Adaptação da obra literária de Sarah McLean. Personagens de Stephenie Meyer.
CAPÍTULO QUINZE
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"Sempre foi você... Só queria que fosse qualquer outra pessoa."
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– Rosalie não merecia a sua censura.
Edward deu as costas para a grande janela com vista para o jardim dos fundos da Casa Cullen e fitou os olhos verdes do irmão gêmeo.
– Ela chamou o professor de dança de estúpido.
– Para ser justo, não estava completamente errada.
Thony atravessou o gabinete, oferecendo ao irmão um copo de uísque, que ele aceitou de bom grado. Os dois ficaram em silêncio perto da janela, olhando a luz do sol brincar nas folhas, manchando o luxuriante jardim verde de sombras.
Após um longo instante, Edward virou-se para Thony.
– Você a está defendendo?
– De jeito nenhum. Mas sua reação foi excessiva. Ela é mais delicada do que parece.
Edward deu um longo gole de uísque.
– Considerando-se o olhar ameaçador que me lançou, não tenho certeza se há algo de delicado nela.
– Quer me dizer o que o fez explodir?
– Não.
Thony afastou-se da janela, andando até uma poltrona grande perto da lareira. Depois que estava sentado, deu um longo gole e esperou. O olhar que Edward lançou para o irmão por cima do ombro faria um homem inferior fugir do aposento. Em vez disso, Thony se recostou na poltrona e disse:
– Parece que você perdeu a cabeça assim que me viu valsando com lady Isabella.
– Isso é bastante exagerado.
– Acho que não, Edward. Você aterrorizou o pianista, demitiu o instrutor de dança e fez sua irmã sair correndo da sala, sem falar na insinuação de que eu era menos do que um cavalheiro.
– Está dizendo que não estava flertando inapropriadamente com a dama?
O tom de Edward beirava a rabugice.
– Flertando? Sim. Inapropriadamente? Não.
Edward olhou de volta para o jardim. É claro que Thony não estava flertando inapropriadamente.
Conforme ficavam mais velhos, os gêmeos haviam tomado caminhos totalmente divergentes em sua tentativa de se livrar do fardo da mãe, que havia destruído tão completamente a reputação família. Enquanto Edward gostara de viver de acordo com as baixas expectativas da alta-roda no que dizia respeito à suas atitudes mulherengas, Anthony escapara delas por completo, passando quase uma década no continente, inteiramente imerso em seu trabalho com antiguidades. Sem dúvida, seu irmão tivera suas experiências com mulheres, mas Edward nunca vira Thony se ligar a uma delas publicamente por tempo o bastante para suscitar nem um pouquinho de fofoca. O resultado? As mulheres corriam atrás dos gêmeos, mas por razões radicalmente opostas. Edward era um notório libertino; Anthony era o perfeito cavalheiro.
– Na verdade, estávamos falando de você. – acrescentou Thony, extraindo um olhar de surpresa do irmão. Ele aproveitou a oportunidade para provar seu argumento. – Diga-me uma coisa: como é que lady Isabella sabe que você toca?
Houve uma pausa, enquanto Edward considerava a pergunta.
– Que eu toco o quê?
– Piano – respondeu Thony, como se estivesse falando com uma criança.
– Não sei.
Thony deu um suspiro profundo.
– Você pode evitar o assunto, mas é bastante óbvio, Edward. A única maneira pela qual ela poderia saber que você toca... ou que é um virtuoso, como ela disse... seria se tivesse testemunhado. E creio que nunca o vi tocar fora do seu quarto. Não é exatamente um hábito do qual marqueses andam por aí se vangloriando.
Thony fez silêncio, esperando que o irmão falasse. Como não obteve resposta, continuou:
– Então você a tomou como amante.
– Não. – A reação de Edward foi instantânea e ácida. Ele voltou-se para o irmão, os músculos tensos com uma violência mal contida. – Ela não é minha amante. E o próximo homem que especular sobre isso vai ter que me enfrentar em duelo. Não me importa quem seja.
A ameaça era clara.
Foi a vez de Anthony parecer surpreso. Ele piscou.
– Bem. Isso foi esclarecedor. Confesso que fico feliz em ouvir isso. Tinha esperanças de que ela não fosse abrir mão da honra com tanta facilidade.
Diante do olhar ameaçador do irmão, Thony continuou:
– Você compreende, é claro, que ela não é a típica mulher com quem tende a se envolver.
– Não estamos envolvidos.
– Não, claro que não. – Thony acenou indolentemente com a mão no ar e acrescentou, com ironia: – É bem comum você me atacar duas vezes no mesmo dia por causa de uma mulher.
– Estou tentando manter a reputação dela intacta. Lady Isabella está inextricavelmente entrelaçada a Rosalie. Não podemos nos arriscar a ter nenhuma fofoca sobre a nossa casa – argumentou Edward, tentando despistar o irmão.
– Você nunca se importou muito com reputação antes – escarneceu Thony.
– Nunca tive uma irmã antes.
