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Canção Para Você

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Capítulo IX – Hiro Yamato

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– O QUÊ?! COMO VOCÊ OUSA, SUA... – ele levantou a mão direita, mas foi cortado por Tomoyo, que segurou seu pulso no ar.

– Nem termine essa frase, muito menos esse gesto. Acho melhor o senhor se colocar em seu devido lugar. É minha mãe quem administra a fortuna da família e essa casa, ela quem escolhe o que fazer e o que deixar de fazer – a jovem assumiu a mesma postura da mãe. Nem a própria Tomoyo soube de onde tirou forças para levantar–se e encarar o tio.

Agora ela se importava; agora ela sabia que precisava viver e defender alguém que ainda a amava acima de tudo.

Yoshihito viu a fúria dentro das duas, o mesmo olhar faiscante e o mesmo sentimento de raiva.

– PONHA–SE DAQUI PARA FORA, SONOMI! – ele cuspia as palavras. – DE HOJE EM DIANTE, VOCÊ NÃO FAZ MAIS PARTE DA FAMÍLIA DAIDOUJI!

– Se ela vai, eu vou com ela – Tomoyo decidiu. Viu o queixo do tio cair bruscamente. – E não se preocupe, sairemos ainda hoje – ela fez uma pausa para o tio absorver suas palavras. – Agora, saia do meu quarto.

Com um olhar de ódio puro, Yoshihito virou–se e saiu, em silêncio.

– Tem certeza de que quer ir embora, filha? – Sonomi perguntou.

– Sim... aliás, nunca tive certeza maior durante toda a minha vida – ela respondeu.

Juntas, elas abriram as portas do guarda–roupa de Tomoyo e começaram a fazer as malas da jovem, para depois repetir o mesmo procedimento com Sonomi.

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Quando as malas foram colocadas na calçada, em frente à mansão, ainda eram dez da manhã de sábado, dia 21.

– Para onde vamos, mãe? – a pergunta apareceu de repente e Tomoyo não tinha idéia de como respondê–la.

– Para a casa que era dos meus pais, querida. Não é muito longe daqui, mas chamei um táxi antes de sairmos.

Tomoyo sorriu.

– Como decidiu isso tão rápido?

– A verdade é que venho pensando nisso há algum tempo. Enquanto você estava na Inglaterra eu comecei a reformar a casa, pois não via mais um motivo para continuar na mansão.

– Você ia me contar que estava de mudança?

– Só depois que eu efetivamente mudasse.

Tomoyo acenou com a cabeça.

– Eles atrapalharam seus planos, me trazendo tão cedo?

– Na verdade, não – ela constatou depois de pensar um pouco. – Eles apressaram as coisas, só isso. O que é ainda melhor, se formos analisar do meu ponto de vista – ela riu e arrancou risadas da filha.

Alguns poucos minutos depois, as duas entraram no táxi e seguiram para o endereço que Sonomi dera ao motorista.

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Uma semana tinha passado desde que as Daidouji tinham deixado a mansão.

Nesse meio tempo, as duas terminaram de reformar a nova casa: trocaram todos os móveis, pintaram todas as paredes internas e externas e fizeram um jardim na frente. Usaram o dinheiro que os pais de Sonomi tinham deixado para elas.

O velho sobrado abandonado agora tinha cara de novo.

Por fora ele era feito de madeiras brancas, com portas e janelas da mesma cor, além das cercas; e por dentro, tinha dois quartos, um banheiro de azulejos brancos, um lavabo verde, uma cozinha cinza e uma sala azul, com todos os móveis sendo marfim.

O quarto da jovem tinha três paredes brancas e uma lilás. O de Sonomi era do mesmo estilo, só que amarelo.

Mais três dias haviam se passado e Sonomi decidiu que estava na hora de ter outra conversa com Tomoyo.

– Querida? – ela chamou, da sala.

– Sim? – foi a resposta abafada da jovem, vinda do segundo andar da casa, muito provavelmente do quarto.

– Está ocupada? Pode vir aqui um momento?

