N/A: Os Personagens dessa estória não me pertencem. (exceto os originais.) Alguns personagens podem ter mudanças em suas personalidades. A estória a seguir possui cenas de violência e sexo, se não fica confortável lendo esse tipo de conteúdo, por favor não leia.
N/A²: Vai ter agarração sim! E se acharem ruim vai ter agarração nos próximos capítulos. Obrigado por lerem! fico feliz que estão gostando! ( hahahaha feliz feliz feliz) e não esqueçam de xingar nos comentários. ( Ah! provavelmente terá uma versão em inglês! \o/ aceito ajuda na tradução! rsrsrsrs )
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Fitz sorria diante da maestria que a mulher sentada em seu colo exibia, os dentes de Liv brincaram no lóbulo de sua orelha, um calor subia pelo corpo de ambos apenas pela antecipação do que viria a seguir.
Liv escorregou lentamente para baixo sob o olhar atento do presidente que sorria, seu olhar devorador, profundo em desejo. Ela deslizou ambas as mãos sobre as coxas dele, fazendo questão de deixar as unhas pintadas de vermelho arranhar.
Olivia subiu as mãos e as passou por cima da ereção proeminente no tecido e Fitz entreabriu os lábios em busca do ar, seu coração batia descompassado diante do desejo que era transpassado pelo olhar de Olivia, ele procurava entender qual seria o próximo passo e já imaginava que ela o surpreenderia, esse era o forte dela.
Seu gênio forte e determinado a levara a estar ali, ajoelhada entre suas pernas com um olhar selvagem e cheio de más intenções. Ele sabia o que aconteceria até o fim daquela viagem, ele tinha certeza que estaria dentro dela.
Os dedos ágeis de Liv desafivelaram o cinto dele com segurança, ela abriu o botão e então deslizou o zíper, o único barulho ali naquele pequeno espaço era a respiração de ambos e o zíper sendo aberto, nem o barulho da turbina os tirava daquele momento.
Liv subiu a camisa social que estava por dentro da calça, deslizou suas mãos por dentro da mesma e seus dedos subiram e ela não pôde deixar de sentir uma palpitação quando sentira o contato de seus dedos passarem pelos montes formados pelos músculos rijos do abdômen, Liv arranhou ao voltar com a mão para baixo e Fitz vincou a sobrancelha enquanto um sorriso cheio de vontade brilhou em seu rosto.
Liv passou os dedos pela borda da cueca e mordeu o lábio inferior, ela acariciou o membro ereto por cima do tecido da cueca do presidente com as unhas de maneira leve e lenta, quase uma tortura para o presidente.
Ela não deixaria por menos, pois se lembrava de como Fitz a levara à loucura antes da entrevista dada por eles, e se lembrava de como adorou estar tão vulnerável e exposta sem nem mesmo tirar suas roupas.
Ela queria fazê-lo sentir o mesmo. E faria.
Liv o deixaria impactado a ponto de que nenhuma outra mulher conseguiria superá-la por um bom tempo, seria algo que o faria sentir a falta dela quando a mulher estivesse minimamente longe. E isso não era porque Liv se achava melhor do que as outras mulheres, mas sim porque quando fazia as coisas, fazia com maestria, buscando dar sempre o melhor de si e não importava a circunstância. Fosse estudando, trabalhando, ou causando um orgasmo no presidente dos Estados Unidos da América.
— Lembra daquela tortura antes da entrevista? — Liv perguntou e Fitz a olhava atônito, esperando pelo que ela diria a seguir, ele acariciou os cabelos dela de forma selvagem enquanto assentiu. — Pois agora você provará do próprio veneno, Fitz.
— Jura, Olivia? E como fará isso? Estou bastante curioso para saber mais sobre a sua performance — Fitz falou, seu tom era presunçoso e fez com que Liv quisesse se empenhar muito mais.
— Eu adoraria falar, senhor presidente. Mas acho que prefiro ocupar minha boca de outra maneira — o sorriso que surgiu nos lábios de Liv fez as sobrancelhas de Fitz se levantar, ele sentia sua ereção cada vez mais dura e não aguentava mais ficar daquele jeito por perto de Olivia sem fodê-la como desejara desde o minuto em que pusera seus olhos sobre a mulher que parecia indomável à primeira vista, mas que agora se encontrava ajoelhada entre suas pernas.
