n/a: oie! como eu sou bem loca decidi fazer capítulos mais longos sim. a única questão é que eu tenho escrita "curta", ou seja, gosto de fazer as coisas bem pausadas o que significa que serão capítulos juntados, hehe.
espero q gostem mesmo assim! =)


"Harrington, você não vai poder ter vergonha e tem que me dizer quando parar. Eu tô seguindo o caminho natural das coisas." O tom é de brincadeira mas seu rosto está endurecido quando ele joga a camisa no chão e me vê deitando na cama, convidando-o para deitar também.

Ele se senta em cima de mim e nós dois gememos. É como se estivéssemos esperando há muito tempo por esse encaixe. Ele se inclina para me beijar mas antes tira minha camiseta, e quando estamos pele a pele sinto o resto de controle fugir das minhas mãos.

É assim que passamos... minutos? horas? até que suas mãos descem até minha calça. Fico tenso e ele percebe. "Eu vou tirar minha calça primeiro." E ele realmente tira.

Não temos vergonha um do outro porque já tomamos banho juntos depois do treino de basquete. Percebo que ele está com uma meia ereção e sorrio. "Não deveria olhar assim se não pretende provar. É falta de educação."

Eu dou risada e sou o mais sincero possível. "Não sei o que fazer."

"Que merda que não sabe o que fazer? Não é possível que tenha passado todos esses anos sem bater uma."

Billy se deita sobre mim de novo. "Ah, eu sei o que fazer com as mãos, não sei o que fazer com a boca."

Ele geme. "Steve Harrington, sua imaginação é fodida. Eu posso te mostrar como é e depois você decide."

O garoto beija mais uma vez, claramente tentando me convencer. Mal sabe ele que já estou convencido. O próximo registro mental que faço é que estou sem minhas calças e ele está com a mão no meu pau, por cima da cueca. "A primeira lição é: você tem que aproveitar todos os momentos. Até com a cueca."

Ele passa a beijar e lamber meu pau por cima do tecido. Quando a cueca já passa a ser um incomodo quase dolorido para mim ele a tira lentamente. Seu olhar é faminto e eu fico preocupado: e se eu não gostar tanto quanto ele?

Não tenho muito tempo para pensar porque ele simplesmente cagou para os ensinamentos e me colocou dentro da boca.

Fico imóvel, tentando ao máximo controlar meu orgasmo que chegava a uma velocidade assustadora. Seguro seus cabelos e gemo; quando abro meus olhos ele me olha, a língua molhando da base à cabeça. Não consigo descrever a sensação que tive quando ele chegou às minhas bolas.

"Eu não sei se... é melhor você..."

Ele me tira da boca apenas para dizer: "Goza pra mim, caralho. Na minha boca." E volta a me chupar com mais vigor ainda.

Eu quero gritar quando gozo então mordo meu braço. Ele continua me chupando enquanto jogo porra em sua boca o que faz meus espasmos serem ainda mais violentos. Quando me acalmo, ele volta para cima e me beija.

Billy deita ao meu lado e eu enterro meu rosto em seu pescoço. Depois de alguns minutos em que me recomponho, pergunto: "Isso é bom para quem faz também ou só para quem recebe?"

"Porque você não tenta descobrir?"

Eu realmente me sinto no jardim de infância, o professor instigando minhas curiosidades e acompanhando de perto as novidades. A diferença é que o professor atual é muito mais interessante.

Deslizo minha mão do seu peito até chegar à sua virilha e percebo que ele está prendendo a respiração. Respira, cara. Não posso explicar um homem só de cueca na minha cama. Mas eu também prendi quando senti seu membro, pulsando em minha mão mesmo por debaixo do tecido.

"Aparentemente é bom para quem faz também."

"Você não precisa fazer se não quiser. As escolhas são suas, Harrington."

Eu não estou pronto para isso. Ainda, registra meu cérebro. "Eu acho que precisamos dormir. Nós dois."

Ele concorda silenciosamente e não parece ter ficado chateado ou bravo. Apenas arrasta o corpo até o final da cama, para se levantar, e começa a catar suas roupas do chão. Veste a camisa sem fechá-la e eu me pergunto porque ele ainda insiste em comprar roupas com botões se ele não os fecha.

"Porque está se vestindo?"

Ele ri. "Eu sei que sou muito gostoso mas não sei se é uma boa ideia voltar para casa de só de cueca."

"Você não vai passar a noite?"

Recebo um olhar confuso e provocativo ao mesmo tempo. "Eu não sei, achei que..."

"Pode ficar."

Ele olha para a calça jeans nas mãos por alguns segundos antes de deixar elas caírem de novo no chão. Tira a camisa que se junta a calça.

Eu já dividi a cama com amigos próximos antes, não é necessariamente um problema e nunca vimos isso como sinal de que fosse gay. Porém, quando apago a luz do quarto e me deito de novo, Billy me puxa para perto e nós nos enroscamos de tal jeito que é difícil dizer quem é quem antes de dormir. Isso eu nunca fiz com amigos.