Olá amadas do meu core, como estão? Eu venho agradecer as meninas que estão tendo coragem e colocando os dedinhos para trabalhar e comentam essa fanfic ^-^ ok, tudo pode parecer confuso no inicio mas com o tempo vocês vão entender, eu não queria fazer uma fic pequena e que deixasse a desejar, então prevejo uns 30 capítulos ou mais nessa fanfic então fiquem atentas ok?
Beijão!
Carlisle ON
-Por favor, entre. -Abri espaço para que a senhora, mesmo com alguma dificuldade de andar, entrasse na minha casa. -A senhora quer ajuda?
-Muito gentil de sua parte senhor Cullen, mas o assunto que tenho a tratar com o senhor não pode esperar muito. -Ela respondeu com um pouco de humor em sua voz. Fechei a porta e a acompanhei até a sala de visitas, apontei o sofá maior para ela se sentar e assim a senhora fez. Calmamente ela foi se sentando e ficando do jeito mais confortável que achou para si. -O que está acontecendo é muito sério senhor Cullen...
-É alguma doença senhora Sinclair? -Perguntei me sentando na poltrona a sua frente. -Desculpe é que eu estou quase atrasado para o trabalho...
Tentei ser educado, eu não estava expulsando aquela senhora da minha casa, longe disso! Mas eu também não poderia faltar o trabalho sem ser por um motivo muito sério e grave.
-Eu entendo senhor Cullen, mas o que me traz aqui não é uma doença. -Ela respondeu com uma voz rouca de pessoa idosa nos finais anos de vida, mais por incrível que pareça, ela ainda andava sozinha sem ajuda de outra pessoa. Franzi o cenho.
-Então do que se trata? -Perguntei calmamente.
-PAI! OLHE O EMMETT AQUI! -Era o Eddie e em uma hora muito errada ele resolveu ter uma briguinha com o irmão. Respirei fundo um pouco envergonhado, afinal de contas eu tinha uma visita em casa.
-Pare de besteira Edward, parece que não sabe brincar! -E logo em seguida ouvi a voz do Emmett visivelmente irritado com o irmão caçula.
Algumas pessoas não sabem, o Emmett brinca com todo mundo, mas com o Edward as brincadeiras não tem hora, lugar ou intensidade. Ele não se importa em fazer o irmãozinho passar vergonha, ou gritar ou até mesmo chorar de raiva, o importante pra ele é ele se divertir as custas do garoto e isso eu reprovo verdadeiramente. Tem vezes que o Eddie não aguenta e corre pra mim, o que faz o Emmie logo parar as brincadeiras por que ele sabe que eu não aceito isso, muito menos quando eu vejo que o meu caçula não aguenta mais. Teve vezes que eu tive que dar umas palmadas no Emmett, só para assustar mesmo, para que ele parasse de implicar com o irmão e deixei um recado de que da próxima vez eu não teria tanta pena. Por que realmente eu tenho pena, muita pena de bater neles, mas parece que enquanto não apanham eles não sossegam! Dói mais em mim do que neles isso eu garanto, não é apenas uma desculpinha de pai para que o filho se sinta menos mal enquanto apanha, dói mesmo vê-los chorarem, pedirem para parar sabendo que fizeram arte e não querem aceitar as consequências. Se eu não fizesse isso a minha casa seria um verdadeiro sanatório!
A senhora Sinclair me olhou um pouco surpresa e sorriu de canto de boca.
-CRIANÇAS, PAREM COM ISSO! -Gritei para ver se eles paravam com aquela briga boba para iniciar o dia.
"Parem de brigar agora mesmo, eu estou com uma senhora aqui na sala de casa e não quero ouvir mais nem uma discussão!" Mandei o seguinte pensamento para Edward para eles usarem um pouco da educação que eu dava a todos eles durante anos.
-Perdão senhora Sinclair. -Me desculpei pelo comportamento dele e ela concordou com a cabeça.
-Que surpresa...o senhor tem filhos. -Ela comentou como se já me conhecesse de algum lugar. Sorri para disfarçar minha curiosidade.