Thony ergueu uma sobrancelha, descrente.
– Não acho que isso tenha a ver com Rose. Acho que tem a ver com lady Isabella. E acho que você está arriscando mais do que a reputação dela.
– Não precisa defender a honra dela para mim, Anthony. Você viu o olhar que ela me lançou antes de ir atrás de Rosalie. Não ficaria surpreso se aquela fosse a última vez que vi lady Isabella Swan.
– E você ficaria feliz com tal desdobramento?
– Certamente.
– Então não haveria problema se eu a cortejasse?
As palavras atingiram Edward como um golpe físico. Ele ficou tenso, estreitando os olhos enquanto avaliava a expressão divertida e sagaz do irmão.
– Vejo que haveria problemas. Curioso.
– Você está indo longe demais, Anthony.
– Provavelmente. Mas alguém tem que lembrá-lo da verdade.
– Que é...?
– Isabella Swan não é o seu tipo de mulher, Edward.
– E que tipo de mulher ela é?
– Do tipo que quer amor.
– Amor. – Edward cuspiu a palavra, frustrado que todos lhe dissessem isso. – Bella sabe que não deve acreditar em contos de fada. Não se chega à idade dela sem entender que o amor é uma fantasia.
– Bella, é? – perguntou Thony.
– Você tem sorte por eu não o derrubar agora mesmo – rosnou Edward.
– Hum – respondeu Thony, evasivo. Ele sustentou o olhar do irmão por um longo momento antes de se levantar e andar até a porta do aposento. Quando chegou a ela, virou-se. – Só me diga uma coisa. A verdade desta vez. Está interessado nela?
Sim.
– Não – escarneceu Edward. – O que diabo eu iria querer com uma criatura tão sem graça e sentimental? – Não tão sem graça, nem tão sentimental. Edward afastou o pensamento. – Algum dia já me viu correndo atrás de uma mulher como ela? Preciso dela pelo bem de Rosalie. Só isso. Não tenho culpa se me acha atraente.
Antonhy assentiu uma vez ao ouvir as palavras e puxou a porta, que estava entreaberta, para revelar Bella, de olhos arregalados e o rosto pálido. Se Edward tivesse menos controle sobre suas emoções, teria praguejado violentamente.
Era óbvio que ela havia escutado.
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Com os pensamentos a respeito de Rosalie esvaindo-se de sua mente por completo, Bella olhou de um irmão para o outro e abriu a boca para falar, achando que devia dizer alguma coisa. Mas não havia realmente mais nada a acrescentar, claro. Edward já dissera o que ela precisava ouvir.
Ela respirou fundo, as palavras dele parecendo ecoar à sua volta. O que diabo iria querer com uma criatura tão sem graça e sentimental? Bem. Pelo menos agora sabia a verdade. Certamente podia-se encontrar algum conforto nisso. Neste exato momento, nenhum, claro, mas... com certeza em algum ponto... em algum momento no futuro... A dor das palavras a tinha atingido como um golpe físico.
E então veio a raiva, subindo em ondas com uma tempestade violenta e bem-vinda. Tudo o que queria era revidar contra aquele homem arrogante, cheio de si, que estava muito longe de ser um cavalheiro.
– Bem – anunciou, o sarcasmo se infiltrando em seu tom, enquanto entrava pelo vão da porta para encarar Edward –, o senhor parece ter uma visão muito inflada de si mesmo, milorde.
Dois pares gêmeos de sobrancelhas pretas retintas se ergueram diante das palavras, e, apesar de não tirar os olhos do marquês, Bella pôde ouvir a tosse surpresa de Thony, seguida de:
– Creio que vou procurar Rosalie. Talvez esteja se saindo melhor do que meu outro irmão.
Apesar de Bella tê-lo ignorado sumariamente, ele saiu da sala com uma reverência profunda, fechando a porta atrás de si com um clique baixo. O som botou Bella em ação.
– Como ousa?
Edward andou na direção dela.
– Eu não queria...
Ela ergueu a mão para interromper suas palavras.
– O senhor arruinou a aula de dança da sua irmã, sem falar no restante da tarde.
Ele parou, surpreso com a mudança de tópico.
– Ela meio que arruinou a aula sozinha, não acha?
– Não, acho que o senhor a arruinou para ela. E para o restante de nós. – Bella se aprumou até ficar totalmente ereta, endireitando os ombros. – E eu agradeceria se se lembrasse que, já que precisa de mim pelo bem de Rosalie, seria bom ficar longe de nossas aulas antes que faça picadinho de mais alguma.
Ele piscou diante das palavras gélidas, antes de acrescentar, com frieza:
– A senhorita parecia estar se divertindo.
Ela ergueu o queixo, desafiadora.
– Para falar a verdade, estava e muito. Uma pena que a tarde tenha acabado tão abruptamente. – Ela o encarou com o nariz empertigado por um longo instante antes de dar meia-volta para sair da sala. Seus dedos mal haviam tocado na maçaneta, quando se voltou. – O senhor deve desculpas à sua irmã.
