OoOoO

Canção Para Você

––x––

Capítulo I – Setenta questões

OoOoO

Tomoyo já estava dançando pelo quarto, rodopiando de uma forma lenta e graciosa, ao som da melodia que ainda ressoava em sua mente. E de repente parou, sentindo–se observada, e virou–se para a porta.

– Você dança muito bem, Tomoyo – elogiou Freya, encostada no batente, encantada com a dança da amiga.

– Obrigada – ela tinha corado. Nunca ninguém a havia visto dançar, já que ela nunca ia às apresentações de balé, por mais que a professora insistisse. – Mas você podia ter me falado que estava aí.

– Não queria estragar um momento tão lindo como esse – ela sorria ternamente. – Mas, agora que você parou de dançar e sei que não vai continuar tão cedo, devo dizer que irá se atrasar para o cursinho caso não desça agora e almoce.

– Almoço? Ah, sim! Obrigada mais uma vez, Freya. Não sei o que faria sem você! – Tomoyo correu para fora, mas não antes de dar um abraço na amiga que tanto zelava por ela.

Antes de entrar em uma das salas de jantar, Tomoyo procurou saber se não havia alguém esperando por ela, afinal, não queria ter outra surpresa como a do café da manhã.

Concluindo que tudo estava nos devidos lugares e que ninguém estava à vista, ela escolheu uma das salas e foi servida por uma das empregadas da cozinha. Comeu pouco, como sempre, e foi escovar os dentes. Depois, caminhou para o cursinho.

––x––

A última aula daquela sexta–feira a noite era Inglês. Tomoyo era fluente na língua e, por isso, não ficava para assistir, ao contrário de todo o resto dos alunos.

Saindo mais cedo, decidiu fazer uma horinha na lanchonete do cursinho, mas as funcionárias já tinham ido embora há algum tempo. Sem mais opções, a morena caminhou, sem ânimo algum, de volta para sua casa.

E lá estava ela, andando, depois de mais um dia de aula, passando pelas lojas e casas da pequena Tomoeda. Essa estava sendo a sua rotina há seis meses.

Andou e parou em frente à única loja que parecia ficar aberta até àquela hora: uma agência de turismo.

"Viajar um pouco não seria uma má idéia...", pensou a morena analisando alguns folhetos dispostos na vitrine. "Ainda mais depois desses seis meses de tanta dedicação e dos vestibulares".

Resolveu entrar e conferir as possibilidades, que ela descobriu serem muitas.

Com o dinheiro que tinha, podia visitar qualquer lugar que quisesse, mas Tomoyo escolheria algum lugar que fosse... como ela.

– Muito boa noite, jovem senhorita! – exclamou uma excitada agente sentada atrás de uma mesa, apontando para uma cadeira a sua frente. – O que posso fazer por você? – Tomoyo ia responder, mas a agente continuou. – Temos muitos pacotes com ótimos preços! O pessoal tem preferido ir para a Grécia. "O lugar é lindo nessa época do ano", é o que todos dizem! Além do mais, os preços não são nada se comparados aos da França...

– Bem... – ela interrompeu a agente que agora tagarelava sobre as vantagens e desvantagens de ir para a França. – Eu sou uma estudante e queria saber se vocês oferecem cursos de intercâmbio.

– Ah, mas é claro! Para onde a senhorita gostaria de ir? – ela perguntou entusiasmada.

– Para... – Tomoyo ficou pensativa um instante. Não tinha nenhum país em mente, no momento. Até que se lembrou da música que ouvira o pianista tocar. – ...a Inglaterra – e sorriu com aquela possibilidade.

– Mas que ótima escolha! A Inglaterra é mesmo muito fascinante! – ela dizia enquanto abria os arquivos no computador. – Sabe, eu nunca fui para lá, mas conheço pessoas que já foram e todas sempre me falaram bem. A minha prima em segundo grau mora lá e me manda muitas cartas dizendo...

