Supostamente Real

Larry Guilardi

Disclaimer: Naruto me pertence até que me convençam do contrário (principalmente Neji-kun! .)

Leva tomatadas n.n

Descrição: Uchiha Sasuke e Hyuuga Hinata são enviados para uma missão um tanto constrangedora na visão da jovem tímida e deveras inútil para o portador do sharingan. O suposto se tornara real? O real continuará suposto? SasuHina

Gome qualquer coisa, é minha primeira fanfic.

Legenda.

Sasuke – Fanfic irritante! (Fala)

"Fanfic irritante!" (Pensamento)

Uchiha palpiteiro. (Narração)

Capítulo 3 E começa a missão.

Aparências.
Breves e superficiais aparências.

Verde, amarelo, roxo, lilás, azul, vermelho, dourado, prateado, púrpura, rosa, alaranjado... era tudo colorido demais. Não entendia como Mayumi, rainha de Minerva, usava vestimentas tão chamativas. Normalmente todos os participantes da realeza optavam por cores neutras, deixando as mais 'alegres' para momentos de festas ou comemorações. Se Mayumi realmente usava trajes dessa forma, então era de fato totalmente diferente da Hyuuga. Ainda não havia lido o relatório, mas pelo que começava a imaginar, a rainha era exatamente o que ela nunca conseguiu ser, mas sempre desejou. Espontânea, piadista e divertida, aquela que fazia o rei, Takezo, esquecer dos problemas do reino, ou simplesmente não era a tímida e sem falta de confiança que era Hinata. Ela agora tremia por dentro, lutar não era mais sua maior dificuldade, já provara ser uma excelente ninja, contudo, nunca conseguira fingir. Muito menos fingir ser uma outra pessoa, era pedir demais para alguém que nem ao menos fazia uso das tão famosas 'mentiras brancas'.

"Eu consigo..." Tentou convencer-se.

Shizune – Não se preocupe Hinata – disse já adivinhando os pensamentos da kunoichi -, a rainha era realmente uma mulher bastante enérgica, contudo, devido a sua posição não transparecia ser o que era, não lhe era permitido, então demonstrava sua personalidade através de suas vestimentas. Sua única forma de ser ela mesma sem causar transtornos para o reino. E temos que admitir, são de um ótimo gosto essas peças! – Brincou com o kimono dourado e desenhos de cerejeiras.

Hinata – Ha-hai.

Um alívio súbito tomou posse da Hyuuga. Havia se esquecido que Rainhas não podiam ceder ao luxo de serem divertidas, engraçadas, conversadoras. Deviam ser o exemplo para a população feminina de esposa e mulher perfeita, submissa e responsável, amável e calma, sábia e firme. Não mais fácil, mas menos difícil, fingir firmeza ao falar iria lhe custar um tempo de treinamento, entretanto bem menos do que antes.

Shizune – Sei que é um tipo de missão nova para você, e normalmente não passamos missões do tipo sem que haja um treinamento prévio, com estudos mais aprofundados das características do indivíduo a ser substituído e etc, mas você entende, né Hinata? Foi uma surpresa para nós também a semelhança entre vocês, mas ao mesmo tempo foi um presente dos céus...

"Presente de grego, eu acrescentaria..." E a Hyuuga ousou rir internamente de uma rara ironia sua...

Shizune - ... e ainda que o temperamento do Uchiha não seja um ponto positivo da missão eu lhe aconselharia a não desanimar e nem se desesperar, até porque, apesar do mau humor constante, ele é um dos melhores shinobis da vila, e com certeza a experiência de trabalhar com ele vai ser ótima para treinar sua paciência – e gargalhou, ela conhecia muito bem Uchiha Sasuke, e sabia que o importante para trabalhar com ele era a paciência, quem não tinha criava. Não que Sasuke arranjava problemas, ou reclamava, mas exatamente que ele não fazia nada. Permanecia sempre com a mesma expressão de que o mundo o decepcionava e o enraivecia, sempre também com as rápidas frases nada esclarecedoras transbordantes de um sarcasmo maldoso e pouco medido.