-Por que a surpresa? -Perguntei "inocentemente" e a senhora Sinclair sorriu mais uma vez pousando suas mãos sobre seu colo com graciosidade.
Graças a Deus os meus filhos tinham parado o barulho, deve ter sido por causa do pensamento que mandei para Edward antes de bloquear a minha mente dele.
-Por que até onde eu sei...vampiros não podem ter filhos.
Fui pego de surpresa por sua declaração, notava-se que ela era uma mulher inteligente mesmo com uma idade avançada, ela me olhava fixamente como se procurasse alguma coisa em meu rosto e eu sabia que ela tinha certeza do que falava. Sorri dando um suspiro profundo, e tentei engana-la.
"Crianças, em hipótese alguma venham para a sala, se vocês forem para a escola, saiam pelos fundos. Essa mulher sabe de nós e não é uma vampira." Mandei o seguinte pensamento para Edward e assim ele passaria aos irmãos.
-Vampiros? Mas do que é que a senhora está falando? -Perguntei na intenção de mudar de assunto com ela.
-Ora senhor Cullen, não insulte a minha inteligencia por favor, sou velha sim mas não sou louca. -Ela respondeu calmamente. -Não precisa mentir pra mim, eu sei quem você é e sei que você é um vampiro, assim como devem ser os seus filhos e sua esposa. Esses olhos amarelos...eu não me esqueceria deles jamais em toda a minha vida. Porém o que me trás aqui não é apenas uma vontade absurda de relembrar o passado, mas sim de salvar nossos futuros.
O meu jogo já estava aberto com ela a muito tempo e só eu não percebi. Então se ela me conhecia, não havia necessidade da minha parte de criar uma historia ou mentir para aquela senhora. Juntei minhas mãos e a fitei.
-Muito bem...parece que fui desmascarado. -Sorri quase que sem humor. -Então o que trás verdadeiramente a senhora até aqui?
Ela respirou fundo e olhou para a janela principal da minha sala, estava um dia bem ensolarado e eu estava cogitando realmente em mandar as crianças para a escola ou não. Por sermos vampiros, a nossa pele além de muito branca também reflete com a luz do sol, nos fazendo brilhar em contato com ela. Isso chamaria muito a atenção dos humanos provavelmente. A senhora Sinclair passou alguns minutos calada olhando pela janela.
-Eva. -Ela respondeu virando o rosto para mim. Senti um calafrio percorrer meu corpo, mesmo depois de tantos anos. -Presumo que o senhor reconheça esse nome, senhor Cullen.
Respirei fundo e encostei as minhas costas na poltrona de madeira inglesa, aquela mulher era bem misteriosa, mas ela sabia de Eva, sabia sobre mim, ela sabia de alguma coisa do meu passado mas não estava jogando as todas as cartas na mesa.
-Onde a senhora quer chegar, senhora Sinclair? -Perguntei diretamente, aquilo era uma parte do meu passado que poucas pessoas sabiam e poucas pessoas saberiam, como eu sempre digo, minha vida não é um livro aberto, tem coisas que eu vivi, que eu passei e que eu vi que simplesmente não vejo necessidade de conta-las, elas são melhores guardadas no passado.
-Então o senhor realmente reconhece este nome... -Ela sorriu. -Pois bem, vejo que o senhor leu o jornal essa manhã e provavelmente a noticia do ataque ao cemitério de San Francisco foi a primeira coisa que o senhor leu, estou certa?
-Continue. -Cruzei os braços e ela respirou fundo.
-Aquela região de San Francisco é um local habitado principalmente por covéns antigos e poderosos, não que o senhor já não tenha visto isso em sua longa vida...
-Espere um minuto, covéns? A senhora está falando de...bruxas? -Eu fiquei surpreso, bem surpreso.
