Autor: Dark K.

Título: Soul Meets Body

Capa: no profile

Rating: M

Gênero: Angst\Romance

Esta fic é um crossover, meaning ela trata de personagens de duas obras distintas, que nada tem a ver uma com a outra. Mas não se preocupem, ninguém de Queer As Folk vai virar bruxo. XD

Os personagens de Harry Potter pertencem a J. K. Rowling, os de Queer as Folk a alguém que eu não faço idéia de quem seja, mas certamente não sou eu.

Esta obra de ficção visa apenas à diversão, nenhum lucro financeiro está sendo obtido através dela.

O nome da fic vem de uma música homônima da banda Death Cab for Cutie. Os nomes dos capítulos vinham dela também, até o capítulo 11. Agora, os nomes vêm de uma música chamada Sweet Disposition, da banda The Temper Trap. É uma graça, vale a pena ouvir.

AVISO MUITO MUITO IMPORTANTE!

Eu mandei o Canon da minha própria fic pro espaço. Seguindo a minha timeline, Teddy deveria ter sete anos, mas ele aparece como tendo quatro.

Como eu acho ele mais fofo tendo quatro, ele vai CONTINUAR tendo quatro e the hell with it.

Desculpa se isso incomoda alguém, mas é assim que vai ficar e fim de papo.

Grata pela compreensão.


Soul Meets Body

17. Our rights, our wrongs...

Sua cabeça encostou no travesseiro de sua cama e Harry sentia como se fizesse pelo menos um mês que não dormia e mesmo assim não conseguia realmente fechar os olhos e descansar.

Porque a cada vez que fechava os olhos lembrava os olhos cinza de Andie quase sorrindo para ele e o fazendo prometer que cuidaria de Teddy como ela não poderia mais cuidar. Ele lembrava os corredores do hospital mágico, os sussurros quando ele passava, o rosto de Narcissa Malfoy marcado de lágrimas, o medibruxo explicando como depressão em um bruxo ou bruxa podia, ocasionalmente, causar a própria magia a se virar contra a pessoa que a tinha, atacando células como um câncer não passível de cura.

Mesmo sempre dizendo que estava tudo bem, ter perdido a filha e o marido em um espaço de tempo tão curto fora demais para Andromeda.

Suas últimas palavras foram de que agora ela iria finalmente descansar, e que ela tinha certeza que Harry cuidaria bem de Teddy que, no fim das contas, não tinha nem cinco anos ainda e não parecia ter realmente entendido o que havia acontecido com a sua avó.

Os olhinhos de um castanho claro, quase dourado como os de Remus, os cabelos que haviam ficado pretos assim que vira Harry, a pele clara que só crianças muito pequenas conseguem ter – todo ele inspirava um cuidado tão grande e ao mesmo tempo um medo tão assombroso... ele era tudo o que Teddy tinha agora, mesmo que Narcissa tivesse se oferecido para ficar com o menino se Harry achasse que não conseguiria cuidar dele sozinho.

Mas Harry conseguiria, por Remus e Tonks e Andie.

Por ele e por Teddy.

E assim Ron e Hermione acabaram indo até a Inglaterra também, apenas um dia depois de ele e Draco terem chegado lá, para o funeral de Andromeda Tonks. Teddy Lupin tivera a custódia concedida imediatamente para Harry e quatro dias depois de terem partido, Harry estava de volta a Pittsburg – seu quarto com uma cama extra, alguns malões espalhados pelo chão, porque Harry não tivera forças para organizar tudo, contendo as roupas, brinquedos e livros de Teddy.

E Harry percebeu que agora ele tinha um filho.

E sorriu antes de adormecer, pensando que no dia seguinte teria que ligar para Draco para mostrarem a cidade a Teddy.

Nem uma única vez, Harry pensou ser estranho que ele ainda nem mesmo tivesse se lembrado de Brian.

~*~

Narcissa Malfoy não era uma mulher que se contentasse com pouco.

Ela sempre fora decidida, forte e esforçada. Ela sempre conseguia o que queria, não importava se tivesse que esperar anos por isso.