Hinata – hehe... Ha-hai, eu vou tentar aproveitar o má-máximo, comoo se Fo-fosse um treinamento...

Era essa então sua solução. Encarar tudo como um treinamento. Um longo, desgastante e constrangedor treinamento.

Juntou as roupas que Shizune enfim acabara de lhe dar e foi para casa. Era necessário preparar uma mala de forma que parecesse da realeza, avisar ao seu pai de sua nova missão, e descansar, a viagem provavelmente seria longa.

Sua casa era branca e colonial. Estilo típico de pessoas que ocupavam lugares mais altos na sociedade, de clãs reconhecidos. Tudo lá era grande. Muito espaço em todos os cômodos. Nunca entendera o motivo. Nem nunca questionara. Mas sempre pensava se em uma morada menor a relação 'família' não seria um pouco melhor. 'A proximidade costuma fazer milagres', era o que sua mãe sempre lhe dizia. E era de um milagre que ela precisava.

Pai da Hinata - atrasada mais uma vez.

Estavam todos à mesa de jantar. Como em um pintura. Posturas eretas, na típica mesa japonesa próxima do chão, almofadas, chás, bolinhos de arroz. Tudo exatamente como em um quadro. Até mesmo pela imobilidade. Sim, imobilidade. Comiam todos em um silencio amedrontador, os movimentos da mastigação eram mínimos, lentos, imperceptíveis. Os olhares não se cruzavam. As poucas palavras que eram ditas se referiam a assuntos políticos e do clã, mas não com intuito de quebrar 'gelo', mas apenas para manter o líder a par de algo que tenha de fato passado despercebido.

Hinata – Go-gome ne... Fui chamada por Tsunade-sama, me foi designa-nada uma missão.

Hiashi – e quanto tempo vai durar esse presente que a hokage me deu?

Corara. Droga de pele extremamente clara, tornava-se carmim nos primeiros sinais de nervosismo, ansiedade, raiva, cansaço.

Não se sentia tão atingida pelas palavras de seu pai como antes, mas ainda as machucavam. Saber que não atinge às expectativas do homem que te deu vida e criou, de seu próprio clã a tornava a mais inútil e humilhada criatura.

Hinata – Do-dois meses e meio.

HIasi – hum. Sobra-lhe muito pouco tempo livre para preparar-se então. Se antes já era impossível...

Hinata – E- eu não vou decepcioná-lo...

Pai de Hinata –hum.

Mãe de Hinata – Vá trocar-se e venha ceiar conosco.

Hinata – Domo arigatou, mas não tenho fome.

Fechou cuidadosamente a porta do quarto. Não queria que qualquer ruído diferente lhes desse a dica de seu estado emocional. Já era considerada fraca por muitos outros motivos, não lhes daria mais nenhum.

Jogou-se na cama. O cansaço a dominou por completo. Logo fechou os olhos e caiu em um pesado e atordoado sono. Não dormia bem há muito tempo, pela forma que andava as coisas, a tendência era só piorar.

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Minerva Takezo

Idade: 25 anos

Altura: 1.85 m

Olhos: Negros

Hobby: Cavalgar, caçadas.