-Mas as nossas bruxas não fazem rituais com pessoas ou animais...viemos da terra e para a terra voltaremos, canalizamos nossos poderes do solo, do vento, da água, da mata e de tudo que possa ter energia vital na natureza, preferem nos chamar até de Wiccas...-A senhora Sinclair respondeu, explicando sua origem, então ela era uma bruxa.
-Eu pensei que bruxas não existiam...-Comentei e ela sorriu concordando com a cabeça.
-Pois é, eu em uma época também achava que vampiros e lobisomens não existiam...que ingenuidade. Esse mundo é mais complexo do que imaginamos senhor Cullen.
-Concordo com a senhora. -Respondi. -Mas o que tudo isso tem haver com Eva?
-O cemitério era o local onde os restos de Eva repousavam serenamente, porém o seu tumulo foi violado e uma bruxa de algum covén diferente roubou os ossos dela de sua sepultura e os levou. Seu nome era Clarisse. -Ela me explicou mais até aquele momento eu não estava entendendo nada do que ela falava.
-Como assim roubaram os ossos da Eva? Para qual finalidade isso? -Perguntei sentindo uma sensação estranha, como se fosse um pressentimento ruim de que algo fosse acontecer.
Eva morrera a mais de 160 anos, o que querem com seus ossos? Essa historia está muito estranha para o meu gosto.
-Não vai me dizer que o senhor não sabia que Eva era uma sacerdotisa bruxa da região de San Franscico, poderosa e magnifica. Está para nascer bruxa mais forte do que ela, com um poder espiritual enorme capaz de fazer coisas inacreditáveis. Ela podia matar qualquer ser, humano, vampiro ou lobisomem, o dever dela era proteger a nossa raça e os humanos de criaturas como vocês...sem ofensas. -Concordei com a cabeça para suas desculpas. -Mas ela morreu muito jovem e muito de seu poder espiritual ainda está ligado a ela por causa de seus ossos, por isso eles são tão sagrados para nosso povo...
-E o que essa outra bruxa, a Clarisse, pretende fazer com os ossos da Eva?
-Se eu não estiver enganada, ela pretende fazer uma magia proibida, na qual a bruxa atuante pode ressuscitar um morto apenas criando um corpo novo com os ossos da pessoa e a terra de sua sepultura. Eva era muito poderosa antes de morrer, por isso existem inúmeras coisas pela qual outra bruxa fosse querer traze-las do mundo dos mortos novamente. -Ela me explicou e agora as coisas estavam fazendo sentido pra mim.
Eu não sabia que Eva era uma bruxa, isso nem passava pela minha cabeça. Algumas vezes eu até escutei isso mas pensava que era por causa de seus remédios que ela usava para cuidar da população. Ela era tão doce, tão calma, tão cuidadosa, sua voz era uma melodia...Eu a conheci no ano de 1850, eu era a guarda Volturi e por coincidência fui mandado a San Francisco para conversar com mais dois vampiros sobre suas possíveis entradas na guarda a mando de Aro, um podia controlar as mentes das pessoas e o outro podia fazer uma pessoa entrar em combustão em poucos segundos, e Aro os queria muito na guarda. Foi quando eu a vi pela primeira vez, ela vestia um vestido rosa de babados bege da época vitoriana, seus cabelos incrivelmente longos estavam em uma trança bem grossa, uma franjinha cobria a sua testa e toda a sobrancelha, seu rosto era oval e delicado. Os olhos dela eram verdes e um pouquinhos apertados, a pele dela era parda porém clara, seu andar era como um anjo voando, era graciosa, doce, perfeita...E quando a vi, ela estava ao lado do corpo dos vampiros de quem eu procurava. Não entendi na época o por que de uma moça está do lado de dois cadáveres de vampiros, perguntei educadamente por que ela estava num local como aquele e ela me respondeu dizendo que havia se perdido, foi ai que me ofereci para deixa-la em casa, tudo tinha se perdido quando eu me encantei por ela. A parti daquele momento, Eva se tornou minha...razão de existir.