Ele desdenhou:
– Pelo quê?
– Ela é jovem, lorde Cullen, uma moça que se sente sozinha e morre de medo de decepcioná-lo. Pode dizer o que quiser a meu respeito, não me importo, mas tente se lembrar de que sua irmã é delicada. E precisa muito do senhor.
– Não sou um monstro.
Ela sorriu sem que a expressão chegasse aos seus olhos.
– Não. Claro que não.
Edward teve a distinta impressão de que ela não necessariamente acreditava nas palavras.
Bella se virou de volta para a porta, tornando a sair, e ele falou, as palavras atravessando o aposento:
– Ele é um item na sua lista?
– Como disse? – perguntou ela, rigidamente, virando-se com todo o desdém de uma rainha.
Ele continuou, como se estivesse falando com uma parva:
– Anthony, Bella. Meu irmão. Ele é um item da sua lista? Número três: conquistar Masen?
Os olhos de Bella se arregalaram.
– Acha que coloquei o seu irmão na minha lista?
– É exatamente o que acho. – Os olhos dele brilharam com uma emoção mal contida que ela não conseguia identificar. – Colocou?
Bella não pôde conter a gargalhada que saiu sonora diante da pergunta ridícula.
– Não, lorde Cullen, não coloquei. E lhe garanto que, se houvesse uma conquista na minha lista, não seria o seu irmão.
– Quem seria?
Contrariando meu bom senso, seria você, seu paspalho.
– Esta conversa acabou para mim.
Bella se virou de volta para a porta. E então ele estava ao lado dela, agarrando sua mão com firmeza, girando-a na direção dele, o calor morno de sua pele provocando um choque que Bella lutou para ignorar.
– Para mim, não.
– Lorde Cullen – anunciou Bella, os olhos brilhando com uma raiva desenfreada –, o senhor parece estar agindo sob o equívoco de que estou em dívida com o senhor. Permita-me que o corrija. Pode dar ordens aos seus criados e à sua família como bem quiser, mas eu me incluo em outra categoria. E apesar de poder ser uma criatura sem graça, sentimental e passiva, não vou mais receber ordens suas. Estou indo embora.
Edward recuou diante da ira dela.
– Nunca a chamei de passiva. Não há nada de passivo na senhorita.
Com um puxão, ela soltou a mão das garras dele, fitando-o tão intensamente que, por um momento fugaz, Edward pensou que poderia atacá-lo. Quando deu meia-volta e esticou a mão para a porta, ele chapou a palma contra o mogno frio, bloqueando sua saída.
– A senhorita pode não ser minha criada ou da minha família, lady Isabella, mas temos um acordo.
Ela gelou diante das palavras, o olhar fixo na mão dele espalmada sobre a porta.
– Cumpri a minha parte do trato.
– O comportamento de Rosalie esta tarde indica outra coisa.
– Ora, por favor – desdenhou Bella. – Nós dois sabemos que ela está pronta.
– Não sei de nada disso. Quem vai julgar a preparação dela sou eu.
– Não combinamos isso quando discutimos os termos do acordo.
– Nem deixamos de combinar. Estou decidindo agora. A senhorita recebeu o que pediu. Ou se esqueceu?
As palavras fizeram um arrepio percorrer a coluna dela. Edward estava de pé atrás de Bella, e ela podia sentir o beijo morno de sua respiração no pescoço nu, enviando uma onda de calor por seu corpo.
– Não me esqueci.
A resposta veio sem ser solicitada, e ela fechou os olhos.
Ele pousou uma das mãos em seu braço e, quase sem fazer pressão, virou-a de frente para ele. Quando fitou os olhos dela, a raiva que estivera ali fora embora, substituída por algo muito mais complexo.
– Nem eu, milady. E não foi por falta de tentativa.
Antes que Bella pudesse começar a refletir sobre o significado daquilo, ele colocou a boca na dela, privando-a da habilidade de pensar.
– Tentei esquecer aquele beijo... e o passeio de carruagem... e o clube de esgrima... mas a senhorita parece ter se instalado... na minha memória.
Enquanto falava, entre beijos longos e entorpecentes que consumiam os sentidos dela, ele guiou Bella para o outro lado do gabinete, até uma grande poltrona perto da lareira. Ajoelhando-se na frente dela, segurou seu rosto com a mão forte e quente e a fitou nos olhos com uma expressão intensa. Balançando a cabeça como se não conseguisse entender direito o que o havia tomado, beijou-a de novo, rosnando baixo no fundo da garganta. As mãos dela encontraram o caminho para dentro de seu cabelo farto e escuro, enquanto ele prendia seu lábio inferior com os dentes, mordiscando e lambendo até ela achar que poderia morrer com a intensidade da sensação. Bella gemeu e ele recompensou o som, aprofundando o beijo, dando-lhe tudo o que desejava.