Histórico: Minerva Takezo, filho único de Minerva Ono e Minerva Yurika, sempre fora a criança adorada do reino. Permanecia junto ao seu pai em todos os momentos, desde os das mais difíceis tomadas de decisão até em guerras. Muitos aldeões dizem que daí vem sua extrema habilidade como rei, pois desde muito criança vivenciava a vida de Chefe de Estado. Até os quinze anos tinha um gênio forte e completamente arredio, contudo era ainda amado por todos devido a sua controversa amabilidade. Sempre piadista, risonho, fazendo o que lhe apetece, no momento em que lhe convém. Contudo, ao completar seu décimo quinto aniversário, o reino sofrera uma invasão feita por soldados e ninjas exilados que exigiam o cancelamento da sentença. Tais ninjas haviam se organizado de maneira fascinante para um bando de traidores. Armaram uma verdadeira cilada. Iniciou-se então uma das mais longas guerras que este pais já enfrentou. Foram dez anos de pura luta. Após os dois primeiros anos de guerra Minerva Ono fora assassinado pelo seu ministro de confiança, que fora descoberto tramando para roubar a coroa em meio a confusão das batalhas. Desde a morte de seu pai Takezo não fora o mesmo. Transformara sua personalidade na de um verdadeiro Líder, como muitos afirma. Logo que fora confirmada a morte do rei, Takezo tomou posse de seu lugar de direito e enfrentou seus inimigos com Mao de ferro. Infelizmente, os traidores estavam extremamente mais organizados e preparados. O que obrigou o novo rei e seus fieis soldados e seguidores a fugir, deixando o reino nas mãos dos inimigos. Contudo,apenas por um certo tempo. Dois anos fora o tempo necessário para que Takezo montasse uma nova esquadra, treinasse seus novos seguidores e planejasse uma retomada de sua herança. Fora nesse tempo de planejamento que Minerva Takezo conheceu Haruyaki Mayumi. Aldeiã da vila que o acolheu, foi ela que cuidou de seus ferimentos de guerra e de seus soldados. Permanecera ao lado de Takezo desde então. A retomada do reino fora um sucesso, contudo os traidores não desistiram fácil e passaram os cinco anos travando batalhas sangrentas com o reino. Fora durante esse período turbulento que Minerva Takezo tomou como esposa Haruyaki Mayumi, agora, Minerva Mayumi. Venceram então a guerra. Todos os traidores do reino foram sentenciados a pena de morte. Deixaram claro o que acontece com traidores.

Após alguns anos de paz, o jovem rei voltou com sua personalidade costumeira, piadista, cortez, e etc. Contudo aprendera a manter seu reino com punho forte. Mas nada que trazia a infelicidade de seu povo. Muito ao contrario, era cada vez mais amado por cada integrante do reino. Takezo e sua Mayumi são praticamente inseparáveis. São considerados o casal real mais abençoado de todos os tempo, por Kami sama, devido ao amor que é logo percebido entre os dois. Demonstrações de afeto em público são comuns entre os dois.

E a pasta fora jogada longe. Cuidado com materia secretos nao era o forto do moreno.

Não iria terminar de ler aquilo. Não naquele momento.

Estava terminantemente estressado. Sua vontade mais interna era fugir. Estava saturado.

Mas já havia fugido antes. E não havia funcionado.

Uchiha Sasuke estava deslocado. Em sua própria vila, em sua própria casa. Em seu próprio corpo.

O casa de Uchiha encontrava-se vazia. Era incrivelmente grande para um único habitante.

Um modelo clássico de habitação japonesa. Mas vazia. Poderia escutar facilmente o cricrilar dos grilos do jardim.

Deitara.

"Não há tempo para babaquices Uchiha"

O teto era incrivelmente branco.

"Foco, bastardo. Foco."

Ele precisava se concentrar. Pensamentos pronfundos nao o iria ajudar. Nos próximos meses deveria fingir ser alguém extremamente... irritante. Minerva Takezo fora descrito como... piadista...

"Ah, claro. Basta imitar Naruto. Kuso."

Como... Amável.

"Basta ser eu mesmo..." rira de seu próprio sarcasmo... "Talvez Kakashi...kuso"

Mão de ferro.

"Fácil..."

Não era para isso que era um ninja. Definitivamente não. Vai ser insuportável para o Uchiha.

"Mas há Hinata... é..." E sorrira com a possibilidade da Hyuuga estragar o disfarce e obrigá-los a usar a força para conseguir as informações. Perfeitamente mais fácil e mais agradável.

Dormira pensando em como seria não ter a bendita missão, nem essa bendita vida, nem essa bendita casa, nem o bendito nome.... em como seria se a palavra bendita não fosse mera ironia sua.

oooooooOOOOOOOOOOOOOOOOOoooooooooooooooOOOOOOOOOOooo

11:55, portões de Konoha.

Sasuke - Perfeita como todo Hyuuga, hum.

As arvores balançavam com o vento matinal.

