vamos nós denovo 9.9...Hellboy não me pertence, se pertencesse o nuada seria capa da G magazine desse mês e.ê [?] e o Abe capa da "peixes ornamentais" deste mês u.û [?]

Nuada- Nem por um milhão eu poso pra G magazine ¬¬

RedRose- Seu ser gostoso e estraga prazer ç.ç


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≈•≈ Prólogo 2 ≈•≈

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Dreams The Lady Morgan Negrur

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Silencio, o silencio mórbido era predominante, tudo estava calmo, me sentia flutuando em meio à escuridão, isso me fazia relaxar, tudo estava calmo, sem nada que me fizesse ter que me mexer ou com que me preocupar, eu realmente gostava de apreciar o silencio e o doce sabor de não ter que me preocupar com nada alem de mim mesma, sem problemas, sem responsabilidade, sem nada, nada alem de mim e ondas mentais reconfortantes banhando meu corpo inerte em meu transe...

...Até uma onda forte me atingir...

A onda me pegou de guarda baixa, eu fiquei zonza por um minuto, logo depois me sentia como em queda livre, estava caindo rumo à luz, não sabia de onde, nem como, fortes ondas ficavam vindo mais e mais forte, elas me faziam ficar com dores, até que começaram a me afetar também fisicamente, me sitia como se estivesse sendo esmagada por uma força invisível, a luz lá embaixo me cegava, eu ia ser engolida por ela, fiz força para que pensamentos mais fortes de escuridão diminuíssem a claridade, mas...

...Ela era mais forte...

Estava em queda livre, com minha mente tudo que consegui foi diminuir o baque da queda, a luz não me deixava nem sequer olhar ao redor, eu me levantei cambaleante, todo meu corpo reagirá à queda, assim como minha mente a forte pressão anterior das ondas, eu não conseguia pensar direito, nem mesmo conseguia manter meu corpo firme sem uma dor terrível tomar conta dele, estava toda dolorida, e obviamente com machucados só que sem uma dimensão clara deles.

Quando consegui controlar-me puder enfim observa o local que eu estava... Por um momento me senti em um dos sonhos malucos da minha única amiga, mas depois percebi as sutis diferenças, sim era de um breu horrível que eu nem imaginava ser possível existir, porem de maneira estranha, uma bruma forte pairava, era um pouco mais clara que o breu a meu redor, mesmo assim, estranho...Como eu consigo ver a bruma mas não a mim mesma?...Ou as coisas ao meu redor?...Acho que não receberei uma resposta tão cedo.

O baque surdo do meu sapato estava ecoando como contra a rocha, ainda mais pela irregularidade dos passos que dava, percebi então como era difícil saber onde eu estava muito menos o estado físico que estava então percebi, uma leve brisa acariciou de leve minha face, era úmida, fria e estranhamente, familiar...

...Lembrava o Mar...

Só então percebi que estava com os lábios entre abertos, apreciei por um minuto o sabor salobro em meus lábios, não havia duvidas no mínimo estava perto de uma praia, ou quem sabe de um lago de água salgada?...Bem impossível não era, apenas...


...Improvável... Em minha mente ainda sã...Mas...

...Por quanto tempo continuaria assim?...Sã...

Logo outra tormenta maior de dor invadiu meu corpo, cambaleie um pouco, depois me sentei no chão mesmo, me perguntava quase em um desespero mental, 'Que porcaria de lugar eu to!?' Claro que por mais que eu quisesse não teria como responder a pergunta, fiquei ali sentada por alguns minutos, até minha visão sair do estado enegrecido, para apenas turvo, me levantei novamente, uma onda mental atingiu minha mente, era diferente das outras...

...Era...Agradável...

A brisa reconfortante tocou suavemente meu rosto novamente, e uma nova onda mental me atingiu com a mesma agradável sensação de gentileza e carinho, logo eu que achei que nunca mais fosse sentir algo tão agradável assim novamente, era, como um magnetismo que não conhecia até então, precisava saber de onde vinha, então fui cegamente até onde achava que vinha, eu sempre tive uma forte sensibilidade extra sensorial, porem desta vez tive que usar de toda ela para achar o apenas o rastro da onda, que cada vez ficava mais forte, e convidativa de tão agradável...

...Realmente eu queria muito...Saber sua origem...