-E isso é mal? -Perguntei e a velha senhora arregalou os olhos azuis para mim. Não devo negar que só o fato de poder ver Eva novamente mexeu comigo. Eu amo Esme, mais que tudo nesse mundo, ela é a mulher da minha eternidade e por incrível que pareça ela é muito parecida com Eva. Muito mesmo, tanto que quando eu a vi pela primeira vez achei que fosse Eva, mas não era...era Esme, a mãe dos meus filhos e a minha esposa. E essa semelhança me trazia lembranças, até que eu pude esquecer o passado por completo e me dedicar a minha nova família, mas como Eva foi o meu primeiro amor...o primeiro amor nunca se esquece não é mesmo?
-Isso é péssimo, senhor Cullen. Um cadáver vagando pela terra causa desequilíbrio no mundo dos mortos e no nosso mundo, ainda mais um cadáver como Eva, poderosa como ela é e como deve voltar, ela irar canalizar todo o poder as outras bruxas que morreram e poderá se tornar quase invencível. Prevejo que ela será muito temida por todas as raças se isso acontecer...já que o senhor a conheceu tão bem enquanto viva, o senhor precisa nos ajudar. -Ela me respondeu quase implorando.
-Senhora Sinclair...desde o inicio da nossa conversa eu vejo que a senhora me conhece bem, mas eu não me lembro da senhora. -Comentei e ela sorriu conformada.
-O senhor não se lembra de mim? Não me surpreendo, eu sou a irmã mais nova da Eva, Esmeralda. -Ela me respondeu e por um momento uma lembrança chegou a minha mente. De uma menina que vivia acompanhando a Eva para onde ela fosse.
-O que? Você é aquela menina? -Perguntei surpreso mais uma vez, mas algo não se encaixava. -Mas...Eva morreu a mais de 160 anos, como você pode está viva depois de todo esse tempo?
Agora eu me lembro bem, Esmeralda tinha uns 8 anos na época em que conheci Eva. Ela não gostava muito de mim, toda vez que ela me via, se distanciava, só depois eu descobrir que ela tinha ciúmes do tempo que Eva passou a ter comigo, até ali eu entendia, já que as duas eram orfãs e a irmã era tudo que Esmeralda tinha.
-Magia meu caro. Há feitiços que podem ajudar a nos manterem conservadas, no minimo um pouco, por alguns anos a mais. -Ela sorriu. -Minha irmã foi tirada de seu descanso, por mais que talvez isso não fosse da vontade dela, eu preciso da sua ajudar senhor Cullen. Algumas das minhas meninas foram contaminadas com um gás venenoso que Clarisse lançou na hora em que roubou os ossos da Eva e por isso ela não podem me acompanhar, e eu não posso fazer isso sozinha...
O que eu diria a ela? Eu não sabia o que lhe responder, Eva já não era mais um problema meu a mais de um século, porém eu podia ver que ela não tinha com quem mais contar.
-E as outras bruxas? -Perguntei. -Sim, porque deve haver mais bruxas no mundo...
-Todas estão assustadas...a alma da Eva pode ser distorcida por um feitiço de Clarisse assim que ela a reviver, não podemos arriscar os covéns, mesmo com poderes, ainda somos mortais. Vocês vampiros tem a imortalidade ao seu lado, por isso eu vim pedir isso ao senhor. -Tive concordar com seu ponto de vista. Mas só o fato de que eu poderia me encontrar com Eva novamente deixava minha cabeça em um turbilhão de pensamentos. -Uma sacerdotisa bruxa só nasce a cada 500 anos, e Eva foi a ultima, por isso o poder dela tem não pode ser comparado ao poder de uma bruxa comum.
Senti o cheiro de Esme descendo as escadas rapidamente e deslumbrante, com uma saia em cima do joelho cinza e uma blusa de babados azul. Seus cabelos caiam como cascatas castanhas avermelhadas sobre seus ombros.
-Querido as crianças não vão poder ir para a escola hoje, olha só esse sol. -Ela falou enquanto observava o que parecia ser um de seus bordados do clube de costura, nem notava a visita em nossa sala. Até que ela levantou a cabeça para olhar pra mim e notou a senhora Sinclair sentada a minha frente. -Oh...desculpe-me, eu não sabia que você tinha visita...