Hinata - Só não gosto de me-me atrasar.

As folhas caiam em um cenário cinematográfico.

Sasuke - ... Seria ótimo se os ninjas que se disfarçarão de serviçais pensassem da mesma forma.

O Sol estava a pino. Um dia completamente perfeito.

Ou quase. A companhia de Uchiha Sasuke não era a melhor, e para o moreno a da Hyuuga também não era a mais desejada. Estavam cinco minutos adiantados.

Hinata - ...

Os pássaros cantavam.

Sasuke - ...

O silencio nunca havia sido problema, para ambos.

Contudo, dessa vez, surpreendentemente, tornou-se constrangedor.

Hinata - ... Ta-talvez passe mais rápido do que imagina-namos...

Tentativa de quebra de gelo número 1...

Sasuke - ou não.

Frustrada.

Hinata - "Sua tonta, deveria ter ficado calada"

Sasuke - "..."

Hinata – Pelo que li, os Minerva não parecem ser maus.

Tentativa de quebra de gelo número 2...

Sasuke – Pelo que eu li, nosso dever é descobrir isso... lá.

Frustrada.

Hinata – "Calada Hinata, calada."

A morena nunca fora de puxar assunto. Mas... havia se convencido em esforçar-se ao máximo nessa missão. E um maior entrosamento com seu companheiro seria essencial. Era o que ela achava. Antes.

Cinco minutos nunca passaram tão vagarosamente, para ambos. Mas, surpreendentemente, não por algum constrangimento que o silencio havia trazido anteriormente, até porque, não houve mais nenhum, e sim pela ansiedade que cada um dos ninjas carregavam em seus peitos.

Hinata encontrava-se em sua luta interna pela coragem e determinação necessária para herdar o clã Hyuuga, e o Uchiha... bom, ao Uchiha bastava seus demônios internos para não ter paz, nem uma situação em especial precisava vir a tona.

Ninja 1 – Gomenasai pelo atraso "embora estejamos na hora exata u.u"

Ninja 2 – "Gomenasai? Mas foram eles quem chegaram cedo demais -.-"

Sasuke – Que não se repita, ninjas atrasados matam exércitos.

Ninja 1,2, 3, 4, Hinata – -.-

Ninja 2 – " Um Uchiha nunca erra né u.u"

Sasuke – Vão ficar me observando ou vão cumprir as ordens? Não se esqueçam que são dois dias longos de viagem e ainda teremos que parar nas redondezas do reino para a troca de roupas, ou seja, o tempo é curto e já está correndo.

Sasuke nunca falava muito. Mas a situação estava irritante. Tudo lhe era irritante, e aqueles olhares eram ainda mais.

Ninjas – Hai.

Começaram a corrida, Sasuke tinha razão, a nobreza de Minerva era conhecida pela sua pontualidade, e não seria ele que quebraria a tradição.

Sasuke ia na frente, os dois ninjas atrás, um do lado do outro, com certa distancia entre eles, os outros dois enfileirados atrás e por fim Hinata com seu Byakugan ativado.

O primeiro dia fora então como planejado, venceram a distância planejada sem nenhum incidente grave. Apenas pequenos deslizes, como os ninjas pouco experientes, e principalmente, pouco experientes com o Uchiha, que tentavam, em vão, iniciar conversas e debates com o shinobi por natureza, ou não tão naturalmente assim, calado. O máximo que conseguiam eram os quase nunca audíveis "hum", e no fim da paciência de Sasuke, um auto e declarado " Calem a boca".

Hinata, com sua paciência do além, respondia com delicadeza às incessantes perguntas dos ninjas, acompanhada de sua gagueira de sempre. Caso não fosse tão "desatenta", por assim dizer, notaria facilmente as investidas dos iniciantes nela.

Flashback

Ninja 1 – "Uma beleza tão rara não devia ser desperdiçada nesse mundo de luta *__*", Hyuuga-sama, porque escolheu seu uma kunoichi?

Hinata – Pa-para provar que sou capaz. O meu va-valor . – Hinata corou.