Então o interrompeu, e uma de suas mãos achou o caminho por baixo das saias dela, acariciando a parte interna de sua coxa. Ele a ajeitou contra seu corpo, passando os lábios por sua bochecha até a curva da orelha, chupando, mordiscando e lambendo enquanto falava, as palavras escandalosas mais uma carícia do que um som.
– Uma pele tão macia... – disse, enquanto seus dedos brincavam pelo interior das coxas dela, deixando-a louca de desejo, o calor se empoçando em sua junção. – Fiquei pensando em como seria aqui... – Ele se virou para ter melhor acesso à pele no alto das coxas dela, tão perto do lugar onde ela mais o queria. – Agora que sei... vou ficar consumido por pensamentos sobre como será a sensação dessa pele macia e adorável contra mim...
Ele deu um beijo suave e cheio de luxúria no pescoço de Bella, os dedos subindo cada vez mais perto do centro dela.
Levando as mãos ansiosas ao peito e aos ombros dele, Bella suspirou, contorcendo-se contra Edward, desesperada por seu toque naquele lugar secreto e escuro que só viera a compreender recentemente. Ele sorriu contra o pescoço dela, afastando-se deliberadamente, correndo os dedos de leve pelas pernas dela. Distanciou-se mais e ela abriu os olhos.
– Não vou a lugar nenhum, Imperatriz – falou, com um sorriso malicioso. – Só quero olhar melhor.
Antes que ela pudesse compreender inteiramente o significado de suas palavras e tentasse se levantar, ele já havia erguido suas saias ainda mais alto.
– Não... – pediu, envergonhada com a ideia de que Edward pudesse querer ver um lugar tão íntimo.
Ele esticou o braço, passando uma das mãos por trás do pescoço dela e puxando-a em sua direção para um beijo arrebatador. Quando Bella relaxou, Edward a liberou da carícia e falou:
– Ah, sim, Imperatriz.
Ele empurrou as saias dela para o alto de suas pernas e abriu suavemente suas coxas de novo, passando as mãos fortes e experientes pela pele ali.
– Tão lisa e macia – murmurou, dando beijos macios e molhados na parte de dentro de um joelho e seguindo uma trilha quente e maliciosa pela perna, convencendo-a a se abrir mais.
Bella fechou os olhos para a visão dele se movendo tão pecaminosamente contra ela, mas não pôde deixar de fazer o que pedia. Estava inteiramente sob o controle dele, uma vítima de seu ataque apaixonado.
Quando Edward chegou à junção de suas coxas, recuou para admirar os cachos escuros e brilhantes que protegiam seu sexo. Roçando os dedos de leve na penugem macia, provocou um choque de sensações nela. Seus olhos se abriram e encontraram os dele, por entre pálpebras pesadas. Edward falou, a voz percorrendo-a, enquanto seus dedos brincavam na entrada:
– Imaginei este momento, tarde da noite, na privacidade do meu quarto. Pensei em você assim, aberta para mim... inteiramente minha.
As palavras provocaram uma onda de calor pelo corpo dela.
– Imaginei tocá-la assim... abri-la, acariciá-la...
Enquanto falava, suas ações espelhavam suas palavras, abrindo as dobras delicadas do seu sexo, esfregando seu calor molhado. Bella arfou com a sensação, erguendo os quadris na direção dele, silenciosamente implorando por mais. Ele circundou a protuberância firme do sexo dela suavemente com a ponta do dedo e observou a onda de sensação que a percorreu.
Bella se moveu na direção dele de novo, mas desta vez ele afastou as mãos... do lugar onde o mundo parecia começar e terminar, e ela gemeu em desaprovação. Por um instante, achou que ele pararia ali, mas em vez disso Edward levou os lábios ao ponto em que as coxas e o torso dela se encontravam.
Quando ergueu a cabeça do beijo, ele disse:
– Você se toca, linda? – E passou o dedo pelo calor molhado dela.
Bella fechou os olhos com força diante da pergunta... não podia falar... não podia responder... não podia olhar em seus olhos, escuros com a paixão contida. Mas ele não permitiria que ela fugisse.
– Imperatriz. – O apelido a persuadiu, enquanto um único dedo brincava em sua entrada. – Responda. Você se toca?
As palavras mal eram um sussurro, um som suculento e lascivo ao qual ela não tinha como responder. Ao qual ela não tinha como não responder.
Assentiu, mordendo o lábio com um pequeno ganido, a cor tomando seu rosto em uma mistura de paixão e vergonha, enquanto os dentes brancos dele brilhavam e seus dedos retomavam as carícias enlouquecedoras.
– Aqui? – A palavra foi mais um hálito do que um som, roçando a pele sensível das coxas dela enquanto ele inseria um dedo mais fundo e colocava polegar no lugar apertado que a incendiava. – Você se toca aqui?
Ela arfou sua resposta.
– Sim!
Um segundo dedo se juntou ao primeiro, esfregando contra o âmago dela, enviando raios de prazer por seu corpo – que não era mais dela para controlar. Era dele. Como ela sempre soubera.
