N/A: Esse capitulo é beeemmm confuso, espero q dê pra entender ^^'

Oque esta em negrito é POV de um um narrador observador

O que esta nromal é a visão da Sam, como sempre.

O nome desse capitulo só faz snetido no rpoximo, é pq tive que dividi-lo pq tinha ficado muito grande. XD

O proximo capitulo é tecnicamente o último, depois eu esplico o pq de ser "tecnicamente"

Espero q gostem ^^


Cap 26 – Lobo Mau.

Um carro parava em frente ao grande portão de madeira branco. Uma mulher descia do carro com elegância, seguida por mais três vampiros. Ela era alta e esguia, tinha longos cabelos pretos e a pele pálida de aparência frágil, não aparentava ter mais que 40 anos. O portão estava trancado com uma grossa corrente, mas com um chute o portão, frágil pelo longo tempo que existia, cedeu. Os três vampiros lhe deram passagem para ela ir à frente, lhe fazendo uma curta reverencia, ela sempre andava a frente de todos.

Aproximaram-se da casa, as luzes estavam todas apagadas. Estaria a sua neta bastarda ali? Ela estava ansiosa para conhecê-la! Mas então um quarto vampiro saiu do meio do cafezal, ele ofegava como se tivesse corrido muito, seu rosto pálido tinha uma expressão preocupada.

- Líder! – ele disse a reverenciando assim que chegara perto o bastante. – Como foi de viajem?

- Onde estão eles, Arthur?- perguntou ela ignorando a pergunta.

- E-eles não estão mais aqui, líder. Fugiram! – ele disse receoso.

- Como fugiram? Você disse há poucas horas que eles estavam aqui! – Elizabeth disse com um tom calmo irônico.

- Eu os vi saindo, correndo para o meio do mato. – ele disse apontando para o cafezal. – Eu tentei segui-los, líder! Mas eles se infiltraram na floresta, é uma mata muito fechada, se eu os seguisse para dentro dela eu não saberia voltar! – explicou-se o vampiro visivelmente apreensivo com a reação da líder.

- Você fez certo, querido Arthur...- ela começou a dizer, mas Arthur a interrompeu brevemente.

- Muito obrigado, Elizabeth. – ele disse fazendo-lhe uma longa reverencia.

- ...Se você se perdesse, eu não teria como saber para onde eles foram. – ela continuou, e antes que ele terminasse a reverencia ela lhe atacou o pescoço, sugando seu sangue com voracidade, o pegando de surpresa.

Um grito terrível foi ouvido pela noite.

- Vou-me deitar para descobrir para onde eles foram. Andrey, preste atenção caso um deles apareça. – Elizabeth ordenou.

- Sim, líder.

- E livre-se dessa carcaça. – ela disse se referindo ao vampiro morto, dando um chute na porta da frente da casa, abrindo-a. Já dentro da sala sussurrou para ela mesma. – Que atrevimento me chamar de Elizabeth!

Elizabeth dormiu e então sonhou com o cafezal do lado de fora, ela estava escondida entre o mato, tinha uma boa visão da porta da frente da casa. Ouviu uma porta ser aberta estrondosamente, e viu quatro figuras correndo em sua direção. Viu dois passarem bem próximos a ela, ela era Arthur. Correu sem conseguir ver as duas figuras, mas podia ouvir os passos no chão e os galhos sendo afastados, continuou correndo até o final do cafezal e teve a breve visão de duas vampiras e dois vampiros adentrando na plantação seguinte. Ele continuou os seguindo avidamente, tinha que saber para onde iriam! Se ele os perdesse Elizabeth nunca o perdoaria, ele estaria morto antes da menina a quem estava perseguindo. As plantações finalmente acabaram e havia uma floresta à frente, ele os viu entrar ali, e os seguiu, mas as arvores eram muito próximas e traiçoeiras, ele não conseguiu mais ver os vampiros correndo a sua frente, e nem ouvi-los afastando o mato, só podia ouvir os sons dos próprios passos. Deu meia volta.

Elizabeth acordou rosnando, enfurecida. Aquilo estava começando a irritá-la, ela não teria como encontrar a garota em algum lugar da mata atlântica!

