O sol levantara-se bem-disposto, assim como aquela manhã de céu azul. Os pássaros cantavam lá fora, alegres.

Kiba abriu os olhos e piscou-os várias vezes até se habituar à imensa claridade que invadia o quarto.

- Muito bom dia, MEU amor. – desejou Kakashi, sussurrando de forma arrepiante no ouvido do rapaz. – Cada vez é melhor fazer amor contigo, Kiba-kun.

- Muito bom dia… MEU adorável sensei – falou o moreno, todo coradinho. Ficava completamente sem jeito quando Kakashi dizia aquelas coisas. Mas ele sentia o mesmo em relação ao Hatake. A cada dia que passava, o desejo e a paixão que sentia pelo outro eram maiores.

- Ficas ainda mais bonitinho quando coras. – Elogiou, fazendo o amante esconder o rosto por detrás de uma almofada. – Não precisas de ter vergonha… Sabes que o que eu digo é a mais pura de todas as verdades…

Disse isto afastando gentilmente a almofada que cobria o rosto mais belo que já vira em toda a sua existência. Selou os lábios de ambos, num beijo ardente. A paixão e o desejo tomaram conta de Kiba. Kakashi já estava a ser manipulado por estes sentimentos desde que acordara. Amaram-se uma vez e outra, até que acharam melhor ir tomar o pequeno-almoço. Não podiam continuar daquela maneira sem comerem nada.

O pequeno-almoço decorreu na maior das animações. Beijos constantes. Ficaram uma boa meia hora naquilo. Finalmente, despacharam o pequeno-almoço e puderam passar a coisas mais interessantes… talvez.

- Eu vou ter que sair, Kiba-kun. – anunciou o grisalho, envolvendo Kiba num abraço possessivo, enquanto mirava os olhos do rapaz que demonstravam surpresa. Se alguém os visse, não teria dúvidas de que Kiba pertencia a Kakashi. – Não devo demorar mais de duas horas. Faço questão de almoçar contigo.

- Eu não sei o que vais ficar a fazer nesse tempo, mas acho que preferias fazer qualquer coisa relacionada com o quarto, né sensei? – indagou o Inuzuka, com um sorriso de canto e voz provocantes.

- Estás a instigar-me, Kiba… Um professor não pode ir para uma escola neste estado. – murmurou o homem de cabelos cinzentos, num sopro que fez o jovem aluno tremer do pés à cabeça. Roçou a sua erecção na região ainda adormecida do garoto. Este arregalou os olhos e corou violentamente.

- Tão… Tão duro… Como é possível? – perguntou, olhando ainda mais surpreso para Kakashi.

- Contigo qualquer coisa é possível… Até mesmo ir ao céu… Podes sentir-te culpado por eu estar assim. – pegou o aluno pela cintura e este logo enlaçou a do professor com as pernas. – Exijo que faças qualquer coisa para acabar com isto, Kiba-kun.

- E o professor tem tempo para o seu querido aluno? – indagou o moreno, olhando safadamente para Kakashi que, sem hesitar, avançou até ao quarto.

- Eu tenho todo o tempo deste mundo e do próximo para o meu namorado. – declarou o Hatake, enquanto deitava o mais novo na cama. Inclinou-se sobre ele e afastou os cabelos que caiam sobre a cara do outro. Delicadamente, começou por beijar o peito moreno. Porém, a delicadeza durou pouco e, num instante, marcas vermelhas iam aparecendo naquela região. Mordeu, lambeu, beijou. Pequenos gemidos escapavam da boca entreaberta do menino. O tesão aumentava a cada momento e a urgência de ter o amante também. Parou os beijos e carícias e despiu o corpo em baixo de si. Seguidamente, ele mesmo ficou nu. Perguntou, sorrindo maliciosamente:

- Com as pernas nos meus ombros, de quatro ou sentado? – mesmo sabendo qual a posição preferida do aluno.

- De… quatro, sensei. – respondeu, corado pela excitação.

Kakashi posicionou o rapaz na posição mais desejada e penetrou Kiba forte e rapidamente, fazendo ambos gemerem de puro prazer.