– No que pensa quando se toca aqui? – As palavras foram ditas contra a pele dela enquanto ele a beijava indo em direção ao lugar onde as mãos dele a privavam de pensamentos.
Bella mordeu o lábio – ela não podia dizer a ele, não podia responder. Ele plantou um beijo de leve em sua barriga arredondada, erguendo os olhos para ela.
– Imperatriz...
O tom era aliciador, fazendo-a não querer nada além de lhe contar qualquer coisa, tudo.
Os dedos dele sondaram fundo, estocando e se esfregando contra ela, o polegar circundando o pequeno botão de fogo que fazia seu sangue correr mais rápido. Bella se arqueou na direção dele, ansiosa por mais, quando os dedos recuaram. Abrindo mais as pernas, ela gemeu diante da ausência dele, só para arfar quando ele soprou os pelos macios que cobriam seu monte, expulsando todos os pensamentos coerentes de sua cabeça.
– Linda...
O tom era indolente; se não fosse pela respiração ofegante, Bella teria achado que estava insensível diante da situação.
Seus polegares separaram as dobras que protegiam o âmago dela e, por um momento, ela lutou, envergonhada pelas ações dele, mortificada por seu interesse, enquanto ele corria o olhar pelo corpo dela até encontrar seu rosto – os olhos verdes penetrantes contendo uma promessa que ela não entendia inteiramente, mas pela qual estava desesperada.
– Bella...
A respiração dele atingiu o âmago dela, quente e intensa.
– Eu...
Faltaram-lhe as palavras, enquanto ele soprava firmemente nela, um fluxo frio de ar provocando o lugar exato em que seu prazer parecia se concentrar. Ela arfou. Edward a estava matando aos poucos.
– No que você pensa quando se toca?
Não podia aguentar.
– Em você.
A palavra terminou em um grito, quando a boca dele a recompensou por sua sinceridade. A sensação virou Bella do avesso. Suas mãos mergulharam no cabelo dele enquanto a língua a esfregava, lambendo a pele macia e úmida de seus lábios internos, provando seu calor molhado com minúsculos movimentos circulares que ameaçavam privá-la de ar e sanidade. Ela suspirou com o prazer que ele extraía, levantando contra ele, pedindo ousadamente por mais, mesmo diante da vergonha que sentia.
Quando a língua dele encontrou a protuberância inchada e dolorida no centro dela e a circundou com firmeza, enviando uma onda de prazer por seu corpo, Bella gritou seu nome e agarrou seus ombros, em uma tentativa de afastá-lo e ao mesmo tempo se erguer na direção dele. Em resposta, ele segurou os quadris dela com firmeza, imobilizando-a enquanto fechava bem os lábios em volta de seu lugar secreto e chupava, levando-a à beira do prazer com a boca luxuriante e experiente.
– Não... – Bella ofegou, balançando a cabeça contra a sensação poderosa que a percorria. – Edward... pare... eu não...
Ele a ignorou, lambendo com mais firmeza, chupando mais fundo, movendo uma das mãos para enfiar um dedo experiente nela e induzir mais de sua chuva doce. E então, como se soubesse exatamente o que o corpo dela precisava, começou a se mexer mais rápido, os dedos e a língua em perfeito uníssono, expulsando todos os pensamentos racionais e trazendo consigo uma onda de paixão e prazer incomensuráveis. Quando ela achou que não podia mais aguentar, a onda formou uma crista e Bella se despedaçou, incapaz de fazer outra coisa que não se entregar à sensação, pulsando contra ele, gritando seu nome enquanto o mundo desmoronava em volta dela.
A boca ficou mais suave contra seu corpo, os dedos pararam de se mexer, à medida que ela recobrava a consciência do dia, do aposento. Ele levantou a cabeça, observando-a intensamente conforme ela abria os olhos e encontrava os dele, cheios de paixão, satisfação e mais alguma coisa que ela não conseguia identificar. Esticando-se na direção dela, ele tomou sua boca com uma intensidade sombria que Bella não reconheceu; o beijo parecia mais um ferro em brasa do que uma carícia.
Afastando-se, ele falou, a voz áspera:
– Você me quer.
As palavras penetraram a névoa de emoções que a havia consumido e ela enrijeceu na mesma hora. Com vívida clareza, reconheceu seu significado. Não tinha sido paixão que o levara a fazer amor com ela em seu gabinete em plena luz do dia, mas sim uma necessidade de provar a si mesmo e sua maestria.
Aquilo não passava de uma competição: ela não era nada além de um prêmio a ser conquistado. Ele não a queria... é claro que não. Era sem graça e sentimental.
O pensamento causou um arrepio cruel e Bella entrou em ação, empurrando-o com toda a força, desequilibrando-o, subitamente desesperada para se afastar daquela boca, daquelas mãos, daquele calor. Ficou de pé e arrumou as saias, apressada, enquanto passava atabalhoada por ele e corria na direção da porta da sala, colocando alguma distância entre os dois.
– Bella... – chamou Edward, levantando-se e seguindo-a.
