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Canção Para Você
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Capítulo IV – Dominion Theatre
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Tomoyo passou o resto dos dias de suas "férias" ajustando o seu horário pessoal. Finalmente conseguiu, depois de passar quase um dia inteiro dormindo.
Já era domingo e a Daidouji estava entediada.
Ela já tinha uma idéia do que fazer assim que precisasse sair dali, estava tudo planejado e se encaminhando. Pensou em ligar para Sakura, mas esta, muito provavelmente, deveria ter saído com Syaoran.
"E agora? O que posso fazer em meu último dia de férias?", ela se perguntava.
Sentou–se em sua cama e passou a contar os pontos turísticos que tinha visitado.
"Praticamente todos...", suspirou desanimada.
O toque de seu celular quebrou a seqüência lógica da jovem.
– Alô? – a morena atendeu.
– Bom dia, Tomoyo! Tudo bom? – Sakura encontrava–se do outro lado da linha telefônica.
– Bom dia! Sim, tudo ótimo, e você?
– Também... você tá ocupada?
– Não... na verdade, eu tava pensando em alguma coisa pra fazer... mas não achei nada – Tomoyo lamentou–se.
– Ah! Que bom! Então, você poderia vir aqui em casa ainda hoje?
– Claro! A que horas, mais ou menos? – Tomoyo sentiu que eram boas notícias devido à empolgação de Sakura.
– Pode ser agora, se você quiser! – a Kinomoto quase dava pulos de alegria.
– Então me dá alguns minutos pra trocar de roupa que eu já estou indo!
– Combinado! Beijo!
– Outro! – Tomoyo desligou e foi se arrumar. Estava curiosa.
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Depois de algum tempo de caminhada, a jovem Daidouji chegara ao mesmo prédio de seis dias atrás.
Tomou o elevador e parou no sétimo andar, mal conseguindo conter a sua curiosidade.
Ela tocou a campainha do número 73 e esperou que a amiga atendesse.
– Oi! – foi a recepção empolgada de Sakura. – Entra!
– Oi... – Tomoyo retribuía enquanto era puxada para dentro.
– Ai, eu mal posso esperar pra te contar isso! – a Kinomoto estava realmente feliz, chegava até a ser contagiante.
As duas sentaram–se no sofá da sala e Sakura contou as boas novas.
– Eu fiquei sabendo que você precisava de um emprego e decidi ajudar – ela dizia, toda feliz. – E adivinha só!
– Não acredito! – Tomoyo previa a resposta da amiga, boquiaberta. Realmente não esperava que conseguisse um trabalho tão depressa.
– É isso mesmo! E sabe aonde você vai trabalhar?
– Bom, eu não faço a menor idéia, mas vindo de você, posso esperar uma boa notícia.
Sakura riu do "elogio".
– Você será uma espécie de assistente geral do Dominion Theatre! E começa amanhã!
Tomoyo não tinha palavras para descrever como estava feliz com isso. Iria trabalhar e, melhor ainda, em um ambiente que adorava!
– Ah, Sakura! – a Daidouji a abraçou. – Como posso retribuir?
– Não precisa! – abraçou–a de volta. – Considere isso como um presente de boas vindas! E também por ter passado naquela prova difícil...
– Obrigada, mesmo!
– Mas pensando bem... – Sakura fez uma cara pensativa e bateu com o dedo indicador no queixo. – Eu sei como você poderia me retribuir... indo ao baile que eu e Syaoran daremos. Que tal?
– Nem precisa pedir duas vezes! – as duas caíram na risada. – Por falar nele, quando vai ser?
– Nós marcamos para o dia 15 de fevereiro.
– E ele tem algum propósito?
– Na verdade, nada de muito especial. Vamos chamar os nossos amigos e parentes daqui, de lá do Japão e da China, além daqueles que foram morar em outros países. Será uma "reunião diferente", unindo o útil ao agradável.
– Entendo... – fez a morena.
– Aliás, o Syaoran foi até a gráfica hoje, para pegar os convites e pagar tudo.
– E quando vocês vão começar a enviá–los?
