Traduzido e Revisado por Késia dos Santos
Revisado por Vivian
Capitulo 24
"Por que eles querem ver a rainha?" Perguntou Jacob. "O que eles poderiam possivelmente esperar ganhar com isso, especialmente quando Victória é obrigada a ficar puta que Brady criou um frangote sem permissão?"
Rose balançou a cabeça. "Eles simplesmente afirmam que ele fez isso in extremis*. Para salvar a vida dela." Rose acrescentou a última sentença, quando era evidente que o termo em latim era desconhecido para a maioria de seu público. "E uma vez que Tanya não está aqui para confirmar ou negar isso...".
*Ao extremo.
"Mas Victória sabe que Jinx quer começar uma guerra."
"Você não entende." Rose passou a mão pelo cabelo. "Bella matou uma iniciante. Não importa por que ela fez isso. A lei não tem um 'puta desagradável' como cláusula de exceção. Assim como a lei humana, na verdade. Se você tem uma briga com alguém você processa-os ou chama a polícia, você não toma a lei em suas próprias mãos. Bella deveria ter levado ao Conselho e, em seguida, os Volturi teriam realizado a sentença."
Edward se encolheu. "Não há qualquer tipo de exceção em extremis, para isso, também? Se, talvez, Bella dissesse que ela estava tentando me salvar de Tanya...?"
"Há, mas há duas testemunhas que juram que você estava morto antes de Bella chegar."
"Mas não faz isso ficar ainda pior para eles?" Perguntou Jacob. "Nessa, você me disse que os criadores são responsáveis por sua criação por um ano ou assim, né?"
Nessa assentiu levemente. "Até certo ponto. Se Brady sabia que Tanya estava matando pessoas e não tentou detê-la ou entregá-la para os Volturi para a punição... Mas, neste caso, Brady nunca teve a chance de fazer nada, porque Bella matou Tanya logo após o crime."
"Então, Brady é legalmente responsável pela... morte de Edward?" Jacob, obviamente, não queria dizer a última palavra. Edward lhe deu um pequeno sorriso para dizer-lhe que estava tudo bem.
"Sim e não. Tenho certeza de que o jeito que Jinx e Brady vão contar a história vai fazer parecer que eles achavam que ela era perfeitamente estável e ela atacou tão rápido que eles não poderiam impedi-la, e Bella matou Tanya antes que eles pudessem resolver com os Volturi." Nessa limpou a garganta e pareceu claramente desconfortável. "Eles provavelmente terão de pagar uma multa."
"Uma porra de multa?" Jacob repetiu incrédulo e indignado. "Meu melhor amigo é agora um fodido morto-vivo e eles vão pedir que Brady pague uma multa?" Ele olhou para Edward. "Uh, sem ofensa, cara. Você sabe que eu prefiro tê-lo conosco, vivo, ao invés de morto de verdade."
Edward acenou com a mão. "Sem problema."
"Que porra! Jesus!" Jacob balançou a cabeça e murmurou coisas escuras e terríveis sob sua respiração.
"Os únicos vampiros que são destruídos por violar a lei são aqueles que deixam seus novatos correrem à solta." Disse Nessa. Ela mordeu o lábio e se encolheu quando viu a raiva no rosto de Jacob. "A rainha sabe que a maioria das reivindicações in extremis são provavelmente besteira, mas a maioria das pessoas são aquelas que o Conselho ou Victória teriam aprovado de qualquer maneira. A lei praticamente existe para que eles possam punir os vampiros que de forma irresponsável ou intencionalmente criam assassinos novatos e os deixam correr soltos, o que coloca toda a espécie de vampiro em perigo."
"Eu não posso acreditar nisso." Jacob murmurou. "Tanya era assassina. A Cadela era louca antes mesmo que ela foi transformada e não parece que ela sendo vampirizada melhorou muito sua saúde mental."
Nessa soltou um breve sopro de exasperação. "Eu sei isso, Jacob. Estou do seu lado. Só estou tentando lhe dizer o ponto de vista deles. O Conselho vai ver como sendo o seu papel para tomar essa decisão e decidir qual sentença aplicar, não Bella. E agora ela está perseguindo Brady. A Rainha é obrigada a proteger-lhe se ele pedir a ela, porque, agora, ele é legalmente inocente e Bella é a criminosa na tentativa de fazer-lhe mal. Pense nisso em termos humanos. Poderia pedir aos tribunais por uma ordem de restrição ou proteção policial contra alguém tentando atacá-lo."