Ela virou-se ao ouvir seu nome e, surpresa ao vê-lo tão perto, esticou a mão como se pudesse impedi-lo de se aproximar mais. Como se pudesse impedi-lo de entranhar-se fundo em seu coração. Como se não fosse tarde demais para isso.
O cabelo despenteado, a gravata desamarrada, o colete desabotoado, cada centímetro de Edward era o retrato da devassidão. Naquele momento, não havia dúvidas de que Edward Masen, marquês de Cullen, era um libertino do mais alto calibre. Provavelmente tivera esse mesmo interlúdio com inúmeras outras mulheres – provavelmente para provar o mesmo ponto. Bella balançou a cabeça, decepcionada consigo mesma. Era óbvio que não significava nada para ele.
Como podia não ter visto isso?
Porque não queria ver. Você é Selene. Condenada a amar um mortal em sono eterno. Fechou os olhos diante do pensamento, segurando as lágrimas. Pelo menos até estar fora da sala. Fora da casa dele.
Ele levantou uma sobrancelha arrogante, a respiração áspera ecoando ao redor deles.
– Você nega?
A mágoa se assomou, e ela não podia mais escondê-la. Quando falou, sua voz saiu em um sussurro:
– Não, não nego. Sempre foi você. – Ela o viu reagir às palavras, o viu registrar a verdade nelas. E então disse: – Só queria que fosse qualquer outra pessoa.
E, com isso, virou-se e – que se dane o orgulho – fugiu.
Edward a observou ir embora, imóvel. Quando ouviu a porta principal da casa se fechar, sinalizando sua saída, quis jogar algo contra a parede e praguejou alto, o som violento ecoando pela sala.
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Muito mais tarde no mesmo dia, estava sentado ao piano, esforçando-se para que o instrumento realizasse a tarefa que havia cumprido durante toda a sua vida – ajudá-lo a esquecer. Tocava com vigor – com uma força que tirava um som descontrolado do instrumento. As notas vinham rápidas e furiosas, os dedos voando pelas teclas, enquanto ele fechava os olhos e esperava que a música tirasse Bella de sua cabeça. Sempre foi você.
A melodia o envolveu, sombria e virulenta, ferroando seus sentidos, enquanto ele se demorava nas teclas com registro mais grave, despejando a emoção em sua performance. O som, dolorido e lírico, o punia, lembrando-o sem parar da expressão de Bella, tão magoada, tão triste, logo antes de fugir da casa. Antes de fugir dele.
Só queria que fosse qualquer outra pessoa.
Ele praguejou e o som foi engolido pelo piano. Mas a frieza da resposta – tão merecida – o deixara consumido pelo desejo de possuí-la. De marcá-la como sua.
Edward a empurrara aos limites da consciência de si mesma, de seu corpo, de suas emoções. Sabia o que estava fazendo, percebera que estava indo longe demais. Mas não poderia ter parado nem se quisesse. Ficara tão envolvido no momento quanto ela. O rei em pessoa poderia ter entrado no gabinete e ele teria que se esforçar para parar.
A verdade disso o chocou, e seus dedos se detiveram nas teclas do piano. Balançou a cabeça, como se pudesse livrá-la da lembrança dela. O que havia naquela mulher sem graça e modesta que nunca notara antes? Não havia nada de sem graça ou modesto a respeito dela agora.
E Edward se odiou por descrevê-la assim.
Não... Lady Isabella Swan estava se desenvolvendo de uma maneira espetacular – totalmente nova e inteiramente diferente de todas as mulheres que conhecera. E era a combinação inebriante de curiosidade inocente e desejo feminino que o havia induzido a se comportar como havia se comportado.
Ele a queria. Visceralmente. De uma maneira que nunca quisera uma mulher antes dela.
E não podia tê-la, claro.
Thony tinha razão: Bella queria amor. Edward soubera disso desde o início – ela não escondia sua crença no poder da emoção, sua fé inabalável nisso. Ele parou de tocar, imaginando como seria acreditar tanto no poder do amor em fazer o bem. Em trazer felicidade. Balançou a cabeça, curvando-se por cima das teclas do piano. Nunca vira esse lado do amor. Só vira a dor que ele causava, a devastação esmagadora que vinha quando era rescindido. Uma lembrança então surgiu, de seu pai declarando amor eterno pela mulher. Uma mulher que abandonou seus deveres como esposa e mãe sem jamais olhar para trás. Duas vezes.
Amor eterno não existia.
Praguejou alto. Podia não concordar com a avaliação que Bella fazia do amor, mas isso não significava que tinha o direito de tratá-la tão injustamente. Não negava o prazer que havia sentido com ela em seus braços naquela tarde, mas admitia que seu comportamento era inaceitável. Ela merecia infinitamente mais.
Iria pedir desculpas. Mesmo que não se arrependesse em nada de seus atos.
Continuou a tocar, as notas ficando mais lentas, mais contemplativas, refletindo o temperamento do pianista.