E observando seu filho interagir com Harry Potter, Narcissa percebeu que seu filho poderia até ter herdado todas as características físicas de seu pai, mas seu temperamento era todo Narcissa.

A morte de Andromeda fora tanto um choque quanto um golpe baixo para alguém que já havia perdido tanto. Ela e a irmã sempre haviam se dado bem, diferente de Andromeda e Bellatrix que não precisavam de desculpas para brigar. Passar anos sem falar com a irmã não havia mudado o carinho que sentia por ela, não interessa se Narcissa ainda pensava que ela havia feito todas as escolhas erradas na vida.

A maneira como a última guerra havia acontecido abrira os olhos de Narcissa para a fragilidade das pessoas à sua volta, como alguém poderia estar ali em um instante e no próximo ter simplesmente desaparecido, e quando o garoto Potter havia conseguido uma reunião entre ela e a irmã, Narcissa agarrara-se àquela chance com unhas e dentes.

É claro que ela havia notado a tristeza de Andromeda, a maneira como seus olhos não tinham mais o mesmo brilho, como a única pessoa que conseguia realmente tirar um sorriso de verdade dela era Teddy, mas mesmo ele não parecia... ser suficiente.

Ela soube, antes que qualquer medibruxo pudesse realmente constatar, o que estava acontecendo com Andie.

E quando seu fim finalmente chegou, ela entendeu que sua irmã agora estava em paz, mas isso não diminuía a tristeza de perder mais uma pessoa em sua vida.

Para tentar diminuir sua tristeza, decidira ir com Draco até sua nova 'casa', na tal cidade trouxa de Pittsburg, ver como seu filho estava vivendo. O que Narcissa constatou foi que a vida de seu filho girava em torno de Harry Potter, como de uma maneira ou outra sempre havia girado, seja com o pretenso ódio na escola, com a amizade de depois da guerra, ou com o estranho relacionamento que eles tinham agora.

Mesmo que jamais fosse confessar, Narcissa tinha um certo carinho por Potter. Não se arrependera por um minuto de tê-lo salvado no dia da Última Batalha e a fazia feliz ver como Potter conseguia fazer seu filho feliz com as menores coisas possíveis.

Então naquela manhã, quando ouviu Draco recebendo um telefonema de Potter, convidando-o para ir passear com Teddy e ele em um parque, Narcissa decidiu ir junto.

Estava na hora de acelerar a aproximação de Potter e seu filho.

~*~

Harry acordara na manhã seguinte muito mais cedo do que estava acostumado e permitiu-se apenas olhar para seu afilhado. O rosto dele estava mais calmo do que estivera no dia anterior, o trauma de perder a avó parecia estar passando, curando de uma maneira que só poderia ser curado em crianças ainda tão pequenas quanto Teddy.

Correndo as mãos pelo cabelo fininho do garotinho, Harry sorriu. Ele sempre quisera filhos e uma casa, e segurança e uma família. Quando se descobrira gay pensara que tudo seria muito mais difícil, mas agora ele tinha Teddy e... Brian!

Quando se lembrou do namorado, Harry sentiu vontade de se bater. Não havia nem mesmo dado notícias nos últimos dias, Brian deveria estar preocupado, porque ele e Draco haviam saído do apartamento de Brian sem muitas explicações.

Descendo até a sala, Harry verificou se havia alguma mensagem na secretária eletrônica. Havia seis mensagens de Michael, perguntando se estava tudo bem, se ele precisava de algo e pedindo que ele ligasse assim que pegasse os recados, não importando o horário. Havia quatro mensagens de Emmett, com basicamente o mesmo conteúdo das mensagens de Michael.

Não havia nenhuma mensagem de Brian.

Ligando o celular viu que havia algumas chamadas não atendidas e, pelo menos ali, havia três chamadas de Brian, uma para cada dia que havia estado fora, exceto o primeiro dia.

