Adivinhem quem voltou? o/
Sim eu sei que disse que agora que estava de férias ia ser mais rápido, mas tive uma semana fora e isso alterou tudo . depois ainda estou a tentar participar no concurso do Nyah e atrasou mais... enfim, nesse tempo fiz uma capa para a fic xD a imagem encontrei na net e depois refi-la e pintei-a no , espero que gostem ^-^
Queria também agradecer a quem comentou e favoritou, deixaram-me muito feliz obrigada! *-*
E pronto vou-me calar, boa leitura o/


Capitulo Anterior:

Conseguia ouvir todos os sons da natureza, o que ajudava ainda mais a dar um ambiente relaxado, acho que cheguei a adormecer por uns minutos, isto até sentir umas mãos nos meus ombros a empurrarem-me a cabeça para baixo de água.

Eu sabia! Vou morrer nu, afogado!

JxA

Nota: Capitulo escrito na terceira pessoa

Armin tentou debater-se fortemente contra aquelas mãos que o tentavam matar. O ar escasseava e os seus movimentos ficavam cada vez mais fracos até o seu corpo perder as forças. O rapaz loiro estava prestes a fechar os olhos e render-se à inconsciência, quando um outro corpo afasta o seu atacante de si.

A segunda pessoa deu um murro forte no agressor, fazendo o cambalear. Enquanto o ruivo recuperava o equilíbrio, o recém-chegado, apressou-se a tirar o corpo do loiro, que já boiava na água inconsciente. Deitou-o com cuidado na margem do rio e preparava-se para lhe aplicar técnicas de primeiros socorros quando o ruivo salta para cima dele, atacando-o vivamente, dando-lhe murros, arranhando-lhe a cara com as unhas até surgir sangue desses cortes… O moreno tentou defender-se, conseguindo finalmente empurra-lo de cima de si com os pés.

Porém, o ruivo não se deu por vencido e logo se recompôs recomeçando a correr para onde o moreno o esperava, já em posição de ataque. No entanto fica um pouco sem reação ao ver o ruivo avançar sobre Armin e tentar enforca-lo. Os seus olhos pequenos e raizados transbordavam loucura e um desejo estranho de vingança.

O moreno não deixou aquela cena prologar-se muito tempo, logo desembainhou a espada e posicionou-a a poucos centímetros do pescoço do ruivo que soltou as mãos do pescoço de Armin.

- O que prendes com isto!? – Vociferou o moreno aproximando cada vez mais a espada da garganta do ruivo, até este se afastar o suficiente do corpo inconsciente do loiro.

- Afasta-te Kirstein! Não te quero magoar!

- Não vou deixar que lhe toques! – Ripostou Jean, sentindo-se em desvantagem por aquele ruivo lunático saber o seu nome.

- Eu não vou desistir! Ele vai ter o que merece! Podes-me deter agora, mas mais cedo ou mais tarde vou apanha-lo desprevenido e tirar-lhe a vida! – Diz com um enorme sorriso no rosto, ignorando a lâmina que lhe estava apontada ao pescoço. - Vou acabar com ele com as minhas próprias mãos! Quero saborear o momento em que os seus olhos perdem a vida, o seu rosto perde a cor e o seu corpo a vida!

Jean apertava fortemente a bainha da espada, contendo ao máximo, a vontade de acabar com aquele ser.

- Raphael! – Alguém gritou chamando a atenção dos dois.

Os olhos do ruivo iluminaram-se ao ver o seu irmão aproximar-se com ar preocupado.

- Rápido Amadeo! Acaba com ele! – Grita radiante apontando para Armin, que tinha passado despercebido aos olhos de Amadeo.

O ruivo mais baixo arregala os olhos ao ver o rapaz inconsciente. Tinham falado poucas vezes, mas não podia negar que tinha simpatizado com o loiro.