E mais blábláblá. A agente parecia querer contar todos os detalhes de sua vida, sem deixar nenhum parente de fora. Tomoyo já não escutava mais o discurso, porém uma frase soou mais forte para seus ouvidos.

– ...e aí ele falou da prova que vai acontecer para selecionar os estudantes que vão para lá... – a moça ainda atropelava as palavras.

– Que tipo de prova? – Tomoyo quis saber, muito interessada no assunto.

– Uma que vai pagar uma bolsa integral na London College aos melhores classificados.

– E em qual curso?

– Qualquer um que você escolher. Você faz a prova e, se ficar entre os cinco melhores, ganha – a agente já se preparava para emendar mais uma enxurrada de informações inúteis quando foi impedida mais uma vez.

– Onde eu posso encontrar mais informações sobre essa prova, por favor? – ela foi educada e paciente, embora não coubesse em si de tanta empolgação.

– Hum... eu deixei o endereço do site aqui em alguma dessas gavetas... – ela pensava alto enquanto procurava o papel em que tinha anotado a informação – Aqui, achei! – e entregou a folha à garota.

– Muito obrigada – a Daidouji agradeceu e saiu, imaginando que aquela seria a sua grande chance.

Correu para a casa, entrou e foi direto para o seu quarto, ignorando os chamados da mãe para falar com mais algum de seus tios–avós.

Ligou o computador e conectou a internet.

– Que bom! Talvez eu realmente tenha achado o meu lugar! – Tomoyo tinha criado grandes esperanças.

Digitou habilmente o endereço do site e esperou até que a página fosse carregada.

Nela constavam o regulamento, o dia da prova, o valor da matrícula, as exigências e o formulário de inscrição, que valeria até o dia seguinte.

Tomoyo rapidamente preencheu as lacunas e enviou o formulário para o e–mail indicado, esperando a confirmação do recebimento, que veio logo em seguida.

"Pronto. O primeiro passo foi dado. Espero realmente conseguir passar nessa prova!", ela animava–se.

A data do exame estava marcada para o dia 15 de dezembro, que seria não na segunda–feira seguinte, mas na outra. E a divulgação dos resultados ainda não tinha data certa, mas com certeza eles sairiam ainda naquele ano.

Tendo essas informações em mente, Tomoyo pegou mais sério nos estudos. Queria passar nessa prova! Não, precisava passar! E tudo dependia dela.

"Ah! Mas eu não vou dar para todos eles o gostinho de me importunar por mais um ano na minha vida, não!", ela estava decidida. Chegaria à beira da loucura, mas se recusaria a desistir de seus sonhos como fizera anos antes.

––x––

Uma semana depois, Tomoyo já não sabia mais quando estava acordada e quando estava dormindo, pois freqüentemente caía no sono enquanto estudava e, pior, tinha pesadelos com isso. Sua cama passara a semana toda arrumada.

Mais um fim de semana batia à porta da garota e ela nem ligava. Usou–o para repassar as matérias que considerava mais importantes e/ou mais difíceis.

Na véspera da prova, Tomoyo nem ligou para os livros. Queria relaxar e aproveitar o máximo que pudesse do dia.

Para isso ligou para Sakura, o que rendeu quatro longas horas de falação. Nesse tempo todo, elas puseram–se a par das novidades uma da outra, confessaram–se, contaram segredos, choraram e riram.

Tomoyo, por incrível que parecesse, estava feliz naquele dia. Uma felicidade pequena, mas que serviria de estímulo para a tão temida prova do dia seguinte.

––x––

A morena anotou o endereço do local do exame e se dirigiu para lá, pedindo que um dos motoristas a levasse.

Depois de passar por muitas identificações e algumas salas, Tomoyo finalmente encontrou a sua. Sentou–se e esperou. Não estava nervosa... estava insegura, como sempre estivera antes de cada grande passo que dava.

As provas foram entregues e os candidatos foram autorizados a começar. Cinco horas era o tempo máximo disponível para resolverem as setenta questões e passá–las para o gabarito.