Decidindo que acordar seu namorado de madrugada era melhor que acordar seus amigos, Harry telefonou para Brian, mas não se surpreendeu quando ninguém atendeu. Deixou um recado que ele estava de volta, e para que Brian lhe telefonasse quando acordasse. Harry ligou para Michael, que então o pôs em uma conferência com Emmett, e Harry pôde contar o que havia acontecido nos últimos dias para os dois de uma vez só.

Emmett havia sido solidário, voluntariando para ajudar com Teddy sempre que Harry precisasse, e Michael entendeu quando Harry pediu demissão de seu emprego. Ele precisava se concentrar apenas em Teddy agora. Prometendo telefonar se precisasse de qualquer coisa, Harry desligou.

Pouco antes das oito horas, Ron e Hermione apareceram na cozinha, com suas roupas de trabalho prontas, e agradeceram o café da manhã que Harry já tinha preparado. Eles tinham que retomar suas rotinas, mesmo que Hermione parecesse querer ficar em casa com Harry, mas o rapaz lhe garantiu que ficariam bem, ele e Teddy, e que se qualquer coisa acontecesse, ele telefonaria para Michael, ou Ben, ou Emmett, ou Draco.

Não era como se ele não tivesse ajuda.

Os dois saíram não muito depois, e Harry subiu para o quarto, não querendo que Teddy acordasse sozinho em uma casa estranha. Sentando-se na sua cama, ele abriu um livro e ficou lendo algum tempo até Teddy abrir os olhos sonolento, pouco depois das nove horas.

"Harryyyy!", o menininho chamou, meio choroso, quando pensou que estava sozinho, fazendo Harry largar o livro às pressas e correr para o lado da cama de Teddy.

"Eu estou aqui, Teddy. Dormiu bem, baixinho?", ele perguntou, correndo uma das mãos pelos cabelos do garotinho, que fez que sim com a cabeça, piscando sonolento.

"Eu sonhei com a vovó.", ele disse baixinho, e Harry sentiu os seus olhos marejarem, "Ela estava num jardim, junto com o vovô, que nem tinha na foto da casa que eu morava com ela. E ela disse que eu tinha que me comportar, e ser bonzinho, porque agora você era meu papai e ia cuidar de mim. Você vai mesmo?", ele perguntou, seus olhos piscando e mudando de cor sem que ele notasse, o exato tom de verde refletido nos olhinhos inocentes que encaravam Harry, esperando pela sua resposta.

"É claro que eu vou cuidar de você, Teddy.", ele disse em voz baixa, ainda correndo a mão pelos cabelos do garoto.

"E você vai ser meu papai? Porque eu não tinha um antes, mas eu ia gostar de ter um agora.", o garotinho perguntou, a testa franzida em concentração.

Harry deu um beijo na testa do menino antes de sentar na cama e puxar Teddy para seu colo.

"Se você quiser, eu vou ser seu papai, sim.", ele disse, bem baixinho, fazendo Teddy dar uma risadinha baixa e infantil.

"Então eu quero.", ele disse também suspirando, antes de olhar sorrindo para Harry e dar um beijo em sua bochecha.

Os dois ficaram alguns minutos no quarto, até a barriga de Teddy grunhir de fome, fazendo Harry rir e levantar com o menino no colo.

"Acho que tem alguém com fome, ou você engoliu um dragão?", ele perguntou, descendo as escadas, enquanto Teddy ria.

"Eu não podia ter comido um dragão, papai, eles são muito grandes.", ele explicou em um tom sério, mas Harry não pôde deixar de sorrir.

Ele realmente tinha um filho.

~*~

Harry e Teddy estavam montando um quebra-cabeça quando o telefone tocou, pouco depois das dez horas da manhã.

"Ah, vejam só quem voltou!", disse Brian, assim que Harry atendeu o celular.

"Olá, Brian.", Harry disse, repentinamente cansado.

"Então, planos para hoje?", Brian perguntou, sem parecer querer saber o que havia acontecido nos últimos dias.

"Muitos.", Harry disse, "Nós temos que conversar... você está livre?"

"Hum, eu combinei de ir até o parque com Lindsay na hora do almoço, está bom pra você?"

"Perfeito. Vejo você mais tarde, então.", Harry já ia desligando quando Brian o chamou.

