Olhei no relógio. Quase 20:00hrs. O expediente já estava acabando. Eu ainda tinha algumas coisas para resolver antes de poder ir embora. Mas nada de muito importante.

Ouvi duas batidinhas na porta e logo depois Sango entrou na minha sala.

-Kagome. Está pronta?

-Pronta pra quê?

-A comemoração do aniversário do Inuyasha, ora! Ele convidou você, não convidou?

-Sim, convidou, mas... Eu acho que não vou...

Ela me olhou surpresa

-Como assim, não vai, Kagome? Ele disse que fazia questão da sua presença... Porque não vai? – ela se sentou em uma das cadeiras que havia em frente a minha mesa.

-Ah, não sei... A noiva cadáver vai estar lá... E eu vou ficar toda triste de vê-los juntos. Então é melhor que você diga a ele que eu tinha muita coisa pra fazer, e não pude mesmo ir. Diga que eu sinto muito e mandei minhas lembranças e meus parabéns.

-Tem certeza, amiga?

-Sim, sim, tenho.

-Certo, então. Eu e Miroku já estamos indo.

-Você e Miroku, huh?

-Sim, mas sem gracinhas. Então eu já vou indo. Vai pra casa?

-Não, não. Eu vou terminar o que tenho que fazer aqui e depois vou.

-Certo, então. Até amanhã.

-Até.

E ela se foi.

Eu apoiei o rosto sobre as mãos. Aquilo estava me incomodando o dia inteiro.

Quer dizer, Inuyasha poderia me dar todos os olhares insinuantes que quisesse, todas as cantadas e todos os sorrisos galantes. Mas no final era pra ela que ele voltava.

E não o culpo. Ela é noiva dele. Se amam, apesar de eu saber que ela é ciumenta ao extremo, grudenta e reclamona. E eles vão se casar.

E quem sou eu para separá-los, certo?

Então eu que me contentasse em apenas continuar procurando alguém que me quisesse, do jeitinho que eu sou.

Mas eu queria ele.

Não só porque ele era o homem mais bonito e sensual que eu já havia conhecido, mas também porque o jeito dele me cativou. Ele sabe o que quer, e luta para conseguir. É inteligente, um ótimo amigo, educado e deve ser romântico...

Ah, sei lá... Tem um charme natural que me cativou. Me sinto à vontade quando estou com ele.

De qualquer forma! Era melhor eu parar de devanear e continuar meu trabalho!

0o0o0

Depois de quase uma hora em silêncio, só analisando alguns tecidos, a porta se abriu. E adivinha quem estava lá, segurando a maçaneta?

Isso. Ele mesmo. O próprio Inuyasha.

Eu simplesmente o olhei surpresa, enquanto ele sorria como se satisfeito de ter me encontrado, mas como se estivesse prestes a me dar uma bronca. Logo depois fechou a porta.

-Inuyasha, o quê você...

-Eu disse que viria buscá-la caso você não fosse, não disse, Kagome?

Eu sorri desajeitada.

-Ah, me desculpe. Eu queria muito ter ido, mas eu estou cheia de coisas pra fazer e...

-Kagome, são dez horas da noite. Seu expediente acabou faz tempo.

-Eu sei, mas eu estou atrasada com...

-Não, não. Isso não me importa. Vamos, eu vou lhe levar até a "festa". – ele fez o movimento que indica aspas com os dedos e depois esticou a mão para que eu pegasse.

Eu apenas continuei sentada na minha cadeira confortável, segurando os papéis que estava avaliando antes que ele chegasse.

-Inuyasha, eu sinto muito, mas eu realmente...

-Você é muito teimosa, Kagome. – E ele me puxou pela mão, fazendo-me levantar da cadeira. E foi me puxando até a porta. Mas eu parei.

-Inuyasha, é sério... Eu realmente não posso sair agora. Tenho muita coisa pra fazer.

Ele se virou pra mim.

-Você me prometeu, lembra?

-Lembro, mas...

-E eu deixei bem claro que viria aqui buscar você se você não fosse, não deixei?