Aproximou-se rapidamente do corpo de Armin, suspirando de alívio ao constatar que ainda respirava, mesmo que uma respiração fraca e irregular. Tirou a sua capa e cobriu o corpo despido de Armin, fazendo-lhe pressão na barriga para que ele cuspisse a água que engolira durante o afogamento.

- O que estás a fazer?! – Grita Raphael furioso, tentando aproximar-se mas sendo impedido pela lâmina da espada que Jean segurava firmemente. – Seu idiota! Acaba com ele!

Mas Amadeo não o fez. Continuou a aplicar os primeiros socorros no loiro até este finalmente tossir água.

A gritaria acabou por atrair outros soldados que tentavam perceber o que se passava. Os amigos de Armin correram logo para junto dele, chamando o médico para examinar o loiro. Levi também juntou-se à multidão mas não demorou a chegar junto de Jean e Raphael que mantinham as suas posições de ataque e olhares assassinos.

- O que se passa aqui? – Exigiu saber, com voz neutra e a olhar de canto de olhos para Armin que estava a ser levado para o acampamento, enrolado na capa da Amadeo.

- Ele estava a tentar afogar o Armin! – Responde Jean, apertando mais a espada. – E tenciona concluir a tarefa.

Levi olha para o ruivo que nem se tentou defender.

- Eu vou mata-lo! Ele vai ter o que merece!

- E porque dizes isso? – Questionou Levi cruzando os braços e fintando Raphael.

- Ah, mas não é só ele! O Cabo Levi será o próximo! E depois o Capitão Erwin! – O ruivo soltou uma gargalhada divertida. – A culpa é toda vossa…

- Culpa de quê? – Questionou Levi mantendo a sua posição e com um ar desinteressado.

- Desta missão estupida! Que mais poderia ser?! Vocês mataram a minha mulher! E-E… - A postura sorridente do homem caiu, dando lugar a uma triste e desesperada. – Ela estava grávida! Contou-me no dia anterior à sua morte… E esta estupida missão matou-a! A ela e ao meu filho…

- Vocês sabiam dos riscos que corriam ao virem para aqui. – Responde Levi.

- Mas eu vou vinga-la! A ela e ao meu filho! – O homem volta a rir-se. – Vocês vão ver! Vão todos morrer!

- Queres mesmo matar-nos? – Continua Levi.

- Até ouvir o vosso ultimo suspiro.

Levi desvia o olhar para o chão e leva a sua mão à mão de Jean, que lhe apontava a espada ao pescoço.

- Lamento que assim seja, mas não podemos ter traidores e inimigos entre nós. O nosso inimigo é muito maior e mais forte que nós, não podemos perder tempo com ameaças pequenas. – Diz olhando fixamente para os olhos do ruivo e movendo a sua mão, por cima da mão de Jean, até a lamina cortar a garganta de Raphael com um corte limpo.

Jean rapidamente larga a espada, deixando-a cair no chão, e recua uns passos de olhos arregalados.

O ruivo fecha fortemente os olhos ao sentir o corte, mas esboça um pequeno sorriso, um sorriso sincero. Com as poucas forças que lhe restam, inclina a cabeça para trás e olha para o céu.

- Vou ter contigo, Rose… E com o nosso filho…

Um fio de sangue escorre-lhe da boca, misturando-se ao sangue que jorrava do seu pescoço. Engasgasse um pouco antes do seu corpo perder as forças e cair no chão sem vida.

Levi agachasse ao pé do cadáver e fecha-lhe os olhos.

- Levem-no para junto dos outros. – Ordenou, levantando-se. – E fiquei de olho no irmão dele.

Começou a dirigir-se para o acampamento até reparar em Jean, completamente congelado a olhar o cadáver no chão. As suas mãos tremiam e o seu rosto estava pálido. Tinha intenções de deixa-lo, mas não podia ignorar o facto de o moreno estar amnésico, provavelmente não entendia o que se tinha passado ali.

- Está tudo bem? – Perguntou sério.

- E-eu…

- Não tenho o dia todo rapaz. – Resmungou.