"Hey, Harry."

"O que, Brian?"

"Eu senti a sua falta."

Mas Harry não soube o que responder, porque, na verdade, ele não havia nem mesmo se dado conta da ausência de Brian para poder sentir falta dele.

Desligando o telefone, Harry olhou para Teddy, que estava montando o quebra-cabeça alegremente.

"Hey, Teddy, o que acha de irmos passear no parque depois?"

"Legal! Tio Draco pode ir com a gente? Ele prometeu lá no hospital que ia me comprar um brinquedo novo se eu me comportasse, mas ele não me deu."

Harry riu alto, só Draco para subornar uma criança para que ele se comportasse.

"Eu posso ver se ele quer ir também."

Duas horas depois, Harry e Teddy estavam caminhando até o parque tendo marcado o encontro com Draco no local, já que Harry queria passear com Teddy e mostrar o lugar onde ele estava morando agora.

O garotinho havia prometido não mudar a sua aparência de maneira nenhuma, e ele mesmo havia confessado que ainda era complicado mudar conscientemente o que queria. Seus olhos continuavam verdes como antes, os cabelos agora um preto profundo, também como o de Harry, mas que caíam lisos sobre os seus olhos.

Quando chegaram ao parque, Harry se surpreendeu ao ver Lindsay e Brian com duas crianças, e se surpreendeu mais ainda quando viu o garotinho, que deveria ter uns seis anos, chamar Brian de 'papai'.

"Olá!", ele cumprimentou ainda de longe, Teddy puxando a sua mão em direção aos balanços.

"Papai, posso ir, por favor?"

Desviando o olhar do de Brian, que o encarava incrédulo, Harry se ajoelhou em frente a Teddy.

"Pode, mas não se afaste de onde eu estou, não saia de onde eu possa vê-lo e nada de truques, ok?"

"Ok.", o menininho disse, rindo baixinho e Harry soltou a sua mão, vendo-o correr até o balanço.

"Eu não sabia que você tinha um filho.", Brian disse, em um tom acusatório.

"Eu também não sabia que você tinha um filho.", ele disse, olhando para o garotinho brincando perto de onde Teddy estava. "Mas Teddy não é... não era meu filho. Era isso que eu precisava conversar.", ele disse, suspirando, "Olá, Lindsay. Desculpa não ter te cumprimentado antes.", ele disse, com um sorriso cansado, sentando-se no banco ao lado dela.

"Não tem problema, parece que você passou por alguns dias difíceis."

"Você não faz ideia.", ele murmurou.

"Então, de onde surgiu o moleque?", Brian perguntou, fazendo Harry olhar para ele friamente.

"O nome dele é Teddy. Ele é filho de um dos melhores amigos do meu pai. Mas ele... morreu em um... ataque terrorista, alguns anos atrás. A mãe dele faleceu no mesmo lugar. Ele morava com a avó, mas ela também faleceu esse fim de semana. Eu sou tudo que ele tem agora.", ele terminou, seu olhar buscando o garotinho incessantemente, sorrindo amplamente quando Teddy o viu olhando e acenou alegremente para ele.

"E você vai ficar com ele?", Brian perguntou, seu tom um tanto incrédulo.

"Vou, é óbvio.", Harry respondeu, como se não houvesse mais nenhuma opção, e para ele realmente não havia pelo simples fato de que ele queria ficar com Teddy, "Eu sempre quis uma família. Teddy chegou de maneira inesperada, mas ele já é meu filho, de todas as maneiras que realmente importam."

"Tem certeza que ele não é seu? Ele certamente parece com você.", Brian comentou, não querendo entrar no assunto 'família'.

Harry riu.

"É uma habilidade especial ele se parecer comigo.", ele comentou, ainda sorrindo.

Antes que Brian ou Lindsay pudessem perguntar mais alguma coisa, Harry viu Teddy pular do balanço e começar a correr na sua direção, mas olhando para além dele.

"Tia Cissy!", o menininho gritou, fazendo Harry se virar e ver Draco e Narcissa Malfoy vindo em sua direção.