-É... Deixou, mas escute, você já...

-Então não discuta comigo, vamos logo.

-Inuyasha, procure entender. Eu não posso mais atrasar isso tudo, e como você mesmo viu, tenho realmente muita coisa pra fazer... Me desculpe. Ninguém está mais chateada que eu.

Ah, como eu queria largar tudo ali e ir para onde ele quisesse me levar. Mas me entendam... Eu não posso... Eu acabaria me machucando, no final de tudo.

Mas ele me sorriu. Parou de tentar me puxar, mas não largou a minha mão. Só olhou pra mim de um jeito que eu não sei descrever aqui.

-É... Parece que você sabe o que quer, não é?

Eu apenas sorri.

-Me desculpe...

-Ah, por favor! Não me peça desculpas, Kagome. Isso só vai me obrigar a entregar seu presente aqui...

Aí eu me assustei.

-Como? Perdão, eu...

-Eu trouxe um presente pra você, se não se importa.

-Um presente? Pra mim? O aniversário é seu, Inuyasha, como é que você me traz um presente?

-Ah. Me deu vontade. Espera aí.

E abriu a porta e saiu a passos largos, me deixando sozinha lá. Voltou depois de alguns longos minutos, com uma garrafa de vinho na mão.

Juro. Uma garrafa de vinho.

-Espero que goste de Shafer. – Ele estendeu a garrafa do vinho para mim.

Shafer. Shafer! Só o vinho mais caro, raro, elegante e gostoso que eu já tive o prazer de provar. O melhor vinho de Napa. Eu sei que é de Napa, porque Jimmy uma vez me levou lá e comprou uma garrafa de Shafer pra mim, colocou um pouquinho em uma taça e disse que eu era a mulher mais linda que ele já vira. E depois nós nos trancamos no quarto de hotel e ficamos lá o resto da semana, fazendo coisas de adulto.

Foi lindo.

-Ah... Inuyasha, você está me dando...

-De presente, sim.

-Inuyasha, nossa, eu não posso aceitar isso, juro, eu...

-É claro que pode. Eu comprei pra você.

Eu não sabia mais o que dizer. Sério mesmo, eu só fiquei lá, parada feito uma idiota, sem saber o que dizer. Olhando ora pra ele, ora pro vinho que ele havia me feito pegar.

-Está tudo bem, Kagome? Você está preocupada com alguma coisa?

Eu olhei-o. "É, Inuyasha. Estou preocupada porque estou me apaixonando por um homem comprometido."

-Não... Não, está tudo bem. Mesmo.

Ele segurou meu queixo e levantou meu rosto.

-O que foi? Você não está bem.

-Eu estou bem, é sério. – eu sorri e retirei a mão dele do meu queixo.

-Vou acreditar desta vez.

Estava ficando um clima desconfortável. Mas eu sempre tenho uma carta na manga, meninas!

-Ah é! Já ia esquecendo! Eu ia pedir pra Sango levar, mas acabei me distraindo e esqueci. O seu presente de aniversário.

Eu me virei para caminhar até a mesa e pegar o presente dentro da minha bolsa. Mas ele segurou a minha mão e me puxou de volta.

-Ah, não... Eu já sei o que quero de presente.

Aí sim. A coisa começou a ficar "estranha". Ele me abraçou pela cintura e parecia que a gente ia começar a dançar.

E quer saber? Que se dane a Noiva Cadáver! O cara dela tava claramente, obviamente, positivamente, totalmente interessado em mim! Ela que segurasse o homem dela direito.

-Ah, já escolheu? E o que você quer?

Com um sorriso autoritário no rosto, Inuyasha se aproximou de mim e me sussurrou algo que eu não entendi na hora, devido ao cheiro másculo que ele exalava. Só sei que logo depois ele encostou a boca na minha, mordendo meu lábio inferior, como se... Se segurasse.

Quase que imediatamente, a mão dele foi até a minha e me fez largar o vinho que eu segurava, colocando-o sobre a minha mesa, ao mesmo tempo em que se apossava da minha boca, me beijando com tanto desejo que eu fiquei arrepiada.