"Ela não me para." Disse Bella calmamente. "Tanto Brady e Shinx. Eles morrem."
Nessa fechou os olhos. "E se Victória deixar Bella matar Jinx, ela poderia enfrentar uma guerra com o fae."
"Você está brincando. Eles lutam uma guerra por aquele idiota?"
"Não há muitos deles." Nessa apontou. "E as relações entre vampiros e os fae são um pouco... Sensíveis."
Jacob virou-se para Bella. "Querida, talvez seja melhor não ir."
"Você não tem que ir," Bella respondeu. "Mas eu vou."
"Querida..."
Bella falou com Nessa. "Você liga Rainha e diz que eu estou indo. Não machucá-la se ela não tentar me parar. Meu poder maior do que ela sabe. Ela não ganha se ela tentar lutar contra mim. Você tenha certeza de lhe dizer isso."
"Eu... Eu vou", disse Nessa. "Mas, Bella, não vai ser apenas Victória você está contra os Volturi."
Bella acariciou a mão de Nessa. "Eu não quero matá-los, mas eu vou, se me obrigarem."
"Talvez devêssemos esperar até Jinx e Brady acharem que você se acalmou e deixar a proteção de Victória," Rose sugeriu.
Bella apertou a mandíbula naquele olhar teimoso que todos eles foram se familiarizando com. "Diga avião ir Italii*.".
*Creio eu que Bella quis dizer Itália.
"Vamos tentar primeiro Dakar", disse Rose. "Esse é o primeiro porto de escala. Talvez possamos pegá-los antes que eles cheguem a Victória."
"Se eles saíram mais cedo, você tem certeza que eles estão indo para todos os lugares que eles estão programados?" Perguntou Jacob.
"Não, mas vale a pena tentar, certo?"
"Bella?" Edward perguntou. "A decisão é sua."
Ela assentiu com a cabeça. "Tentamos pegá-los em primeiro lugar."
Edward apertou o botão no braço para chamar a aeromoça.
Quando ele acordou, Edward pulou da cama e tropeçou em toda a sala, todos os nervos formigando com alarme. Onde diabos ele estava? Ele não podia.
Hotel.
Bella sentou-se na cama em uma esticada. Lançou os olhos ao redor da sala, mas não viu mais ninguém, nenhum perigo. Ele podia ouvir sons a partir dos quartos ao seu redor, o que provavelmente tinha sido o que o tinha alarmado. Brigas, conversas, água despejando em chuveiros, sexo, risadas enlatadas e músicas-tema de uma centena de televisores...
Isso era um aspecto de ser um vampiro que não gostava: vigília instantânea. Não havia aconchego contra o corpo mole de Bella e recostar-se para um pouco de um cochilo agradável até que o alarme disparasse novamente. Ele estava imediatamente alerta e, geralmente, acordava em um estado de confusão, sua mente ainda não estava acostumada para a entrada de sons e cheiros.
Bella saiu da cama e foi envolver os braços ao redor dele. "Ok?" ela perguntou em voz baixa. Era uma das poucas palavras que ela falava sempre em Inglês. Ela normalmente falava Quechua com ele e havia uma doce intimidade com ele, ter a sua própria língua 'privada'.
Ele acenou com a cabeça. "É. Sinto muito. É difícil de acostumar com os sentidos mais nítidos."
"Eu me lembro. Seria pior neste tempo, eu acho. Mais pessoas. Mais ruídos. Estranhos cheiros. É um mundo diferente daquele em que eu acordei." Ela afastou o cabelo da testa. "Eu prometo que vai ficar melhor."
Ele a puxou para os seus braços para um abraço e colocou seu rosto em cima de sua cabeça.
"Está com fome?" Perguntou ela, e as palavras por si só são suficientes para fazer o seu intestino apertar e alongar suas presas.
"Estou".
Ela olhou para o relógio. "Nós temos tempo." Seriam mais algumas horas antes de serem esperados a decolarem novamente. Eles desembarcaram aqui, reabasteceram e tiveram que apresentar um novo plano de voo, o que significava um descanso, então eles decidiram passar o dia em um hotel, onde ficariam mais confortáveis. Felizmente, Rose havia se lembrado de trazer seus passaportes, incluindo o novo que ela tinha feito para Emmett, que nunca tinha saído de seu estado natal, e muito menos do país.