Logo não apenas sentia o gosto salgado e o perfume mais também ouvia agora uma doce melodia de ondas se chocando contra as rochas como em uma sinfonia infinitamente, eu estava bem no local onde as ondas partiram seja quem tiver as enviado, a não estava mais aqui, mesmo assim,o som doce das ondas e indo e vindo me encantava de tal modo a me fazer o espírito se elevar, deixei sem querer algumas desta ondas minhas de tranqüilidade se desprenderem da minha mente e viajar a fora irregulares...

...A encontro de alguém que consiga receber-las...

Eu fiquei a contemplar a perfeição da mãe terra, o aroma, o sabor, as sensações, o som, isso me despertou doce lembranças, de um tempo feliz, de um tempo inocente, ingênuo, e incrivelmente agradável e gentil para comigo, onde não conhecia, dor, sofrimento ou qualquer tipo de solidão, apenas felicidade, e alegria, mais, tudo que em muita quantidade e bom uma hora tende a se desfazer...


...Esta é a regra do mundo...Tudo que é bom tende a pouco durar...

Estes pensamentos fizeram minha cabeça latejar em uma grande quantidade de imagens desagradáveis de um passado que adoraria esquecer, minha mente foi dominada por sentimentos negativos que tendiam a me enfraquecer, que me faziam enfraquecer, de maneira terrível e impossível de parar completamente, apenas inutilmente tentei bloquear mas...

...Parecia que se fortalecia...

Nesta sucessão de imagens, terríveis de lembranças dolorosas, e muito cruéis à mente de qualquer ser vivo, não pude deixar de pensar por que tudo aconteceu justamente em meu mundo perfeito, porque não com outro, porque logo comigo, e mais ninguém , Eu sabia que no fundo não estava completamente sozinha, ainda tinha minha única amiga e única que me compreendia, ela sabe o quanto eu queria esquecer, o quanto queria apagar com um simples movimento...


...Mas o passado e as lembranças são como uma onda...

...Um momento esquecemos sua presença silenciosa...

...Mas ele esta sempre lá...Imortal...Impassível...Violenta...Cruel...

...Sem meios de fazê-lo não voltar...

...Como uma onda...

...Às vezes agradável e gentil...

...Outras cruel e assassina...

Isso fez novamente minha mente latejar, uma família feliz que desapareceu em apenas um dia, em apenas algumas poucas horas...Para nunca mais voltar...Para me abandonar, isto me fazia acreditar em como o mundo é cruel, em como a vida é cruel, num momento estava caminhando em um campo, no outro...


...Atirando-me as ondas...Numa única chance de escapar de um destino terrível...

...Na ponta de uma foice...Na foice da morte...

Sim no fim aquelas ondas cruéis, me pouparam, no fim as assassinas de muitos, foram minhas grande salvadoras, eu realmente achei que fosse morrer, porem aquela escuridão acalentadora dentro das ondas, me reviveram, me deram forças, para continuar, mesmo assim acho que nunca vou perder o medo da dolorosa e horrenda imagem da sombra com a foice em mão na qual quase me matou, me deixando uma eterna lembrança...

...A cicatriz de sua arma em minhas costas...

Neste momento, ondas de fúria saíram escaparam de minha mente, o ódio que guardava por ter perdido tudo que amava em apenas algumas horas na mão de alguém tão sem alma me invadiram e me dominaram, eu queria poder fazer algo para vingar a todos, mesmo sabem que era quase impossível, eu queria, um dia com a ajuda dela na qual tem a mesma sede nós o faremos um dia...


...Em um futuro de preferência não muito distante...

Logo aquela mesma onda agradável e incrivelmente gentil me atingiu , não estava muito distante eu olhei para os lados, mas a bruma e a escuridão não me deixavam ver nada, porem eu sabia que havia alguém ali, eu estranhamente queria ficar sozinha, a dor em meu corpo e as lembranças nebulosas me faziam querer estar sozinha, a menos...

...A menos que fosse com o meu estranho companheiro imaginário...

Uma voz, retumbou em meus ouvido em sintonia com as ondas do mar, era masculina porem, doce e suave, me chamava pelo nome, me chamava claramente de "Morgan" diferente de maneira que parecia uma doce melodia, como um canto bem parecido com o das sereias...

...Tão suave...Tão doce...Tão serena...