– Claro, mamãe! Só um minuto! – a morena desligou a televisão e desceu as escadas. Parou em frente à mãe, que estava sentada em um dos sofás.

– Tomoyo... – ela fez uma pausa e indicou o sofá a sua frente. – Eu notei que o seu semblante não é mais o mesmo há algum tempo... – ela comentou assim que a filha sentou.

Tomoyo foi pega de surpresa pelas palavras da mãe. Realmente não esperava que conversassem sobre isso, ainda mais agora que ela estava tentando superar a súbita volta para casa.

Ela estava se esforçando, tentando não parecer infeliz, mas a verdade era que a única atitude certa que Tomoyo tomara até agora foi a de ter saído da mansão. O resto ainda estava errado. Talvez a máscara que a jovem usava não fizesse efeito sobre Sonomi.

– Eu sei que está tentando esconder o fato de não estar feliz... – Sonomi leu os pensamentos da jovem. – Mas não está sendo bem–sucedida...

E agora? O que responder? Como explicar a situação para sua mãe sem magoar seus sentimentos?

– Você sabe que pode confiar em mim agora, querida – ela havia lido as expressões da filha mais uma vez.

Tomoyo apenas assentiu, concordando. Lágrimas involuntárias começaram a se formar nos olhos da jovem.

– Eu... – como colocar em palavras o que sentia?

Respirou fundo na tentativa de organizar os pensamentos. Sonomi esperou pacientemente.

– Durante o tempo em que fiquei em Londres, reencontrei Sakura e Syaoran... e nos divertimos bastante... também fiz alguns amigos novos, como o pessoal do teatro onde eu trabalhava...

"...e o Eriol", ela completou em pensamento. Tomoyo não sentia tristeza quando pensava nele, apenas um aperto no peito por não tê–lo por perto. Afinal, havia descoberto que ele gostava dela também, mas não tivera chance de experimentar isso mais a fundo.

Sonomi ouviu atentamente as palavras da filha, acenando com a cabeça e incitando–a a continuar.

– Bom, a verdade é que eu estava feliz lá... tendo, de certo modo, a minha própria casa, o meu emprego e um curso que eu gostava na faculdade. Não se ofenda, mãe, adoro a nossa nova casa, mas sinto falta de Londres – a morena baixou os olhos e passou a encarar o tapete.

– Jamais me ofenderia, filha, saber que você era feliz lá. Mas posso ver em seus olhos que tem alguma coisa a mais.

Tomoyo levantou o olhar de súbito, impressionada com a percepção aguçada da mãe.

– É, tem mais uma coisa, sim... – ela fez uma pausa. – Conheci uma pessoa... muito legal lá.

– Um rapaz, eu imagino – Sonomi acompanhou a linha de raciocínio da filha.

– Sim... o Eriol – dizer o nome dele provocou uma pontada de dor no peito da jovem, e fez com que algumas lágrimas escapassem e deixassem seu rastro no rosto pálido.

– E você se apaixonou por ele.

A constatação de Sonomi não surpreendeu a morena dessa vez. Tomoyo limitou–se a assentir e mais lágrimas rolaram com esse movimento.

– Se você o conhecesse, mãe...! – ela deixou a frase no ar. Precisava conter as lágrimas. Sonomi pôs–se de pé e caminhou até a filha, para depois abraçá–la. – Ele foi tão gentil comigo! Sinto tanta... saudade dele, de estar com ele...

Sonomi sussurrava palavras tranqüilizadoras para a filha ao mesmo tempo em que afagava seus cabelos.

– E eu nem posso voltar para Londres agora... não temos como pagar uma passagem... – ela soluçava.

Sonomi sentiu–se um pouco culpada ao lembrar que Tomoyo tinha desistido de toda sua fortuna quando decidiu acompanhá–la e deixar a mansão.

– Querida... – ela disse depois que a filha se acalmou um pouco. – Eu sei que isso tudo é muito difícil para você. Ter visto você triste por seis longos meses... e depois quando você foi para Londres, dava para notar o quão feliz você estava... seus tios não tinham o direito de arrancar isso de você.

