OoOoO
Canção Para Você
––x––
Epílogo – Uma música, dois corações
OoOoO
Dois anos depois...
– Vamos, Sakura, anda logo! – Tomoyo a apressava. – Você quer chegar atrasada no seu casamento?
– Não... é que eu não consigo decidir qual dos dois brincos eu coloco – ela revelou.
Sakura estava de pé em frente a um espelho de corpo todo em seu quarto. Ela usava um longo vestido creme tomara–que–caia, justo no corpete e um pouco mais folgado na saia, com uma pequena cauda atrás. No pescoço da jovem pendia a corrente com o coração dourado, a mesma que ela usara no baile em que Syaoran pedira sua mão.
O cabelo dela estava encaracolado e preso em um coque no alto da cabeça, onde várias presilhas douradas brilhantes eram encontradas. Sakura optara por não usar véu nem grinalda.
Nos pés, ela tinha uma sandália creme, de salto um pouco mais grosso que o agulha. No rosto, uma maquiagem digna de princesa enfatizava o verde de seus olhos.
– Qual deles você prefere, Tomoyo?
– Hum... – a morena ponderou um pouco. – Esse aqui fica melhor.
Ela pegou o brinco escolhido e o colocou na amiga.
– Pronto... Você está linda! – ela sorriu para Sakura. – Agora, precisamos ir.
– Só um minuto – Sakura pediu e se sentou na cama.
– O que foi?
– Deixa só eu ficar aqui mais um pouco... – ela respirava fundo.
– Sakura, por favor... não vai me dizer que você vai ter uma crise nervosa agora.
– Não é uma crise... mas estou nervosa.
Tomoyo sentou–se ao lado dela.
– Essa é a última vez que serei Sakura Kinomoto... a partir de hoje, vou ser a senhora Li.
A amiga apenas esperou que a outra continuasse.
– Ansiei por esse dia a minha vida toda... e agora que ele finalmente chegou, eu não consigo acreditar... Isso deveria estar acontecendo? – ela virou–se para Tomoyo, que se sentou ao lado dela.
– É normal ficar nervosa – ela segurou as mãos suadas da amiga. – Mas pense um pouco no Syaoran, que está esperando você lá na igreja, ao lado de todos os seus amigos e familiares. Ele está lá no altar, parado, tendo todos os olhares voltados para ele. Não acha que ele pode estar tão nervoso quanto você?
– Não tinha pensado por esse lado...
– Você vai entrar e se casar, mas ele tem que ficar lá esperando você aparecer... – a morena olhou para o relógio. – e acho que ele vai ficar ainda mais nervoso se você se atrasar.
– É verdade, precisamos ir logo.
Sakura certificou–se de não ter esquecido nada e deu uma última olhada no espelho antes de sair.
Tomoyo também checou o vestido usava. As três madrinhas e os três padrinhos, além das duas damas de honra tinham roupas específicas para usar.
No caso das madrinhas, o vestido era verde–oliva e amarrado no pescoço (tipo frente–única), longo e justo em todo a sua extensão. Os acessórios eram prateados e os cabelos estavam soltos. Uma maquiagem leve e sandálias prata de salto fino complementavam.
Os cabelos de Tomoyo estavam mais curtos, quatro dedos abaixo dos ombros e lisos. Uma franjinha de lado realçava os contornos delicados do rosto da jovem.
Na entrada do elevador, que as levaria para a garagem onde o carro de Sakura as esperava, a Kinomoto segurava a cauda do vestido e Tomoyo se ocupava em levar os dois buquês.
Elas desceram até a garagem e entraram no carro, que em seguida rumou para a igreja.
O casamento, realizado em uma igreja inglesa, contava com cerca de 300 convidados, sendo que mais 200 chegariam para a festa.
Tendo chegado ao local, depois de 40 minutos, Sakura e Tomoyo entraram na igreja pela porta lateral, onde ninguém as veria.
– Pronta? – Tomoyo perguntou. Depois do aceno positivo da amiga, ela continuou. – Vou anunciar a sua chegada. Você entra depois de mim.
Uma música começou a tocar dentro da enorme igreja decorada inteira em verde e creme. Embora não fosse a marcha nupcial, todos haviam se levantado.
As daminhas de honra, duas garotinhas de cerca de cinco anos, sobrinhas de Syaoran, foram as primeiras a entrar.
Caminhando lado a lado, elas jogavam pétalas de cor creme sobre o longo tapete verde.
Quando elas estavam mais ou menos no meio do caminho Tomoyo mandou que Yelan, a mãe de Syaoran e uma das madrinhas, entrasse.