...Simplesmente irresistível a meus ouvidos...
...Chamando meu nome...

Eu andei, calma até origem do som, da voz tão convidativa, queria saber quem era, estava ficando cada vez mais cansada ainda pelo esforço físico da queda, e também mental, meu corpo nunca fora grande maravilhas, isso nem me surpreendia, mas a mente sim, era meu ponto forte, meu local simplesmente intocável, minha arma, meu escudo, minha vida, se resumia em todo poder mental que detinha, e podia usar livremente, eu tentava inutilmente captar alguma onda, mas nada, então segui apenas meus instintos, até uma dor alucinante subir pela minha espinha, seguido por um forte clarão, na qual seguido das ondas insuportáveis de antes, as mesmas ondas na qual me fizeram despencar, e uma chuva de imagens terrivelmente cruéis invadiu minha mente, assim como se meu corpo estivesse sendo comprimido, estava me contorcendo no chão, eu via claramente a sombra, do meu executor, a sombra do homem com a foice na mão, eu não tinha como lutar agora com ele, não tinha como, ele estava se aproximando, ele ia ceifar minha vida, ele desejava me matar...

...Ele se aproximava, com minha pouca reservas de forças corri, para a escuridão...
...Ela iria me esconder...Ela iria me salvar...
...Pois as ondas gentis que me fizeram diminuir a dor...
...Estavam vindo de lá...

Eu corri, corri, e corri, até não ver ou sentir mais o meu executor, e estar simplesmente rodeada daquelas ondas gentis, a ponto de não saber sua origem, eu me sentei no chão, me encolhi abraçando os joelhos, só então percebi que estava chorando, estava tão assustada, que não conseguia pensar nada alem de que eu queria me livrar do ceifado, do meu executor, queria o fazer desaparecer, então...A voz voltou....

"Não tenhas medo, enquanto eu tiver aqui, não deixarei que ele encoste, em você"


...Só então percebi que a voz...

..Vinha de trás...

Lá estava a minhas costas o ser mais estranho e diferente, saindo do meio das brumas e da escuridão, estendendo-me a mão, na qual tinham membranas, e uma aparência peculiar na palma, tive quem enxugar as lagrimas persistentes, para enxergá-lo melhor, ele era tão estranho que o fazia ficar belo a meus olhos, ele parecia um homem mas sua pele era azul e com marcas mais escuras.

...Lá estava a minha frente o meu companheiro imaginário...

-Q-uem é você? Qual seu nome?

Minha voz sairá serena e calma como de costume, porem tinha grande quantidade de precaução, não costumava acreditar em tudo que me diziam, muito menos em contos infantis como sereias, porem lá estava, u ser que descreveria como uma sereia, ou melhor Tritão, sem ser metade peixe como nos livros e filmes, mas inteiramente uma mistura de homem e peixe, tinha pernas e braços, entre os braços uma fina e rente membrana, vestia uma bermuda colada, e uma camisa também colada, ambas negras.


"
Meu nome é Abraham Sapien...Lady..."

A voz dele retumbou de maneira doce em meus ouvidos, era reconfortante de uma maneira que eu não conhecia, ele se aproximou, reparei que estava descalço e em sua panturrilha tinha uma espécie de membrana fina que lembrava uma barbatana.

...Será possível?...Será que ele realmente é real?...

Ele me estenderá a mão, minha visão estava turva, lagrimas persistentes rolavam sem que houvesse nada que pudesse as fazer pararem, eu levantei e levei minha mão até a dele, o toque era úmido, e estranhamente delicioso, num minuto estava lúcida, do outro uma explosão de imagens invadiu minha mente, era como se ondas me trouxessem informações, sobre ele, mas eu não conseguia faze-las pararem, elas enchiam minha mente, até que me desvencilhei, e cai de novo no chão, zonza e desnorteada.

"Lady, estás bem?"

Ele falava de maneira polida, e estranhamente agradável, aos ouvidos, quando consegui reorganizar os pensamentos, ele já estava bem a minha frente agachado, preocupado, e seus olhos piscavam de maneira desenfreada com seus orbes grandes ocupavam grande parte do rosto, lembrava um extra terrestre, e a maneira estranha que piscavam, não de maneira horizontal, mas sim vertical, e eram de um azul, muito profundo como o mar.