Liv abaixou a cueca dele um pouco, o suficiente para que o pênis ereto do presidente saltasse para fora, o movimento fez com que Fitz resmungasse, mas nada comparado ao som que saíra de seus lábios no momento seguinte, quando sentiu os dedos longilíneos de Liv envolvessem sua ereção.
Liv sentiu sua intimidade umedecer assim que vira o membro dele, só conseguia imaginá-lo dentro de si, levando-a à completa loucura. Ela tomou o ar, mordeu os lábios desejosa de sentir o gosto daquele homem que estava ali totalmente suscetível ao seu toque.
A mulher o acariciou de forma lenta, subia e descia a mão masturbando-o de maneira quente e envolvente, os olhos dela estavam ligados aos olhos dele de forma profunda, criando uma conexão entre eles que os faziam estar em um mundo só deles.
— Você gosta, Fitz? — Liv perguntou e aproximou os lábios da cabeça do pênis dele, que tinha os lábios entreabertos em busca de ar, sua respiração estava pesada e seu peitoral subia e descia em ritmo descompassado. — Vê se gosta disso também.
Olivia colocou a língua para fora e passou pela glande do homem, circulando-a por inteira, enquanto que habilidosamente ela abaixou a calça do mesmo até os joelhos, e quando parou a carícia para terminar de descer as calças até os pés, ouviu um resmungo de reclamação.
— Ah, Liv. É assim que quer se vingar? Vamos ficar em um jogo eterno — Fitzgerald disse e Olivia sorriu.
— Eu nem comecei, Fitz — a mulher respondera simplesmente.
Em seguida, ela voltou a dar a atenção ao membro ereto de Fitz, passou a língua por toda a extensão do mesmo, de baixo para cima e então sugou a glande novamente, arrancando um gemido de Fitz que enfiou os dedos pelos cabelos de Olivia, bagunçando-os de forma selvagem.
Liv segurou o pênis de Fitz pela base e então lambeu toda a extensão do mesmo de forma lenta, enquanto seus olhos estavam cravados nos de Fitz que através do olhar suplicava para que a mulher continuasse aquela carícia tão deliciosa. Quando Olivia alcançou a cabeça do membro do presidente, sugou toda a ereção para dentro de sua boca, fazendo Fitz soltar um gemido gutural, quando voltou até o topo deixou um rastro de saliva por todo o caminho.
Fitz inflou as narinas e seus dedos apertaram gentilmente os sedosos fios de cabelos da mulher, Liv sorriu diante da reação dele. Sentia-se poderosa, sentia-se dona do momento e sabia que realmente era.
— Se estar dentro de você for tão bom quanto estar dentro dessa sua boquinha, estou com sorte — Fitz disse com a voz grave, pesada de tesão, porém o sorriso presunçoso ainda estava ali presente nos lábios avermelhados do homem.
Liv não esperou que ele voltasse a falar, voltou a sugar o membro e utilizou de sua mão para facilitar o movimento vai-e-vem, já que sabia ser impossível conseguir colocar tudo aquilo dentro de sua boca, ela tornou o movimento constante e Fitz não parava de olhar para a mulher que se empenhava com desejo que escorria pelos poros.
Ele sabia que Liv tinha todo o poder sobre ele naquele momento, era ela quem decidia se parava para torturá-lo, ou continuava até vê-lo de desfazer em sua boca. Mas ele não queria parar por ali, queria mais de Liv.
A língua quente de Liv acariciava-lhe com mais vontade a cada vez que Liv fazia sucção em sua ereção, e ele sentia que estava perto de atingir seu limite, pedindo assim que ela parasse um pouco, porém Olivia continuara e mais algumas chupadas depois, o gozo de Fitz saiu quente e irrefreável.
Alguns tremores tomaram conta do corpo do presidente, enquanto Liv aproveitava do gosto dele que escorria pela carne avermelhada ainda um pouco endurecida dele. Liv deslizou as mãos até alcançar a gravata frouxa de Fitz e o puxou para si, que logo respondeu o movimento dela, aproximando-se e beijando Liv, provando do próprio gosto.
— Porra! Você é a mulher mais safada e mais teimosa que já vi — Fitzgerald disse assim que afastou os lábios dos de Liv.
— Como? — Liv perguntou, em completa confusão.
