Capítulo Sete
"Narak, eu te disse que ela estava com um editor e que então voaria para Londres". Sango olhava para o aristocrata jovem e mordaz enquanto ele se sentava no canto de sua escrivaninha. Ela queria chutá-lo com o salto de seu sapato de grife. "Ela nunca foi a Londres. O editor vive em Montana do Norte. Houve uma avalanche e ela está presa na neve. Eu contatei um perito local, Myuga Taishou. Ele disse que poderia ser a qualquer hora dentro de quatro semanas até quatro meses até que eles possam sair. Mais provável que seja depois. Ele disse que não há nenhum modo de contatá-los por enquanto".
Narak correu uma mão frustrada pelo cabelo. "Então eu esperarei. Mas, assim que ela voltar, nós nos casaremos".
"Mas, Narak, isto é apenas uma parte da coisa. Ela não terá o dinheiro em quatro semanas. Sua herança precisa ser reunida até o trigésimo aniversário. Ela estará ainda na neve antes que isso aconteça. Não há nenhum dinheiro para pegar, você perdeu".
Narak encarou-a com seu tom condescendente. "Eu preciso do dinheiro dela".
"Por quê?", Sango atirou de volta.
"Não é da sua conta", Narak silvou. Os olhos jogavam dardos venenosos nela.
"Bem, não haverá nenhum dinheiro. Ela não tem um centavo em seu nome sem a concessão do pai". Sango se regozijou.
"E quanto à carreira dela?", Narak perguntou.
"Por favor. O pai dela publicou todos os livros. Você acha que ela foi paga? O dinheiro do pai é tudo o que ela tem. Ela desperdiçou o que era dela. Ela pensou que o pai iria fornecê-la quando se fosse". Sango deu de ombros. "Desculpe, mas Rin terá sorte se conseguir um contrato quando voltar".
Narak riu, pouco disposto a deixar sua galinha dos ovos de ouro ir tão facilmente. "Faça suas malas. Nós vamos voar para Montana".
Sango olhou para ele em choque.
"Você não achou que um Lucas desistiria tão facilmente, não é?", Narak ficou de pé. "Nós vamos achar um caminho para tirá-la de lá. E nós nos casaremos, guarde as minhas palavras – mesmo que tenhamos que casar através de um maldito walkie-talkie com um vento de neve".
****
"Eu devia ir trabalhar". Rin saiu do abraço de aço de Sesshoumaru. Com lentidão agonizante, ela soltou as mãos das dobras da blusa de flanela dele. Seu corpo doía para abraçá-lo. Sua proximidade torturava os membros aquecidos dela. Um desejo violento passava dentro de seu centro. Ela podia sentir seu corpo ficando úmido com desejo. Todo o desejo primitivo dentro dela empurrava-a para rasgar a blusa do corpo musculoso dele, se debruçar acima de sua banca de trabalho e exigir que ele a tomasse entre a serragem que voava.
Tremendo, ela se afastou completamente. Quando ele não a parou, ela se moveu para partir. Era a coisa mais dura que ela já tinha feito, sair de perto dele. Mas teria sido impossível ficar e não o tocar.
"O que eu estou fazendo?", Sesshoumaru se amaldiçoou sob a respiração enquanto a assistia deixar a oficina. Sua região inferior estava dolorosamente pesada e seu coração batia em um alto protesto ecoando em suas orelhas. Os flashs de sua noite compartilhada de paixão assaltaram seu cérebro. Ela tinha sido selvagem aquela noite. Eles tinham gozado juntos em todas as partes do quarto do hotel, no chão, na cama em formato absurdo de coração, o mini-bar, sobre os lados de uma mesa, no chuveiro, até contra as janelas que levavam à sacada. Rosnando com o assalto das súbitas memórias, imaginadas ou não, ele marchou atrás dela. Ele era incapaz de negar sua necessidade por ela. Certo ou errado, ele a possuiria. E que se danassem as malditas consequências!