- O teu corpo reage tão bem ao meu… Realmente, nós fomos…

- … feitos um para o outro. – completou o adolescente, por entre gemidos cada vez mais altos.

Mal tinham começado e já os corpos libertavam suor por todos os poros.

Estocadas cada vez mais fundas tomavam conta do corpo de Kiba. O rapaz não conseguia segurar-se e gritava desalmada e desesperadamente o nome do amante, pedindo para ir mais fundo. O mais velho, por sua vez, fazia o máximo esforço para não gozar a cada gemido do moreno. Aliás… Primeiro estava o prazer absoluto do seu aluno.

Ambos tinham razão. Cada vez que se amavam, a paixão crescia. Uma paixão que parecia não ter fim.

Parou de estocar e virou o aluno de barriga para cima, colocando também as pernas dele nos ombros.

- Eu… quero ver a tua cara quando… gozarmos. – falou num tom quase inaudível. Os gemidos teimavam e deixar a sua boca. Começou a sussurrar frases obscenas no ouvido do seu aluno. Não demorou muito tempo para que os lábios de Kiba se abrissem para anunciar que o rapaz iria gozar. Então, Kakashi começou a afundar-se mais rápido e a tocar mais fundo naquele corpo que lhe pertencia. Gozaram, gemendo alto o suficiente para que os gritos fossem ouvidos na rua. Abraçaram-se e beijaram-se demoradamente. Ficaram assim por dez minutos. A eles, pareceu-lhes apenas alguns segundos. Achavam que todo o tempo que passavam juntos era pouco. Mesmo naquelas noites em que as sessões de prazer duravam até altas horas da madrugada.

Meio a contragosto, Kakashi levantou-se do leito do prazer e começou a arranjar-se para ir tratar daquilo que lhe estava destinado para aquela manhã.

- Vou sofrer bastante nestas duas horas. Vou ficar cheio de saudades tuas, Kakashi-kun. – declarou o rapaz, deslizando o lençol pelo seu corpo e lançando um olhar penoso ao namorado.

- Trata de ter distrair. Sai um pouco de casa. Será mais fácil matar o tempo num sítio onde não haja nada que te lembre de mim.

- É melhor, sim. Talvez passe em minha casa. – disse Kiba, levantando-se da cama para, em seguida, se dirigir à casa de banho. Kakashi, já vestido com jeans e camisola justa de manga comprida, despediu-se e saiu de casa.

O moreno encontrava-se no banho, deleitando-se com a água fria que escorria pelos seus ombros e costas bem esculpidas. Precisava de dissipar todo aquele calor e excitação que teimavam em permanecer no seu corpo. Vinte minutos se passaram até que Kiba fechou a torneira e saiu da banheira. O cabelo molhado encontrava-se colado à cara e gotas de água caíam das pontas. Já tinha decidido mesmo que ia passar em sua casa. Havia esquecido do seu telemóvel em casa. Vestiu as suas jeans pretas e a sweat-shirt que lhe ficava bem justa, calçou-se e saiu de casa, deixando um bilhete para Kakashi em cima da mesa da cozinha.

A rua estava bastante movimentada. No meio das pessoas, não encontrou ninguém que conhecesse. Saiu do meio daquela multidão e entrou numa daquelas ruelas que geralmente levam a becos. Aquela tinha saída. Ele sabia. Virou para outra ruela e encontrou um grupo de mulheres que eram… enfim, mulheres da noite. Pensou em voltar para trás mas, no fundo, o que temia ele? Passou por elas como se não existissem, sentindo os olhos delas cravados nas suas costas e saiu dali. Andou mais duas avenidas e chegou ao prédio onde morava com os pais. Abriu então a porta e dirigiu-se ao elevador. As portas abriram-se e ele carregou para o último andar.

"Incrível, incrível… Eu realmente tenho muita sorte… Pensar que o stor que eu mais odiava é a pessoa que eu mais amo agora…"

O elevador parou e as portas abriram-se novamente, à espera que Kiba resolvesse acordar e abandonar o interior do elevador. Foi o que o adolescente fez e rodou a chave na porta do seu apartamento. Depois de entrar naquele espaço acolhedor e bem decorado, foi loguinho ao seu quarto pegar o mobile. Com certeza os pais dele deviam ter ligado.

