Lea saiu do estúdio diretamente para o apartamento de Dianna. Para a sorte das duas, Lea havia esquecido a chave que Dianna lhe dera. Ela tocou a campainha e a loira veio atender.

- Ei, Lea! – ela exclamou.

Lea franziu a testa.

- Minha mãe está aqui, chegou de surpresa! – ela sussurrou para a morena – Entra! – ela disse em voz alta.

"Que merda!" Lea pensou.

- Mãe, a senhora se lembra da Lea?

- Claro que lembro! – ela levantou para cumprimentar Lea.

- Oi Sra. Agron! Há quanto tempo! – ela disse com um sorriso.

- Ah... a Lea veio aqui para a gente passar o texto de amanhã. – disse Dianna sem graça.

- É, nós vamos gravar juntas amanhã. – Lea completou.

- Nossa! Mas vocês vão passar o texto a essa hora? – ela olhou o relógio - São quase 23:00hs!

- Minha gravação acabou mais tarde que a da Dianna. – disse Lea – Nós já estamos acostumadas, porque o elenco todo faz isso. – mentiu.

- Lea – começou Dianna – a gente ia comer alguma coisa. Você já jantou?

- Na verdade não.

- Então vem comer conosco! – ela a chamou para sala de jantar.

As três sentaram à mesa. Dianna em uma ponta, a mãe na outra e Lea na lateral, ao lado direito da loira. Ela havia preparado 3 tipos variados de saladas.

- Uau! Você fez a salada que eu adoro! – exclamou Lea.

- Que coincidência! – Dianna riu, corando.

Elas se serviram.

- Então, Lea, você ainda está namorando aquele rapaz? – perguntou a mãe da loira.

- Quem? O Theo? Ah, sim, sim, nós estamos juntos! – disse levando o garfo à boca.

Dianna olhou para Lea. A danada sabia mesmo interpretar.

- Parece que vocês se gostam muito!

- Eu gosto dele, mas a distância é muito ruim, sabe? Ele lá em NY e eu aqui.

- Mas quando dá, vocês se vêem, não é?

- Uhumm. – Lea assentiu com a cabeça, com a boca ocupada.

- Dianna, minha filha, vocês está tão calada!

- Eu? Ah, é que eu estou com muita fome! – disse e acrescentou – Na verdade eu preferia comer outra coisa, mas...

- E o que você queria comer? – perguntou a mãe.

- Italiana! – ela exclamou – Comida italiana!

Lea sorriu.

- É, eu também gosto de massas. – disse a Sra. Agron – Você é descendente de italianos, não é? – perguntou à Lea.

- Sim, eu sou.

- Ahhh – Dianna gemeu.

A mãe olhou para ela e Lea levou novamente o garfo à boca.

- Como está São Francisco? – a morena perguntou.

- Está ótimo! Você devia voltar lá qualquer dia!

- Sim, eu pretendo voltar mesmo. Eu adoro aquela cidade. Aliás, tirando NY, as duas cidades que eu mais gosto são Boston e São Francisco.

- Boston? Acho Boston tão sem graça.

- É que o local me traz ótimas lembranças...

- Hummm – Dianna soltou outro gemido, fechando os olhos e mordendo o lábio inferior.

- O que está havendo, minha filha?

- Hein? – ela abriu os olhos – N-Nada mãe! E-Eu... – ela pensou rápido – humm... a salada está uma delícia...

A mãe olhou para ela com desconfiança.

- Realmente está muito boa! O molho, então, está maravilhoso! Eu gosto de salada assim, bem molhada! - Lea disse se fingindo de boba.

A morena segurava um copo de vinho mas, por debaixo da mesa, sua outra mão estava entre as pernas da noiva, já havia alguns minutos. Ela comia a salada com uma e provocava Dianna com a outra.

- Está mesmo muito bom! Vou buscar mais molho para gente! – disse a mãe de Dianna.

- Para! Você está louca? – sussurrou a loira, depois que a mãe se afastou.

- Shhh, sua mãe pode ouvir.

- Mas ela já está ouvindo! E o que não deve!