Ela havia imaginado a cena dramática. Sua neta bastarda surpresa e amedrontada quando ela invadisse a casa. Talvez brincasse com ela um pouco antes de matá-la, talvez torturasse seus amiguinhos vampiros para vê-la sofrer, depois os cederia a sede de seus seguidores, mas Samantha seria dela! Ela queria as suas lembranças, suas últimas lembranças.

Voltou a dormir pensando nas últimas lembranças de Arthur, e em como um dos vampiros que estava com sua neta lhe parecia familiar.

Estava me sentindo muito cansada depois de toda a corrida pelo meio da floresta, bem mais cansada do que Thiers, Kevin ou Hosun estavam. Eu me sentia fraca novamente e com sede, muita sede. Mas não fazia muito tempo que eu havia me alimentado! Isso não era estranho? Eu deveria estar com tanta sede de novo? Hosun estava bem alimentada, afinal havia matado Maria na noite anterior, mas Kevin que havia tido a mesma alimentação que eu não parecia estar com sede. E Thiers que não havia se alimentado desde quando foi me buscar no mausoléu também não parecia preocupado com isso, pelo contrario, parecia preocupado comigo.

- Você está bem? – ele perguntou gentilmente.

- Sim. – eu disse de forma nada convincente. Ele me lançou um olhar desacreditado, então eu completei. – Só estou com um pouco de sede.

- Deve estar morrendo de sede, isso sim! – ele disse não se deixando enganar. – Quando nos tornamos vampiros temos que nos alimentar com mais freqüência, o corpo passou por muitas transformações, demora a se acostumar! – ele explicou.

- Mas não tem uma alma viva aqui! Mesmo se tivesse, eu não conseguiria encontrar – eu disse.

- Pode tomar o meu sangue. – ele disse não me surpreendendo, eu sabia que ele estaria disposto a isso se fosse preciso, mas eu não queria sugar a energia dele, eu sabia que ao me deixar mais forte, ele ficaria mais fraco. Mas o que me surpreendeu, foi que quando Thiers levantava a manga da blusa e oferecia seu braço a mim, Kevin segurou o seu braço e o afastou de mim com um olhar repreensivo.

- Faz muito tempo que você não se alimenta. – ele disse a Thiers.

- Mas ela... – Thiers tentou contrapôs, mas para sua e minha surpresa Kevin tinha outra solução.

- Eu faço isso. – e dizendo isso ele ofereceu seu braço para mim.

Eu e Thiers ficamos cerca de um minuto olhando abobados para Kevin que mantinha sua expressão dura, até que este quebrou o silêncio.

- Se está esperando um convite saiba que não vai ter. – Kevin disse.

Foi o bastante para mim. Eu não tinha muita escolha e estava realmente com sede. Não queria enfraquecer Thiers e nunca teria coragem de pedir isso a mais ninguém. Mas já que ele estava se oferecendo, eu não via porque recusar.

O sangue de Kevin tinha um gosto diferente do de Thiers, e diferente do sangue do boi. Sangue sempre teve gosto de metal para o meu antigo paladar humano. Era estranho descobrir as diversas opções de sabores de sangue que existiam no mundo. Comecei a pensar qual seria o gosto do sangue humano. Bebi apenas o suficiente para não me sentir tão fraca, pois a sede embora um pouco menor continuava ali.

Kevin cobriu seu braço novamente e se afastou, foi quando eu lembrei das conseqüências de tomar sangue de outro vampiro: Quais seriam as lembranças que eu teria de Kevin?

- Vou vigiar os arredores. – anunciou Kevin. – Se eu der sorte pode ser que encontre o Dan...Vocês não saiam daí para não se perderem. – ele disse dando as costas. Mas então completou. – Você pode vir comigo se quiser, Hosun.

- Eu?? – ela perguntou boquiaberta, sem acreditar no que tinha ouvido.

- Não precisa vir se não quiser. – ele disse se pondo para fora da caverna. Hosun lançou um olhar surpreso para mim e Thiers, e correu para acompanhar Kevin.

Thiers se aproximou de mim então, sentando-se ao meu lado no chão da caverna.