Ninja 2 – "Eu acrediito no seuu valorr s2 !!! *__*" E você já conseguiu prová-lo?

Era o ponto fraco de Hinata.

Hinata – Iie.

Abaixara a cabeça.

Ninja 1 – Como não... Uma ninja como você Hyuuga-sama.... gome-ne, mas toda vila sabe de seu valorr "Eu principalmente Hyuuga *___*"

Hinata – Do-domo arigatou....

Corara.

Sasuke – Calem-se e apressem-se.

"Inuteis."

Ninja 1 " Sasuke &%$%*¨X%*"

Flashback off.

Acamparam durante a noite. No primeiro vilarejo próximo ao reino eles encontrariam o "carro" com as roupas reais, malas e apetrechos que serviriam para a farsa da viagem. Assim, chegariam lá tal como os próprios reis.

Programaram então os turnos de revezamento, armaram suas barracas e foram dormir.

A Hyuuga não tinha sono. A ansiedade lhe tomava quase por completo. Ainda não sabia como seria fingir ser Mayumi. De acordo com o relatório, Mayumi era extremamente carinhosa e ligada com Takezo, e em publico. O que significava que ela deveria ser da mesma forma com o Uchiha. A vemelhidão inundou seu rosto apenas com o pensamento. Vinha-lhe um frio na espinha o pensamento de ter tal proximidade com o dono do Sharingan.

Não que achasse Sasuke feio, ou até mesmo repugnante. Não. Ela poderia ser tímida, mas era uma mulher. E sabia reconhecer beleza em um homem. E havia muita beleza no Uchiha. Ela, como todas as outras mulheres de konoha, já havia notado o quão atraente ele era. Praticamente o espécime masculino perfeito. Alto, cabelos da cor da noite com um brilho causador de inveja em muita mulher, pele branca, corpo de um deus, ombros largos... olhar extremamente penetrante. Tudo que uma mulher poderia pedir. Mas, ela era Hinata, e... bom, ele poderia não só se parecer com um deus, mas ser um deus, que se não conquistasse seu coração, toda beleza não valeria de nada. E a do Uchiha, para ela, não valia muita coisa. Ela não conhecia nada dele alem de meros "Aham... hum".... Se pedissem que descrevesse a personalidade do moreno ela simplesmente escreveria: um completo aham hum. Sabe-se lá o que significaria.

Mas então, como faria? Eles não haviam conversado sobre como seria a atuação, era assim que tentava visualizar tudo, uma mera atuação. Não haviam combinado nada. Era como se a missão fosse apenas chegar lá. E só.

Não fora muito inteligente por parte da Hokage colocar dois mudos em uma mesma missão. Definitivamente. Era o que pensava a jovem hyuuga.

E, de fato, não era o que pensava Sasuke. Ele já havia colocado em sua cabeça como as coisas funcionariam, e não estava mais tão preocupado com a missão. Pelo menos era do que tentara se convencer. Havia decidido que era pura perda de tempo ficar remoendo o quão ridículo era o papel que faria, e o quanto queria ver Tsunade morta. Seria mais jogo, para ele, dormir logo, e fazer com que cada dia passe mais rápido do que o outro, para que logo volte para a sua vida normal. Não que essa seja melhor. Porem, menos ultrajante. Ou não.

Amanhecera. Mais um inicio de dia perfeito. Mas nenhum dos shinobis queriam parar para vislumbrá-lo. Os ninjas que fingiram ser guardas estavam morrendo de sono, e de tédio. Hinata sucumbia em seu nervosismo. E Sasuke... bom, Sasuke nunca quis parar para reparar em um dia bonito.

Sasuke – Melhor nos apressarmos, talvez de tempo de chegar a tempo da ceia.

Não que estivesse pensando em com será saborear uma ceia real. Mas seria o momento mais oportuno. Onde de cara poderia "interrogar" o outro casal de reis. E se, por sorte, a que ele daria tudo para ter, ele conseguisse qualquer informação logo de cara, estaria livre do fardo que lhe era Minerva Takezo. Um plano curto e grosso. Como era Uchiha Sasuke.

