Capitulo 4

Louis Áquila

Trim Trim

Hermione acordou com o barulho do despertador.

- Maldito fuso horário, não dormi quase nada essa noite, Argh! – ela resmungava para si mesma, enquanto levantava. Tomou um banho, comeu uma torrada. E se arrumou para o seu primeiro dia de trabalho.

Pensou em pegar um táxi, mas como o departamento era perto decidiu ir á pé mesmo, só assim conhecia melhor a cidade. Passado uns dez minutos parou em frente ao velho bar, e entrou.

- Bom dia senhorita...? – falou Monhoca.

- Granger, Hermione Granger. – disse ela um pouco surpresa, pensou que o "velho" não era de muita conversa.

- Prazer em conhecê-la Srta. Granger. – ele disse sem se levantar de sua cadeira, apenas balançando a cabeça em modo de cortesia.

- Digo o mesmo, senhor?

- Oh, sem formalidades, por favor, todos me chamam de Monhoca, meu eterno apelido. – ele riu.

- Então prazer em conhecê-lo Monhoca, agora se me der licença tenho que me retirar.

- Até mais Srta.

- Até – falou ela se retirando e indo pegar o elevador, só que quando ela põe a sua mão direita na parede, como fez Demitri no dia anterior, nada aconteceu.

- Por que essa coisa não abre. – ela se perguntou.

- Falando sozinha Hermione? - falou Harry acabando de chegar.

- É Srta. Granger, pra você. E não estou falando sozinha, apenas pensando um pouco alto. – falou ela com ar de superioridade.

- Ok então, precisa de ajuda Srta. Granger – ele falou enfatizando o "Srta. Granger".

- Não... Quer dizer a entrada não abre.

- Hum deixe-me ver – ele se aproxima de onde ela estava, pegou a sua mão direita e a pressionou na parede apertando levemente seu polegar, a entrada foi aberta. – Você tem que pressionar levemente seu polegar, Demitri deve ter esquecido de te dizer isto ontem.

- É, ele não comentou nada sobre o assunto ontem. – Ele ainda segurava a sua mão, e isto já estava lhe causando certos calafrios. – Agora, por favor, solte a minha mão.

- Claro. – ele falou meio envergonhado, soltando a mão dela – Agora vamos.

Eles entraram no elevador, e seguiram para o departamento.

- Er ...Potter, você sabe onde será a minha sala? – Hermione perguntou pro moreno, quando ele já estava indo para a sua sala.

- Não sei, pergunte para Demitri, aliás, ele não te avisou muita coisa.

- Quem não avisou muita coisa do que ai? – Perguntou Demitri acabando de chegar.

- Onde será a minha sala? – perguntou Hermione.

- Hum que burrada esqueci de dizer ontem, você ficara na mesma sala do Potter.

- Que Potter, não é eu não, né? – falou Harry surpreso.

- É você sim Potter, achamos que como irão trabalhar juntos não se importariam de dividir a mesma sala.

- Mas isso é um absurdo! Eu quero a minha sala só para mim, não com uma intrusa olhando tudo que faço. – ele estava indignado, não dividiria a "sua" sala com ninguém.

- Ei! Não sou uma intrusa! E eu também não me agrado nem um pouco de ficar no mesmo ambiente que você. – ela retrucou.

- Parem! Não quero ficar escutando essas briguinhas infantis de vocês dois, e se por acaso se sentem incomodados de dividirem o mesmo caso e a mesma sala, que procurem outro emprego! – ele falou severamente, estava cansado desses dois, e algo lhe dizia que isso era a penas o começo. – Há, e Srta. Granger já tem, uma mesa com algumas coisas que lhe será útil na sala do Potter, e sobre os documentos que você me pediu ontem, também já estão lá. Agora com licença. – ele falou se retirando.

- Nossa! Demitri nunca falou tão sério e grosso comigo antes, isso é culpa sua. – disse Harry, olhando estranho para Hermione.

- É impressionante, como você é um IDIOTA!!! – disse ela irritada – Agora me mostre logo onde é a sua sala, que eu tenho mais o que fazer.

- Vejo que vamos nos dar muito bem. – ele falou ironicamente, se retirando até a sua sala, Hermione o seguiu.

A sala era espaçosa e bem decorada, era um pouco parecida com a antiga sala de Hermione só que essa tinha um ar mais misterioso ( N/A: Sou péssima pra descrever como é um lugar, então imaginem como vocês quiserem).

- Qual é a minha mesa?

- A do canto, a outra é minha. – ele falou indo ate a sua mesa.

Hermione fez o mesmo e se dirigiu até a sua mesa, arrumou algumas coisas, e olhou para as fichas de cada uma das vitimas.

Dados Principais

Nome: Elisa Lis Sheldom

Data de nascimento: 26/11/1973

Idade: 36 anos.

Nome Pai: Erick Sheldom

Nome Mãe: Patrícia Lis Sheldom

Originalidade: Americana

Estado civil: Divorciada.

Filhos: Não


Nome: Jhonatã Black

Data de nascimento: 19/06/1953

Idade: 56 anos.

Nome Pai: Luiz Jhonatã Black

Nome Mãe: Emilia Blues Black

Originalidade: Americano

Estado civil: Casado – Giulia Black

Filhos: 3 – Emiliano, Juan e Rose Black.