-Idêntica. -Comentou Esmeralda. -Agora sei por que ela deve ser sua esposa...
-Não é isso que a senhora está pensando senhora Sinclair, eu lhe garanto. Embora as faces sejam semelhantes, Esme não tem nada a mais parecido com Eva. -Eu respondi com um sorriso calmo.
-Não é só o rosto dela. Essa vitalidade, essa energia espiritual que vem dela...posso está enganada mas sua esposa tem um poder espiritual muito grande. -Ela me respondeu sem tirar os olhos de Esme. -Diga-me senhora Cullen, em que ano a senhora nasceu?
Esme me olhou sem entender nada, embora eu também não entendesse onde Esmeralda queria chegar.
-Em 1901...-Minha esposa respondeu.
-Exatos 50 anos! -Esmeralda respondeu com um ar de esperança, de quem vê luz no fim do túnel. -Minha irmã morreu em 1851, são 50 anos antes de você nascer senhora Cullen. E a sua aparência...me deixam com um palpite que só poderei comprova-lo se você chegar mais perto de mim.
-Oque? -Esme perguntou. -Oque está acontecendo?
-Apenas venha querida, seu marido lhe contara tudo em breve. -Não me coloca eu maus lençóis Esmeralda, não coloca em maus lençóis! Eu nem tenho ideia de como contarei essa historia a Esme, sendo que ela acha que eu tinha falado de todas as minhas namoradas para ela nesses anos de casados.
Esme começou a se aproximar da senhora e Esmeralda se levantou, apoiando-se na bengala prateada. Até que minha esposa ficou em sua frente, ainda relutante já que não estava entendendo aquela situação. Eu apenas observava, Esmeralda colocou a mão no rosto de Esme e sorriu.
-Tão bela...congelada na melhor idade, quase na mesma idade em que minha irmã morreu...-A senhora Sinclair falou. -Mas para que eu possa tirar minhas conclusões sobre isso tudo, a senhora vai me desculpar mas vai entender depois...eu preciso fazer isso.
Ela enfiou a mão com toda a força entre os seios de Esme, quase que próximo ao coração!
-O que? -Me levantei rapidamente. -PARE COM ISSO! -Gritei enquanto Esme gemia de dor, provavelmente aquilo deveria esta doendo muito, quando eu ia colocar a mão sobre a mão de Esmeralda, ela falou:
-Não me toque. Se me tocar, vai levar um choque que o deixara desacordado por horas. Eu já vou terminar...mas preciso de uma coisa.
-C-Carlisle...-Esme me chamou e nesse momento Esmeralda retirou sua mão, que estava fechada. Segurei minha esposa pois ela cairia no chão com tamanha dor.
-O que você fez? A senhora enlouqueceu? Atacar minha mulher dentro da minha própria casa! -Rugir para ela e ela me encarrou com um olhar cansativo.
-Senhor Cullen...permita-me que eu repare isso. -Ela se abaixou ao lado de Esme e aproximou seu rosto do local onde perfurou com a mão e assoprou. Do nada Esme abriu os olhos e me olhou.
-Não está mais doendo...-Ela respondeu e eu arregalei os olhos.
-Claro que não está, eu lhe curei. Jamais a deixaria agonizando. Porém eu só queria isto. -Esmeralda abriu a mão e mostrou um medalhão, com um uma pedra enorme de safira no centro, rodeada por ouro e com algumas coisas escritas ao redor.
-M-Mas o que é isso? -Perguntei surpreso.
Como? Ela tirou aquilo de dentro da Esme?
-Isso é o medalhão de safira, estava na minha família a gerações e pertencia a minha irmã. Antes de morrer, ela me pediu que ele fosse queimado com os seus restos mortais e assim fizemos...-Ela nos fitou. -Essa era a prova que eu queria senhor Cullen...a sua esposa é a reencarnação da Eva.
