Capítulo Três
Sesshoumaru estudou a mulher sentada na sua frente. Ela estava rindo educadamente para a anedota que o Vovô estava contando. Verdade seja dita, ela era a última pessoa que ele esperava ver em sua casa - ou nunca mais. O fogo crepitava na lareira, emprestando um brilho vermelho suavizado para seu cabelo castanho. Ela era notavelmente bonita e de alta classe, com jeito de pessoa da cidade. Seu terno perto era uma combinação perfeita para a pasta de couro preta que o Vovô tinha carregado para casa antes. Ele não tinha nenhuma idéia do que uma prostituta de luxo tinha a ver com uma pasta executiva.
Um suporte, talvez? Sesshoumaru pensou. Ele suprimiu uma risada lasciva, de repente curioso para ver que tipo de 'brinquedos' ela poderia ter trazido dentro da pasta.
Sesshoumaru sorriu para seu avô e se perguntou o que o homem idoso queria. O vovô era um manhoso se não fosse vigiado. Sesshoumaru sabia que tinha que haver algo, o homem nunca tinha deixado de trabalhar um dia na vida.
_ Sim, agora, vocês dois jovens podem ficar acordados tanto quanto quiserem. Vovô suspirou enquanto saia de sua cadeira. _ Mas estes ossos velhos precisam de uma cama. Eu os verei pela manhã.
Sesshoumaru ficou de pé e se moveu para ajudar seu avô. O homem sacudiu de surpresa com a oferta. Sob a respiração, Sesshoumaru disse num sussurro, _Não quero que você se esforce demais, vovô, já que você não está parecendo bem".
_ Certo, menino querido. O vovô riu deliciado.
_ O que está havendo? Sesshoumaru silvou assim que eles alcançaram à cozinha e estavam fora do raio de visão dela. Ele soltou o braço do avô, sabendo que ele não precisava de suporte. _ Por que o material extra? Você sabe que eu tenho o suficiente aqui em cima para dois invernos.
_ Sua avó estava preocupada com você. Não é direito um homem passar tanto tempo só. Você precisa de uma mulher aqui. Ela animará o lugar. O vovô moveu os pés em direção ao quarto sobressalente. Era onde ele sempre ficava quando fazia visitas. _ Além disso, não me diga que ela não mexe com seu sangue nem um pouco. Diabos, se eu fosse mais jovem.
_ Se você fosse mais jovem, eu expulsaria vocês dois com chutes nos traseiros, Sesshoumaru ficou de pé. Então fique muito grato por ser velho.
Vovô gargalhou e bateu no braço de Sesshoumaru.
_ O que ela está fazendo aqui? Sesshoumaru nitidamente questionou. _ Você não está tentando me juntar com uma mulher como ela não é?
_ Então você a conhece? O vovô sorriu. Com uma piscada brincalhona, ele perguntou, muito?
_ Vovô, ela é uma prostituta de Vegas. Sesshoumaru suspirou, imperturbável. _ Os sujeitos dos Empreendimentos Chilton a enviaram para adoçar a situação comigo".
_ É por isso que você voltou cedo? Vovô disse com surpresa. _ Ela não parece em nada com uma prostituta para mim.
_ Acredita em mim, ela é. Sesshoumaru gemeu com a risada cordial do avô. Uma de alto nível. Deixe-me dizer apenas isto, se eu estivesse inseguro quanto a vender, ela poderia ter me convencido do contrário.
_ Deve ter sido uma ótima noite para ela te seguir até a sua casa, Vovô afirmado com um pouco de orgulho. _ Talvez você devesse a manter pelo inverno".
Sesshoumaru gemeu. _ Seria um desperdício de dinheiro.
_ Você dispõe de dinheiro, e uma mulher é o melhor jeito de desperdiçar se você me perguntar. Então, com uma risada gentil ele espantou seu neto para longe. _ Agora deixe de conversar com um velho bobo e vá. É melhor que você descubra o que ela quer. Veremos-nos pela manhã.
****
Rin esperava impacientemente ao lado do fogo enquanto Sesshoumaru levava o homem para cama. Eles tinham ficado sentados tranquilamente por mais ou menos uma hora. Vovô tinha feito a maior parte da conversa, tendo bilhões de histórias auto-reivindicadas sobre as montanhas indo de pesca com mosca até as erupções nas Montanhas Rochosas, incluindo ataques de ursos das neves com formato de mulheres nuas.