— Você não deixou um pouco de mim para te foder, Liv — ele respondeu, então mordeu o lábio inferior da mulher antes de voltar a falar. — Agora vou ter que fazer até que eu esteja pronto para te foder — ele ergueu Liv, e se levantou junto com ela. Fitz empurrou Olivia para a mesinha em que estavam as taças e o balde de champanhe, fazendo com que ela se sentasse na mesma.
— O que você vai fazer? — ela perguntou em tom de curiosidade, enquanto suas mãos desatavam a gravata e abriam os botões da camisa de Fitzgerald, e ele se livrara dos sapatos e calças.
— Vou usar meu super poder. — Fitzgerald respondeu sem nenhum rodeio. Liv sentia estar cada vez mais molhada, mas não foi apenas ela que sentira o quanto estava excitada, pois logo sentira o dedo indicador de Fitz empurrando sua calcinha por dentro da saia que usava. O dedo dele deslizou pela intimidade dela, alastrando chamas e colocando sua carne ali em brasas. — Liv! Você me mata ao estar quente e úmida pedindo por mim, sabia?
As enormes mãos de Fitz circundaram a cintura de Liv e ela sentiu os dedos habilidosos dele deslizaram o zíper da saia, e em pouco tempo a saia fazia companhia para as outras roupas de Fitz no chão.
Olivia retirou a própria blusa enquanto Fitz assistia atento a cada movimento feito pela futura primeira-dama, e assim que ela se encontrava apenas com calcinha e sutiã, tratou de se livrar da peça que cobria os seios e quando os viu, soltou um suspiro de desejo.
— Eu imaginava que eles seriam lindos, mas isso, é mais do que eu poderia esperar. Você é maravilhosa — ele disse antes de levar a ponta da língua no mamilo entumescido de Liv que curvou a cabeça para trás, ela segurou a cabeça de Fitz enquanto sentia o homem sugando um seio, deixando o rastro de sua saliva pelo caminho, ante de ir para o outro. Enquanto sugava um dos seios de Liv, começou a acariciar o clitóris da mulher por cima do tecido fino da calcinha que ela usava. Olivia sentia-se desenrolando-se em um prazer tão forte que a fazia querer explodir em milhares de pedacinhos, mas quando a voz grossa e firme de Fitz voltou a soar foi que a fez querer que ele a fodesse de todas as formas possíveis — Eu vou te chupar bem gostoso, Liv. Mas eu quero que você assista com atenção enquanto minha língua desliza bem aqui — ele disse, e deslizou o dedo polegar por dentro da calcinha, passando-o com calma por toda a extensão da intimidade de Olivia. — Quero ouvir você gemer, tremer e me olhar enquanto eu faço você se derramar em minha boca. Eu quero, aliás, eu vou matar meu desejo de sentir o seu gosto, Liv.
— Eu faço questão de assistir. Quero ver sua língua me fodendo e me levando à loucura.
Fitz olhou para Liv com selvageria estampada em suas íris, ela sentiu os dedos de Fitz fazerem pressão no tecido da sua calcinha antes de ouvir o som do rasgo. Ela não precisou desviar os seus olhos do olhar penetrante do presidente para saber que sua calcinha estava destruída.
Liv fez menção de tirar as sandálias e ele fez um movimento negativo com a cabeça, e ela entendeu o recado e manteve as sandálias de salto alto. Fitz pegou uma pedra cristalina no balde de gelo e curvou-se sobre Liv, que tombou um pouco do seu corpo para trás. A língua de Fitz deslizou pela coxa da mulher, ele dava leves mordidas pelo caminho que trilhava, enquanto Liv assistia a tudo com ansiedade para que ele alcançasse logo o que tanto queria.
A pele da mulher se arrepiava a cada novo pedaço de pele que o gelo entre os lábios de Fitz atingia, passou a língua pela virilha dela e Liv fechou os olhos, esperando por sentir a língua gelada na sua intimidade exposta.
E quando o contato gelado da língua contra o quente da pele de Liv aconteceu, ela soltou um gemido desesperado, mas Fitz não repetiu o movimento e Liv abriu os olhos, em busca de Fitz que a olhava sorridente.
— Eu pedi que me olhasse enquanto te fodia com a minha língua, não pedi, minha delícia? — Fitz perguntou. — Não quero perder esse olhar de predadora que você carrega toda vez que está louca de tesão, só isso me faz querer meter em você até deixar você exausta.