"Vem". Bella levou-o até o banheiro e ligou o chuveiro. Ele olhava para ela de forma debochada. E depois se virou para retirar lentamente suas roupas dele. Ele a seguiu até a cabine e foi um longo tempo antes que eles surgiram. A nova visão de cores de Edward significava que ele precisava voltar a explorar seu corpo e desfrutar de todos os vários tons de rosa que sua pele tinha a oferecer, e assim o seu humor estava consideravelmente melhor à medida que o elevador descia até o lobby.
Eles saíram para a calçada em frente ao hotel e os seus sentidos foram imediatamente bombardeados pelos pontos turísticos, cheiros e sons da noite na cidade. Um bar em frente derramou latejante música Techno na rua cada vez que a porta se abriu. Um casal dirigindo um Volvo prata, trechos da discussão que estavam tendo arrastando atrás deles como fitas. Ele poderia ter ficado lá a noite toda, um pouco sobrecarregado por todos os dados sensoriais se Bella não tivesse pego a mão de Edward em sua própria e levado-o outro lado da rua.
Edward escavou em seu encalço quando chegaram à porta do bar. "Bella, eu não quero ir para lá."
"Não é o que você pensa", disse ela. "Os seres humanos são apenas um disfarce."
Disfarce? Ele a seguiu, curioso. Eles acabaram no meio da multidão, além da pista de dança lotada que se movia como um organismo singular ao som ritmado da música. O cheiro de sangue, carne e suor dos dançarinos frenéticos embebiam o ar. Ele parou de respirar. A música ensurdecedora competiu com o som de centenas de batimentos cardíacos, de gritos e pedaços de conversa. Ele desejou que ele pudesse desligar seus ouvidos, também.
Bella atingiu uma porta na parte de trás do clube. Era bem escondida, pintada da mesma cor que a parede, alinhada contra ela, apenas com sua maçaneta como uma pista que estava lá. Um segurança careca sentava em um banquinho de madeira ao lado dela, com os braços musculosos cruzados sobre o peito. Edward o ouviu farejar o ar e, em seguida, levantou-se para abrir a porta para eles. "Meu senhor, minha senhora", disse ele, e deu-lhes uma rápida reverência enquanto passavam.
"O que é com os títulos?" Edward perguntou, mas a única resposta de Bella foi um encolher de ombros. Eles seguiram por um longo corredor, que descia, levando-os ao subsolo, duramente simples com azulejo pálido no chão e paredes cinza claro. A música desapareceu a cada passo que davam. Era quase completamente silencioso antes de chegarem as portas duplas no final do corredor. As portas eram um toque estranhamente incongruente em um corredor como o parecido com uma instituição: Grande, madeira-escura com preto, de ferro fundido, arqueada no topo.
"Que lugar é esse?" Edward perguntou.
"É bar de sangue para vampiro," Bella disse. "Nessa o encontrou para nós. Podemos encontrar um doador vivo ou comprar o seu jantar engarrafado, se você preferir." Bella puxou uma das alças e Edward ficou boquiaberto com o que viu lá dentro.
Parecia um bordel Gótico. Ele mordeu o lábio para manter uma cara séria quando ele olhou ao redor. Alguém tinha, aparentemente, decidido abraçar totalmente o clichê, e Edward não conseguia decidir se ele estava destinado a ser jocoso ou não. O papel de parede era roxo, impressos com adeptos de renda preta. Contra a escuridão, a mobília de veludo vermelho se destacava nitidamente, como fazia o candelabro de bronze iluminando a sala. Música suave pulsava no fundo, muito baixa para não ofender os ouvidos de vampiro. Estandes com costas altas cobriam as paredes, também de veludo vermelho, e divãs românicos foram espalhadas ao redor do centro da sala. A maioria sustentava um casal de contorção, um vampiro com um doador, ou casais apanhados na atmosfera abertamente sensual. Ao longo de uma parede era um típico bar com bancos altos empoleirados na frente dela.
Sua entrada despertou o interesse de muitos dos ocupantes da sala, e suas expressões, foram julgá-los em uma escala entre o 'sangue novo' e 'nova competição'. Alguns dos vampiros do sexo masculino olhavam Bella, admirados. Edward olhou para eles e se aproximou dela. Parecia que se tornar um vampiro também intensificou sua raia possessiva.