Porque Fujitaka entraria com Sakura, ela foi até o altar sozinha e parou do lado da noiva.
Dando o espaço de tempo exato, Tomoyo pediu que Touya e Sonomi entrassem quando Yelan estava no meio do tapete.
– Ai, Tomoyo! – Sakura falou baixinho. – Estou nervosa!
– Calma... vai dar tudo certo! Bom, agora eu e Eriol entraremos e você vai esperar até que nós cheguemos ao altar. Assim que nos virarmos para a porta, você entra.
– Certo – Sakura entendeu o que tinha que fazer.
Tomoyo passou a ela o buquê maior e, de braços dados com Eriol, entrou.
As madrinhas estavam do lado da noiva e os padrinhos do lado do noivo.
Como Tomoyo havia planejado, a marcha nupcial começou assim que ela e Eriol, parados cada um de um lado, se viraram para a porta principal.
As portas se abriram e revelaram uma adorável e sorridente Sakura de braço dado com seu pai.
Lentamente, passo a passo, eles se encaminharam para o altar sob os sorrisos de aprovação dos convidados.
Assim que atingiram a base do altar, Fujitaka deu um beijo em Sakura e, depois de apertar a mão de Syaoran, entregou–lhe sua filha. Logo depois, ele se encaminhou para seu lugar, ao lado de Touya.
Os noivos subiram ao altar e ficaram diante do padre.
O terno de Syaoran combinava com o vestido de Sakura.
– Você está perfeita – ele cochichou para ela.
– Obrigada... você também está ótimo – ela murmurou de volta.
Tomoyo pegou o buquê de Sakura e o ficou segurando durante a cerimônia.
––x––
Uma hora havia se passado e o casal estava fazendo os votos.
– Eu, Sakura Kinomoto, aceito você, Syaoran Li, como meu legítimo esposo e prometo amá–lo e respeitá–lo na saúde e na doença, na tristeza e na alegria, na riqueza e na pobreza até o fim de nossas vidas – ela falou enquanto colocava a aliança no dedo anular dele.
– Eu, Syaoran Li, aceito você, Sakura Kinomoto, como minha legítima esposa e prometo amá–la e respeitá–la na saúde e na doença, na tristeza e na alegria, na riqueza e na pobreza até o fim de nossas vidas – ele disse repetindo o gesto da amada.
– Com o poder investido em mim – o padre começou. – Eu agora os declaro marido e mulher.
E os abençoou.
– Pode beijar a noiva – ele disse depois.
Syaoran pegou as mãos de Sakura entre as suas e aproximou seu rosto do dela, selando a união com um beijo apaixonado.
Uma música lenta e romântica começou a tocar ao fundo e os convidados, de pé àquela altura, aplaudiram o casal.
Em seguida, os convidados foram saindo da igreja, juntamente com os três casais de padrinhos.
Estando a maioria das pessoas paradas à porta, Syaoran e Sakura rumaram para a saída de mãos dadas. Assim que chegaram à porta, ele a pegou nos braços e, juntos, começaram a descer os degraus sob votos de felicidade e uma chuva de arroz, ambos lançados pelos convidados.
Os noivos seguiriam para casa e trocariam de roupa para só depois aparecerem na festa, enquanto Tomoyo e Eriol liderariam a caravana de convidados para o salão que tinha sido alugado.
Tomoyo havia planejado cada detalhe da cerimônia e do casamento e estava orgulhosa porque tudo correra bem, sem imprevistos.
Ela tinha deixado a segunda roupa dos noivos sobre a cama deles, cuidadosamente passada e com os respectivos acessórios por parte de Sakura.
Por ser a primeira a chegar ao salão, ela foi verificar se tudo estava em seu devido lugar. Tendo isso sido conferido, ela e Eriol passaram a receber os convidados no local.
O salão era gigantesco e com certeza todos os convidados se sentiriam à vontade ali.
As mesas e cadeiras do salão estavam cobertas com panos de seda e sobre cada mesa havia um vaso de flor artificial rosa, que representava o amor. Dentro dos vasos havia vários cartões com os nomes de Sakura e Syaoran e o endereço do apartamento deles.
Como o casamento fora realizado por volta das seis horas, a refeição servida no salão era o jantar: três tipos de macarrão, quatro tipos de molho, inúmeros acompanhamentos e, é claro, o bolo.
Com três andares, o bolo de chocolate com recheio de morango e coberto com marshmallow estava decorado nas mesmas cores do salão e da igreja e, no topo, havia uma flor comestível rosa.