Fitz pegou uma nova pedrinha de gelo e sugou a mesma, antes de deslizar a pedrinha que estava entre os dentes pela barriga de Olivia, até alcançar os lábios da parte que mais lhe interessava, ele usou os dedos médio e indicador para separá-los antes de deslizar sua língua por toda a extensão, depois voltou para o monte entumescido que ele sabia que causaria alvoroço na mulher.
Assim que o homem colocou pressão com sua língua sobre o clitóris de Liv, ela vincou a testa e soltou um gemido alto, logo depois mordeu o lábio com força, enquanto um turbilhão de prazer invadia-lhe o corpo e tomava conta do sangue que corria e queimava em suas veias.
Fitz demonstrava habilidade enquanto fazia movimentos com a língua, fazendo com que Olivia se remexesse sobre a mesa, rebolando e pedindo por mais. Ele parou um pouco, recebendo um resmungo de reclamação da mulher.
— Continue me olhando — ele pediu, sua voz rouca e sedutora. Liv reparou que aquele era provavelmente o momento mais erótico em que o vira na vida, o seu sonho nada se comparava à realidade. Estar ali sendo degustada pelos lábios, língua e toda a boca de Fitz ao vivo, era bem melhor. Os cabelos dele estavam desgrenhados, isso porque ela nem notara, mas os bagunçara por completo enquanto gemia ou tentava não gritar ao ser chupada de maneira tão feroz como estava sendo naquele momento.
Mas foi impossível não gritar quando, ainda olhando para os olhos profundos e expressivos do presidente, sentiu um dedo deslizando para cima e para baixo, encostando com uma pressão perfeita sobre o clitóris que causava um espasmo delicioso. O dedo médio parou na entrada quente e úmida antes de entrar devagar, de forma lenta e torturante. Uma tortura deliciosa.
Ele introduziu outro dedo e Liv gemeu alto novamente, a partir de então fora difícil para controlar os gemidos, pois Fitz começou a masturbar Liv de maneira rítmica, seus dedos entrando e saindo enquanto sua língua chupava o clitóris da mulher com gosto e uma febre incontida.
Os olhos dele ainda direcionados para ela que então havia se entregado ao tesão que a consumia, sua cabeça tombada para trás, e seus quadris rebolando de forma involuntária. O tesão dela aumentava cada vez mais, e ela sabia que se Fitz continuasse daquele jeito, ela acabaria gozando facilmente.
— Vai gozar para mim, gostosa? — Fitzgerald perguntou, e Liv assentiu.
— Vai ter que pedir por isso, senhor presidente — Liv demandou e ele sorriu torto.
— Goza para mim? Me deixe sentir o seu gosto? — Fitz pediu, seu tom suplicante. Seus dedos fizeram o velho truque dentro da intimidade quente de Liv, remexendo os dedos enquanto os penetrava com cada vez mais rapidez. Com os dedos que antes usara para separar os grandes lábios e voltou a alcançar o clitóris, voltou ao terminal de pontos nervosos e recomeçou a masturbá-la com intensidade.
Liv não precisou de muito, bastou apenas o vislumbre da colossal ereção para que ela saísse fora do sistema. Fitz notou o tesão contido no olhar dela voltado para seu membro ereto, pronto para investir com tudo em Olivia.
— Gosta do que vê? — Fitz perguntou e Olivia resmungou que sim, sua voz era um fiapo enquanto ela sentia à beira do orgasmo. O presidente se aproximou do ouvido de Olivia e disse com a voz rouca. — Eu estou de pau duro novamente por você em tempo recorde, Liv. Vê o que causa em mim? Agora goza para que eu possa dar a ele o que tanta deseja. Me deixe meter em você?
Foi o suficiente para que Liv se entregasse ao orgasmo incontrolável, que a fizera jogar o corpo de forma violenta para trás, Fitz não esperou que Liv nem mesmo se recuperasse. Assim que a viu gozando de forma tão deliciosa, voltou a chupar a entrada da intimidade de Liv com volúpia antes de puxar-lhe para de encontro a si, beijando-a de forma urgente, os dedos dele emaranhados nos cabelos dela de forma selvagem e Liv fazia o mesmo com os cabelos dele.
Fitz a puxou da mesa, fazendo com que Liv entrelaçasse as pernas em volta da cintura dele e a levou até um sofá creme de tamanho médio que havia ali naquela sala de estar. Ele se sentou na mesma e Liv colocou uma perna de cada lado de seu corpo.