Eles seguiram em direção ao bar e Bella pulou sobre um banquinho. Edward estava atrás dela, as mãos descansando levemente sobre os ombros. Dois bancos para baixo, um vampiro sorriu para Bella e abriu a boca para falar com ela. Edward se surpreendeu por rosnar e o cara rapidamente voltou a olhar para o copo de coquetel.
O barman se aproximou, limpando um copo com uma toalha. Aparentemente, barman era uma raça uniforme entre as espécies, porque ele parecia que estaria igualmente em casa em um bar de esportes ou salão de cocktails. "O que eu posso te pegar?" Perguntou ele.
"O que tem?" Bella perguntou.
O barman olhou-a com curiosidade. "Novata?"
"Sim".
O barman cheirou o ar. "Nossa, ele é muito novo."
Os olhos de Bella se estreitaram um pouco. "O que quer dizer?"
"Ele ainda tem um pouco de cheiro humano com ele. Aposto que você tem menos do que uma semana, você não tem, frangote?"
Edward não respondeu. Um dos aspectos positivos de ser um vampiro era que ele não corava mais, mas ele ainda tinha problema em encontrar os olhos das pessoas.
"Eim, seu frangote?" o barman perguntou Edward, que permaneceu em silêncio.
"Não é que você precisa saber." Bella respondeu.
O barman ergueu as mãos. "Desculpe! Desculpe. Apenas curiosidade. Vocês sabem o que vocês estão procurando?"
Bella acenou com a cabeça. "Edwurr com fome."
O barman riu. "Claro que ele está. Novatos sempre estão. Quer um doador vivo ou engarrafado?"
"Edwurr?"
Edward olhou para os divãs e se encolheu com a visão das pessoas emaranhadas em cima deles no êxtase de alimentação e mentalmente. Ele não tinha um pingo de exibicionismo, isso era certo. "Engarrafada".
"Simples ou fortificado?"
"Fortificado?" Bella repetiu. "O quê?"
"Sim, temos tudo, desde Jack a heroína. Qualquer que seja o seu veneno. Mas se você não está acostumado a sangue-atado a droga, eu sugiro ir com um pouco de loucura de maconha. Tem uma suave, alta adocicada."
"Nenhum tipo de droga?" Bella perguntou.
O barman sorriu. "Claro. Mas qual é a diversão nisso?"
"Sem drogas," Bella repetiu.
"Tudo bem. Temos de cada tipo, embora nós estejamos fora de AB Negativo agora. Merda teve de passar por aqui, mas é por isso que é tão caro."
Edward apontou para uma garrafa que ele reconheceu como aquela que Nessa tinha comprado para ele. "Aquele."
"Ah, O positivo. Excelente escolha. Dinheiro ou crédito?"
Edward deslizou o seu cartão Visa e o barman embrulhou suas garrafas em papel, enquanto esperava que a transação fosse processada.
"Oi", disse uma voz feminina do lado de Edward.
Ele virou-se rapidamente, assustado, porque ele não tinha ouvido ninguém se aproximar. Os vampiros podiam andar em silêncio quando eles queriam. Uma mulher loira baixinha sorriu para ele. Edward estava um pouco assustado com seus olhos. Eles eram azuis claros com um anel escuro ao redor da íris, e se perguntou se seus próprios olhos voltariam ao normal, como Bella disse que voltariam. Essa mulher deve ser muito antiga, de fato.
"Ei, bonitão", disse ela. "Quer um pouco de diversão"?
"Ele meu," Bella sussurrou. "Você vai 'bora."
"Você pode juntar-se, também," a mulher deu de ombros.
Bella virou-se lentamente em sua cadeira. Ela olhou para a mulher com os olhos apertados, e sua voz era baixa com ameaça. "Eu digo vá embora."
Os olhos da mulher se arregalaram e ela saiu correndo. O barman entregou Edward o recibo e uma caneta. "Ela não quis ofender, senhora", ele disse para Bella. "A maioria dos vampiros não se importa de partilhar."
Bella sorriu para ele. "Deusa não compartilha." E com isso, ela arrancou o saco de papel do balcão e levou Edward para fora do bar.
Jacob ouviu o telefone tocar do outro lado da linha. Quatro chamadas. Cinco.
Ela não deve estar em casa.
"Olá?" Alice parecia sem fôlego.
"Ei, mana", disse Jacob. "Será que eu peguei você em um momento ruim?"