- Epá… quatro chamadas e uma mensagem dos meus pais… - disse em voz alta. Marcou o número e chamou para eles.

- "Kiba, és tu?" – indagou uma voz feminina do outro lado.

- Sim mãe, sou eu. Tudo bem com vocês? Como está a correr o fim-de-semana aí em Londres?

- "Muito bem, muito bem, querido. O teu pai e eu voltamos no domingo à noite. Tens te portado bem? Está tudo bem contigo?"

- Claro que me tenho portado bem. Oh, tenho uma chamada de outra pessoa. Ligo mais tarde. Adeus

- "Adeus Kiba, até logo. Beijos"

E a chamada terminou. Foi até à sua secretária e ligou o laptop. Esperou que iniciasse sessão e foi ver o mail. Nenhum mail novo. A campainha tocou.

"Estranho. Quem será?" – pensou Kiba, levantando-se da cadeira e indo até ao hall de entrada. Abriu a porta. Toda a felicidade se desvaneceu, dando assim lugar ao medo.

- Bom dia, Kiba! – cumprimentou o moreno, Shiranui Genma. Entrou de rompante, deixando um Kiba estupefacto atrás de si.

- O que está aqui a fazer? – indagou o Inuzuka, fechando a porta, transtornado.

- Vim terminar o que comecei ontem. – respondeu com um sorriso de escárnio no rosto. Despiu a sweat shirt que trajava, deixando o seu peito e abdómen bem à vista do rapaz. Este, encostou-se à porta. Não tinha saída. Não tinha hipótese contra Genma.

Shiranui Genma POV ON

Deu-me imenso prazer ver o meu aluno favorito encurralado. Estava completamente à minha mercê. Puxei-o pelo pulso para o pé de mim. Abracei-o com força para que mal se pudesse mexer mas ele era persistente. Debatia-se ainda assim. Kakashi não o soubera domar. Ignorei e beijei os lábios doces do miúdo. Meti a língua na sua boca. Apertei o seu membro por cima dos jeans. Debateu-se mais um pouquinho.

Forcei-o a deitar-se no chão alcatifado do hall de entrada, deitando-me por cima dele em seguida. Meti a minha mão fria por dentro da camisolinha dele, apreciando bem a estrutura física do abdómen e peito. A pele dele, quente, contrastava com a minha, fria.

A luz que era costume habitar os olhos de Kiba desaparecera por completo. Hmpf! Pois claro. Eu não era Kakashi. Fiquei tão frustrado! Apertei os mamilos que, para minha surpresa, estavam duros. Gritou de dor, mas eu logo o beijei daquela maneira agressiva, típica da minha pessoa. Ele não correspondeu. Mas eu, de facto, não precisava disso. Abri o botão das suas calças e adentrei com a minha mão nos boxers, tocando no membro meio aceso dele.

- Estás a começar a ceder… - disse-lhe eu, com um sorriso escárnio. Olhei os lábios bem vermelhos dele. Ele arfava, de olhos fechados e boca entreaberta. Estava tão sexy!

Sentei-me em cima dele, colocando as pernas de cada lado dos seus quadris. Obriguei-o a tirar a sweat shirt incómoda.

Shiranui Genma POV OFF

O professor começou a chupar o pescoço de Kiba, deixando ali marcas vermelhas. Os seus dentes faziam pressão na pele do rapaz.

- AHH! – gritou o Inuzuka, sentindo uma mordidela no pescoço. Mais se seguiram. No pescoço, no peito, no abdómen. O rapaz começava a sentir que estava a trair Kakashi. Oh, como podia o seu corpo reagir aos toques daquele homem que o estava a forçar?

Genma chegou no sítio tão desejado. Tentou despir as calças de Kiba, mas este impediu-o, agarrando-lhe os pulsos.

- Parece que não vai ser tão fácil quanto eu pensei… - observou, inteligentemente, o Shiranui. Desembaraçou-se das mãos do aluno e agarrou-lhe um braço. – Onde fica o teu quarto?