Harry se levantou rapidamente, cumprimentando Narcissa, assim que ela estava perto o suficiente.

"Sra Malfoy, como está?", ele perguntou, fazendo Narcissa, sorrir brevemente.

"Quantas vezes eu já lhe disse, Harry, que é Narcissa? Somos praticamente família no fim das contas.", ela replicou, em sua maneira fria, mas ainda assim doce, uma combinação que Harry achava muito estranha, mas que passara a conhecer bem depois de tantos anos, "E você, mocinho, quantas vezes eu já lhe disse que não é bonito correr dessa maneira?", Teddy, não parecendo nem um pouco preocupado com o comentário de Narcissa, apenas riu baixinho.

"Oi, tia Cissy!", ele disse, sorrindo amplamente, e então voltando sua atenção para Draco, "Tio Draco, você prometeu um brinquedo!", ele cobrou.

"Teddy! Você não pode pedir presentes assim!", Harry ralhou, fazendo Lindsay rir baixinho.

"Posso sim!", o menininho retrucou, "Ele prometeu, e um Malfoy nunca quebra suas promessas, não é mesmo tio Draco? Tio Lucius me disse que sim.", Narcissa sorriu para o menininho, enquanto Harry apenas balançava a cabeça.

"Nunca, Teddy. E é por isso que eu vim pedir para Harry se posso levar você até aquela loja ali,", ele disse, apontando para o outro lado da rua, "para comprarmos seu presente."

"Posso, papai? Por favor? Tio Draco sabe cuidar de mim!"

Harry riu e concordou, não que pudesse discordar diante dos olhos do pequeninho.

"Venha conosco, Harry.", Draco pediu, fazendo Harry olhar para Brian, mas Narcissa chamou sua atenção.

"Vá com eles, Harry. Eu fico aqui e cuido das coisas de Teddy.", ela disse, sua voz docemente calma.

"Ok. Nós já voltamos.", ele disse, pegando Teddy no colo, enquanto o menino tagarelava com Draco sobre a casa onde estava ficando.

Narcissa virou-se lentamente para os trouxas ao seu lado, e ergueu uma sobrancelha ao encontrar o olhar do homem.

"Então você é o homem com quem Harry parece estar tendo alguma espécie de relacionamento?", ela perguntou, olhando-o com desdém.

"Sim, eu sou o namorado de Harry. E você é?"

Narcissa sorriu um sorriso gelado.

"Narcissa Malfoy. A futura sogra de Harry. Draco é meu filho.", ela respondeu, e Lindsay franziu o cenho com a audácia da mulher, mas não pôde comentar, porque Narcissa parecia ter querido ficar a sós com Brian por um motivo, "Eu nunca simpatizei muito com Potter quando ele era criança, mas como adulto ele se provou um homem de valor. E meu filho o ama. E ele vai vir a amar meu filho, mesmo que não o perceba agora. Então, senhor Kinney, se sabe o que é bom para o senhor, eu me afastaria de Harry logo. Ele não serve para alguém da sua... raça.", ela terminou, seu sorriso gélido e seu tom de voz quase ameaçador, antes de pegar a pequena mochila de Teddy e seguir para o outro lado da rua.

Lindsay olhou para Brian sem entender muito do que havia sido dito, mas pegando a ideia geral do que havia se passado.

Trocando um olhar com seu amigo, a loira suspirou.

"Você vai ter que se esforçar mais se realmente quiser Harry, Brian."

Mas Brian não respondeu, porque já estava pensando em como garantir que Harry não o deixasse.

Se por nada mais, pelo menos para mostrar para aquela mulher arrogante que ninguém toma o que é de Brian Kinney.


Estamos na finaleeeeeeiraaaaaaaaa!!!! E aí, gostaram da Cissy? Ahn? Ahn? Eu gostei. HAHAHAHAHAHAHA

Só mais um, OMG!!!!!! Semana que vem entra o último, e junto com ele, já postarei minha nova história, Silent Lucidity, uma . hohohoho.

Enfim, obrigada ao pessoa que deixou review, agora sejam amores e

R E V I E W !