Ela queria dizer tantas coisas para Sesshoumaru. Ela queria explicar sua presença. Mas ela se sentia desconfortável em falar na frente de um idoso tagarela. Ele tinha deixado claro em sua loja que não daria as boas-vindas a qualquer palavra sobre divórcio. E isso era realmente uma questão privada, não importando que a cidade inteira de Miner's Cove já soubesse da situação.
Rin realmente se sentia terrível por toda a cidade saber do casamento, especialmente já que ela estava lá par dar um fim nele. O vovô em especial parecia gostar de Sesshoumaru. E ela bem podia imaginar como seria uma fofoca horrível num lugar tão pequeno quanto esse. Não haveria como fugir.
_ Você está com frio? Está estremecendo a noite toda. As palavras que vinham da entrada eram gentis.
Rin saltou enquanto ouvia Sesshoumaru chamá-la. Sua voz era baixa e grossa, como uma canção sedutora. O centro dela se aqueceu com um fogo curioso. Ela limpou a garganta, pasma por ele ter notado o desconforto dela. Timidamente, ela disse, _ não, eu ficarei bem. Eu apenas não estou acostumada a este tempo.
_ Você não está realmente vestida para as montanhas, ele notou, enquanto se sentava na frente dela. O olhar dela se estreitava enquanto deslizava sobre o corpo esbelto dela. _ Acho que é sua primeira visita aqui.
Rin anuiu com a cabeça, incapaz de falar. Ela desejou estar bêbada, embora raramente bebesse. Sem a ajuda do álcool ela nunca teria a coragem de ir até ele. Seu marido realmente parecia encher o cômodo, e agora que eles finalmente estavam a sós ela não sabia como começar.
Sesshoumaru a estudou por um momento. Então, corajosamente declarou, sem embaraço, _ você está grávida? É por isso que está aqui? Com exceção da primeira vez, eu usei proteção. Realmente várias.
_ Não, Rin o interrompeu com uma tosse apreensiva. As órbitas castanhas e grandes de seus olhos se arregalaram em surpresa. Por que todo mundo achava que ela estava grávida? Na verdade, ela não tinha pensado sobre a possibilidade até que o Vovô havia dito. _ Não creio nisso.
_ Então você foi enviada aqui pelo Chilton, Sesshoumaru concluiu, enquanto cruzava os braços e se debruçava de volta na cadeira de madeira. _ Desculpe ter feito você desperdiçar seu tempo. Diga a eles que eu ainda não estou interessado na proposta.
_ Sinto muito, mas não entendo. Rin entortou a cabeça para o lado em perplexidade.
_ Eu disse que a resposta é não. Eu não desejo vender. Nunca. Sesshoumaru estudou a mulher confusa na sua frente. Ela ficava adorável confusa. Sua região inferior começou a se erguer e se encher com uma necessidade primitiva e ele se viu considerando a contratá-la novamente pela noite – ou talvez, pelo tempo que ela ficasse lá.
_ Infelizmente não sei quem é Chilton, Rin respondeu. _ E não sei do que você está falando.
Sesshoumaru era quem estava confuso agora. _ Então o que você está fazendo aqui?
_ Isso é que são boas-vindas. Rin praguejou, deixando a tensão pegá-la. _ Você é amigável com todos os seus convidados?
_ Peço desculpas. Não tenho muitos convidados aqui, Sesshoumaru afirmou friamente em retorno. Ele descruzou os braços e se debruçou adiante para apoiar os cotovelos nos joelhos. Ele deu a ela seu sorriso sedutor e preguiçoso. Seus olhos reluziam perigosamente com um significado quente. _ Apenas clientes ocasionais.
Atrevidamente, ele a observava. Ela pensou que poderia explodir com a intensidade do olhar dele. Rin juntou as coxas para impedi-las que começassem a desejar. Não adiantou. O sorriso dele enviou calafrios por sua espinha enquanto ela imaginava o que eles poderiam ter feito em sua noite de núpcias. _ Não, peço desculpas. Percebi que não sou uma convidada.
_ Vamos começar. Sesshoumaru relaxou enquanto se debruçava de volta na cadeira. Ele apreciava a doce tortura da espera. Sem prestar muita atenção às palavras dela, ele desceu os olhos da garganta esbelta dela até o pulso. Ele esticou as pernas e cruzou-as nos tornozelos, antes do interrogatório, _ o que te traz de tão longe, lá de Vegas?