O moreninho permaneceu calado. Estava um pouco assustado com tudo aquilo. Genma não era nada comparado com Kakashi. Kakashi era doce, era querido, meigo, preocupava-se com ele. Já Genma era o oposto. Não se parecia importar com a dor que Kiba sentia. Era agressivo, desesperado, selvagem.

"Miúdo insolente mesmo. Só serve para dar o corpo." – pensou Genma, furioso com o mais novo. Puxou-o atrás de si, enquanto procurava pelo quarto dele. Quando encontrou, jogou-o na cama e trancou a porta.

- Já vi que vai ser difícil, então não me deixas escolha. – declarou o professor, tirando do bolso de trás das suas calças dois pares de algemas. Agarrou novamente no pulso do rapaz, que se mostrava agora mesmo assustado e prendeu-o à cabeceira da cama. – Agora o outro pulso…

Fez o mesmo. Agora não havia mãos algumas naquele mundo que ajudassem Kiba a fugir. As únicas mãos que ali estavam disponíveis apenas lhe iam dar prazer. Prazer ao corpo mas não à alma.

As mãos de Genma agarraram o cós dos jeans de Kiba e puxaram com força, deixando o rapaz completamente nu e exposto à maldade e à gula do Shiranui.

O corpo de Kiba era devorado pelo olhar malicioso de Genma, que logo logo se ocupou do membro bem dotado do aluno. Abocanhou, chupando o mais que podia. Usava a língua para lamber toda a extensão do membro. Usava a língua para brincar com a cabecinha do sexo erecto.

Genma olhava para a cara de Kiba. Via como, desesperadamente, o rapaz lutava contra as sensações que o corpo sentia e desejava. Mordia o lábio inferior, impedindo ao máximo que gemidos de prazer abandonassem a sua boca. Um fio de sangue escorreu pelo queixo do gurí, tal era a pressão que os seus dentes faziam nos lábios.

O mais velho passou a chupar mais depressa e a fazer mais pressão com os lábios no pénis erecto de Kiba, a fim de intensificar os gemidos. Ele sabia chupar. Envolvia o sexo com a sua boca quente, deixando Kiba a arfar, de tão grande que a excitação e o prazer eram. O professor de inglês abriu o botão e o fecho das suas calças. Apertou então o seu membro mais que duro, que precisava de alívio bem rápido. Um gemido reprimido saiu da sua boca cheia.

- AHH! – gritou Kiba, quando parou de se tentar conter. – Eu… vou…

E gozou na boca do professor. Tremeu em leves espasmos pós-orgasmo. Encolheu-se na cama, em seguida. Fechou bem os olhos e arrependeu-se do que sentiu, disse e aconteceu ali.

- Parece que estás a começar a gostar… - troçou Genma, lambendo o sangue do queixo de Kiba. Limpou o resto que estava nos lábios com um beijo. Kiba não reagia. Ainda assim, Genma explorava agressivamente a boca doce do jovem. Sem aviso algum, adentrou com três dedos no corpo do Inuzuka. O grito foi abafado pelo beijo.

- Solte-me!! Já!! Eu não quero! – gritou mais alto ainda, esperando que o prédio inteiro ouvisse.

O ar acabou nos pulmões e a sua alma foi cortada pela dor quando o mais velho começou a estocar com os dedos.

- Não sejas atrevido, Kiba. – ordenou Genma, não no seu habitual sussurro mas sim com uma voz alta e bem imperativa. Agarrou os cabelos curtos do rapaz e puxou. Encarou-o bem nos olhos chorosos. – Não tem jeito mesmo.

Adentrou com mais força no corpo dele, fazendo o jovem gritar. Achava aquilo sexy. Ver o seu aluno favorito gritar de dor por sua causa excitava-o.

Parou o que fazia e tirou os dedos de dentro de Kiba. Começou a despir-se, jogando toda a roupa no chão.

- E aí? Como é que o Hatake te fode, hã? – indagou o mais velho, com um sorriso de troça e um olhar de interesse. – De quatro?

Kiba sentiu vergonha e não respondeu. Soluçava.

- Responde, boya! – exclamou Genma, forçando o miúdo a responder.

