Capítulo Oito
"Então assim você conheceu Kagura. Ela te pediu para levá-la com você?", Sesshoumaru riu cordialmente, fazendo o tórax reverberar com o som. "Não sei por que ela apenas não parte sozinha. Ninguém a levou ainda com ela se oferecendo".
"Pobre criança", Rin suspirou. Eles estavam deitados em frente à lareira no tapete sob um cobertor. Rin se moveu e olhou para o rosto sorridente dele. Ele estava brincando com os dedos dos pés dela. "Todos vocês têm que rir à custa dela?".
Os últimos dois dias tinham sido os melhores de sua vida. Durante o dia eles se separavam para trabalharem em seus projetos separados, ou pelo menos eles tentavam. Se ocasionalmente eles achassem uma desculpa para interromperem um ao outro, esqueciam-se de suas obrigações para se reunirem nos lugares mais estranhos. De noite eles ficavam perto do fogo para fazer amor e conversar até um adormecer nos braços do outro. A paixão de Sesshoumaru era insaciável, derretendo Rin imediatamente a cada vez. Rin se sentia como se eles estivessem construindo um mundo de sonhos ao redor deles e nem um deles queria destruí-lo. Então através de uma trégua não dita, eles nunca mencionaram o pai dela novamente.
"Kagura fala de deixar a cidade desde que nasceu. Não acho que ela irá um dia". Sesshoumaru riu mais firme enquanto ela cutucava os dedos do pé no peito dele. Erguendo-o para sua boca, ele o beijou.
"Então você nunca quis partir?", Rin deitou a cabeça e ficou olhado fixa e pensativamente para o teto.
"Meus pais viajavam muito. Eles costumavam me levar com eles. Então, depois de um tempo, eu quis voltar para casa e ficar. Eu esperei até ser velho o suficiente para me virar sozinho e voltar. Fui para uma escola de comércio, aprendi carpintaria e fiquei com Vovô. Mais ou menos sete anos atrás esta propriedade ficou à venda. Passei os vários anos seguintes construindo esta casa". Sesshoumaru sentiu-a se erguer ao lado dele.
"Então você realmente construiu esta casa por conta própria?", Rin perguntou assombrada. "O Vovô havia dito que você tinha construído a casa, mas eu pensei que ele queria dizer que você tinha mandado construí-la".
"Depois que eu desenhei os projetos, tive alguma ajuda", ele admitiu enquanto movia o braço para que assim ela pudesse estar nele. "Eu vigiei o progresso e fiz um pouco da carpintaria. Ainda preciso terminar o andar de cima e construir uma escadaria".
Rin pensou sobre isso por um momento. "Você sabe que este lugar precisa de algumas decorações. Como cortinas e alguns retratos. Aqui cortinas vermelhas e um pouco de amarelo pálido na cozinha. Talvez eu devesse conseguir algumas coisas para você algum. Animaria o lugar".
Rin esteve tão tomada pelo próprio entusiasmo que não o sentiu enrijecer ao lado dela. Sesshoumaru se sentou. Uma parte dele gostava dela decorando sua casa. Era a parte que ele não queria admitir. Ela estava falando como se fosse ficar lá para sempre. Ele escutou por mais um momento seus planos antes de interrompê-la, "não faça isto".
"Por quê?", Rin se sentou, de repente percebendo o que havia dito. "Oh, eu sinto tanto. Estava apenas falando. Amo a sua casa como é. Eu não queria dizer nada demais com isto".
Rin ignorou a dor em seu peito quando ela pensou como ele severamente tomava as ideias dela. Parecia que ele não queria que ela deixasse qualquer marca ao ter passado por aqui. Ela percebeu então que o caso deles era provavelmente algo para que ele passasse o tempo. Ele não se sentia tão sério sobre a situação quanto ela. A perspicácia súbita machucou-a profundamente.
Sesshoumaru levantou-se e puxou suas calças. "Tudo bem".
"Sesshoumaru?", Rin puxou o cobertor ao redor de seus ombros e se moveu para tocar o braço dele.
"Rin, tudo bem. Esqueça". Ele foi para longe dela. "Preciso sair e checar os geradores. Está começando a ficar frio aqui".