_ Eu não fico normalmente em Vegas, Rin respondeu. Estava ficando evidente que ele não tinha nenhuma idéia sobre o casamento. _ De fato, duas semanas atrás foi a minha primeira vez lá. Eu não gostei da cidade - muitas luzes e excesso de deslumbramentos.
_ Concordo. Sesshoumaru tinha que admitir que ela atiçava sua curiosidade. _ Então você viaja muito na sua profissão?
_ Às vezes. Eu trabalho principalmente na minha casa em Nova Iorque. Rin sorriu, relaxando com a conversação fácil. _ Eu posso me concentrar melhor lá. Acho que é o ambiente familiar.
_ Realmente, Sesshoumaru meditou. Ele não se lembrava de nada estar errado com a concentração dela. Mas, também, ele tinha bebido muito. Os homens de Chilton tinham dado muita bebida alcoólica a ele tentando fazê-lo mudar de idéia. Ele mal se lembrava de alguma coisa daquela noite. Apenas que havia acordado completamente satisfeito sexualmente com uma linda estranha.
_ Sim, ela continuou. _ Eu costumava ter uma gata que cuidava de mim, mas ela morreu no ano passado. Eu não posso substituí-la.
_ Sério? Sesshoumaru limpou a garganta. Pela primeira vez, parecia desconcertado.
_ Sesshoumaru é um nome interessante. Rin sentiu que era melhor mudar de assunto. Ela não sabia por que mas ela tinha a impressão de que seus comentários o deixavam desconfortável. Talvez ele não gostasse de animais de estimação.
_ Meus pais adoravam nomes diferentes.
_ E você? Seus pais sabem o que você faz para viver?
Rin se perguntou o porquê da pergunta estranha. Os milhões de leitores sabiam o que ela fazia para viver. Ela pensou que isso talvez fosse a idéia dele de uma piada. Ele não estava sorrindo. _ Minha mãe morreu quando eu nasci. Eu nunca a conheci. Meu pai faleceu há três meses. Nós não éramos muito próximos. Ele era viciado em trabalhado e vamos apenas dizer que sou filha do meu pai.
Sesshoumaru sentou-se firme e se moveu desconfortavelmente na cadeira. _ Sobre isto, sinto muito por ter partido tão de repente. Eu tinha uma reunião bem cedo e um voo para pegar. Eu não queria te despertar.
_ Tudo bem. Mas, eu não entendo o que isso tem a ver com o meu trabalho. Rin se ajustou na cadeira de balanço. Apesar de ser de madeira, a cadeira era realmente bastante confortável.
_ É sobre dinheiro? Sesshoumaru se sentou com a compreensão súbita. _ Você está aqui porque não foi paga?
_ O quê? O queixo de Rin caiu em choque.
_ Quanto você normalmente consegue por uma noite? Sesshoumaru continuou, inalterado com o rosto pálido dela. _ Eu não sei o quanto é adequado. Eu normalmente não solicito prostitutas
_ Eu-eu, Rin gaguejou. Ela agitou a cabeça incapaz de terminar.
_ É por isso que você parece tão nervosa? Está tudo bem. Eu pagarei o que devo. Eu não mantenho muito dinheiro comigo, mas posso preencher um cheque. Sesshoumaru sorriu educadamente. Então, uma luz interessada surgiu em seus olhos eróticos. _ Eu poderia te contratar novamente para hoje à noite. Isto se você não se importar de misturar férias com trabalho.
_ M-mas, ela gaguejou.
_ Sinto muito que você teve que vir de tão longe para conseguir seu dinheiro. Eu teria acreditado em você se tivesse escrito primeiro. Eu pensei honestamente que Chilton a tivesse pagado, Sesshoumaru continuou desimpedido. _ Mas, já que você está aqui.
_ Eu não sou uma prostituta!, Rin gritou. Ela se ergueu mortificada. Seus membros agitaram em afronta. Ele pensava que ela estava lá para receber uma dívida! Seu peito se ergueu, levando os olhos dele até lá. Ele lambeu os lábios.
_ Eu não entendo. Sesshoumaru se ergueu e sua altura a encobriu. Rin foi para longe, intimidada pelo tamanho dele. _ Nós passamos a noite juntos, não foi?