Minutos depois, uma batida soou e Edward parou de tocar, virando-se no banco do piano para ficar de frente para a porta. Por um breve instante, imaginou se seria possível que Bella tivesse retornado, que fosse ela do outro lado da porta, esperando que ele permitisse sua entrada.
– Entre.
A porta se abriu e ele fitou a silhueta feminina nas luzes claras do corredor atrás de si. Sua irmã. Parecia estar sendo cercado por mulheres a quem devia desculpas.
– Rosalie, entre. – Ele se levantou, esticando a mão para uma caixa de fósforos e acendendo depressa um candelabro. Por fim, acenou para ela na direção de uma poltrona perto da grande lareira do aposento. – Não percebi que havia ficado tão escuro.
– Está bem tarde – disse ela baixinho, tomando seu assento e esperando, enquanto ele acendia várias outras velas e se sentava na frente dela.
Quando abriu a boca para falar, seu irmão deteve suas palavras com a mão erguida.
– Por favor, permita que eu peça desculpas. – Os olhos dela se arregalaram, enquanto ele acrescentava: – Não devia ter perdido a cabeça.
Um sorriso apareceu.
– Parece que perder a cabeça é mais uma coisa que temos em comum, irmão.
Um dos cantos da boca dele subiu.
– Parece que sim.
Rosalie suspirou, relaxando em sua poltrona.
– Vim para fare la pace.
Edward esticou as pernas, recostando-se com um sorriso diante do italiano da irmã.
– Gostaria muito de fazer as pazes.
Ela estendeu um grande pacote embrulhado em papel pardo.
– Eu lhe trouxe um presente. Na Itália, é comum uma pessoa fazer um gesto de boa vontade a outra depois de uma discussão.
Ele aceitou o pacote.
– Aqui também é assim.
Rosalie abriu um sorriso largo.
– É bom saber que algumas coisas não mudam.
– Acho que você já teve mudanças suficientes nos últimos tempos.
Ela abaixou a cabeça.
– Como dizem. – E voltou o olhar para o pacote. – Não está curioso a respeito do presente?
Edward olhou para o embrulho, cuidadosamente amarrado para melhor proteger seu conteúdo, e descobriu que estava cheio de curiosidade. Quanto tempo fazia desde que ganhara um presente? Um presente de alguém que não esperava nada de volta? Olhando para a irmã, registrou o entusiasmo de expectativa no rosto dela – a óbvia esperança de que ele fosse gostar do que quer que estivesse naquele pacote simples e marrom.
Sim. Estava muito curioso.
Rasgou o papel, partindo o barbante e desfazendo o embrulho. Virando o livro nas mãos, registrou a consideração dela.
– Como sabia que tenho paixão por Mozart?
Ela sorriu.
– Também tenho um quarto nesta casa. Não é difícil reconhecer seu compositor preferido.
Ele passou os dedos com reverência pela capa de couro.
– Vou começar a ler hoje mesmo. – Em seguida, a fitou nos olhos, sério. – Obrigado, Rose.
Ela deu um sorrisinho tímido.
– De nada. Fico feliz que tenha gostado.
– Gostei. Muito.
Ele admirou-se que aquela garota que passara por tanta coisa, que se vira entregue sem cerimônia na porta de um completo estranho num país que não era o dela, tivesse pensado em comprar um presente para ele.
– Não tenho um presente para você.
Ela riu.
– É claro que não. Por que teria? – Quando ele pareceu incapaz de encontrar uma resposta decente, ela acrescentou: – Somos família. É isso que as famílias fazem, não é?
Ele ficou quieto por um momento, pensando.
– Na verdade, não faço a menor ideia do que uma família faz. Já faz muito tempo que não tenho ninguém além de Anthony.
Rosalie pensou nas palavras dele.
– Sem dúvida. Bem, então vamos decidir agora que é isso que as famílias fazem? Pelo menos a nossa família?
– Parece uma excelente ideia.
Rosalie bateu palmas rapidamente e sorriu.
– Excelente! – E acrescentou em um tom casual: – Sabe, sempre quis um irmão que me mimasse.
Ele sorriu com inocência fingida.
– É mesmo? Posso sugerir que discuta esse desejo em particular com Thony?
Os olhos dela se arregalaram diante da brincadeira, e Rosalie caiu na gargalhada.
– Acho que é um plano maravilhoso! – Abaixando a voz para um sussurro conspiratório, perguntou: – Acha que ele vai ser muito extravagante?
– Pode apostar que sim.
– De fato!
Eles ficaram em um silêncio confortável por vários minutos e Rosalie observou Edward folhear seu livro novo. Finalmente ele ergueu os olhos e perguntou:
– Quando encontrou tempo para comprar isto?
Rosalie gesticulou com a mão e respondeu:
– Há várias semanas. Bella, Alice e eu estávamos na Bond Street e descobrimos uma livraria. O livro foi extremamente recomendado, e Bella pareceu achar que daria um presente excelente para você.
Ele enrijeceu à menção à Bella.
– Ela achou?
Rosalie assentiu.