"Não, eu estava colocando as crianças na cama e tive que correr para o telefone. Deus, Jacob, eu estive esperando você ligar. Onde você está? Eu não ouvi de você desde aquela noite que nós fomos resgatar Edward." Eles haviam enviado Alice e Jasper para casa quando eles decidiram ficar ao longo do dia na casa, dizendo-lhe apenas que eles haviam encontrado Edward e ela não precisava se preocupar. O que era uma ideia estúpida, Jacob tinha que admitir, porque Alice não era do tipo que deixa algo como isso ir.
"Estou na Carolina do Sul, agora, na verdade, mas eu vou ficar fora por um tempo."
Alice ficou em silêncio por um momento. "Você não vai me dar mais detalhes, não é?"
"Eu não posso", disse Jacob. "Provavelmente é mais seguro para você, se você não souber de nada. Mas eu precisava falar com você. Só para dizer... Bem, só para dizer que eu te amo, e eu espero que você saiba disso."
Ouviu-a recuperar o fôlego e, quando falou, sua voz estava tensa. "Você está em perigo, não é? Eu tenho medo por você... Você pode agora ter outra chance?"
Jacob agarrou o telefone com força. "Há uma possibilidade", admitiu. "Mas se há algo que eu aprendi através de tudo isso: Você nunca deve esperar para dizer às pessoas como você se sente. A vida é demasiado curta e malditamente para desperdiçar qualquer momento com as pessoas que você ama.".
"Você está certo. Eu percebi isso, também, é por isso que eu disse a Jasper que eu ia perdoá-lo."
"Sério?" Jacob não tinha certeza de que ela o faria.
"Ele cometeu um erro, Jacob. Deus sabe que eu também cometi a minha parte deles. Nós estávamos separados naquele tempo e ele estava sozinho. Ele ia fazer a coisa certa, porém, e ajudar a cuidar do bebê, mas depois... Bem, no entanto, aconteceu, de não haver um bebê mais. Ele sabe que estava errado em tentar esconder isso de mim. Eu acho que nós dois aprendemos algumas coisas, desde que nos separamos. Pode dar-lhe outra chance, por favor?"
"Sim, Allie, eu vou." Deus, ele esperava pelo amor de Alice, que funcionasse desta vez.
"Por favor, Jake, tenha cuidado."
"Eu vou."
"Escute, Jake, há algo que eu preciso te dizer. E, como você disse, a vida é demasiado curta para não dizer às pessoas como você se sente."
"Allie, eu vou ficar bem. Estou com Bella. Ela é dura."
"Jake, por favor. Eu sei que você não vai a Buckingham para chá com a rainha. Você pode nunca voltar, e eu... Eu preciso te dizer uma coisa."
Jacob fechou os olhos e encostou-se à parede. "O que é isso, Allie?"
"Eu preciso dizer que eu sinto muito. Eu tenho sido uma merda real para você ao longo do último par de anos. Que eu... Eu estou confusa, Jake. Em meu coração, eu sabia que você me amava e você nunca faria nada para me machucar, mas não era, tipo, esta pequena voz dentro de mim que não parava de dizer que você estava tentando me segurar, para me impedir de ser feliz. Eu não sei por que eu escutei. Você e Emm... São as únicas pessoas em minha vida que nunca me foderam, nunca tentaram me derrubar, nunca tentaram tirar nada de mim. Mas, de alguma forma, eu ficava esperando que você acabaria por me usar, ou me machucar como todo mundo, e era apenas uma questão de tempo. Então eu continuei cutucando você, tentando fazer você explodir. Tipo, 'Basta fazer isso já. E eu não sei como pedir desculpas por algo assim. Parece muito maior do que 'me desculpe' pode cobrir. Então, eu vou dizer: 'Obrigada'. Obrigado por me amar, mesmo que eu não merecesse isso. Obrigada por estar lá para mim, mesmo quando 'lá' era um lugar que eu tinha que me colocar para fora da minha própria estupidez e cegueira teimosa. Eu te amo, Jake."
Garganta de Jacob estava tão apertada que mal conseguia falar. "Eu também te amo, Allie. Vou sempre amar. Dê às crianças um abraço e um beijo por mim, ok?"
"Jake..."
"Eu tenho que ir, Allie. Amo você." Ele desligou o telefone rapidamente e se sentou no chão, apoiando os cotovelos sobre os joelhos. Ele baixou a cabeça para baixo em seus braços.