Rin assistiu-o partir, tentando não deixar as lágrimas a subjugarem. Ela tinha tentado ficar muito íntima. Isto era apenas algo temporário para os dois. Aparentemente Sesshoumaru não queria que fosse nada mais.
Rin moveu um punho trêmulo para cobrir sua boca quando uma dor súbita consumiu seu peito. Ela sentiu o ardor das lágrimas fazerem seu caminho pelo seu rosto. Não havia nenhuma chance de que ele a amasse e o coração dela estava partindo por causa disto. Ele não tinha dado a ela nenhuma razão para ter esperança e ainda assim ela tinha. Ela estava apaixonada por seu marido e não havia nada que ela pudesse fazer sobre isto.
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Depois do choque inicial da partida abrupta dele se dissipou, Rin ficou se sentindo entorpecida. Ele tinha se justificado em sua raiva, mas isso não significava que ela tinha que gostar. Sesshoumaru foi diretamente para sua própria cama depois da verificação nos geradores sem uma única palavra para ela e quando ela acordou na manhã seguinte, sozinha, sobre a pele de urso, ela percebeu que ele já estava no trabalho.
"Bom", Rin pensou, "se você pode, eu também posso".
Ela foi trabalhar, com a intenção de ignorá-lo. Mas ela não podia ignorar que ele estava lá na casa. Ou que ela tivesse algo para tranquilizar a raiva dele por ela. Ela odiava admitir, mas ele poderia ser a única opção que ela tinha para cumprir as estipulações do testamento de seu pai.
Ela não queria pensar sobre isto antes, mas a raiva dele deu-a uma pausa. O testamento não dizia nada sobre ela ter que viver sob o mesmo teto que seu marido. O que importava se ele vivesse do outro lado do mundo, desde que eles fossem casados e não houvesse nenhum escândalo? O único problema que ela podia ver em seu plano era que Sesshoumaru teria que engravidá-la. Ela não sabia o quão disposto ele estaria para fazer isto, mas a motivação com certeza existia. Ela não estava certa de como ele se sentia sobre crianças e havia a pequena questão de ele achar o testamento do pai dela detestável.
Rin tirou seu laptop de sobre o corpo. Ela estava olhando fixamente para a tela há várias horas, sem digitar uma única palavra. A mente dela apenas trabalhava em meios de convencer Sesshoumaru a manter seu casamento.
Decidindo que descobriria quando chegasse a hora certa, ela foi fazer as pazes com ele. Ele tinha que pelo menos começar a conversar com ela se ela tivesse que tentar realizar qualquer coisa. Um sorriso lento surgiu em seus lábios enquanto ela pensava sobre modos mais interessantes de suavizar seu orgulho ferido.
Ela foi até a oficina e achou a porta bloqueada. Ele não estava na casa, o que podia apenas significar que ele estava no abrigo trabalhando no gerador. Rin estava surpresa com quanta atenção a coisa parecia precisar.
Ela pegou uma das jaquetas leves de Sesshoumaru de sua prateleira de casacos. Ela percebeu que era a primeira vez que ela deixaria a casa desde sua chegada. Saindo sobre o gramado dianteiro, ela deu uma olhada ao redor. A neve iluminada pelo sol brilhava como cristais de diamante. Ela pegou um pouco do pó branco com as mãos nuas e formou uma bola firme.
Ajeitando a bola de neve ligeiramente, ela a jogou de um lado para outro entre suas duas palmas geladas. A propriedade dele era realmente empolgante. Um sorriso malvado se formou em seus lábios enquanto ela olhava para o abrigo.
"Sesshoumaru Taishou!", ela gritou para a porta. "Saia agora mesmo!".
Ela se debruçado e juntou com a outra bola de neve, segurando os projéteis molhados em suas mãos frias enquanto chegava à porta do abrigo.
"Sesshoumaru! Quero conversar com você!", ela gritou mais alto. Preparando o braço, ela o ergueu para fazer pontaria. "Estou te chamando para fora!".
Ela foi devagar para mais perto do abrigo, perguntando-se por que ele não a estava respondendo.
"Sesshoumaru!", ela gritou novamente.
"O que é?".