"Rin", a voz dele estava mortal de paixão. Ele a encontrou na sala de estar. A mão agarrou seu braço, girando-a para enfrentá-lo. Arquejando fortemente, ele rosnou.
Rin sacudiu, surpresa pelo som íntimo.
Sesshoumaru não perdeu um segundo. Com seus lábios separados em surpresa, ele a pegou em seus braços. Ele apertou seus lábios contra os dela em um beijo áspero que roubou sua respiração e fez o coração tremular. As mãos dele foram subindo de seus braços que estremeciam até a nuca. Correndo os dedos em seus cachos molhados, ele gemeu ferozmente contra sua boca.
"Você tem certeza?", ela ofegou quando ele soltou seus lábios. Os olhos dele estavam nos dela com a intensidade de uma tempestade do inverno. A profundidade âmbar revelava sua necessidade árdua por ela enquanto ele movia seus quadris muito intimamente. Ela sentiu o comprimento duro de sua excitação queimando através de sua calça de moletom. Ela não podia negar nada a ele. Ele a estava controlando.
Sesshoumaru não respondeu exceto ergueu os pés dela do chão e facilmente a levou em seus braços. Ele se recusava a deixá-la ir. Abaixando sua boca apaixonada, ele a beijou novamente. Rin gemeu enquanto colocava os braços ao redor do pescoço dele. Ele a levou até a lareira. Ajoelhando, ele a deitou sobre o tapete de pele de urso e a colocou sob seu abraço determinado.
Rin estremeceu ao ser envolvida por seus braços sólidos, comparando a paixão dele com a sua própria. A blusa dela ainda estava desabotoada assim ele correu a mão livremente pela camisa regata, acariciando sua cintura com dedos exploradores.
Suportando seu peso massivo com o braço, a boca dele forçou-a a se deitar. Uma vez sob ele, a forma enorme dele prendeu-a no chão. As pernas dele estavam ao redor das coxas dela. Rin não podia se mover. Ele desceu seus lábios através do pescoço e ombro dela e continuou seu caminho abaixo em carícias entusiásticas e atormentadoras. O calor do fogo queimava em sua pele enquanto a língua dele descia pela linha exposta de sua clavícula.
Com a arfada suave dela de encanto, as explorações dele ficaram mais corajosas. Sesshoumaru ergueu a camiseta dela para afagar a pele tensa de sua barriga lisa. Os músculos dela ficaram tensos. Uma vibração baixa e primitiva vinda da garganta de Sesshoumaru começou a reverberar sedutoramente contra a pele dela enquanto ele devorava a carne dela que estremecia. Rin ofegou. A cabeça dela se apertou contra a pele dele enquanto ela arqueava a barriga para encontrar a boca dele. A paixão dele começou a assustá-la com a força de sua intensidade.
Erguendo-a, ele puxou a blusa de seus ombros e a assistiu deslizar graciosamente de seus braços esbeltos. Os dedos dela agitavam com energia nervosa enquanto ela soltava a camisa dele e começava a trabalhar nos botões. Achando uma camiseta branca sob a flanela, ela correu a mão sob o material fino. O tórax dele era forte e liso e ela deslizou os dedos ao longo dos contornos quentes de seus músculos. A batida do coração dele era um ritmo sólido, confiante e firme. Ela ergueu a camisa para tirá-la pela cabeça.
O movimento bagunçou o cabelo dele e ela ergueu os dedos para a desordem. Ele levou a boca uma vez mais até a dela e sentiu a extensão dos músculos enquanto ele a debruçava de novo. A mão dele deslizou sob as calças e sobre suas nádegas. Ela deu um gemido leve enquanto ele apertava os globos tenros. O centro dela sacudia e pulsava com calor, ficando úmido. Ela ofegou entre as bocas bem abertas.
