Olá amadas do meu core, como estão? Bem, como podem ver eu sou nova nesse ramo de escrever então desde já peço calma de vocês para alguns erros se notarem, e também vou dar algumas explicações aqui. Eu sou uma pessoa muito apressada, não gosto de ficar mastigando algo para depois colocar algo legal do meio pro fim, não, eu gosto de colocar emoção logo no inicio e vocês vão notar isso com o passar da fic, para não ficar naquela morgação de sempre. Outra coisa, sim essa fanfic é uma spankfic, vai ter palmadas sim e muitas, mas eu não vou ficar naquela velha forma de que as crianças aprontam, apanham, aprontam, apanham, aprontam, apanham. Sabe...isso desmotiva para escrever. Sou apaixonada por animes e por historias de amor com finais trágicos, então qualquer semelhança aqui é mera coincidência kkkkkkkkkkkkkk Eu gosto de emoção, de envolver o leitor logo no inicio da historia para não correr o risco dele falar que está sem graça, entendem? Vocês vão se acostumar com meu jeitinho apressado kkkkkkkkkkkkkkkkk agradeço as meninas que comentaram o primeiro capitulo, e gostaria que continuassem, para eu saber o que vocês estão achando da historia pois eu aceito palpites e criticas, mas todos com educação é claro.

Então boa leitura, espero que gostem e que comentem bastante esse capitulo pois as coisas vão esquentar muito!

Beijos!

Esme ON

-MALDIÇÃO! -Opa, a Sasha chegou. E pelo tom de sua voz, ela esta irritadíssima. Vi meu marido dando um suspiro pesado após dar um gole na caneca preta com sangue dentro e podíamos escutar os passos pesados de Sasha vindo até a cozinha.

-Ela até que demorou a chegar hoje. -Comentei cruzando os braços. Calabasas é uma cidade agradável, porém muito movimentada. Não é o tipo de cidade que costumamos fazer estadia, normalmente escolhíamos cidades mais pequenas e calmas para morar, assim não ter que chamar atenção dos humanos para nós, já que somos vampiros. Mas Carlisle já planejava ir para Calabasas, foi só um empurrãozinho da Rosalie que fez ele tomar a decisão concreta de nos mudarmos pra cá, já que ele não nega nada aos filhos inclusive a sua princesinha, e já era a vez dela escolher um lugar para morarmos pois o Edward, a Alice e o Emmett já tinham escolhido uma vez, então ficava só faltando ela e o Jasper.

Quando a Sasha ligou dizendo que estava vindo pra cá também, foi a alegria do meu marido. Pois como muitos sabem, Carlisle é um dos conservadores da família, então quanto mais perto pra ele, melhor. E ter a irmã mais velha por perto é sempre sinal de que a família está mais protegida, por que Sasha é durona, e isso ajuda muito caso nós fossemos sofrer um ataque de algum outro vampiro. Mas essa mudança dela teve um preço um pouquinho caro, Sasha gosta de luxo, então se meu marido quisesse morar ao lado dela ele tinha que comprar uma casa quase que semelhante a dela que na verdade era como uma mansão. Tivemos que mudar de casa já que estávamos naquela cidade a quase duas semanas.

-Provavelmente já foi fazer sua matricula na escola de tiro. -Uma piadinha fora de hora ele fez, eu admito, mas foi melhor pois quebrou o "gelo" como falam as crianças.

-Ai Carlisle...Eu já disse, esqueça tudo, esqueça a cabeça se possível, mas nunca, nunca esqueça algo que sua irmã lhe pedir. -O relembrei de varias das nossas conversas no qual o assunto era a Sasha. Eu entendo que por serem irmãos, Carlisle queira ficar perto dela e das sobrinhas, porém, ele conhece melhor do que ninguém o temperamento explosivo dela e sabe que ela é incêndio que demora a se apagar, mancadas assim ela não esquece tão facilmente, sim a Sasha é uma pessoa bem rancorosa, nesse sentido ela não se parece nem um pouco com Carlisle. Meu marido é doce, compreensivo, as vezes antiquado e sabe perdoar rapidamente, já sua irmã é o oposto de tudo isso.