Foram o mais rápido possível.

Não houve tempo para conversa alguma. Para a infelicidade dos ninjas "guardas". Eles haviam passado a noite planejando conversas e perguntas para conquistar a Hyuuga. Diferentemente de sasuke, eles haviam sido encantados pela aura mágica que emanava da Hyuuga, e queriam aproveitar as poucas horas restantes em sua presença. Infelizmente, para esses ninjas, querer não é poder.

Ninja 3 – Ali o "carro".

Haviam chegado na vila. E logo na entrada, escondido por entre as arvores que havia perto do portão havia o "carro" que os iriam levar para a entrada do reino. Um carro digno da realeza, deve ser ressaltado.

Hinata – Nossa... é- é lindo.

Ninja 2 – Sim... foi um trabalho de louco arranja-lo, sabe a gente teve que subornar o general Ki....

Fora cortado pelo Uchiha.

Sasuke – Tenho certeza que isso é assunto confidencial, e nem eu nem a Hyuuga devemos saber. E Hyuuga, trate de parar essa gagueira ou então nosso disfarce vai ser descoberto no primeiro prato da ceia.

Hinata – hai. Disse esforçando-se o máximo par não gaguejar. "Você consegue Hinata, você consegue" Motivar-se internamente era sua única arma.

Os outros ninjas em volta sentiam a vontade de matar aquele Uchiha.

Sasuke – Então, estão esperando o que? Vamos fazer o que nos foi designado.

E todos foram pegando suas devidas roupas e indo se vestir. Os homens foram para trás das arvores, e Hinata, mais vermelha do que já pensara que esteve trocou-se agachada no "carro", o Maximo que pode.

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18:00 pm.

Entrada do castelo do reino da Pedra.

Rei Krono e Rainha Yuni. Vestidos como deuses. Em frente ao imenso portão de seu castelo. Escoltados por seus guardas, conselheiros, damas de companhia. Entandartes em pé. Bandeiras a mastro alto.

Sasuke e Hinata. Vestidos como Takezo e Mayumi Minerva. Em frente a escadaria que os levaria ao encontro dos reis anfitriões. Sua escolta atrás. O vento era forte.O castelo encontrava-se em cima da colina. Os cabelos de HInata dançavam de acordo com o vento. As trombetas de boas-vindas tocaram. Corações a mil. Hinata tremia. Sasuke praguejava mentalmente. A hora havia chegado.

Sasuke - Pronta ou não. É agora. Sussurrou Sasuke.

Hinata – Ha-hai. Gome ne.

Respondeu Hinata.

Sem mais delongas Sasuke pegou a mão de HInata e entrelaçou seus dedos. Hinata se esforçou para não corar. "Sò mãos dadas Hinata. Só mãos dadas". Mas ela ainda tremia.

Sasuke fez sinal para que a escolta carregasse as malas. Subiram a escadaria. Cada degrau demorava um século.

Chegaram.

Yuni – Takezo-sama e Mayumi-san, quanto tempo!!

Continua.

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Ps:

A parte do "Carro"´, é que eu imaginei tipo... uma ... nao é charrete, tbm não é carrugem, mas essa coisa que os reis andavam nessa época. entenderam.
Algo do tipo xD.

Fim do ps.

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Desculpas da autora:

Sei que vocês querem me matar. E etc etc... Mas... tenho diversos motivos pelo extremo atraso da fic. Contudo, acho que ficaria maior que a fic a explicação.... mas só digo que valw a pena a demora, pq passei no vestiba, fui classificada,e bem, em um concurso... agora já posso voltar a escrever....

Peço mil perdoes pelo atraso. Serio mesmo. Mas não abandonei a fic.O que já é algo bom né?

Peço desculpas tbm pelo cap ruim. Mas é q eu perdi o que havia escrito. Ai reescrever sempre é um saco. Ai não saiu bom, prometo me esforçar mais nos próximos. Palavra.

E por favor, deixem review. Nem que seja para me esculhambar.

Bj. E Até semana que vem. Vou postar o próximo na próxima terça xD.