"Você está certo, você sabe."
Jacob pulou. "Nessa Jesus! Que porra é essa? Não pode assustar as pessoas assim."
"Eu não espiei." Disse ela. "Eu bati na porta, enquanto você estava na ligação. Você não deve ter ouvido."
"Sim, eu acho que não." Ele esfregou a mão sobre o rosto.
"Eu ouvi o que você disse sobre a vida ser curta demais", ela repetiu. Ela inclinou suas muletas contra a parede e cuidadosamente abaixou-se para sentar-se ao lado dele. Foi um momento antes de falar, e quando o fez, as maçãs do rosto ficaram rosadas. "Eu realmente gosto de você, Jake."
"Huh? Eu? Por quê?"
Ela o agarrou pela frente da camisa e deu um beijo nele. Por um momento, ele estava congelado, de olhos arregalados, e então ele percebeu quão doce e suave seus lábios eram. Ela colocou os braços em volta do pescoço dele e ele a puxou para mais perto, seu corpo exuberante pressionado contra o seu próprio quando o beijo se aprofundou, aparentemente por vontade própria. Ouviu-se gemer baixinho enquanto suas mãos deslizavam até suas costelas e-
"Espera -" Ele se separou. "Eu não tenho certeza se deveria -"
"Eu tenho", respondeu ela, e beijou-o novamente.
Sentiu perfurando através dele com o calor brutal quando ele a beijou avidamente. Mãos acariciaram e exploraram. Jacob pegou-a em seus braços e a levou para a cama, depositando-a delicadamente no centro antes de descer ao seu lado. Nessa gemeu quando a boca dele se arrastou pelo pescoço para o decote da blusa. Seus dedos se atrapalharam com os botões minúsculos, impaciente para descobrir mais de sua pele com sabor doce. Ela puxou sua camisa e ele tirou-a, atirando-a para o pé da cama.
Ele não tinha certeza de que eles haviam removido suas roupas e ele nem percebeu que elas tinham ido embora, até ele alcançar para pegar a carteira e o preservativo dentro dela e descobrir que ele não estava usando calças. Ele pescou ao lado da cama por eles e tirou a embalagem de alumínio.
"Jake?" Nessa disse.
"Mm?" Ele usou seus dentes para rasgá-la aberta. Suas mãos não queriam deixá-la o suficiente para colocá-lo, e ele decidiu tentar com uma mão só para que ele pudesse...
"Jake?"
Ele encontrou os olhos dela.
"Eu acho que eu deveria dizer-lhe que... Ham... Eu não fiz isso antes."
"Fez o quê?" ele disse, estupidamente, pensando que ela ia dizer que ela nunca tinha feito amor impulsivamente antes.
"Isso. Você sabe... sexo." O rosto de Nessa estava escarlate.
A mandíbula de Jacob caiu. "Você... Você é virgem?"
Ela disse, irritada: "Jesus, Jake, você diz como se eu tivesse falado que eu era leprosa!".
Ele assentiu suavemente e balançou as pernas para o lado da cama. Ele ficou lá por um momento, tentando reunir a compostura. "Eu não posso fazer isso."
"O quê?" Agora era a sua vez de ser surpreendida. "Por quê?"
"Porque a sua primeira vez deve ser especial. Não com um cara como eu." Jacob pegou a calça e puxou-as antes de se virar para encará-la. "Eu sinto muito, mas eu... Eu não posso."
Ela inclinou o queixo, mesmo quando seus olhos começaram a brilhar com lágrimas não derramadas. "Eu não deveria ser a única a decidir o que eu quero?" Ela pegou um dos travesseiros e abraçou-o para si mesma, cobrindo seu corpo, embora Jacob não estivesse olhando mais.
Ele vestiu a camiseta. "Eu sou um erro. Confie em mim. E você não quer jogar fora algo especial com um cara como eu."
"O que quer dizer 'um cara como você'? Jake eu sei que você é-".
Ele levantou uma mão. "Pare. Não posso ok? Eu só... Não posso." Ele se virou e saiu correndo do quarto. Não foi até que ele estava no elevador que ele percebeu que não tinha sapatos, mas, felizmente, o barman não se importava.
N/Paulinha:
Oh não, Jacob não pode beber, :(
Sera que Jake e Nessa vão se acertar?
Espero que sim
E Bella e Edward posseivos *.*
lindos os dois kkk