Eu ainda tentei fazer um charme básico tentando empurrá-lo pelo peito, mas o bíceps imenso foi mais forte e me enlaçou pela cintura, me fazendo chegar mais perto, e acabar com minhas pernas roçando nas pernas fortes e morenas que a calça de linho escondia.

Eu pensei em protestar quando ele se separou da minha boca, mas logo desisti quando ele chegou ao meu pescoço.

Essa parte é um pouco difícil de narrar, então preste atenção, certo? Imagine uma garota dentro de um blaser chiquérrimo, tentando se apoiar em uma mesa de escritório, ao mesmo tempo em que um tesão de homem está distribuindo mordidas aleatórias em seu pescoço, com uma mão na cintura dela, e a outra puxando a perna direita dela de encontro ao seu quadril, usando aquela força malvada para pressionar a delicada mulher, que a essa hora já foi ao céu mil vezes e voltou. Deu pra sacar? Pois é... Eu tava nessa situação.

Só que como nem tudo é perfeito, o telefone tocou.

Fiquei orgulhosa de mim mesma nessa hora: a mão que antes segurava a minha perna voou para o lindo aparelho vermelho que tocava irritantemente, quase o destruindo. Quer dizer, pra ele se tornar tão agressivo a ponto de destruir um telefone, quer dizer que eu estava me saindo muito bem não é? Não é?!

Mas... Como eu sou muito responsável, com muuuuuito esforço me separei do beijo indecente e levei a mão até o telefone.

-Eu tenho que atender...

Eu tentei! Juro que tentei atender ao telefone, mas não deu. Aquele homem beija muito bem!! Puxou minha mão de volta e me fez agarrar o pescoço dele, mordendo minha orelha só porque sabia que eu adoro isso. Como ele sabia, eu não sei.

-Então atenda...

Ele sabia que eu não atenderia. Sabia muito bem. Porque ele sabe do poder que uma mordida daquela tem sobre os sentidos de uma mulher.

Mas eu não sou previsível, queridas. Nem um pouquinho.

Foi por isso que, mesmo com todas as minhas células gritando para que eu não me afastasse e meu corpo me dizendo "Se você se afastar um milímetro desse homem, eu juro que faço você se jogar do topo do prédio mais alto do mundo!", eu empurrei o peito fortíssimo com a mão direita e andei até o outro lado da mesa.

O sorriso surpreso na cara dele me fez sorrir de volta.

-Alô?

-Kagome? - tinha que ser. Só podia ser o Houjo pra me atrapalhar numa hora dessas.

-Sim, Houjo, o que você quer? – eu revirei os olhos.

-É... O que será que o Houjo quer? – Inuyasha veio se esgueirando, passando os dedos pela mesa enquanto dava a volta e ficava de frente pra mim de novo.

-Você está no escritório ainda? Eu te procurei a tarde inteira! O que você está fazendo aí uma hora dessas?

-Eu estou adiantando uns papéis para semana que vem...- eu falei, tentando não tremer a voz quando Inuyasha me fez sentar na mesa, meio que se encaixando entre as minhas pernas.

-Diga que está ocupada e tem que desligar.

Mandou. Mandou mesmo. De verdade. Ele não estava brincando, deu pra perceber. Eu, por pouco, ainda resisti.

-Houjo, o que foi? Por que está me ligando?

-Desligue o telefone, Kagome, ou eu não respondo por mim.

Foi a gota d'água. Eu não tive escolha a não ser deixar o telefone escapar pelos meus dedos e obedecer às ordens de Inuyasha.

Vou lhe contar. Eu nunca havia sido beijada daquele jeito. Tão intenso, tão ansioso e possessivo. Eu pensei que fosse morrer sem fôlego ali mesmo.

Ele beijava quase como eu havia imaginado. Só que melhor. Totalmente comandava a situação.

Ah meu Deus, eu já falei sobre as mãos dele? São as mãos mais bonitas que eu já vi. E fortes também! E um tanto atrevidas, se me permite dizer.