– Acho que ela dá excelentes conselhos. – Quando Edward se remexeu na poltrona e não falou nada, os olhos dela se estreitaram perceptivelmente e ela disse: – Você parece culpado, irmão.
Edward afastou o olhar, concentrando-se no candelabro que acendera.
– Fiz um excelente trabalho expulsando-a mais cedo. Imagino que esteja bastante... aborrecida comigo no momento.
– Ah – comentou ela, sagacidade e provocação em seu tom. – Está dizendo que monsieur Latuffe não foi o único stupido na sala, essa tarde.
Um lado da boca de Edward se contorceu de desgosto.
– Não. Parece que não. – Ele relaxou em seu banco. – Sabe, acho que ninguém nunca falou assim comigo antes.
Um sorriso se abriu.
– Estava precisando de uma irmã há muito tempo, milorde.
Ele avaliou as palavras dela.
– Acho que você pode ter razão.
– Bella é diferente das outras mulheres – disse Rosalie, passando inteiramente dos limites. – Está sempre disposta a fazer o que for preciso para corrigir uma situação.
Uma visão surgiu, Bella de pé no vão da porta do gabinete dele, tão obviamente magoada pelas palavras que ouvira e ainda assim tão disposta a defender Rose – a lhe dizer exatamente onde havia ultrapassado os limites da fraternidade. Como se seu orgulho pessoal fosse de certa forma menos importante do que a felicidade da outra.
Quando voltou a atenção para a irmã, ela o fitava com um olhar perspicaz.
– Vejo que já percebeu a mesma coisa.
– Sim. Ela é bastante notável.
– Talvez deva pedir desculpas pela sua... – ela fez um gesto com a mão, procurando a palavra.
– Estupidez?
Ela sorriu.
– Como quiser.
Edward se remexeu no assento, descansando uma perna por cima da outra, e eles ficaram em silêncio mais uma vez, ambos perdidos em pensamentos. Por fim, ele perguntou:
– Gosta de arte?
Ela ergueu os olhos, curiosa.
– Gosto.
– Gostaria muito de levá-la à mostra da Academia Real. – E levantou o livro. – Para agradecer pelo presente.
– Você não tem que me agradecer pelo presente. Lembra? É o que a nossa família faz.
Ele assentiu.
– Então gostaria que a nossa família comparecesse à mostra da Academia Real.
– Ah, muito bem, então. Se vai transformar isso em regra... acho que não tenho escolha a não ser aceitar o seu convite.
Ele riu.
– Que magnânimo da sua parte.
– Também achei.
Edward se inclinou para a frente com um sorriso.
– Sabe, Rose, acho que você precisava de um irmão há muito tempo.
Rosalie inclinou a cabeça novamente, em um gesto que ele estava começando a achar muito cativante.
– Acho que você pode ter razão, Edward.
Eu não queria que fosse qualquer outra pessoa não, só ele, isso sim hahahahah.
kjessica: Puro ciúmes, sim, e um tanto obtuso - pensa em qualquer um que pode ser a conquista dela, mas nunca imagina que pode ser ele mesmo. O "você me quer", para ele, é só o físico, só a paixão e não amor para o resto da vida... Cabeção, rs.
Mila: Tem hora que até dá bronca, não? Querida, aguarde pelo episódio na sala de jogos do Brook's... Não vou dar spoiler, mas adianto que é a perdição! haha
Thekelly-chan: Pentelha é pouco hahaha Estou ansiosa para ler o volume III dessa série, pois parece que é sobre ela e a tarefa de dobrar um duque às suas vontades... Deve ser um escândalo atrás do outro! kkkkk Eles passaram bem pelo clube de esgrima, na verdade, não conta a volta de quase nenhuma aventura, senti falta disso, rs.
BbCullen: Você viu? Mas a gente também sente... Em alguns irmãos/irmãs, nem pra confiar dá.
Adri: Como eu quero você bem e vivinha para ler e mandar muita review, adiantei! TAAAAAAALVEZ sexta eu poste outro, quem sabe? Pelo que eu estava vendo, tem uns 26 capítulos, se não me engano. Estou sem o arquivo agora para contar, mas vejo pra você no próximo :)
mari A: Pronto. Você está me devendo um sorvete... ou melhor, muuuuuitas reviews! hahahaha Emendar? Em que planeta você vive? Aqui é escravatura! (escravatura? escravidão? trabalho forçado? você entendeu).
Duda Makalister: Também acho, mas ele nunca teve uma irmã mais nova, ainda mais uma pentelha como essa kkkkk Ele vai aprender a amar ela, vai sim :*
Ktia S.: Como combinado, aí está rsrs. Nossa, não parei até agora, lotadaaaaa a loja.
GENTEEE! ATENÇÃO AQUI, NA TIA MARCELLA:
- Se vocês forem boazinhas comigo, e retornarem bastante reviews, sexta-feira eu posto mais um! Hum-hum-hum? O que acham disso? Aguardo vocês!
Bom feriado, beijos!