- Eu matei uma pessoa… - Murmura escondendo a cara nas mãos.

- Essa pessoa ia matar-nos.

- Mas… Era um humano, tal como nós!

Levi revira os olhos. Odiava ter que ficar a consolar os outros.

- Estava louco. Não ouviste as suas últimas palavras? Morreu feliz por ir ter com a mulher e o filho.

Jean não teve resposta para isso. Apenas olhou mais uma vez para o corpo que estava a ser transportado. Se ele não tivesse visto o ruivo vir em direção ao rio… Podia não ter chegado a tempo… E Armin…

- Armin! – Exclamou de repente olhando para os lados à procura do corpo do loiro.

- Deve estar na tenda do médico. – Responde Levi, dando um pequeno sorriso de lado ao ver o moreno correr para o acampamento enquanto tropeçava nas pessoas que ainda ali estavam.

Ao chegar perto da tenda de Armin, choca com uma pessoa que estava a sair.

- Desculpe. – Murmura continuando a andar.

- Sem problema.

Jean vira rapidamente o corpo, reconhecendo a voz que o chamava.

- Doutor! Como ele está?

- Está ótimo não te preocupes, foi só um abre olhos. – Sorri mas logo fica sério. – Tens de tratar disso.

Jean leva as mãos aos arranhões no rosto sentindo o sangue que já começava a coagular, devia estar com um aspeto assombroso com sangue seco a escorrer-lhe pela cara.

- Só preciso limpar isto… - Murmura não dando muita importância. – Ele está acordado?

– Sim, podes ir vê-lo. Mas ele precisa de muito descanso, e manter-se quente.

- Quente?

- Sim. Ficou muito tempo ao frio, pode ter apanhado uma hipotermia.

- Mas… Vai ficar bem, não é? – O médico ri ao ver o rosto apavorado do rapaz.

- Claro. Porque não vais lá confirmar? – Sugere apontando para a tenda de Armin com a cabeça. – E não te preocupes, ele agora está sozinho, todos saíram para eu o analisar. – Diz com um sorriso cúmplice, virando costas.

Jean ruborizou até à ponta dos cabelos com aquilo. Respirou fundo e adentrou cuidadosamente na tenda, como se tivesse medo de fazer movimentos bruscos.

Armin estava deitado completamente coberto de mantas, só se via a sua cabeleira loira que se moveu ligeiramente ao ouvir movimento. Com alguma preguiça, abriu os olhos sonolentos na direção de Jean, ficando a encara-lo sem dizer nada.

- Como te sentes? – Começou o moreno um pouco acanhado. Sentou-se ao seu lado no chão e começou a brincar com os cabelos, ainda molhados, do loiro que insistiam em tapar-lhe o rosto, já estava na altura de cortar.

- Frio. – Foi tudo o que saiu da garganta arranhada do pequeno que se tentou enroscar mais nas mantas.

- Queres que eu vá buscar mais…?

- Fica comigo avô, o monstro do armário vai fazer-me mal... – O moreno nem teve tempo de terminar a frase, pois, foi logo interrompido por Armin.

- Está bem, eu fico aqui… - Concordou, estranhando a reação do outro.

Armin tinha o olhar desfocado e um aspeto péssimo, estaria com febre? "Que não seja hipotermia…" pensou Jean, levando a sua mão à testa do menor para confirmar a temperatura. Em vez de encontrar o quente característico da febre, deparou-se com um frio anormal. Assustou-se, olhando para o rosto de Armin, que olhava para o vazio com os olhos pesados. Os seus lábios estavam roxos e a sua pele quase cinzenta. "Isto não é bom…"

- Armin. Eu vou buscar o médico, já volto. – Levantou-se num ímpeto sendo consumido pelo desespero. O loiro apenas fechava cada vez mais os olhos, diminuindo a sua respiração gradualmente.

Mal saiu da tenda ia batendo em outra pessoa. Por sua sorte, era mesmo o médico que procurava e que levava medicamentos, comida quente e outras coisas para Armin, como mantas.