Liv se ajeitou e posicionou a ereção dele na entrada de sua intimidade, deslizou um pouco da glande na entrada úmida, escorregando um pouco para dentro de si e retirou rapidamente de propósito. Fitz a segurava pelo couro cabeludo e o puxou. Liv repetiu o ato e ele soltou um resmungo, fazendo com que Olivia se sentisse vitoriosa por conseguir provocá-lo.
— Vai enfiar meu pau ou eu vou ter que fazer isso? Vai me matar desse jeito — Fitz falou, aliás, soou mais como uma súplica.
— E se eu rebolar um pouco assim — Olivia perguntou antes de sentir a dura ereção do presidente entrando em si, ela rebolou um pouco e saiu novamente.
— E se eu fizer assim? — Fitz perguntou antes de erguer um pouco do sofá creme e penetrar com força dentro da mulher que abriu os lábios e vincou a testa. Ele sibilou baixo de uma maneira sensual ao ouvir o gemido que escapara dos lábios de Liv.
— Aí você me mata — Liv falou de forma sussurrada, antes de começar a se remexer, subindo e descendo, cavalgando em um ritmo que foi aos poucos se tornando acelerado. Uma das mãos de Fitz estava na cintura dela e a outra segurava o couro cabeludo dela com firmeza.
Mantendo o ritmo, o membro do presidente entrava e saía, movendo-se de maneira deliciosa, ora rápido, ora devagar e aos poucos levava ambos ao delírio completo. Liv passou as unhas afiadas nos ombros de Fitzgerald que soltou um gemido rouco, logo depois ela entrelaçou as mãos no pescoço dele, agarrando com firmeza os curtos fios de cabelo de seu couro cabelo.
A essa altura Olivia não conseguia expressar nenhuma outra resposta que não fosse fechar os olhos e deixar os lábios entreabertos em busca do ar que parecia lhe ter sumido por completo. Era o que ela tanto queria que acontecia ali, eles estavam enfim consumando o ato que tanto desejaram.
E ela não queria pensar no que aconteceria depois. Ela queria focar no agora.
Focar no sexo fodidamente bom que estava fazendo o presidente, com o homem que seria seu marido em poucas semanas.
Fitz fez mais força em sua cintura, desceu ambas as mãos até as nádegas firmes de Liv, apertando-as com tanta força que ela sabia que as marcas dos dedos grandes de Fitz ficariam ali por dias. Quando Olivia subiu e desceu mais algumas vezes, Fitz sentia como se estivesse indo longe demais, ele gozaria naquele ritmo, e então tomou as rédeas da situação, subindo e descendo o corpo de Liv conforme um ritmo que não o faria se derramar dentro da mulher tão rapidamente.
Liv entendeu o recado e continuou no ritmo demandado por ele, e voltou a agarrar fios dos cabelos do couro cabeludo de Liv, puxando-os para trás, fazendo com que ela tombasse a cabeça junto com o movimento.
— Bem assim — Liv disse, sentindo a respiração pesada de Fitz de encontro aos seus seios, antes que ele segurasse um mamilo entre os dentes de forma delicada, a ponta da língua passando rapidamente sobre o mesmo, fazendo com que espasmos tomassem conta de Liv enquanto as peles de ambos se debatiam juntas, criando uma sinfonia perfeita.
Levando o braço ao redor da cintura de Liv, utilizou de sua força e a virou, fazendo com que ela ficasse de costas para ele, sem pestanejar rodeou os braços sobre os seios de Liv a puxou para si, puxou o cabelo dela para o lado e disse com a voz carregada de tesão bem perto do ouvido dela, um sussurro delicioso.
— Vou te levar de volta para a mesa, quero que curve seu corpo sobre ela. Vou te foder por trás — Liv resfolegou diante do comando sensual e soltou um gemido quando Fitz usou os dedos indicador e polegar para beliscar um de seus mamilos.
Liv não hesitou antes de ir até a pequena mesinha, se curvou sobre a mesma, seus seios ficando em contato com o material frio do qual era feita, mas ela nem teve tempo de se preocupar com isso, pois sentira a rigidez de Fitz na sua entrada antes de abrir caminho, e ele meter com toda força, arrancando um gemido alto de Olivia.
Ela desejara ser tomada por ele daquele jeito, seu sexo latejando ao receber a carne quente do presidente que friccionava contra sua própria carne de forma prazerosa, profundamente, e em várias maneiras. Os dedos longos de Fitz embrenharam pelos cabelos da mulher enquanto ele entrava e saía dela com desejo, ardência e o prazer absoluto.