- Segura firme então!

- Lea, você sabe que eu não consig...

- Trouxe o molho! – disse a Sra. Agron voltando.

- Obrigada, mas para mim já está no ponto. – disse Lea.

- Ahhhnn – Dianna não conseguiu segurar mais um gemido.

- Você está bem, filha? – perguntou a mãe dela ao ouvir novo suspiro e ver a expressão dela.

- Eu... e-estou... mãããe! – ela disse, sentindo os dedos de Lea acariciando-a, já por dentro da calcinha. "Por que eu coloquei este vestido?" Ela pensou de olhos cerrados.

Lea sentiu que Dianna não ia segurar mais e parou.

A loira abriu os olhos em súplica.

- L-Lea, eu queria mostrar o armário novo que eu c-coloquei no b-banheiro. Vem ver! – ela chamou.

- Dianna, filha, a Lea ainda está comendo. Ela nem terminou.

- Ela vai terminar, mãe! – disse ofegante e puxando Lea – Ah, se vai! – completou só para a morena.

Assim que entraram no banheiro, Dianna encostou a porta e depois o corpo de Lea na parede.

- Maluca! Eu estou pegando fogo e você para de repente!

- Mas você me pediu para parar, por causa da sua mãe. E ela estava...

Não completou, porque foi interrompida pela língua da loira, invadindo sua boca, em um beijo repleto de desejo. Se beijaram loucamente até que lhes faltou o ar.

- Humm, acho que você vai querer mesmo que eu termine o que comecei. – disse Lea.

- O que você acha?

Imediatamente a mão da morena levantou o vestido de Dianna e buscou sua intimidade. Provocou-a por cima da calcinha e depois afastou o elástico por baixo, sentindo toda a umidade dela em seus dedos. A loira afastou as pernas para que Lea tivesse acesso a tudo e, nossa! Como ela sabia usar aqueles dedos!

- Leeeaaa...

Lea abafou o gemido de Dianna com mais um beijo. O corpo da loira se contorcia por sobre seus dedos. Lea brincava com o clitóris dela, enquanto sua boca chupava seu pescoço e sua outra mão apalpava seu seio. Dianna já nem conseguia enxergar direito. Sua visão estava turva e seu corpo tremia a ponto dela quase não conseguir ficar em pé. Então ela gozou longamente.

- Ohh Deeeus!

Lea chupou seus dedos e depois beijou Dianna.

- L-Lea, eu queria tanto te... – começou a loira.

- Shhh, não tem problema. – ela fez um carinho nela - Depois você pode fazer comigo o que quiser, mas sua mãe está aqui.

- Dorme aqui! - ela pediu.

- E o que você vai dizer a ela?

- A gente dá uma desculpa. Deixa comigo.

- Dianna, está tudo bem?- perguntou a mãe da porta.

- A porta só está encostada, mãe, pode entrar!

A Sra. Agron colocou a cabeça para dentro do banheiro e viu Lea encostada na pia e Dianna ajeitando uma toalha que estava pendurada.

- Como você está vermelha, filha!

- Estou? – ela se olhou no espelho – devo ter exagerado no vinho.

- Gostou, Lea? – perguntou a mãe de Dianna.

- Muito! Adorei! – respondeu ela, sorrindo de orelha a orelha.

- Eu disse à Dianna que ela deveria ter escolhido outra cor, mas até que não ficou ruim.

Lea demorou uns 3 segundos para entender do que ela falava.

- Ah, o armário! Claro, claro! É, eu adorei mesmo!

A franziu a testa.

- Acho que esse vinho afetou a vocês duas. – ela disse e depois completou – Vocês não vão terminar de comer?

- Sim, sim! Vamos! – Dianna chamou Lea.

- Vamos!

Elas acabaram a salada e foram para sala, levando o vinho. Beberam um pouco mais, até que a mãe de Dianna falou:

- Então, vocês vão passar o texto agora? Eu adoraria ver!

- Mas mãe, já passa da meia-noite. A senhora dorme cedo.

- Ah, mas hoje eu vou abrir uma exceção!

Dianna se virou para Lea e revirou os olhos.