Rin congelou quando o ouviu detrás dela e sentiu uma bola de neve bater na sua nuca. A umidade desceu por suas costas sob a jaqueta leve que ela tinha roubado dele. Com um olhar de desdém, ela lentamente girou para enfrentar seu atacante. Sorrindo de modo afetado com um olhar de raiva fingida, ela agitou a cabeça em advertência.
"Planejando um ataque surpresa?", ele riu enquanto ela girava para enfrentá-lo. Seus lábios se curvaram em um sorriso diabólico e seu cabelo estava amarrado em um rabo-de-cavalo. Em sua mão ele grosseiramente formava outra bola de neve.
"Por que você", ela murmurou sombriamente antes de apontar para ele. Rin imediatamente lançou sua munição na cabeça dele. Ambos os tiros erraram. Ela se debruçou para se recarregar.
Antes que ela ficasse de pé, foi atingida novamente no ombro. O rosto dela ficou vermelho com o riso dele. Ela lançou e errou novamente. Sesshoumaru riu mais ainda. Ele a acertou enquanto ela se ajoelhou para agarrar mais neve.
Rin se levantado a tempo de ser abatida para o chão. Girando no ar, ele diminuiu a queda dela na neve. Ela sentiu a neve dura sob sua cabeça enquanto Sesshoumaru aterrissava ao lado dela.
"Procurando por mim?", ele sussurrou enquanto se aninhava e mordia a orelha dela. Inclinando-se sobre ela, os olhos âmbar dele se moveram para os lábios separados dela. Sorridente, ele estudou as bochechas rosa e o nariz vermelho dela.
"Não". Rin respirou com a proximidade dele. "Não estava. Estava dando um passeio inocente quando fui descaradamente atacada".
Sesshoumaru riu, bolos de fumaça branca escapavam de sua boca. Tocando seu nariz no dela, perguntou, "o que você queria?".
Rin irradiou ingenuidade no rosto satisfeito consigo mesma e agarrou um punhado de neve. Ela bateu na testa dele. "Fazer isto".
"Ai", ele gritou enquanto rolava para longe dela com dor fingida. Simulando estar ferido, questionou, "por que fez isso?".
"Porque você é um tolo", Rin respondeu enquanto se sentava. Ela colocou as mãos desafiadoramente nos quadris, ignorando a neve em sua cabeça e ombros.
"Eu sei. Sinto muito". Sesshoumaru suspirou enquanto olhava para ela. Suavemente, ele acariciou a bochecha dela com seus dedos frios. Ele tinha passado a maior parte da manhã caminhando ao redor de suas terras e pensando em sua situação. Ele não podia negar que tinha sentimentos por essa mulher cativante diante de si. Era por isso que ele estava tão bravo. Ele não estava chateado com ela. Ele estava ultrajado com a situação dela.
"Não pense que apenas porque você diz que sente muito que eu automaticamente vou te perdoar". Rin rejeitou sumariamente os braços dele. A nuvem de neve caiu dela como serragem. "Você terá que conquistar o meu perdão".
Sesshoumaru respondeu ao desafio dela com um sorriso abafado por olhos estreitados. Empurrando a jaqueta dela para que assim ela fosse para trás, ele moveu as pernas sobre as dela. Tirando um floco de neve da ponta de seu nariz avermelhado com dedos frios, ele se debruçou para beijá-la.
Rin gemeu enquanto cada fragmento de sua raiva descongelava na neve. Ela se esqueceu de que queria conversar com ele. Murmurando contente contra sua boca, ela articulou, "você acha que nossos lábios vão congelar juntos?".
"Apenas se você usar aparelhos", ele murmurou seriamente. Ela bateu nas costas dele sem parar o beijo. Sesshoumaru riu enquanto ele se afastava. Ela deu um gemido suave de protesto. "Isto significa que eu estou perdoado?".
Rin anuiu com a cabeça. Os olhos chocolates dela se moveram para a boca firme dele. O corpo dela se mexeu e começou a se aquecer, apesar da neve fria. Ele se debruçou para beijá-la novamente. Murmurando contra sua boca crescentemente apaixonada, ela suspirou, "qual edifício é mais perto?".