Nome: Rose di Calafiori

Data de nascimento: 17/08/1965

Idade: 44 anos

Nome Pai: Luam Mens

Nome Mãe: Roberta Mens

Originalidade: Americana

Estado civil: Casada – Johan di Calafiori

Filhos: Não

_____________________________

Nome: Sthefany Lens

Data de nascimento: 15/09/1989

Idade: 20 anos

Nome Pai: Britto Lens

Nome Mãe: Susam Sthefany Lens

Originalidade: Americana

Estado civil: Solteira

Filhos: Não


Nome: John Bonner

Data de nascimento: 02/05/1978

Idade: 31 anos

Nome Pai: Ruam Bonner

Nome Mãe: Joana Bonner

Originalidade:Americano

Estado civil: Solteiro

Filhos: Não


Nome: Louis Áquila

Data de nascimento: 13/12/1983

Idade: 26 anos

Nome Pai: Jasom Áquila

Nome Mãe: Mary Jeem Áquila

Originalidade: Inglesa

Estado civil: Solteira

Filhos: Não


Hermione leu as causas da morte, e outros documentos ligados ao caso.

- Isso não faz sentido! – ela falou jogando alguns papéis na mesa, e tentando raciocinar.

- Também achei, tem coisas que não batem! – falou Harry que lia alguns documentos.

- As pessoas são tão diferentes, não é típico de um serial killer.

- É, na maioria dos casos ou são só mulheres ou só homens, ou então só jovens. E nesse caso as mortes são diferentes.

- Um é enforcamento, outro atropelamento. Realmente isso é muito estranho.

- Se não fosse pelas letras escrita nas testas das vitimas, diria que não se trata de um serial killer.

- Concordo. Os únicos que tem algo á ver é o da bibliotecária e da estudante que estudava no mesmo local que a bibliotecária trabalhava.

- É, e outra coisa que me intriga é a tentativa de assassinato de Louis, é muita coincidência querer matar logo a filha de Jasom.

- Como ela está?

- Em coma profundo, difícil melhorar.

- é uma pena. Quero visitá-la, ver como ela esta e se á chance de recuperação, afinal se ela se recuperar o caso será desvendado.

- É já pensei nisso também Louis é a peça chave, pedirei á Jasom para irmos visitá-la.

- Ok, temos que interrogar algumas pessoas, que tenham ligações com as vitimas.

- Já pensei nisso também, vamos começar a interrogar amanhã, que tal no campus da universidade?

- Ótimo, podemos interrogar os professores, funcionários e estudantes da universidade que tinham contato com as vítimas.

- É, hoje podemos ir ver como está Louis, estou muito preocupado com ela.

- Vocês tinham alguma ligação? – ela perguntou curiosa,.

- OH não não! Somos apenas amigos, ela trabalhava aqui.

- Como assim trabalhava aqui?! – ela ficou surpresa.

- Era ela que estava em frente ao caso, quando ela foi atacada, Jasom se preocupou e solicitou ajuda americana, e é claro me passou o caso. – disse convencido.

- Então o assassino sabia que ela era quem estava a frente do caso, talvez ela soubesse antes mesmo quem está cometendo os assassinatos, e por isso foi a sexta vitima.

- Penso a mesma coisa, talvez o assassino esteja por perto, para saber quem ela é.

- Isso ta muito estranho. E ainda tem as letras que formam a palavra ENIGMA, provavelmente ele se intitula assim.

- Quem será esse ENIGMA?


Harry solicitou a Jasom para poderem irem ver como está Louis.

- Claro que vocês podem ir, avisarei aos agentes que estão de guarda sobre a chegada de vocês.

- Ok, então até mais tarde. – Ele fala se retirando.

- Espere...

- Sim?

- Descubra logo quem é o maldito que fez isso com a minha filha.

- Pode deixar.


- Por temos que ir no seu carro?

- Por que você não tem carro.

- E daí, não quero ir com você.

- Então vai a pé. – ele fala entrando no carro – você vem ou não?

- Espera! – Hermione entrou no carro – É você me convenceu.

Ele riu.

- Onde é a clinica que ela está internada? – Hermione perguntou.

- Clinica Vinsis, fica perto daqui no máximo meia hora de carro.

- Hum. – Depois disso eles não trocam mais nenhuma palavra, em silêncio.

- Você já teve algum caso parecido com este? – Perguntou Harry, para quebrar o silencio.

- Tão complexo assim não, mas já tive dois casos de serial killer, sendo um desses o caso Rodlam, não sei se você conhece.

- Já ouvi falar.

- E você?

- De serial killer apenas um, trabalho mais com quadrilhas.

- Quantos anos você tem? – Hermione perguntou curiosa, ele parecia bem experiente.

- Não é delicado perguntar a idade das pessoas sabia? Tenho 28, e você?

- Não é delicado perguntar a idade das pessoas sabia? - Eles riram – 25.

- Você é bem jovem, pra já estar onde está. – ele disse olhando dentro dos olhos dela.

- Você também. – Ela falou desviando o olhar dos dele.

Depois de alguns minutos Harry, parou em frente a uma clinica.

- Chegamos.

Eles saíram do carro e entraram na clinica, foram até a recepção.

- Com Licença, queria informações sobre a paciente internada aqui com o nome de Louis Áquila.

- Nome, por favor?

- Harry Potter. – Ele entregou sua identidade.

- Recebemos uma ligação sobre a visita de vocês, quarto 205.

- Obrigada.

Eles foram até o quarto de Louis, e a encontraram imóvel, com soros e aparelhos ligados á ela.

Hermione viu lagrimas nos olhos de Harry e este falou:

- Esta é Louis Áquila.

Continua...

N/A: OI! Espero que tenham gostado do capitulo, porque mesmo não tendo muita coisa legal esse foi um dos cap que deu mais trabalho de escrever (e o que eu menos gostei ate agora)

Até agora eu não recebi nenhuma review.

Então eu pergunto:

A fic ta tão ruim assim? Pq se tiver me digam, q eu paro de posta a fic aqui.

Deixem reviews, para continuar tendo fic!

Beijokas!