O corpo dele era novo e familiar ao mesmo tempo. Ela tocou em sua forma perfeita com uma carícia em forma de massagem. Não havia nada de gordura em sua forma cheia de músculos. Os braços fortes seguiam por um tórax viril que diminuía até uma cintura estreita. Passando as mãos em cada fenda, Rin empurrou os quadris para cima, precisando senti-lo contra ela em uma urgência crua. Ela o havia sentido um milhão de vezes em sonhos e agora que sua fantasia estava de carne e osso, ela estremecia com o fogo da paixão.
Ele puxou o zíper de suas calças e ergueu a mão para ir até sua camisa regata. Ele sorriu diabolicamente, enquanto achava o sutiã de renda rosa que ela usava. Ele podia ver os mamilos enquanto ele os agarrava através do tecido empinado. Inclinando-se para lamber seu seio, apenas acima da curva do sutiã. Rin ofegou em prazer. Ela nunca tinha se sentido assim com um homem. Com cada solicitação suave em sua boca, os lábios dele se tornavam mais insistentes, empurrando a língua sob a renda para saborear os cumes endurecidos.
Sesshoumaru lentamente moveu seu toque para o lado dela e sua calça de moletom. Com um puxão confiante, ele desceu o material suave além de seus quadris lisos. Para seu encanto, ele descobriu que uma calcinha combinando o aguardava. Ele sorriu novamente enquanto se movia para baixo, puxando as calças para além de suas meias-calças. Ele correu as mãos para o alto, do interior de suas canelas e então para o exterior de sua coxa.
Rin sentiu a pele morna e suave embaixo dela e o calor do fogo abrasador acima dela, um fogo que não tinha nada a ver com a lareira ardente. Sesshoumaru parou o caminho de beijos acima de seu quadril, enquanto atendia o peito dela, com golpes quentes e longos de sua língua. Ela se moveu em resposta, fazendo o dar uma risada segura. O brilho suave da luz laranja suavizava as feições duras dele enquanto seus lábios se abaixavam para dar um beijo firme em sua barriga plana.
Acariciando do umbigo até os seios, ele olhou profundamente nos olhos dela. Com um brilho brincalhão refletindo em seu rosto, ele deu a ela seu meio sorriso lento. Ele lambeu os lábios firmes e desceu a alça do sutiã dela pelo ombro. Rin não pôde evitar responder ao sorriso endiabrado dele quando ele moveu um dedo ligeiramente do pescoço dela para o vale de seus seios.
Ela chutou suas meias. Puxando-o para ela, as coxas dela se abriram. Ele se encostou mais firme contra ela. O sorriso sensual dele estava-a deixando louca com sua confiança. Ela podia ver que ele a queria, mas ele se continha para provocá-la impiedosamente. Ele acariciava e inflamava o corpo dela com seu toque firme até que ela pensava que poderia explodir. As pernas dela se esfregavam inquietas contra o material duro em sua calça jeans azul. Enganchando os pés ao redor da cintura dele, ela puxou seus quadris em direção a seu centro quente. Ela soltou um gemido estremecendo de êxtase. O cinto dele batia contra sua pele delicada, o metal tão duro quanto o resto dele. Ela queria senti-lo dentro dela. Ela queria saborear sua pele fervente.
As respirações deles se entrosaram rotas. Ela deslizou as mãos pela cintura dele, febrilmente soltando a fivela do cinto. Ela olhou para cima, para seus olhos âmbar suaves e a intensidade deles perfurou as profundidades da alma dela. Perguntas não formuladas passavam através das órbitas nebulosas. Os lábios dele imergiram para reivindicar sua boca. Rin tremeu, arquejou, gemeu.
Sesshoumaru gemeu quando ela ergueu suas pernas para descer a calça jeans dele com os dedos dos pés. Ela sentiu o comprimento duro e quente de sua masculinidade pular livre do jeans e se apertar fortemente contra sua coxa. Os pelos da perna dele faziam cócegas nos pés dela. Ele usava cueca de algodão que abraçava seu membro como uma segunda pele.