Liv rebolou tentando sentir mais e mais daquilo que a tomava por completo, e Fitz puxou um pouco de seus cabelos, um riso curto escapou de seus lábios.
— Não sabia que gostava tanto de ser fodida assim nessa posição — Fitz falou, sua voz preenchida pela mais pura volúpia. — Me conta como gosta de ser fodida, Olivia. Prometo atender todos os seus desejos — ele prometeu, enquanto entrava e saía de Liv com uma velocidade constante. Liv tinha as mãos espalmadas sobre a mesa, sua cabeça agora estava tombada para trás, enquanto seus lábios estavam entreabertos, soltando lufadas pesadas de ar.
— Eu gosto de ver você sentindo prazer, senhor presidente. Se estiver satisfeito com o que vê, e sente, eu estarei encharcada e louca para que meta em mim de todas as maneiras possíveis — a voz de Liv saíra torpe de seus lábios, entre uma respiração cortada e outra. — Sinceramente, qualquer coisa que faça comigo me deixa louca. Se quer me satisfazer, simplesmente não pare de me foder.
Uma gosta de suor escorreu pela testa do presidente enquanto ele investia com cada vez mais intensidade, ele sabia que Liv gozaria de novo se ele a estimulasse no local certo. Fitz puxou Liv pelo couro cabeludo, colando ambos os corpos suados, ele virou o rosto de Liv para o lado e encontrou os lábios dela, deslizou sua língua para dentro da boca de Liv e chupou-a com desejo, sem parar de investir dentro e fora de Olivia.
— Você é a porra da mulher mais sexy em que eu já coloquei meus olhos — Fitz disse assim que separou seus lábios dos dela, deslizou uma mão até o ponto central de desejo, o monte entumescido do clitóris entre as pernas de Liv. Assim que ele pressionou a carne do local gentilmente, os gemidos de Liv aumentaram consideravelmente e não havia mais escapatória para a mulher, era como se ela estivesse na borda do orgasmo, e aquele toque fosse empurrão fatal.
E ela caiu sem medo no precipício, enquanto os choques de orgasmo se apoderavam de seu corpo, causando sensações indescritíveis através do mesmo, em reação ela forçava o movimento que Fitz fazia entrando e saindo, implorando para que ele continuasse a fricção que prolongava o delicioso orgasmo que tomava seu copo.
— Continue assim — ela suplicou com um fiapo de voz, enquanto se retorcia por inteira, curvando seu corpo cada vez mais contra o peitoral rígido de Fitz. Ela segurou na parte de trás do pescoço do presidente, ondas de tremor percorreram seu ventre, enquanto ele gemia freneticamente em seu ouvido, prolongando ainda mais o prazer.
Os gemidos intensos e brutos de Fitzgerald foram interrompidos por alguns milésimos de segundos antes que ele soltasse um tão alto quanto um rugido, espasmos tomaram conta de todo seu corpo, que tremeu enquanto soltava um jato denso dentro de Liv, derramando todo seu gozo.
Ele segurava a mulher pela cintura, uma de suas mãos espalmadas sobre a barriga dela e a outra sobre a mesinha, antes que cedessem ao impacto do que fizeram, Fitz dera dois passos para trás antes que ambos desabassem sobre o sofá creme do mesmo jeito que estavam, Liv se sentando no colo do presidente e encostando a parte de trás da cabeça em um dos ombros do presidente, enquanto seu peitoral subia e descia em ritmo forte e frenético.
Um minuto ou dois depois, quando Liv sentia sua respiração ainda desregulada começando a voltar ao normal, ela se virou, ficando de frente para o presidente. Ela o beijou deliciosamente, e quando se afastou, mordiscou o lábio inferior dele.
— Agora eu entendo que é injusto para a maioria das mulheres que se envolvem com você. Depois de sentirem isso, elas se sentem presas a você — Liv disse. — Afinal, como elas se afastariam?
— Elas não se afastam, sou eu que as obrigo a fazer isto — Fitz respondeu, poderia ser uma piada, mas Olivia sabia que ele estava falando sério.
— Ainda bem que sou mais forte do que isso — Liv disse segura, porém o que exalava por fora não era o que talvez sentisse por dentro. — Não é sexo quente e selvagem que me faz perder a cabeça por um homem. Me desculpe se não farei parte desse seu joguinho de atrair e descartar — Liv disse com um sorriso, dois dedos de Fitz deslizaram por sua coluna de cima a baixo enquanto ele sorria daquele seu jeito único.