-Sim estou...Por sinal...O que é você? Não é todo dia que vejo um ser tão...Er..

Eu lutava para lembrar a palavra mais o forte odor que o 'ser estranho' exalava a deixava embriagada, era um perfume forte e suave de mar, como se ele tivesse acabado de sair do mesmo, era convidativo de maneira até agradável, diferente das demais coisas que nos rodeava, me deixava quase hipnotizada.

"Estranho?"

-Sim estranh...Não! Não estranho não! Diferente! Sim era essa a palavra, diferente, apenas diferente!.

Eu falava sem controle de mim, mesmo assim esperava uma resposta...Oras, estranho, ele pode ser estranho para o resto do mundo, mas para mim é apenas diferente, eu sou diferente, todos somos diferentes uns dos outros, o mundo é que não enxerga isso.

"Não se preocupe em me ofender, sei que sou estranho, para os outros, afinal...Sou o que chamariam, de sereia..."

Eu senti uma forte vontade de rir, pois, o termo não era bem sereia, mas tritão, sereia é feminino, e bem, não caia muito bem um homem falar isto, certo? Então me dediquei a organizar os pensamentos, de maneira clara para dar continuidade a nossa conversa.

-Acho que quis dizer, tritão, mas, para mim você não é estranho, apenas diferente, só porque não és parecido fisicamente com outros homens e mulheres não quer dizer que seja estranho...Correto?

"Sim tens toda razão...Desculpe mas quando me tocaste não pude resistir em aprender algumas coisas sobre você"

Ele também é sensível como eu, agora entendi como ele transmitia claramente aquelas ondas, até mesmo ele pode absorve sobre mim com um breve toque, e de maneira estranha eu também absorvi algumas coisas sobre ele, tudo transcorria bem na conversa, eu estava enfim conhecendo melhor o meu caro amigo imaginário

-Você fez isso com o toque, certo? Estranhamente também aprendi algumas coisas sobre ti, porem foi involu...Cuidado! Atrás de você!

Uma forte luz vinha de trás do homem que me cegou por uns instantes, e uma onda pavorosa, de pura maldade nos atingiu, eu vi a cara do meu 'amigo' se contorce quando he tocou a mente, ele segurou minha mão e me arrastou correndo, ambos no limite de nossas forças físicas, a luz forte e as ondas não cessaram, eu olhei de relance para trás...

...Lá estava o meu executor...

Na mesma hora quase paralisei com sentimento imundo na qual eu repudio, medo, então o braço do meu amigo imaginário, passou por meu ombro, e abraçou minha cabeça de maneira que eu voltasse a olhar para frente, e correr, no chão nossas sombras estavam sendo projetadas e a escuridão parecia distante, quase inalcançável, a luz estava cada vez mais forte, em um momento de desespero eu forcei um onda enorme para fora de minha mente, que fez a luz diminuir...


...Ela foi diminuindo...Diminuindo...Então...estava escuro de novo...

"Fiquei mas do que devia, você também deve ir aqui não é seguro para ti."


-
Como? Nem ao menos sei como cheguei, como espera que eu vá?

Ele sorriu, enquanto eu pensava em como sair dali, antes que ele pudesse fazer, algo, quando finalmente paramos de correr, estávamos esgotados, olhei pros lados, de novo, a nevoa, e o barulho de rocha contra os sapatos, olhei pra ele, esperando uma resposta pra minha pergunta.


"Você sabe como, é só se lembrar, tu consegues, minha Lady."

Senti um sorriso se forma em meus lábios e o rosto enrubescer, mas logo entrei em pânico, uma forte onda atingiu a nos, a luz veio e ficou como um flash aos olhos, o ceifado estava bem atrás do meu amigo, e ia o atingir...


...Um grito...O meu grito...

...Um empurrão...O pânico se alastrando pelo meu corpo...
...A foice desceu sobre ele...O sangue azul jorrou em minha cara...
...Estava caindo...
...A queda de um precipício...

..Com destino...

...O Oceano...


Estava caindo, minutos antes, o ele me empurra para me salvar, quando não conseguiu se salvar, não via mais o meu amigo, minha vista estava embaçada, só sentia o gosto salgado e amargo do sangue dele na minha boca, meu corpo logo se chocou contra a água, estava gelada, eu comecei a tentar nadar, a maré não estava favorável, não conseguia nem me manter acima da água direito...