_ Sim. Rin disse com raiva. Sua oferta ofensiva a tinha deixado agitada - em parte pelo insulto mas principalmente pela excitação.
_ Então? Ele persistiu. _ Prostituta não é a palavra certa? Você prefere acompanhante de executivo, garota de programa ou algo assim? Eu não queria te ofender e eu queria contratar seus serviços, não importa como você se chama.
Sesshoumaru deu um passo em direção a ela, com a intenção de beijar sua boca que fazia beicinho. Ele percebeu que já que ela estava lá, ele poderia adicionar essa vez a sua conta - e ele tinha várias idéias em mente do que fazer.
_ Mas eu não sou uma prostituta! Eu sou a sua esposa, ela silvou.
Quando ele ouviu as palavras, congelou. Sussurrando com descrença, ele rosnou firmemente por entre os dentes friccionados. _ Minha o quê?
_ Eu sou sua esposa, Rin estalou de volta, voltando de seu choque. A proximidade dele desconcertava-a. Gaguejando, ela explodiu, _ eu não sou uma piranha. Sou sua esposa. Nós nos casamos naquela noite em Vegas.
_ Eu não acredito em você. Sesshoumaru perdeu seu bom humor. Você está tentando conseguir mais dinheiro de mim? Eu pagarei o que eu devo, mas não serei parte de algum tipo de chantagem doentia.
_ Como ousa? Eu não preciso do seu dinheiro. Rin fumegou. Ela o cutucou no peito com o dedo. E ele não afundou no músculo duro. E eu não estou mentindo.
_ Eu digo que você está, ele falou rude. Ele a estudou por entre olhos estreitos. Eu acho que me lembraria se tivesse casado.
_ Vê este anel barato? Rin enfiou a mão no bolso e retirou o metal desbotado para a inspeção dele. E tenho a certidão na minha bolsa.
_ Deixa-me ver isto, Sesshoumaru ordenou. Ele ficou surpreso em como ela facilmente se erguia contra ele. A maioria das pessoas tremia com susto quando ele ficava bravo. Ele escondeu o sorriso. Tomando o anel de sua mão, tocou a atrocidade barata sabendo que nunca a daria a uma mulher. O anel já estava se entortando. Ele teria rido se a situação não fosse tão medonha. Isso parece com aqueles brinquedos de criança que tem nas máquinas dos supermercados.
Rin caminhou até sua bolsa e retirou um pedaço de papel dobrado.
_ Espere, sesshoumaru de repente se iluminou. Isto é algum tipo de encenação? Eu não te prometi, embriagado, a pagar a você algo se você fizesse isto, não é? Eu realmente comprei para você uma passagem para cá? Devo confessar que isto nunca foi uma de minhas fantasias, mas hm, quem sou eu para reclamar? Apenas me diga.
_ Pela última vez, Sr. Taishou, eu não sou uma prostituta. Não sou uma garota de programa. Eu não sou nem sequer uma acompanhante de executivos. Ela deu a certidão de casamento para ele com as mãos tremendo. Se você me chamar de prostituta mais uma vez, vou te enfiar a mão.
Sesshoumaru deu a ela um sorriso divertido. Ele gostaria de vê-la tentar. A idéia o excitou e ele lambeu os lábios. Deu uma olhada no cômodo e suspirou. Então, pegando o papel na mão, ele leu do início ao fim.
_ Que tipo de piada é essa? Isto não pode ser legal. Aqui diz que nós nos casamos na Igreja de Elvis. Isso não pode ser um lugar real. Sesshoumaru olhou fixamente para a certidão amassada com descrença. Parecia que a mulher diante dele a havia lido várias vezes. Ele leu a tinta preta no papel. Era a assinatura dele na certidão. Se isto não é uma brincadeira, me sinto insultado.
_ É um lugar muito real. Eu procurei a capela. Eu até procurei o Elvis que fez a formalidade. Ele se lembrava bem de nós na noite anterior. Ele disse que nós éramos o único casal que tinha entrado aquela noite e que nós nos dávamos muito bem. Ele perguntou como meu marido estava e queria saber se já tínhamos curado nossa bebedeira.
Sesshoumaru tragou, não dizendo nada.