Quinze minutos depois, os noivos chegaram.
O vestido de Sakura continuava no tom creme, mas era um pouco mais curto e tinha alças. A sandália continuou a mesma e alguns acessórios haviam mudado, juntamente com o cabelo, ainda encaracolado, mas agora solto. A maquiagem fora apenas retocada.
Syaoran estava com os mesmos sapatos e a mesma calça social, mas havia trocado a camisa, que era de mangas mais curtas.
Depois de passarem por todas as mesas, serem cumprimentados por quase todos os convidados e tirarem muitas fotos, os dois sentaram–se em uma mesa ao lado de Eriol e Tomoyo, os últimos a cumprimentá–los.
– Você conseguiu, Sakura! – ela abraçou a amiga. – Se tornou a senhora Li! – elas se soltaram. – Que você e Syaoran sejam muito felizes ao lado um do outro.
– Parabéns! – Eriol cumprimentou o amigo. – Felicidades!
Depois, eles trocaram, Sakura foi cumprimentada por Eriol e Syaoran por Tomoyo.
– Felicidades! Tomara que você e a Sakura sejam felizes! – ela abraçou o amigo.
– Parabéns, Sakura! Espero que possa agüentar o Syaoran por muito tempo! – ele brincou.
––x––
Mais duas horas de festa se passaram até que a noiva decidiu jogar o buquê.
Todas as jovens solteiras se aglomeraram atrás de Sakura, que virou de costas.
– É um, é dois e é três! – Sakura gritou e lançou o buquê para trás.
Muitas jovens tentaram alcançar o objeto, mas ele parou nas mãos de uma só: nas mãos de Tomoyo.
Sakura deu uma piscadela para a amiga e lhe lançou um sorriso enorme.
A morena não entendeu mas sorriu de volta.
O senhor e a senhora Li estouraram uma garrafa de champanhe e resolveram cortar o bolo.
Distribuído o bolo para todos, eles voltaram a se sentar.
– Quando vai ser o casamento, Tomoyo? – Sakura perguntou.
– Eu não sei... Faz dois anos que estamos juntos, mas acho que não precisamos de um casamento para sermos felizes – ela respondeu sorrindo.
Embora pensasse o contrário. Tal como a amiga, Tomoyo sempre sonhara com o dia de seu casamento, mas depois de dois anos morando e cantando com Eriol, ela começou a pensar que a cerimônia não aconteceria. Ele não parecia ser o tipo de homem que acreditava em casamentos.
Os olhos violeta da morena espelhavam uma certa tristeza, mas ela simplesmente ignorou esse fato e continuou a comemorar a união dos amigos.
A banda contratada tocava uma música atrás da outra, algumas lentas, outras mais agitadas.
Eriol tirara Tomoyo para dançar e os dois alternavam os passos de dança com alguns beijos.
– O planejamento do casamento estava ótimo, Tomoyo – ele elogiou sorrindo.
– Obrigada. A Sakura sempre gostou de tudo muito bem organizado e em seu devido lugar. Fiz o melhor que pude – ela estava orgulhosa.
– Você escolheu algum dos vestidos? – ele estava desconfiado.
– Sim... escolhi a roupa dos padrinhos e os vestidos das madrinhas e das damas de honra. Além de dar uma mãozinha aos noivos para escolher seus trajes.
– Nesse caso preciso confessar que você os escolheu muito bem... todos estavam muito bem vestidos... em especial, você – ele a beijou.
– Muito obrigada – ela agradeceu sorrindo.
– Agora, eu prometi ao Syaoran que cantaríamos duas músicas... Como um presente de casamento para eles. Você se importa?
– Claro que não! Vamos lá!
O casal se encaminhou para o palco montado em um dos cantos do salão. Os músicos saíram e foram comer e beber alguma coisa.
Eriol testou o piano e ligou o microfone que estava sobre o instrumento.
Tomoyo pegou outro microfone, o ligou e testou. Quando teve certeza de que estava funcionando, ela se encaminhou para perto do namorado e ficou parada ao lado dele.
– Boa noite a todos. Nós gostaríamos de parabenizar os noivos mais uma vez e agradecer a presença de todos vocês aqui, pois tenho certeza de que esse é um momento muito especial para Syaoran e Sakura – ela falou no microfone. – Como segundo presente de casamento, nós queríamos tocar as músicas favoritas deles.
Eriol passou a tocar a música favorita de Sakura, a mesma que ele tocara no baile, só que desta vez a música tinha uma letra, que era entoada pela linda voz de Tomoyo.