– Bom, pretendemos colocar todos eles nos envelopes hoje e já escrever os endereços. Amanhã iremos ao correio e os mandaremos.
– Olha, se vocês precisarem de ajuda com os envelopes, me avisem! Terei o maior prazer em ajudá–los!
– Obrigada... é, acho que vamos querer a sua ajuda... mas enquanto os convites não chegam, que tal irmos ao cinema? – Sakura perguntou animada.
– Ótima idéia! Não sabia o que fazer no meu último dia livre...
– Ainda não foi ao cinema daqui, não é?
– Não, ainda não – respondeu Tomoyo.
– Então, aí está a sua chance! Deixa só eu verificar se o Kero tem comida e água e nós poderemos ir.
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Como em todas as saídas com Sakura, Tomoyo se divertiu muito. Syaoran e Sakura eram os únicos que sabiam da real situação da morena em relação à família dela. Essa era mais uma razão pela qual Tomoyo não precisava fazer uso de sua tão famosa máscara quando estava com eles.
– O filme foi ótimo! Adoro romances "água com açúcar"! – Sakura comentava.
– Eu também! E acho que é por isso que somos tão amigas... temos gostos tão parecidos! – completou a morena.
– Pois é...
As duas entraram no carro de Sakura e esta foi dirigindo de volta para a sua casa, onde o namorado já a aguardava.
– Posso saber aonde as duas se meteram? – Syaoran perguntou com um falso tom bravo.
– No cinema... sabe, sair com as amigas é um dos hábitos que nós, mulheres, temos – Sakura devolveu na mesma moeda.
– Filminho demorado esse, hein?!
Os três riram.
– Tomoyo, vai nos ajudar com os envelopes? – Li perguntou.
– Claro! – ela disse, sorrindo.
Então Sakura foi buscar os envelopes e selos na cozinha ao mesmo tempo em que Syaoran foi para a sala de jantar, a fim de pegar os convites.
Eles sentaram no sofá e dividiram as tarefas, sendo que Tomoyo dobrava e colocava no envelope, Sakura escrevia os endereços e Syaoran cuidava dos selos e conferia os dados, certificando–se de não ter esquecido ninguém.
– Tarefa realizada com sucesso! – Sakura exclamava feliz e cansada, depois de três horas de trabalho. – Amanhã é só colocar no correio e torcer para que todos sejam entregues!
– Bom, quanto a mim, vou para a casa. Uma nova rotina começa amanhã... – Tomoyo falava espreguiçando–se.
– Quer uma carona? – Syaoran perguntou.
– Acho que eu vou aceitar, dessa vez.
Ela despediu–se de Sakura agradecendo mais uma vez pelo emprego e, após pegar o endereço, o telefone e o nome daquele que ela precisaria procurar amanhã, Tomoyo e Syaoran rumaram para a garagem.
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– Tchau! Obrigada pela carona! – a Daidouji agradeceu depois de sair do carro.
– Disponha! – foi a resposta do Li, que partiu logo depois.
A morena procurou pela chave em sua bolsa e, assim que achou, levantou a cabeça para abrir a porta, mas deparou–se com um alguém ali, parado entre ela e a porta.
– Não sei, não... você diz que ele não é seu namorado, mas tá sempre te trazendo aqui... – Kanna estava desconfiada e lançava a Tomoyo um olhar insinuante.
– Eu já disse que ele não é meu namorado! Ele já tem uma namorada – Tomoyo replicou educadamente.
– Bom, nesse caso, você pode ser a outra na vida dele.
– Pare de falar besteiras! Somos amigos! E eu jamais trairia dois amigos que eu amo tanto! – a Daidouji tentava passar por Kanna e abrir a porta, mas a garota a impedia.
– Ahá! Você admitiu! Admitiu que gosta dele! Eu sabia! – ela comemorava, como se tivesse ganhado uma aposta.
– Ah! – Tomoyo desistiu de discutir com ela. Kanna era muito cabeça–dura para entender o que a morena queria dizer. – Se me der licença, eu gostaria de entrar e dormir.