_ E pareceria que nós não podíamos um tirar a mão do outro. Elvis nos agradeceu pelo show e disse que sabia que nós iríamos ser assim por um longo tempo. Rin deu uma fungada divertida. Eu vi as credenciais dele. E fiz a minha advogada olhar também. É uma certidão legal. Nós somos casados.
_ Eu não posso acreditar que me casaria em um lugar chamado Igreja de Elvis. Sesshoumaru a deu a ela a certidão confuso.
_ Eu, também. Rin suspirou enquanto dobrava a certidão e a colocava em sua bolsa. Realmente é muito insultante.
_ Certo, o que nós fazemos agora? Sesshoumaru perguntou enquanto se sentava de volta. Ele não conseguia aceitar que estava casado. Mas, enquanto observava o rosto solene dela, ele soube que era verdade. Às pressas, ele continuou antes que ela pudesse responder então sobre o que você estava falando quando disse que trabalhava em casa? Quero dizer, se você não é uma prostituta.
_ Bem, meu nome é Rin Masters. Sou uma escritora. O Vovô mencionou que você poderia ter lido algum dos meus livros. Rin corou enquanto pensava sobre isto. Ela sempre ficava envergonhada em encontrar um fã. Ela gostava de saber que eles existiam, mas não gostava de se encontrar com eles porque nunca sabia como lidar de forma cortês com o elogio. Ela sempre odiava as feiras de livros e as noites de autógrafo que seu pai editor costumava fazê-la passar.
Sesshoumaru ficou quieto por um momento. Ele realmente tinha lido a maior parte dos trabalhos dela. Sem uma televisão, ler era uma das suas únicas formas de entretenimento. De fato ele tinha quase todos os livros que ela já havia escrito em sua prateleira de livros – mesmo os livros do início de carreira que não tinham grande tiragem. Ele os achava sensíveis e tocantes. Limpando a garganta, ele disse, sim, eu li alguns. Eu os acho divertidos.
_ Obrigada. A cor aumentou em Rin. Ela se perguntou se pela palavra 'divertidos' ele queria dizer divertido de um modo horrível. Ele realmente não tinha feito soar como um elogio e ele definitivamente não parecia ser o típico fã dela.
_ Muito bem, o que nós fazemos agora? Sesshoumaru inquiriu novamente.
_ Eu pedi a minha advogada que preparasse os documentos para o divórcio. Eu achei que poderia vir aqui, fazer você assiná-los e então seguir o meu caminho. Rin falou profissionalmente como se estivesse dando uma idéia para seu novo editor. Fique à vontade para lê-los. Eles simplesmente atestam que nós dois vamos deixar o casamento da mesma forma que éramos quando aceitamos nos casar. E, se você preferir, te pagarei uma pequena quantia de dinheiro por seus problemas e silêncio. Tenho tudo aqui na minha pasta. Presumo que um cheque será o suficiente. Acho que você achará mais do que justo. Este tipo de publicidade escandalosa não seria bom para a minha carreira".
Sesshoumaru olhou para ela em choque. Eu sou uma pessoa honrada. Não preciso ser pago pelo meu silêncio.
Rin ficou surpresa com a raiva súbita. Eu não queria dizer.
_ Mas você não disse? Você acha que pode vir aqui e me tratar como se eu não tivesse nenhum orgulho? Saiba que eu não preciso do seu dinheiro. E não o quero. Sesshoumaru se levantou e seu tamanho a encobriu.
_ Eu não queria te insultar. Minha advogada que pensou em acrescentar essa cláusula. Ela está apenas tentando me proteger. Ela não sabe que tipo de homem você seria. Por tudo o que eu podia me lembrar, você poderia ser um líder militante com um exército de radicais anti governo. Não que seja uma coisa ruim se você for um. Rin deu a ele um sorriso embaraçado. Ele sorriu indiferentemente com a sagacidade dela. Ela deu um passo em direção a ele e pôs uma mão suavemente em seu braço. Eu estava bêbada. Não podia me lembrar de que tipo de homem você era. Por favor, não se sinta insultado.
Sesshoumaru sentiu seu coração bater acelerado com toque dela. Ele ergueu a mão para tirar o cabelo dela do rosto. Olhando profundamente na gentileza dos olhos castanhos dela ele lentamente se debruçou, com a intenção de beijá-la. O fato de que ela havia dormido com ele de boa vontade o excitava ainda mais. Depois de um encontro tão satisfatório, por que ela não gostaria de fazer isto novamente? Não era como se os 'fãs' dela fossem descobrir. A reputação dela estava segura.