Sesshoumaru rosnou, encantado com a confiança dela e pasmo com seus desejos ainda podiam aumentar. Quanto mais ele a tinha, mais precisava fazer amor com ela novamente. Ela era seu vício. Ele anuiu com a cabeça em direção ao abrigo. Rin o atirou um olhar modesto, seus olhos brilhando com promessas. Sem palavras, ela ficou de pé e o agarrou por seu casaco. Caminhando para trás, ela o levou à porta. Então, debruçando-se contra ela, ela o prendeu para um beijo.
Esticando o braço, Sesshoumaru puxou a tranca para abrir a porta. Rin ofegou enquanto ela ia para trás. Endireitando-se, ela olhou ao redor. Ela deslizou a jaqueta dos ombros antes de deixá-la de lado em uma mesa. Então, indo para um aparelho de metal grande, perguntou, "esse é o gerador que tem te dado tanto problema?".
Sesshoumaru fechou e trancou a porta antes de surgir atrás dela. Toda a diversão enfraquecera de seus olhos enquanto ele olhava para a calça jeans azul dela firmemente justa. A mão dele pegou a curva firme das nádegas dela e apertou os dedos próximos ao seu centro quente. Rin gemeu, um som baixo e gutural.
"Tire essas calças molhadas". Sesshoumaru sussurrou seu comando ardentemente em sua orelha. "Eu odiaria que você ficasse doente. Eu não sou uma enfermeira muita boa".
Antes que ela pudesse responder, as mãos dele acharam a carne tenra de sua barriga plana. Rin estremeceu. Os dedos dele acariciavam-na com a precisão de um carpinteiro nivelando a madeira. As palmas com calos rapidamente passavam sobre suas costelas antes de acharem o botão de sua calça jeans. Com um estalido, ele soltou a roupa que atrapalhava e começou a abri-la.
Rin não girou, gostando de senti-lo atrás dela. Enquanto ele movia suas carícias ardentes sobre a curva de seu osso pélvico, ele puxou as nádegas dela para apertá-las ao longo do comprimento firme de sua excitação. Ela ergueu a cabeça, acariciando as mechas sedosas do cabelo dele comprido. Inclinando a cabeça sobre o ombro dele, ela gritou de prazer quando ele achou o pescoço dela com seus beijos entorpecedores.
E então de repente, ele tinha sumido. Rin ficou atordoada com sua ausência, debruçando-se apertou as mãos em dois tubos de metal que vinham do chão e se conectavam ao gerador. O metal estava morno sob suas palmas geladas. Ela tentou controlar suas respirações rotas, mas seu corpo doía para sentir dele e sua carne estremecia com a falta de seus toques cheios de paixão.
Uma mão forte achou a curva das costas dela, acariciando com um toque dominador sua espinha. Com um estalo, ele soltou o sutiã sob o suéter. Quando as mãos acharam seus quadris, ele deslizou o jeans, expondo a curva atlética de suas pernas bonitas. Sesshoumaru rosnou, um som bestial vindo de seus lábios enquanto ele encurralava sua presa. Rin não podia se mover. Suas calças prendiam suas pernas na altura de seus tornozelos.
"Não mova suas mãos", Sesshoumaru ordenou. Rin agarrou os tubos ferozmente. Ela se sentia tão exposta curvada na frente dele.
Ele não a esperou responder. Ligeiramente, ele começou a beijar suas nádegas firmes. Sua língua acariciava a carne sensível antes de mordê-la suavemente. Rin se moveu sem sair do lugar. Sesshoumaru agarrou seus quadris para mantê-la quieta. Ele lambeu a carne de sua outra nádega. As mãos deslizaram pela pele em passadas firmes. Firmemente, ele afastou as pernas dela para que sua língua pudesse beber o seu doce néctar.
Rin resistiu e tentou se levantar, parecendo de repente tímida. Ela se moveu como se quisesse girar para ele.
"Tsc, tsc", Sesshoumaru murmurou, um pouco desapontado. Ele segurou os quadris dela firmemente com uma mão.