– Claro! – ela estampava na face um sorriso malicioso, quando deu passagem a Tomoyo. – Boa noite! – gritou quando a morena já estava do lado de dentro.
Tomoyo apenas acenou com a cabeça, mostrando que ela desejava o mesmo para a outra, embora não fosse um desejo muito verdadeiro.
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O relógio despertou às 6h naquela fria manhã de segunda–feira. A Daidouji levantou–se preguiçosamente e seguiu para o banheiro, onde tomou banho, escovou os dentes e prendeu o cabelo em um firme rabo–de–cavalo, nem tão alto e nem tão baixo.
Voltando para o quarto, ela vestiu uma calça jeans escura, uma camiseta pólo de mangas curtas azul, um par de tênis que podiam ser usados tanto em ocasiões mais simples como nas mais chiques e uma jaqueta que era quase do mesmo tom da calça.
Feito isso, ela foi para o restaurante e tomou o seu café da manhã, saindo de lá e escovando os dentes mais uma vez, depois de 30 minutos.
Às 7h15 Tomoyo estava pronta e do lado de fora, esperando por um táxi que a recepção tinha chamado. Ele não tardou a aparecer e a garota chegou ao teatro depois de vinte minutos.
Parou em frente à entrada principal e passou a examinar o seu mais novo local de trabalho, tanto externa como internamente.
Parecia um bom lugar, aconchegante e tranqüilo. Talvez ela fizesse alguns amigos por lá.
– Bom dia. Posso ajudá–la, senhorita? – perguntou educadamente uma senhora, vindo ao encontro dela e impedindo–a de terminar o seu minucioso exame.
– Ah, sim. Estou procurando pelo senhor McGreggor – respondeu Tomoyo, igualmente educada.
– Por favor, venha comigo.
A senhora a levou até uma sala, depois de passar por vários corredores, e bateu na porta, abrindo–a logo em seguida.
– Aqui está a senhorita que se candidatou ao emprego.
– Obrigado, Lydia, pode se retirar. E você, senhorita...? – ele perguntou indiretamente pelo nome dela.
– Tomoyo Daidouji.
– ...senhorita Daidouji, sente–se aqui – ele indicou uma das duas cadeiras que estavam do outro lado de sua mesa. – Então, você deve ser a amiga da senhorita Kinomoto.
Leonard McGreggor era um homem gordo, bigodudo, de faces rosadas e o ralo cabelo que lhe sobrava era grisalho. Era firme em suas decisões, mas também sabia como ser gentil.
Tomoyo colou um sorriso na face. Ninguém mais precisaria saber do que se passava em seu íntimo.
– Isso mesmo.
– Muito bem. Ela lhe falou sobre o que fará por aqui? – ele acendeu um charuto.
– Não com detalhes. Apenas mencionou que eu seria uma espécie de assistente geral – Tomoyo lembrava–se das palavras da amiga.
– Excelente, pois é isso mesmo que fará! – suas bochechas ficaram ainda mais rosadas quando ele sorriu. – Você ocupará o lugar de Lydia, que está se aposentando. Apenas pedi que ela viesse aqui hoje e lhe ensinasse um pouco sobre o que terá que fazer, mas eu posso adiantar alguns pontos básicos – ele deu mais uma tragada em seu charuto. – Você vai precisar checar se os cenários ficarão prontos a tempo das peças, se todos os atores estarão em condições de vir, se os figurinos estão prontos e se eles servem adequadamente em cada um dos atores, se as luzes não estão queimadas, se os "efeitos especiais" estão propriamente posicionados, se o local está limpo, se as poltronas não estão rasgadas, se os folhetos com todas as informações das peças foram impressos e estão prontos para serem entregues a platéia etc.
Tomoyo escutava atentamente tudo o que ele falava.
– Além disso, preciso que a senhorita fique na entrada durante os espetáculos, recebendo os ingressos e informando a todos os seus respectivos lugares. Resumindo, a senhorita seria uma espécie de "faz–tudo" por aqui.
– Entendo – Tomoyo achou que seria falta de respeito se ela não falasse nada.