E só Deus sabe como fica o clima nessa casa quando a Sasha fica de mau humor, por mais não a gente não morasse junto, por sermos vizinhos ela tinha total acesso a nossa residencia a hora que ela quisesse. Carlisle é tão bobinho quando o assunto é a irmã que quando ele sente que ela esta zangada com ele, ele faz de tudo e mais um pouco para agrada-la e assim ficarem de bem um com o outro, é como se fosse o tratado de paz entre eles. Poucas vezes na minha existência eu vi a Sasha pedir desculpas ao irmão ou a qualquer pessoa, já Carlisle é a coisa mais comum, quando ele acha necessário é claro. Minha cunhada é bem orgulhosa, então ela não dá o braço a torcer muito fácil.

Ela entrou na cozinha como se fosse um furacão, completamente zangada e fitou meu marido com aquele seu velho olhar mortal que todos já conhecem, até nome para aquele olhar as crianças já deram pra ele, ele se chama "O iceberg amarelo", bem criativo o nome por sinal.

-Eu posso saber por que você não foi me buscar no trabalho hoje? Eu nunca lhe peço nada Carlisle e na única vez que peço você fura compromisso! -Ela estourou na hora, cruzando seus braços.

-Sá, eu entendo que você esteja bem zangada e com razão, eu admito que no meio de tanta papelada para assinar e entre outras coisas no hospital eu me esqueci de te buscar no trabalho. Desculpe mana. -Como sempre, meu marido é o pacificador de toda a família e ele faz muito bem esse trabalho. No entanto, Sasha não se importa muito pra isso.

-Eu fiquei plantada na frente da empresa como um vaso de planta esperando por você, você bem que poderia ter ao menos me ligado para que eu pudesse vir para minha casa logo! -Ela retrucou e ele deu um sorrisinho meio desesperado.

-É que eu esqueci meu celular em casa hoje. -A respondeu.

-Oque?! Qual é o seu problema agora? Está se esquecendo de tudo? Eu sei que você é um vampiro de muitos anos mas não é senil! -Ela respondeu irritada ao se virar para a porta da cozinha. -Eu vou pra minha casa, estou muito cansada e preciso dormir, ou descansar a minha mente.

-Sasha, não precisa guardar rancor por causa de uma bobagem dessas, da próxima vez eu não vou esquecer de te buscar. -Carlisle falou e a irmã deu uma parada brusca no meio da porta, deu meia volta e o encarou.

-Ai, não haverá próxima vez por que eu vou comprar um carro novo amanhã mesmo! -Sasha então foi embora pisando mais forte e só ouvimos a batida colossal da nossa porta de entrada.

-Nossa, dessa vez ela foi até mais calma do que as outras vezes que vocês brigam meu amor. -Comentei pegando a caneca que ele estava usando e a colocando na pia começando a lavar ela, pois detesto sujeira, pia de louça lotada então é como um infarto pudesse existir pra mim.

-Ah querida, você já deveria saber que não vale a pena brigar toda vez com Sasha. Quando eu era mais novo, brigamos sempre de igual para igual, porém com o passar dos anos eu notei que isso não levava a nada então procurei não me importar tanto com ela e seus ataques de fúria. -Ele comentou com um ar de cansado e enfadado, provavelmente do dia de trabalho.

-Você não quer subir e tomar um banho meu amor? Parece que você está bem cansado do trabalho, se quiser, posso pedir para as crianças não fazerem barulho para você dormir um pouco. -Me virei para meu marido que sorriu pra mim, ele se levantou da cabeceira da mesa e se aproximou de mim me dando um beijo na testa e outro nos lábios.

-Eu te amo sabia? -Ele afirmou e eu sorri para ele.

-Eu te amo mais ainda. -Envolvi seus ombros com os meus braços e nossos lábios se encontraram novamente, mas dessa vez para um beijo bem mais intenso do que o anterior.

Então senti o cheiro de um dos meus filhos entrando na cozinha, mas parando logo ao nos ver. Era sem duvidas, Emmett.

-Opa, engatando macha ré aqui, depois eu volto. -Nos soltamos e começamos a sorrir, por mais que todos eles saibam bem oque um casal faz quando estão sozinhos, eles não querem se quer pensar isso de nós por sermos seus pais. Chega a ser engraçado isso.