Há! Quem é a incompetente agora, Noiva Cadáver?

Devem ter passado uns dez minutos enquanto eu estava lá. Sabe, no céu. Mas aí eu afastei meu rosto do dele.

-E então, o que você quer de aniversário? – eu perguntei sorrindo.

E ele deu uma gargalhada.

-Vamos, me deixe sair daqui. – eu dei três batidinhas no braço dele, para que ele se afastasse e me deixasse descer da mesa onde estivera sentada.

Mas quem disse que ele me obedeceu?

Não, não, senhoritas. Ele simplesmente fez o contrário. Me empurrou mais para cima da mesa e deitou em cima de mim.

Exato, meus amores. Ficamos eu e ele deitados em cima da minha mesa.

-Inuyasha! Alguém pode entrar! – Eu tentava empurrá-lo. Eu até que gosto de emoções fortes, mas aquele era o meu local de trabalho, ora.

-E quem vai chegar? São quase dez e meia da noite, o expediente já acabou faz tempo e até a sua secretária já foi pra casa. É só você quem gosta de ficar trabalhando até tarde.

-Sim, eu sei. Mesmo assim, saia de cima de mim. Você ainda tem que voltar pra sua festa.

-Eu não vou voltar pra lá! São todos amigos de Kikyou, eu não agüento aquela gente!

-Ai, minha nossa! Kikyou! Inuyasha! – Eu tentei me levantar, fingindo que havia acabado de me lembrar da noiva dele.

-O que tem Kikyou?

-Ela é sua noiva, ora essa! Não eu!

-Nós estamos dando um tempo, não tem nada de errado eu estar aqui com você agora... – ele inclinou o rosto na minha direção novamente

-Bom, de qualquer forma... – eu disse depois de um rápido contato de lábios. – Eu ainda tenho que terminar isso aqui, então eu acho melhor você ir.

-Sinto muito, Kagome. Você é teimosa, mas eu também sou. – Ele pegou a minha bolsa, que estava em cima de uma cadeira, o vinho, apagou a luz e abriu a porta, me esperando pra sair.

-Eu não vou embora agora, Inuyasha...

-Então tudo bem. – Ele fechou a porta e o escritório ficou todo escuro.

Foi a melhor sensação do mundo quando eu, sem conseguir enxergar nada, apenas senti os lábios dele encostarem aos meus, abrindo caminho pra dentro da minha boca.

Meninas, eu vou lhes contar. Não há melhor sensação da que ser encostada na parede por um homem a quem você deseje, com cada célula do seu corpo.

Ah, desculpe talvez haja sim.

A sensação de senti-lo despir você.

Foi, isso mesmo. Ele começou a tirar o meu blaser, enquanto me prensava contra a parede.

Isso, a sensação mais gostosa é exatamente esta.

Mas o melhor calorzinho que se pode sentir é quando ele faz uma coisa linda, carinhosa, tipo soltar seus cabelos.

E foi o que ele fez. Levou a mão até o pequeno broche que prendia meus cabelos em um coque desajeitado e puxou-o levemente, fazendo-os cair.

Nesse mesmo momento eu pude me imaginar casada, com filhos, em uma casa linda, em uma praia bem azul.

E adivinha quem fazia o papel de marido carinhoso, pai dedicado e excelente chefe de família?

Bingo.

E sabe de uma coisa? Eu realmente o queria. Queria que fosse o meu marido e pai dos meus filhos.

E todas nós sabemos que se eu fizesse o papel de outra, eu não iria conseguir isso nem nos próximos 500 anos.

-Inuyasha... Eu falo sério. Você tem de ir embora.

Aí eu me desesperei. Senti uma conhecida pressão na pele do meu pescoço.

-Eu vou ter que chamar os seguranças, é...? –Brinquei, mas no fundo, falando sério.

Ele me olhou.

-Você não faria isso.

-Experimente.

Ficou me olhando como se tentasse adivinhar se eu seria ou não capaz de chamar os seguranças para tirá-lo dali.

Deve ter decidido que eu seria bastante capaz, porque afastou o corpo do meu, me dando espaço para recolocar o meu blaser.

