Revelações parte 2
Bella's POV
Eu ainda sentia as pernas bambas de ter falado com Charlie. Mas ele agiu bem tranqüilamente, não é? Edward praticamente petrificou-se na frente dele [O que pra mim seria zoação pelo resto da vida, oops, existência], enquanto Carlisle foi calmo e tranquilo como sempre. Elas estavam bambas também pelo aviso de exame de sangue feito por Carlisle. Não que eu não confiasse nele, eu confio até demais... O meu medo era de encontrarem alguma coisa. Queria pensar que era somente estresse. Agora estávamos no estacionamento da escola e todos os alunos olhando pra mim e Edward. A pergunta: Eles estavam olhando porque já sabiam que agora eu era casada [apesar da idade] Ou era imaginação minha?
"Sinto um monte de olhos em mim!" Eu falei enquanto andávamos vagarosamente para Edward em direção aos prédios.
"Não tem ninguém olhando, síndrome de perseguição!"
"Mas eles já sabem?"
"Alguns." Ótimo! Vou voltar a ser a novidade da escola. Ainda bem que o ano letivo estava acabando...
Separei-me de Edward, algo extremamente difícil nos últimos dias e na outra aula ele já estava comigo de novo [Conseguiu na secretaria usando seu charme deslumbrante]. A aula estava passando... o horário do almoço também... e um cheiro de pizza invadiu meu nariz, me dando água na boca. "UAU! Q cheiro de pizza de pepperoni!" Edward olhou pra mim assustado.
"Amor estamos a uma boa distância para humanos sentirem o cheiro da pizza!"
"Mas eu estou sentindo, como se estivesse aqui na minha frente. Eu preciso comer!" Eu inalava o cheiro e ficava cada vez com mais fome. O professor terminou a aula e eu já estava puxando Edward pro refeitório. Ele estava assustado comigo [Até eu estaria se a fome não fosse tanta]. Cheguei ao refeitório e a pizza estava lá com o queijo derretendo. Peguei quase metade dela pra mim, contando o meu prato e o dele. E devorei a pizza com a maior rapidez...
"Nossa tava muito boa!"
"Percebi!" Ele olhava pra mim estranho.
"O que?"
"Definitivamente, você vai fazer o exame!"
Ah Não...
Bem como eu não tive escolha. Lá fui eu para o hospital com Edward a tiracolo. Carlisle estava atendendo a uma criança que tinha enfiado, no pé, um prego enferrujado. Sangue, pela primeira vez eu não senti enjôo... Isso era bom! Agora eu fiquei preocupada com a apertada na mandíbula de Edward, assim que entrou no hospital e sentiu o cheiro.
"Amor, eu fico por aqui sozinha!"
Ele nem respondeu. Virou-se e foi esperar lá fora sem protestos, o que me dizia que a coisa estava feia mesmo. Os olhos dele estavam pretos e eu sabia que ele tinha que caçar logo... Eu cheguei perto de Carlisle.
"Quer ajuda?" Ele olhou pra mim espantado.
"Você não podia ver sangue..."
"Eu não tô sentindo nada... Impressionante!" Eu falei. Carlisle me olhou ainda mais estranho, assentindo depois de muita hesitação.
"Oi, Karl! Essa aqui é minha nora, Bella! Ela vai estar aqui nos ajudando a costurar esse probleminha, tá?" O menino devia ter uns 5 anos e era meio ruivinho e tão bonitinho. Mesmo com cara de choro. Ele olhou pra mim.
"Você é tão bonita!" - Ele falou. Eu sorri. Que gracinha! Eu me apaixonei por aquele menino de olhos verdes...
"Obrigada, Karl! O que você aprontou pra ficar assim?"
"Eu tava jogando bola com meu irmão..."