– Pois bem, o que me diz? Topa? – ele estava sendo gentil, mas levava uma expressão de seriedade nos olhos.
– Topo – ela estava convicta.
– Ótimo! – eles se levantaram e apertaram as mãos. – Vou chamar Lydia e pedir que ela lhe apresente o teatro.
– Certo – ela não pretendia ser monossilábica, mas não sabia mais o que poderia dizer.
– Você começa às 7h30 e pode sair a partir das 16h. As apresentações acontecem durante a semana até esse horário e até às 23h30 nos sábados, domingos e feriados – ele chamou a senhora pelo interfone. – Esperamos que cumpra assiduamente os seus horários e que disponha de dedicação e paciência para trabalhar conosco. A senhorita começa hoje, auxiliando Lydia, e a partir de amanhã, estará por conta própria. Qualquer dúvida ou sugestão, venha falar diretamente comigo – a porta se abriu, revelando a senhora, e Tomoyo e o senhor McGreggor se levantaram. – Tenha um bom trabalho – ele desejou, segurando o charuto com os dentes. E apertaram as mãos mais uma vez.
– Obrigada – foi o que ela respondeu, oferecendo um sorriso.
– Venha comigo, criança, e lhe mostrarei e ensinarei tudo o que precisa saber – Lydia a convidou.
Tomoyo apenas assentiu e seguiu a velha senhora para fora da sala.
Certamente a morena achou que as coisas estavam caminhando muito rápido, mas não demonstrou. Se realmente quisesse aquele trabalho, teria que se esforçar muito, a começar por não contradizer o seu mais novo chefe.
As duas passaram por todas as salas, saletas, corredores, palco, camarins e alas, e toda vez que encontravam algum ator, atriz ou funcionário, Lydia apresentava Tomoyo e dizia que ela iria substituí–la.
Com uma prancheta e uma caneta em mãos, Tomoyo começou seu trabalho naquele dia fazendo anotações de tudo o que achava importante e/ou essencial.
– Muito bem, criança. Vejo que está se saindo uma ótima substituta! Agora, aqui estão o seu mapa e algumas regras que devem ser seguidas. E lembre–se, ao começar e terminar o expediente, passe na sua saleta e confira o que está faltando e o que está em dia. Boa sorte! – Lydia disse, gentilmente.
– Muito obrigada por tudo, senhora. Vou me lembrar de cada regra – Tomoyo sorriu docemente. – Mas agora preciso ir, se não chego atrasada na faculdade! – ela saiu praticamente correndo.
– Sim, vá! Não se esqueça de passar na saleta primeiro! – a senhora gritou para o corredor por onde a morena passara segundos antes. – Esses jovens de hoje... sempre com pressa! – ela lamentava.
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As aulas da faculdade começavam às 18h, o que significava que Tomoyo podia ir para a casa, tomar um banho e descansar um pouco antes de tomar outro táxi e rumar para lá. E foi o que ela fez.
Tomou outro banho e, antes de seguir para a sala de tevê, ela passou na recepção e pediu à moça que chamasse um táxi para às 17h.
Enquanto esperava dar o horário, Tomoyo ficou assistindo a um pedaço de um de seus filmes preferidos.
"Que bom... estou começando a me instalar por aqui...", ela pensava satisfeita. "Agora só falta achar algum lugar para morar depois que o prazo de três meses acabar".
Depois, ela foi para o quarto, pegou a bolsa e tomou o táxi.
A primeira coisa que fez quando chegou no imenso campus que era a universidade foi caminhar até a secretaria, onde pegou o material de que precisaria, o horário de aulas e professores e as salas onde cada aula aconteceria. E só então foi para a sala onde teria a primeira aula.
A última aula acabava às 22h30, e com mais quarenta minutos, ela estaria de volta ao alojamento.
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A jovem passara duas semanas nessa nova rotina e o mais incrível era que ela estava gostando.