Logo depois, o inglês tocou a música de Syaoran, um pouco mais agitada, mas igualmente bonita. Mais uma vez Tomoyo deu vida às palavras da canção.
– Muito obrigada – ela disse quando os convidados aplaudiram de pé o casal.
Tomoyo desceu do palco e se encaminhou para o meio de uma pequena multidão que os ouvia logo abaixo do palco.
– Agora, vou fazer algo um tanto inovador – Eriol disse ao microfone do piano. – Minha próxima música também era apenas uma melodia, mas uma moça me inspirou e eu senti que precisava colocar uma letra nela.
Houve uma pausa enquanto as pessoas que estavam de pé voltavam a se sentar.
– O nome dessa música é "The Only One", e eu quero dedicá–la a Tomoyo Daidouji, que foi quem me inspirou. Espero que goste – ele olhou para ela e sorriu.
THE ONLY ONE
(A ÚNICA)
I've missed these feelings for so long
(Eu senti falta desses sentimentos por tanto tempo)
And I've made so many mistakes
(E cometi tantos erros)
But now it's to you that I belong
(Mas agora é a você que eu pertenço)
It's you who keep my soul awake
(É você quem mantém minha alma acordada)
–
I held all these feelings deep inside
(Eu mantive esses sentimentos lá no fundo)
And tried not to feel when I saw you
(E tentei não sentir quando te vi)
I set thoughts and dreams aside
(Deixei pensamentos e sonhos de lado)
Waiting for them to come true
(Esperando que eles se tornassem reais)
–
(Bridge)
There are no words I could use
(Não há palavras que eu possa usar)
To describe you, my angel
(Para te descrever, meu anjo)
You are the only one I'm afraid to lose
(Você é a única que eu tenho medo de perder)
–
(Chorus) –– (Refrão)
I hope you can hear what my heart is crying
(Espero que você possa ouvir o que meu coração está gritando)
'Cause there's nothing else I can do
(Porque não há mais nada que eu possa fazer)
Please, listen, it's saying
(Por favor, escute, ele diz)
"I love you"
("Eu te amo")
–
I can't concentrate anymore
(Não consigo me concentrar mais)
I'm not who I used to be
(Não sou mais quem eu era)
'Cause you're not by my side as before
(Porque você não está ao meu lado como antes)
You should never stay away from me
(Você nunca deveria se afastar de mim)
–
(Bridge)
There are no words I could use
(Não há palavras que eu possa usar)
To tell you, my angel
(Para te dizer, meu anjo)
You are the only one I'm afraid to lose
(Você é a única que eu tenho medo de perder)
–
(Chorus) –– (Refrão)
I hope you can hear what my heart is crying
(Espero que você possa ouvir o que meu coração está gritando)
'Cause there's nothing else I can do
(Porque não há mais nada que eu possa fazer)
Please, listen, it's saying
(Por favor, escute, ele diz)
"I love you"
("Eu te amo")
–
I never knew that it would be with you
(Eu nunca soube que seria com você)
That I would finally find the light
(Que eu finalmente encontraria a luz)
I never knew that you'd be the one who
(Eu nunca soube que você seria aquela em quem)
I'd think about every night
(Eu pensaria toda noite)
–
(Chorus) –– (Refrão)
I hope you can hear what my heart is crying
(Espero que você possa ouvir o que meu coração está gritando)
'Cause there's nothing else I can do
(Porque não há mais nada que eu possa fazer)
Please, listen, it's saying
(Por favor, escute, ele diz)
"I love you"
("Eu te amo")
–
(Chorus) –– (Refrão)
I hope you can hear what my heart is crying
(Espero que você possa ouvir o que meu coração está gritando)
'Cause there's nothing else I can do
(Porque não há mais nada que eu possa fazer)
Please, listen, it's saying
(Por favor, escute, ele diz)
"I love you"
("Eu te amo")
Ela não achou palavras para descrever tamanha felicidade que sentia. Ria e chorava ao mesmo tempo.
Eriol havia dito que a amava com uma música! Mas não era uma música qualquer, era a favorita dela.
A morena não sabia que ele tinha escrito uma música para ela, porque geralmente era ela quem compunha as letras, sendo que ele apenas as adaptava para as melodias.
– Agora, Tomoyo, eu gostaria de te falar algumas palavras – ele se levantou e permaneceu em cima do palco, falando ao microfone.
Ela olhava atentamente para ele.
– Devo ter passado a impressão errada, pois soube por Sakura que você acha que eu não acredito em casamento.