"Hmm... temos que tomar mais cuidado da próxima vez!" Carlisle falou amigável. Ele mexeu a cabeça sinalizando um 'sim' exagerado, enquanto Carlisle enfaixava o lugar costurado. Terminando ele levantou e veio pro meu lado. "Você não pode pisar no chão, tá?"
"Tá bom, doutor!" Ele foi até a porta do quarto permitindo a mãe, parecidíssima com ele, entrar. Ela correu e abraçou o filho com carinho pegando-o no colo. "Mamãe, essa aqui é Bella é a dora do doutor!" Todo mundo riu.
"No-ra" Carlisle corrigiu. O menino repetiu. E continuou falando.
"Ela bem ajudou ele a costurar meu pé!" A mãe fez uma cara de nojo ao fato, lembrando-me Renée. Ela veio e apertou minha mão.
"Ele gostou de você!"
"Que bom! Eu também gostei dele!" Eu disse sincera. Era adorável.
"Obrigado Dr. Cullen." E saiu com o menino que foi dando tchau pra mim.
"Que garoto esperto e fofo!" Era o meu único comentário. Carlisle estava ao meu lado vendo a mãe levar seu filho pra casa.
"Edward devia ser parecido com ele, quando criança." Eu olhei pra ele. Ele sorriu. "Eu só o conheci quando ele tinha 17 anos, mas o fato dele ser meio ruivo e tinha os olhos verdes iguais aos daquele garoto, me fez pensar que ele devia ser muito parecido!"
Eu imaginei Edward de olhos verdes. "Ele devia ser tão esperto quanto esse menino."
"Com certeza." Carlisle disse rindo. "Dona Bella! Sua vez!" Droga. Minha cara o fez rir. Eu sentei numa cadeira enquanto ele pegava a aparelhagem. Pressão. Tubo, agulha. A última me fez tremer! "Você me ajudou a costurar um pé de uma criança e está com medo de uma agulha?" Escondi meu rosto corado, fazendo Carlisle rir. Ele foi e pegou uma amostragem do meu sangue. Estranho... Onde estava minha repulsa a sangue? Mediu minha pressão. Estava normal, um pouco baixa. Reparou que estava um pouco anêmica ao analisar meus olhos. "Doeu?"
"Não." Respondi de má vontade. Ele sorriu.
"Que pena que você não gosta de hospital!" Eu olhei pra ele confusa. "Depois do seu desempenho, eu ia te chamar para me auxiliar aqui." Surpresa era pouco!
"Sério?"
"Claro! Meu medo é seu enjôo a sangue voltar do nada, assim como ele sumiu!" Ele estava falando que eu fui muito boa com isso? Ninguém sabia a alegria que eu senti em Dr. Carlisle... meu sogro... achar que eu era boa pra trabalhar com ele. Séculos de experiência, literalmente! Mas o meu medo era o dele também.
"Vamos ver... se o sangue não me assustar mais..." Fui sincera. Ele sorriu. E olhou pra porta onde Edward entrava com os olhos mais claros. Ele era rápido!
"Bella vai trabalhar comigo!" Agora, eu o assustei mesmo! Ele estava... hmm... abismado é uma palavra certa. Carlisle sorriu. "Amanhã no máximo vamos ter a resposta pra isso, filho! Pretendo agilizar o máximo! Só a mantenha descansando" Uma ênfase nessa palavra assim, significava nada de brincar de marido e mulher.
Bem, finalmente chegamos a casa. Eu estava com fome e cansada. Essas duas palavras tinham virado substitutos ao meu nome. Afinal eu vivia com fome e sono. Esme tinha uma geladeira de enfeite que agora era ligou para mim. Entrei em casa e fui direto a ela, ver o que tinha de interessante. Edward foi trocar de roupa, eu acho... Abri a geladeira e foi aí que um cheiro me atingiu... Senti algo mexer em meu estomago pelo simples apreciar do cheiro... Mas o olfato do mesmo, aquele ali era meu conhecido. E nunca. Eu afirmo NUNCA tinha sentido nada parecido com isso por ele. Foi quando eu vi uma bolsa de sangue, pertencentes a um dos estoques que levaram a ilha. Vontade de gritar: O QUE RAIOS ESTÁ ACONTECENDO COMIGO? Fechei a geladeira com força e fui pra sala onde Edward estava sentado no piano. Ele ia começar a tocar quando percebeu a minha cara. Eu me sentei no sofá, completamente perturbada e desejosa...