-Pode vir filho, eu já estava subindo para o meu quarto mesmo. -Carlisle o chamou após me dar um beijo no rosto e se afastar de mim indo em direção a escada, sorri e cruzei os braços fitando o meu mais velho.

-Vocês precisam acabar com essas bobagens, não aguentam ver nem um beijo? -Sorri e ele se aproximou da geladeira pegando uma bolsa de sangue, provavelmente para esquentar para ele mesmo beber.

-Mãe, vocês são os meus pais, eu não vou ficar vendo vocês se chupa...-Ele deu uma pausa e limpou a garganta. -Pegarem. Pegarem sai mais bonito, de todo jeito não é uma coisa agradável para um filho ver.

Sorri me lembrando da ultima vez que um dos nossos filhos nos pegou em um beijo, foi o Jasper. Coitadinho, ele passou alguns dias envergonhado e quase não falava comigo ou com o pai por achar que invadiu um momento de privacidade. Mas com o tempo, eles foram aprendendo que um beijo não é nada de mais, bom...as vezes eles não gostam mesmo de ver tal cena por já imaginarem maliciosidades, conheço cada um deles e sei quando eles tem pensamentos que preferiam não ter, nem preciso ter o dom do Edward para saber disso.

-Tia Sasha já foi embora não foi? Pensei que ela estaria até agora aqui torrando a paciência do papai. -Emmett comentou abrindo a bolsa de sangue com os dentes e derramando um pouco numa panela e a levando ao fogo.

-Emmett, use a tesoura para abrir a bolsa! -O repreendi pela milésima vez, eu não gosto quando eles procuram os jeitos mais fáceis para fazer alguma coisa.

-Foi mal mamãe. -Ele sorriu se encostando nos balcões.

-Dessa vez a sua tia não quis ficar durante duas horas reclamando com o seu pai, ela apenas chegou, falou algumas coisas e depois voltou para a casa dela. É sempre assim não é? -Sorri desligando o fogo que esquentava o sangue do meu filho pois já estava no tempo certo. -Vai querer na sua caneca?

Na minha casa as coisas são divididas por cores. Sim, por cores. O que é amarelo é do Emmett, o que é vermelho é da Rosalie, o que é verde é do Jasper, o que é rosa é da Alice, o que é azul é do Edward, o que é preto é do Carlisle e o que é branco é meu, mas claro que são apenas objetos que podem ser repetidos, como canecas, copos e toalhas. Cada um escolheu a sua cor e assim não tínhamos tantos problemas em casa, quem tem problemas assim é a Sasha, já que ela só tem filhas mulheres e tudo, mais tudo em sua casa é rosa. Desde o secador de cabelo até as decorações de talheres são cor-de-rosa, eu particularmente acho lindo, uma casa de bonecas, lá é o sonho da Alice por isso ela vive lá direto com as primas.

-Vou sim. -Ele respondeu calmamente. Peguei a panela lentamente e coloquei o sangue em sua caneca, o entreguei e coloquei a penela na pia para esfriar antes de lavar.

-Bom, pelo menos a sua tia não quis ficar me uma discussão com seu pai até altas horas da madrugada como da outra vez. -Comentei me encostando no balcão.

-Que bom, por que eu não precisei ligar o meu som nas alturas para não ter que ouvir briga deles dois.

-Graças a Deus! O que você escuta é muito violento para os meus ouvidos. -Ele sorriu dando um gole em seu sangue, foi ai que um clarão de luz passou, iluminando quase toda a cozinha pela janela e me assustando de cara. -Mas o que foi isso? Você viu isso Emmie?!

-Vi sim, calma mãe deve ser um meteoro. -Ele comentou mas eu não me convenci daquilo, senti um calafrio percorrer o meu corpo por inteiro, nunca senti algo parecido em minha existência. Tenho certeza de que aquilo não foi um meteoro qualquer, mas se não foi, o que foi então? Sinto um pressentimento, e não é bom.