Sesshoumaru ficou selvagem em seu desejo por ela. Ele moveu grosseiramente a calcinha dela até que ele as deslizou além de suas pernas longas. Puxando sua masculinidade livre, apenas o suficiente para penetrá-la, ele arrastou a alça de seu sutiã para baixo completamente além do ombro para expor um seio maduro. O mamilo enrijeceu, ansiando por sua atenção.
Ele podia sentir a umidade quente dela acenando para que ele fosse para o lado de dentro. Ele entrou nela firmemente, sem se preocupar em tirar completamente sua cueca. Rin ofegou com a estocada súbita. A pulsação estimulante dele estirou o limite de veludo de seu centro. A imensidade dele encheu-a completamente. Ele apertou os seios expostos enquanto consumia sua boca com a dele.
Separando seus lábios dos dele, ela respirou fundo e deu um grito com paixão. Ela sentiu ele se mover sedutoramente firme dentro dela. Ele se retirou dela com uma lentidão agonizante apenas para dar longas estocadas depois. Sesshoumaru friccionou os dentes em prazer. Inclinando-se sobre suas mãos para ganhar melhor alavanca, suas nádegas se dobraram e ficaram tensas enquanto ele se afundava dentro dela.
Incapaz de suportar o ritmo lento e torturante que ele havia começado, ela o empurrou para trás, mantendo-o firme dentro dela. Ela moveu o quadril enquanto persuadia a masculinidade dele para mais fundo. Ela deixou sair um alto grito de prazer lascivo.
Sesshoumaru se debruçou para trás, apreciando a paixão dela. Ele a deixou controlar os movimentos de seu acoplamento, gostando do modo como ela comandava o corpo dele a submissão. Os cachos negros dela se enrolavam ao redor de seu rosto, emoldurando os lindos olhos castanhos e redondos dela. Rin gritou, sabendo que ninguém poderia ouvi-la. O gemido gutural de Sesshoumaru juntou-se ao dela enquanto ela deslizava pelo comprimento ígneo do corpo ávido dele. A cabeça dele foi para trás quando o ritmo ficou mais intenso. Ela acariciou o comprimento todo da estimulação dele dentro de sua umidade aveludada, fazendo-o empurrar mais fundo e rápido até que seu passo frenético combinou com o dela.
Rin sentiu seu corpo se erguer em direção a um destino inimaginável. Sua região inferior torturada tremeu até que ela pensou que não poderia aguentar mais. Finalmente ela alcançou seu clímax traumático com um grito vitorioso. Sesshoumaru estava pasmo com a paixão que ela alcançou. Ele grunhiu com uma liberação quase dolorosa, derramando sua semente bem fundo dentro dela.
Rin se sentia como se o mundo tivesse sido retirado de debaixo dela. Ela se segurou em Sesshoumaru, com medo de que ela caísse em um redemoinho profundo se ele a deixasse ir. Ela descansou a cabeça contra o ombro dele enquanto os últimos tremores torturantes de seu corpo.
Sesshoumaru a segurou contra ele, não querendo deixá-la ir. Ele tinha medo de que ela não fosse real. O membro dele estava fundo dentro dela. O corpo dela havia sugado toda a energia dele deixando-o drenado e imensamente satisfeito.
Rin voltou lentamente para realidade. Quando a terra se ajeitou apropriadamente, a sanidade dela também votou. E com a sanidade veio o embaraço. Ela sempre tivera tanto controle com suas emoções quando o assunto era sexo. Ela nunca tinha sido movida a esse tipo de loucura que o abraço doce de Sesshoumaru havia causado dentro dela.