- Ta tudo bem agora?? – ele perguntou, eu acenei com a cabeça. – Sangue de vampiro não alimenta muito, né? Mas foi muito legal da parte do Kevin oferecer a você. – ele disse com admiração. – A última vez que um vampiro sugou o sangue dele, foi quando ele foi transformado.

Elizabeth estava sentada em uma poltrona da sala como se esta fosse um trono e dois vampiros permaneciam parados em pé ao lado dela como se fossem seus criados. O vampiro de aparência gótica com a estranha cicatriz na bochecha esquerda adentrou a sala, parando em frente a vampira, lhe fazendo uma reverencia.

- Já cuidei do corpo, líder. Deseja mais alguma coisa? – perguntou ele.

- Sabe Andrey, estive me perguntando... Quem são esses garotos que andam com minha neta? – Elizabeth perguntou.

- Não sei, líder. Pelo que percebi o mais alto é namorado dela, o outro é o líder do Clã. O terceiro garoto e a vampira que pegamos primeiramente tem algum parentesco...- ele explicava, mas foi interrompido.

- Espere! – ela ordenou. – Você disse terceiro garoto?

- Sim. – Andrey confirmou. – O mais baixo, que usa um colar rosa...

- Eu não vi terceiro garoto! – ela esbravejou. – Na lembrança de Arthur só havia dois garotos e duas garotas!!! Onde está o terceiro garoto? – ela perguntou com raiva.

As feições de Andrey tornaram-se preocupadas por um instante. Seu olhar correu em volta da sala, como se esperasse que o garoto estivesse lá, pronto para atacá-los.

- Vasculhem a casa! – ordenou Elizabeth aos dois vampiros que estavam em pé. – E você, Andrey, vigie lá fora! Vou pensar se deixarei você entrar no final da noite, ou se vou deixar o sol queimar o resto de você, o que deixei de fazer da última vez! – ela disse com ácido na voz.

Andrey tocou a cicatriz de sua bochecha inconscientemente e saiu da sala com a cabeça baixa.

Os outros dois vampiros logo voltaram, um deles anunciando.

- A casa está limpa. – ele disse.

- Só se você quer dizer que o garoto não está aqui, porque essa casa realmente precisa de uma limpeza. – ela disse sarcástica, então com seu tom de ordem disse. – Limpem!

Os dois vampiros se retiraram prontos para atendê-la.

- Não vejo a hora de voltar a Londres! – ela disse para si mesma.

Kevin e Hosun estavam demorando, logo amanheceria! Thiers e eu estávamos extremamente preocupados que eles pudessem ter se perdido pela mata, ou mortos pelos outros vampiros. Saímos da caverna e ficamos na frente dela olhando ao redor das árvores sem saber o que fazer.

- HOSUN! KEVIN! – eu chamei.

- Shiuuu! – Thiers disse. – Se você gritar sua vó pode nos encontrar!

No mesmo momento ouvimos passos entre as árvores, grama sendo pisada e gravetos sendo quebrados. Thiers e eu paralisamos. E se não fossem Kevin e Hosun? Os passos se aproximavam e então Dan apareceu entre as arvores.

- Oi gente! – ele disse com um breve sorriso. Tive um breve alivio seguido por apreensão. Dan não estava sozinho.

Sem tempo de processar essa informação foram ouvidos passos apressados vindo de outra direção, e do meio da mata surge Kevin que pula diretamente onde Dan estava, seguido por Hosun. Hosun se pôs a abraçar o seu irmão, enquanto Kevin segurava fortemente o acompanhante.

- Quem é você? – Kevin perguntou com a voz dura, imobilizando o garoto no chão.

- Kevin! Não faça isso, ele está do nosso lado! – Dan disse se livrando do abraço da irmã, indo socorrer o garoto. – Esse é o Hangye.

O garoto finalmente se levantou e sorriu para nós, deixando a mostra seus caninos afiados, ele era um vampiro. Ele era bem pálido e tão alto quanto Thiers. Tinha o cabelo preto e bem liso tinha traços bonitos e olhos puxados castanhos, se parecia um pouco com Kevin, mas tinha um ar doce e inocente.

- Prazer em conhecê-los. – Hangye disse educadamente.

- Você o conhece? – perguntou Kevin desconfiado.