"Querida, o que houve agora?" Eu não queria responder. Estava enojada de mim mesma e minha mente vagava em todas as possibilidades para o que estava acontecendo. Em instantes, ele estava a minha frente, ajoelhado, a fim de me olhar nos olhos. "Bella! Me conta, por favor!"
Como? Essa realmente me assustou. Eu continuei muda e ele, aflito. Primeiro, porque ele queria saber o que estava errado comigo. Segundo, porque ele não podia ler minha mente como fazia com os outros. Alice entrou correndo na sala vindo de seu quarto. "Bella! Eu acho que eu sei o que você tem!"
Edward olhou pra ela. E olhou pra mim. "Como é que é? Você teve desejo pela bolsa de sangue no congelador?" Eu assenti com a cabeça, corando. Edward estava catatônico. Alice veio se chegando a nós e se sentou do meu lado.
"Esme" E em instantes, ela também estava lá acompanhada de Rosalie. "Eu acho que a sua hipótese está certa!" Edward olhou pra Esme como se ela fosse um fantasma. Rosalie vibrava. Edward rosnou pra ela. "Edward isso é bom!"
"BOM? ISSO É IMPOSSÍVEL, ALICE!" Eu quase pulei com o grito em forma de rosnado dele. Ele estava apavorado com algo que eu não sabia!
"Talvez não! A gente nunca soube!" Alice disse tentando acalmá-lo.
"Isso não existe! Eu vou falar com Carlisle!" E saiu porta fora quase levando a porta junto. Quebrando a fechadura.
Rosalie provocou. "Vai pagar!"
"NÃO ENCHE!" E ouvi um barulho de pneu cantando. As lágrimas rolavam pela minha face. Ele estava bravo comigo? Por causa daquilo da cozinha? Ai que péssimo! Era tudo que faltava! As três Cullen se aproximaram de mim e Esme me abraçou. Alice ficou na minha frente passando a mão no meu cabelo.
"Bella, nós achamos que você está grávida!" Esme finalmente me contou.
Grávida? Impossível! Edward não podia... ou podia? Os sintomas batiam, não? Será por isso que Carlisle me mandou fazer o tal exame? Eu chorava mais forte ainda, mas não sabia por quê. Olhei pra minha barriga. Alice acompanhou e puxou a blusa pra ver que ela realmente estava um pouco mais roliça... E agora? Será possível?
E Edward me perdoaria? Ou melhor... ficaria comigo ao saber disso?
Todas me abraçaram. Até mesmo Rose. Uma aliança feminina estava ali formada. Se ele não me quisesse, pelo menos elas iriam me apoiar. E disso eu tinha certeza!
Edward's POV
Esse dia não tinha como piorar! Primeiramente, tive que agüentar aquele cachorro sarnento na minha sala dando ordens a minha mulher! A minha vontade era voar naquela criatura, mas eu sabia que Bella ia ficar triste depois. Segundo dizer a Charlie que eu e Bella estávamos casados foi mais difícil ainda. Não que ele parecesse estar levando numa boa. Ele estava calmo. O problema é que em sua mente, Ele só faltou atirar em mim. Nunca tive medo de um humano, mas os pensamentos dele sobre mim estavam evoluindo e para pior. Terceiro, foi o sangue de um garoto de 5 anos me lembrando de que ainda era um monstro! Um monstro sem coração, literalmente como Charlie pensou por levar a garotinha dele! Saber que Bella deixou de sentir enjôo a sangue foi estranho, mas no momento em que ela o desejou eu contaria como Quarto item. Quinto a hipótese que rondava na cabeça de minha mãe e irmãs: Gravidez? Ela não sobreviveria! Afinal ela estaria gerando um semi-monstro! Como? Era possível? Eu não tinha fluidos, como isso poderia ter acontecido.
