aqui! – falou Inuyasha. -Como deixaram você entrar num local assim? Sozinha? – perguntou para Kagome.

-Vai ver eles nem sabem como está aqui em cima.

Rin foi para sala e ficou olhando todos os ângulos marcados e aonde tinha uns desenhos com adesivos, o que possivelmente marcava aonde tava cada parte do corpo.

-Kaede descobriu que ela tinha uma colega de trabalho que não ia muito com a cara dela. – falou Shou.

-Kaede ser? – perguntou Rin.

-Mãe da Kikyou.

-Ah sim. Bem pelo que pude notar a pessoa realmente odeia ela. Não que tenha como controlar o Daevas, mas pelo menos ele não faz esse estrago todo se não lhe for mandado.

-O que ela era? – perguntou Kagome. – Kaede disse algo sobre isso?

-Repórter. Uma das melhores. – respondeu Inuyasha.

-Logo, a que mais faz reportagens importantes e de grande impacto.

-Pode ser que a tal colega tenha inveja dela e quis tirá-la do caminho. – disse Rin.

-Sim. Mas tem algo nessa história que não me cheira bem. – falou Kagome.

-Tipo?

-Não sei... Porém sinto isso. Alias, cadê o Inuyasha?

Este voltou com um diário em mãos.

-A tal colega chama Úrsula e sempre aprontava com ela no trabalho. Vanessa vinha constantemente reclamando de uns friozinhos que ela sentia e também sentia que alguém a espiava. Ela estava no caso Kasabian e através de suas reportagens conseguiram pegar o chefão.

-Vai ver Úrsula queria o caso e para isso precisava eliminar a Vanessa. – sugeriu Kagome.

-Ou não. – disse Shou. – Também pode ser algum assunto pessoal.

-Acho lógico investigarmos mais afundo isso. – disse Rin.

Kagome parou por um instante e riu.

-Humanos sem visão para o que realmente acontece em volta deles. Pensam que foi uma pessoa que fez isso? Mas como poderia ter entrado se a porta não foi arrombada? – falou sarcástica.

-Eles devem pensar que ela abriu porta ou um cara que ela ficava. – respondeu Inuyasha.

-Por que necessariamente um cara? – perguntou Rin. – Sabia que pode ter sido uma mulher?

-Ei, Rin, não ouve um assassinato aqui. – falou Kagome. – Se tivesse tido ai sim poderíamos discutir essa causa.

Rin ficou ruborizada.

-Temos que ir antes que os guardas subam e venham me perguntar por que estou demorando tanto.

-Kagome tem razão. – disse Shou.

Os quatro estavam se arrumando para sair quando os guardinhas apareceram.

-Mas o que é isso? – falou o 1º guarda.

-Então... – começou Inuyasha.

-Você disse que só ia entrar aqui para pegar uma coisa!

-Na verdade somos repórteres, me desculpe. Agi como a profissão manda. – falou Kagome inocentemente.

O segundo guarda a encarou rindo.

-Ok. Sabemos que está mentindo.

-Kah... – começou Rin.

Kagome fez um gesto para que ela se acalma-se.

-Eu estou falando a verdade.

-Como posso acreditar na mocinha de novo? Mentiu uma vez... – falou o guarda se aproximando.

-Kagome... – falou Rin de novo.

-Pode deixar comigo Rin. – falou Kagome baixo.

Os garotos ficaram próximos delas.

-Não é isso que me preocupa.

Kagome a encarou sem entender.

-Preste mais atenção...

-Do que vocês estão falando? – perguntou Inuyasha.

Kagome que a essa hora já tinha entendido o que Rin estava querendo dizer apenas disse:

-Demônios.

-Oi? – perguntou sem entender Sesshoumaru.

-Eles estão possuídos.

-Como?

-O que fazem aqui? – perguntou ela.

-Digamos que sabíamos que você ia surgir por aqui. – falou o 1º guarda.

-Afinal de contas em casos assim você sempre aparece. E claro, ainda trouxe os irmãos Taishou junto! Que maravilha! – falou o 2º guarda.

-Vieram aqui a mando de quem mandou fazer isso? – perguntou Rin.

-Na verdade, quem mandou fazer isso é quem quer ver você, principalmente sua amiguinha, morta. – falou o 2º guarda.

-As únicas pessoas que vão morrer aqui hoje são vocês! – falou Shou.

-Tecnicamente eles não são pessoas... – acrescentou Inuyasha.

-Isso realmente importa agora?

-Bem, precisamos deixar claro as coisas.

-Em fim, a pessoa só matou Vanessa para poder nos atrair? – perguntou Kagome seriamente.

-O que acha? Tenho que confessar que você anda se escondendo muito bem. – falou o 1º guarda.

-Sabe muito bem que não me escondo.

-Que seja. O que importa é que a achamos e vamos finalizar com isso de uma vez por todas!

Os dois foram ao mesmo tempo atacá-la, só que ela foi mais rápida e pulou para o lado.

-Shou, Rin e Inuyasha saiam daqui! AGORA!

-Não vou deixar você sozinha! – protestou Inuyasha.

-Isso não é hora! Esses demônios não são simples demônios!

-O que quer dizer?

-Rin!

-Ok, ok! – falou Rin puxando os dois para fora do apartamento e consequentemente do prédio.

-Não podemos deixá-la sozinha! Tem dois contra ela!

-Inuyasha, Kagome sabe o que faz.

Shou ficou em silêncio os seguindo.

Kagome não demorou 20 minutos para descer. Arfante e cansada.

-Eu disse que ela daria conta. – falou Rin para Inuyasha.

Inuyasha se aproximou dela e a ouviu dizer alguma coisa antes de cair em seus braços desacordada.


PLEASE PEOPLE, deixem uma review ;)

Mesmo que seja me xingando XD

Ps.: Acreditem fazer esse cap me fez queimar muitos caraminholos :S