Ela respirou fundo, não sabendo se poderia erguer a cabeça de seu ombro. Ela tinha medo do que poderia ver nos olhos dele. Na mente dela, ela o via olhando para ela como se ela fosse uma prostituta, como se ela fizesse este tipo de coisa lasciva o tempo todo. Na verdade, ela havia apenas conhecido alguns homens. Ela sempre tinha estado muito ocupada com sua carreira para ter relações sérias. E em algum lugar em sua vida ela tinha se saído melhor em criar a ficção em seus livros do que seguir na realidade de sua existência.
Sesshoumaru estava perplexo pela quietude súbita dela e empurrou a cabeça dela para cima com seu ombro. Um sorriso fácil achou as feições dele. Ele sentiu o movimento inconfortável dela contra ele. Ela se recusou a olhar para ele, o que o preocupou muito.
"Rin?", ele sussurrou. Silenciosamente, ele desejou que ela não lamentasse o que eles tinham feito.
"Ah, sim". A voz de Rin tremeu enquanto ela se afastava dele. Ela sentiu o membro dele a deixar. Ela se recusou a girar o rosto para ele enquanto ela agarrava a blusa de flanela atrás de si. Ela deslizou a camisa pelo corpo, fechando as extremidades para esconder sua nudez.
Sesshoumaru, sentindo que algo não estava muito bem, ficou de joelhos e a segurou antes que ela pudesse sair de perto dele. Virando-a para que o encarasse, ele disse, "espere. Olhe para mim".
Rin girou sua face nervosa para ele, incapaz de negar sua ordem. Sua boca ficou de repente seca. Os olhos dela estavam muito brilhantes com lágrimas não derramadas.
Sesshoumaru viu a incerteza em seu semblante e franziu o cenho. "Qual é o problema?".
"Eu não quero que você pense que eu faço esse tipo de coisa frequentemente", Rin gaguejou. Suas bochechas coraram.
Sesshoumaru sorriu com a insegurança feminina dela. Ela sempre parecia tão forte e ainda assim aqui estava ela buscando sua aprovação com a ternura vulnerável de seus olhos. Ligeiramente, ele correu a mão pelo cabelo dela. Ele a puxou contra seu tórax e a beijou suavemente nos lábios. Ele sentiu sua masculinidade se mexer quando os lábios dela se separaram para aceitá-lo. Rindo com assombro, ele desejou que seu membro malcriado abaixasse.
"Eu nunca pensei isto", ele sussurrou contra sua boca. Ele tinha que admitir que gostava dela assim insegura. O autocontrole determinado dele tinha sumido, assim como sua confiança fria. Ele se sentiu como se a estivesse vendo realmente pela primeira vez. E ele queria protegê-la. Mas mesmo que ele se divertisse com suas emoções, ele não queria que ela se sentisse como se tivesse que esconder isso dele. Sesshoumaru sabia que ele estava começando a perder seu coração e não gostava disto. Nada poderia resultar disto. A escolha tinha sido tirada deles e ele não queria perturbá-la com suas emoções.
"Eu sei que estou sendo tola", Rin disse afinal. Ela foi para longe dele, olhando no fundo de seus olhos preocupados. "Da mesma maneira que eu sei que nada resultará de nós. Sei que nós não temos nenhum futuro e eu não queria que você pensasse que eu estava levando isso sem pensar, como se fizesse isso o tempo todo".
"Eu sei de tudo isto, Rin". Sesshoumaru moveu sua cabeça para cutucá-la. "Sei que não pode haver nenhuma promessa. Por que nós apenas não vemos o que acontece? E quando estiver terminado, está terminado. Não haverá mentiras entre nós. Nós dois sabemos como deve ser e que nós não teremos nenhum futuro. Isso não quer dizer que nós não podemos apreciar um a companhia do outro enquanto você está aqui".
Rin anuiu com a cabeça. Ela sabia que para ele seria apenas um breve, embora incrivelmente apaixonado, caso com uma amiga. Para ela seria muito mais. Seria um caso com o coração. Era improvável que ela achasse amor com Narak. Ela nunca tinha pensado isto. E depois de se encontrar com Sesshoumaru, ela duvidava que qualquer outro homem pudesse ser comparável.