A morena ficou sem graça e seu coração começou a bater mais rápido. Era incrível como uma só pessoa tinha todo esse poder sobre ela.
– Bom, eu não te pedi isso antes porque não tinha achado um momento que fosse tão especial para fazê–lo. Mas agora ele aconteceu – ele sorria docemente para ela. – Primeiro, um casamento é sempre um acontecimento inspirador; e segundo, você pegou o buquê da noiva.
Tomoyo sentiu o coração falhar uma batida e seu fôlego sumir por alguns segundos.
Ela levou a mão aos lábios enquanto derramava incontáveis lágrimas de felicidade.
– É por essas duas razões e porque eu te amo muito que eu te pergunto, Tomoyo Daidouji, quer se casar comigo? – ele retirou uma caixinha de veludo preto do bolso da calça.
– Quero... claro que eu quero! – ela disse e subiu correndo para o palco, abraçando Eriol.
Ele abriu a caixinha, revelando o anel mais lindo que a jovem já vira e o colocou no dedo anular da mão direita dela.
As pessoas aplaudiram mais uma vez.
– Obrigada, Eriol – ela continuava a derramar as lágrimas – Você não sabe o quanto eu desejei que isso acontecesse.
– Eu sei... porque eu também esperei muito por esse dia – ele falou baixinho para ela.
A platéia nem precisou pedir, pois um beijo terno e carinhoso aconteceu logo em seguida.
Ironicamente, os papéis se inverteram e o mais novo casal de noivos recebeu os parabéns dos convidados e também os votos de felicidade de Sakura e Syaoran.
A paixão deles não começou com olhares, palavras nem encontros, mas sim com uma música, uma das formas mais nobres de se expressar os sentimentos.
= FIM =
OoOoO
N/A: Hey!
Antes de mais nada, Mizu dedica este epílogo à Kimi, pois sabe que ela ama o casal Sakura e Syaoran... além disso, foi ela quem pediu que esse epílogo fosse escrito, já que, se dependesse da Mizu, a história acabaria no capítulo anterior.
Mizu também gostaria de agradecê–la por todo o apoio dado durante suas fases de bloqueio criativo e por não deixá–la desistir e apagar essa fic, como ela bem desejou fazer em uma época.
Queremos pedir desculpas pelo atraso na publicação desse capítulo, mas o fanfiction não estava funcionando muito bem ontem e acabamos não conseguindo postar. Ficamos tentando publicá–lo até as duas horas da manhã, mas não conseguimos... Porém, antes tarde do que nunca, aqui está ele, bonitinho e prontinho para vocês!
Como podem perceber, este é o último capítulo da fanfic! Depois de quatro meses e oito dias, vamos sentir saudades de não precisar postar todo sábado, mas ficamos muito felizes em acabar mais uma história! Essa foi bem comprida e estamos muito orgulhosas dela! Esperamos que tenham gostado desse final e da fic em geral.
Agradecemos a todas as pessoas que leram a história, tendo mandado reviews ou não. Foi muito importante saber cada opinião, responder cada pergunta, ler os elogios... Queremos agradecer também àquelas que mandaram reviews nesse capítulo e que, embora não possamos respondê–las, adoramos lê–las.
Sentimos que cada crítica, seja ela boa ou ruim, nos faz crescer como escritoras... além de nos deixar muito felizes pelo simples fato de saber que nossas histórias são lidas.
Obrigada aos leitores que adicionaram a fic no Favorite Stories e aos que nos colocaram no Favorite Authors.
Uma nota importante: a letra da música contida nesse capítulo é original, tendo sido escrita por nós duas. Pedimos a gentileza de não copiá–la sem o nosso consentimento e/ou sem dar os devidos créditos.
Esperamos encontrar vocês nas próximas fics!
Kissus,
Mizu e Kimi
––x––
Respostas às reviews
––x––
Trisha Nunes: Oii! Ficamos felizes em saber que gostou! Nós também gostaríamos de achar um alguém como o Eriol... Hehehe! Bom, se você descobrir em qual loja podemos comprar um, por favor, nos conte! Aqui está o epílogo, tomara que tenha gostado. Agradecemos por ler a história e comentar! Kissus!
Bruna cm Yamashina: Olá! Realmente, a Tomoyo e o Eriol formam um casal super fofo, embora tenhamos nos derretido pelo casal Sakura e Syaoran também... e que bom que gostou da Sonomi e do Fujitaka! Nós achamos esse casal meigo. Esperamos ter salvo as suas unhas com a publicação desse capítulo. Hahaha! Obrigada por acompanhar a fic e mandar reviews! Kissus!