- Conheço. Quer dizer, o conheci esses dias. – Dan disse coçando a cabeça em sinal do nervosismo. – Contei a história a ele, e ele está disposto a nos ajudar.

- Você ficou maluco??? Como confia nele? Não vê que ele pode ser um espião? – disse Kevin pronto para atacá-lo de novo, mas Dan o impediu.

- Kevin! – Dan o repreendeu. – Eu o transformei.

- O QUE?? – nós todos perguntamos juntos.

- Ele estava morrendo! Ele tinha sofrido um seqüestro, mas ele não tem família, então quando os seqüestradores descobriram isso o largaram no meio da estrada e deram um tiro nele...- Dan explicava a história, comovido. – Eu não podia deixar ele sangrando lá, podia?

- Podia! – Kevin disse nervoso. – Se não conseguiu ver o sangue devia ter se alimentado dele até a última gota! Assim não o transformaria em vampiro.

- Não, não podia. Eu não sei porque, mas senti que Hangye era diferente. Que nem você quando conheceu o Thiers. – disse Dan. – Podemos ficar com ele? Por favor? – perguntou como quem pede pra mãe um cachorrinho.

- Ótimo. – Kevin disse com ironia. – Outro vampiro recém transformado pra alimentar.

Com essa Kevin deu-lhes as costas e saiu emburrado. E eu, Thiers e Hosun ficamos boquiabertos. Hosun foi logo abraçar o novo membro da família, contente. Thiers e eu também tentamos conhecer Hangye, ele era realmente intrigante, parecia se conformar perfeitamente com a existência de vampiros, e com ser um vampiro a partir de agora, e disposto a nos ajudar no que fosse preciso. Ele era engraçado, excêntrico e ingênuo.

- Como nos encontrou? – Kevin fez a pergunta.

- Eu sabia que vocês viriam pra cá. Eu te conheço melhor do que imagina, Kevin. Não sabia exatamente onde era, mas por sorte ouvi a Sam chamando por vocês, então segui por onde o som havia vindo. – Dan explicou com simplicidade.

Quando amanheceu eu e Hangye fomos dormir, nos cansávamos mais por sermos recém transformados, dormimos durante todo o dia. Quando a noite chegou Kevin e Hosun foram vigiar em volta da floresta, enquanto Dan e Thiers ficaram na caverna conosco.

Sonhei que eu era Kevin. Estava andando por uma rua diferente, por gostar de arte reconheci que a arquitetura ao redor a China. Já era noite e estava escuro, a rua estava deserta, exceto por Kevin. Ao virar em uma esquina Kevin fora surpreendido por uma mulher de uns 40 anos, ela tinha cabelo preto longo e pele pálida. A mulher atacou Kevin, deixando a mostra seus dentes pontudos. Kevin tentou lutar, mas era inútil, a vampira tomou seu sangue quase até a última gota. Quando achou que havia feito o trabalho completo, largou Kevin no chão e se afastou elegantemente.

Acordei tão assustada que deixei Thiers preocupado.

- O que foi? – ele perguntou.

- Já sei porque Kevin não gosta de mulheres. Ele foi mordido por uma vampira!

Andrey estava escondido bem ao fundo do cafezal quando os viu aparecer. Kevin andava na frente, seguido de perto por Hosun, Andrey os reconheceu facilmente. Pensou em Elizabeth, se ele levasse o garoto que era o líder, ela o perdoaria! Ele poderia pressioná-lo depois para descobrir onde Samantha estava, sua líder iria adorar se fosse ele quem a trouxesse. Então ele se preparou entre o mato, esperando pelo o momento certo de atacar.

- Kevin, você não acha que devemos falar sobre isso? – perguntou Hosun incerta.

- Falar sobre o que? – disse Kevin dificultando.

- Sobre o que nós...- Hosun começou a dizer, mas foi interrompida bruscamente por Kevin, que lhe tapou a boca com a mão.

- Acho que ouvi alguma coisa. – ele disse num sussurro.

Andrey saiu do meio da mata e os atacou. Hosun voou pra longe, e Andrey e Kevin rolavam no chão, lutavam ferozmente. Andrey era maior e Kevin estava enfraquecido por ter doado sangue, Andrey estava ganhando. Quando Hosun se recuperou e olhou para Kevin este a disse:

- FUJA! – ele gritou em tom de ordem, e embora ela não quisesse fazê-lo, ela obedeceu e correu mata adentro, torcendo para que acertasse o caminho de volta.