Rin sentiu a mão dele em seu rosto e viu os lábios dele se movendo lentamente em direção a ela. A boca foi até a dele por uma força magnética que ela não podia lutar ou entender. Ela fechou os olhos enquanto os lábios dele tocavam-na suavemente, testando a suavidade de sua resposta. Ele correu as mãos pelo cabelo dela, puxando sua boca mais firmemente contra seus lábios separados. Ele aprofundou o beijo, deslizando a língua ao longo da beirada exterior de sua boca aberta. Ela gemeu com surpresa atordoante contra ele.
Murmurando junto de seus lábios, ele disse, bem, já que nós ainda estamos casados…
Rin gemeu quando ele a puxou mais firmemente contra ele. Sua masculinidade rígida se apertava lascivamente contra seu centro suave e ela podia sentir seu comprimento quente pulsar querendo ficar livre de sua calça jeans. Ela tremeu quando a mão dele começou a se mover sobre seu corpo, empurrando sedutoramente firme em sua carne. O peito dele apertado contra seus seios sensíveis, roçando os bicos firmes. O membro dele estava empurrado descaradamente contra ela e ele curvou as costas dela sobre seu braço. Seus desejos apaixonados a pegaram de surpresa. Ele estava confiante de que ela não diria não.
Rin sentiu suas coxas se separarem com a pressão persistente dele e foi recompensada com uma estocada lasciva em seus quadris. O terninho não era nenhuma barreira para o ardor dele enquanto ele abaixava a mão para desabotoar a blusa do terno. Expondo a camisa fina de linho branco, ele gemeu para os seios perfeitos sob um sutiã de renda. As roupas de baixo bonitas acenavam para seus lábios e ele começou a desabotoar a blusa.
Ele era tão quente. Ela sentiu a batida erótica do coração dele contra sua mão. Ela não mais podia questionar o que a tinha feito dormir com ele. Ele era impressionante. Ofegando com prazer quanto os lábios dele deixaram os dela para explorar seu pescoço, ela gemeu.
_ Fogo!
Rin congelou. Ela ergueu a cabeça para olhar para trás. A voz do Vovô tinha vindo da cozinha e ela podia ouvir seus passos apressados desaparecendo para o outro lado da casa.
_ Um momento, Sesshoumaru sussurrou próximo a ela, sem estar envergonhado por ter sido pego. Ele deu um último olhar de desejo para os seios dela antes de deixá-la ir. Indo à cozinha, ele olhou para o lado de dentro. Estava vazia. Seu intruso havia ido. Quando ele girou para ela, um rubor cobria seu rosto. Ela tinha se recomposto e estava sentada na cadeira dele.
_ O que você estava fazendo em Vegas? Ele perguntou tranquilamente quando ela se recusou a encontrar os olhos dele. Ele podia sentir o nervosismo dela através de seus movimentos. O corpo dele pedia para que continuasse de onde havia parado, mas ele podia perceber que ela precisaria ser convencida. Sabendo que o prazer era sempre mais doce quando adiado mais um pouco, ele se forçou a dizer, você estava lá a negócios? Eu me lembro de algo você ter me chamando no meu quarto.
O brilho em seus olhos encantou Rin. Ela ergueu as mãos até o cabelo para distraidamente esfregar as têmporas. Sem pensar, ela disse a verdade, não, eu estava lá para me casar. Eu deveria ligar para o quarto 358. Em vez disso eu liguei para o 258 - um engano tolo.
_ Então você está noiva? Sesshoumaru perguntou enquanto jogava as mãos para os lados. Ele não se moveu para a direção dela.
Rin estava desapontada pela retirada dele. Seu corpo se moveu sinuosamente com um protesto fútil. Bem, mais ou menos. Quero dizer, não mais realmente.
Sesshoumaru ficou confuso pela resposta. Ou você está comprometido ou não está. Qual das duas opções?
_ Suponho que tecnicamente sou, Rin respondeu enquanto pensava sobre Narak, um homem que ela nunca tinha encontrado. Mas, não acho que é possível ser ao mesmo tempo casada e noiva.
_ Sim, entendo. Sesshoumaru foi para mais longe dela. Seus olhos ardiam com uma luz ígnea.