A Daidouji terminou tudo em quatro horas e vinte e dois minutos, tendo a confiança, ou melhor, a esperança de que tinha conseguido.

Voltou para casa e corrigiu o gabarito, acertando cinqüenta e seis. Não sabia como os outros candidatos tinham ido, mas ela até tinha acertado bastante, considerando o grau de dificuldade.

––x––

Continuou sua vida – monótona, nas palavras dela – por mais quinze dias até receber o resultado.

A lista foi divulgada na internet, no site oficial, e era a seguinte:

1º. Hikari Sohma, 68 pontos.

2º. Takeru Makamoto, 65 pontos.

3º. Kojima Kadotake, 64 pontos.

4º. Hyosuke Magami, 62 pontos.

5º. Mei Amakusa, 59 pontos.

6º. Kanna Tachiji, 57 pontos.

7º. Tomoyo Daidouji, 56 pontos.

...

..

.

O sorriso de Tomoyo se desfez assim que ela viu a posição em que ficara. Tornou a baixar o rosto, desanimada consigo mesma.

Ela viraria, novamente, a ovelha negra da família assim que todos vissem que ela não fora capaz de redimir o seu "grande erro", como eles mesmos diziam.

Desligou o computador na mesma hora, jogou–se na cama, de barriga para baixo, e começou a chorar.

"Por que isso sempre acontece comigo? Por que simplesmente não consigo dar um passo certo? Será que é tão difícil assim eu conseguir algo tão simples? Tudo o que eu queria era um porquê!", Tomoyo se desesperou. Chegara a tal ponto que não controlava mais o choro. Soluçava muito e seu rosto estava banhado em lágrimas de infelicidade. Ficou nesse estado por cerca de dez minutos, quando se lembrou da promessa que fizera quatro anos atrás, sobre o túmulo do pai: não choraria mais. Nem de saudade, nem de tristeza e nem por motivo nenhum. Não perderia mais tempo chorando pelo leite derramado. O que estava feito, estava feito e não tinha mais volta.

Retomou o controle e repreendeu–se mentalmente por tê–lo perdido. Foi até o banheiro e lavou o rosto com força, como que para afastar qualquer possibilidade do desespero apossar–se dela novamente.

Trancou–se em seu quarto por dois dias, quase ficando sem comer. Só não acabou desnutrida porque Freya insistiu tanto que ela teve de comer forçadamente. Como estava brigada com os parentes, Tomoyo passou o Réveillon em seu quarto, vendo os fogos da sua varanda, ao lado da amiga.

Tinha ligado a tevê em busca de algo útil para assistir naquela sexta–feira. Não queria admitir para si própria, mas o que estava fazendo, mesmo, era procurar pelo concerto daquele músico e escutar aquela bela melodia mais uma vez, pois somente ela poderia acalmar seu coração em crise.

Acabou por escolher um canal de notícias e viu uma manchete sobre a prova que fizera. Imediatamente aumentou o som do aparelho e começou a prestar atenção.

Uma mulher dizia que uma das candidatas, Mei Amakusa, havia desistido da viagem, pois conseguira uma bolsa para estudar Letras na Toudai, que era o seu sonho, então ela estava dando a algum outro concorrente sortudo a chance de viajar em seu lugar.

A nova lista foi exibida pelo noticiário, e Tomoyo constatou estar em sexto lugar. "Quem dera eu pudesse ser colocada uma posição acima!", ela lamentava, mas dessa vez, estava mais feliz por ter chegado ainda mais perto.

––x––

E outra semana findava–se, juntamente com o cursinho. Os alunos, agora, tinham duas semanas para o início da temporada de vestibulares, e Tomoyo era um desses alunos. Resolveu que só revisaria os pontos que ficaram realmente incertos, se não, acabaria num manicômio.

A morena deixava de aceitar os convites de Naoko e de suas amigas do cursinho para sair, alegando que tinha que dar o sangue nessas semanas que restavam.

Durante um de seus horários de descanso dos livros, Freya entrou em seu quarto, afobada, esquecendo–se de bater.