...O mar estava de tenebroso...

...Tragava-me para o fundo...

...E eu ia delicadamente...

...Sem forças para tentar resistir..

...Igual há Dez anos atrás...

As ondas batiam suaves em meu corpo, me acalmando, a água entrava ardente em meus pulmões, a escuridão ia lentamente se mantendo, eu não respirava, então fiz um esforço em vão, clamei por ajuda, ninguém iria me ouvir, embaixo da água, queria ser salva, desejava ser resgatada, queria viver, a falta de ar maltratava-me, torturava-me, clamei uma ultima vez..


...Chamei o nome dele...
...Desejei que minha onda fosse forte o suficiente...Para levar meu desejo até ele...
...Um desejo que está em assas...Que rasgam a luz e a escuridão...

...Em palavras que transbordam...Que fazem o prometer nunca mais me deixar só...
...Não me abandone...

"Jamais"

Eu abri os olhos, lá esta ele nadando em minha direção de mão estendida em meio à escuridão, as ondas que nos separavam, a voz dele retumbou em meus ouvidos, uma única palavra que me teria feito chorar,que me fizeram chorar, e minhas lagrimas se misturarem as gostas do mar, enquanto em um ultimo fôlego tentei esticar a mão para alcançá-lo, ao menos tocá-lo, manter-lo para sempre perto de mim, então...Eu acordei...

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Uma sombra se ergue da cama, arqueando as costas, com um rouco porem desesperado grito, tossia, e fazia grande esforço para respirar, quase em pânico, levantou de maneira grosseira e rápida da cama, a silhueta feminina, tombou e caio no chão ainda se esforçando para respirar, quando enfim se recuperou ainda tossindo, correu em direção a banheiro onde ligou a luz, e se revelou uma linda moça de longos cabelos negros, e dotada de um corpo esbelto por sobre a camisola longa semitransparente, cintura delineada, busto mediano, coxas grossas e quadril avantajado.

Regurgitou água na pia, só então conseguiu voltar a respirar normalmente, estava ensopada como se tivesse saído da água, não de suor, mas cheirava a mar, se olhou no espelho, examinou o rosto levemente arredondado, e os olhos esguios e acinzentados, os lábios finos e bem desenhados, o nariz afilado, a sobrancelha fina,pele de porcelana, estava perfeitamente saudável porem não entendia o mal estar no estomago.

Lentamente foi se lembrando do sonho, de cada detalhe, de cada sensação, de cada odor, visão, gosto, tudo, e do nome dele.

-Abraham...Sapien, nome engraçado...Estou cheirando a peixe?!

Ela levou o braço ao nariz, sim cheirava forte a mar, como se tivesse acabado de sair de um mergulho, cheirava a ele.

-Não vou mais esquecer, de sua promessa...Muito menos deixarem que quebre as linhas do fantoche que nos liga...Abe meu coração petrificado suspira, como se estivesse em uma longa jornada, contra o tempo que passa sem clemência, em direção a...Você.

Ela rapidamente jogou uma água no corpo, em uma vã tentativa de retirar o forte odor, sairá do banho, vestira outra camisola, e se jogou novamente na cama, eram três da manhã quando acordou, olhou o teto, por um tempo, então pegou no sono, lembrando, e revivendo a agradável sensação de ser retirada da água, pelo amado, sendo carregada inconsciente pelo estranho ser, e do semblante dele em meio as turvas águas.


Hatcherian Red Rose mode 'on'

Oie povo 8D descobri que em portugues só existe aqui na fanfiction alem dessa um fanfic de hellboy ç.ç que mardade ninguem gosta dessa turma não?...enfim, logo logo eu posto o primero capitulo oficial amores 8D, ai a cobra vai começar a fuma, \o\ WIIIII... ja ganhei meu primero ovo de pascoa do ano *---*~ adoro chocolate ai vou ser uma menina feliz, e escrever enguanto como chocolate! *0*~

Sasori- Rose, se não tinha que ir escrever logo o primero capitulo em vez de ficar tagarelando sobre chocolate ¬¬
RedRose- É mesmo...deixa eu ir gente o sasori tem razão x-x...bju bju acho que daqui pra sei lá quando eu posto uns dois capitulos, XD bju bju tchau.

...Hatcherian Red Rose Of Blood...