- Claro Sra. Agron! – disse Lea com educação – Pode ficar!

Ela foi até sua bolsa e pegou uns papéis. Entregou duas folhas para Dianna e ficou com duas.

- Então, Dianna, esse é o texto das cenas de amanhã. Podemos começar? – perguntou Lea.

Dianna abriu os papéis. Uma das folhas era uma lista de compras e a outra o resultado de um exame de sangue. Dianna não conseguiu segurar o riso.

- Nossa, a cena deve ser engraçada! – disse a mãe dela.

- Que nada Sra. Agron. Sua filha é que ri muito.

Dianna continuava a rir.

- Assim a gente não vai conseguir começar.

- Ok, ok! – ela respirou fundo.

- Você começa então. – disse Lea.

- Por que eu?

- Por que aqui diz – ela chegou ao lado de Dianna, olhou o papel e apontou para a palavra "batata" – "Quinn se aproximou de Rachel e disse, blá, blá, blá"... então, a primeira fala é sua!

- Você me paga! – Dianna sussurrou para Lea, que sorriu de canto de boca.

A loira fez sua melhor expressão Quinn Fabray.

- Então anã, eu soube que você desafinou hoje na frente da escola toda!

Lea deu um sorriso de deboche. "Ela está pedindo."

- Ah, você sabe, não é Quinn? Depois de uma noite inteirinha com o Noah, eu estava muito cansada. Eu até pedi ao Sr. Shuester para me deixar de fora, mas ele insistiu..., você entende não é? Pouquíssimas opções de boa voz naquele clube...

Dianna estreitou os olhos para ela e fingiu olhar o papel de novo, parando nas frutas.

- Mas eu soube que foi uma vergonha total! Soube até que o Figo, quer dizer, o Figgins quis demitir o professor.

- Você está exagerando! Você nem estava lá! Aliás, eu soube que você estava atrás da arquibancada do estádio, com o Sam. Acho que a Beth vai ganhar um irmãozinho em breve. Pena que não é do mesmo pai... – ela inclinou a cabeça e sorriu à lá Rachel Berry..

- Não me provoque, Berry!

- Foi você quem começou, Quinn!

- Nossa, o tal do Ryan Murphy sabe mesmo escrever um bom roteiro. Eu adoro ver estes diálogos de vocês! Pena que são tão poucos! – disse a mãe de Dianna.

Desta vez foi Lea quem não conseguiu segurar a risada. E acabou sendo acompanhada de Dianna.

- Vocês duas realmente exageraram no vinho! Eu hein!

- Então, mãe, eu acho mesmo que a Lea não deve ir dirigindo para casa depois de ter bebido esse vinho. Ela vai dormir aqui.

- É! – disse a mãe desconfiada, olhando da filha para Lea – Eu concordo! É perigoso mesmo.

- Não, não precisa se incomodar! Eu estou bem! – Lea disse para disfarçar.

- Deixa de ser boba! – disse Dianna a ela – A minha mãe está no quarto de hóspedes mesmo. Você pode dormir no meu quarto. A minha cama é de casal. A não ser que você não queira aturar os meus braços, porque eu me espalho bastante na cama. Aí você vai ter que encarar o sofá.

Lea olhou bem o sofá.

- Eu acho que eu vou preferir os seus braços, ah quer dizer, aturar os seus braços!

- Minha filha, a Lea é visita, eu sou de casa. Deixe ela no quarto de hóspedes e eu durmo com você. Já estou acostumada mesmo. São quase 25 anos! – ela riu para Lea, que deu um sorriso forçado.

- Mãe, mas suas coisas já estão todas lá no outro quarto!

- Isso é o de menos. Em 5min eu passo tudo para o seu.

Lea olhou para Dianna, arqueando as sobrancelhas e cerrando os lábios.

- Então, vem comigo! – a mãe de Dianna puxou Lea para o quarto da filha – Vamos ver alguma coisa mais confortável para você vestir.

Ela abriu o armário de Dianna e começou a procurar algo para Lea usar.