Continuava infeliz, embora não admitisse isso para si mesma, mas fazia questão de esconder dos outros. Sempre gentil, prestativa e com um sorriso nos lábios, ela ajudava qualquer um que lhe pedisse. Tinha conseguido enterrar boa parte da mágoa de seu passado lá no fundo. Havia decidido que começaria a viver de verdade dali para frente, esquecendo–se de tudo o que passara naqueles últimos meses.
Tomoyo levantava todos os dias no mesmo horário e fazia o mesmo caminho.
Chegava ao teatro pontualmente e, como ainda era muito cedo e ela era a primeira a aparecer por lá, Tomoyo dava uma volta pelo teatro inspecionando o que poderia estar faltando. Geralmente essa volta durava de trinta a quarenta minutos, e então ela voltava para a sua sala, a fim de olhar as faturas e ligar para as lojas caso alguma coisa estivesse faltando.
Após resolver tudo isso, ela entregava as faturas para o senhor McGreggor, na sala dele, e o colocava a par das situações.
Depois, Tomoyo supervisionava as entregas de figurino e/ou de algum item do cenário, para novamente dar outras voltas e verificar se alguém estaria precisando de sua ajuda.
Ela havia ficado muito popular nesse curto tempo e feito várias amizades com os atores e os outros funcionários, tanto que já substituíra um figurante durante uma das peças, treinara textos com uma atriz, resolvera um problema de iluminação durante um espetáculo de dança e até acalmara uma garotinha que faria sua primeira apresentação de balé.
Tomoyo era querida por todos, incluindo o seu chefe, que secretamente se vangloriava de ter contratado a jovem, porém muito responsável, moça.
Na faculdade não era diferente, Tomoyo nunca deixara de cumprir uma só tarefa que lhe era imposta e ajudava a todos, fosse com as provas, fosse com os trabalhos.
O coração da morena estava melhor do que no ano passado, mas ela ainda não era completamente feliz, sentia que alguma coisa continuava faltando em sua vida.
Mas esses pensamentos duravam pouco tempo, pois ela tratava de tirá–los da mente e pensar em outra coisa, se bem que, com tanta gente ao redor dela, pedindo a sua atenção, não restava a Tomoyo muito tempo para pensar no vazio que restava em seu coração.
Até mesmo Sakura tinha notado essa pequena mudança no olhar da amiga, que agora lhe parecia mais alegre, mais... de bem com a vida.
– Sair daquela casa enorme foi a melhor coisa que eu fiz até agora – Tomoyo comentara com a amiga um dia desses.
– Com certeza. Aquela atmosfera não estava te fazendo bem – Sakura concordara.
– Mas sabe que eu ainda sinto como se tudo isso fosse acabar? Como se fosse durar pouco tempo, como as férias.
– Mas não vai, Tomoyo, você sabe que não vai acabar. E é muito bom que você se desvincule de todos aqueles seus tios, assim você pode aprender a se virar sozinha, viver a sua vida.
CONTINUA...
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N/A: Oie!
Mais um sábado, mais um capítulo. Esperamos sinceramente que aproveitem o capítulo quatro, pois a história está começando a se delinear! Não deixem de acompanhar, cada review é muito importante para nós.
Quanto ao capítulo, finalmente um pouco de felicidade pra nossa querida Tomoyo, né? Apesar de a Kanna estar enchendo a coitadinha no alojamento, ela merece essa alegria... hahaha.
Bom, por hoje é isso! Esperamos que gostem do capítulo e não se esqueçam de comentar!
Kissus,
Mizu e Kimi
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Respostas às reviews
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Lili–chan: Oii! Realmente, Lili, apesar de não ser o nosso preferido, o Eriol é perfeito! Quem não iria querer um homem desses, né? Mas relaxe, que logo ele dará o ar de sua graça por aqui outra vez, afinal, ele é praticamente o protagonista! E é verdade, o Syaoran, a Tomoyo, e também a Sakura têm uma relação muito bonita, porque além do Syaoran e a Sakura serem um casal, os três são também amigos de verdade. Quanto à fama do Eriol, ele é bem conhecido mesmo, mas, vamos ver o que a Tomoyo faz em relação a isso... hehe. Esperamos que goste do capítulo! Kissus!