Tomoyo aninhou–se mais no colo da mãe e reprimiu um soluço.

– Eu não acho que voltarei a vê–lo algum dia... e isso é o que mais me dói... – sua voz era chorosa, mas as lágrimas não mais escorriam.

– Pense positivo, amor! Sempre. Se o seu destino é ficar com ele, então tudo dará certo...

– Mas e se não for? – Tomoyo perguntou amargurada.

– Então você vai superá–lo e encontrar um outro alguém. Não se preocupe mais... apenas leve sua vida adiante, sem pensar no que poderia ter sido. E não se arrependa nunca!

A jovem separou–se de sua mãe e deu um sorriso fraco.

– Obrigada, mãe. Prometo que vou continuar com a minha vida.

Sonomi apenas retribuiu o sorriso, encorajando–a.

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E com esse pensamento, as duas encararam mais duas semanas.

Tomoyo misturava duas emoções diferentes: esperança de reencontrar Eriol um dia e receio de nunca mais vê–lo; porém ela fazia como sua mãe recomendara, pensava positivo.

Sonomi participara de várias entrevistas de emprego enquanto Tomoyo, tendo desistido temporariamente dos estudos, procurava algum trabalho menos conceituado, tendo feito vários testes para cantar e algumas entrevistas também.

A jovem não se importaria de começar de baixo mais uma vez.

Ainda naquela sexta–feira a morena recebeu a ligação de um dos restaurantes mais conceituados de Tomoeda, onde havia feito um teste.

– Alô?

– A senhorita Daidouji, por favor – uma voz de mulher falou do outro lado da linha.

– Sou eu – Tomoyo respondeu.

– Aqui é do Restaurante Clow. Gostaríamos de informar que a senhorita foi aceita para trabalhar conosco. Se ainda estiver interessada, venha até o restaurante amanhã, pontualmente às 9h30, para conversarmos.

– Certo. Estarei aí. Muito obrigada.

– Até logo – a moça desligou.

Tomoyo transbordava de felicidade. Correu até a cozinha para contar a novidade à mãe, que lavava a louça.

– Quem era no telefone? – Sonomi perguntou, ainda sem se virar.

– Era do Restaurante Clow – ela se virou rapidamente para a filha, esperando pela boa notícia. – Disseram que eu fui contratada!

– Que bom! – Sonomi comemorou junto com a filha. – Mas o que, exatamente, você vai fazer lá?

– Cantar! – e diante do olhar indagador de sua mãe, a morena explicou. – Eles têm uma banda que toca música ao vivo e precisavam de alguém para ser vocalista.

– Mas que ótimo! Além de conseguir um trabalho, ainda vai ter chance de aperfeiçoar a sua voz! Ah, querida! Estou tão feliz por você!

– Confesso que realmente não esperava por essa.

– Quando você vai lá?

– Amanhã de manhã...

– Não vai ligar para Sakura e dar a notícia?

– Ah! É mesmo! – ela deu um beijo na mãe e correu de volta para a sala, a fim de ligar para a amiga e contar a novidade.

As conversas com Sakura nunca incluíam o nome de Eriol. A Kinomoto sabia que esse era um assunto em que ela não deveria tocar, até porque Tomoyo nem fazia questão de mencioná–lo. As duas se entendiam muito bem a ponto de uma saber o que se passava na mente da outra sem que palavras fossem necessárias.

– Ah, acabei de lembrar! – Sakura disse, animada. – Vou para aí dia 21 de março! Férias, sabe?

– Sério? Ai, que legal! – Tomoyo realmente estava feliz. Estivera com saudades da amiga.

– Na verdade, eu vou ficar em Tóquio, mas com certeza darei uma passadinha aí para visitar a Naoko, a Rika e, claro, você!

– E se você quiser, pode dormir aqui nesse dia... – Tomoyo convidou.

– Bom, acho que não vai dar... o Syaoran também vai...