– Tomoyo! Liga a tevê no canal 35! Rápido!

A Daidouji fez o que lhe fora pedido, ainda sem entender nada, porém, o que viu na tela deixou–a completamente paralisada.

Tomoyo não sabia se ria ou se chorava. Se pulava ou se sentava. Se acreditava ou se duvidava.

Com os olhos arregalados, ela olhou para Freya, tentando confirmar o que estava vendo. A amiga acenou positivamente.

O mesmo noticiário que ela havia assistido alguns dias atrás exibia novamente a lista dos resultados, sendo que Tomoyo estava em quinto lugar.

– Eu... consegui... – foi o que conseguiu dizer.

– Sim! Meus parabéns! – Freya confirmou, correndo para abraçar a amiga. – Foi muito bem merecido! Muito, mesmo!

Tomoyo não tinha mais palavras. Tinha passado e ganhado a viagem e a bolsa. Finalmente poderia provar que era capaz, sim, de mudar as regras sem sair prejudicada.

– Mas... como foi que isso aconteceu? – a jovem não tinha certeza se queria saber a resposta. Tinha medo de que tudo não passasse de um sonho.

– O terceiro colocado era uma farsa. Um amigo foi fazer a prova no lugar do verdadeiro Kojima Kadotake e, por isso, o senhor Kadotake foi desclassificado – Freya explicou.

– Ah! – fez Tomoyo. – Que sorte a minha, não? – ela quase brilhava, de tanto orgulho e alegria. – E quando partirei?

– De acordo com o que eu ouvi, você e os outros quatro colocados irão para lá no dia treze, ou seja, daqui a cinco dias – Freya concluiu. – Oh, Deus! Temos que arrumar as suas malas! – emendou, lembrando–se desse pequeno detalhe.

– Sim, nós temos! – Tomoyo concordou sorrindo largamente.

––x––

Treze de janeiro chegara e Tomoyo estava pronta. Nesse meio tempo ela havia ido até a sede da coordenação da prova para acertar o local para onde iria e o curso que faria.

Eram seis horas da manhã e ela e Freya encontravam–se na sala anterior a do embarque, no aeroporto de Tóquio.

– Vou sentir saudades! – a empregada exclamava, com olhos cheios d'água. – Promete que não vai me esquecer?

– Claro que não, Freya! Não estaria aqui hoje se não fosse por você! Além do mais, eu jamais esqueceria uma amiga tão importante! – Tomoyo abraçou–a.

– Vou querer saber das novidades, viu? De todas elas! – Freya retribuiu o abraço, deixando as lágrimas correrem livremente pelo seu rosto.

– Você foi minha única família nesse último ano... agradeço–lhe muito por isso – a jovem era sincera.

– Ah, de nada! Sempre que precisar, estarei aqui! – e abraçaram–se mais uma vez.

Tomoyo já se virara e andava ao encontro da moça que recolhia as passagens quando Freya chamou–a pela última vez.

– Ah! E senhorita Daidouji? – Tomoyo virou–se para ela. – Boa sorte! – desejou, sorrindo e acenando. Tomoyo acenou de volta, também sorrindo e murmurando um "Obrigada".

Entregou o bilhete de embarque para a moça e seguiu para uma sala menor, esperando a chamada para o seu vôo.

Nenhum de seus tios–avós foi com ela para o aeroporto, visto que nenhum deles sabia da viagem. Tampouco sua mãe, Sonomi. Esta última havia apenas aberto a porta do escritório, tapado o bocal do telefone e dito "Boa viagem". Simplesmente isso. Nem a própria mãe achava que Tomoyo seria capaz de se dar bem na vida um dia. E a jovem sabia muito bem o porquê disso: ela tinha desistido da faculdade de Engenharia, tudo o que Sonomi sempre quisera para si mesma e nunca conseguira. Pelo menos, era isso que ela pensava saber.