Narradora ON (Oi oi gente, sou eu, a Erika gata da laje XD)

Era madrugada na cidade de San Francisco no estado da Califórnia, as ruas eram calmas e mais silenciosas já que a maioria de seus moradores dormiam tranquilamente. As proximidades do cemitério local, as ruas eram desertas, para seus moradores, a noite era sagrada. Mas do nada, um som forte e estrondante surgiu, como se algo queimasse e uma luz forte apareceu no céu, caindo por sua vez dentro do cemitério. As moradoras vizinhas da antiga casa Sinclair e outras demais saíram correndo para avistar o que estava acontecendo, dando de cara com as portas do local onde as pessoas depositavam seus mortos, abertas. A mais velha, uma senhora de cabelos curtos e cacheados, castanhos escuros e olhos azuis tão claros que quase eram transparentes, quase não conseguia andar sozinha até o local, mas seu esforço a fazia ir adiante. Apoiada em uma bengala com o cabo de aço com uma aparência semelhante a uma cobra, ela andou junto com suas companheiras até o local onde ela via sair uma enorme fumaça.

-Mais o que é isso? -Perguntou a senhora colocando a mão sobre o nariz para não inalar a fumaça que se aproximava.

A sua frente, a responsável por tanta fumaça, outra senhora quase da mesma aparência, só que com cabelos longos e brancos, vestia um vestido longo preto de mangas largas com um sorriso largo, quase que forçado de mais no rosto.

-Quem é você?! -Gritou a senhora de olhos azuis. Mas a mulher de longos cabelos brancos não respondeu, apenas se virou e correu cemitério a dentro. Foi seguida pelas outras pessoas até que pararam. Na frente de um tumulo de mármore e madeira maciça com narcisos brancos ao seu redor, a velha de roupas pretas começou a olha-lo e a toca-lo mais feliz do que antes.

-É aqui, é aqui, só pode ser aqui. A terra está tão úmida e boa.

-Ei você! Eu já perguntei quem você é, me responda ou atacamos! -A senhora de olhos azuis gritou.

-Fica quieta! Eu só estou interessada nesses ossos aqui, depois que eu pega-los eu vou embora! -Gritou a velha ao lado do tumulo.

"Essa mulher sabe o que tem ai dentro." -Pensou a velha senhora de bengala.

-Saia já daí ou vai se arrepender!

-Mais que gente mais chata e imunda! Não me aborreçam! -A velha de vestido preto levantou uma das mãos e do nada uma forte nevoa toxica começou a surgir no local.

-Gás venenoso? -Murmurou a senhora de olhos azuis. -NÃO INALEM ESSE GÁS!

-Esse gás é forte, mesmo inalando pouco dele o seu metabolismo vai enfraquecer e vocês ficarão inconscientes em poucos minutos. -Falou a velha ao por as mãos em cima do tumulo e fechou seus olhos. -FRANGE IT!

O mármore quebrou por inteiro e pedaços voaram longe do local, ela colocou a mão na terra que ficava dentro do tumulo e a fundou em busca de algo, até que achou o que queria, um pote branco que estava enterrado lá.

-Ei, isso pertence a minha irmã! Não posso deixar ninguém ficar com isto, muito menos uma criatura como você! -Gritou a velha senhora que lutava para não desmaiar com aquele gás venenoso que já havia inalado.

-Hahahahaha...eu sou Clarisse. -Falou a velha mulher de preto. -Os ossos da Eva, eu os consegui! Hahahahahahahahaha! (Pra quem não souber, Eva se fala IVA)

No meio daquela noite, Clarisse sumiu do olhar das outras pessoas, evaporando.

-N-Não...os ossos...ela os l-levou...

-Senhora Esmeralda! Senhora Esmeralda!

Carlisle ON

-Crianças, vocês vão se atrasar para a escola! -Já era bem a quinta vez que Esme falava aquilo, mas por mais que ela falasse aquelas crianças sabem como torrar a paciência dela, por ela ser mais maleável ainda. Emmett e Jasper sempre são os primeiros a acordar, mais por costume mesmo. Basta a mãe deles chamar apenas uma vez que eles já levantam.

-Ai mãe, eu já to indo. -Ouvi a voz da minha princesinha, Rosalie, como de quem acaba de acordar realmente, provavelmente ela estava indo para o banheiro. Eu estava na sala tomando um pouco de café e lendo o jornal que fora deixado na nossa porta de manhã cedo.

-Alice, Edward, não vou chamar de novo! -Minha querida esposa falou e eu ouvi a minha linda bonequinha de porcelana se levantar da cama para ir se arrumar. Só faltava então o caçula, como sempre, o mais difícil. -Edward, acorda bebê.