Sexta pior coisa do dia é estar no carro, em frente ao laboratório. E ficar esperando Carlisle vir com a confirmação apavorante! Ou me dar o alívio mais triste da minha vida. Pois é. Estava confuso! Muito... E meus pensamentos eram contraditórios. Eu ia ser pai junto com a mulher da minha vida! Mas pra isso, eu estava colocando a vida dela em um perigo muito grande. E eu não podia existir sem ela. Tudo era confuso. Tudo era estranho. Carlisle saiu do prédio do laboratório com um papel nas mãos.
Edward, vamos conversar... em casa!
Sétima pior coisa: esperar! Ele não leu o relatório, pelo menos era isso que ele mantinha em mente. Raiva! Corri, mais do que o normal. Com Carlisle atrás do meu carro correndo também, foram minutos até chegar a mansão. As mulheres estavam juntas sentadas na frente do computador. Estavam procurando informações sobre gravidez.
Os meninos já sabiam das hipóteses. Jasper estava controlando as emoções na sala, dentre elas as apreensões, nervosismos ou alegria demais. Ele estava tentando equilibrar, pois para ele era péssimo esse misto todo de emoções. Emmet estava como sempre assistindo TV, mas dessa vez estava pensando sobre a novidade. Ele fora um dos que ficaram felizes! Mas que também ficou apreensivo... E decidiu ficar quieto.
Cheguei com Carlisle logo a frente. Todos pararam pra olhar pra mim e pra Carlisle. E o que me doía mais e contava pra oitava pior coisa do dia foi exatamente a cara de dor que Bella lançou a mim. Eu havia magoado seus sentimentos... de novo. E no momento que ela parecia considerar um dos melhores de sua vida frágil, sem saber dos perigos que isso lhe custaria.
Carlisle se colocou em pé no meio da sala. Emmet veio ficar por perto junto com Jasper. Eu continuava na porta. Olhava para Bella, enquanto Alice e Rosalie deram as mãos pra ela apertar e Esme colocou as suas nos ombros dela. Elas estavam sendo muito mais amáveis do que eu... muito mais apoiadoras do que eu... e isso doía demais, porque eu não conseguia! Não nesse momento! Não com essa hipótese...
Idiota egoísta! Foi o pensamento de Rosalie que me atingiu quando ela olhou pra mim. Alice não me xingava assim. Ela conseguia me deixar ainda mais triste com suas opiniões... Você que deveria estar com ela... Mas não tem problema! A família dela está!
"Bem, Edward me contou o acontecido de hoje a tarde, e as hipóteses de vocês, eu já tinha considerado também! O que me fez pular diretamente pro exame principal." Carlisle começou. "Eu nã li. Vou ler em conjunto com todos vocês! Edward mantenha-se longe da minha mente!" Eu assenti. Ele tinha usado um tom autoritário... Pra ele era uma informação a ser recebida totalmente em família. Me contive a leitura fugindo de todas as vozes que percorriam a minha mente.
Ele abriu lentamente o envelope e olhou o papel. Todos se tensificaram. Isso incluía a mim.
"O laboratorista escreveu uma carta com uma linguagem mais popular que acompanha a versão técnica. Vou ler a carta. Dr. Cullen, é um prazer prestar esse favor ao senhor, afinal sou grato pelo seu cuidado ao meu filho. Tentei ser o mais rápido possível como o senhor me pediu, mas só consegui realizar o que você colocou como sendo de extrema importância. O exame foi refeito duas vezes por mim e pelo chefe de laboratório para não haver erro ou sua possibilidade no resultado a ser entregue-"
"Anda Carlisle, por favor!" - Alice apressou e eu concordava com sua ansiedade. Eu precisava ver esse resultado. Jasper mandou uma onda de calma na sala. Parecia que não éramos, somente nós, os tensos.