- Ele não me fode.

Sorriu de escárnio, o professor.

- Ai não? Então o que fazem vocês os dois, na sala de aula, a gemer?

- Nós fazemos amor. Não sei se você sabe o que é…

- Hmpf! Tretas. – falou o Shiranui, subindo na cama e colocando Kiba de quatro. Foi bem difícil. Kiba era persistente. Sussurrou: – Eu vou dar bem mais prazer para ti do que o outro professor.

O jovem Inuzuka sentiu a raiva fluir bem mais do que anteriormente. Como aquele homem imundo se atrevia a tocar nele?! Oh, como se arrependera de ter saído de casa de Kakashi naquela manhã! Agora, nunca mais conseguiria olhar nos olhos do amado.

- Por favor, não… - pediu o mais novo, com as lágrimas já nos olhos.

- Eu não vou aceitar isso…

- Eu irei à polícia! – última arma de defesa que o rapaz poderia usar.

- E eu direi do teu caso anti-ético com o teu professor. E aí, adeus Hatake Kakashi, não é?

- Não… Não…

Não havendo mais nada a dizer, Genma afundou-se com toda a força que tinha no tão desejado corpo. Kiba sentiu que ia morrer e gritou até acabar o ar nos pulmões.

- Tão bom! – exclamou o sensei, gemendo que nem um louco. Puxava o garoto pela cintura com sofreguidão. A ansiedade de ter aquele corpo era enorme. Os gritos sofridos de Kiba instigavam o professor a fazer mais.

- Sen… sei… - gemeu Kiba, as lágrimas escorrendo pela cara.

- Queres… mais? – indagou Genma, acelerando os movimentos.

- Pare… Pare… Eu não quero traí-lo… Kakashi…

- Pensando noutro homem… - falou o mais velho, sendo consumido pela ira. – Entrega-te a mim, Kiba!

Mordeu o ombro do rapaz, fazendo-o assim gritar desesperadamente de dor. Agarrou com força o membro do rapaz e masturbou-o depressa, invertendo a causa dos gemidos. Finalmente, conseguira fazer o rapaz gemer de prazer!

- Está… Está bom assim? – perguntou Genma, envolvendo a cintura do rapaz com uma braço.

- Sim… sensei... – disse Kiba, por meio de gemidos de falso prazer. Custava-lhe dizer tudo isto. Mas achava que, assim, Genma gozaria logo e iria embora.

"Gosto muito mais de ti assim, Kiba. Entregue e submisso, como um bom uke deve ser."

- Ah sensei, meta mais… Eu… vou… gozar… - gemendo rouco, tentando fazer como fazia com Kakashi.

- Kiba… Kiba… Eu também estou quase… - forçou a tocar mais fundo, fazendo o Inuzuka urrar.

Estocou muito, muito, muito. Gozou antes de Kiba, desabando em cima do rapaz. Recompôs-se rapidamente e falou:

- Agora é a tua vez de gozar, Kiba.

Encheu a boca com o membro teso e latejante do gurí. Chupou com ansiedade, desejando o leite do Inuzuka, quente, doce, mais uma vez a invadir-lhe a boca. Apenas o corpo de Kiba desejava aquilo. O rapaz, bem no seu íntimo, desejava morrer ali, para não mais olhar a pessoa que tanto amava e que traíra.

- AHHH! – gemeu ele, quando se veio na boca envolvente do odiável professor.

Genma beijou Kiba, fazendo o rapaz provar o seu gosto. O Inuzuka não correspondeu ao beijo, mas Shiranui nem notou. Tirou as algemas ao rapaz e abraçou-o, beijando-lhe o peito e o pescoço. O rapaz, fazia um esforço enorme para não voltar a chorar à frente do professor, temendo que, se tal acontecesse, Genma o forçasse a mais.

- Kiba, eu tenho de ir. Mas, na segunda, no fim da nossa aula, fazemos mais. – deu um selinho nos lábios do aluno e começou a vestir-se. Já pronto, saiu da casa, deixando para trás um desolado Inuzuka. Triste, usado e sem vontade alguma de viver. Era assim que Kiba de encontrava naquele momento.