– Sem problemas! Ele também pode vir, se não se importar de dormir em um cômodo separado do seu – ela começou a pensar nas possibilidades.

– Então, tudo bem...

– Não é por nada, não, Sakura, mas por que vocês virão ao Japão? – Tomoyo perguntou abruptamente.

– Vamos à festa de aniversário de um amigo nosso – Sakura fez uma pausa, como se estivesse arquitetando algo. – Aliás, por que você não vai com a gente?

– Eu? – a pergunta pegou a Daidouji de surpresa. – Não sei se seria uma boa idéia... nem fui convidada e, além disso, provavelmente nem conheço esse amigo... e também, eu não vou ficar muito à vontade lá, segurando vela para você e o Syaoran.

– Ah! Por favor! Você mesma me falou que não estava tendo muita diversão nesses dias! E você não vai segurar vela! Quando foi que eu e o Syaoran deixamos você de castiçal?

– É... não consigo pensar em nenhuma vez... – ela fez uma pausa. – Tá bom, eu vou – Tomoyo afastou o aparelho do ouvido quando a Kinomoto deu um gritinho estridente.

– Então já vamos deixar as coisas combinadas: dia 21 nós chegamos e ficamos no hotel em Tóquio... daí no dia 22 a gente vai para a sua casa e dorme aí... e no dia 23 almoçamos com Naoko e Rika, e depois nós três vamos para a festa. Só vai ter um pequeno problema: sua volta para Tomoeda, sem a gente.

– Ah, isso não vai ser problema! – Tomoyo disse, mas ao avaliar suas opções, não tinha mais tanta certeza. – Bom, posso voltar de táxi, o que você acha?

– Acho uma boa idéia... Então, tá combinado! Te vejo em quatro dias!

– Certo! Mal posso esperar, já estava morrendo de saudades! – Tomoyo confessou, alegre.

– Eu também! Então, até lá!

– Até! – as duas desligaram o telefone.

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No dia seguinte, depois de ter comparecido ao restaurante às 9h30 em ponto, a morena voltou para a casa.

Mal tinha descido do táxi e aberto a porta quando sua mãe apareceu.

– E então?

– Deu tudo certo! E eu começo hoje mesmo! – Tomoyo quase brilhava de felicidade.

– Na hora do almoço?

– Sim... e eu já fico por lá para cantar no jantar. Apenas troco de roupa entre uma refeição e outra.

– Que tipo de roupa você tem que usar?

– Bom, no almoço, alguma coisa simples, mas chique; e no jantar, um vestido social.

– E você tem essas roupas?

– Algumas peças... nos primeiros dias eu vou levar de casa, mas depois o próprio restaurante vai fornecer.

Sonomi assentiu.

– E quanto às folgas?

– Segundas e sextas, que são os dias em que eles só tocam música instrumental.

Sonomi assentiu mais uma vez. Tomoyo deu uma olhada no relógio.

– Aliás, eu preciso correr! Tenho que estar lá às 11h!

E, dizendo isso, a morena disparou escada acima para tomar um banho e trocar de roupa.

Chegou no restaurante às 10h57 e cumprimentou os funcionários que se preparavam para abri–lo.

Depois de passar pela porta principal, o restaurante tinha dois ambientes distintos: à direita as paredes eram cor de vinho e as mesas tinham, em média, seis cadeiras e ficavam num patamar elevado; à esquerda, as mesas estavam no mesmo nível da rua e tinham duas e quatro cadeiras, sendo que as paredes eram de um tom creme. O palco ficava exatamente no meio do salão, e também era elevado.

Os outros quatro músicos já estavam montando seus equipamentos no palco e um microfone já estava lá, faltando apenas ser testado.

Tomoyo encaminhou–se rapidamente para o palco e fez alguns testes de som, junto com o resto da banda. Estando tudo perfeitamente afinado, um deles fez um sinal de positivo para a maîtresse, a moça que ficava na entrada do restaurante, fazia reservas e indicava aos clientes as suas respectivas mesas.