_ Há mais uma coisa, Rin disse enquanto ele ia para longe dela. Seus lábios ainda doíam com os beijos dele e sua região inferior tremia com tal intensidade que ela estava chocada por sua própria lascívia. Eu disse a Vovô que nós éramos casados e ele disse isso a uma garçonete chamada Kaede. Acho que ela contou ao resto da cidade. Eu não queria que isso acontecesse, mas esse foi o único modo que consegui para que o Vovô me trouxesse até aqui.
Sesshoumaru gemeu, de repente contente por ter outra razão para estar bravo com ela. Isso o impediria de trazer a mulher de outro homem para seus braços.
_ Eu sinto muito. Rin fez um movimento para tocá-lo, desejando que ele a beijasse novamente. Humilde, ela murmurou, farei o que for preciso para consertar tudo.
_ Eu conversarei com ele. Você já fez o suficiente. Ele empurrou a mão para longe dela, dolorido por ter que negar sua paixão. Ele sabia que teria que fazer o serviço sozinho se quisesse dormir aquela noite.
_ Vovô está no quarto disponível. Você pode ter a minha cama. Eu dormirei aqui.
Rin começou a protestar, mas foi cortada pela carranca firme dele.
_ Não te deixarei me acusar novamente de ser um mau anfitrião. Sesshoumaru girou seu olhar frio na direção dela, eficazmente concluindo a conversação. Eu examinarei cuidadosamente e assinarei os documentos cedinho pela manhã. Creio que você tenha me trazido uma cópia de tudo.
_ Sim… isso… mesmo, Rin gaguejou em resposta.
_ Bom. Ele a conduziu para seu quarto, dizendo, há uma camisa naquela cadeira se você precisar de algo para dormir. Ninguém te aborrecerá aqui, fique à vontade para se sentir confortável.
Rin anuiu com a cabeça em compreensão. Enquanto ele fechava a porta atrás dela com uma pancada firme, ela suspirou com frustração. O que tinha acabado de acontecer?
Cruzando as pernas sobre a cadeira, ela pegou uma camisa dele do topo de uma pilha organizadamente dobrada de roupa para lavar. Incapaz de resistir, ela apertou a camisa contra o nariz e respirou profundamente o odor amadeirado dele. Deslizando a camisa sobre a garganta, ela ligeiramente a correu sobre seus seios inchados até o pulsar dolorido abaixo de sua barriga. Seu corpo queimava, ardendo com uma necessidade feroz de ser satisfeito. Ela estremeceu incontrolavelmente.
Arrancando depressa a roupa, ela rastejou até a cama usando apenas seu sutiã e calcinha. O odor dele subjugava o dela enquanto ela deitava sob as cobertas dele, abraçando a camisa dele contra seus seios. O cheiro dele apenas a torturava mais até que sua região inferior parecia derreter com um fogo insistente. Sabendo que nunca adormeceria com um tormento como esse fluindo nas veias, ela tranquilamente abaixou a mão além de sua barriga até alcançar a parte de dentro de sua calcinha de renda.
Pegando a camisa dele, ela mordeu o material suave para se impedir de gemer. Com movimentos esmeradamente lentos para que a cama não gemesse, ela acariciou seu fogo até que o pulsar dela se transformasse em uma liberação trêmula. Abafando o grito na camisa, ela fechou os olhos e viu o rosto bonito de Sesshoumaru diante do seu. Os lábios dela se moveram, lembrando-se dos beijos quentes dele. Os quadris dela se moveram em uma liberação agridoce, doendo com a negação da satisfação plena.
Com um grito, ela puxou a camisa dele até seus lábios e a correu para cobrir sua barriga. Prendendo a respiração, seu corpo doía pelo abraço de Sesshoumaru, mas ela se recusou a buscá-lo. Ela não sabia o que estava acontecendo entre eles e não iria ficar por perto tempo o suficiente para descobrir
Se vcs pensam que esta complicado até aqui esperem só, mas alguns capítulos, esses dois vão complicar tanto as coisas que poderiam ser resolvidas com mais facilidade rsrsrsrs.
Beijos e valeu por todas as reviews.
Daaf-chan
Cauh Myth Taisho
Graziela Leon
Meyllin
Chinchila
Sereninha Oi linda ^-^
Rukia-hime
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