- Eles pegaram o Kevin! – Hosun apareceu na caverna chorando.

- O QUÊ? – perguntamos todos.

- Aquele gótico. Ele estava esperando, e ele pegou o Kevin. – ela disse entre soluços. – Ele me mandou fugir, mas eu vou voltar lá. Dan, por favor, vem comigo! Hangye e Sam, melhor ficarem aqui. E acho que o Thiers vai querer ficar com a Sam...

- Nada disso. Não vou deixar vocês dois irem lá sozinhos! – Thiers contrapôs.

- É! Eu vou também! – disse Hangye animado, como se estivesse indo para a Disneylândia.

- E eu que não vou ficar aqui no meu casulo. – eu disse com raiva.

- Não! Sam, estamos fazendo tudo isso por você. – disse Thiers.

- Ah sim, isso me faz sentir bem melhor! – eu disse. – Vamos todos e vamos surpreendê-los exatamente como eles iriam fazer. Estamos em um bom número, certo?

- É... eles estavam só em cinco até onde eu sei. – disse Dan.

- Nós somos em cinco também! Seis se contar com o Kevin! – Hosun disse esperançosa.

- Mas...- Thiers iria contrapor, mas sua aflição era grande demais, não estava acostumado a tomar decisões, sempre quem liderava era Kevin! – Ta bom... Vamos!

Kevin foi jogado com violência no chão da sala, surpreendendo quem estava lá dentro. Os dois vampiros se adiantaram e o seguraram, o impedindo de se mover. Elizabeth o olhou atentamente, ele a era estranhamente familiar.

- Eu o trouxe para ti, líder. – Andrey disse se pondo de joelhos na frente dela. – Ele é o líder do Clã, podemos chegar nela através dele!

- Não, não podem. – disse Kevin com um sorriso sarcástico. Ele encarava Elizabeth de volta com ódio, mais ódio do que jamais sentira!

Andrey e os outros dois vampiros o jogaram no chão e o chutaram como punição do atrevimento.

- Enought! (Basta) – Elizabeth ordenou. – Então querido, você está disposto a morrer só para protegê-la?

- Não. Faço isso só para irritar você. – Kevin disse ainda caído no chão.

A punição dessa vez foi tão bruta que deixou o vampiro desacordado.

- Levem-no ao quarto acima, depois resolvo o que fazer com ele. – ela disse sem se importar.

Os vampiros a obedeceram. Ela logo os seguiu, decidindo o que iria fazer. Abriu a porta do quarto, o garoto havia retomado a consciência.

- Deixe-nos! – ela ordenou aos vampiros, que assentiram e se retiraram.

Ela se aproximou de Kevin, segurou seu rosto e mordeu seu pescoço. O gosto era familiar! Ela já o havia provado antes. Mas então ela foi arremessada para longe. Embora o vampiro estivesse muito fraco ainda tinha forças para se defender tamanho era o ódio que sentia por aquela vampira. Fazia muito tempo que Elizabeth não lutava ou caçava, normalmente seus seguidores faziam todo o trabalho sujo para ela, ela estava fraca. Então deixou o vampiro no chão, tomar sangue o suficiente e precisava dormir para saber onde estava a garota, depois seus seguidores cuidariam dele.

Deixou o aposento se dirigindo ao quarto ao lado para dormir. Abriu a porta e foi empurrada com violência contra a mesma.

- Olá vovó. Sentiu saudades?


"Você não pode fugir da ira do meu coração

Vibrando com a sua música fúnebre

Toda a fé é desejo pois o Inferno foi recuperado

E o amor é poeira nas mãos da vergonha

Deixe-me sangrar esta canção pra você

E guiar-lhe através deste caminho no escuro

Onde é o meu lugar até que sinta seu calor...

Refrão:

Abrace-me como você se agarrou à vida quando

todos os medos se concretizaram e sepultaram-me

E ame-me como você amou ao sol,

queimando o sangue no meu coração de vampiro" [Vamprie Heart – HIM]