Quando recebeu a notícia de que a filha entrara na Toudai, ela explodira de felicidade, abraçando e beijando a filha de todos os jeitos possíveis. Mas depois que Tomoyo foi morar longe dela, Sonomi sentiu a pressão dos parentes de seu falecido marido sobre si. Eles achavam que não era justo ela ter todo aquele dinheiro, que só pertencia a ela por causa do casamento, e ficar à toa na vida. Exigiram, então, que trabalhasse em casa, e não foram nem um pouco bonzinhos com ela. Assim que souberam da desistência de Tomoyo, pressionaram Sonomi ainda mais, alegando que a jovem saíra à mãe, sendo tão inútil quanto ela. Para evitar mais problemas tanto para ela, quanto para Tomoyo, Sonomi decidiu afastar–se da filha e passou a tratá–la com indiferença, passando, assim, a imagem de que estava brava com Tomoyo. Ninguém sabia o quanto ela sofria com isso, pois, assim como a filha, Sonomi mascarava muito bem as suas dores.

––x––

A jovem entrou no avião com certa empolgação, devolvendo os cumprimentos de toda a tripulação por onde passava.

Viajaria de classe econômica, mas não se importava. "Não é o fim do mundo...", lembrava a si mesma.

O avião tinha três fileiras de poltronas, sendo que as duas do canto tinham três lugares e a do meio, quatro.

O seu assento era do lado esquerdo do avião, na poltrona 6H, que era a do corredor. Ia guardar a bagagem de mão no compartimento superior quando viu que uma garotinha olhava atentamente para ela, de um jeito tímido. Tomoyo sorriu para ela.

– Com licença, mas será que a senhorita poderia me fazer um favor? – perguntou uma moça parando ao seu lado e, diante do aceno de Tomoyo, continuou. – Eu e minha filha estamos em lugares diferentes – e olhou para a menina tímida. – A senhorita se incomodaria em trocar de lugar comigo?

– Claro que não! Pode sentar aqui – disse, sorrindo. – Só preciso saber onde era o seu lugar – declarou Tomoyo, vendo que a garotinha estava radiante com a troca.

– Muito obrigada! – ela agradeceu. – Bem, eu estava na 10B – a moça falou depois de conferir o bilhete.

– Disponha! – ela pegou novamente a sua pesada mala e voltou um pouco pelo caminho que tinha feito até achar o seu novo lugar.

Descobriu que ele era do lado direito do avião, na poltrona do meio. Novamente ela ia colocar a bagagem no compartimento, porém sua mala estava tão pesada que Tomoyo mal conseguia suspendê–la a meio metro do chão.

"Que maravilha! Era só o que me faltava. Eu devo ter jogado pedra na cruz. O Senhor aí de cima não dá ponto–sem–nó, mesmo, não é?", Tomoyo reclamava em pensamento, "Mas o que foi que a Freya pôs aqui dentro, afinal?", ela perguntava–se tentando mais uma vez levantar a mala.

Um jovem rapaz estava parado ao lado dela e, enquanto esperava que a moça guardasse a bagagem e se sentasse, ele percebeu que ela estava tendo alguns problemas com a mala pesada.

– Deixe–me ajudá–la – ele disse em inglês, sorrindo. Pegou a mala dela e guardou–a no compartimento, como se não tivesse peso algum.

Tomoyo sentiu–se totalmente inútil depois desse ato, mas virou–se para agradecer. Antes, porém, de pronunciar qualquer palavra, ela congelou.

"Não pode ser! Mas esse é o pianista que eu tanto admirei!".

CONTINUA...

OoOoO

N/A: Olá!

Aqui está o primeiro capítulo da fic. Sabemos que, por enquanto, nada muito interessante tem acontecido na história, mas daqui a pouquinho as coisas começarão a se desenrolar! Por isso, pedimos que não deixem de acompanhá–la e comentar, é claro.

Esperamos que gostem!

Kissus,

Mizu e Kimi

––x––

Respostas às reviews

––x––

Lady Luna Andrews: Oii! Aqui está o novo capítulo. Esperamos que goste e, por favor, continue a ler! Kissus!