-Isso não acabou, você sabe. – me disse enquanto desamassava a própria roupa.

-Não sei de nada, Sr.Inuyasha. – recoloquei o meu blaser. – Eu o acompanho até a porta.

Eu caminhei até a porta, com ele atrás de mim.

-Oh... Isso vai deixar uma marca... Bem roxa... – falou, passando a mão por onde havia, literalmente, chupado meu pescoço.

-E por culpa de quem?

Ele deu uma risadinha.

Eu abri a porta e me posicionei de modo que o permitisse sair.

-Tenha uma boa noite, Inuyasha. – eu disse sorrindo. Ele caminhou até a entrada da porta e parou bem em frente a mim.

-Diga "Nos vemos daqui a pouco, Inuyasha"... – ele chegou o rosto bem próximo do meu. Próximo o bastante para que nossos lábios se encostassem levemente.

-Boa noite, Inuyasha.

Ambos já havíamos fechado os olhos, e por mais que a minha mente gritasse "PERIGO!! PERIGO!! AFASTE-SE PELO MENOS 50 METROS! PERIGO!!", eu já estava beijando-o de novo.

Mas este não durou muito tempo. Só uns dois minutos.

Isso é pouco, certo? Perto da situação em que nos encontrávamos minutos antes...

-Chega, chega, chega. Vai, você tem que ir, eu ainda tenho que trabalhar.

-Eu venho buscar você amanhã, nós vamos almoçar juntos. Certo?

-Não. Nada feito. – eu não conseguia parar de sorrir.

-Certo, passo aqui ao meio–dia.

-Não! Nós não vamos almoçar juntos.

-Não marque nada com ninguém. Amanhã, eu e você, almoço.

Deu-me mais um beijinho (calculei um minuto e meio, mais ou menos), e foi embora.

Eu fechei a porta e comecei a gargalhar sozinha. Meu coração estava batendo a mil por hora, sentia como se minha boca estivesse maior do que a da Angelina Jolie, estava sem fôlego...

E com uma marca muito roxa no pescoço.

0o0o0

N/A: Eu disse que seria rápida, não disse?

Sei que fui má, e que foi bem curtinho. Os capítulos futuros serão maiores.

Vou aproveitar a deixa para esclarecer duas coisinhas:

1. No primeiro capítulo, Kagome comenta que ela e Rin foram capazes de gastar quase todo o salário em uma maratona de shoppings por Tóquio. Considerem que elas estavam em Tóquio a passeio, porque a trama se passa em Nova York. Típico, eu sei, mas depois de muito ponderar entre a própria Nova York, Londres ou Tóquio, decidi que a profissão, o estilo de vida e a narração de Kagome combinariam mais com o clima dos EUA, e NY é um cenário perfeito.

2. No segundo capítulo, quando Kagome chega ao clube e acha Sango sentada em uma mesa para quatro, há o seguinte fala: "Juro que eu fiz a conta: Miroku Sango Kagome Inuyasha 4 pessoas 2 casais Quatro pessoas se dando bem hoje." O site cortou os sinais que eu pus ali. A fala correta é: Juro que eu fiz a conta: Miroku (mais) Sango (mais) Kagome (mais) Inuyasha (igual a) 4 pessoas (igual a) 2 casais (igual a) Quatro pessoas se dando bem hoje." Os sinais eram os usados na matemática. Descobri que o site não aceita.

Entendido? Só pra não deixar vocês perdidos.

Outra coisa: Muito da minha motivação para postar, são as reviews. Não estou ameaçando, mas não me sinto muito bem de postar se recebo poucas. Tendo a pensar que não estão gostando, e isso me desmotiva. Agradeço do fundo do coração aqueles que adicionaram a fic em seus favoritos, ou Story Alert, mas uma review seria bem agradável. Mesmo assim, obrigada a quem leu e não comentou. Lembrando que quanto mais reviews, mais rápido eu posto! Ok?!

Espero que tenham gostado! Reviews!

Mil beijos,

Nat'