- Chama àquilo "estar bem"?! – Esbravejou aflito, para o médico.

- Ora, eu disse que ia precisar de descanso e manter-se quente. Fora isso já estou a fazer tudo o que posso. Ele vai ficar bem. – Respondeu entrando na tenda com o Jean a segui-lo. – Vai tratar dessas feridas enquanto eu fico com ele.

- Mas…

- Não foi um pedido. – Respondeu sério. Odiava que duvidassem das suas capacidades.

O moreno lançou um último olhar a Armin antes de sair. Assim que começou a afastar-se da tenda, uns gritos agoniados fizeram-no estancar no local. Seguiu o barulho como o olhar até encontrar Amadeo que se debatia no abraço forçado de Hange. Devia ter acabado de saber da morte do irmão…

Algo dentro de Jean contorceu-se ao ver aquela cena fazendo-o correr para um arbusto mais próximo e vomitar. Ele tinha morto uma pessoa… Uma pessoa que deixou um irmão para trás…

- Sou um assassino… - Murmurou para si mesmo, apoiando-se numa árvore e levando a mão aos olhos, onde lágrimas já começavam a cair livremente.

JxA

- Trouxe-te um chá. – Sorri Historia amavelmente, entregando a chávena a Jean que estava encostado a uma árvore sem reação à quase uma hora.

- Não quero.

- Vai fazer-te sentires melhor. – Ela insiste e acaba por receber um olhar mortal vindo de Jean. Coisa que não passou despercebida a Ymir que logo se aproximou.

- Olha lá seu idiota! Não precisas de ser mal-agradecido! – Começa a morena, sendo interrompida por Historia.

- Ah, não faz mal. Se não o queres, vou leva-lo ao Armin, acho que lhe ia fazer bem. – Sorri.

Jean olha para as raparigas à sua frente que já tinham intenção de se afastar. Ele ainda não tinha ido ver a sua loirinha… Mas… Amadeo estava lá com Eren e Mikasa… O ruivo devia de o querer morto neste momento, talvez até Armin concordasse! Quem ia querer estar ao pé de um assassino!?

O moreno contém um soluço enquanto lágrimas voltavam a formar-se nos seus olhos. Não, não ia ter outro ataque ali à frente de todos!

Sem que desse conta, as raparigas já tinham ido dar o chá ao Armin e voltado para junto de si. Eren e Mikasa também saíram da tenda naquele momento, mas nem repararam em Jean. Precisavam de falar com o Cabo Levi para pedir mais um dia no acampamento, Armin precisava de descansar.

- Acho que devias ir lá. – Diz Historia sentando-se ao seu lado, sendo imitada por Ymir.

Perante o silêncio do moreno, Ymir decidiu continuar, de forma mais agressiva que a loira.

- Ele estava a chamar-te. – Jean vira rapidamente a cabeça para Ymir comprovando que ela não estava a mentir.

- Coitadinho… Estava a ter alucinações… - Começa Historia pensativa. - Se o Amadeo não o estivesse a prender à cama…

Nesse momento, Jean levanta-se, murmurando o "obrigado" enquanto avança para a tenda do loiro evitando pensar em quanto aquele ruivo estava carente e exaltado no momento e Armin indefeso.

Assim que entrou na tenda, pode testemunhar que tudo o que lhe disseram era verdade. Armin chamava-o enquanto se debatia levemente no saco-cama, com Amadeo a segurar-lhe os braços para ficar quieto.

O moreno engole em seco quando vê o olhar inexpressivo do ruivo sobre si. Os olhos e o rosto de Amadeo estavam vermelhos, de ter chorado. E ele era a culpa dessas lágrimas… Novamente sentiu-se mal, mas conseguiu controlar por hora. Precisava de se desculpar com o ruivo mas como se pede desculpa depois de assassinar o irmão da pessoa?

- Eu não te culpo. – A voz rouca de Amadeo cortou-lhe o raciocínio.