- A Dianna é maior, mas eu acho que é bom dormir com uma roupa mais larga, não é? – ela sorriu e puxou uma blusa.

Lea arregalou os olhos.

- Nossa, minha filha, não sabia que você tinha uma blusa escrita I Love Broadway!

- Eu, ah, é... bem... depois que eu comecei a fazer Glee eu...

- É sua não é, Lea? – ela interrompeu a filha e perguntou à morena, sentando-se na beirada da cama.

Lea olhou para Dianna, fazendo a pergunta com o olhar. Dianna fechou os olhos e respirou fundo. "Foda-se", pensou.

- É dela sim, mãe! – disse encarando-a e depois se aproximando do armário – Assim como essa também, mais essa, essa camisola e essas calcinhas. – ela foi puxando tudo que era de Lea do armário e jogando na cama – Se a senhora abrir a segunda gaveta do armário do banheiro, vai ver que há uma outra escova de dentes. É dela também.

A mãe olhou para as roupas na cama, para Lea e depois para filha, enquanto uma lágrima escorria do seu olho.

- Então todos aqueles boatos não eram boatos, afinal de contas. – disse ela - Eu só queria entender o porquê.

- Sra. Agron, não foi desta forma que a Di pensou em lhe contar. – Lea falou finalmente – Olha, eu vou deixar vocês conversando e vou lá para sala.

- Pode ficar, meu amor! – Dianna disse e puxou-a para perto, passando o braço em torno dos seus ombros.

- Mãe, eu e a Lea, a gente se ama! Não foi uma coisa planejada, apenas aconteceu. – ela começou a sentir os olhos arderem - A gente se conheceu e ficamos muito amigas, mas a amizade já era pouco para o que a gente sentia, entende? A gente tinha outro sentimento aqui dentro. – uma lágrima desceu pelo seu rosto - Uma necessidade de estar perto, de se tocar. Ficar sem ela, é como se eu perdesse um dos meus sentidos. É como se eu ficasse cega, ou surda. Não consigo imaginar isso! Eu morreria sem ela.

As lágrimas corriam livremente pelas faces das três mulheres agora. A mãe de Dianna passou a mão pelo rosto e se aproximou. Lea fez menção de se afastar, mas a própria Sr. Agron não deixou.

- Dianna, minha filha, quando eu disse que queria entender o porquê, não era o porquê de você amar esta moça e não um homem. Era o porquê de você não ter vindo a mim antes para contar. O que você achou? Você achou que eu não te apoiaria? Você achou que eu brigaria com você? Eu amo você demais e quero ver você feliz! Se a sua felicidade está do lado dela, então vá em frente, minha menina! – e ela deu um abraço nas duas.

Lea saiu por um momento e deixou só as duas se abraçando, enquanto enxugava seu rosto com as costas das mãos.

- Vocês sabem – ela disse meio chorosa, meio sorrindo – eu lia tanto sobre essa coisa de vocês, que eu acabei desconfiando também. Achele! O nome é engraçado!

- Não me diga que a senhora freqüentava esses fóruns Achele por aí! – brincou Dianna com ela.

- Frequentar ativamente não, mas de vez em quando buscava informações sobre essa coisa entre vocês. O que me deixava triste era você não se abrir comigo. – ela disse – Mas agora isso é passado! – ela sorriu – Bem..., acho que vou ficar no quarto de hóspedes mesmo! Não quero empatar nada!

- Mãe! – envergonhou-se a loira, fazendo Lia sorrir.

- Ué, se bem conheço a filha que eu criei, se eu fizesse a Lea ficar no outro quarto, você colocaria sal no meu café, amanhã.

Lea riu.

- Ah, então não foi só comigo hein? – ela virou para a mãe da loira – Ela fez isso uma vez, depois de uma discussão que a gente teve.

- Eu estou aqui ainda, ok? – disse Dianna sorrindo.

- Um beijo, filha! – ela se aproximou e deu um beijo no rosto dela – E outro na minha nova filha! – e deu um em Lea também – Boa noite para vocês!

- Boa noite, mãe! Te amo muito!

- Boa noite, Sra. Agron.