— Essa nunca fora minha intenção — ele disse, dando de ombros. — Quer tomar um banho comigo?
— Vai me dar outro orgasmo? — ela perguntou sem pestanejar.
— Sem dúvidas — ele respondeu, puxando-a e mordendo o lábio inferior da mulher.
Eles se levantaram do sofá creme, começaram a juntar todas as peças de roupas e vesti-las com calma, afinal de contas, eles teriam que passar por outras pessoas importantes que trabalhavam no governo e não seria nada adequado que os vissem tão decompostos.
— Mais uma calcinha perdida — Liv resmungou e sorriu. — Acho que tem um fetiche secreto sobre isso, não é, Fitz? — ela perguntou e ele riu do tom usado por Olivia, lembrando-se da calcinha que ele tomara dela.
— O cheiro que sai de você me perturba, Liv. A culpa não é minha se ele impregna na sua peça intima e me obriga a querer arrancá-la do seu corpo para alcançar a fonte desse cheiro — ele disse e Liv sentiu sua intimidade apertando-se, era impossível ficar perto dele e não se retorcer de desejo. Ela tentou não imaginar como seria difícil se comportar com ele em público dali em diante.
Quando Liv estava vestida e ia em direção da porta da sala de estar, Fitz a puxou pelo braço, segurou-lhe o rosto e a encostou contra a parede antes de beijá-la, seus dedos embrenhando nos cabelos dela e transformando o beijo no afrodisíaco necessário para fazê-la desejar repetir tudo o que fizeram minutos antes.
Ele separou os lábios de ambos, sugando o inferior e quando Liv abriu os olhos, foi como se estivessem conectados, pois ele também abrira os olhos, suas íris Azuis penetrantes invadiram os olhos de Olivia.
— Com você é diferente. Você não é só mais um jogo para mim, Liv — ele disse antes de destrancar a porta e indicar para que ela fosse.
Ela saiu do local e encaminhou-se para onde se lembrava ser o quarto, mesmo sem ter certeza se estava mesmo indo pelo caminho certo. Estava perdida, completamente desnorteada e se sentia estranha, aquilo não era um bom sinal.
As palavras "Fora só sexo." dançavam em sua mente, mesmo depois de ter ouvido a última frase de Fitz, aliás, ela se perguntava porque ele dissera aquilo. O que diabos ele queria dizer com "diferente"? Qual era a diferença que Liv fazia? Seria o fato dela estar como uma aliada dele?
— Por favor, onde fica o quarto? — Liv perguntou, desistindo e se achando patética por ter se perdido dentro de um avião, mesmo este avião sendo enorme.
— Você está no caminho certo, senhorita. É bem ali, no fim do corredor, segunda porta à direita.
— Obrigada.
Olivia caminhou mais rápido e assim que chegou no quarto, se sentou na cama. Começando a retirar toda sua roupa novamente, indo em direção ao banheiro e se preparando para tirar todo o cheiro do presidente de seu corpo, quem sabe até tirasse as dúvidas impregnadas em sua mente. Porém, não tivera muito tempo para pensar sobre o assunto.
— Posso entrar? — a voz grave de Fitz soou através da divisória do banheiro e Liv abriu a mesma para receber o homem alto e forte que a fizera gemer de maneira fora do normal. Ela não se deixava levar por sexo, porque sabia que aquilo era algo que poderia ser quase como um ponto fraco de uma pessoa, mas com Fitz não sentia como se tivesse muito controle, e apesar de demonstrar ter muito, sentia-se entregue com facilidade bastando que ele estivesse ao redor dela.
Ela deveria se afastar enquanto podia, era o que a sua razão dizia, porém seu corpo pedia outra coisa.
— Deve — ela respondeu, antes de puxá-lo para si. Beijando com ardor, se entregando ao desejo que ligava-se como uma ignição potente em seu corpo. Ele girou o corpo da mulher, e então ambos estavam debaixo do jato quente da água do chuveiro, um gemido escapou dos lábios de Liv, o primeiro de muitos que ela dera debaixo do chuveiro antes de se desfazer várias e várias vezes com o homem que jogava sua razão para fora de si com a maior facilidade do mundo.
Restava saber se aquilo era bom ou não para ela.