Jean olhou para o ruivo vendo que ainda segurava Armin mas olhava sério para si.

- Eu não…

- Foi melhor assim. Ele não era feliz sem a Rose… É um pensamento egoísta quere-lo vivo só por mim, não é? – O ruivo sorri ligeiramente apesar de novas lágrimas quererem-se formar nos seus olhos. – Do que valia ele continuar comigo se estava constantemente triste? Se amamos uma coisa, temos que a deixar partir. Não é?

Jean não sabia o que dizer. Parecia-lhe que o ruivo estava a tentar convencer-se a si próprio disso. E caso fosse esse o motivo de lhe dizer isso tudo, ele tinha de o ajudar a superar a morte… não… o homicídio do irmão.

- Ele morreu com um sorriso no rosto… - Murmurou meio incerto.

Amadeo sorriu, um sorriso verdadeiro, daqueles que chegam aos olhos que brilhavam.

- Ele disse alguma coisa antes de…?

- Ela estava feliz por ir ter com a mulher e o filho…

- Ainda bem. – Sorri limpando as lágrimas que já não controlava.

- Lamento…

- Não te preocupes. Ele morreu com uma alma limpa, sem nunca ter matado ninguém. Acho que ele não ia aguentar se fosse de outra forma. – Sem conseguir mais controlar-se, levanta-se apressado tentando ao máximo conter as lágrimas enquanto saia da tenda. – Eu vou buscar mais chá!

Jean fica a olhar tristemente para a abertura da tenda antes de voltar o seu olhara para o loiro que ainda o chamava baixinho. Aproximou-se do corpo adormecido e afagou-lhe os cabelos loiros prolongando o gesto com uma caricia que desceu para o rosto que continuava gelado. Como se buscasse o calor daquele gesto, Armin parou de se movimentar para se aproximar de Jean.

- Quente… - Murmurou de olhos fechados.

O moreno sorriu levando a outra mão para a outra bochecha do loiro que em resposta deu um suspiro contente, tentando aproximar-se mais daquela fonte de calor, mas sem grande sucesso.

- Jean…

- Estou aqui Armin. – Responde calmamente, acariciando-lhe uma das bochechas.

- Mais… - Resmunga o loiro, tentando chegar-se mais perto de Jean, quase saindo da cama à conta disso. – Frio…

- Não achas que estás a ser muito exigente?

Jean não esperou resposta, sabia que o pequeno estava completamente fora de si, não se admirava se ele não se lembrasse de nada do que estava a dizer nesta noite. Com extremo cuidado, deitou-se sobre o saco de cama e puxou o corpo gelado para junto de si, prendendo-o num abraço caloroso. Armin não se fez de rogado, aproximando-se o máximo possível para se aquecer, causando arrepios térmicos no moreno, ele estava mesmo gelado! Sentia como se estivesse a abraçar o bloco de gelo.

- Ah… Jean… - Suspirou alto, escondendo o rosto no peito do moreno que ficou extremamente vermelho com aquele ato e palavras que o fizeram pensar coisas.

- Armin…

- Voltei! – Exclama Amadeo entrando feliz com dois chás nas mãos. – Desculpa não sabia que vinha interromper. Ainda agora sai e já estás a abusar dele? – Ri-se sentando-se no chão, onde anteriormente estava. Encontrava-se muito mais descontraído do que quando saiu, parecia outra pessoa, mais alegre e viva.

- Não estou a abusar de ninguém… - Resmungou corado, olhando para o lado.

- Claro, como queiras. – Sorriu mais. Como não obteve resposta por parte do moreno decidiu brincar mais um bocadinho. – É melhor agarrares-lhe bem, eu vi como os outros rapazes o estavam a olhar quando ele queria entrar no rio...

- A loirinha é só minha! – Vociferou apertando mais o corpo gelado.

- Eu sou um rapaz! – Armin resmungou voltando a agitar-se nos braços de Jean.

Continua...


Obrigada a quem chegou até aqui! espero que tenham gostado o/