"-no resultado a ser entregue" Carlisle voltou um pouco a frase e olhou pra Alice reprovando e continuou. "O resultado foi que no estágio da coleta de sangue da paciente encontramos algo estranho. É claro para nós que a paciente está grávida, porém o processo está acelerado demais! O corpo dela não está se adaptando a rapidez do processo... é possível encontrar substâncias que nos seria comum numa gravidez de três meses, ao mesmo tempo que se mostra o organismo dela estar reagindo a uma gravidez no seu primeiro mês." Ele parou de ler e eu estava em pedaços. Estava com medo, muito medo! Bella olhou pra Alice e Rosalie que sorriram, mas não largaram a mão dela.
"O que tudo isso significa?" Emmet perguntou. Eu me encostei a porta, tentando manter meu medo só pra mim. Mesmo que isso fosse impossível.
"Bella está grávida. Mas está tendo algumas complicações com o processo acelerado de formação do feto." - Carlisle disse. Ele tinha lido rapidamente o restante da carta só pra si e olhado o relatório técnico. Bella se levantou e foi até ele. Com suas escudeiras ao seu lado.
"Isso significa o quê? Não vai ser uma gravidez normal?"
"Não. Vai ser um pouco mais rápida. Por exemplo, tem dias que você está grávida... mas o feto já está formado." Ela colocou a mão na barriga.
"Isso vai expor vocês!" Eu não acreditava! A vida dela em perigo e ela preocupada com a nossa exposição. Ela realmente era absurda! Eu não consegui segurar um riso irônico. Ela e todo batalhão feminino olharam para mim de cara feia. E ela voltou os olhos a Carlisle.
"Essa gravidez pode te matar, nós não sabemos o que pode acontecer! Os casos que eu conheci não foram felizes..."
"Eu quero tentar, Carlisle!" Eu olhei pra ela. Ela definitivamente lutava pra morrer. Primeiro namora um vampiro, vive numa casa cheia deles, quase casou com um lobisomem e agora queria ter uma criatura que podia matá-la na sua própria formação!
"Bella você pode morrer! Ninguém sabe o que ISSO é!" Foi minha primeira intervenção. Ela olhou pra mim com raiva e uma expressão de descrença. Alice e Rosalie estavam me xingando agora. Esme também não acreditava no que eu estava falando.
"ISSO é MEU filho! Se você não quiser... Eu quero!" Aquilo doeu... e muito. Como a minha frase a feriu também.
Bem feito, seu idiota! Rosalie olhou pra mim.
" Temos que te manter o mais descansada e em casa possível!"
"Eu tenho que terminar minhas matérias na escola..." Mais um absurdo, mas dessa vez eu fiquei quieto.
"Eu vou com Edward lá. Suas provas vão ser em casa. Qualquer coisa nós iremos te ajudar!" - Todos assentiram, menos eu.
"OK!" - Alice bateu palminha, Rosalie abraçou Esme. Bella sorriu quando Emmet veio abraçá-la dando-lhes os "parabéns maninha!" Só eu estava vendo que aquilo é perigoso?
"PARABÉNS? ISSO AQUI NÃO MERECE FESTA! É PERIGOSO DEMAIS! Q ABSURDO! CARLISLE FAÇA ELES PENSAREM POR FAVOR!"
Bella olhou pra mim com o mesmo olhar ferido. "Os incomodados que se mudem!"
Filho, ela quer! Vamos ver até onde isso vai!
Eu virei as costas e saí. Bati a porta de novo quebrando-a mais uma vez. Fui correr até a clareira... qualquer lugar pra pensar! Precisava pensar.