"Além disso, tecnicamente nós não estamos pecando. Eu quero dizer, nós somos casados". Sesshoumaru declarou com uma pequena risada. Ele a olhou esperando por um sorriso que nunca veio.
"Sim, acho que você está certo". Rin descansou sua cabeça contra ele. Se isto era tudo que ele tinha a oferecer, seria isso o que ela alegremente tomaria. Murmurando, ela relutantemente concordou, "quando estiver terminado, estará terminado. Por que não aprecie o que nós temos?".
"Certo", Sesshoumaru afirmou com um aceno com a cabeça. Seu membro começou a se mexer novamente, esperando ser chamado em ação. Erguendo o queixo dela, ele perguntou, "com fome?".
"Sim, faminta". Rin sorriu amplamente para ele à medida que ele ficava de pé. Com um sorriso imprudente inclinado para um lado, ele arrancou sua cueca de sua masculinidade e estendeu uma mão para ela. Ela ficou de pé com sua ajuda e então se moveu para abotoar sua camisa, sem se preocupar em colocar suas calças. Enquanto Sesshoumaru se virava para ir à cozinha, ela sorriu lascivamente com o movimento das nádegas firmes dele. Com uma mordida dolorosa no lábio, ela gemeu interiormente. Seu corpo já começava a se mexer. Ela o desejava novamente.
Mal Sesshoumaru havia entrado na cozinha antes que as mãos dela pegassem em suas nádegas. E quando ele girou, estava pronto para a ação, duro. Com um grito primitivo, ele a empurrou para a mesa. Deitando-a suavemente sobre a madeira dura, ele a tomou por detrás.
****
"Narak, o que você deseja achar aqui?", Sango perguntou enquanto eles entravam em Miner's Cove. Na verdade ela estava preocupada com sua amiga.
Sango desejava ter convencido Rin a contestar o testamento de seu pai quando havia descoberto o que Richard Masters havia feito. Então ela não teria juntado sua melhor amiga com um cavador de ouro aristocrata com temperamento sujo.
"Vou achar um jeito de tirá-la das montanhas antes de seu aniversário. E você vai me ajudar". Narak estacionou o carro em frente a uma cantina do estilo anos cinquenta.
"Você está certo de que quer comer aqui?", Sango inquiriu nitidamente. Cansadamente, ela deu uma olhada para o cume alto de uma montanha que se rebelava acima da cidade. As palavras dela continham nítido sarcasmo na medida em que as articulava, "duvido que seja dos seus padrões".
"Está bom aqui", Narak disse em desdém. Era óbvio que ele estava abatido pela falta da cidade de uma loja de conveniências. "Veremos o que os habitantes locais têm a dizer".
"Certo". Sango tentou ficar tranquila. Ela esperava que os habitantes locais não desmanchassem a história que ela havia contado para encobrir sua amiga. Ela não estava certa do que Narak iria fazer quando descobrisse que Rin havia se casado com o homem errado e estava presa nas montanhas com ele, e que ela não estava com seu editor.
"Por que o editor dela escolheria viver aqui? Não faz sentido". Narak agarrou um lenço e o segurou contra o nariz enquanto andava em direção à cantina.
"Acho que algumas pessoas achariam inspirador", Sango suspirou. Mas para dizer a verdade, ela concordava com ele. Montana era muito longe da cidade. "Sabe, bela zona rural, ar fresco".
"Ar fresco é superestimado e se você quiser a paisagem, eu tenho algumas pinturas adoráveis penduradas na minha casa. Poderia olhar para elas o dia todo". Narak abriu a porta da cantina com o lenço.
"Estou certa de que poderia", Sango murmurou sob a respiração com uma sacudida triste de cabeça. Ela o seguiu para o lado de dentro.