Viram só? Depois de todos acordados a Esme vai paparicar o menino, eu só faço rir mesmo, assim ela não terá como me acusar quando eu fizer o mesmo com Eddie já que ele por ser o mais novo da família, é o bebê da mãe e meu.

-Eddie, acorda meu amor. -Esme falou do modo mais doce que ela pode.

-Ah mãezinha...mais cinco minutinhos por favor. -E o moleque sabia de tudo isso e se aproveitava de sua situação comigo e com a mãe dele, mas o problema que ele consegue tudo com Esme, TUDO mesmo quando a chama de mãezinha.

-Onw meu deus do céu...-Ela falou com aquela voz que se fala com crianças. -Mamãe bem que queria deixar meu bebê, mas você precisa levantar para ir para a escola. Como ele não respondeu, ela começou a se irritar. -Edward levanta.

-Eu vou mamãe, calma...-Ele ainda continuava com aquela voz sonolenta, o que significava que ele ainda estava deitado.

-Carlisle... -Esme chamou-me.

-Edward Cullen!

-Já vou papai, já vou papai! Já levantei, já levantei! -Só foi eu falar mais firme que o menino pulou da cama, temos que ser mais firmes as vezes ou essas crianças nos enlouqueceram.

Ouvi paços descendo a escada e pelos cheiros, eram o Emmett e o Jasper.

-Bom dia pai. -Disse Emmie bem desperto para o dia, como costumava ser.

-Bom dia campeão. -Sorri pra ele e ele diretamente foi para a cozinha.

-Bom dia papai. -Disse Jazz mais calmo.

-Bom dia major. -Respondi sorrindo para ele e ele fez o mesmo que Emmett. -Meninos não demorem muito, ou vocês vão se atrasar. -Avisei calmamente sem tirar os olhos do jornal. Logo na primeira página já vinha desgraça, "Cemitério de San Francisco é atacado durante a noite". Será que os bandidos cansaram que assaltar os vivos e decidiram roubar os mortos agora?

Senti o cheiro da Rose e a Alice descendo as escadas.

-Bom dia paizinho! -Minha bonequinha veio saltitante até mim e me deu um beijo na bochecha, retribui a ela com um beijo em sua testa.

-Bom dia minha bonequinha. -Admito, eu babava por aquelas meninas, podem me chamar de pai coruja pois eu sei que sou mesmo.

-Bom dia papai. -Disse Rosalie me dando um beijo na testa.

-Bom dia minha princesinha. -Respondi lhe oferecendo um sorriso.

Senti outro cheiro descendo a escada, era do Edward e que estava visivelmente dormindo em pé para falar a verdade.

-Ora, quer dizer que o dorminhoco acordou. -Comentei sorrindo e ele coçou os olhos dando um bocejo.

-Bom dia paizinho. -Ele falou ao terminar de descer a escada.

-Eu já disse que ficar a madrugada toda lendo aqueles livros não daria certo, olha só pra você, quase caindo de sono. É melhor que você não durma na aula hoje Edward, por que se eu receber alguma reclamação do tipo eu tomo os seus livros toda a noite antes de dormi e só devolvo a tarde, entendeu?

-Credo pai, já começa assim de manhã cedo, eu hein! -Ele resmungou indo em direção a cozinha. Olhei meu relógio e já estava quase na hora de ir para o hospital e até agora a Sasha não veio aqui em casa, ela deve está muito irritada mesmo. Coloquei o jornal em cima do sofá e ia subir para o meu quarto quando a campainha da casa tocou. -Quem será assim tão cedo?

Perguntei a mim mesmo, mas me encarreguei de abrir a porta já que Esme estava ocupada e as crianças estavam tomando café na cozinha. Então fui atender a porta, destranquei-a e abrir. Vi então uma senhorinha de média estatura, cabelos curtos e cacheados, olhos tão azuis que pareciam transparentes, pele parda e se apoiava em uma bengala prateada.

-Posso ajuda-la senhora? -Perguntei gentilmente e ela me fitou.

-Talvez...O senhor é Carlisle Cullen? -Ela me perguntou diretamente.

-Sim, sou eu. -Respondi.

-Então o senhor pode me ajudar. Sou a senhora Sinclair, e precisamos conversar.