Depois que ela saiu, elas trancaram a porta. Lea olhou para Dianna com amor.

- Você sente aquilo tudo mesmo por mim? – ela perguntou à loira.

- Você ainda duvida? Então eu vou te provar! – disse ela tirando as roupas que estavam espalhadas na cama e puxando Lea para ela. As duas se ajoelharam na cama e Dianna fez-lhe um carinho. Passou os dedos pelo contorno do seu rosto e depois pelos lábios. Lea entreabriu-os e chupou um dos dedos da noiva, sem tirar o olhar do dela. A loira botou a mão na sua nuca e a trouxe de encontro a ela. Ficaram com as bocas bem próximas, sentindo a respiração quente uma da outra, começando a ofegar. Dianna passou a língua bem devagar sobre a boca de Lea e depois deu uma mordidinha no lábio inferior. Em seguida seus lábios começaram a deslizar sobre os da outra, que fazia o mesmo com ela, intercalando. Então suas línguas se tocaram e o beijo começou a ficar mais quente. Lea passou os braços em volta do seu pescoço, enquanto a loira percorria as costas dela com seus dedos. A língua de Lea parecia mapear a boca da noiva, que precisou buscar ar. Dianna cortou o beijo e desceu a boca pelo queixo de Lea. Chupou-o e depois começou a lamber o pescoço dela. Lea estava muito quente. As mãos de Dianna puxaram a blusa de Lea fora e também seu soutien. Ela se abaixou um pouco e sugou um dos mamilos da morena, que estavam duros e intumescidos de excitação. Fez o mesmo com o outro, mordendo-o de leve.

- Ahnnn – Lea gemeu

Dianna se afastou um pouco, o suficiente para Lea ajudá-la a se livrar do vestido e do seu soutien. Seus corpos se colaram de novo. O contato de seus seios fez Dianna tremer. Lea subiu suas mãos e começou a apalpá-los. As duas permaneciam ajoelhadas na cama, então Dianna forçou o corpo de Lea para trás, a fazendo deitar. Colocou um joelho em cada lado do quadril da noiva e se abaixou para beijá-la novamente. Lea ainda tinha o gosto de vinho na boca e isto estava deixando Dianna ainda mais intoxicada de desejo. Ela subiu o corpo e começou a torturar Lea com os dedos, de leve.

- Você gosta, linda? – ela perguntou.

- Você sabe que sim. – disse Lea com os olhos fechados e mordendo o lábio inferior.

Dianna continuou o percurso, pescoço, colo, seios, ventre, fazendo Lea arquear o corpo, em busca de um contato maior. A loira então chegou ao cós da calça dela. Desabotoou-a e desceu o zíper. Saiu de cima dela para que ela tirasse o jeans e a calcinha. Dianna fez o mesmo com a sua, jogando-a para longe. Montou novamente em Lea. A morena sentiu toda a quente umidade de Dianna sobre seu ventre. Lea tentou subir um pouco para buscar com a boca um dos mamilos da loira, mas não conseguiu.

- Fique aí quietinha.

- Di...

- Shhh – ela a calou com outro beijo enquanto tentava ajeitar seu corpo, de modo que seus sexos se tocassem.

Dianna ergueu o tronco, apoiando-se nos dois braços. Lea flexionou os dois joelhos e seus sexos se acharam. Lea estava muito molhada, muito quente. Dianna se sentia da mesma forma. Esta começou a movimentar-se sobre a morena, devagar e depois rápido, alternando

- Não para! Por f-favor! – implorou Lea.

Ela acompanhava os movimentos de Dianna, subindo e descendo seus quadris, nunca desfazendo o contato entre elas. Um turbilhão de sensações maravilhosas se espalhava pelos dois corpos e uma corrente de prazer indescritível tomou-as, fazendo-as estremecer e chegar ao orgasmo quase que simultaneamente.

- Uau! Nooossa! – disse Dianna, caindo na cama ao lado de Lea.

Lea tinha os olhos fechados, aproveitando o momento até o finzinho, até que ela disse:

- Meu amor... – Dianna se virou para olhá-la – Eu não duvido!