E logo ela abriu as portas.

Menos de cinco minutos depois, uma lista foi entregue aos músicos e eles começaram a tocar. Tomoyo sabia todas as músicas daquele dia de cor, mas ficou com as letras por perto, para o caso de um branco.

Entregando–se de corpo e alma, a jovem cantava as canções, uma a uma, à medida que os clientes iam chegando. Recebia aplausos cada vez que fazia uma pausa, mais ou menos a cada três músicas.

Às 15h, nenhum cliente mais entrava e por volta das 16h30, o último cliente saía.

E só então os funcionários tinham permissão de almoçar, todos juntos, na cozinha. Isso serviu para Tomoyo fazer algumas amizades e conhecer melhor os músicos da banda.

Um deles, em especial, ficou bem interessado nela. Ele não tirava os olhos da morena e esperou que ela saísse da mesa para abordá–la.

– Oi – ele disse, sem nem um pingo de timidez.

– Oi – Tomoyo respondeu, amigável.

– Não posso deixar de elogiá–la... Você canta muito bem – ele abriu um largo sorriso.

– Obrigada – ela respondeu com outro sorriso, claramente embaraçada. Rumou para o vestiário feminino, para colocar o traje da noite.

Ele a acompanhou.

Tomoyo o observou de soslaio. Ele tinha uma pele bronzeada, músculos bem definidos por baixo da camisa social branca, era mais alto que ela, tinha um sorriso cativante, ar de galanteador (daqueles que consegue desconcertar qualquer mulher), cabelo castanho um tanto bagunçado e penetrantes olhos negros.

– Esqueci de me apresentar, sou Hiro Yamato – ele parou de andar abruptamente e, virando–se para ela, estendeu a mão.

– Tomoyo Daidouji – a morena também parou e apertou a mão grande e quente dele.

Mas antes que ela pudesse desfazer o aperto de mão, ele a puxou de encontro a seu corpo.

– Lindo nome para uma linda senhorita.

A Daidouji foi totalmente pega de surpresa com esse gesto e colocou as mãos na frente. Estas se espalmaram no peito másculo dele.

– Pode me soltar, por favor? – ela não estava interessada e esperava deixar isso bem claro.

Hiro a segurou com mais força, ainda sorrindo.

– Acho que não... eu sei que você também quer isso.

– Estou tentando ser educada, mas se não me soltar, vou começar a gritar – Tomoyo manteve a voz controlada, mas com um tom assustador implícito. Seu olhar era de extrema frieza.

Em resposta às palavras da jovem, Hiro desceu suas mãos para a cintura dela, impedindo que escapasse.

– Se eu te beijar, não vai ter como gritar.

CONTINUA...

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N/A: Oi, oi, gente!

Postando rapidinho porque, apesar do feriado, o tempo tá curto por aqui!

Que capítulo, hein? Tomoyo finalmente se impõe em relação à sua família e, apesar de uma mudança drástica de estilo de vida, isso é muito bom para ela! Sem falar no Hiro... atiradinho, né? Hahaha!

Bom, esperamos que gostem desse capítulo e que continuem deixando reviews para nós!

Kissus,

Mizu e Kimi

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Respostas às reviews

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Carol Hiiragizawa: Oii! Ficamos felizes que esteja gostando da fic. Quanto ao término dela, não se preocupe, já está concluída, só sendo revisada antes das postagens! Então, não há falta de inspiração que vá atrapalhar, hahaha! Nós costumamos postar todos os sábados, assim, já dá pra saber quando esperar por atualizações nossas... mas é isso aí. Continue acompanhando e obrigada por comentar! Kissus!

Bruna cm Yamashina: Olá! Hahaha, muito bom, né? A cena do casamento é uma das partes favoritas da Kimi, que é fã de carteirinha do casal Sakura e Syaoran! E realmente, o Eriol é um homem e tanto, um cavalheiro! Pena que existam poucos assim fora da ficção, haha! Tomara que goste desse capítulo e continue comentando, Bruna! Kissus!