Rin podia senti-lo se mover atrás dela. Sem a machucar, a mão dele agarrou seu cabelo para puxar seu pescoço para trás em um movimento firme. Rin estremeceu com o movimento dominador dele. Ao mesmo tempo em que a excitava, assustava-a. Lentamente as mãos dele se ergueram acima de sua cabeça para tirar seu suéter e sutiã. O ar gelado bateu em seus seios e imediatamente os mamilos viraram cumes enrijecidos. Sesshoumaru tomou o oferecimento provocando com as pontas dos dedos. Os montículos doloridos pediam mais atenção mas foram negados.
De novo ele agarrou o cabelo dela. Com um empurrão inflexível, ele a empurrou adiante e assim ela foi novamente forçada a se segurar nos tubos. E então ele estava ao redor dela. Sua mão acariciava o comprimento de seus braços. Seus lábios buscaram as partes doces dela. A respiração dele batia na pulsação frenética do pescoço dela. Abrindo as pálpebras estreitadas, Rin viu o comprimento duro da ereção dele olhando para ela. Lambendo os lábios, ela pensou em tomar seu membro na boca para excitá-lo.
Mas ela não teve tempo para se debruçar sobre ele. Enquanto Sesshoumaru ria travessamente, ele a deixou ir. Rin tentou erguer a mão para segui-lo, mas ofegou quando descobriu que ele tinha amarrado os pulsos dela nos tubos com seu cinto. Ela não tinha notado o plano dele através da cortina de fumaça que ele criara com a pele dela.
"Você está assustada?", ele sussurrou sinistramente por detrás.
Rin anuiu e então agitou a cabeça. Confusa, ela pediu, "beije-me".
Sesshoumaru, agradecido, arrastou os lábios pelas costas nuas dela. Rin podia sentir cada centímetro de seu corpo queimando. Por pequenos vislumbres enquanto se debruçava, ela viu os pés nus dele. Eles eram tão fortes quanto o resto dele. Suas pernas eram ligeiramente cobertas com pelos, mas eram muito poderosamente construídas. Nos olhos da mente dela, ela podia ver seu tórax musculoso, dobrando-se e curvando-se a cada movimento dominador de seu torso superior.
Finalmente, sua exploração levou seus dedos para a urgência abrasadora do fogo de seu centro. Abrindo a entrada lisa por detrás, ele massageou sua feminilidade com dedos calosos. Ela estava trêmula e se derretia na mão dele para aliviar seu caminho com o doce líquido de seu desejo. Sesshoumaru rosnou com o calor potente dela. Rin resistiu seus quadris contra os dedos dele enquanto ele deslizava um dentro dela. Deslizou facilmente no calor. Juntando-se a ele um segundo dedo, ele começou a forçá-la a montar sua mão. Inclinando sua cabeça contra ela, os lábios dele morderam e acalmaram seu pescoço esbelto.
"Isso mesmo", ele murmurou junto sua carne. "Vamos, docinho".
Os pulsos de Rin se moveram contra os laços. Ela não podia pensar além da necessidade em chamas de seu núcleo quente. Jogando a cabeça para trás, ela gritou enquanto se aproximava de seu clímax de derreter neve. Sesshoumaru sentiu-a convulsionar contra sua mão para despejar seu prazer docemente sobre ele. Quando a tensão deixou seu corpo e ela começou a afundar para frente, Sesshoumaru riu.
"Oh, não", ele sussurrou com promessa gananciosa, "não ainda".
Rin ergueu sua cabeça debilitada. Ela o sentiu vir por detrás. As mãos dele seguraram rapidamente os quadris dela. Com um golpe rápido ele estava dentro dela, fundo e completamente no calor úmido que ele tinha criado. Rin ofegou quando ele, de modo selvagem, começou a empurrar nela. Ele controlava os quadris dela assim ele poderia montá-la como a uma égua indomada.
Novamente a intensidade cresceu dentro dela. Seu corpo debilitado não podia fazer nada para resistir enquanto ele a levava mais e mais alto. Então, com um grito ferozmente selvagem, ele encontrou sua liberação dentro dos quadris estremecentes dela. Ao mesmo tempo em que ele se libertava, o grito de Rin ecoou em seus ouvidos enquanto ela novamente alcançava o êxtase com seu toque.
